Terça-feira, 24 de março
Começava a rotina, já estava percebendo como as coisas seriam todos os dias. Por um lado, eu gostava de estar com minha irmã e curtir a companhia dela. Não estou falando só da parte que estava descobrindo e que me deixava excitado, mas estar com ela, comer, conversar e dar risada era algo que não fazíamos há muito tempo e estava servindo para reforçar nosso vínculo. Por outro lado, o fato de ver minha irmã com aqueles peitos à mostra o dia todo, ia ser difícil superar e, principalmente, convivendo com ela, seria muito difícil ter a chance de me aliviar com uma punheta. A única vez que tentei, ela apareceu no banheiro.
O café da manhã foi bem parecido com o do dia anterior. Cada um de um lado da mesa, ela com seu top sem sutiã. O problema era a conversa do dia anterior, que tinha marcado como uma espécie de divisor de águas na nossa relação. Eu já não disfarçava e de vez em quando olhava para os peitos da minha irmã. Ela, longe de se sentir incomodada, parecia orgulhosa. Sabia que, a qualquer momento, Jasmim, minha sobrinha, choraria e minha irmã a traria para amamentar. Aconteceu.
Sônia fez o de sempre, mas me pareceu que dessa vez ela demorou mais, deixando seu peito direito exposto antes de dar o peito para a bebê. No momento de fazer isso, ela me olhou sorrindo. Eu retribuí o sorriso e baixei o olhar novamente para seu peito. Continuamos conversando enquanto ela amamentava minha sobrinha. Quando foi trocá-la de peito, ela fez algo que eu não esperava. Baixou a outra alça do top e dessa vez demorou mais. Foram 5 segundos que ela ficou com os dois peitos à mostra. Ela me olhou. Eu mantive o olhar. Sorrimos um para o outro. Sônia voltou a acomodar minha sobrinha em seu peito esquerdo. Ela tinha ficado com os dois peitos expostos, embora eu não pudesse vê-los porque o corpo de Jasmim os cobria. Em um momento, ela me diz:
- Acho que ela está mamando menos, não está sugando direito
- Pode ser, com o tempo ela vai mamar mais, eu disse para acalmá-la - O problema é que percebo os seios inchados e doloridos, continuou minha irmã - E a que você acha que se deve? Perguntei-lhe - Ao fato de que ela não está mamando direito e fica com fome - Quer consultar com seu obstetra? Sugeri - Pode ser. Não é má ideia. Disse-me minha irmã - Você deveria fazer isso para ficar tranquila, queria acalmar Sonia - Toma, segura ela enquanto me ajeito Em seguida, inclinou-se para frente para me alcançar minha sobrinha. Eu, na minha desajeitada tentativa de pegá-la, esbarrei, e juro que foi sem querer, no lado do peito desnudo de minha irmã - Ah, disse ela - O que foi? Olhei automaticamente para os peitos dela - Estão doendo, vê? E apertou suavemente seu seio desnudo - Vai ter que consultar, disse-lhe - Vai ser o melhor, dizia minha irmã enquanto se ajeitava lentamente, muito lentamente os peitos dentro da camiseta - Bom, disse enquanto baixava o olhar e percebi que tinha uma ereção muito visível e impossível de disfarçar - Opa! Disse minha irmã olhando para minha ereção - Que foi? Disse fazendo-me de desentendido - Isso… disse apontando para meu pacote - Que foi? Insisti - Nada, só vejo que o seu amiguinho parece gostar de ver meus peitos, soltou minha irmã com uma tremenda desfaçatez - Haha, pode ser, disse-lhe totalmente corado Particularmente, 24 de março é feriado na Argentina, de modo que nesse dia não teria atividade no trabalho. Na verdade, dia 23 foi feriado e a única coisa que fiz foi uma call com gente de outro país. Sabendo então que não teria maiores ocupações, decidi propor à minha irmã fazer massas caseiras, uns espaguetes. Ela aceitou encantada. Então, depois do café da manhã. Já começava a se aproximar o meio-dia e juntos colocamos música no alto-falante bluetooth e nos pusemos a preparar o almoço. Enquanto fazíamos isso, cantávamos músicas, a gente ria e cozinhava, eu sovava a massa e ela preparava o molho bolonhesa. No meio da preparação, abri um malbec mendocino e continuamos. O almoço foi muito divertido, contamos um monte de coisas um pro outro.
O resto do dia passou bem legal, cada um com seus momentos: ela nas conversas com o marido, eu no telefone e WhatsApp com amigos e amigas. À noite, jantamos algo leve e fomos pro sofá conversar um pouco, e a Sonia me perguntou se eu já ia dormir ou se ia "chichonear" com uma amiga. Eu disse que não estava pensando nisso, mas que não era uma má ideia. Ela me falou que, se eu quisesse, ela fechava a porta do meu quarto e eu podia fazer o que quisesse.
– Valeu pela autorização, falei zoando.
– Não seja bobo, ela deu um tapinha no meu braço.
– Não foi ruim na sexta, poderíamos repetir, falei, sem saber bem com que intenção.
– A sua amiga é gostosa? A Sonia me perguntou.
– Te mostro, falei, e peguei meu celular.
– Ah, tem fotos dela? Ela perguntou, curiosa.
– Ia te mostrar o Instagram, mas sim, também tenho fotos no meu telefone, falei com um sorriso.
– Que tipo de fotos? Quero ver! Ela disse.
– Não vou te mostrar, falei.
– Poxa, que maldade! Então você já ficou com ela várias vezes… se tem fotos, é porque tem intimidade, concluiu a Sonia.
– É, já ficamos várias vezes, mas a gente é muito safado, os dois, e por isso topamos tirar fotos.
– Haha, olha só meu irmãozinho, que safadinho ele virou.
– Te mostro o Instagram dela, outro dia talvez eu mostre outras fotos.
– Vamos, minha irmã tava curiosa.
– Olha, falei, entregando meu telefone.
A Sonia era muito respeitosa e não faria nada sem minha autorização, então se limitou a passar várias fotos do Instagram e dizer que ela era muito gostosa. Quando chegou em algumas fotos na praia, sentenciou: “Tem uma bunda muito boa”. É, falei, fingindo desinteresse. Ela continuou. passando fotos e ela me entregou o celular. Pouco depois bocejamos algumas vezes cada um e fomos deitar.
Já no meu quarto, procurei alguma amiga online para bater uma punheta porque eu tinha ficado com tesão durante boa parte do dia, mas não deu. Dormi tranquilamente.
Quarta-feira, 25 de março
Este foi um dia bem corrido com o trabalho, praticamente não saí do meu quarto com as ligações e as planilhas e apresentações que tinha que preparar. Além disso, estávamos saindo de um feriado e todas as pessoas pareciam estar com urgências, apesar da quarentena. Minha irmã, como de costume, veio me trazer uns mates, mas como na maioria das vezes me via tão ocupado, não quis me incomodar e acabou me deixando a garrafa térmica e a cuia, amargo, claro.
À tarde terminei por volta das 19h e fiquei enrolando no computador até a hora do jantar. Comemos alguns sanduíches de presunto e queijo com uma Coca Zero com gelo e limão, minha preferida entre as bebidas sem álcool.
Sonia, por sua parte, não conseguiu falar com sua médica para conversar sobre a dor nos seios. Com o marido, conversou mais de uma vez e passou o resto do dia limpando, organizando e lavando roupa.
Já à noite, tomamos um café de cápsula que o George Clooney anuncia (não quero citar mais marcas) e resolvemos conversar um pouco. Eu disse que a deixei abandonada o dia todo. Ela me disse que mesmo assim está feliz por me ter no apartamento dela.
- Me sinto mais segura, não sei por quê, disse Sonia.
- É normal, eu disse.
- É, pode ser.
- Claro, continuei, uma mulher sozinha, uma filha recém-nascida, sem companhia, sem a mãe, que não pode vir...
- Obrigada por me entender, o rosto de Sonia ficou triste.
- Não seja boba, eu disse, puxando-a para perto de mim e abraçando-a.
- Obrigada.
- Não tem nada para me agradecer, eu te amo, eu disse e dei um beijo na testa dela.
- Mmmm, ela se aconchegou ainda mais no meu peito.
- Bom, Você tá mais tranquila?
- Sim, muito melhor.
Finalmente, a Sonia foi dormir depois de dar o peito, dessa vez no quarto dela, o que não me deixou aproveitar o espetáculo dos seios dela. Fiquei um tempo no celular e nas redes sociais até que o sono venceu e fui me deitar.
Quinta-feira, 26 de março
Começamos a manhã tomando café juntos. Já estava virando um hábito gostoso ver minha irmã de camiseta sem sutiã por baixo. Enquanto tomávamos café com torradas, queijo branco e geleia, conversamos sobre os planos do dia, principalmente do meu lado. Falei que não estaria em casa do meio da manhã até a tarde porque ia ao escritório e que na volta passaria no supermercado para comprar algumas coisas, e perguntei se ela precisava de algo. Fizemos a lista juntos, e eu disse que ia preparar algo gostoso para a noite. Ela ficou contente e ansiosa. Eu conhecia os gostos da minha irmã, que eram basicamente "tudo", mas com algumas exceções mínimas como dobradinha e polenta; de resto, ela gostava de tudo, com algumas preferências que eu planejava atender naquela noite.
Ela, por sua vez, disse que as atividades dela se limitavam a ligar para a obstetra por causa da dor nos seios, conversar com o marido e limpar o apartamento enquanto me esperava.
Como todas as manhãs, a Jasmim chorou de novo, e ela se levantou e trouxe a bebê para a mesa do café para amamentar. Já estava virando um ritual que eu adorava. A Sonia, dessa vez, me pediu para segurar a neném, e eu, com a Jasmim no colo, observava minha irmã puxar a alça do top, deixando o peito à mostra e massageando-o. Eu não acreditava no que via. Ela apertava suavemente o peito, acariciava. Depois massageava um pouco. Nesse momento, ela olhou nos meus olhos e disse:
- É que está doendo bastante.
- Ah… não me saiu outra palavra.
Ela continuou com a massagem lenta e sensual. Não sei se com a intenção de… me excitar, mas ela estava conseguindo. Ela me olhou de novo com um sorriso. E então veio a parte mais intensa até aquele momento: com os dedos indicador e médio, ela circulou o mamilo pela aréola. Apertou suavemente e um pequeno jato saiu da ponta. Sem nenhum pudor, ela recolheu com o dedo e chupou. Levantou o olhar novamente. Minha cara era de perplexidade total. Ela quebrou a tensão com outro sorriso e disse: "Me passa a Jazmín". Em todo aquele tempo, eu não tinha percebido que estava com minha sobrinha no colo. Minha ereção estava visível de novo e devo admitir que desta vez, apesar da situação de ser minha irmã provocando aquilo, eu a exibi com um toque de orgulho. Ela olhou para meu pacote, sorriu e, depois de pegar a bebê no colo, começou a amamentá-la enquanto me encarava. Continuamos a conversa sobre a dor nos seios e que ela ia ligar para a médica. Depois, ela trocou a bebê de peito e, para meu deleite, se massageou um pouco de novo antes de dar a outra teta. A nenê terminou de mamar e ela a colocou sobre o ombro. De novo, ela fez algo que eu não esperava: ao colocá-la no ombro, ficou com os dois peitos totalmente à mostra. Eu fiquei de pé ao lado dela, contemplando-a. Só um pensamento me vinha à mente. Ela é linda. Minha irmã é linda. A Sonia me tirou dos meus pensamentos me dando a bebê para eu segurar enquanto ela recolocava os seios dentro da camiseta.
Esperei um pouco e fui tomar banho. Fiquei tentado a me tocar, mas eu esperava ter uma comunicação com a Paula, minha amiga colorida, naquela noite. Mais tarde, fui para o escritório, fiquei um tempo trancado com umas planilhas e trouxe alguns documentos para revisar em casa.
Cheguei por volta das 19h com as mãos cheias de sacolas da minha passagem no supermercado. Perguntei à minha irmã como tinha sido o dia dela e ela disse que foi bem. Notei que ela estava um pouco estranha. Disse que tinha uma surpresa para o jantar: salmão ao vinho branco com creme e cebolinha, acompanhado de batatas em cubos. Como imaginei, ela adorou minha surpresa
Guardamos todas as coisas. Ela começou a me dizer para falar quanto tinha custado a compra do supermercado e eu insisti que não queria cobrar. Vai e vem que resolvi com um "depois a gente vê, não se preocupa". Tenho que reconhecer que estou numa boa situação financeira e, como não sou casado, consigo economizar bastante.
Começamos a cozinhar, praticamente eu fiz tudo e às 10 da noite estávamos jantando. Sempre preferíamos que a Jasmim mamasse e depois de um tempo a colocávamos para dormir. Dessa vez não pude ver os peitos da minha irmã porque ela amamentou enquanto terminava de preparar o salmão.
O jantar foi agradável como sempre. As palavras, ajudadas pelo vinho que estávamos tomando, fluíam muito bem. Começou a ficar tarde. Levantamos os pratos e lavamos. Na nossa família nunca se deixaram pratos sujos sem lavar para o outro dia, por mais cansados que estivéssemos, os pratos sempre eram lavados na hora de usar. Assim é minha mãe e assim somos nós dois.
Fomos para o sofá da sala como sempre e começamos a conversar sobre coisas da vida. Surgiram mais temas de relacionamento do que sexuais. Estava ficando tarde e eu não queria deixar de entrar em contato com meu amigo, então em um momento mandei mensagem. Ele não respondeu, nem aparecia como lido, então optei por continuar com minha irmã. Quando estávamos indo dormir, a Jasmim acordou e começou a chorar.
- Que estranho, disse minha irmã
- Deixa que eu vou, falei enquanto fui buscar minha sobrinha
- Tá bom, disse ela
- Aqui está, falei e não conseguia acreditar no que via. Minha irmã estava sentada no sofá e tinha tirado completamente a blusa. Estava massageando os seios. Juro que quase deixei minha sobrinha cair dos braços
- Eles ainda estão doendo, ela me disse levantando o olhar
- Muito? Perguntei
- Sim, hoje falei com a médica e ela disse que vou ter que comprar uma bomba de extração e dar fórmula junto com o meu leite
- E por que não me disse e te comprou? Eu disse
- Não percebi
- Amanhã eu compro, eu disse
- Bom, obrigada
- Toma, eu disse, entregando a neném
Me sentei ao lado dela, contemplando-a de novo. Não conseguia acreditar que tinha minha irmã com os peitos à mostra do meu lado. Era uma loucura. Uma loucura linda. Ela terminou de dar o peito e se levantou sem colocar a blusa e, com a neném nos braços, foi até o quarto para niná-la. Acho que vai demorar para dormir, minha irmã me disse, é melhor você ir se deitar. Tudo bem, eu disse e fui dormir.
Minha amiga não apareceu no WhatsApp, então, com o vinho que tinha bebido, fiquei com muito sono e às 12 da noite já estava dormindo.
Continua…
Obrigado pelos comentários e carinho
podem me escrever em reybaco2005@hotmail.com
ou telegram @reybaco2005
Começava a rotina, já estava percebendo como as coisas seriam todos os dias. Por um lado, eu gostava de estar com minha irmã e curtir a companhia dela. Não estou falando só da parte que estava descobrindo e que me deixava excitado, mas estar com ela, comer, conversar e dar risada era algo que não fazíamos há muito tempo e estava servindo para reforçar nosso vínculo. Por outro lado, o fato de ver minha irmã com aqueles peitos à mostra o dia todo, ia ser difícil superar e, principalmente, convivendo com ela, seria muito difícil ter a chance de me aliviar com uma punheta. A única vez que tentei, ela apareceu no banheiro.
O café da manhã foi bem parecido com o do dia anterior. Cada um de um lado da mesa, ela com seu top sem sutiã. O problema era a conversa do dia anterior, que tinha marcado como uma espécie de divisor de águas na nossa relação. Eu já não disfarçava e de vez em quando olhava para os peitos da minha irmã. Ela, longe de se sentir incomodada, parecia orgulhosa. Sabia que, a qualquer momento, Jasmim, minha sobrinha, choraria e minha irmã a traria para amamentar. Aconteceu.
Sônia fez o de sempre, mas me pareceu que dessa vez ela demorou mais, deixando seu peito direito exposto antes de dar o peito para a bebê. No momento de fazer isso, ela me olhou sorrindo. Eu retribuí o sorriso e baixei o olhar novamente para seu peito. Continuamos conversando enquanto ela amamentava minha sobrinha. Quando foi trocá-la de peito, ela fez algo que eu não esperava. Baixou a outra alça do top e dessa vez demorou mais. Foram 5 segundos que ela ficou com os dois peitos à mostra. Ela me olhou. Eu mantive o olhar. Sorrimos um para o outro. Sônia voltou a acomodar minha sobrinha em seu peito esquerdo. Ela tinha ficado com os dois peitos expostos, embora eu não pudesse vê-los porque o corpo de Jasmim os cobria. Em um momento, ela me diz:
- Acho que ela está mamando menos, não está sugando direito
- Pode ser, com o tempo ela vai mamar mais, eu disse para acalmá-la - O problema é que percebo os seios inchados e doloridos, continuou minha irmã - E a que você acha que se deve? Perguntei-lhe - Ao fato de que ela não está mamando direito e fica com fome - Quer consultar com seu obstetra? Sugeri - Pode ser. Não é má ideia. Disse-me minha irmã - Você deveria fazer isso para ficar tranquila, queria acalmar Sonia - Toma, segura ela enquanto me ajeito Em seguida, inclinou-se para frente para me alcançar minha sobrinha. Eu, na minha desajeitada tentativa de pegá-la, esbarrei, e juro que foi sem querer, no lado do peito desnudo de minha irmã - Ah, disse ela - O que foi? Olhei automaticamente para os peitos dela - Estão doendo, vê? E apertou suavemente seu seio desnudo - Vai ter que consultar, disse-lhe - Vai ser o melhor, dizia minha irmã enquanto se ajeitava lentamente, muito lentamente os peitos dentro da camiseta - Bom, disse enquanto baixava o olhar e percebi que tinha uma ereção muito visível e impossível de disfarçar - Opa! Disse minha irmã olhando para minha ereção - Que foi? Disse fazendo-me de desentendido - Isso… disse apontando para meu pacote - Que foi? Insisti - Nada, só vejo que o seu amiguinho parece gostar de ver meus peitos, soltou minha irmã com uma tremenda desfaçatez - Haha, pode ser, disse-lhe totalmente corado Particularmente, 24 de março é feriado na Argentina, de modo que nesse dia não teria atividade no trabalho. Na verdade, dia 23 foi feriado e a única coisa que fiz foi uma call com gente de outro país. Sabendo então que não teria maiores ocupações, decidi propor à minha irmã fazer massas caseiras, uns espaguetes. Ela aceitou encantada. Então, depois do café da manhã. Já começava a se aproximar o meio-dia e juntos colocamos música no alto-falante bluetooth e nos pusemos a preparar o almoço. Enquanto fazíamos isso, cantávamos músicas, a gente ria e cozinhava, eu sovava a massa e ela preparava o molho bolonhesa. No meio da preparação, abri um malbec mendocino e continuamos. O almoço foi muito divertido, contamos um monte de coisas um pro outro.
O resto do dia passou bem legal, cada um com seus momentos: ela nas conversas com o marido, eu no telefone e WhatsApp com amigos e amigas. À noite, jantamos algo leve e fomos pro sofá conversar um pouco, e a Sonia me perguntou se eu já ia dormir ou se ia "chichonear" com uma amiga. Eu disse que não estava pensando nisso, mas que não era uma má ideia. Ela me falou que, se eu quisesse, ela fechava a porta do meu quarto e eu podia fazer o que quisesse.
– Valeu pela autorização, falei zoando.
– Não seja bobo, ela deu um tapinha no meu braço.
– Não foi ruim na sexta, poderíamos repetir, falei, sem saber bem com que intenção.
– A sua amiga é gostosa? A Sonia me perguntou.
– Te mostro, falei, e peguei meu celular.
– Ah, tem fotos dela? Ela perguntou, curiosa.
– Ia te mostrar o Instagram, mas sim, também tenho fotos no meu telefone, falei com um sorriso.
– Que tipo de fotos? Quero ver! Ela disse.
– Não vou te mostrar, falei.
– Poxa, que maldade! Então você já ficou com ela várias vezes… se tem fotos, é porque tem intimidade, concluiu a Sonia.
– É, já ficamos várias vezes, mas a gente é muito safado, os dois, e por isso topamos tirar fotos.
– Haha, olha só meu irmãozinho, que safadinho ele virou.
– Te mostro o Instagram dela, outro dia talvez eu mostre outras fotos.
– Vamos, minha irmã tava curiosa.
– Olha, falei, entregando meu telefone.
A Sonia era muito respeitosa e não faria nada sem minha autorização, então se limitou a passar várias fotos do Instagram e dizer que ela era muito gostosa. Quando chegou em algumas fotos na praia, sentenciou: “Tem uma bunda muito boa”. É, falei, fingindo desinteresse. Ela continuou. passando fotos e ela me entregou o celular. Pouco depois bocejamos algumas vezes cada um e fomos deitar.
Já no meu quarto, procurei alguma amiga online para bater uma punheta porque eu tinha ficado com tesão durante boa parte do dia, mas não deu. Dormi tranquilamente.
Quarta-feira, 25 de março
Este foi um dia bem corrido com o trabalho, praticamente não saí do meu quarto com as ligações e as planilhas e apresentações que tinha que preparar. Além disso, estávamos saindo de um feriado e todas as pessoas pareciam estar com urgências, apesar da quarentena. Minha irmã, como de costume, veio me trazer uns mates, mas como na maioria das vezes me via tão ocupado, não quis me incomodar e acabou me deixando a garrafa térmica e a cuia, amargo, claro.
À tarde terminei por volta das 19h e fiquei enrolando no computador até a hora do jantar. Comemos alguns sanduíches de presunto e queijo com uma Coca Zero com gelo e limão, minha preferida entre as bebidas sem álcool.
Sonia, por sua parte, não conseguiu falar com sua médica para conversar sobre a dor nos seios. Com o marido, conversou mais de uma vez e passou o resto do dia limpando, organizando e lavando roupa.
Já à noite, tomamos um café de cápsula que o George Clooney anuncia (não quero citar mais marcas) e resolvemos conversar um pouco. Eu disse que a deixei abandonada o dia todo. Ela me disse que mesmo assim está feliz por me ter no apartamento dela.
- Me sinto mais segura, não sei por quê, disse Sonia.
- É normal, eu disse.
- É, pode ser.
- Claro, continuei, uma mulher sozinha, uma filha recém-nascida, sem companhia, sem a mãe, que não pode vir...
- Obrigada por me entender, o rosto de Sonia ficou triste.
- Não seja boba, eu disse, puxando-a para perto de mim e abraçando-a.
- Obrigada.
- Não tem nada para me agradecer, eu te amo, eu disse e dei um beijo na testa dela.
- Mmmm, ela se aconchegou ainda mais no meu peito.
- Bom, Você tá mais tranquila?
- Sim, muito melhor.
Finalmente, a Sonia foi dormir depois de dar o peito, dessa vez no quarto dela, o que não me deixou aproveitar o espetáculo dos seios dela. Fiquei um tempo no celular e nas redes sociais até que o sono venceu e fui me deitar.
Quinta-feira, 26 de março
Começamos a manhã tomando café juntos. Já estava virando um hábito gostoso ver minha irmã de camiseta sem sutiã por baixo. Enquanto tomávamos café com torradas, queijo branco e geleia, conversamos sobre os planos do dia, principalmente do meu lado. Falei que não estaria em casa do meio da manhã até a tarde porque ia ao escritório e que na volta passaria no supermercado para comprar algumas coisas, e perguntei se ela precisava de algo. Fizemos a lista juntos, e eu disse que ia preparar algo gostoso para a noite. Ela ficou contente e ansiosa. Eu conhecia os gostos da minha irmã, que eram basicamente "tudo", mas com algumas exceções mínimas como dobradinha e polenta; de resto, ela gostava de tudo, com algumas preferências que eu planejava atender naquela noite.
Ela, por sua vez, disse que as atividades dela se limitavam a ligar para a obstetra por causa da dor nos seios, conversar com o marido e limpar o apartamento enquanto me esperava.
Como todas as manhãs, a Jasmim chorou de novo, e ela se levantou e trouxe a bebê para a mesa do café para amamentar. Já estava virando um ritual que eu adorava. A Sonia, dessa vez, me pediu para segurar a neném, e eu, com a Jasmim no colo, observava minha irmã puxar a alça do top, deixando o peito à mostra e massageando-o. Eu não acreditava no que via. Ela apertava suavemente o peito, acariciava. Depois massageava um pouco. Nesse momento, ela olhou nos meus olhos e disse:
- É que está doendo bastante.
- Ah… não me saiu outra palavra.
Ela continuou com a massagem lenta e sensual. Não sei se com a intenção de… me excitar, mas ela estava conseguindo. Ela me olhou de novo com um sorriso. E então veio a parte mais intensa até aquele momento: com os dedos indicador e médio, ela circulou o mamilo pela aréola. Apertou suavemente e um pequeno jato saiu da ponta. Sem nenhum pudor, ela recolheu com o dedo e chupou. Levantou o olhar novamente. Minha cara era de perplexidade total. Ela quebrou a tensão com outro sorriso e disse: "Me passa a Jazmín". Em todo aquele tempo, eu não tinha percebido que estava com minha sobrinha no colo. Minha ereção estava visível de novo e devo admitir que desta vez, apesar da situação de ser minha irmã provocando aquilo, eu a exibi com um toque de orgulho. Ela olhou para meu pacote, sorriu e, depois de pegar a bebê no colo, começou a amamentá-la enquanto me encarava. Continuamos a conversa sobre a dor nos seios e que ela ia ligar para a médica. Depois, ela trocou a bebê de peito e, para meu deleite, se massageou um pouco de novo antes de dar a outra teta. A nenê terminou de mamar e ela a colocou sobre o ombro. De novo, ela fez algo que eu não esperava: ao colocá-la no ombro, ficou com os dois peitos totalmente à mostra. Eu fiquei de pé ao lado dela, contemplando-a. Só um pensamento me vinha à mente. Ela é linda. Minha irmã é linda. A Sonia me tirou dos meus pensamentos me dando a bebê para eu segurar enquanto ela recolocava os seios dentro da camiseta.
Esperei um pouco e fui tomar banho. Fiquei tentado a me tocar, mas eu esperava ter uma comunicação com a Paula, minha amiga colorida, naquela noite. Mais tarde, fui para o escritório, fiquei um tempo trancado com umas planilhas e trouxe alguns documentos para revisar em casa.
Cheguei por volta das 19h com as mãos cheias de sacolas da minha passagem no supermercado. Perguntei à minha irmã como tinha sido o dia dela e ela disse que foi bem. Notei que ela estava um pouco estranha. Disse que tinha uma surpresa para o jantar: salmão ao vinho branco com creme e cebolinha, acompanhado de batatas em cubos. Como imaginei, ela adorou minha surpresa
Guardamos todas as coisas. Ela começou a me dizer para falar quanto tinha custado a compra do supermercado e eu insisti que não queria cobrar. Vai e vem que resolvi com um "depois a gente vê, não se preocupa". Tenho que reconhecer que estou numa boa situação financeira e, como não sou casado, consigo economizar bastante.
Começamos a cozinhar, praticamente eu fiz tudo e às 10 da noite estávamos jantando. Sempre preferíamos que a Jasmim mamasse e depois de um tempo a colocávamos para dormir. Dessa vez não pude ver os peitos da minha irmã porque ela amamentou enquanto terminava de preparar o salmão.
O jantar foi agradável como sempre. As palavras, ajudadas pelo vinho que estávamos tomando, fluíam muito bem. Começou a ficar tarde. Levantamos os pratos e lavamos. Na nossa família nunca se deixaram pratos sujos sem lavar para o outro dia, por mais cansados que estivéssemos, os pratos sempre eram lavados na hora de usar. Assim é minha mãe e assim somos nós dois.
Fomos para o sofá da sala como sempre e começamos a conversar sobre coisas da vida. Surgiram mais temas de relacionamento do que sexuais. Estava ficando tarde e eu não queria deixar de entrar em contato com meu amigo, então em um momento mandei mensagem. Ele não respondeu, nem aparecia como lido, então optei por continuar com minha irmã. Quando estávamos indo dormir, a Jasmim acordou e começou a chorar.
- Que estranho, disse minha irmã
- Deixa que eu vou, falei enquanto fui buscar minha sobrinha
- Tá bom, disse ela
- Aqui está, falei e não conseguia acreditar no que via. Minha irmã estava sentada no sofá e tinha tirado completamente a blusa. Estava massageando os seios. Juro que quase deixei minha sobrinha cair dos braços
- Eles ainda estão doendo, ela me disse levantando o olhar
- Muito? Perguntei
- Sim, hoje falei com a médica e ela disse que vou ter que comprar uma bomba de extração e dar fórmula junto com o meu leite
- E por que não me disse e te comprou? Eu disse
- Não percebi
- Amanhã eu compro, eu disse
- Bom, obrigada
- Toma, eu disse, entregando a neném
Me sentei ao lado dela, contemplando-a de novo. Não conseguia acreditar que tinha minha irmã com os peitos à mostra do meu lado. Era uma loucura. Uma loucura linda. Ela terminou de dar o peito e se levantou sem colocar a blusa e, com a neném nos braços, foi até o quarto para niná-la. Acho que vai demorar para dormir, minha irmã me disse, é melhor você ir se deitar. Tudo bem, eu disse e fui dormir.
Minha amiga não apareceu no WhatsApp, então, com o vinho que tinha bebido, fiquei com muito sono e às 12 da noite já estava dormindo.
Continua…
Obrigado pelos comentários e carinho
podem me escrever em reybaco2005@hotmail.com
ou telegram @reybaco2005
17 comentários - Cuarentena con mi hermana (2) incesto
Abrazo
Hay una frase muy mal escrita, "marcado como una especie de marca"
me dolió leerla
pronto pronto
Gracias