Continuamos com essa história foda. Se vocês não leram as partes anteriores, recomendo dar uma olhada no meu perfil pra isso. Espero que vocês curtam.Linda, com os olhos marejados, a maquiagem borrada, usando um top e uma saia que mal cobriam a bunda e os peitos dela
Ela me olhou e disse: — Teu pai é um lixo de ser humano
Me aproximei dela bem na hora em que ela desmaiou nos meus braços
— Traz ela, deita no sofá — disse minha tia, preocupada
— O que será que aconteceu com ela? — perguntou minha mãe
— Não faço ideia, mas parece que ela passou mal — respondeu minha tia
Logo Linda tinha pegado no sono, porque já era tarde, e tanto minha tia quanto minha mãe decidiram fazer o mesmo, me deixando cuidando de Linda
Sentei ao lado dela e, só alguns momentos depois, percebi um cheiro desagradável vindo dela. Examinando, cheguei até a virilha dela, onde não precisei fazer muito esforço, porque, graças ao fato de ela usar uma mini fio dental, foi muito fácil puxar pra o lado
Assim que puxei, um jato de porra começou a escorrer da buceta dela. Ela sentiu aquela escorrida e acordou na hora
— Franco, graças a Deus você está aqui. E… eu não sei o que teria dito pra sua mãe ou pra sua tia — disse assim que me viu
— Você tá bem? — perguntei
— Não. O que seu pai fez comigo não tem perdão — ela me abraçou, e senti a respiração dela se acalmando
— Olha, primeiro vamos ao banheiro pra você tomar um banho, e depois você me conta, ok? — falei, e ela concordou com a cabeça
Fomos pro banheiro com cuidado pra não acordar ninguém. Quando chegamos, os dois entraram. Linda começou a tirar a roupa e jogou direto no lixo
— Acho que você vai ter que arrumar uma roupa nova pra mim — disse Linda com um sorrisinho
— Claro, já volto — saí do banheiro, mas não sem antes dar uma olhada no corpo incrível de Linda, como a água ensaboada brincava com cada curva dela. Não conseguia imaginar que alguém poderia machucar um ser tão gostoso. Quando ela terminou de se lavar, ofereci um pijama que eu não usava. Como ela era mais alta, ficou um pouco pequeno. Fomos pra cozinha, fiz um chá pra ela e sentei na mesa Junto com ela
—Bem, me conta o que aconteceu? — perguntei, e os olhos dela ficaram marejados de novo
—Quando você foi embora, seu pai ainda não estava satisfeito, então me colocou aquela roupa que mal cobria meu corpo e, com o vibrador ainda ligado, subimos no carro. Ele dirigiu por alguns minutos e chegamos ao parque que não fica longe daqui. Desci do carro e me deparei com um grupo de mendigos que passavam a noite ali, e seu pai… seu pai — as lágrimas dela brotaram de novo
—Tá bem, calma, podemos ir dormir, amanhã… —
—Não! — ela me interrompeu de repente e continuou — Seu pai me colocou de joelhos e me ofereceu praqueles mendigos como se eu fosse um pedaço de carne. Eles estavam confusos, não sabiam como reagir até que um tomou a iniciativa. Se aproximou, tirou o pau pra fora e enfiou na minha boca. Era grande, grosso e, acima de tudo, fedorento, mesmo assim comecei a chupar porque, se não fizesse, temia pela minha vida. Eventualmente, eu chupei e senti as bolas dele batendo no meu queixo enquanto ele esfregava minha cara na virilha dele e o pau dele perfurava minha garganta. O pau daquele mendigo foi o primeiro a me fazer sentir a eletricidade percorrendo meu corpo. Não sabia se era aquilo ou o vibrador que ainda estava dentro de mim. Logo se aproximaram outros três, uns velhotes, mas isso não os impediu. Simplesmente baixaram as calças, tiraram os paus e os aproximaram de mim, deixando-os perto o suficiente pra eu mesma cuidar das rolas deles. Então enfiei na garganta um por um, chupei dois ao mesmo tempo e, antes de terminar, coloquei os três na boca de uma vez. Pensei que tinha acabado ali, mas ainda segurando os paus deles nas mãos, acariciando enquanto mais gente se aproximava pra ver, vieram outros três vagabundos com os paus um pouco maiores nas mãos e um um pouco menor pra substituir os três anteriores. Mas eles eram mais brutos e agressivos, me batendo com as mãos e com os paus, fodendo minha boca com violência e profundidade. —Mmm, que garota boa —sussurrou um deles no meu ouvido enquanto abaixava um pouco minha calça e começava a esfregar o pau já lubrificado pra cima e pra baixo na minha racha do cu. Eu gemia nos três paus que violentavam minha boca, mas quando eles saíram, foram substituídos pelos dois maiores.
—É melhor você cooperar. Não queremos que esses cavalheiros fiquem insatisfeitos, queremos? —seu pai se aproximou de mim e disse. Eu conhecia aquele tom de voz e sabia que se não obedecesse, ia ser pior. Então peguei aqueles paus, me empalando neles com toda minha força. Um deles continuou deslizando o pau no meu cu, nas minhas coxas, na minha virilha, e então me lembrou: "Já já você termina, querida. Só faltam três caras pra acabar esse castigo." Naquele momento, o círculo de paus ao meu redor trocou de lugar com outros completamente diferentes, os paus grandes deles ao ar livre, sendo acariciados enquanto os donos me encaravam. Quando terminaram de foder minha boca um após o outro, dois outros homens tomaram seus lugares. Eram dois jovens, os paus deles eram maiores e mais grossos que os dos outros. Um deles se aproximou primeiro e no começo eu resisti, mas sabia que era inevitável, porque no momento em que um dos caras me deixou respirar, esse jovem bateu na minha cara com o pau e enfiou tudo na minha garganta, segurando minha cabeça com as duas mãos e fodendo minha cara com força. Depois de um tempo, em vez de foder minha cara ele mesmo, me pegou pelo cabelo e começou a forçar minha cara contra o pau dele tão rápido que quase fez minha cabeça girar. E depois de um tempo, me afastou do pau dele e me obrigou a virar a cabeça pra esquerda, e me empalou no pau do outro cara que estava parado ali, me fazendo vomitar algumas vezes. Tentei enfiar o pau dele na minha garganta de uma vez, mas tive dificuldade porque era um pouco mais grosso que os outros. Mesmo assim, enquanto ele me empurrava pra baixo naquele pau, um cara aproveitou que meu cu tava exposto e... finalmente empurrando o pau dele no meu cu. Eu tava tão chapada naquele momento, que só a sensação daquele monstro entrando no meu rabo já foi suficiente pra minha buceta começar a gozar. Depois de muito esforço, finalmente consegui enfiar o pau do jovem na minha garganta e sentir as bolas dele no meu queixo, com o pau do vagabundo no meu cu me motivando a me esforçar mais. Logo, um vagabundo se aproximou de mim, colocando o pau dele na frente da minha boca, então enquanto eu tava sendo fodida com força, eu tava chupando o pau dos jovens, colocando as pontas das rolas na minha boca ao mesmo tempo antes. Enfiando um deles na minha garganta, depois o outro. Nesse ponto, eu tava tão tesuda que já tava sentindo aqueles trovões saindo do pau do vagabundo, me eletrificando, me fazendo tentar satisfazer aquelas rolas na minha garganta com ainda mais força. A quantidade de paus que eu provei, o pau enorme no meu cu e os dois na minha boca, a quantidade de paus se masturbando diante daquela mesma visão, tudo isso fez aquele orgasmo anal tomar conta da minha mente ainda mais rápido, a tempestade orgásmica finalmente começou a se espalhar pelo meu corpo todo, e meus olhos reviraram. Com o pau de um dos jovens ainda enfiado fundo na minha garganta quando eu comecei a tremer e sacudir, dominada pelo meu primeiro orgasmo anal da noite. Enquanto eu tava em transe e vários vagabundos me seguravam, alguns até batiam na minha pele com os paus deles enquanto faziam isso. No momento em que voltei a mim, tava de joelhos sendo fodida por outro vagabundo enquanto os jovens continuavam se alternando pra foder minha garganta. De repente, os jovens me pegaram e me viraram, então agora eles me seguravam pela bunda e pela parte de cima das costas enquanto fodiam meu cu e minha garganta. Minha sensibilidade aumentou, meu corpo relaxou e eu sabia que qualquer um deles poderia me fazer gozar de novo só de me foder assim por um tempo. De novo eles trocaram de lugar, agora os dois Os caras pararam um do lado do outro pra eu enfiar os paus deles na entrada da minha garganta ao mesmo tempo, mas não consegui passar, então fiz isso enquanto pegava um de cada vez. Um jovem lubrificou o pau dele, sentou no chão e, enquanto o outro tirava o pau do meu cu, ele baixou minha bunda até o pau dele, me fazendo cavalgar. Como meu cu já tava esticado pelos paus maiores de antes, mal sentia ele, mesmo ele metendo e tirando do meu cu desde o começo enquanto os caras faziam o mesmo com minha garganta. Chupei um fundo enquanto batia punheta pro outro e depois vice-versa. Depois de uns minutos, um dos caras tirou o pau da minha boca e anunciou que ia gozar. Fiquei de joelhos ali, olhando pra ele pacientemente com meus olhões bem abertos implorando pela carga dele enquanto batia punheta com força, com minhas unhas bem cuidadas. Depois de algumas puxadas no pau dele, ele disparou a gozada direto na minha cara. Essa foi, de longe, a maior carga da noite, porque espirrou por cima do meu nariz, boca e queixo. Escorreu do meu queixo até meus peitos enquanto continuava saindo jorrando do pau dele. Quando terminou de gozar, ele pegou o pau e começou a limpar minha cara toda com ele, espalhando a porra ainda mais. Já tinha tomado quatro cargas de porra na cara e tava pronta pra próxima. Outro dos caras me agarrou o cabelo com uma mão e puxou minha cabeça pra trás enquanto batia punheta com a outra mão. A gozada número 5 logo veio do pau dele quando o pau preto dele disparou uma carga enorme de porra na minha boca que esperava. Mantive minha boca bem aberta pra ele mirar enquanto gozava, a porra doce e salgada dele encheu minha boca. Com um floreio final, o último jato dele espirrou por cima da minha boca direto no meu nariz. Assim que ele se afastou, mantive a boca aberta pra todos os caras verem a gozada na minha boca. Aí comecei a deixar tudo escorrer pra fora. boca pelo meu queixo e meus peitos. Assim que tocou meus peitos, comecei a esfregar tudo, cobrindo meus mamilos e peitos duros como pedra. Nesse ponto, eu estava completamente coberta de porra. Meu cabelo estava todo embaraçado com porra seca e grudenta, meus olhos ardiam. Parte dela escorria da minha testa e do meu queixo pros meus peitos, que também estavam cobertos. Tinha até no meu nariz! Tinha caído nas minhas meias. Só de olhar as manchas de porra contrastando na parte de cima de renda preta das minhas meias já era excitante.
— Tragam um espelho — disse seu pai, e me segurando pelo cabelo, me obrigou a me olhar no espelho, e lá se ajoelhou uma visão minha tão diferente que mal me reconheci. Meu olhar gótico coberto de porra, ainda rodeada de paus. Mas eu ainda queria mais porra, e o número 6 ainda não tinha gozado. Ele se aproximou de mim, e eu peguei o pau dele e meti na minha boca. Deixei cair minha mão livre até minha calcinha fio dental e puxei ela pro lado, deslizei meus dedos na minha buceta. Tava tão quente que eu precisava fazer algo a respeito, então toquei minha buceta encharcada e brinquei com meu clitóris enquanto chupava aquele pau. Chupei o pau número 6 o mais forte que pude enquanto me tocava. Quanto mais perto eu sentia que ele tava de gozar, mais perto eu chegava do meu. De repente, um segundo pau me empurrou na bochecha. Uma olhada rápida e vi que era o garoto mais novo de novo. Ele foi fiel à palavra dele de que teria uma segunda carga pra mim, pelo visto! Nessa altura, eu tava com fome de pau e porra, queria mais, e queria gozar também. Tirei minha boca do pau que eu tava chupando e me inclinei um pouco pra trás, esfregando meu clitóris enquanto os dois homens se inclinavam sobre mim, ambos batendo punheta com os paus na minha cara. O primeiro estourou, cobrindo meus olhos e testa, se misturando com as cargas anteriores no meu rosto. Meus olhos ardiam quando mais porra espirrou neles, grudando nas minhas ridículas pestanas postiças enormes e fazendo minha maquiagem escorrer e corri. Senti meu orgasmo crescendo e aumentando, meu corpo começou a tremer enquanto eu esfregava meu clitóris com mais força. Minha outra mão foi até o pau do cara mais novo e coloquei na minha boca, chupando o mais forte que pude. Gemi em volta do pau na minha boca quando comecei a gozar, meu corpo tremia de prazer me atravessando. O pau do moleque escapou da minha boca quando eu gozei, mas ele continuou se masturbando e, ao me ver brincando comigo mesma e gozando, disparou a segunda carga no meu rosto e na minha boca. Assim que desci do meu orgasmo, lambi sedutoramente os dedos e provei os sucos da minha própria buceta misturados com o esperma ao redor dos meus lábios. Olhei no espelho e me vi com porra no cabelo, na testa toda, nas bochechas e na boca, também escorrendo pelo queixo e nariz e grudada nos cílios, e pedi para eles pelo menos mais uma carga. O negão deu um passo à frente, batendo o pau nas minhas bochechas para começar e depois se punhetou furiosamente com força na minha frente. Com um gemido forte, disparou a segunda carga no meu rosto, jato após jato de esperma espirrando contra minha cara. Finalmente parou de gozar e deu um passo para trás, me deixando de joelhos coberta com oito cargas de porra.
Só de pensar nessa cena comecei a ficar excitada, não sei se era o certo, mas uma parte bem no fundo de mim desejava que eu estivesse lá, uma situação tão extrema só podia ser uma festa de prazer, algo que eu ansiava experimentar.
— Franco — ele me olhou nos olhos e, me segurando pelas mãos, continuou — Era uma bagunça nojenta, mas… eu tinha amado cada minuto e amava as sensações do esperma no meu rosto todo, mesmo que a quantidade grudasse nos meus olhos fazendo arder.
— Linda… — eu disse, mas ele me interrompeu de repente.
— Levantei a mão e, com uma das minhas unhas, limpei cuidadosamente o esperma das minhas pálpebras para poder enxergar direito. Com um sorriso safado que vi no espelho, abri a boca. de par em par e escorreu um pouco do sêmen da minha unha na minha boca e depois chupei sedutoramente o dedo pra aproveitar o gosto do sêmen, quando voltei a mim, me levantei e saí correndo de lá — ela mantinha a cabeça baixa e algumas lágrimas escorriam, peguei na mão dela e apertei com força, Linda, confusa, me olhou
— Você não está decepcionado comigo? — ela perguntou
— De jeito nenhum, tô orgulhoso que você aguentou esse martírio e pode acreditar, pode ficar aqui o tempo que quiser, juntos vamos superar isso — falei e sorri pra ela
— Juntos — uma voz se ouviu ao longe, era minha Mãe que se aproximou e abraçou a Linda, nunca pensei que veria essa cena, mas me dava paz que ambas tinham empatia, no entanto, algo mais tinha chamado minha atenção: minha tia e minha prima também estavam vidradas na situação. Todo aquele momento foi interrompido quando a campainha tocou, fui até a porta e, ao abrir, me deparei com uma figura familiar
— Oi, filho — meu pai disse ao me ver — Tava procurando minha putinha que escapou e queria saber se você viu ela
— Não, nada, não vi nada — falei
— Ah, tá bom, se ver alguma coisa me avisa, vale? — ele disse
De repente, ele se jogou em cima de mim, bateu na minha cabeça e me deixou desacordado
Quando acordei, a cena era bem diferente. Tava amarrado a uma cadeira de madeira, só de cueca, enquanto meus olhos se acostumavam com a luz do sol, comecei a ouvir umas batidas, tipo umas palmadas, seguidas de gemidos suaves de uma mulher jovem.
— Papai, para... Vou ser boazinha, prometo — enquanto ouvia isso, meus olhos finalmente focaram a cena
Na minha frente, meu pai tava sentado numa poltrona, tinha tirado o paletó do terno e a camisa tava meio desabotoada, sem sinal da gravata, mas não era isso que me deixava inquieto. Ele tinha a Linda deitada no colo dele, com os joelhos bem fincados no chão e as mãos amarradas nas costas com a gravata, Linda tava praticamente nua, só Ela usava umas meias de arrastão que deixavam a bunda dela completamente à mostra, sem nada por baixo, e uns pezigueiros que, pelo tom avermelhado que aparecia ao redor, prendiam os mamilos com pinças como castigo.
— Você já sabe o que acontece quando é malvada, minha coelhinha… cem palmadas e usar sua fantasia de coelhinha até a gente resolver seu deslize. — Meu pai deu uma última palmada na bunda já avermelhada da Linda e esticou o braço até um plug anal de coelho da Booty para enfiar sem cuidado nenhum, fazendo a Linda se arquear e gritar.
— Por favor, a máscara não… não gosto de ficar vestida de coelhinha…
— Por isso mesmo que é um castigo… — Ele acariciou com cuidado a bochecha da Linda enquanto a puxava para perto da boca para beijá-la com calma e depois passar para os lábios dela, tendo um beijo lento, mas que deixou o cara em questão no tesão. Ao se separar, colocou nela um capuz preto de coelhinha que só deixava visíveis os olhos e a boca, que por sua vez tinha que ficar aberta por causa da mordaça de argola que acompanhava o acessório.
— Não se engane, filho, essa puta adora ser tratada assim — ele disse em voz alta ao perceber que eu tinha recuperado a consciência.
— O… Onde estão minha mãe, minha tia e minha prima? — perguntei com esforço, porque a dor do golpe era forte.
— Estão onde as vadias como ela deveriam estar, amarradas em algum lugar da casa.
O fetiche e a obsessão dele em me ver e ver a Linda transando ia ser a ruína dele, porque minutos depois de bater e cuspir na Linda, ele me soltou para eu foder a Linda na frente dele.
— Por algum motivo, por mais que os putos não foi a mesma coisa, então já sabe, vai nessa — ele disse enquanto se deitava no sofá nos encarando fixamente.
— Não — falei firme na frente dele, e ele se levantou do sofá hostil.
— Não fala merda e faz o que eu mando.
Eu empurrei ele com força, derrubando ele e chutando ele várias vezes. Não soube como reagir, então soltei a Linda da cadeira e juntos saímos da casa correndo. Corremos por um tempo. metros, até que lembrei que as outras tinham ficado lá.
— A gente tem que voltar — falei pra Linda.
— Vamos com a autoridade, eles vão saber o que fazer.
— Não posso deixar elas com aquele monstro. Vai você com a polícia e conta o que tá rolando, eu vou com elas — falei e comecei a correr de volta.
Entrei pela porta e subi pro segundo andar, indo direto pro quarto onde elas já estavam amarradas. Entrei na surdina e tirei a mordaça da boca da minha mãe.
— Franco, cuidado! —
Quando me virei, vi meu pai vindo na minha direção com um abajur na mão e de repente… escuridão… o vazio, nenhum sentimento. Deve ser assim que se sente morrer, pensei. Pera, não posso estar morto. Com esforço, abri meus olhos. Gritos pra todo lado, o som das sirenes das viaturas e ambulâncias machucava meus ouvidos, e de novo, inconsciência.
Senti que foi só um piscar de olhos quando acordei de novo. Dessa vez, tava deitado numa cama, num lugar que parecia hospital, junto com minhas mulheres queridas. Tudo tinha acabado, e era hora de recomeçar.
Foi mais ou menos dois meses depois do casamento que a gente se acomodou de novo numa vida "normal", com a Linda agora se juntando à nossa pequena tribo, de aliança e tudo. Ela se encaixou perfeitamente e logo tava rodeada do mesmo amor e carinho que todas as outras minas pareciam sentir. Todo mundo ia trabalhar e voltava pra casa, tirava a roupa e a gente curtia ficar junto.
Claro, a gente não vivia trancado nem nada, saía pra jantar, cinema, minigolfe, bar, vinícola e cervejaria. Pro mundo lá fora, eu e minha mãe éramos só um casal feliz e casado, que morava com vários amigos pra ajudar a pagar a casa e juntar uma grana. Me surpreendeu que ninguém parecia perceber o quanto as minas eram safadas e carinhosas comigo, com a minha mãe ou entre elas.
O dia em questão era uma segunda-feira e eu tava voltando do trabalho a pé. Dia bem normal, sem grandes dores de cabeça nem nada. A gente tinha acabado de ter um fim de semana divertido vendo filme, comendo pipoca e transando pra caralho. Eu tinha notado algumas das minas cochichando entre si durante o fim de semana, mas não liguei muito. Parei e percebi que todo mundo já tava em casa quando saí do carro e entrei.
Assim que entrei, ouvi de novo umas vozes baixas e olhei pra mesa da cozinha, vendo as cinco mulheres conversando entre si. Teve sorriso e risada quando eu apareci.
— Oi, pessoal — falei alto, esperando resposta.
— Oi, Franco... — todas em uníssono, o que me fez pensar se tinham ensaiado.
— Qual é a boa? — perguntei pra quem quisesse me responder.
— Por que você não fica à vontade e vem se juntar a gente? — sugeriu minha tia.
Levantei uma sobrancelha, mas fiz o que pediram. Subi as escadas, tirei a roupa e fui me juntar ao grupo na mesa. Sentei do lado da minha mãe e da minha prima, com todas as outras minas reunidas e me olhando, com sorrisos tão largos quanto a cara delas.
— Então, qual é a novidade? — perguntei. me perguntando o que eles estavam pescando. Imaginei que fosse alguma garota nova que queriam trazer ou algo do tipo
—Bom, a gente tem conversado nos últimos dias e queria saber o que você acha de uma coisa— disse Linda segurando minha mão, que estava meio suada de nervoso. —Não é nada ruim, juro, gata— falou de forma tranquilizadora
—Tá bom— respondi enquanto Linda continuava
—O que você acha de formar uma família?— ela perguntou.
—A gente já não é tudo família?— perguntei meio confuso, o que arrancou uns "awws" e sorrisos na mesa toda.
—Ela tá falando de bebês— minha Mãe disse mais diretamente, e eu fiquei pensativo
—A gente tava pensando que, já que todo mundo tá seguro nos empregos na maior parte, queria ver como você se sente sobre a gente parar com o anticoncepcional— disse minha Tia
—¡Todas vocês?! — eu disse, com o coração batendo forte no peito.
—Bom, é o que a gente tá pensando — disse minha prima quando me virei pra ela. — Todas nós vamos parar com o anticoncepcional até que uma engravide. Quem conseguir primeiro, fica com o bebê, e o resto volta a tomar até o neném nascer. As chances de mais de duas engravidarem de uma vez são bem baixas, então você não vai ter que lidar com uma casa cheia de mulher hormonal.
—Todas vocês querem engravidar?! — perguntei, estupefato, pra uma sala cheia de risadas.
—Claro, bobinho — disse minha mãe, brincando. — A gente te ama e sabe que você vai ser um pai foda! — Respirei fundo, tentando acalmar o coração.
—Você não quer ser pai? — perguntou Linda, com a voz doce e musical.
—Quer dizer, quero sim — falei pra sala —, mas como é que isso vai funcionar?
—Então, a gente pensou assim — disse Linda, assumindo o controle de novo. — Cada uma vai ter um, e depois a gente volta a tomar a pílula até todas terem um bebê cada. Aí, se você quiser, faz uma vasectomia pra fechar a fábrica de filhos — disse com um sorriso.
—Você topa isso, papai? — perguntou minha tia, mexendo o corpo pra eu ver os bicos dos peitos durinhos como pedra só de pensar na ideia.
—Quer dizer, acho que sim — respondi, depois de cinco minutos processando tudo. — Acho que só tô tentando entender como tudo vai se encaixar.
—Minha irmã já topou ser a mãe e dona de casa pra gente. Ela vai cuidar da escola e de toda a estrutura — disse minha tia.
—Tô muito animada — falou minha mãe, toda feliz, enquanto minha tia e minha prima massageavam as costas dela. — Acho que vou saber lidar com o equilíbrio necessário. Claro, nada de sexo de nenhum tipo na frente das crianças até elas virarem adultas.
Fiquei sentado em silêncio por um minuto ou dois, absorvendo tudo. Dois meses depois de um... Casamento em grupo e agora estão me jogando uma bola curva enorme. Refleti enquanto todos olhavam para o meu rosto, tentando entender onde minha mente estava.
— O que você está pensando, bebê? — Minha Prima perguntou com certa preocupação.
— Estou pensando em muitas coisas agora — falei honestamente. — Não estamos indo rápido demais com isso? O casamento não foi há tanto tempo assim.
— Rápido demais, cedo demais? — perguntou Minha Tia, soando um pouco decepcionada.
— Só tem muita coisa para absorver agora — respondi. — Todo mundo entende que ainda é estranho para mim que todos queiram morar aqui e ficar com a gente. Acho que uma parte de mim sempre pensou... — falei, sem querer terminar meu pensamento.
— A gente ia deixar isso pra depois — disse minha Prima, enquanto eu concordava com a cabeça. Linda segurou minha mão e apertou contra o coração dela.
— Isso nunca vai acontecer — falou ela, cheia de emoção e convicção. Olhei ao redor da mesa e todo mundo tinha o mesmo olhar.
— Mas se eu engravidar vocês — comecei a dizer —, isso significa que vou fazer parte da vida de vocês pra sempre. Não tem volta. Minha Mãe se inclinou sobre a mesa, os peitões enormes dela pressionando contra a mesa.
— Por que você acha que a gente quer fazer isso? — perguntou ela com uma piscada poderosa o suficiente pra fazer meu pau se contorcer. Todas as mulheres agora estavam sorrindo pra mim, deixando claro que queriam isso. Queriam que esse vínculo, essa família, durasse e que estivessem nela a longo prazo.
— Caralho... — falei, esfregando a têmpora com tudo isso. Sabia que um dia ia querer formar uma família, mas não pensei que esse dia chegaria tão rápido!
— Você tá bem, querido? — Linda perguntou com a voz preocupada.
— Sim, só tô processando isso — falei pra ela e pra todo mundo.
— Franco, a gente não quer te pressionar — disse minha Tia com uma voz calma. — Não queremos que você pense que a gente tá te encurralando e que você não tem voz — provavelmente tentando me garantir que eu não voltasse pra briga que tive antes. — Só queríamos que você soubesse onde a gente tá e o que queremos viver com você. Eu ri disso.
— Me acertando com os dois canos, hein? — falei pra minha Tia com um sorriso. Ela sorriu e deu de ombros, aqueles peitões perfeitos tamanho D se mexendo enquanto fazia isso. — Quer dizer, vocês têm certeza que realmente querem...
— SIM! — todas gritaram, alto e claro, quase me derrubando da cadeira.
— Como é que isso ia funcionar? — perguntei. — Se eu disser que sim?
— A gente ia parar de usar anticoncepcional e ver no que dá — disse Linda. — A gente pensou que, quando estivéssemos prontas e ovulando, passaríamos uma noite com você e veríamos se precisa. Assim que alguém engravidar... a estar grávida, volte a tomar a pílula até depois que o bebê nascer.
— Bom… — falei, tentando resolver tudo isso rapidamente com todas as garotas me olhando. Elas queriam uma resposta, mas eu precisava de espaço. — Vocês se importam se eu der uma saída e pensar nisso tudo? — Todas balançaram a cabeça.
— Toma todo o tempo que precisar — disse Linda, me dando um beijo na bochecha enquanto Minha Prima se preparava pra fazer o jantar. Saí pro quintal e me sentei, pensando em tudo na minha cabeça. Será que eu tava realmente pronto pra uma família? Uma família assim? E se todas engravidassem ao mesmo tempo?! Eu podia estar olhando pro cano de cinco mães hormonais e depois cinco bebês superativos.
Me virei e olhei pra casa, e vi que enquanto as garotas me davam espaço, todas continuavam olhando pela janela, me encarando nervosas. Tentei me distrair daquilo, mas não tava funcionando muito bem. Amava todas elas e queria dar o que elas queriam, sabendo muito bem que nunca pediam muito, apesar de tudo que tinham me dado.
Olhei pro sol se pondo, quando ouvi Minha Prima gritar que o jantar tava pronto. Voltei pra dentro e sentei à mesa, a tensão no ar agradável. Todas me olhavam nervosas enquanto Minha Prima servia costeletas de porco antes de sentar. Achei que tinha que quebrar o gelo.
— Acho que todas querem saber o que decidi, né? — falei, dando uma mordida.
— Você decidiu? — Linda disse, com um pouco de medo na voz. Assenti enquanto todas se inclinavam um pouco.
— Amo muito todas vocês — falei, olhando pras cinco caras no cômodo, quase todas com um brilho nos olhos. — Se vocês querem isso, quero dar pra vocês.
As cadeiras voaram quando as quatro se levantaram e me cercaram com abraços, beijos e uns amassos. As garotas insistiram em comemorar depois do jantar e eu devo ter gozado umas quatro vezes naquela noite. Tentei conseguir uma quinta pra Linda, mas tava exausto.
Em questão de dias, os DIUs estavam fora, as pílulas tinham sido arquivados e os implantes retirados. Linda saiu e comprou testes de ovulação, pelo que parecia, e começou o jogo da espera. A gente tinha decidido que era justo que ela fosse a primeira a ser minha esposa legal e a cabeça do harém, depois seria quem ovulasse primeiro. O trato era que quem estivesse ovulando teria direito exclusivo ao meu sêmen até acabar. Uma semana depois, Linda estava ovulando e, depois do jantar, subimos para o quarto principal; as meninas usaram os outros quartos para passar a noite. Minha esposa sentou na cama e me sorriu.
— Faz tempo que não somos só nós dois? — ela disse com um sorriso.
— Ciumenta? — perguntei de brincadeira, sabendo muito bem que não era.
— Sabichão — ela falou enquanto abria as pernas. — Agora, vem me dar prazer e fazer nosso bebê.
Me ajoelhei na frente dela e comecei a lamber a buceta dela, sendo gentil e carinhoso como sempre fazia. Agarrei os peitos dela e comecei a brincar com os mamilos, gemendo baixinho pelo prazer que estava recebendo tanto dela quanto de mim. Lambi e brinquei, sentindo a umidade dela encostar no meu rosto. Depois comecei a mordiscar o clitóris dela.
— Ah, porra! — ela gemeu. Continuei, decidido a dar um orgasmo pra ela antes de chegar ao verdadeiro assunto da noite. Enfiei dois dedos na boceta dela e o mindinho no cu dela, e logo ela estava ofegante no orgasmo, os peitos balançando pra todo lado.
— Meu Deus! — ela disse enquanto gozava, respirando pesado, seguindo o ritmo. Depois olhou para baixo do corpo dela, pra mim, e sorriu. — Sua vez...
Ela me sorriu enquanto eu montava nela, meu pau deslizando perfeitamente dentro dela. Tomei a decisão desde o começo de que não ia meter em nenhuma das garotas durante isso, só fazer amor. Amor puro e simples, na esperança de dar a elas o que queriam. Fui num ritmo lento, me beijando com Linda enquanto avançava, nossas línguas brincando uma com a outra.
As mãos de Linda Estavam no meu rabo, querendo tirar o máximo de mim que pudessem. Continuei andando devagar, quando a Linda sussurrou no meu ouvido.
—Te amo, Franco —disse ela baixinho. —Me fode. Me fode e derrama tua semente em mim. Me dá teu amor e me dá a vida—.
Como de costume, a Linda conseguia me provocar com as palavras dela enquanto eu seguia em frente. Só aumentei um pouco o ritmo, fazendo ela gemer um pouco mais. Dava pra sentir meu próprio orgasmo chegando enquanto sentia ela se apertar. Íamos gozar juntos e, alguns segundos depois, foi exatamente o que fizemos.
—UNGH! —gemi enquanto jato após jato do meu esperma entrava nela, inundando as paredes dela com a esperança de chegar no útero.
—Ohhh... —disse ela baixinho quando eu desci de cima dela, a mão da Linda cobrindo a buceta dela, tentando manter o máximo do meu sêmen dentro dela possível.
Foi assim nos dias seguintes, a Linda recebendo todo o meu sêmen. Quando o período fértil dela terminou, as meninas ficaram felizes em poder dividir nossa cama de novo, mas só por dois dias.
Minha Mãe foi a próxima a ficar fértil, fato que me surpreendeu já que ela tinha colocado o implante e eu pensei que demoraria mais. Todas as garotas nos desejaram sorte, e eu entrei sozinho no quarto principal com a Minha Mãe.
—Sabe —disse Minha Mãe, enquanto se sentava na cama —, a gente nunca tinha transado sozinhos—.
Parei um segundo pra pensar nos últimos dois meses e percebi que ela tinha razão. Toda vez que a gente comia, uma ou mais das outras garotas estavam pelo menos por perto, senão envolvidas. Sorri pra ela.
—Então acho que preciso fazer isso extra especial —falei com um sorriso. Ela se deitou na cama e começamos a nos beijar, enquanto brincávamos com as partes íntimas um do outro. Dava pra sentir que ela já estava molhada, mas isso não impediu meus dedos de acharem o ponto G dela e aumentarem a lubrificação.
Minha Mãe estava ocupada acariciando e acariciando meu pau, garantindo que estivesse completamente duro e pronto. para ela. Depois de uns minutos nisso, ela tava molhada e eu tava duro.
—Franco —ela falou baixinho—, quero montar em você —pediu sem fôlego.
Eu levantei e virei de costas, deixando Minha Mãe sentar de pernas abertas em cima de mim. Com um brilho nos olhos e um sorriso, ela se inclinou sobre mim.
—Vai devagar —pedi—, quero fazer amor com você.
Minha Mãe aceitou de boa, indo num ritmo bem suave. Os peitos monumentais dela balançavam com o esforço, os bicos duros e eretos. Agarrei ela pela nuca e beijei fundo, deixando nossas paixões falarem pelas línguas e pelas partes. Deixei minhas mãos percorrerem o corpo todo dela, dos ombros até a bunda grande e flexível. Durante tudo isso, ela manteve o ritmo lento em cima de mim.
Aí peguei um dos bicos dela com os lábios, sabendo o quanto ela adorava brincar com as tetas pesadas dela.
—PORRA! —ela gemeu quando lambi e mordi de leve o bico dela. O ritmo dela aumentou um pouco com isso, o aperto da buceta dela me dizia que um orgasmo tava chegando. Usei a outra mão pra brincar com o outro peito dela e mandar ela pro além. —AI MEU DEUS! —exclamou quando gozou forte no meu pau, sem parar o ritmo nem uma vez.
Uns minutos disso e eu tava pronto pra jorrar, o que devia ser óbvio pela minha cara, porque Minha Mãe só olhou pra mim e sorriu.
—Goza dentro de mim —gemeu—. Ah, Deus, goza bem fundo dentro de mim —implorou.
30 segundos depois, realizei o desejo dela quando me descarreguei dentro dela, virei Minha Mãe de barriga pra cima pra não vazar nada do meu leite. Continuamos nos beijando por uns minutos enquanto ela deixava minha carga escorrer pra dentro dela.
Minha Prima foi a próxima a ovular, pulando de alegria porque agora era a vez dela, mais ou menos uma semana depois da Minha Mãe. Depois do jantar, ela pediu pros outros cuidarem da louça e praticamente me tirou da cadeira e me levou pro quarto. Assim que a porta fechou A porta, ele me empurrou na cama, abriu minhas pernas e nos colocou numa posição de 69. Ela não perdeu tempo babando no meu pau e eu cuidei da buceta molhada dela, que já estava encharcada. As meninas depois notaram uma mancha úmida na cadeira dela do jantar.
—Estive esperando por isso tanto tempo, Franco—, gemeu enquanto meu pau estava no meio da garganta dela. Fui fundo na buceta dela, tendo muita experiência em saber exatamente do que ela gostava. Era sobre o prazer dela e a semente na minha mente, e eu queria que ela tivesse um momento memorável. Por isso, comecei a chupar com força o clitóris saliente dela.
—PORRA!— gritou, cuspindo meu pau da boca dela. Com as descargas que eu estava dando, vários mini-orgasmos, sabia que ela não conseguia continuar me chupando como antes. Ela só lambia e chupava enquanto continuava se contorcendo em cima de mim, quase como se estivesse possuída por um demônio, e eu estava fazendo o exorcismo.
Depois de dois minutos, ela me implorou para parar enquanto ainda tinha função cerebral. Então, deslizou pelo meu peito e agora se levantou para poder me enfiar dentro dela. Assim como com as outras duas antes, queria que minha Prima fosse devagar, o que foi um desafio. Minha Prima normalmente adorava foder forte e rápido, mas não dessa vez.
Usei minhas mãos para mostrar o ritmo que queria que ela seguisse, lento e amoroso. No entanto, ela pareceu aceitar, já que não acelerou e continuou cavalgando no meu pau. Também tive a chance de esfregar e acariciar a bunda dela, enquanto ela me montava como uma cowgirl. Aquela bunda redonda dela, que ela adorava mostrar, se gabar e usar para me tentar a pegá-la.
—Amo suas mãos em mim, Franco—, disse ela em voz baixa.
—Também é ótimo para mim—, admiti para a bela integrante do harém montando meu pau para pegar o líquido do meu bebê.
Logo decidi por uma posição mais íntima, colocando ela de costas e colocando as pernas dela sobre meus ombros.
—Ah, porra...— Minha Prima gemeu quando comecei a empurrar, devagar. Dava pra ver do meu ponto de vista sobre ela que ela tava num estado de pura alegria e prazer. A buceta dela, normalmente apertada, agora tava super apertada, e mais tarde ela disse que conseguia sentir cada veia e cada pancada ao longo da minha pica.
Como antes, não me apressei nem comecei a socar ela, mesmo sabendo que ela teria adorado. Fui gentil e carinhoso, brincando com os peitos dela enquanto ela cavalgava um orgasmo que dificultava eu continuar empurrando.
— Ai, porra! — ela gemeu. — Franco, isso é uma delícia! Por favor, goza dentro de mim — ela implorou. — Despeja essa porra de leitinho em mim!
Mais umas metidas com esse tipo de conversa e eu fiz exatamente isso, jorrando minhas gozadas dentro dela, e ela me olhando com um sorriso bem satisfeito enquanto mantinha as pernas apoiadas pra segurar meu sêmen dentro.
Uns dias depois, foi a vez da Minha Tia. Assim como com as outras mulheres, tudo tinha sido uma experiência de um pra um, eu queria que todas as garotas estivessem lá pelo menos na primeira noite. As garotas rodearam a cama quando entrei no quarto, a Minha Tia no meio da cama, com as pernas abertas. Ela ficou se esfregando a buceta, querendo que todos os sucos escorressem dela imediatamente.
— Franco... — ela disse com uma luxúria gutural e absoluta clareza. — Pra mim, não quero nenhuma preliminar. Não quero introdução nem nada. Quero que você entre em mim e me dê o que eu sonhei desde o primeiro momento em que você me comeu.
Não tinha realmente nada que eu pudesse dizer pra isso. Subi em cima dela e deslizei naquela racha gostosa dela. Ela envolveu os braços e as pernas em volta de mim enquanto eu empurrava devagar. Não faço ideia do que as mulheres estavam fazendo nisso tudo, mas depois fiquei sabendo que elas só estavam se dedilhando umas nas outras. Naquele momento, os únicos dois seres no universo éramos eu e a Minha Tia.
Ela ficou me beijando, sem deixar meus lábios se separarem dos dela. A gente fez amor devagar e apaixonado enquanto nossos Os corpos fluíam juntos numa onda de prazer. Eventualmente, ela quebrou o beijo e sussurrou no meu ouvido.
—Te amo, Franco —murmurou alto o bastante pra eu ouvir. —Quero ter nosso filho. Quero que nosso amor fique unido pra sempre e quero que você me ame a vida toda.
—Vou fazer—, falei baixinho enquanto seguia em frente.
Dessa vez não teve orgasmos exagerados. A gente se encontrou e foi simplesmente doce e amoroso. Gozei dentro dela e ela gemeu baixinho com o próprio orgasmo enquanto nos abraçávamos e nos olhávamos.
—Você conseguiu—, disse minha Tia com um sorriso, —Sei que agora tem um bebê dentro de mim. Nosso bebê—, ela me falou, antes de se virar e olhar para todas as mulheres. —Nosso filho—
Encontrando os olhos das quatro mulheres na nossa cama, fiz questão de sorrir para cada uma delas. "Seja lá o que vier depois, tenho certeza de que será tão espetacular quanto os quinze anos anteriores e além, cheios de todo o amor e felicidade que vivemos desde o dia em que fiz dezoito. Foi aquele dia que trouxe este momento." Beijando cada uma delas, sussurrei o quanto as amava.
Tudo o que eu tinha feito até agora e tudo o que faria no futuro era pela minha família.
Aqui termina essa história. Valeu pelo apoio, em breve vocês vão saber o que vem por aí na próxima história.
Tem muita coisa pra melhorar, e enquanto tiver apoio, vou tentar dar o meu melhor. Valeu.
Ela me olhou e disse: — Teu pai é um lixo de ser humano
Me aproximei dela bem na hora em que ela desmaiou nos meus braços
— Traz ela, deita no sofá — disse minha tia, preocupada
— O que será que aconteceu com ela? — perguntou minha mãe
— Não faço ideia, mas parece que ela passou mal — respondeu minha tia
Logo Linda tinha pegado no sono, porque já era tarde, e tanto minha tia quanto minha mãe decidiram fazer o mesmo, me deixando cuidando de Linda
Sentei ao lado dela e, só alguns momentos depois, percebi um cheiro desagradável vindo dela. Examinando, cheguei até a virilha dela, onde não precisei fazer muito esforço, porque, graças ao fato de ela usar uma mini fio dental, foi muito fácil puxar pra o lado
Assim que puxei, um jato de porra começou a escorrer da buceta dela. Ela sentiu aquela escorrida e acordou na hora
— Franco, graças a Deus você está aqui. E… eu não sei o que teria dito pra sua mãe ou pra sua tia — disse assim que me viu
— Você tá bem? — perguntei
— Não. O que seu pai fez comigo não tem perdão — ela me abraçou, e senti a respiração dela se acalmando
— Olha, primeiro vamos ao banheiro pra você tomar um banho, e depois você me conta, ok? — falei, e ela concordou com a cabeça
Fomos pro banheiro com cuidado pra não acordar ninguém. Quando chegamos, os dois entraram. Linda começou a tirar a roupa e jogou direto no lixo
— Acho que você vai ter que arrumar uma roupa nova pra mim — disse Linda com um sorrisinho
— Claro, já volto — saí do banheiro, mas não sem antes dar uma olhada no corpo incrível de Linda, como a água ensaboada brincava com cada curva dela. Não conseguia imaginar que alguém poderia machucar um ser tão gostoso. Quando ela terminou de se lavar, ofereci um pijama que eu não usava. Como ela era mais alta, ficou um pouco pequeno. Fomos pra cozinha, fiz um chá pra ela e sentei na mesa Junto com ela
—Bem, me conta o que aconteceu? — perguntei, e os olhos dela ficaram marejados de novo
—Quando você foi embora, seu pai ainda não estava satisfeito, então me colocou aquela roupa que mal cobria meu corpo e, com o vibrador ainda ligado, subimos no carro. Ele dirigiu por alguns minutos e chegamos ao parque que não fica longe daqui. Desci do carro e me deparei com um grupo de mendigos que passavam a noite ali, e seu pai… seu pai — as lágrimas dela brotaram de novo
—Tá bem, calma, podemos ir dormir, amanhã… —
—Não! — ela me interrompeu de repente e continuou — Seu pai me colocou de joelhos e me ofereceu praqueles mendigos como se eu fosse um pedaço de carne. Eles estavam confusos, não sabiam como reagir até que um tomou a iniciativa. Se aproximou, tirou o pau pra fora e enfiou na minha boca. Era grande, grosso e, acima de tudo, fedorento, mesmo assim comecei a chupar porque, se não fizesse, temia pela minha vida. Eventualmente, eu chupei e senti as bolas dele batendo no meu queixo enquanto ele esfregava minha cara na virilha dele e o pau dele perfurava minha garganta. O pau daquele mendigo foi o primeiro a me fazer sentir a eletricidade percorrendo meu corpo. Não sabia se era aquilo ou o vibrador que ainda estava dentro de mim. Logo se aproximaram outros três, uns velhotes, mas isso não os impediu. Simplesmente baixaram as calças, tiraram os paus e os aproximaram de mim, deixando-os perto o suficiente pra eu mesma cuidar das rolas deles. Então enfiei na garganta um por um, chupei dois ao mesmo tempo e, antes de terminar, coloquei os três na boca de uma vez. Pensei que tinha acabado ali, mas ainda segurando os paus deles nas mãos, acariciando enquanto mais gente se aproximava pra ver, vieram outros três vagabundos com os paus um pouco maiores nas mãos e um um pouco menor pra substituir os três anteriores. Mas eles eram mais brutos e agressivos, me batendo com as mãos e com os paus, fodendo minha boca com violência e profundidade. —Mmm, que garota boa —sussurrou um deles no meu ouvido enquanto abaixava um pouco minha calça e começava a esfregar o pau já lubrificado pra cima e pra baixo na minha racha do cu. Eu gemia nos três paus que violentavam minha boca, mas quando eles saíram, foram substituídos pelos dois maiores.
—É melhor você cooperar. Não queremos que esses cavalheiros fiquem insatisfeitos, queremos? —seu pai se aproximou de mim e disse. Eu conhecia aquele tom de voz e sabia que se não obedecesse, ia ser pior. Então peguei aqueles paus, me empalando neles com toda minha força. Um deles continuou deslizando o pau no meu cu, nas minhas coxas, na minha virilha, e então me lembrou: "Já já você termina, querida. Só faltam três caras pra acabar esse castigo." Naquele momento, o círculo de paus ao meu redor trocou de lugar com outros completamente diferentes, os paus grandes deles ao ar livre, sendo acariciados enquanto os donos me encaravam. Quando terminaram de foder minha boca um após o outro, dois outros homens tomaram seus lugares. Eram dois jovens, os paus deles eram maiores e mais grossos que os dos outros. Um deles se aproximou primeiro e no começo eu resisti, mas sabia que era inevitável, porque no momento em que um dos caras me deixou respirar, esse jovem bateu na minha cara com o pau e enfiou tudo na minha garganta, segurando minha cabeça com as duas mãos e fodendo minha cara com força. Depois de um tempo, em vez de foder minha cara ele mesmo, me pegou pelo cabelo e começou a forçar minha cara contra o pau dele tão rápido que quase fez minha cabeça girar. E depois de um tempo, me afastou do pau dele e me obrigou a virar a cabeça pra esquerda, e me empalou no pau do outro cara que estava parado ali, me fazendo vomitar algumas vezes. Tentei enfiar o pau dele na minha garganta de uma vez, mas tive dificuldade porque era um pouco mais grosso que os outros. Mesmo assim, enquanto ele me empurrava pra baixo naquele pau, um cara aproveitou que meu cu tava exposto e... finalmente empurrando o pau dele no meu cu. Eu tava tão chapada naquele momento, que só a sensação daquele monstro entrando no meu rabo já foi suficiente pra minha buceta começar a gozar. Depois de muito esforço, finalmente consegui enfiar o pau do jovem na minha garganta e sentir as bolas dele no meu queixo, com o pau do vagabundo no meu cu me motivando a me esforçar mais. Logo, um vagabundo se aproximou de mim, colocando o pau dele na frente da minha boca, então enquanto eu tava sendo fodida com força, eu tava chupando o pau dos jovens, colocando as pontas das rolas na minha boca ao mesmo tempo antes. Enfiando um deles na minha garganta, depois o outro. Nesse ponto, eu tava tão tesuda que já tava sentindo aqueles trovões saindo do pau do vagabundo, me eletrificando, me fazendo tentar satisfazer aquelas rolas na minha garganta com ainda mais força. A quantidade de paus que eu provei, o pau enorme no meu cu e os dois na minha boca, a quantidade de paus se masturbando diante daquela mesma visão, tudo isso fez aquele orgasmo anal tomar conta da minha mente ainda mais rápido, a tempestade orgásmica finalmente começou a se espalhar pelo meu corpo todo, e meus olhos reviraram. Com o pau de um dos jovens ainda enfiado fundo na minha garganta quando eu comecei a tremer e sacudir, dominada pelo meu primeiro orgasmo anal da noite. Enquanto eu tava em transe e vários vagabundos me seguravam, alguns até batiam na minha pele com os paus deles enquanto faziam isso. No momento em que voltei a mim, tava de joelhos sendo fodida por outro vagabundo enquanto os jovens continuavam se alternando pra foder minha garganta. De repente, os jovens me pegaram e me viraram, então agora eles me seguravam pela bunda e pela parte de cima das costas enquanto fodiam meu cu e minha garganta. Minha sensibilidade aumentou, meu corpo relaxou e eu sabia que qualquer um deles poderia me fazer gozar de novo só de me foder assim por um tempo. De novo eles trocaram de lugar, agora os dois Os caras pararam um do lado do outro pra eu enfiar os paus deles na entrada da minha garganta ao mesmo tempo, mas não consegui passar, então fiz isso enquanto pegava um de cada vez. Um jovem lubrificou o pau dele, sentou no chão e, enquanto o outro tirava o pau do meu cu, ele baixou minha bunda até o pau dele, me fazendo cavalgar. Como meu cu já tava esticado pelos paus maiores de antes, mal sentia ele, mesmo ele metendo e tirando do meu cu desde o começo enquanto os caras faziam o mesmo com minha garganta. Chupei um fundo enquanto batia punheta pro outro e depois vice-versa. Depois de uns minutos, um dos caras tirou o pau da minha boca e anunciou que ia gozar. Fiquei de joelhos ali, olhando pra ele pacientemente com meus olhões bem abertos implorando pela carga dele enquanto batia punheta com força, com minhas unhas bem cuidadas. Depois de algumas puxadas no pau dele, ele disparou a gozada direto na minha cara. Essa foi, de longe, a maior carga da noite, porque espirrou por cima do meu nariz, boca e queixo. Escorreu do meu queixo até meus peitos enquanto continuava saindo jorrando do pau dele. Quando terminou de gozar, ele pegou o pau e começou a limpar minha cara toda com ele, espalhando a porra ainda mais. Já tinha tomado quatro cargas de porra na cara e tava pronta pra próxima. Outro dos caras me agarrou o cabelo com uma mão e puxou minha cabeça pra trás enquanto batia punheta com a outra mão. A gozada número 5 logo veio do pau dele quando o pau preto dele disparou uma carga enorme de porra na minha boca que esperava. Mantive minha boca bem aberta pra ele mirar enquanto gozava, a porra doce e salgada dele encheu minha boca. Com um floreio final, o último jato dele espirrou por cima da minha boca direto no meu nariz. Assim que ele se afastou, mantive a boca aberta pra todos os caras verem a gozada na minha boca. Aí comecei a deixar tudo escorrer pra fora. boca pelo meu queixo e meus peitos. Assim que tocou meus peitos, comecei a esfregar tudo, cobrindo meus mamilos e peitos duros como pedra. Nesse ponto, eu estava completamente coberta de porra. Meu cabelo estava todo embaraçado com porra seca e grudenta, meus olhos ardiam. Parte dela escorria da minha testa e do meu queixo pros meus peitos, que também estavam cobertos. Tinha até no meu nariz! Tinha caído nas minhas meias. Só de olhar as manchas de porra contrastando na parte de cima de renda preta das minhas meias já era excitante.
— Tragam um espelho — disse seu pai, e me segurando pelo cabelo, me obrigou a me olhar no espelho, e lá se ajoelhou uma visão minha tão diferente que mal me reconheci. Meu olhar gótico coberto de porra, ainda rodeada de paus. Mas eu ainda queria mais porra, e o número 6 ainda não tinha gozado. Ele se aproximou de mim, e eu peguei o pau dele e meti na minha boca. Deixei cair minha mão livre até minha calcinha fio dental e puxei ela pro lado, deslizei meus dedos na minha buceta. Tava tão quente que eu precisava fazer algo a respeito, então toquei minha buceta encharcada e brinquei com meu clitóris enquanto chupava aquele pau. Chupei o pau número 6 o mais forte que pude enquanto me tocava. Quanto mais perto eu sentia que ele tava de gozar, mais perto eu chegava do meu. De repente, um segundo pau me empurrou na bochecha. Uma olhada rápida e vi que era o garoto mais novo de novo. Ele foi fiel à palavra dele de que teria uma segunda carga pra mim, pelo visto! Nessa altura, eu tava com fome de pau e porra, queria mais, e queria gozar também. Tirei minha boca do pau que eu tava chupando e me inclinei um pouco pra trás, esfregando meu clitóris enquanto os dois homens se inclinavam sobre mim, ambos batendo punheta com os paus na minha cara. O primeiro estourou, cobrindo meus olhos e testa, se misturando com as cargas anteriores no meu rosto. Meus olhos ardiam quando mais porra espirrou neles, grudando nas minhas ridículas pestanas postiças enormes e fazendo minha maquiagem escorrer e corri. Senti meu orgasmo crescendo e aumentando, meu corpo começou a tremer enquanto eu esfregava meu clitóris com mais força. Minha outra mão foi até o pau do cara mais novo e coloquei na minha boca, chupando o mais forte que pude. Gemi em volta do pau na minha boca quando comecei a gozar, meu corpo tremia de prazer me atravessando. O pau do moleque escapou da minha boca quando eu gozei, mas ele continuou se masturbando e, ao me ver brincando comigo mesma e gozando, disparou a segunda carga no meu rosto e na minha boca. Assim que desci do meu orgasmo, lambi sedutoramente os dedos e provei os sucos da minha própria buceta misturados com o esperma ao redor dos meus lábios. Olhei no espelho e me vi com porra no cabelo, na testa toda, nas bochechas e na boca, também escorrendo pelo queixo e nariz e grudada nos cílios, e pedi para eles pelo menos mais uma carga. O negão deu um passo à frente, batendo o pau nas minhas bochechas para começar e depois se punhetou furiosamente com força na minha frente. Com um gemido forte, disparou a segunda carga no meu rosto, jato após jato de esperma espirrando contra minha cara. Finalmente parou de gozar e deu um passo para trás, me deixando de joelhos coberta com oito cargas de porra.
Só de pensar nessa cena comecei a ficar excitada, não sei se era o certo, mas uma parte bem no fundo de mim desejava que eu estivesse lá, uma situação tão extrema só podia ser uma festa de prazer, algo que eu ansiava experimentar.
— Franco — ele me olhou nos olhos e, me segurando pelas mãos, continuou — Era uma bagunça nojenta, mas… eu tinha amado cada minuto e amava as sensações do esperma no meu rosto todo, mesmo que a quantidade grudasse nos meus olhos fazendo arder.
— Linda… — eu disse, mas ele me interrompeu de repente.
— Levantei a mão e, com uma das minhas unhas, limpei cuidadosamente o esperma das minhas pálpebras para poder enxergar direito. Com um sorriso safado que vi no espelho, abri a boca. de par em par e escorreu um pouco do sêmen da minha unha na minha boca e depois chupei sedutoramente o dedo pra aproveitar o gosto do sêmen, quando voltei a mim, me levantei e saí correndo de lá — ela mantinha a cabeça baixa e algumas lágrimas escorriam, peguei na mão dela e apertei com força, Linda, confusa, me olhou
— Você não está decepcionado comigo? — ela perguntou
— De jeito nenhum, tô orgulhoso que você aguentou esse martírio e pode acreditar, pode ficar aqui o tempo que quiser, juntos vamos superar isso — falei e sorri pra ela
— Juntos — uma voz se ouviu ao longe, era minha Mãe que se aproximou e abraçou a Linda, nunca pensei que veria essa cena, mas me dava paz que ambas tinham empatia, no entanto, algo mais tinha chamado minha atenção: minha tia e minha prima também estavam vidradas na situação. Todo aquele momento foi interrompido quando a campainha tocou, fui até a porta e, ao abrir, me deparei com uma figura familiar
— Oi, filho — meu pai disse ao me ver — Tava procurando minha putinha que escapou e queria saber se você viu ela
— Não, nada, não vi nada — falei
— Ah, tá bom, se ver alguma coisa me avisa, vale? — ele disse
De repente, ele se jogou em cima de mim, bateu na minha cabeça e me deixou desacordado
Quando acordei, a cena era bem diferente. Tava amarrado a uma cadeira de madeira, só de cueca, enquanto meus olhos se acostumavam com a luz do sol, comecei a ouvir umas batidas, tipo umas palmadas, seguidas de gemidos suaves de uma mulher jovem.
— Papai, para... Vou ser boazinha, prometo — enquanto ouvia isso, meus olhos finalmente focaram a cena
Na minha frente, meu pai tava sentado numa poltrona, tinha tirado o paletó do terno e a camisa tava meio desabotoada, sem sinal da gravata, mas não era isso que me deixava inquieto. Ele tinha a Linda deitada no colo dele, com os joelhos bem fincados no chão e as mãos amarradas nas costas com a gravata, Linda tava praticamente nua, só Ela usava umas meias de arrastão que deixavam a bunda dela completamente à mostra, sem nada por baixo, e uns pezigueiros que, pelo tom avermelhado que aparecia ao redor, prendiam os mamilos com pinças como castigo.
— Você já sabe o que acontece quando é malvada, minha coelhinha… cem palmadas e usar sua fantasia de coelhinha até a gente resolver seu deslize. — Meu pai deu uma última palmada na bunda já avermelhada da Linda e esticou o braço até um plug anal de coelho da Booty para enfiar sem cuidado nenhum, fazendo a Linda se arquear e gritar.
— Por favor, a máscara não… não gosto de ficar vestida de coelhinha…
— Por isso mesmo que é um castigo… — Ele acariciou com cuidado a bochecha da Linda enquanto a puxava para perto da boca para beijá-la com calma e depois passar para os lábios dela, tendo um beijo lento, mas que deixou o cara em questão no tesão. Ao se separar, colocou nela um capuz preto de coelhinha que só deixava visíveis os olhos e a boca, que por sua vez tinha que ficar aberta por causa da mordaça de argola que acompanhava o acessório.
— Não se engane, filho, essa puta adora ser tratada assim — ele disse em voz alta ao perceber que eu tinha recuperado a consciência.
— O… Onde estão minha mãe, minha tia e minha prima? — perguntei com esforço, porque a dor do golpe era forte.
— Estão onde as vadias como ela deveriam estar, amarradas em algum lugar da casa.
O fetiche e a obsessão dele em me ver e ver a Linda transando ia ser a ruína dele, porque minutos depois de bater e cuspir na Linda, ele me soltou para eu foder a Linda na frente dele.
— Por algum motivo, por mais que os putos não foi a mesma coisa, então já sabe, vai nessa — ele disse enquanto se deitava no sofá nos encarando fixamente.
— Não — falei firme na frente dele, e ele se levantou do sofá hostil.
— Não fala merda e faz o que eu mando.
Eu empurrei ele com força, derrubando ele e chutando ele várias vezes. Não soube como reagir, então soltei a Linda da cadeira e juntos saímos da casa correndo. Corremos por um tempo. metros, até que lembrei que as outras tinham ficado lá.
— A gente tem que voltar — falei pra Linda.
— Vamos com a autoridade, eles vão saber o que fazer.
— Não posso deixar elas com aquele monstro. Vai você com a polícia e conta o que tá rolando, eu vou com elas — falei e comecei a correr de volta.
Entrei pela porta e subi pro segundo andar, indo direto pro quarto onde elas já estavam amarradas. Entrei na surdina e tirei a mordaça da boca da minha mãe.
— Franco, cuidado! —
Quando me virei, vi meu pai vindo na minha direção com um abajur na mão e de repente… escuridão… o vazio, nenhum sentimento. Deve ser assim que se sente morrer, pensei. Pera, não posso estar morto. Com esforço, abri meus olhos. Gritos pra todo lado, o som das sirenes das viaturas e ambulâncias machucava meus ouvidos, e de novo, inconsciência.
Senti que foi só um piscar de olhos quando acordei de novo. Dessa vez, tava deitado numa cama, num lugar que parecia hospital, junto com minhas mulheres queridas. Tudo tinha acabado, e era hora de recomeçar.
Foi mais ou menos dois meses depois do casamento que a gente se acomodou de novo numa vida "normal", com a Linda agora se juntando à nossa pequena tribo, de aliança e tudo. Ela se encaixou perfeitamente e logo tava rodeada do mesmo amor e carinho que todas as outras minas pareciam sentir. Todo mundo ia trabalhar e voltava pra casa, tirava a roupa e a gente curtia ficar junto.
Claro, a gente não vivia trancado nem nada, saía pra jantar, cinema, minigolfe, bar, vinícola e cervejaria. Pro mundo lá fora, eu e minha mãe éramos só um casal feliz e casado, que morava com vários amigos pra ajudar a pagar a casa e juntar uma grana. Me surpreendeu que ninguém parecia perceber o quanto as minas eram safadas e carinhosas comigo, com a minha mãe ou entre elas.
O dia em questão era uma segunda-feira e eu tava voltando do trabalho a pé. Dia bem normal, sem grandes dores de cabeça nem nada. A gente tinha acabado de ter um fim de semana divertido vendo filme, comendo pipoca e transando pra caralho. Eu tinha notado algumas das minas cochichando entre si durante o fim de semana, mas não liguei muito. Parei e percebi que todo mundo já tava em casa quando saí do carro e entrei.
Assim que entrei, ouvi de novo umas vozes baixas e olhei pra mesa da cozinha, vendo as cinco mulheres conversando entre si. Teve sorriso e risada quando eu apareci.
— Oi, pessoal — falei alto, esperando resposta.
— Oi, Franco... — todas em uníssono, o que me fez pensar se tinham ensaiado.
— Qual é a boa? — perguntei pra quem quisesse me responder.
— Por que você não fica à vontade e vem se juntar a gente? — sugeriu minha tia.
Levantei uma sobrancelha, mas fiz o que pediram. Subi as escadas, tirei a roupa e fui me juntar ao grupo na mesa. Sentei do lado da minha mãe e da minha prima, com todas as outras minas reunidas e me olhando, com sorrisos tão largos quanto a cara delas.
— Então, qual é a novidade? — perguntei. me perguntando o que eles estavam pescando. Imaginei que fosse alguma garota nova que queriam trazer ou algo do tipo
—Bom, a gente tem conversado nos últimos dias e queria saber o que você acha de uma coisa— disse Linda segurando minha mão, que estava meio suada de nervoso. —Não é nada ruim, juro, gata— falou de forma tranquilizadora
—Tá bom— respondi enquanto Linda continuava
—O que você acha de formar uma família?— ela perguntou.
—A gente já não é tudo família?— perguntei meio confuso, o que arrancou uns "awws" e sorrisos na mesa toda.
—Ela tá falando de bebês— minha Mãe disse mais diretamente, e eu fiquei pensativo
—A gente tava pensando que, já que todo mundo tá seguro nos empregos na maior parte, queria ver como você se sente sobre a gente parar com o anticoncepcional— disse minha Tia
—¡Todas vocês?! — eu disse, com o coração batendo forte no peito.
—Bom, é o que a gente tá pensando — disse minha prima quando me virei pra ela. — Todas nós vamos parar com o anticoncepcional até que uma engravide. Quem conseguir primeiro, fica com o bebê, e o resto volta a tomar até o neném nascer. As chances de mais de duas engravidarem de uma vez são bem baixas, então você não vai ter que lidar com uma casa cheia de mulher hormonal.
—Todas vocês querem engravidar?! — perguntei, estupefato, pra uma sala cheia de risadas.
—Claro, bobinho — disse minha mãe, brincando. — A gente te ama e sabe que você vai ser um pai foda! — Respirei fundo, tentando acalmar o coração.
—Você não quer ser pai? — perguntou Linda, com a voz doce e musical.
—Quer dizer, quero sim — falei pra sala —, mas como é que isso vai funcionar?
—Então, a gente pensou assim — disse Linda, assumindo o controle de novo. — Cada uma vai ter um, e depois a gente volta a tomar a pílula até todas terem um bebê cada. Aí, se você quiser, faz uma vasectomia pra fechar a fábrica de filhos — disse com um sorriso.
—Você topa isso, papai? — perguntou minha tia, mexendo o corpo pra eu ver os bicos dos peitos durinhos como pedra só de pensar na ideia.
—Quer dizer, acho que sim — respondi, depois de cinco minutos processando tudo. — Acho que só tô tentando entender como tudo vai se encaixar.
—Minha irmã já topou ser a mãe e dona de casa pra gente. Ela vai cuidar da escola e de toda a estrutura — disse minha tia.
—Tô muito animada — falou minha mãe, toda feliz, enquanto minha tia e minha prima massageavam as costas dela. — Acho que vou saber lidar com o equilíbrio necessário. Claro, nada de sexo de nenhum tipo na frente das crianças até elas virarem adultas.
Fiquei sentado em silêncio por um minuto ou dois, absorvendo tudo. Dois meses depois de um... Casamento em grupo e agora estão me jogando uma bola curva enorme. Refleti enquanto todos olhavam para o meu rosto, tentando entender onde minha mente estava.
— O que você está pensando, bebê? — Minha Prima perguntou com certa preocupação.
— Estou pensando em muitas coisas agora — falei honestamente. — Não estamos indo rápido demais com isso? O casamento não foi há tanto tempo assim.
— Rápido demais, cedo demais? — perguntou Minha Tia, soando um pouco decepcionada.
— Só tem muita coisa para absorver agora — respondi. — Todo mundo entende que ainda é estranho para mim que todos queiram morar aqui e ficar com a gente. Acho que uma parte de mim sempre pensou... — falei, sem querer terminar meu pensamento.
— A gente ia deixar isso pra depois — disse minha Prima, enquanto eu concordava com a cabeça. Linda segurou minha mão e apertou contra o coração dela.
— Isso nunca vai acontecer — falou ela, cheia de emoção e convicção. Olhei ao redor da mesa e todo mundo tinha o mesmo olhar.
— Mas se eu engravidar vocês — comecei a dizer —, isso significa que vou fazer parte da vida de vocês pra sempre. Não tem volta. Minha Mãe se inclinou sobre a mesa, os peitões enormes dela pressionando contra a mesa.
— Por que você acha que a gente quer fazer isso? — perguntou ela com uma piscada poderosa o suficiente pra fazer meu pau se contorcer. Todas as mulheres agora estavam sorrindo pra mim, deixando claro que queriam isso. Queriam que esse vínculo, essa família, durasse e que estivessem nela a longo prazo.
— Caralho... — falei, esfregando a têmpora com tudo isso. Sabia que um dia ia querer formar uma família, mas não pensei que esse dia chegaria tão rápido!
— Você tá bem, querido? — Linda perguntou com a voz preocupada.
— Sim, só tô processando isso — falei pra ela e pra todo mundo.
— Franco, a gente não quer te pressionar — disse minha Tia com uma voz calma. — Não queremos que você pense que a gente tá te encurralando e que você não tem voz — provavelmente tentando me garantir que eu não voltasse pra briga que tive antes. — Só queríamos que você soubesse onde a gente tá e o que queremos viver com você. Eu ri disso.
— Me acertando com os dois canos, hein? — falei pra minha Tia com um sorriso. Ela sorriu e deu de ombros, aqueles peitões perfeitos tamanho D se mexendo enquanto fazia isso. — Quer dizer, vocês têm certeza que realmente querem...
— SIM! — todas gritaram, alto e claro, quase me derrubando da cadeira.
— Como é que isso ia funcionar? — perguntei. — Se eu disser que sim?
— A gente ia parar de usar anticoncepcional e ver no que dá — disse Linda. — A gente pensou que, quando estivéssemos prontas e ovulando, passaríamos uma noite com você e veríamos se precisa. Assim que alguém engravidar... a estar grávida, volte a tomar a pílula até depois que o bebê nascer.
— Bom… — falei, tentando resolver tudo isso rapidamente com todas as garotas me olhando. Elas queriam uma resposta, mas eu precisava de espaço. — Vocês se importam se eu der uma saída e pensar nisso tudo? — Todas balançaram a cabeça.
— Toma todo o tempo que precisar — disse Linda, me dando um beijo na bochecha enquanto Minha Prima se preparava pra fazer o jantar. Saí pro quintal e me sentei, pensando em tudo na minha cabeça. Será que eu tava realmente pronto pra uma família? Uma família assim? E se todas engravidassem ao mesmo tempo?! Eu podia estar olhando pro cano de cinco mães hormonais e depois cinco bebês superativos.
Me virei e olhei pra casa, e vi que enquanto as garotas me davam espaço, todas continuavam olhando pela janela, me encarando nervosas. Tentei me distrair daquilo, mas não tava funcionando muito bem. Amava todas elas e queria dar o que elas queriam, sabendo muito bem que nunca pediam muito, apesar de tudo que tinham me dado.
Olhei pro sol se pondo, quando ouvi Minha Prima gritar que o jantar tava pronto. Voltei pra dentro e sentei à mesa, a tensão no ar agradável. Todas me olhavam nervosas enquanto Minha Prima servia costeletas de porco antes de sentar. Achei que tinha que quebrar o gelo.
— Acho que todas querem saber o que decidi, né? — falei, dando uma mordida.
— Você decidiu? — Linda disse, com um pouco de medo na voz. Assenti enquanto todas se inclinavam um pouco.
— Amo muito todas vocês — falei, olhando pras cinco caras no cômodo, quase todas com um brilho nos olhos. — Se vocês querem isso, quero dar pra vocês.
As cadeiras voaram quando as quatro se levantaram e me cercaram com abraços, beijos e uns amassos. As garotas insistiram em comemorar depois do jantar e eu devo ter gozado umas quatro vezes naquela noite. Tentei conseguir uma quinta pra Linda, mas tava exausto.
Em questão de dias, os DIUs estavam fora, as pílulas tinham sido arquivados e os implantes retirados. Linda saiu e comprou testes de ovulação, pelo que parecia, e começou o jogo da espera. A gente tinha decidido que era justo que ela fosse a primeira a ser minha esposa legal e a cabeça do harém, depois seria quem ovulasse primeiro. O trato era que quem estivesse ovulando teria direito exclusivo ao meu sêmen até acabar. Uma semana depois, Linda estava ovulando e, depois do jantar, subimos para o quarto principal; as meninas usaram os outros quartos para passar a noite. Minha esposa sentou na cama e me sorriu.
— Faz tempo que não somos só nós dois? — ela disse com um sorriso.
— Ciumenta? — perguntei de brincadeira, sabendo muito bem que não era.
— Sabichão — ela falou enquanto abria as pernas. — Agora, vem me dar prazer e fazer nosso bebê.
Me ajoelhei na frente dela e comecei a lamber a buceta dela, sendo gentil e carinhoso como sempre fazia. Agarrei os peitos dela e comecei a brincar com os mamilos, gemendo baixinho pelo prazer que estava recebendo tanto dela quanto de mim. Lambi e brinquei, sentindo a umidade dela encostar no meu rosto. Depois comecei a mordiscar o clitóris dela.
— Ah, porra! — ela gemeu. Continuei, decidido a dar um orgasmo pra ela antes de chegar ao verdadeiro assunto da noite. Enfiei dois dedos na boceta dela e o mindinho no cu dela, e logo ela estava ofegante no orgasmo, os peitos balançando pra todo lado.
— Meu Deus! — ela disse enquanto gozava, respirando pesado, seguindo o ritmo. Depois olhou para baixo do corpo dela, pra mim, e sorriu. — Sua vez...
Ela me sorriu enquanto eu montava nela, meu pau deslizando perfeitamente dentro dela. Tomei a decisão desde o começo de que não ia meter em nenhuma das garotas durante isso, só fazer amor. Amor puro e simples, na esperança de dar a elas o que queriam. Fui num ritmo lento, me beijando com Linda enquanto avançava, nossas línguas brincando uma com a outra.
As mãos de Linda Estavam no meu rabo, querendo tirar o máximo de mim que pudessem. Continuei andando devagar, quando a Linda sussurrou no meu ouvido.
—Te amo, Franco —disse ela baixinho. —Me fode. Me fode e derrama tua semente em mim. Me dá teu amor e me dá a vida—.
Como de costume, a Linda conseguia me provocar com as palavras dela enquanto eu seguia em frente. Só aumentei um pouco o ritmo, fazendo ela gemer um pouco mais. Dava pra sentir meu próprio orgasmo chegando enquanto sentia ela se apertar. Íamos gozar juntos e, alguns segundos depois, foi exatamente o que fizemos.
—UNGH! —gemi enquanto jato após jato do meu esperma entrava nela, inundando as paredes dela com a esperança de chegar no útero.
—Ohhh... —disse ela baixinho quando eu desci de cima dela, a mão da Linda cobrindo a buceta dela, tentando manter o máximo do meu sêmen dentro dela possível.
Foi assim nos dias seguintes, a Linda recebendo todo o meu sêmen. Quando o período fértil dela terminou, as meninas ficaram felizes em poder dividir nossa cama de novo, mas só por dois dias.
Minha Mãe foi a próxima a ficar fértil, fato que me surpreendeu já que ela tinha colocado o implante e eu pensei que demoraria mais. Todas as garotas nos desejaram sorte, e eu entrei sozinho no quarto principal com a Minha Mãe.
—Sabe —disse Minha Mãe, enquanto se sentava na cama —, a gente nunca tinha transado sozinhos—.
Parei um segundo pra pensar nos últimos dois meses e percebi que ela tinha razão. Toda vez que a gente comia, uma ou mais das outras garotas estavam pelo menos por perto, senão envolvidas. Sorri pra ela.
—Então acho que preciso fazer isso extra especial —falei com um sorriso. Ela se deitou na cama e começamos a nos beijar, enquanto brincávamos com as partes íntimas um do outro. Dava pra sentir que ela já estava molhada, mas isso não impediu meus dedos de acharem o ponto G dela e aumentarem a lubrificação.
Minha Mãe estava ocupada acariciando e acariciando meu pau, garantindo que estivesse completamente duro e pronto. para ela. Depois de uns minutos nisso, ela tava molhada e eu tava duro.
—Franco —ela falou baixinho—, quero montar em você —pediu sem fôlego.
Eu levantei e virei de costas, deixando Minha Mãe sentar de pernas abertas em cima de mim. Com um brilho nos olhos e um sorriso, ela se inclinou sobre mim.
—Vai devagar —pedi—, quero fazer amor com você.
Minha Mãe aceitou de boa, indo num ritmo bem suave. Os peitos monumentais dela balançavam com o esforço, os bicos duros e eretos. Agarrei ela pela nuca e beijei fundo, deixando nossas paixões falarem pelas línguas e pelas partes. Deixei minhas mãos percorrerem o corpo todo dela, dos ombros até a bunda grande e flexível. Durante tudo isso, ela manteve o ritmo lento em cima de mim.
Aí peguei um dos bicos dela com os lábios, sabendo o quanto ela adorava brincar com as tetas pesadas dela.
—PORRA! —ela gemeu quando lambi e mordi de leve o bico dela. O ritmo dela aumentou um pouco com isso, o aperto da buceta dela me dizia que um orgasmo tava chegando. Usei a outra mão pra brincar com o outro peito dela e mandar ela pro além. —AI MEU DEUS! —exclamou quando gozou forte no meu pau, sem parar o ritmo nem uma vez.
Uns minutos disso e eu tava pronto pra jorrar, o que devia ser óbvio pela minha cara, porque Minha Mãe só olhou pra mim e sorriu.
—Goza dentro de mim —gemeu—. Ah, Deus, goza bem fundo dentro de mim —implorou.
30 segundos depois, realizei o desejo dela quando me descarreguei dentro dela, virei Minha Mãe de barriga pra cima pra não vazar nada do meu leite. Continuamos nos beijando por uns minutos enquanto ela deixava minha carga escorrer pra dentro dela.
Minha Prima foi a próxima a ovular, pulando de alegria porque agora era a vez dela, mais ou menos uma semana depois da Minha Mãe. Depois do jantar, ela pediu pros outros cuidarem da louça e praticamente me tirou da cadeira e me levou pro quarto. Assim que a porta fechou A porta, ele me empurrou na cama, abriu minhas pernas e nos colocou numa posição de 69. Ela não perdeu tempo babando no meu pau e eu cuidei da buceta molhada dela, que já estava encharcada. As meninas depois notaram uma mancha úmida na cadeira dela do jantar.
—Estive esperando por isso tanto tempo, Franco—, gemeu enquanto meu pau estava no meio da garganta dela. Fui fundo na buceta dela, tendo muita experiência em saber exatamente do que ela gostava. Era sobre o prazer dela e a semente na minha mente, e eu queria que ela tivesse um momento memorável. Por isso, comecei a chupar com força o clitóris saliente dela.
—PORRA!— gritou, cuspindo meu pau da boca dela. Com as descargas que eu estava dando, vários mini-orgasmos, sabia que ela não conseguia continuar me chupando como antes. Ela só lambia e chupava enquanto continuava se contorcendo em cima de mim, quase como se estivesse possuída por um demônio, e eu estava fazendo o exorcismo.
Depois de dois minutos, ela me implorou para parar enquanto ainda tinha função cerebral. Então, deslizou pelo meu peito e agora se levantou para poder me enfiar dentro dela. Assim como com as outras duas antes, queria que minha Prima fosse devagar, o que foi um desafio. Minha Prima normalmente adorava foder forte e rápido, mas não dessa vez.
Usei minhas mãos para mostrar o ritmo que queria que ela seguisse, lento e amoroso. No entanto, ela pareceu aceitar, já que não acelerou e continuou cavalgando no meu pau. Também tive a chance de esfregar e acariciar a bunda dela, enquanto ela me montava como uma cowgirl. Aquela bunda redonda dela, que ela adorava mostrar, se gabar e usar para me tentar a pegá-la.
—Amo suas mãos em mim, Franco—, disse ela em voz baixa.
—Também é ótimo para mim—, admiti para a bela integrante do harém montando meu pau para pegar o líquido do meu bebê.
Logo decidi por uma posição mais íntima, colocando ela de costas e colocando as pernas dela sobre meus ombros.
—Ah, porra...— Minha Prima gemeu quando comecei a empurrar, devagar. Dava pra ver do meu ponto de vista sobre ela que ela tava num estado de pura alegria e prazer. A buceta dela, normalmente apertada, agora tava super apertada, e mais tarde ela disse que conseguia sentir cada veia e cada pancada ao longo da minha pica.
Como antes, não me apressei nem comecei a socar ela, mesmo sabendo que ela teria adorado. Fui gentil e carinhoso, brincando com os peitos dela enquanto ela cavalgava um orgasmo que dificultava eu continuar empurrando.
— Ai, porra! — ela gemeu. — Franco, isso é uma delícia! Por favor, goza dentro de mim — ela implorou. — Despeja essa porra de leitinho em mim!
Mais umas metidas com esse tipo de conversa e eu fiz exatamente isso, jorrando minhas gozadas dentro dela, e ela me olhando com um sorriso bem satisfeito enquanto mantinha as pernas apoiadas pra segurar meu sêmen dentro.
Uns dias depois, foi a vez da Minha Tia. Assim como com as outras mulheres, tudo tinha sido uma experiência de um pra um, eu queria que todas as garotas estivessem lá pelo menos na primeira noite. As garotas rodearam a cama quando entrei no quarto, a Minha Tia no meio da cama, com as pernas abertas. Ela ficou se esfregando a buceta, querendo que todos os sucos escorressem dela imediatamente.
— Franco... — ela disse com uma luxúria gutural e absoluta clareza. — Pra mim, não quero nenhuma preliminar. Não quero introdução nem nada. Quero que você entre em mim e me dê o que eu sonhei desde o primeiro momento em que você me comeu.
Não tinha realmente nada que eu pudesse dizer pra isso. Subi em cima dela e deslizei naquela racha gostosa dela. Ela envolveu os braços e as pernas em volta de mim enquanto eu empurrava devagar. Não faço ideia do que as mulheres estavam fazendo nisso tudo, mas depois fiquei sabendo que elas só estavam se dedilhando umas nas outras. Naquele momento, os únicos dois seres no universo éramos eu e a Minha Tia.
Ela ficou me beijando, sem deixar meus lábios se separarem dos dela. A gente fez amor devagar e apaixonado enquanto nossos Os corpos fluíam juntos numa onda de prazer. Eventualmente, ela quebrou o beijo e sussurrou no meu ouvido.
—Te amo, Franco —murmurou alto o bastante pra eu ouvir. —Quero ter nosso filho. Quero que nosso amor fique unido pra sempre e quero que você me ame a vida toda.
—Vou fazer—, falei baixinho enquanto seguia em frente.
Dessa vez não teve orgasmos exagerados. A gente se encontrou e foi simplesmente doce e amoroso. Gozei dentro dela e ela gemeu baixinho com o próprio orgasmo enquanto nos abraçávamos e nos olhávamos.
—Você conseguiu—, disse minha Tia com um sorriso, —Sei que agora tem um bebê dentro de mim. Nosso bebê—, ela me falou, antes de se virar e olhar para todas as mulheres. —Nosso filho—
Encontrando os olhos das quatro mulheres na nossa cama, fiz questão de sorrir para cada uma delas. "Seja lá o que vier depois, tenho certeza de que será tão espetacular quanto os quinze anos anteriores e além, cheios de todo o amor e felicidade que vivemos desde o dia em que fiz dezoito. Foi aquele dia que trouxe este momento." Beijando cada uma delas, sussurrei o quanto as amava.
Tudo o que eu tinha feito até agora e tudo o que faria no futuro era pela minha família.
Aqui termina essa história. Valeu pelo apoio, em breve vocês vão saber o que vem por aí na próxima história.
Tem muita coisa pra melhorar, e enquanto tiver apoio, vou tentar dar o meu melhor. Valeu.
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