Meu nome é Cecilia, na verdade, meu segundo nome. Sou da Argentina, da Capital Federal. Minha idade, melhor não contar. Para vocês terem uma ideia, tenho 1,64m, loira, cabelo longo quase até a cintura, olhos castanhos, magra, bumbum bonito, e peitos pequenos, mas tem de onde pegar.
O que vou contar aconteceu em abril de 2020, na verdade começou e durou algumas semanas. O contexto é no meio da pandemia, meus pais são divorciados, por vários motivos decidiram que ficaríamos na casa do meu pai, mas o principal motivo é que, como tínhamos aulas virtuais, lá tinha boa conexão de internet, totalmente o contrário da casa da minha mãe, onde era muito lenta e caía direto, meu irmão e eu sempre reclamávamos quando íamos pra casa dela. Por sorte decidiram isso, porque teria sido mais longo o confinamento sem uma boa conexão e, o mais importante, teria complicado o que vou contar.
Minhas aulas virtuais eram sempre de manhã, então depois do meio-dia eu ficava livre pra fazer o que quisesse. O que eu costumava fazer era almoçar, ver alguma série, e depois entrava nas redes, falava com amigas, jogava alguns jogos online, e assim eram meus dias, até que meu pai chegava por volta das 19h do trabalho. Ele é médico, mas não exerce a profissão, está na parte gerencial de uma clínica privada.
Tudo começou com uma mensagem em uma das minhas redes sociais, na verdade foi tipo a sexta ou sétima mensagem que ele mandou, costumavam chegar muitas mensagens, principalmente de homens mais velhos. Eu não costumava ler, porque tinha mensagens demais, e levava uma vida bem ativa antes da pandemia, com esportes, estudos de idioma, e outras atividades que meus pais me faziam fazer.
Não tenho certeza, mas acho que foi no terceiro ou quarto dia, que encontrei a mensagem entre tantas do meu novo amigo, por assim dizer. Não faço ideia por que respondi a ele e não a tantos outros, acho que ele chegou de um jeito diferente, a maioria eram fotos dos seus paus, algumas reais, e outras tiradas da internet, porque eram do tipo de atores pornô, outros fingiam ser doces ou simpáticos e quando eu não respondia me desejavam a morte, ou diziam que iam me estuprar e outras coisas. Mas esse homem em particular, tinha me mandado várias mensagens, a primeira era de 2018, e foi mandando de vez em quando outras, a última tinha sido no final de março de 2020.
As mensagens dele sempre eram amáveis, elogiando minhas fotos, me contava algumas coisas, que tinha estado na Argentina, sobre ele, que era espanhol, morava em Múrcia, tinha 51 anos em 2020, solteiro, que tinha um restaurante que ia muito bem e outras coisas mais pessoais.
Me decidi a responder, com um simples: "Oi, muito obrigada pelas suas mensagens. Beijos".
Continuei revisando as mensagens que tinha mais por tédio mesmo, nem me ocorreria em outro momento, mas naquele contexto especial, me servia para passar o tempo, e ainda conheci pintos de todos os tamanhos, formas e de diferentes nacionalidades, hahaha. Era legal pra passar o tempo, e algumas mensagens eram muito engraçadas.
Não devem ter passado nem 10 minutos desde que respondi que ele me respondeu.
Pensei, não vou responder, e fui fazer umas compras na quitanda da esquina de casa.
Lembro que naquela época era pura psicose, tomei banho bem, me desinfetei completamente e voltei pro meu quarto. Vi que a mensagem dele estava fechada, e por curiosidade, pensei: foda-se, respondo e se der merda bloqueio.
A mensagem era sobre como ele não podia acreditar que eu tinha respondido, me dizia coisas bonitas e tal.
Começamos a conversar, na verdade foi divertido o papo, falamos de tudo, ele me contou muitas coisas dele, eu no começo não queria me abrir totalmente, contava bem superficialmente, mas depois de alguns dias criamos intimidade e fui contando grande parte da minha vida.
Já estávamos conversando há mais de uma semana, tinha bastante confiança, até contávamos coisas íntimas, desde quando e como tinha perdido a virgindade, quantas vezes tinha transado... sexo.
Me sentia confortável, gostava de conversar sem pensar no que os outros iam dizer, havia confiança, e era bom ver a perspectiva de alguém que tinha várias décadas de diferença de idade. Podia falar de tudo.
Um dos dias, a conversa ficou mais pesada, e ele confessou que gostava de mulheres da minha idade e que já tinha pago por sexo várias vezes, que na Europa isso era bem comum, e que ele costumava viajar para destinos diferentes pra transar, também para países asiáticos de vez em quando.
Surgiu o assunto, na verdade ele que trouxe, desses sites, onde as mulheres postam fotos com pouca ou nenhuma roupa, famosas ou não, e que ganhavam uma grana muito boa. Ele me perguntou o que eu achava disso, e eu disse que me parecia de boa, que cada uma faz o que quer com o próprio corpo.
Vou copiar essa parte do chat, que acho relevante pro que aconteceu e não tem tanto encheção de linguiça:
Ele: de fazer isso seria por dinheiro ou pra experimentar coisas novas?
Eu: Seria pra ver como é a sensação, acho.
Já sabia que a qualquer momento vinha uma proposta dele. Não sabia de que tipo, mas ele ia propor alguma coisa. O que posso dizer é que ele trabalhou bastante pra chegar nesse ponto, então era meritório, poucos aguentariam tanta conversa pra conseguir algo.
Ele: Entendo. Ou seja, você não descarta?
No fundo, me deu um tesão me sentir nessa posição. Pensei um momento, e deixei a porta aberta pra qualquer coisa.
Eu: Não, não descarto, sou sincera, nunca tinha pensado nisso até você me perguntar.
E era verdade, eu conhecia o assunto, mas não tinha necessidade, nem material, nem física. Mas alguma coisa nessa conversa me despertou. E meu corpo começou a reagir. Senti minha buceta começar a ficar molhada só de imaginar as coisas.
Ele: Adoro que você seja tão mente aberta, é importante ser assim na vida, você vai longe.
Por dentro, eu pensava, não acho que sou assim, mas, conhecê-lo, me fez ser como ele diz, mais aberta, pelo menos com ele, não me via sendo assim com outra pessoa.
Eu: Obrigada.
Ele: É a verdade, você vai ver. E quanto você pediria pra fazer fotos ou algum vídeo.
Eu: Nem ideia, não sei quanto se cobra, como funciona, nem nada, sólo lo dije para ver qual é.
Espanhol: Eu pagaria muito para te ver mais a fundo.
Eu: Olha que sou cara, hahahaha.
Espanhol: Não espero menos de uma beleza como você. Só depende de você dizer sim.
Demorei para responder. Queria que acontecesse algo, mas também não queria ser tão fácil em dizer sim.
Eu: Não me animaria a cobrar.
Espanhol: Seria a única forma, não me aproveitaria da sua bondade. Adoraria que você dissesse sim, mas só se eu puder te pagar.
Eu: Poderia te dar uma amostra grátis, hahaha.
Espanhol: Já te falei, nada de grátis, o que você fizer eu vou te pagar e muito bem, só diz que sim, que você quer fazer.
Eu: O que eu teria que fazer, como faríamos.
Espanhol: Depende do que você quiser fazer, mas poderíamos nos ver por uma videochamada, o que acha?
Eu: Pode ser.
Espanhol: Nos conectamos e vemos o que rola, sem compromisso, o que acha?
Demorei para responder, queria fazer, mas me sentia envergonhada. Passaram alguns minutos, e eu continuava sem responder.
Espanhol: Aí, linda? Não se assusta, se não quiser, não fazemos nada. E continuamos sendo amigos, mas não some.
Eu: Tô aqui.
Espanhol: Que susto, pensei que te assustei e você foi embora.
Eu: Só me faz passar vergonha.
Espanhol: Desculpa, linda, é que você me faria muito feliz se dissesse sim. Me ajudaria muito nesse momento que estou sozinho.
Jogou a carta da solidão, e me serviu para dizer sim.
Eu: Bom, para te ajudar a passar essa pandemia.
Espanhol: Você disse sim?
Eu: Sim.
Espanhol: Obrigado, linda, você não tem ideia do que isso significa para mim. Obrigado.
Eu: Por nada.
Ele me explicou qual programa baixar para fazer a videochamada, teve que me ajudar bastante para instalar, porque não sou muito boa com tecnologia. Depois de quase uma hora já estava pronto.
Espanhol: Pronta, linda?
Eu: Me espera que já volto, tá?
Espanhol: O que você precisar, te espero o tempo que quiser.
Eu: Obrigada, já volto.
Apressada, troquei a roupa de ficar em casa, peguei uma calcinha e sutiã brancos, coloquei uma legging rosa e uma regata branca. Pentei.
Eu: Tá aí? Tô pronta.
Na verdade não me sentia pronta, estava muito nervosa e excitada.
Ele: Óbvio, gostosa, te ligo?
Eu: Pode ligar.
Começou a tocar o sinal da videochamada, percebi que não tinha trancado a porta, meu irmão com certeza tava dormindo, mas por via das dúvidas. Tranquei e sentei. Demorei uns instantes, respirei fundo e atendi a chamada.
O que vi me surpreendeu muito, não esperava por aquilo.
Ele estava sentado, de frente pra câmera, completamente pelado, e dava pra ver dos joelhos até o pescoço. Já ele podia me ver da cabeça até abaixo dos meus peitos, e além do mais eu estava vestida.
Ele era bem acima do peso, muito peludo, de cabelo preto, pele branca, e quando ele se mexia um pouco dava pra ver o queixo, pelo que vi ele tinha uma barba bem cheia. Tinha umas bolas bem grandes, e um pau meio mole, que parecia bem grosso.
Ele: Não acredito que você é tão gostosa, mais linda que nas fotos.
Eu: Mmmmm, obrigada.
Ele: Tá bem gata? Não é o que você esperava, né? Podemos ser a Bela e a Fera. Hahaha.
Eu: Não, não, é que tô com muita vergonha de tudo isso.
Ele: Não deveria, sendo tão gostosa assim. Que quarto legal você tem, adoraria estar aí com você.
Eu: Obrigada.
Ele: Me mostra um pouco?
Eu: Tá bom.
Me levantei e movi o notebook mostrando o quarto.
Ele começou a rir.
Ele: Não, não, tava falando do seu corpo, gata.
Ele continuou rindo.
Eu: Ah, que boba, desculpa, tô nervosa.
Ele: Relaxa, por favor, quero que a gente curta os dois.
Eu: Tá bom. O que eu faço?
Ele: O que quiser, pra mim tá ótimo.
Eu: Então tá.
Não pensei muito e tirei a regata. Fiquei só com o sutiã branco em cima.
Ele começou a tocar no pau, que foi ficando duro aos poucos, ele se masturbava, senti que tinha que fazer algo mais, desabotoei o sutiã e fiquei nua da cintura pra cima, coloquei minhas mãos entre as pernas e fiquei olhando como ele se masturbava, enquanto gemía, ninguém falava nada, fiquei sentada quieta, enquanto ele se masturbava, não parava de olhar para o pau maduro dele, o primeiro que via, me pareceu lindo, era bem grosso, venoso, devia ter uns 10 ou 12 cm de comprimento, a cabeça, bem imponente, maior que o tronco, estava bem roxa, dava para ver completamente cada vez que ele puxava a pele para trás. Suas bolas gigantes ficaram sobre o assento da cadeira, era hipnótico ver o pau dele. Ouvi seus gemidos de fundo, e me excitava ver o que produzia nele. Não sabia se tinha que fazer algo, então não fiz nada, fiquei vários minutos imóvel, me sentindo desejada, com vontade de experimentar o pau dele, minha buceta estava encharcada, me imaginava bem aberta com o pau dele, todo dentro do meu corpo, e continuava me molhando entre as pernas, como nunca na vida. Não sei quanto tempo passou, mas ele disse:
"Aproxima da câmera para que vejam bem seus peitos, e abre a boca e põe a língua para fora."
Tive que processar tudo o que ele disse, e fiz, me acomodei para que pudesse contemplar meus seios, e minha boca aberta com a língua para fora, sem parar de olhar para ele,
Ele começou a se masturbar cada vez mais forte, completamente suado, gemendo cada vez mais alto, não parava de olhar para ele, com minhas pernas apertava a buceta, tinha uma poça lá embaixo, queria meter minha mão sob o meu fio dental e me tocar toda, mas não tive coragem. Enquanto o via, ele soltou um grito como de dor, me distraiu um pouco, e vi sair do pau dele vários jatos de porra bem grossa, a ideia de só pensar, que ele gozou dentro do meu corpo, me fez gozar, tentei me conter, mordi os lábios, não queria que percebessem o quanto gostei, e meu amigo espanhol ficou destruído na cadeira com as pernas abertas, demorou bastante para falar. Parece que teve uma masturbação muito intensa.
Espanhol:
Linda, não tenho como agradecer por este momento. Você não tem ideia do que significa para mim. Obrigado. Obrigado.
Eu: Não foi nada.
Espanhol:
Para mim o que você fez, é tudo, é um mundo. Obrigado.
Eu: Sério, não foi nada, eu gostei muito.
Espanhol: Sério? Eu: Sim, sério, foi toda uma experiência nova, faria de novo.
Ele: Não sabe o que isso significa pra mim, tinha medo que quando me conhecesse, você cortasse.
Eu: Para nada, foi incrível.
Enquanto limpava o pau com um pano, ele começou a falar sobre criptomoedas, não sabia onde queria chegar, mas depois entendi que queria me pagar por esse meio.
Eu: Não precisa, obrigada.
Ele: Insisto, não tenho família pra sustentar, deixa eu ter o prazer de te dar algo pelo que você faz por mim.
Eu: Tá bom, se assim você fica tranquilo.
Ele: Agora te mando por mensagem, como fazer.
Eu: Pode mandar, sem problema, vou indo que daqui a pouco vem meu pai.
Ele: Sim amor, te espero quando puder. Me avisa.
Eu: Beijo.
Ele: Muitos pra você, love.
Pensei em me secar e me trocar, mas estava tão molhada que tive que tomar um banho. Minha calcinha completamente encharcada e tinha molhado a legging na virilha e partes da perna.
Tomei um banho rápido, e deitei um pouquinho na cama, muito feliz, dormi uns 15 ou 20 minutos e fiquei na sala esperando meu pai.
O que vou contar aconteceu em abril de 2020, na verdade começou e durou algumas semanas. O contexto é no meio da pandemia, meus pais são divorciados, por vários motivos decidiram que ficaríamos na casa do meu pai, mas o principal motivo é que, como tínhamos aulas virtuais, lá tinha boa conexão de internet, totalmente o contrário da casa da minha mãe, onde era muito lenta e caía direto, meu irmão e eu sempre reclamávamos quando íamos pra casa dela. Por sorte decidiram isso, porque teria sido mais longo o confinamento sem uma boa conexão e, o mais importante, teria complicado o que vou contar.
Minhas aulas virtuais eram sempre de manhã, então depois do meio-dia eu ficava livre pra fazer o que quisesse. O que eu costumava fazer era almoçar, ver alguma série, e depois entrava nas redes, falava com amigas, jogava alguns jogos online, e assim eram meus dias, até que meu pai chegava por volta das 19h do trabalho. Ele é médico, mas não exerce a profissão, está na parte gerencial de uma clínica privada.
Tudo começou com uma mensagem em uma das minhas redes sociais, na verdade foi tipo a sexta ou sétima mensagem que ele mandou, costumavam chegar muitas mensagens, principalmente de homens mais velhos. Eu não costumava ler, porque tinha mensagens demais, e levava uma vida bem ativa antes da pandemia, com esportes, estudos de idioma, e outras atividades que meus pais me faziam fazer.
Não tenho certeza, mas acho que foi no terceiro ou quarto dia, que encontrei a mensagem entre tantas do meu novo amigo, por assim dizer. Não faço ideia por que respondi a ele e não a tantos outros, acho que ele chegou de um jeito diferente, a maioria eram fotos dos seus paus, algumas reais, e outras tiradas da internet, porque eram do tipo de atores pornô, outros fingiam ser doces ou simpáticos e quando eu não respondia me desejavam a morte, ou diziam que iam me estuprar e outras coisas. Mas esse homem em particular, tinha me mandado várias mensagens, a primeira era de 2018, e foi mandando de vez em quando outras, a última tinha sido no final de março de 2020.
As mensagens dele sempre eram amáveis, elogiando minhas fotos, me contava algumas coisas, que tinha estado na Argentina, sobre ele, que era espanhol, morava em Múrcia, tinha 51 anos em 2020, solteiro, que tinha um restaurante que ia muito bem e outras coisas mais pessoais.
Me decidi a responder, com um simples: "Oi, muito obrigada pelas suas mensagens. Beijos".
Continuei revisando as mensagens que tinha mais por tédio mesmo, nem me ocorreria em outro momento, mas naquele contexto especial, me servia para passar o tempo, e ainda conheci pintos de todos os tamanhos, formas e de diferentes nacionalidades, hahaha. Era legal pra passar o tempo, e algumas mensagens eram muito engraçadas.
Não devem ter passado nem 10 minutos desde que respondi que ele me respondeu.
Pensei, não vou responder, e fui fazer umas compras na quitanda da esquina de casa.
Lembro que naquela época era pura psicose, tomei banho bem, me desinfetei completamente e voltei pro meu quarto. Vi que a mensagem dele estava fechada, e por curiosidade, pensei: foda-se, respondo e se der merda bloqueio.
A mensagem era sobre como ele não podia acreditar que eu tinha respondido, me dizia coisas bonitas e tal.
Começamos a conversar, na verdade foi divertido o papo, falamos de tudo, ele me contou muitas coisas dele, eu no começo não queria me abrir totalmente, contava bem superficialmente, mas depois de alguns dias criamos intimidade e fui contando grande parte da minha vida.
Já estávamos conversando há mais de uma semana, tinha bastante confiança, até contávamos coisas íntimas, desde quando e como tinha perdido a virgindade, quantas vezes tinha transado... sexo.
Me sentia confortável, gostava de conversar sem pensar no que os outros iam dizer, havia confiança, e era bom ver a perspectiva de alguém que tinha várias décadas de diferença de idade. Podia falar de tudo.
Um dos dias, a conversa ficou mais pesada, e ele confessou que gostava de mulheres da minha idade e que já tinha pago por sexo várias vezes, que na Europa isso era bem comum, e que ele costumava viajar para destinos diferentes pra transar, também para países asiáticos de vez em quando.
Surgiu o assunto, na verdade ele que trouxe, desses sites, onde as mulheres postam fotos com pouca ou nenhuma roupa, famosas ou não, e que ganhavam uma grana muito boa. Ele me perguntou o que eu achava disso, e eu disse que me parecia de boa, que cada uma faz o que quer com o próprio corpo.
Vou copiar essa parte do chat, que acho relevante pro que aconteceu e não tem tanto encheção de linguiça:
Ele: de fazer isso seria por dinheiro ou pra experimentar coisas novas?
Eu: Seria pra ver como é a sensação, acho.
Já sabia que a qualquer momento vinha uma proposta dele. Não sabia de que tipo, mas ele ia propor alguma coisa. O que posso dizer é que ele trabalhou bastante pra chegar nesse ponto, então era meritório, poucos aguentariam tanta conversa pra conseguir algo.
Ele: Entendo. Ou seja, você não descarta?
No fundo, me deu um tesão me sentir nessa posição. Pensei um momento, e deixei a porta aberta pra qualquer coisa.
Eu: Não, não descarto, sou sincera, nunca tinha pensado nisso até você me perguntar.
E era verdade, eu conhecia o assunto, mas não tinha necessidade, nem material, nem física. Mas alguma coisa nessa conversa me despertou. E meu corpo começou a reagir. Senti minha buceta começar a ficar molhada só de imaginar as coisas.
Ele: Adoro que você seja tão mente aberta, é importante ser assim na vida, você vai longe.
Por dentro, eu pensava, não acho que sou assim, mas, conhecê-lo, me fez ser como ele diz, mais aberta, pelo menos com ele, não me via sendo assim com outra pessoa.
Eu: Obrigada.
Ele: É a verdade, você vai ver. E quanto você pediria pra fazer fotos ou algum vídeo.
Eu: Nem ideia, não sei quanto se cobra, como funciona, nem nada, sólo lo dije para ver qual é.
Espanhol: Eu pagaria muito para te ver mais a fundo.
Eu: Olha que sou cara, hahahaha.
Espanhol: Não espero menos de uma beleza como você. Só depende de você dizer sim.
Demorei para responder. Queria que acontecesse algo, mas também não queria ser tão fácil em dizer sim.
Eu: Não me animaria a cobrar.
Espanhol: Seria a única forma, não me aproveitaria da sua bondade. Adoraria que você dissesse sim, mas só se eu puder te pagar.
Eu: Poderia te dar uma amostra grátis, hahaha.
Espanhol: Já te falei, nada de grátis, o que você fizer eu vou te pagar e muito bem, só diz que sim, que você quer fazer.
Eu: O que eu teria que fazer, como faríamos.
Espanhol: Depende do que você quiser fazer, mas poderíamos nos ver por uma videochamada, o que acha?
Eu: Pode ser.
Espanhol: Nos conectamos e vemos o que rola, sem compromisso, o que acha?
Demorei para responder, queria fazer, mas me sentia envergonhada. Passaram alguns minutos, e eu continuava sem responder.
Espanhol: Aí, linda? Não se assusta, se não quiser, não fazemos nada. E continuamos sendo amigos, mas não some.
Eu: Tô aqui.
Espanhol: Que susto, pensei que te assustei e você foi embora.
Eu: Só me faz passar vergonha.
Espanhol: Desculpa, linda, é que você me faria muito feliz se dissesse sim. Me ajudaria muito nesse momento que estou sozinho.
Jogou a carta da solidão, e me serviu para dizer sim.
Eu: Bom, para te ajudar a passar essa pandemia.
Espanhol: Você disse sim?
Eu: Sim.
Espanhol: Obrigado, linda, você não tem ideia do que isso significa para mim. Obrigado.
Eu: Por nada.
Ele me explicou qual programa baixar para fazer a videochamada, teve que me ajudar bastante para instalar, porque não sou muito boa com tecnologia. Depois de quase uma hora já estava pronto.
Espanhol: Pronta, linda?
Eu: Me espera que já volto, tá?
Espanhol: O que você precisar, te espero o tempo que quiser.
Eu: Obrigada, já volto.
Apressada, troquei a roupa de ficar em casa, peguei uma calcinha e sutiã brancos, coloquei uma legging rosa e uma regata branca. Pentei.
Eu: Tá aí? Tô pronta.
Na verdade não me sentia pronta, estava muito nervosa e excitada.
Ele: Óbvio, gostosa, te ligo?
Eu: Pode ligar.
Começou a tocar o sinal da videochamada, percebi que não tinha trancado a porta, meu irmão com certeza tava dormindo, mas por via das dúvidas. Tranquei e sentei. Demorei uns instantes, respirei fundo e atendi a chamada.
O que vi me surpreendeu muito, não esperava por aquilo.
Ele estava sentado, de frente pra câmera, completamente pelado, e dava pra ver dos joelhos até o pescoço. Já ele podia me ver da cabeça até abaixo dos meus peitos, e além do mais eu estava vestida.
Ele era bem acima do peso, muito peludo, de cabelo preto, pele branca, e quando ele se mexia um pouco dava pra ver o queixo, pelo que vi ele tinha uma barba bem cheia. Tinha umas bolas bem grandes, e um pau meio mole, que parecia bem grosso.
Ele: Não acredito que você é tão gostosa, mais linda que nas fotos.
Eu: Mmmmm, obrigada.
Ele: Tá bem gata? Não é o que você esperava, né? Podemos ser a Bela e a Fera. Hahaha.
Eu: Não, não, é que tô com muita vergonha de tudo isso.
Ele: Não deveria, sendo tão gostosa assim. Que quarto legal você tem, adoraria estar aí com você.
Eu: Obrigada.
Ele: Me mostra um pouco?
Eu: Tá bom.
Me levantei e movi o notebook mostrando o quarto.
Ele começou a rir.
Ele: Não, não, tava falando do seu corpo, gata.
Ele continuou rindo.
Eu: Ah, que boba, desculpa, tô nervosa.
Ele: Relaxa, por favor, quero que a gente curta os dois.
Eu: Tá bom. O que eu faço?
Ele: O que quiser, pra mim tá ótimo.
Eu: Então tá.
Não pensei muito e tirei a regata. Fiquei só com o sutiã branco em cima.
Ele começou a tocar no pau, que foi ficando duro aos poucos, ele se masturbava, senti que tinha que fazer algo mais, desabotoei o sutiã e fiquei nua da cintura pra cima, coloquei minhas mãos entre as pernas e fiquei olhando como ele se masturbava, enquanto gemía, ninguém falava nada, fiquei sentada quieta, enquanto ele se masturbava, não parava de olhar para o pau maduro dele, o primeiro que via, me pareceu lindo, era bem grosso, venoso, devia ter uns 10 ou 12 cm de comprimento, a cabeça, bem imponente, maior que o tronco, estava bem roxa, dava para ver completamente cada vez que ele puxava a pele para trás. Suas bolas gigantes ficaram sobre o assento da cadeira, era hipnótico ver o pau dele. Ouvi seus gemidos de fundo, e me excitava ver o que produzia nele. Não sabia se tinha que fazer algo, então não fiz nada, fiquei vários minutos imóvel, me sentindo desejada, com vontade de experimentar o pau dele, minha buceta estava encharcada, me imaginava bem aberta com o pau dele, todo dentro do meu corpo, e continuava me molhando entre as pernas, como nunca na vida. Não sei quanto tempo passou, mas ele disse:
"Aproxima da câmera para que vejam bem seus peitos, e abre a boca e põe a língua para fora."
Tive que processar tudo o que ele disse, e fiz, me acomodei para que pudesse contemplar meus seios, e minha boca aberta com a língua para fora, sem parar de olhar para ele,
Ele começou a se masturbar cada vez mais forte, completamente suado, gemendo cada vez mais alto, não parava de olhar para ele, com minhas pernas apertava a buceta, tinha uma poça lá embaixo, queria meter minha mão sob o meu fio dental e me tocar toda, mas não tive coragem. Enquanto o via, ele soltou um grito como de dor, me distraiu um pouco, e vi sair do pau dele vários jatos de porra bem grossa, a ideia de só pensar, que ele gozou dentro do meu corpo, me fez gozar, tentei me conter, mordi os lábios, não queria que percebessem o quanto gostei, e meu amigo espanhol ficou destruído na cadeira com as pernas abertas, demorou bastante para falar. Parece que teve uma masturbação muito intensa.
Espanhol:
Linda, não tenho como agradecer por este momento. Você não tem ideia do que significa para mim. Obrigado. Obrigado.
Eu: Não foi nada.
Espanhol:
Para mim o que você fez, é tudo, é um mundo. Obrigado.
Eu: Sério, não foi nada, eu gostei muito.
Espanhol: Sério? Eu: Sim, sério, foi toda uma experiência nova, faria de novo.
Ele: Não sabe o que isso significa pra mim, tinha medo que quando me conhecesse, você cortasse.
Eu: Para nada, foi incrível.
Enquanto limpava o pau com um pano, ele começou a falar sobre criptomoedas, não sabia onde queria chegar, mas depois entendi que queria me pagar por esse meio.
Eu: Não precisa, obrigada.
Ele: Insisto, não tenho família pra sustentar, deixa eu ter o prazer de te dar algo pelo que você faz por mim.
Eu: Tá bom, se assim você fica tranquilo.
Ele: Agora te mando por mensagem, como fazer.
Eu: Pode mandar, sem problema, vou indo que daqui a pouco vem meu pai.
Ele: Sim amor, te espero quando puder. Me avisa.
Eu: Beijo.
Ele: Muitos pra você, love.
Pensei em me secar e me trocar, mas estava tão molhada que tive que tomar um banho. Minha calcinha completamente encharcada e tinha molhado a legging na virilha e partes da perna.
Tomei um banho rápido, e deitei um pouquinho na cama, muito feliz, dormi uns 15 ou 20 minutos e fiquei na sala esperando meu pai.
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