Meu nome é Carlos. Primeiro de tudo, vou contar como ela é: tem 1,69m, cabelo castanho, 36 anos (mais nova que minha mãe) e um corpo espetacular, tudo muito bem proporcionado. Ela é magra, com uns peitos e uma bunda firmes. Verônica e minha mãe nem eram amigas; elas se conheceram porque as filhas delas estudavam na mesma escola primária que minha prima. Desde então, começaram uma boa amizade. Naquela época, eu tinha 15 anos e, como filho único, fizeram uma festa pra mim, na qual ela foi acompanhada do marido. Uns dias depois, Verônica e o marido se separaram (desde então, ela começou a se referir ao ex-marido como "o sujeito"). Nos anos seguintes, a amizade da minha mãe com a Vero cresceu; a gente visitava ela direto, e ela vinha nos visitar também. Toda vez que voltava pra casa depois de visitá-la, eu batia uma punheta pensando nela. Assim se passaram três anos. Minha mãe vivia falando pra ela arrumar um homem, mas ela respondia: "Pra quê, se todos são iguais?
Uns dias depois de eu fazer 18 anos, meu pai viajou a negócios. Nesses dias, a Vero veio com as duas filhas dela. Ela e minha mãe conversaram um bom tempo. No fim da conversa, minha mãe me disse que a Verônica ia ficar uns dias conosco em casa. Uma das noites seguintes, no jantar, ela disse que eu já tinha crescido muito e perguntou se eu tinha namorada. Pra não parecer otário, eu disse que sim, mas minha mãe (como toda mãe) falou que eu não era de mentir, que não tinha namorada e que nunca me viu com ninguém. Isso me deixou vermelho que nem pimentão. Terminamos o jantar e fomos dormir. A Vero e as filhas foram embora dois dias depois. Na semana seguinte, minha mãe disse que eu precisava ir na casa da Vero ajudar com a instalação elétrica (porque ela estava de férias). No dia seguinte, depois do café da manhã, eu parti.
Quando cheguei na casa dela, ela me recebeu de pijama folgado que cobria o corpo todo. Me deixou entrar e pediu pra eu tirar os sapatos por causa do tapete novo. Me falou que tava sem luz há uns dias: "Pode ir trabalhar enquanto eu tomo um banho", disse. Como sou meio abusado, achei o defeito na hora e em menos de 5 minutos a luz já tinha voltado. Mas como ela não saía do banheiro, resolvi espiar. Abri a porta do banheiro devagar e, pela cortina, vi a silhueta do corpo gostoso dela. Minha mão escorregou da maçaneta — não sei se ela percebeu, mas fechei a porta e corri pra sala. Tropecei e minha camisa rasgou. Comecei a guardar minhas ferramentas, mas nessa hora ela apareceu atrás de mim. Meu coração começou a bater muito rápido. Ela tava vestindo uma camisa branca, uma calça jeans que valorizava bem a bunda dela e um tênis preto. Me perguntou o que tinha acontecido, se eu tava bem. Lembrei na hora que minha camisa tava rasgada. Ela mandou eu tirar, que ela ia costurar enquanto eu pegava algo pra beber. Servi dois copos de refrigerante, dei um pra ela e fiquei com o outro.
Sentamos nos sofás, um de frente pro outro, e ficamos batendo papo sobre várias coisas enquanto eu arrumava minha camisa. Ela falou, malandra: "Outro dia você quis me enganar, dizendo que tinha namorada." Eu não soube o que responder. Ela me perguntou se eu já tinha tido namorada. Respondi que não, mas que gostava de uma mina desde o ensino médio, mas não tinha coragem de falar porque eu era meio feio. Ela retrucou: "Você não é feio, não." Isso me fez corar. Continuando a conversa, perguntei sobre o cara (o marido dela) e o motivo do divórcio. "Ele me traiu", respondeu. Aí perguntei sobre a outra mulher. Ela soltou uma gargalhada: "Outra mulher? Quem dera! Foi com outro homem." Na hora, pensei que não era verdade, que ela só estava brincando, mas ela continuou: "Eu segui ele até a casa do amante. Imagina minha decepção quando vi ele se beijando com outro cara." "Deve ter sido muito difícil", falei. "O mais difícil foi contar pras minhas filhas que a gente ia se separar, mas nunca contei que foi porque o pai delas me traiu.
Naquele instante, ela me abraçou bem forte e com o corpo tão colado no meu que meu pau começou a reagir. Pra disfarçar, tentei me afastar, mas ela não me soltou e sussurrou no meu ouvido: "Não pense que não te ouvi quando eu tava tomando banho." Ela me jogou no sofá e disse: "Então você nunca teve namorada, por isso nunca transou?" Não sei como ela tirou minha calça — eu tava de cueca de lycra, que ela puxou pra baixo e meu pau saltou pra fora. "Olha como você tá", comentou, "todo duro e até babando." Quando olhei, tinha uma gota de porra. Ela começou a me bater uma punheta e eu gozei em segundos. Ela se levantou na minha frente e começou a se despir até ficar só de biquíni amarelo. Aí sentou no sofá e pediu pra eu chupar ela toda. Tirei o sutiã e comecei a chupar os peitos dela, depois a barriga, até chegar na parte de baixo. Afastei o biquíni, enfiei um dedo na buceta dela. Ela soltou um suspiro e mandou eu chupar a pussy dela. Quando aproximei o rosto, um cheiro de intimidade me envolveu. Comecei a chupar e lamber exatamente como ela pedia. Em poucos minutos, ela começou a dizer que ia gozar, até que senti algo vindo da buceta dela escorrer pela minha garganta.
Ela se levantou e saiu correndo pro corredor dos quartos. Achei que tinha feito algo errado, então fui atrás dela. Ela tava na porta do quarto das filhas quando cheguei. Perguntei o que tava rolando, se eu tinha feito algo de errado, mas ela respondeu que não, que pelo contrário, eu tinha feito tudo certo, mas o que a gente tava fazendo era errado. Errado por quê? Porque eu sou filho da melhor amiga dela. Então leva como um favor, tipo pra minha mãe, porque você tá me ensinando algo novo. Quem melhor do que você pra isso? Aí ela me deu um beijo e falou: "bobo, não fala isso". Entramos no quarto das filhas dela, e ela me deitou numa das camas.
Ela enfiou meu pau na buceta dela. Levantei minhas mãos e apertei os peitos dela com força. Ela disse: "Não tão forte, com mais cuidado". Então comecei a acariciar com menos força e ela começou um vai e vem delicioso. Ela virou de costas e continuou o vai e vem. Coloquei minhas mãos no pescoço dela e fui descendo devagar até as nádegas, lembrando como nos filmes pornô faziam naquela posição. Por isso, me encostei no torso dela enquanto com uma mão tocava um dos peitos e com a outra acariciava a parte externa da buceta dela. Ela dizia que eu estava indo bem, que continuasse assim.
Ela se deitou na cama e pediu pra eu meter. Eu fiz o que ela queria, comecei a me mexer meio sem jeito, mas ela falou pra eu não ficar nervoso e olhar pra ela. Depois de um tempo, já tava com a bunda dela encostada nas minhas coxas, com a mão segurando uma das pernas dela que tava dobrada, enquanto a outra tava no meu ombro. Ela dizia que eu tava indo bem e que tava curtindo, como não fazia há muito tempo. A gente trocou de posição, os dois de lado, ela colocou uma perna nas minhas costas, começou a chupar os dedos e com eles mesmos esfregava os próprios mamilos. Depois ela levantou e falou que era melhor a gente ir pro quarto dela. Já lá, ela fez eu sentar, esticar as pernas e apoiar as mãos no chão do quarto. Ela colocou as pernas dos lados do meu corpo, se apoiando também nos braços. Nessa posição a gente não durou muito, porque começamos a cansar os braços.
Ela se deitou na ponta da cama e coloquei as pernas dela ao lado. Eu me ajoelhei e comecei a dizer que aquilo era a melhor coisa do mundo, melhor que se masturbar, ela disse. Quando trocamos de posição de novo, eu estava surpreso que ela tinha aguentado tanto. Fizemos a famosa de quatro. Eu metia com toda força enquanto segurava o quadril dela com uma mão e com a outra apertava um dos peitos dela. Ela gritava como uma louca e eu curtia cada palavra e gemido que vinha dela. Soltei o peito dela e perguntei se ela deixava eu meter no cuzinho. Ela respondeu que sim, mas com cuidado pra não machucar. Então comecei a enfiar um dedo, depois dois, até que tirei meu pau da buceta dela e coloquei na entrada do cuzinho dela. Meti de uma vez só. Ela soltou um grito dizendo que eu estava partindo ela ao meio, que eu continuasse que ela estava adorando. Perguntei se ela gostava do jeito que eu fazia. Ela respondeu que estava adorando porque fazia mais de 4 anos que não transava e ainda mais porque estava fazendo com o filho da amiga dela, disse.
Nós paramos, ela foi até uma cômoda, se inclinou um pouco e me disse pra continuar metendo por trás. Eu segurei ela pela cintura e enfiei. Pelo espelho, eu via cada careta que ela fazia de tesão, enquanto ela falava que tava adorando e que gostava do meu jeito. Aí senti a mesma sensação de quando brinquei com minha língua no clitóris dela. Na hora, ela começou a pedir: "mais rápido, mais rápido, mais rápido". Eu acelerei o ritmo até ouvir um "gozei, ahhhhh". Senti desde a glande até os meus ovos escorrendo os fluidos dela. Ela ficou grudada em mim por um instante, depois se abaixou e começou a chupar. Colocou meu pau entre os peitos e os mexeu, sentindo como meu membro inteiro inchava. Quando percebeu, enfiou minha rola na boca dela e começou a chupar gostoso até eu gozar com tanta porra que até eu me surpreendi. Ela continuou chupando até deixar limpinho. Levantou, me abraçou, e ficamos assim um tempão, até ela falar: "olha como você me deixou". Eu olhei pra ela toda suada e melada de fluidos. "Você tá linda pra caralho", respondi. Ela riu e disse: "vou tomar um banho, porque você me fez suar pra cacete". Vi ela indo pro chuveiro. Depois de um tempo, fui atrás. Ela disse: "ainda não cansou, Carlitos?" e me puxou pra dentro d'água. E aí a gente fez de novo, com a água caindo na gente.
Depois de terminarmos de tomar banho, percebemos que já era tarde demais, então nos vestimos porque ela tinha que ir buscar as filhas na escola. Mas antes de eu sair da casa dela, a gente se deu um beijo tão apaixonado que ela colocou algo que eu nem sabia o que era no bolso da minha calça. Quando saí da casa dela, eu indo a pé e ela na caminhonete, ela me disse: "Não paga a conta de luz pra mim". Me deu um sorriso, mandou um beijo e falou: "Pode usar quando quiser". E foi embora. No caminho pra minha casa, fiquei pensando no "pode usar quando quiser" e lembrei do que ela tinha enfiado no meu bolso. Enfiei a mão lá e era nada mais, nada menos que a chave da casa dela. Quando cheguei em casa, minha mãe perguntou: "Como foi com a Vero?" "Foi bem, mãe." Entrei no meu quarto e tirei a chave da casa da Vero e um bilhete que eu não tinha visto, que dizia:
Valeu por me fazer sentir mulher de novo
e uns lábios bem marcados
Uns dias depois de eu fazer 18 anos, meu pai viajou a negócios. Nesses dias, a Vero veio com as duas filhas dela. Ela e minha mãe conversaram um bom tempo. No fim da conversa, minha mãe me disse que a Verônica ia ficar uns dias conosco em casa. Uma das noites seguintes, no jantar, ela disse que eu já tinha crescido muito e perguntou se eu tinha namorada. Pra não parecer otário, eu disse que sim, mas minha mãe (como toda mãe) falou que eu não era de mentir, que não tinha namorada e que nunca me viu com ninguém. Isso me deixou vermelho que nem pimentão. Terminamos o jantar e fomos dormir. A Vero e as filhas foram embora dois dias depois. Na semana seguinte, minha mãe disse que eu precisava ir na casa da Vero ajudar com a instalação elétrica (porque ela estava de férias). No dia seguinte, depois do café da manhã, eu parti.
Quando cheguei na casa dela, ela me recebeu de pijama folgado que cobria o corpo todo. Me deixou entrar e pediu pra eu tirar os sapatos por causa do tapete novo. Me falou que tava sem luz há uns dias: "Pode ir trabalhar enquanto eu tomo um banho", disse. Como sou meio abusado, achei o defeito na hora e em menos de 5 minutos a luz já tinha voltado. Mas como ela não saía do banheiro, resolvi espiar. Abri a porta do banheiro devagar e, pela cortina, vi a silhueta do corpo gostoso dela. Minha mão escorregou da maçaneta — não sei se ela percebeu, mas fechei a porta e corri pra sala. Tropecei e minha camisa rasgou. Comecei a guardar minhas ferramentas, mas nessa hora ela apareceu atrás de mim. Meu coração começou a bater muito rápido. Ela tava vestindo uma camisa branca, uma calça jeans que valorizava bem a bunda dela e um tênis preto. Me perguntou o que tinha acontecido, se eu tava bem. Lembrei na hora que minha camisa tava rasgada. Ela mandou eu tirar, que ela ia costurar enquanto eu pegava algo pra beber. Servi dois copos de refrigerante, dei um pra ela e fiquei com o outro.
Sentamos nos sofás, um de frente pro outro, e ficamos batendo papo sobre várias coisas enquanto eu arrumava minha camisa. Ela falou, malandra: "Outro dia você quis me enganar, dizendo que tinha namorada." Eu não soube o que responder. Ela me perguntou se eu já tinha tido namorada. Respondi que não, mas que gostava de uma mina desde o ensino médio, mas não tinha coragem de falar porque eu era meio feio. Ela retrucou: "Você não é feio, não." Isso me fez corar. Continuando a conversa, perguntei sobre o cara (o marido dela) e o motivo do divórcio. "Ele me traiu", respondeu. Aí perguntei sobre a outra mulher. Ela soltou uma gargalhada: "Outra mulher? Quem dera! Foi com outro homem." Na hora, pensei que não era verdade, que ela só estava brincando, mas ela continuou: "Eu segui ele até a casa do amante. Imagina minha decepção quando vi ele se beijando com outro cara." "Deve ter sido muito difícil", falei. "O mais difícil foi contar pras minhas filhas que a gente ia se separar, mas nunca contei que foi porque o pai delas me traiu.
Naquele instante, ela me abraçou bem forte e com o corpo tão colado no meu que meu pau começou a reagir. Pra disfarçar, tentei me afastar, mas ela não me soltou e sussurrou no meu ouvido: "Não pense que não te ouvi quando eu tava tomando banho." Ela me jogou no sofá e disse: "Então você nunca teve namorada, por isso nunca transou?" Não sei como ela tirou minha calça — eu tava de cueca de lycra, que ela puxou pra baixo e meu pau saltou pra fora. "Olha como você tá", comentou, "todo duro e até babando." Quando olhei, tinha uma gota de porra. Ela começou a me bater uma punheta e eu gozei em segundos. Ela se levantou na minha frente e começou a se despir até ficar só de biquíni amarelo. Aí sentou no sofá e pediu pra eu chupar ela toda. Tirei o sutiã e comecei a chupar os peitos dela, depois a barriga, até chegar na parte de baixo. Afastei o biquíni, enfiei um dedo na buceta dela. Ela soltou um suspiro e mandou eu chupar a pussy dela. Quando aproximei o rosto, um cheiro de intimidade me envolveu. Comecei a chupar e lamber exatamente como ela pedia. Em poucos minutos, ela começou a dizer que ia gozar, até que senti algo vindo da buceta dela escorrer pela minha garganta.
Ela se levantou e saiu correndo pro corredor dos quartos. Achei que tinha feito algo errado, então fui atrás dela. Ela tava na porta do quarto das filhas quando cheguei. Perguntei o que tava rolando, se eu tinha feito algo de errado, mas ela respondeu que não, que pelo contrário, eu tinha feito tudo certo, mas o que a gente tava fazendo era errado. Errado por quê? Porque eu sou filho da melhor amiga dela. Então leva como um favor, tipo pra minha mãe, porque você tá me ensinando algo novo. Quem melhor do que você pra isso? Aí ela me deu um beijo e falou: "bobo, não fala isso". Entramos no quarto das filhas dela, e ela me deitou numa das camas.
Ela enfiou meu pau na buceta dela. Levantei minhas mãos e apertei os peitos dela com força. Ela disse: "Não tão forte, com mais cuidado". Então comecei a acariciar com menos força e ela começou um vai e vem delicioso. Ela virou de costas e continuou o vai e vem. Coloquei minhas mãos no pescoço dela e fui descendo devagar até as nádegas, lembrando como nos filmes pornô faziam naquela posição. Por isso, me encostei no torso dela enquanto com uma mão tocava um dos peitos e com a outra acariciava a parte externa da buceta dela. Ela dizia que eu estava indo bem, que continuasse assim.
Ela se deitou na cama e pediu pra eu meter. Eu fiz o que ela queria, comecei a me mexer meio sem jeito, mas ela falou pra eu não ficar nervoso e olhar pra ela. Depois de um tempo, já tava com a bunda dela encostada nas minhas coxas, com a mão segurando uma das pernas dela que tava dobrada, enquanto a outra tava no meu ombro. Ela dizia que eu tava indo bem e que tava curtindo, como não fazia há muito tempo. A gente trocou de posição, os dois de lado, ela colocou uma perna nas minhas costas, começou a chupar os dedos e com eles mesmos esfregava os próprios mamilos. Depois ela levantou e falou que era melhor a gente ir pro quarto dela. Já lá, ela fez eu sentar, esticar as pernas e apoiar as mãos no chão do quarto. Ela colocou as pernas dos lados do meu corpo, se apoiando também nos braços. Nessa posição a gente não durou muito, porque começamos a cansar os braços.
Ela se deitou na ponta da cama e coloquei as pernas dela ao lado. Eu me ajoelhei e comecei a dizer que aquilo era a melhor coisa do mundo, melhor que se masturbar, ela disse. Quando trocamos de posição de novo, eu estava surpreso que ela tinha aguentado tanto. Fizemos a famosa de quatro. Eu metia com toda força enquanto segurava o quadril dela com uma mão e com a outra apertava um dos peitos dela. Ela gritava como uma louca e eu curtia cada palavra e gemido que vinha dela. Soltei o peito dela e perguntei se ela deixava eu meter no cuzinho. Ela respondeu que sim, mas com cuidado pra não machucar. Então comecei a enfiar um dedo, depois dois, até que tirei meu pau da buceta dela e coloquei na entrada do cuzinho dela. Meti de uma vez só. Ela soltou um grito dizendo que eu estava partindo ela ao meio, que eu continuasse que ela estava adorando. Perguntei se ela gostava do jeito que eu fazia. Ela respondeu que estava adorando porque fazia mais de 4 anos que não transava e ainda mais porque estava fazendo com o filho da amiga dela, disse.
Nós paramos, ela foi até uma cômoda, se inclinou um pouco e me disse pra continuar metendo por trás. Eu segurei ela pela cintura e enfiei. Pelo espelho, eu via cada careta que ela fazia de tesão, enquanto ela falava que tava adorando e que gostava do meu jeito. Aí senti a mesma sensação de quando brinquei com minha língua no clitóris dela. Na hora, ela começou a pedir: "mais rápido, mais rápido, mais rápido". Eu acelerei o ritmo até ouvir um "gozei, ahhhhh". Senti desde a glande até os meus ovos escorrendo os fluidos dela. Ela ficou grudada em mim por um instante, depois se abaixou e começou a chupar. Colocou meu pau entre os peitos e os mexeu, sentindo como meu membro inteiro inchava. Quando percebeu, enfiou minha rola na boca dela e começou a chupar gostoso até eu gozar com tanta porra que até eu me surpreendi. Ela continuou chupando até deixar limpinho. Levantou, me abraçou, e ficamos assim um tempão, até ela falar: "olha como você me deixou". Eu olhei pra ela toda suada e melada de fluidos. "Você tá linda pra caralho", respondi. Ela riu e disse: "vou tomar um banho, porque você me fez suar pra cacete". Vi ela indo pro chuveiro. Depois de um tempo, fui atrás. Ela disse: "ainda não cansou, Carlitos?" e me puxou pra dentro d'água. E aí a gente fez de novo, com a água caindo na gente.
Depois de terminarmos de tomar banho, percebemos que já era tarde demais, então nos vestimos porque ela tinha que ir buscar as filhas na escola. Mas antes de eu sair da casa dela, a gente se deu um beijo tão apaixonado que ela colocou algo que eu nem sabia o que era no bolso da minha calça. Quando saí da casa dela, eu indo a pé e ela na caminhonete, ela me disse: "Não paga a conta de luz pra mim". Me deu um sorriso, mandou um beijo e falou: "Pode usar quando quiser". E foi embora. No caminho pra minha casa, fiquei pensando no "pode usar quando quiser" e lembrei do que ela tinha enfiado no meu bolso. Enfiei a mão lá e era nada mais, nada menos que a chave da casa dela. Quando cheguei em casa, minha mãe perguntou: "Como foi com a Vero?" "Foi bem, mãe." Entrei no meu quarto e tirei a chave da casa da Vero e um bilhete que eu não tinha visto, que dizia:
Valeu por me fazer sentir mulher de novo
e uns lábios bem marcados
3 comentários - A gostosa da amiga da minha mãe