Tia Fabiana 18: Paola 2. Nos três dias seguintes, continuei trocando mensagens com minha prima Paola depois da nossa quase transa. Se não fui nesses dias, foi porque não tinha tempo ou ela tinha coisas pra fazer. "Oi L, o que cê tá fazendo?" Mandei direto uma foto da minha pica. "Aqui pensando naquela bunda gostosa que você tem, já quero comer ela toda." "Aai L, parece que você já comeu bem no outro dia, hein🤭" "Você gostou?" "Adorei, se não fosse porque a outra chegou, eu teria aliviado o tesão." Minha prima tímida, Paola, tava mais solta agora. Parecia daquelas que, quando pega confiança, já fala mais à vontade. E considerando que chupei a bunda toda dela na casa dela, já tínhamos confiança suficiente. Mesmo não tratando ela como as outras duas minas, tinha uma cumplicidade com ela, mas ainda queria pegar um pouco mais pesado. "Quero te falar uma coisa, mas não fica brava," escrevi pra ver a reação dela. "Fala, pode falar." "Você me deixa com muito tesão, Paola. Minha pica fica dura só de pensar no seu corpo, naquelas duas tetonas que você tem e nessa bunda enorme. Quero viver chupando sua buceta toda, prima, e o fato de sermos parentes me excita ainda mais. Quero te foder e fazer de minha putinha," escrevi tudo que pensava e queria dela, sem desrespeitar, mas com chance dela se irritar. "🤭Ai L, tô com a buceta molhada lendo o que cê fala, me dá muito tesão." "Então vai virar minha putinha quando a gente transar?😏" "Claro que sim, L. Além do mais, com a grana que você me deu, tinha que arrombar meu cuzinho também." A putaria vinha de família, minha prima tava se oferecendo pra eu arrebentar o cu dela. "Ah, então deixaria eu arrombar essa bunda linda que você tem?" "Deixei meu marido me foder e ele me deixou na mão, imagina se não vou dar pra você, primo🤭" Só de ler isso, quase gozei. Me surpreende o quanto minha prima podia ser ousada quando tava à vontade. "Paola, tô com a pica dura igual ferro. Cê tá sozinha?" "Depois das meia-noite fico sozinha até as 17h, que tenho que ir na escola buscar o menino." "Na Tarde vou e penso em te encher de porra, gostosa, posso te pedir uma coisa?” “Fala, primo, o que cê quer?” Decidi fazer um pedido, mas vou revelar mais pra frente, o importante agora é que já tinha combinado de finalmente comer aquela buceta preta da minha prima puta, a última que me faltava. Lá pelas 13h me aprontei pra ir, mas antes resolvi dar uma passada. Abri a porta do quarto da puta preta da minha tia Fabiana, que tava no celular, pensei em falar que ia foder a filha dela, mas elas ainda se falavam e não quis arriscar dessa puta preta se fazer de esperta e contar algo. Mas quis fazer uma coisa que me deu muito tesão. Sem dizer nada, tirei o celular dela e dei um tapa na cara, virando a cabeça dela. Aí peguei e joguei ela de barriga pra cima na cama. Pulei em cima e rasguei uma legging que ela tava usando, que marcava bem a bunda preta gorda e as pernas de puta gorda. -Para- ela falou quando percebeu que rasguei a roupa. Tampei a boca dela com a mão. -Puta preta, cala a boca!! Vou comer uma puta e quero que você sinta o gosto da sua buceta no meu pau. Com o pau duro, enfiei de uma vez na buceta e comecei a meter rápido até gozar dentro da buceta, que molhou na hora. -Haha, como você gosta de ser puta, deixou meu pau encharcado com os sucos da buceta. Passei o pau no cabelo dela pra secar um pouco e aí sim fui pra casa da minha prima. Já tinha gozado uma vez, pra aguentar mais com minha prima, além disso me dava mais tesão saber que a mãe tirava minha porra pra depois a filha me esgotar ainda mais. Chegando com o sol forte, bati na porta. Dessa vez minha prima demorou um pouco mais pra abrir, mas quando abriu, me deixou de boca aberta. -Oi, L- ela falou com um sorriso, completamente nua. Aquela preta pelada era uma obra de arte, os dois peitões enormes e os quilos a mais faziam o pau ficar duro. Então, minha prima, virei, andei uns metros e ela se colocou de quatro, apoiando a cabeça num pufe pequeno que tinha ali, enquanto com as mãos segurava aquelas nalgas enormes e as abria, deixando ver aquele buraco do cu e a buceta com alguns pelinhos. Obviamente, eu tinha pedido antes, e minha prima topava essas brincadeiras, essa negrinha gostava de me agradar, e além disso ela curtia, isso me dava muitas ideias. -Tudo pra você, neném, vai, come bem- falou Paola, tinha seguido à risca tudo que pedi. Entrei em casa e fechei a porta com um puta estrondo, praticamente fui correndo e me ajoelhei enterrando meu rosto mais uma vez. Enterrei minha língua no buraco do cu dela, esfregava minha cara entre as nalgas dela, que estavam suadas por causa do calor e com um cheirão de cu, mas isso me deixava mais tesudo ainda, que ela fosse uma puta suja, sem perder tempo também comecei a chupar a buceta dela enquanto alternava pra dedar um pouco. A buceta dela molhou na hora. -Vou te foder. -Vai L vai que não aguento mais. Sem perder tempo tirei a pica e enfiei de uma vez na buceta dela, começando a bombar igual um louco. Plaf plaf plaf. O som do meu quadril batendo naquelas nalgas enormes ecoava pela casa toda, não me surpreenderia se ouvisse lá fora também. -Somos primos, Paola, e estamos fodendo, você tem a pica do seu primo enterrada no seu cuzinho!! -Aaai aai vai, me crava bem L vai, me fode. Minha prima acompanhava a conversa, os dois estavam muito tarados. -Quero te bater. -Vai L faz tudo comigo. Comecei a dar tapas naquele cu preto sem pena, enquanto ela gemia igual uma louca. -Paola, quero gozar todinha em você! -Vai L goza bem dentro de mim, neném, vai! Depois de uma foda violenta, segurei ela com força pelas cadeiras e meti até sair todo o leite, o corpo dela ia pra frente a cada estocada. No final, perdemos o equilíbrio e caímos pro lado. Minha prima estava escorrendo leite da buceta. Usando a buceta sem parar, tinha gozado muito. Não perdi tempo, no chão abracei ela, ela tava de lado, um pouco mais devagar, enfiei no cu dela enquanto por trás apertava um peito dela. -Ah L- ela disse com um gemido seco. Comecei a me mover devagar, com os dois deitados no chão. -Ai L, o que você tá me fazendo. -Tô comendo o cu da minha prima. -Não me fala assim, que puta trepada você tá me dando. -Depois dessa vêm muitas mais, gostosa. -Uffa sim, se me come assim pode vir quando quiser, amor. -Amo seu corpo, Paola, sempre goza pra mim. -Claro, neném, quando você quiser eu vou tirar toda a sua porra. Enquanto a gente conversava, aumentei o ritmo, no final, gozei nela de novo, dessa vez dentro do cuzão dela. A gente se soltou e ficamos exaustos um do lado do outro. -Grande puta, terminei suando, que trepada. -Tá saindo a porra do teu cu- falei pra minha prima enquanto tocava a bunda dela, não conseguia me desgrudar daquele pedaço de carne preta. Levantei e levei meu pau na cara dela. -Limpa ele, puta gostosa- falei encostando o pau com resto de porra na cara dela. Na hora ela abriu a boca e meteu tudo até deixar limpo. Aí ajudei ela a levantar enquanto continuava admirando o corpo dela. Depois de um tempo conversando, decidi ir embora, minha prima me acompanhou até a porta ainda pelada, ela ficou um pouco atrás pra ver se tinha alguém na rua. Eu chupei a boca dela ali mesmo e, ao sair, vi que não tinha ninguém na tarde cheia de sol. Então peguei ela pela mão e puxei pra fora. -Para, para, L, vão me ver- disse Paola preocupada. Mas ainda segurando ela, rapidamente levei ela pra parte de trás da casa, que dava pro campo, ainda estávamos ao ar livre, se tivesse alguém no campo com certeza veria essa puta preta de longe. Encostei ela na parede e levantei ela segurando firme nas pernas carnudas enquanto enfiava minha língua na boca dela. -Puta gostosa, na próxima vamos trepar aqui fora, me excita mais saber que podem nos ver- falei enquanto apertava ela mais contra a parede. -Ai L, me Tá bem gostosa, já quero pica de novo. — Agora não, putinha, já vou. Da próxima me espera pelada aqui atrás. — Claro, gato, se você quiser, até posso te esperar na calçada. — Haha, e se te virem? — Tô nem aí, que vejam como você me come toda. — Você é minha putinha, minha mulher Paola. — Só sua puta, L, de ninguém mais. Antes de ir, virei ela de costas e enfiei um dedo no cu dela, remexendo bem, e chupei um pouco mais as nádegas dela. Era difícil largar aquela delícia de vila. No fim, quando voltei pra casa, ainda tava excitado pela minha prima, então visitei minha tia Fabiana de novo e bati um pouco nela. E foi assim que começou meu relacionamento de foda com minha prima Paola, que mantenho até hoje, com as três, na verdade, mas ainda tem muita história pra contar de tantos anos. Se gostaram, comentem e compartilhem.
3 comentários - Tia Fabiana 18