Tocando a mi hermana y le gusta y me la culeo

Tocando a mi hermana y le gusta y me la culeoE aí, galera! Vou contar como foi que minha irmã mais velha deixou eu comer ela quando ela tinha 17 anos e eu 13. Vou ser o mais breve possível nessa história.

Minha irmã e eu, desde crianças, tomávamos banho juntos por vários anos, até ela parar quando tinha uns 12 ou 13 anos. Ela já estava na fase de desenvolvimento, e a partir daí parei de ver ela pelada. Mas cada vez mais eu ficava curtindo como o corpo dela se desenvolvia: a bunda dela foi crescendo, ficando mais redondinha e empinada, e os peitos cresceram mais que o normal, ficando bem redondinhos.

Assim passaram alguns anos. Quando ela tinha 17, já estava no ensino médio, e o corpo dela era um espetáculo. Eu estava no primeiro ano do fundamental quando ela já ia sair do colégio, mas a gente ainda dormia na mesma cama. Eu adorava olhar aquele rabo gostoso e aquela bunda delícia que ela tinha. Em casa, ela usava uma legging justa e dava pra ver aquela bunda gostosa balançando quando ela andava.

Lembro que ela usava uns calcinhas de renda tipo boxer, porque um dia eu fiquei com vontade de cheirar a calcinha que ela já tinha usado. Percebi que ela tinha calcinhas novas e também descobri que ela usava fio dental, quando achei uma que ela tinha usado, bem enrolada numa legging. Isso me deixou ainda mais excitado, e eu ficava imaginando ela com aquele fio dental.

Eu continuava olhando aquela bunda delícia quando ela andava pela casa, sem ela perceber que eu tava de olho naquele rabo gostoso. Quando ela usava uns shorts largos nas pernas e sentava, às vezes subia os pés nos móveis e, sem querer, dava pra ver a calcinha que ela tava usando e a bucetinha dela, que era de um tamanho bem legal, como se estivesse inchadinha.

Cada vez mais eu gostava de olhar, e comecei a ficar com uma vontade enorme de tocar a bucetinha da minha irmã. Até que um dia, já de noite, eu tinha tomado banho e já estava deitado na cama... vendo minha irmã entrar com um camisão longo branco com estampas de coração que chegava até os joelhos, indo até a cama onde nós dois dormíamos. Ela sentou na beirada e deitou. Eu não parava de imaginar aquela bunda gostosa e sua bucetinha até cair no sono. Depois de algumas horas acordei, mas com uma vontade enorme de acariciar aquela bunda deliciosa que estava me deixando muito excitado. Para minha sorte, a luz da lua entrava pela janela do quarto, permitindo que eu visse com mais clareza como minha irmã estava deitada de lado, com a bunda gostosa apontando na minha direção, mas com o camisão cobrindo até acima dos joelhos. Eu observava todo aquele corpo delicioso dos pés à cabeça, até que minha mente fez com que eu lentamente tocasse a bunda da minha irmã. Pouco a pouco, acariciava sua bundinha com as pontas dos dedos. Eu já estava excitado, com meu pau duro, e enquanto continuava acariciando aquela bunda redonda e gostosa, comecei a levantar seu camisão devagar para que ela não sentisse. Enquanto puxava o camisão para cima, via como a bunda gostosa da minha irmã ia ficando cada vez mais exposta. Fiquei surpreso ao ver que ela havia colocado uma calcinha fio dental daquelas que ela tinha comprado, de cor bege. Eu via a calcinha bonita saindo do meio daquela bundinha. Já estava ainda mais excitado. Levantei seu camisão até a cintura e lentamente comecei a tocar e acariciar a bunda da minha irmã bem devagar. Via como sua bucetinha inchava abaixo da bunda e também comecei a acariciar com meus dois dedos maiores, indo de um lado para o outro, tentando acariciar ainda mais. Não sei se os movimentos dos dedos fizeram minha irmã sentir algo, porque ela começou a se mexer. Rapidamente me deitei de novo, fingindo estar dormindo, caso ela tivesse me visto. Mas, para minha sorte, ela só virou de costas e abriu as pernas. Eu me sentei novamente e agora comecei a levantar a parte da frente do seu camisão. lentamente chegando quase até o seu umbigo, vendo sua bucetinha como estava bem cheinha por causa da calcinha fio dental que ela estava usando, que ficava justinha. Eu, emocionado e excitado, comecei a acariciar toda a sua bucetinha devagar para que ela não acordasse, enquanto continuava com meus dedos acariciando sua bucetinha de cima para baixo, sentindo como a sua rajadinha se abria. Fiquei assim acariciando com meus dedos de cima para baixo, sentindo como os lábios vaginais dela começavam a ficar mais inchadinhos. Então peguei a calcinha fio dental de uma ponta para levantá-la e empurrá-la para o lado, mas não conseguia puxar muito para o lado porque ela voltava. Então tive a ideia de descer a calcinha pelos lados para poder baixá-la um pouco e, com a ajuda da minha outra mão, levantar a parte da frente e poder tocá-la com mais facilidade, bem devagar. E foi assim que fiz. Já tendo mais facilidade, comecei a tocar lentamente a bucetinha da minha irmã, sentindo que não tinha nenhum pelo na sua ppk. Meus dedos desciam e subiam pela sua rajadinha lentamente, tocando apenas com a ponta dos meus dedos. A cada vez, tentava sentir aquela bucetinha gostosa na minha mão. Fiquei assim explorando toda a sua bucetinha de cima para baixo e, quando desci meus dedos novamente, comecei a sentir a parte de baixo da bucetinha molhadinha. E quanto mais meus dedos ficavam molhados, melhor conseguiam entrar na sua rajadinha e deslizavam com mais facilidade, chegando à parte de cima da sua rajadinha, mas sentindo uma pequena montanha que estava crescendo cada vez mais. Meus dedos começaram a acariciar aquela montanha, esfregando-a com meus dedos. Comecei a sentir minha irmã contraindo a pelve enquanto eu continuava esfregando o clitóris dela e ouvia uns pequenos gemidos que saíam dela cada vez mais seguidos. Vi minha irmã mexer a cabeça e rapidamente parei de tocar seu clitóris e sua bucetinha, ficando sentado e sem me mexer. Mas minha irmã já tinha sentido o que eu estava fazendo e me perguntou o que eu estava fazendo ali e por que estava tocando sua bucetinha. Eu contaria para a mamãe o que eu tinha feito, mas fiquei nervioso e disse que não faria de novo, e que só tinha feito porque estava com muita vontade de acariciar sua bucetinha e sentir com meus dedos toda a sua vagina. Ficou um silêncio de cerca de um minuto, e então ela disse: "Então termina o que começou, mas tira minha calcinha para você fazer melhor". Eu peguei a calcinha pelos lados e comecei a descer até tirá-la, e vi minha irmã abrindo as pernas, dizendo para continuar como eu estava acariciando seu clitóris, que isso estava fazendo ela se sentir muito gostoso. Continuei fazendo o mesmo, acariciando o clitóris, que estava ainda mais molhadinho e inchadinho. Via como minha irmã se contorcia cada vez mais e soltava pequenos gemidos. Eu já estava 100% excitado, e minha boca foi direto para a bucetinha da minha irmã, começando a lamber toda sua fenda de cima para baixo e terminando lambendo o clitóris, ouvindo mais os gemidos dela, que tapava a boca enquanto eu continuava chupando seu clitóris. Depois de alguns minutos, senti ela começar a apertar minha cabeça com as duas pernas, soltando um gemido longo e pausado, e ela teve um orgasmo. Passados dois minutos, ela abriu as pernas e me disse que ia me deixar penetrá-la só naquela vez, que eu aproveitasse porque não ia acontecer de novo. Então, baixei meu short e cueca juntos, com meu pau bem duro e em pé, me coloquei entre suas pernas e, pouco a pouco, comecei a procurar a entrada da bucetinha. Com um único empurrão, enfiei meu pau até o fundo, e ela soltou um gemido. Comecei a meter e sacar meu pau cada vez mais rápido por alguns minutos, dando prazer à minha irmã e a mim também, até que senti que ia gozar. Rapidamente tirei meu pau e gozei em suas bundinhas, enchendo-as de muito sêmen. Depois, ela me disse para não contar a ninguém o que tinha acontecido entre nós, e que tinha gostado muito de como eu a fiz ter um orgasmo tão gostoso, e que ela me diria quando faríamos de novo, cada vez mais seguido.

3 comentários - Tocando a mi hermana y le gusta y me la culeo

A los 17 años a yo es una nena de primaria para que hables con diminutivo toda la hora. Es muy molesto para la lectura y hace pensar que te falta algo en la cabeza.
callate bobo