Tia Fabiana 17: Paola. Fala galera, quanto tempo, desculpa não ter escrito antes, não sabia bem como abordar porque ainda tenho muita coisa pra explicar. No entanto, com o fechamento da parte anterior, dei espaço pra Paola, minha outra prima e a segunda filha da minha tia Fabiana, então dessa vez vou contar como cheguei a comer ela. Tudo isso começa depois que comi a Nely, a negra, pela primeira vez, bem antes de fazer o ménage com a puta gorda da minha tia e minha prima. Eu queria comer as três, já tinha duas, mas tava preso, não sabia como me aproximar da minha prima Paola. Não dava pra fazer igual com a Nely, ela não aceitaria grana em situações normais pra transar com o próprio primo, não era tão puta quanto a irmã ou a mãe, além de que também não tinha relação com ela, apesar de ela ter mantido contato com minha família depois que a mãe separou do pai, diferente da Nely, que era mais problemática e brigou com todo mundo. Mas a providência às vezes tá do nosso lado, já repararam que às vezes o universo ouve seu chamado e alinha tudo pra você alcançar seu objetivo? Pois é, o universo ouviu meu sincero desejo de foder minha prima e me ajudou. Uma tarde, minha mãe tava sentada na sala mandando um áudio, eu ouvi o que ela disse: parece que o marido da minha prima Paola tinha traído ela com uma mina num baile fora da cidade. As irmãs dela viram e contaram pra minha prima, que botou ele pra fora de casa no dia seguinte. "A puta mãe é agora", pensei animado. O marido fora de casa, minha prima despeitada, não era nada certo, mas em termos de probabilidade, agora eu tinha minha chance de tentar comer ela, tinha que aproveitar de qualquer jeito. A questão é como fazer. Minha prima morava no mesmo bairro que minha tia morava antes de separar, numa área meio no fundo, onde a rua terminava. Lá tinha a casa dela, que logo depois tinha um campo grande que meio que pertencia a um complexo militar, mas não enchia o saco se você entrasse porque era realmente grande e a estrutura mais próxima estava a vários quilômetros. Como caralhos eu ia fazer pra chegar na casa dela, não sei, porque fazia anos que não ia, e se aparecesse do nada ia ficar estranho pra caralho, mesmo que eu dissesse que queria saber como ela estava por causa da separação, ainda ficava estranho já que a gente não tinha tanta relação e a única vez que conversávamos era em aniversários e eventos assim. Mesmo assim, pensando, me veio uma ideia: organizei um jogo de futebol numa quadra que ficava perto do bairro com uns amigos, de distância, umas quatro quadras nos separavam. Além disso, inventei uma desculpa pra ir: minha prima vendia aqueles produtos típicos de livros de cosméticos e coisas, e minha mãe comprava deles, então falei que se ela quisesse, eu iria buscar o livro daquele mês na casa da minha prima, e ela topou. Tava tudo pronto, agora só faltava esperar o dia. Finalmente chegou o dia, lá pelo meio-dia a gente se encontrou na quadra, terminando umas 2 e pouco, me separei do grupo e fui direto pra casa da minha prima Paola. Ao entrar no bairro, aquele cheiro de esgoto de sempre, água correndo pelos meios-fios, casas todas mal rebocadas, o típico bairro de vila, saca? Por causa do horário, não tinha ninguém na rua, além de que tava fazendo um calor da porra. Cheguei na casa da minha prima, bati na porta e depois de um tempo ela abriu. Deixa eu descrever ela: de altura, é mais baixa que a Nely, um pouco mais gordinha também, tem dois peitões bons, maiores sem dúvida, e de bunda, tem uma raba igual a da minha tia, maior que a da irmã dela, mas com menos celulite. Das três, era a melhor bunda sem dúvida, em questão de estado, além de que de rosto era mais bonita que minha prima e tia também. De personalidade, puxava mais pro lado da minha tia, sendo mais quieta e calma, obviamente tirando o fator submissa, que eu não sabia se ela também compartilhava. Quando ela abriu a porta, tava usando um shortinho meio pequeno que ela costumava usar de tecido, e uma regata feminina que deixava ver uma parte dos tetas, ela tava vestida bem como uma puta. Ela tava praticamente sozinha em casa naquela hora, o filho dela tava na escola e o outro era um bebê que ainda não tinha um ano, então passava a maior parte do dia dormindo. – Oi L – ela falou, enquanto eu me abaixava um pouco pra dar um beijo nela. – Oi, que calor que tá. – Ai, sim, tá insuportável, entra. Quando ela falou isso, se virou e eu pude admirar aquela bunda enorme que tava comendo o short, a racha do cu marcava bem, mostrando a forma daquelas nádegas pretas. – Veio pegar o livro? – Sim, como tava por perto, me pediram pra vir buscar – falei enquanto me sentava numa cadeira que tava ali na cozinha. – Beleza, espera aí que eu emprestei pra uma amiga, já vou mandar mensagem pra ela trazer. – Beleza, posso ir no banheiro? – Pode, vai. Fui pro banheiro, tava bem suado por causa do jogo, então tirei a camisa já no banheiro e molhei um pouco o corpo, pra depois sair do banheiro assim mesmo, não sem antes tocar um pouco na pica pra ela ficar dura e deixar ela de um jeito que desse pra notar, obviamente era tudo parte do plano pra tentar seduzir minha prima, tinha que aproveitar agora que tava com mais tempo enquanto esperava trazerem o livro. – Que calor lá fora – falei enquanto voltava pra cozinha sem camisa, naturalmente como se não fosse nada. Claro, ficar sem camisa com aquele calor era normal, mas quando minha prima me viu, notei que por um segundo ela olhou pra minha pica, que tava dura na cara, além de ver meu corpo, que mostrava os anos de academia que eu tinha, isso deve ter impressionado um pouco minha prima porque quando a gente se via, eu sempre tava de camisa. Mesmo assim, sabia que ela não ia falar nada por causa do jeito dela. Minha prima virou e continuou lavando uns pratos que tinha. Eu fiquei sentado a vários metros atrás, vendo aquela bunda enorme dela. – E o J, como é que tá? – perguntei, J era o marido dela, obviamente fingi que não sabia o que tinha rolado. – Ah, não sabia? Me separei há uns dias. – Nossa, o que Pô? Aí minha prima começou a me contar tudo de novo o que eu já tinha falado no começo, enquanto eu fazia isso, eu fingia interesse naquilo e fazia umas perguntas de vez em quando pra aprofundar um pouco. — Que merda, Paola, qualquer um, J, o que ele fez. — É, mas já foi, desde que não venha mais encher o saco aqui, que faça o que quiser. — Sim, óbvio, mas ainda assim não dá, ainda mais tendo filhos e te tendo. — Pois é, mas contra uma mina mais nova. Apesar de falar isso, minha prima ainda não tinha chegado aos 30, devia ter uns 27, digo devia porque não sei a idade exata. — E daí? Se você também é jovem. — É, mas a mina deve ter uns 20 anos, sei lá. — Tá, já passou pelo menos, agora é seguir em frente — falei enquanto me tocava a pica vendo a bunda dela do outro lado da cozinha, tomando cuidado pra ela não virar. Já tava mais ousado, antes nem fodendo faria isso, mas depois de fazer de tudo com a negra Fabiana e a Nely, perdi a vergonha. — Sim, óbvio, embora vá complicar com a grana, mas J tem que me passar parte do salário dele por causa dos filhos mesmo, ainda tenho que fazer todo o trâmite. — Sim, claro, mas isso se resolve rápido se você se mexer. Paola precisaria de grana naquele momento? Recem-separada e sem trampo, só fazia uns trocados com as vendas dos livros. Meu coração começou a bater muito rápido, senti um nervoso misturado com excitação, não sei se vocês já sentiram algo assim, acho que é a adrenalina, mas é uma sensação fantástica, a primeira vez que senti foi anos atrás com uma mulher mais velha numa academia, mas isso é outra história. — Posso te emprestar grana — falei na lata. Ela se virou meio rápido e parou de lavar. — Não, não, como vou pedir pra você, L, se sua mãe descobre, ela me mata. — Ah, por que ela ia descobrir? Além disso, a grana é minha e eu faço o que quiser com ela. — Não, mas ainda assim não dá, e se depois não conseguir te pagar, como fica? — Mas se você precisa, posso te dar, não tenho problema. Enfiei a mão no bolso de uma mochila que tinha as coisas do futebol, tirando dez mil. notas de 500, pra dar mais sensação de quantidade. Sim, trouxe elas preparadas por via das dúvidas, já que nessa época se você tem grana, pode fazer o que quiser. Paola arregalou os olhos ao ver a pilha de dinheiro, não sei se alguma vez na vida ela teve tanta grana junta, afinal naquele bairro de merda não eram conhecidos por ter inteligência financeira ou poupar. — Aqui tenho dez mil se você precisar — falei, ainda sentado. — Ai, L, isso é muito, você tá louco, não posso aceitar. — Qual é, Paola, pega se você quer, ia te ajudar a pagar as contas. — Sim, claro, mas não tenho como te pagar isso, L, com que vou te devolver. “Com essa bunda que você tem, me devolve, filha da puta”, pensei, obviamente não falei. Na hora levantei e fui até ela. Cheguei bem perto e ofereci. — Pega. — L, não posso te devolver isso, não tenho emprego. Deixei o dinheiro em cima da mesa e me aproximei mais, quase colado nela. Paola me olhou e arregalou os olhos com a situação. Olhei nos olhos dela e com uma mão passei pela bochecha dela, quase acariciando. — Pode me devolver de outro jeito se te servir — falei suave enquanto minha mão descia até um dos peitos dela. — Não, L, para… não dá, não podemos — ela disse olhando pro chão enquanto segurava minha mão. — Qual é, Paola, olha que me serve pra caralho. — Mas não dá… sua mãe me mata se descobrir, ou se alguém nos ver, eu morro. Pelo que ela falava, não tava negando por questão de moral. — Se é por isso, da minha parte ninguém fica sabendo, além do mais, a gente tá na sua casa, quem vai nos ver? — Não, mas não pensei que você fosse falar disso de verdade. — Ah, quando te ofereci a grana você pensou nisso? — E passou pela minha cabeça, mas mesmo assim nunca pensei que você fosse falar disso, pelo seu jeito. — Qual é, Paola, se quer que eu fale, tô afim de você, quero fazer de tudo. — Mas somos primos, L. — Olha, pensa assim: não vamos ter filhos nem nada, você tem sua vida e eu a minha, além do mais, você precisa da grana, vai, pega meu dinheiro e deixa eu te comer, não sai caro. Daqui— falei tudo de uma vez, tentando convencer ela. Ela ficou quieta por uns segundos, como se estivesse pensando. —Não sai daqui? —Óbvio que não, Paola, vem cá. Depois de falar isso, me encostei nela e comecei a beijar o pescoço dela, minhas mãos foram direto pra trás, amassando aquelas bundonas pretas. —Ah, ai L— disse minha prima, começando a gemer baixinho. —O J é um idiota por estragar uma mulherão desses, Paola— falei enquanto descia pros peitos dela. Tirei eles da regata, deixando aquelas duas tetonas pretas à mostra. —Que peitos, Paola, chuparia eles o dia inteiro. Aí comecei a amassar os peitos dela e chupar. Diferente das outras duas putinhas de merda, com a Paola não dava pra ser tão agressivo, pelo menos no começo, tinha que trabalhar bem ela, dava beijos, acariciava, elogiava enquanto ela ficava vermelha e suspirava mais. Num certo ponto, tirei a pica e levei a mão dela até ela pra me punhetar enquanto eu continuava chupando os peitos dela. —Olha como tô de pica por você, gostosa, você é bem safada, Paola, nem imagina a vontade que tenho de você. —Ai, L, que pica— ela falou com a voz trêmula enquanto me punhetava. Isso me deixou com muito mais tesão, era hora da atração principal. Parei de chupar os peitos dela e beijei a boca toda da minha prima. —Gostosa, vem cá, quero que você faça uma coisa. —Que coisa? —Vem, fica aqui de costas e fica assim— falei, sentando na cadeira de antes e colocando ela na minha frente, minha cara ficando de frente pra aquela bundona enorme. Peguei o short dela e fui descendo devagar, deixando aquela raba monumental à mostra, duas nádegas enormes, pretas, quase sem celulite, uma bunda bem durinha. —Paola, sua bunda me enlouquece. —Pode se servir— minha prima falou, isso me deixou com muito mais tesão. Abri as nádegas dela e enterrei bem a cara naquela bunda imensa, aspirei aquele cheiro de cu, chupei tudo, depois lambi as nádegas dela como um louco, chupei, deixei vários chupões. —Ai, L, tô com tesão— Eu tava com a pica a ponto de estourar. de explodir, já queria comer ela, mas não conseguia parar de admirar aquele espetáculo. Bati uma punheta e sujei a bunda toda dela com vários jatos de porra. -Aaai gozei Paola, que rabão tu tem. -Quer continuar?- perguntou minha prima com um sorriso, agora que tava mais à vontade. -Claro, gostosa, acha que vou perder uma mulherão desses? -Paa, cê tá aí?- uma voz bateu na porta, era a amiga da minha prima que trouxe o livro. -Ah, merda- falei enquanto subia a calça e me ajeitava. Minha prima fez o mesmo. Pra resumir, a amiga ficou lá o resto da tarde, então não dava pra fazer nada, mas mesmo assim saí satisfeito, sabia que ia rolar de novo. Mal cheguei em casa, recebo uma foto. “Desculpa pelo de hoje, estragaram nosso momento, se quiser a gente pode fazer de novo, adorei L🤭”
Minha prima me mandou, junto com uma foto da bunda dela empinada. "Claro, gostosa, a gente tem que ver quando se encontrar, vou te comer todinha.
Minha prima me mandou, junto com uma foto da bunda dela empinada. "Claro, gostosa, a gente tem que ver quando se encontrar, vou te comer todinha.
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