Mi fantasía en el cine

Oi, meu nome é Yedith, tenho 42 anos e moro na Cidade do México. Então, quero contar uma parada que rolou com meu marido um dia que ele me chamou pra ir num cinema que fica lá pelo centro da Cidade do México. Acontece que esse cinema é na rua Liberdade, e meu marido já tinha me falado que nesse lugar passavam filmes adultos. A gente tá junto há 11 anos de casados e, sinceramente, nunca experimentamos nada muito louco. Só vou contar que já fizemos umas safadezas, como alguns casais. Tipo, uma vez ou outra a gente transou na praia, ou numa ocasião a gente fez no mato quando meu marido entrou numa trilha de milharal e, no meio do nada, acabamos fazendo aquilo bem gostoso. Pois é, eu e meu marido gostamos de curtir nossos corpos numa boa, então um dia que a gente já tava na cama, meu marido botou um vídeo pornô. No vídeo, dava pra ver o casal transando num cinema. Aí a gente tava aproveitando o vídeo quando Ramón, meu marido, me fala: — Deve ser tão emocionante fazer isso no cinema, né? Eu, toda excitada com o vídeo, falei que sim e respondi: — Imagina que delícia fazer lá e eu puxar sua pica pra fora e começar a acariciar ela. — Seria bem gostoso, né? — disse o Ramón. — Ah, sim, meu amor — falei. — Um dia a gente vai conhecer um desses, sim. Mas agora, melhor enfiar gostoso, sim? — Claro que sim — meu marido respondeu. Passaram uns dias e, num belo dia, o Ramón chegou em casa umas 5 da tarde e me falou: — Ei, você vem comigo no centro comprar uns sapatos? — Sim, meu amor — falei —, mas e as crianças? — Elas podem ficar sozinhas um tempinho — ele disse —, além disso, a gente não vai demorar, pega o trem leve e evita o trânsito. Vamos logo, sim? — Ok — respondi — e avisei nossos três filhos que eu e o pai íamos ao centro. Deixei o Edu, nosso filho mais velho, responsável pelos dois irmãos menores. Chegamos no centro e andamos por várias sapatarias até que, finalmente, o Ramón achou uns sapatos que ele gostou. Saímos caminando pela rua da Liberdade, quando passamos pelo cinema Paraíso. Ele tinha uma placa que dizia "Cinema Paradisíaco", será nosso segredo..." Ramón me disse: - Óia, Mami - acho que ali é um cinema pornô. Vamos entrar? - Não inventa - respondi meio incrédula e ao mesmo tempo surpresa com o comentário do meu marido. Não posso negar que a ideia me excitou e, depois de hesitar por alguns segundos, na minha cabeça surgiu um pensamento: "Bom, deve ser emocionante e acho que vai ser uma experiência que a gente nunca teve". Então falei pro Ramón: - Bom, se você topa, a gente entra. - Vem então - ele disse. Parecíamos dois adolescentes empolgados... Meu marido chegou na bilheteria e pediu dois ingressos. Meu coração batia muito rápido, então segurei a mão dele, e ele suava de nervoso. O atendente nos disse onde era a sala de projeção e a gente foi em direção à entrada. A visibilidade era bem pouca. A sala não era muito grande, no máximo uns 50 lugares. Com a pouca luz que o filme projetava, conseguimos chegar nas primeiras fileiras de assentos. A gente se acomodou e, depois de alguns minutos, começamos a notar que tinha três casais e uns 6 ou 7 homens sozinhos de idades diferentes, todos espalhados pela sala, que, por não ser tão grande, ficavam a uma curta distância da gente. A tela estava passando um filme pornô recente da SexMex. Ramón me abraçou e segurou minha cintura. Eu estava usando uma legging preta e, por baixo, uma calcinha fio-dental bem pequena pra não marcar na legging. Conforme o filme avançava, eu começava a ficar excitada com as cenas. Além disso, o som estava meio alto. Normalmente, eu e meu marido víamos pornô na TV de casa, mas nunca aumentávamos o volume com medo dos nossos filhos ouvirem. Então, pra mim, ouvir os gemidos tão altos e com a tela muito maior fez com que eu sentisse muita vontade de acariciar o pau do meu marido... Meu marido me abraçava, ele se virou e me deu um beijo gostoso. - Gostoso, né? - ele disse. perguntou meu marido. — Não inventa — respondi meio agitada. — Olha como eu tô — comentou Ramón — tô com a pica dura, amor, e ainda tô escorrendo gosma. — Ssshh — falei — não inventa, que duro que ficou. Tira ela pra gente passar a mão, siii? Ramón desabotoou a calça e tirou a pica gostosa dele, acariciei sentindo como tava bem lubrificado. Virei pra trás pra ver se ninguém tava olhando. Quando fiz isso, vi que um dos caras que tava sozinho tava se tocando, uooo, tocando o pauzão dele vendo aquele filme. — Vira devagar pra trás, discretamente — sussurrei no ouvido do meu marido — tem um se masturbando lá atrás. — Sério? Meu marido virou a cabeça devagar e me disse: — Já vi o cara que você tá falando. Mas também tem um casal mais lá no canto da sala com outros dois caras, e tão comendo a mulher. Não aguentei a vontade de ver e virei devagar, e vi como o marido e dois caras ao lado dele estavam com os paus pra fora e se punhetando na frente da mulher. Quando tava olhando pro casal, vi que o cara que se masturbava virou pra mim e mostrou o pauzão dele ereto, como se quisesse que eu tocasse. — Ei — falei pro meu marido — o cara lá atrás mostrou o... — Então não olha mais pra ele e melhor me chupar, me dar uns boquetes. Esqueci da situação e comecei a provar o doce do meu marido. Sentia o sabor gostoso na minha língua e enfiava deliciosamente até minha garganta. Tava nessa quando, na nossa frente, exatamente duas fileiras de assentos adiante, tava o outro casal. Eu tava abaixada engolindo a pica dura e rija do meu marido, e ele acariciava minha bunda por baixo da legging, quando começamos a ouvir gemidos. — Aaah, ssshh, aaah, aaahss, assim. Era a mulher de uns quarenta anos que tinha sentado no colo do parceiro e ficava de costas pra tela e de frente pra nós. — Eeegg, ooh, oooh — se ouvia o marido gemer a cada metida que dava na mulher... A moça desabotoou a blusa e tirou os peitos pra fora... Meu O marido viu e o pau dele*😋 pulou de tesão. Eu tava toda molhada da minha bucetinha e falei: - Aih, pussy, me toca na minha xereca, siiiim, aaah, aah - Tira sua legging e vira de costas que vou te meter - ele disse enquanto se ajeitava e enfiava em mim por trás. Virei no banco, dando as costas pro meu marido, e só senti ele por trás cutucando minha bucetinha molhada - ooooh - gemei fundo - ao sentir meu marido enfiando a rola dele naquela posição. Ele me segurou pela cintura e me comeu como nunca tinha sentido. - ploc, ploc, ploc - dava pra ouvir cada vez que ele batia as bolas e o corpo dele esbarrando na minha raba🍑 O cara que tava atrás da gente chegou mais perto, uma fileira atrás de mim. Ele se aproximou de mim e encostou o pauzão pra eu pegar. Meu corno manso não falou nada pro cara e continuou me comendo gostoso pra caralho - aaaah, aaah, aih, papai, que delícia - eu gemia sem me importar que o cara tava a poucos centímetros. - oohgg, sssh, aaah - eu ouvia o homem gemer enquanto se masturbava no pauzão dele vendo meu marido meter na minha xereca escorrendo. Eu não me segurei e, ouvindo aqueles gemidos, com o cheiro de sexo tomando a sala daquele lugar, estiquei a mão e procurei a pica daquele senhor atrás da gente. Não liguei mais pra nada, me senti muito gostosa🔥 - mmmmggg, sssh - gemeu o homem quando sentiu minha mão pegar no pau dele. Meu marido continuava me comendo gostoso e, a cada estocada, eu subia e descia a mão na pica daquele cara que tinha se encostado na gente. - oh, aaah, ooh, aaaaaagghhh - aquele indivíduo acabou de gozar, deixando minha cara toda lambuzada com aquele líquido doce e gostoso com cheiro de cogumelo,... aaaahh, aaggg, aaay, aaaahhh - eu gemi de prazer assim que senti aquele homem gozando, comecei a ter um orgasmo do caralho. Na minha mão, senti as veias e como ele se apertava no meu punho a cada jato de leite quente que tinha cuspido em mim. Meu marido ficou parado por uns segundos enquanto minha coisinha tremia com aquele orgasmo do caralho... O cara guardou a pirocona já espremida e, sem falar nada, se mandou no escuro. Israel me colocou de papo pra cima naquelas poltronas. Abriu minhas pernas, puxou minha legging e minha calcinha fio-dental até o tornozelo e me meteu de novo nessa posição. Com as mãos, levantou minha blusa e meu sutiã. Ele apertava meus peitos e me comeu assim por uns três minutos, mas não conseguia gozar. — Deixa eu sentar em você pra você terminar assim dentro de mim — falei pra ele. — Ok, mamãe — respondeu meu marido e sentou na cadeira apertada. Eu tirei completamente minha legging e minha calcinha, coloquei do lado da cadeira e abri meus lábios molhados junto com as pernas. — Aaah — gemeu meu marido ao sentir minha bucetinha molhada escorregando na pica dura dele. Coloquei meus pés por cima das pernas dele como se estivesse cavalgando, tirei meus peitos pra fora e coloquei na boca dele. Israel chupava meus bicos e eu não parava de esfregar minha xereca na rola suculenta dele. Sentia ele me tocando, e nessa posição eu conseguia ver como estavam metendo duas vezes na mulher que estava com o parceiro dela no canto. Meus olhos nunca tinham visto ninguém transando ao vivo, então isso me excitou na hora. A mulher começou a gemer e rebolando sem vergonha. — Shhh... Aaah, oh, oh, ah — ela soltava enquanto eu via dois caras enfiando pica nos buracos dela... Meu marido continuava chupando meus peitos quando, de repente, senti algo estranho no meu cu. Virei assustada e, por cima do ombro, vi que tinha alguém atrás de mim enfiando a língua no meu rabo. Minha pele arrepiou ao ver que outro dos caras que estavam sozinhos na sala tinha se aproximado da fileira da frente e encostado a língua nas minhas nádegas... Ele tava me chupando. Não sei se meu marido não percebeu a presença daquele indivíduo, já que, concentrado nos meus mamilos, talvez nem tenha notado. Tava. Além disso, eu tampava a visão da tela com meu corpo. Não quis falar nada pro Israel. Sentia ele lambendo meu r* e senti ele apertando minhas nalg🍑s com as mãos — Já vou — disse meu marido, já meio ofegante, e segurou minha cintura, foi ele quem começou a ditar o ritmo de cada p£n£traçã0 🔥🔥 — Uuuh uuuh oohhhhhgg — gemeu meu esposo — e na hora senti ele gozar o €sperm4 dentro da minha bucetinha toda meladinha. Não falei nada, só sentia o outro homem beijando minhas nalg🍑tas — Vou gozar de novooo — falei pro Israel e comecei a sentir meu marido ainda metendo na minha xaninha molhada e aquele homem enfiando a língua no meu An●...... — Aaaaai, aaahhhh, assiiim aaahhh — comecei a me molhar igual nunca tinha sentido.... minhas pernas tremeram e minha bucetinha se apertava a cada gozada do meu clitóris. Abracei meu peito no meu esposo e na hora ele chupou meus peit*s..... De repente, senti um líquido quente escorrendo do meio das minhas costas até minhas nalg🍑s. Sentia caindo em mim, em pequenas quantidades, um líquido grosso e úmido. Olhei de lado por cima do ombro e vi a silhueta daquele homem acariciando o pauzão dele e, segurando a respiração, tinha esporrado tudo quente nas minhas costas e nas minhas nalg🍑s. Desmontei do meu marido e procurei um pedaço de papel higiênico na minha bolsa, e vi que o cara sumiu na escuridão do cinema. Sequei minhas costas com cuidado, a cara que tava toda grudenta, vesti a blusa, minha calcinha fio dental e minha legging.... Ele arrumou a calça, guardou o p£n£ já murcho e saímos da sala de cinema, caminhamos até o trem leve e fomos abraçados o trajeto inteiro dentro do vagão daquele trem. Quase o caminho todo não falamos nada, só me abraçava e me beijava igual quando éramos namorados. Essa é uma das experiências mais quentes que já tive.

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