A mi amigo le faltaba confianza 2

Já tinha passado um tempo desde que eu tinha tirado a virgindade do Hernán, e a verdade é que tudo tinha corrido bem. A autoestima dele estava crescendo e abrimos uma conta no Tinder pra ele, e ele já tinha saído com algumas minas. Do meu lado, eu também estava começando a sair com alguém, então os dois estávamos de boa.

Uma tarde de sexta, o Hernán tava no meu apê tomando um drink e conversando sobre o que ia rolar à noite. Ele esperava que aquela noite fosse dar certo de novo com uma das minas com quem ele já tinha ficado. Eu me preparava pra encontrar alguém também.

Ele tava um pouco nervoso porque achava que a mina com quem ele tava saindo não estava curtindo totalmente.

— Sinto que falta alguma coisa pra ela gozar de verdade — ele disse.
— Mas nas vezes que a gente "treinou" você foi muito bem, com certeza é coisa da sua cabeça.
— Sei lá...
— Você tem que fazer bastante preliminares, faz oral nela?
— Não, ela nunca pediu...
— Ela não vai pedir, você tem que ir vendo como a coisa flui.
— Sou meio desajeitado pra isso...
— Bom, nessa parte eu não posso dar mais do que conselhos, não posso te ajudar.
— Se você quisesse, poderia... — ele disse e colocou a mão na minha perna.
— Não, mesmo se eu quisesse não daria, é muito diferente.
— Mas não fazem oral em você pela bunda?
— Fazem, mas nem se compara com o que você tem que fazer com uma buceta.
— Podemos tentar? Assim eu passo o tempo até sair.
— Ok, podemos ver se sai alguma coisa que você possa usar hoje à noite...

Eu me levantei e tirei a roupa da cintura pra baixo. Deitei na mesa com as pernas levantadas e o Hernán puxou uma cadeira, ficando com o rosto na frente da minha pelve.

— Pode começar molhando um dedo com saliva e passando por fora, sem enfiar muito.
Ele chupou um dedo e passou rápido na beirada do meu cu.
— Mais devagar e molha um pouco mais.
O Hernán obedeceu e moderou a velocidade.
— Agora você teria que enfiar e fazer movimentos como se estivesse chamando alguém com o dedo.
O dedo dele era bem grosso, meu pau começou a... a parar.
- Se quiser, pode ir lambendo meu cu... com a buceta você teria que procurar o clitóris.
- Sim, entendo.
- Bom, até aqui estamos, a parte do clitóris fica pra próxima.
- Vou continuar um pouco mais, não ficou totalmente claro...
Sua língua entrava e saía do meu cu, meu pau estava bem duro.
Ele adiantou um pouco a cabeça e me beijou na virilha...
- Isso também tá bom, né?
- Siiiim, ela vai gostar disso.
Senti cócegas e meu pau ficou completamente ereto.
Hernán disse: - Também li que o clitóris é como um pequeno pau, é verdade?
- É, dizem isso...
E me surpreendeu dando uma lambida, não pude evitar gemer.
Arqueei as costas, e ele enfiou meu pau completamente na boca. Até agora ele nem tinha tocado nele, isso me deixou louco...
Ele chupava freneticamente, eu não sabia o que dizer...
- Ei, para... estou quase gozando, deixa eu continuar fora...
Ele não me ouviu, ou acho que ouviu e não ligou, porque enfiava o pau até o fundo, quase gagando.
- Hernán, pelo amor de Deus, não aguento, vou gozar - eu disse.
Ele só continuou, até que não pude segurar mais a porra, senti como jorrava dentro da sua boca. Ele não tirou meu pau, senti outro jato que ele também engoliu.
Quando relaxei as pernas e elas ficaram penduradas na mesa, só aí ele tirou meu pau.
Estávamos muito agitados, minha cabeça estava girando.
- Foi bom? - ele perguntou.
- Me come...
- A prática não foi suficiente? - ele brincou.
- Não fala, me come, preciso de você dentro, por favor...
Ele abaixou as calças e só enfiou a rola. Estava maior que o normal e ele também estava mais fogoso que o normal.
A mesa se mexia cada vez que ele enfiava o pau, até que bateu na parede e ele continuou me comendo sem parar. Ele gozou com um gemido... eu estava super excitado, de novo meu pau estava duro e sentia toda a porra do Hernán dentro de mim.
- PELO AMOR DE DEUS, COMO EU TE AMO!!!
Só me escapou, mas não estava pensando direito, senão não teria dito.
Me levantei até ficar sentado na mesa. Hernán só me... Eu olhava.
Então ele se aproximou e nos beijamos, bem fundo.
Ele me afastou com os braços e terminou de tirar toda a roupa.
— Sinto o mesmo... vamos nos unir completamente.
Antes que eu percebesse, ele estava de quatro no tapete. Nunca o tinha visto nessa posição, agora era eu quem não sabia se ia conseguir satisfazê-lo... a bunda dele era enorme, senti meu pau minúsculo.
Me ajoelhei, abri suas nádegas e lá no fundo estava o buraco dele. Fechado e virgem.
Cuspi, e dedei um pouco.
— Continua, assim tá bom...
Me apoiei nele, e coloquei a ponta do meu pau, ele suspirou. Comecei a penetrar, estava fechado e quente no cu dele, em contraste com as nádegas frias...
Sentia que podia entrar naquela bunda gigante... me afastei um pouco e fiquei louco com a sensação do meu pau dentro de toda aquela carne.
Ele só tentava não gritar, eu fodia como um louco, dava pra ouvir os aplausos dos nossos corpos.
Gozei e minhas pernas tremiam. Tirei meu pau e toda a porra escorreu da bunda dele.
Ele deitou de costas e eu me deitei ao lado.
— Acho que não quero sair hoje.
— Vou dar baixa no Tinder — ele disse.

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