La esposa de mi cuñado 2

Continuação... Depois daquela tarde maravilhosa com ela, no dia seguinte liguei e perguntei como ela estava, e ela disse que estava muito bem. "Que bom", falei, e perguntei sobre o que tinha rolado no dia anterior. Ela me disse pra dar tempo ao tempo e não tocar mais no assunto, só falou que tinha se sentido muito bem. "Espero que possa se repetir", falei. Ela só respondeu que ia me deixar porque estava ocupada e desliguei o telefone. Assim os dias foram passando, a gente se escrevia e só se cumprimentava todo dia por mensagens. Até que um dia liguei pra ela e falei que queria convidá-la pra sair pra comer num restaurante e que a gente se divertisse. Mas ela disse que não podia fazer isso porque não conseguia sair à noite. Lembrei que ela fazia cirurgias no hospital onde trabalhava meio período e falei pra ela: "Diz pro seu marido que nesse dia você vai ter uma cirurgia e que talvez saia muito tarde do trabalho". Ela disse que ia pensar e me avisaria. Passaram-se os dias e ela não falava nada, até que numa manhã, estando no meu escritório, recebi uma ligação dela. "Oi, como você está?", ela perguntou. "Muito bem", falei, porque ela tinha alegrado meu dia com a ligação. Ela respondeu agradecendo e disse que tinha pensado e que aceitava sair comigo pra jantar. Perguntei que dia ela queria, e ela falou: "Não sei, você pode nesta sexta?" Eu disse que sim, com todo prazer, e perguntei se ela tinha falado pro marido que trabalharia aquela noite. Ela disse que sim, exatamente o que eu tinha sugerido, e que o marido só perguntou se ela queria que ele fosse buscá-la. Ela respondeu que não, que iria no carro dela porque não sabia quanto tempo ia demorar, já que não teria só uma cirurgia, mas duas. Então combinamos pra sexta-feira, e eu passaria pra buscá-la no consultório dela umas 3 da tarde. No mesmo dia, falei com minha esposa e disse que na sexta ia sair muito tarde do trabalho porque teria uma reunião de planejamento pra um projeto novo e que estaria com os chefões da empresa. Que ele não se preocupe e que fique assim com minha esposa. Eu tava muito nervoso porque seria a primeira vez que ia trair minha esposa, mas aquela mulher me encantava também e eu não ia deixar passar aquela oportunidade que teria com ela. Chegou o dia e passei pra buscá-la... Ela tava vestida elegante, igual a mim, porque pedi que fosse bem arrumada já que seria um lugar bom pra gente jantar. A Lúcia usava um traje de etiqueta, blusa e uma saia quase na altura do joelho, não tão curta, mas tava estupenda, com uns saltos de luxo. Ela usava meia-calça escura e não tava muito maquiada, no fim, parecia uma modelo. Ela tem 48 anos e eu 38, dez anos de diferença. Fomos pro melhor restaurante que encontrei e, por acaso, esse restaurante também tinha serviço de quarto exclusivo caso os clientes quisessem ficar pra descansar. Chegamos e parecíamos casados, e quando chegamos, o garçom me perguntou se éramos os senhores Rodríguez Hernández. Ela ficou me olhando espantada e eu respondi que sim. Ele nos levou até a mesa e, já lá, ela me perguntou por que eu tinha feito a reservação como se fôssemos casados. Eu disse que aquela era minha noite mágica e que a desejava como minha esposa, e já que não deu certo, pelo menos em segredo seria. Ela só falou que tava tudo bem. Comemos e curtimos a noite, depois convidei ela pra dançar, dançamos — coisa que eu não sirvo pra dançar, mas fiz a força. Depois de dançar e beber, perguntei como ela tava se sentindo, ela disse que muito bem. Convidei ela pra dar uma volta nos arredores do hotel e ela falou que achava o lugar muito bonito. Caminhamos e paramos na frente das luzes da cidade e da lua. Coloquei ela na minha frente e falei que ela era uma mulher muito gostosa e que eu adorava estar com ela. Ela disse que tava se divertindo muito. A gente se olhou nos olhos e parecíamos muito tesudos e apaixonados. O clima já tava esquentando e eu falei que tinha uma última surpresa pra ela e que fôssemos buscá-la. Ela só ficou me olhando e a gente foi. Subimos pelo elevador e... Chegamos no nosso quarto, mas ela me parou e pediu pra não fazer nada. Eu beijei ela e meti a mão pra apalpar a buceta e o rabo dela, deixei ela toda excitada e a gente entrou. Já dentro, falei pra ela relaxar, que uma garrafa de champanhe e duas taças estavam nos esperando. Ofereci uma taça pra ela e disse pra gente brindar ao nosso amor, mesmo que fosse escondido. A gente tomou várias taças até que ela tava no ponto que eu queria. Fui beijando ela de pé e comecei a desabotoar o vestido dela, deixei cair. Fiquei olhando aquele par de peitos lindos, branquinhos, e uma calcinha fio-dental bem pequena, com cinta-liga e meia. Falei que ela tava espetacular. Depois fui beijando o pescoço dela, as costas e os ombros, ela só suspirava e dava uns gemidos. Desci pro peito dela, tirei o sutiã e contemplei aquele par de tetas meio grandes e caídas, porque ela era mãe de dois filhos. Curti chupar, beijar e morder aqueles bicos, que pra ser mãe de família eram muito bonitos, com a pele branca e os mamilos rosados. Continuei descendo e deitei ela na cama, mas ela me parou de novo e pediu pra eu ser carinhoso. Eu falei: "Agora você é minha e vou te fazer minha mulher." Afastei a calcinha fio-dental e que buceta linda, pequenininha e bem gordinha. Ela teve os filhos por cesárea, então eu imaginava que a buceta ainda era bem apertadinha e já queria meter meu pau ali, mas queria ir devagar pra ela lembrar e me pedir de novo pra fazer dela minha mulher. Passei um tempão chupando e enfiando minha língua na buceta dela até fazer ela gozar várias vezes, e ela confessou que era a primeira vez que conseguia chegar lá. Virei ela de bruços e comecei a beijar as costas dela, descendo até chegar no rabo. O corpo inteiro dela cheirava uma delícia, e cheguei naquele rabo que eu sempre falava que ia lamber e chupar porque aquele rabo seria meu. Ela só gemia e se contorcia de prazer enquanto eu dava beijos, mordidas e passava a língua naquele cu rosado. Talvez toda mulher de pele branca tenha as partes rosadas, não sei, mas essa mulher era uma gostosura. Curti muito o corpo dela, e eu ainda não tinha tirado a roupa. Então, depois que ela já tava bem satisfeita, deixei ela na cama só de salto alto. Fiquei de frente pra ela e comecei a me despir. Quando ela viu isso, levantou, veio meio tímida, me beijou e começou a fazer o mesmo que eu tinha feito com ela. Quando abaixei minha calça, ela fez cara de espanto, ficou me olhando, e eu perguntei se tava tudo bem. Ela só disse: "Parece enorme." Não me acho superdotado nem gosto de me gabar, mas tenho uns 20 cm de comprimento e grossa também — não exagerada, mas um pouco grossa e com a cabeça grande. Aí falei pra ela não se preocupar, baixei a cueca, e ela só disse: "Meu Deus, mas é enorme", e me olhava assustada. "Chupa", falei, e ela começou a dar beijinhos e passar a língua por toda parte.

Então ela se levantou e disse: "Só estive com meu marido, e com mais ninguém até agora, que tô na sua frente..." Falei pra ela ficar tranquila, que também era minha primeira traição, e que não se preocupasse. Aí ela se abaixou e enfiou a ponta da minha pica. Que gostoso que senti, achei que ia gozar só de sentir o calorzinho da boca dela. Ela chupava até que bem, mas ver ela daquele jeito me deixou a mil. Falei pra gente encurtar e fazer um 69. Ela me chupava enquanto eu chupava ela, e adoro chupar e lamber o cu dela... Até que coloquei ela de missionário e começamos a nos beijar. Ajeitei minha pica na entrada da buceta dela e parei de beijar. Ela só abriu a boca e se arrepiou quando sentiu minha pica entrando. Tava bem apertada, consegui enfiar só a ponta, e ela deu um gemido e disse: "Meu Deus, que gostoso que é. A partir de agora, você é minha mulher, é minha, e como tal, vou eu roubar sua virgindade." Ela só se contorcia de prazer. Comecei a meter devagar, com delicadeza, pra não machucar, e ela explodiu num orgasmo forte, se retorcendo de prazer. "Que delícia, cê é uma gostosa, doutora, quanta vontade de ter você assim." E aos poucos eu ia metendo mais, e ela revirava os olhos de tanto prazer. que senti e quando explodiu em outro orgasmo enfiei tudo e fiquei parado. Por deus, entrou tudo e sinto ela muito gostosa, me fode e me faz tua mulher ela disse. Comecei com o vai e vem devagar e aos poucos fui acelerando até que comecei a foder com muita força e ela só gemia e gritava dizendo que gostava até que disse não aguento mais e eu também falei e gozei dentro dela e só então lembramos que não tinha usado camisinha e acabei enchendo a buceta dela de muito leite. Fiquei por cima dela respirando e beijando curtindo o momento, abraçados e eu ainda com o pau duro dentro dela sentia ela muito quente e muito gostosa, ela disse que gozou como nunca e que literalmente tinha tirado a virgindade dela e que de agora em diante seria sempre minha mulher, ouvir isso me deixou a mil e comecei a bombar ela de novo ela só pediu pra deixar ela descansar e eu falei que desculpava mas tava com muita vontade de foder ela e que não ia perder tempo e comecei, coloquei as pernas lindas dela nos meus ombros ainda com os saltos dela e comecei a bombar devagar, adorava ver como ela engolia meu pau. Falei pra ela ficar de quatro e ver aquela bunda me fez chupar ela e vi como tinha deixado a buceta dela aberta e começava a sair meu leite, comecei a chupar ela junto com meu gozo e chupava o cu dela, ela dizia que sentia muito gostoso, e aí enfiei um dedo no cu dela e ela disse que não por favor porque nunca fizeram isso nela, relaxa que agora sua virgindade me pertence e eu chupava e enfiava um dedo, depois peguei um creme anestésico e passei no cu dela e ficava acariciando e chupando a buceta até que ela disse pra enfiar no cu dela. Tem certeza eu falei depois de meia hora curtindo e ela implorava que sim, você vai ser minha mulher e minha puta sempre eu falei... E ela disse vou ser sua mulher, sua puta não porque você não tá me pagando, e eu levantei e dei o dinheiro que ela tinha pedido emprestado $500 e falei Agora você será minha mulher e minha puta também, porque estou pagando por você, eu disse. Ela só ficou me olhando, e eu coloquei a ponta do meu pau na entrada do cuzinho dela, pequeno e rosado. A ponta entrou, e ela chorou, implorou para eu ir devagar, por favor. E eu disse... Me fala que você é minha mulher e minha puta de agora em diante. Ela só ficou me olhando, e eu fui enfiando devagar no cu dela, e ela disse... Ahhhhhh, que gostoso, e sim, vou ser sempre sua mulher e sua puta, porque esse cu quer seu pau bem dentro. E foi assim que eu fiz, enfiei tudo, e ela só gritou: ayyyyyy, dói, mas que gostoso que é, ela dizia. E eu comecei a meter com muita vontade, e por causa do creme que eu tinha passado, ela já não sentia mais dor. Eu continuei metendo com tudo até que ela explodiu em outro orgasmo e desmaiou de prazer. Eu me assustei, mas continuei metendo no cu dela até ela acordar de novo. O cu dela já estava bem aberto, e eu continuei metendo com muita força até que eu explodi, enchendo o cu dela de porra. Fiquei com o pau dentro do cu dela e começamos a nos beijar. Ela disse que estava se sentindo muito gostoso e que tinha aproveitado como nunca. Sem tirar meu pau do cu dela, fomos tomar banho juntos. E já dentro do chuveiro, comecei a comer ela de pé, com a água caindo sobre nós. Quando eu estava quase gozando, mandei ela se virar, se abaixar e abrir a boca. Ela disse que não, mas eu falei que só faltava isso para marcar território. Ela deixou. Enchi a boca dela com minha terceira gozada e mandei ela engolir. E ela engoliu. Depois nos lavamos, nos vestimos e fomos embora. Deixei ela no hospital onde trabalhava e fui para minha casa. Continua...

3 comentários - La esposa de mi cuñado 2

Que buen relato, excelente.. sacaste lo putita de ella. 10 puntos