Como descobri que meu pai tava comendo minha irmãzinha Cami
Primeiro, vou me apresentar: meu nome é Adrian, tenho 32 anos, e essa história que vou contar é 100% real e aconteceu uns 2 anos atrás. Minha família é composta pela minha mãe Paula, de 50 anos, meu pai Roberto, de 52, e minha irmãzinha Camila, de 21.
Tudo começou com uma ligação do meu pai, me pedindo ajuda com o notebook que não tava funcionando. Então, fui naquele mesmo dia na casa dele, onde ele morava com minha mãe e minha irmã, já que eu tinha saído de casa assim que fiz 18 anos, porque queria ter minhas liberdades.
Cheguei lá, era domingo, umas 19h. A Cami tava deitada no sofá com um shortinho jeans bem curto e uma camisetinha que mal cobria os peitos dela. Meu pai tava de short, sem camisa. Achei que era normal, já que não morava com eles há anos. Minha mãe não tava, tinha ido visitar a vó, como todo domingo.
Cumprimentei todo mundo, tomamos uns mates, e nisso a Cami foi se trocar pra colocar uma roupa mais fechada. É que a gente nunca foi muito próximo, então ela deve ter se sentido desconfortável.
Enquanto tomávamos mate, fui dando uma olhada no notebook e vi que precisava abrir ele pra trocar o HD, colocar um SSD pra deixar mais rápido, e fazer umas outras coisas. Falei pro meu pai que ia levar o note pra casa. Ele não gostou muito da ideia, mas com minha insistência, acabou aceitando.
Jantamos, minha mãe chegou, e umas 23h eu fui embora pra minha casa. Quando comecei a mexer no HD pra recuperar as coisas do meu pai e passar pro novo, vi a quantidade de vídeos que ele tinha. O que mais me chocou foi que a maioria era sobre incesto, de pais comendo as próprias filhas e tal.
Tentei encontrar uma explicação lógica, algo que fizesse sentido. Depois pensei: "bom, cada um tem suas fantasias". Segui com o que tava fazendo e tentei não dar muita importância, mas não conseguia tirar aqueles vídeos da cabeça.
Quando fui deitar pra dormir, comecei a pensar em como minha irmãzinha Cami é gostosa e que meu pai podia ter fantasias com ela. Não era uma ideia tão absurda, não. que a Camila, com seus 18/19 anos, parecia uma modelo teen. Cabelo castanho, olhos azuis, garota, peitos e bunda não muito grandes, mas bonitos, abdômen definido e piercing no umbigo. De rosto, era extremamente linda. Era meio patricinha no jeito de se vestir, mas muito gente boa, a jovem senhorita com quem qualquer cara bateria umas punhetas sem pensar duas vezes.
Depois de ver e imaginar que poderia ter fantasias com a Camila, o tesão tomou conta de mim e instalei um programa pra ligar a câmera do notebook do meu pai sem ele perceber, pra poder ver a Camila, já que ela usava mais o notebook do que ele. Tudo instalado e meu tesão a mil por hora, eles levaram o notebook, felizes da vida, começaram a testar e a Camila tava toda contente porque ele tava super rápido.
Só de olhar pra ela, meu pau já tinha subido. Ela tava com uma saia curta e uma regata aparecendo o umbigo, com o cabelo preso num rabo de cavalo pequenininho. Disfarcei tudo, óbvio, já que meus pais estavam do lado, e falei pra eles não fecharem o notebook senão algumas coisas desconfiguravam e podia dar problema. Minha explicação foi toda rebuscada, só queria que não fechassem o notebook pra poder espionar pela câmera, haha. Eles disseram "tá bom", tudo com cara de felicidade, e eu obviamente também, haha. Fui pra minha casa e naquela mesma noite comecei a espionar, 24 horas por dia olhando a câmera e gravando tudo pra quando eu fosse trabalhar não perder nada.
Passaram uns 4 dias e nada, nada de nada. Já tava desiludido, queria pelo menos que ela se trocasse na frente da câmera, e nada. Sábado não liguei a câmera e domingo, por tédio, liguei. Não aconteceu nada por várias horas e lá pelas 14h minha mãe foi pra casa da minha avó. Pelo áudio da câmera, deu pra ouvir ela perguntando pra Camila e meu pai se iam acompanhar, e os dois disseram que não. Na sequência, minha mãe começou a reclamar que eles não visitavam a avó e blá blá blá. Passou umas 1h mais ou menos e ouvi a Camila falando pro meu pai que minha mãe tinha avisado que já tinha chegado na casa da avó. O que me deixou surpreso é A resposta do meu pai acelerou meu coração a 100km por hora e me deixou grudado na câmera que nem um idiota. Pois é, putinha, foi a resposta do meu pai pra Camila. Camila: hahaha idiota. Passaram vários minutos e nada, vejo a Camila passar pela câmera, mas não escuto nada, tudo normal. Daqui a pouco escuto a voz do meu pai, dizendo Pai: pergunta pra sua mãe que horas ela vem. Camila: ok. Camila: ela disse que depois das 20h.
Primeiro, vou me apresentar: meu nome é Adrian, tenho 32 anos, e essa história que vou contar é 100% real e aconteceu uns 2 anos atrás. Minha família é composta pela minha mãe Paula, de 50 anos, meu pai Roberto, de 52, e minha irmãzinha Camila, de 21.
Tudo começou com uma ligação do meu pai, me pedindo ajuda com o notebook que não tava funcionando. Então, fui naquele mesmo dia na casa dele, onde ele morava com minha mãe e minha irmã, já que eu tinha saído de casa assim que fiz 18 anos, porque queria ter minhas liberdades.
Cheguei lá, era domingo, umas 19h. A Cami tava deitada no sofá com um shortinho jeans bem curto e uma camisetinha que mal cobria os peitos dela. Meu pai tava de short, sem camisa. Achei que era normal, já que não morava com eles há anos. Minha mãe não tava, tinha ido visitar a vó, como todo domingo.
Cumprimentei todo mundo, tomamos uns mates, e nisso a Cami foi se trocar pra colocar uma roupa mais fechada. É que a gente nunca foi muito próximo, então ela deve ter se sentido desconfortável.
Enquanto tomávamos mate, fui dando uma olhada no notebook e vi que precisava abrir ele pra trocar o HD, colocar um SSD pra deixar mais rápido, e fazer umas outras coisas. Falei pro meu pai que ia levar o note pra casa. Ele não gostou muito da ideia, mas com minha insistência, acabou aceitando.
Jantamos, minha mãe chegou, e umas 23h eu fui embora pra minha casa. Quando comecei a mexer no HD pra recuperar as coisas do meu pai e passar pro novo, vi a quantidade de vídeos que ele tinha. O que mais me chocou foi que a maioria era sobre incesto, de pais comendo as próprias filhas e tal.
Tentei encontrar uma explicação lógica, algo que fizesse sentido. Depois pensei: "bom, cada um tem suas fantasias". Segui com o que tava fazendo e tentei não dar muita importância, mas não conseguia tirar aqueles vídeos da cabeça.
Quando fui deitar pra dormir, comecei a pensar em como minha irmãzinha Cami é gostosa e que meu pai podia ter fantasias com ela. Não era uma ideia tão absurda, não. que a Camila, com seus 18/19 anos, parecia uma modelo teen. Cabelo castanho, olhos azuis, garota, peitos e bunda não muito grandes, mas bonitos, abdômen definido e piercing no umbigo. De rosto, era extremamente linda. Era meio patricinha no jeito de se vestir, mas muito gente boa, a jovem senhorita com quem qualquer cara bateria umas punhetas sem pensar duas vezes.
Depois de ver e imaginar que poderia ter fantasias com a Camila, o tesão tomou conta de mim e instalei um programa pra ligar a câmera do notebook do meu pai sem ele perceber, pra poder ver a Camila, já que ela usava mais o notebook do que ele. Tudo instalado e meu tesão a mil por hora, eles levaram o notebook, felizes da vida, começaram a testar e a Camila tava toda contente porque ele tava super rápido.
Só de olhar pra ela, meu pau já tinha subido. Ela tava com uma saia curta e uma regata aparecendo o umbigo, com o cabelo preso num rabo de cavalo pequenininho. Disfarcei tudo, óbvio, já que meus pais estavam do lado, e falei pra eles não fecharem o notebook senão algumas coisas desconfiguravam e podia dar problema. Minha explicação foi toda rebuscada, só queria que não fechassem o notebook pra poder espionar pela câmera, haha. Eles disseram "tá bom", tudo com cara de felicidade, e eu obviamente também, haha. Fui pra minha casa e naquela mesma noite comecei a espionar, 24 horas por dia olhando a câmera e gravando tudo pra quando eu fosse trabalhar não perder nada.
Passaram uns 4 dias e nada, nada de nada. Já tava desiludido, queria pelo menos que ela se trocasse na frente da câmera, e nada. Sábado não liguei a câmera e domingo, por tédio, liguei. Não aconteceu nada por várias horas e lá pelas 14h minha mãe foi pra casa da minha avó. Pelo áudio da câmera, deu pra ouvir ela perguntando pra Camila e meu pai se iam acompanhar, e os dois disseram que não. Na sequência, minha mãe começou a reclamar que eles não visitavam a avó e blá blá blá. Passou umas 1h mais ou menos e ouvi a Camila falando pro meu pai que minha mãe tinha avisado que já tinha chegado na casa da avó. O que me deixou surpreso é A resposta do meu pai acelerou meu coração a 100km por hora e me deixou grudado na câmera que nem um idiota. Pois é, putinha, foi a resposta do meu pai pra Camila. Camila: hahaha idiota. Passaram vários minutos e nada, vejo a Camila passar pela câmera, mas não escuto nada, tudo normal. Daqui a pouco escuto a voz do meu pai, dizendo Pai: pergunta pra sua mãe que horas ela vem. Camila: ok. Camila: ela disse que depois das 20h.
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