Todo mundo conhece ou tem um amigo, colega de escola ou colega de trabalho que é gay.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.No meu caso, era um amigo de toda a vida, a gente nasceu e cresceu no mesmo bairro.
Todos os amigos sabiam que ele era gay, mas a gente nunca tocava no assunto, era algo super normal pra nós, éramos amigos, isso era o que importava.
Uma noite ela me liga, tinha dormido no ônibus e acordou no terminal, não tinha mais ônibus e não tinha grana pra pegar um táxi, então peguei o carro e fui buscar ela, cheguei, encontrei ela quase escondida, dava pra ver que tava com medo, entrou no carro apressada e não parava de me agradecer por ter "salvado" ela.
Enquanto a gente ia no caminho, sem perceber começamos a falar de sexo, eu tava com uma certa curiosidade sobre a vida sexual dela, perguntei se ela se cuidava, ela disse que isso era uma regra de ouro, nas palavras dela, nunca tinha chupado uma pica no pelo, também não tinha tido muitas experiências, mas sempre se cuidou, tinha pânico de pegar alguma coisa..
Ele começou a me perguntar a mesma coisa, se eu me cuidava. Falei que só tinha transado no pelo com três mulheres, porque foram minhas namoradas, com o resto sempre usei camisinha. Além disso, tinha feito um check-up geral, até exames de todas as DSTs, tudo negativo, óbvio. Ele me disse que também, por causa do trabalho dele (era enfermeiro), fazia exames periodicamente, então estava totalmente "saudável" e que, embora adorasse sentir uma rola sem nada, tinha muito medo. Falei que não era algo impossível, que se encontrasse alguém de quem estivesse totalmente seguro, podia fazer "assim, sem camisinha". Aí, brincando, ele me diz: — Você acabou de me falar que não tem nenhuma doença, podia me dar esse gosto, né?...
A gente riu, era brincadeira, mas por uns segundos me deu um tesão do caralho, então respondi, com toda a maldade: — Você sabe que eu tô solteiro e cheio de porra, então não me provoca porque eu entro no parque ali na frente e te enfio igual picanha..
Nós dois sabíamos que eu tava falando muito sério, não falamos mais, a umas quadras dali tinha o parque, com uma área escura, onde os casais sempre vão pra trepar quando é noite.
Olhei pra ele e perguntei: quer que a gente pare?.. Ele não hesitou, me disse "sim, claro" Aí entrei no parque, procurei a área mais afastada e escura e parei lá, quase não dava pra ver nada, só tinha um pouco de luz do bairro que ficava do lado daquele parque.
Bom, e aí, o que a gente faz? falei... eu nunca tinha ficado com um gay, nunca tinha passado pela minha cabeça, mas fazer o quê, a oportunidade apareceu e tava me dando tesão a ideia de arrombar a bunda dele no pelo.
Começou a acariciar meu volume, falou pra eu relaxar, que ele ia fazer tudo. Baixou minha calça, meu pau já tinha acordado... — Sempre gostei do seu pau, te espiei um monte de vezes quando você mijava na rua — ele disse, enquanto me punhetava devagar. Tenho que admitir que ele sabia o que fazia. Começou a chupar meu pau, molhando de saliva, lambendo meu freio, enfiando tudo na boca. Em dois segundos deixou ele duro igual a uma estaca.
Eu já não aguentava mais de tesão, tirei a calça, ele também, jogamos os bancos pra trás e ele se ajeitou, com a bunda levantada, vai devagar ele me disse, enquanto lambuzava o cu de saliva..
Devagarzinho?.. me acomodei por trás, a bunda branca e redonda dele se destacava perfeitamente na pouca luz que tinha, lambuzei a cabeça da minha piroca e enfiei de uma só vez, ele reclamou mas também fez força pra trás, como se quisesse que entrasse até o fundo..
Comecei a me mexer, ele gemia e empurrava de volta, foram uns segundos até eu perder o controle, tava há dois meses sem transar e tava puto de tesão, me afastei, fiz ele deitar de barriga pra cima, levantei as pernas dele, coloquei nos meus ombros e enfiei a pica de novo, bem fundo, comecei a bombar com força, o carro balançava a cada estocada, ele falou "devagar, quer destruir meu cu?".. não liguei, continuei bombando olhando na cara dele, ele não reclamou mais, me encarava fixo, colocou a mão na minha nuca e pediu pra eu gozar tudo dentro, isso me deixou ainda mais louco, comecei a meter igual um animal enquanto ele gemia e ofegava, não aguentei, minha pica explodiu no cu dele, com uns espasmos fortíssimos comecei a bombear meu leite quente no cu dele, ele gemia a cada espasmo, sentia minha pica inchando a cada jato de porra que eu injetava no cu dele e ele tremia de prazer, eu nunca tinha gozado assim, tão violentamente, nem em tanta quantidade, soltando porra até o último espasmo. Fiquei parado uns segundos, saí devagar e na meia-luz vi o cu dele dilatado, com minha porra escorrendo pra caralho.. Fiquei olhando aquela imagem, com a pica ainda dura.. Deitei no outro banco e ele, se endireitando, começou a chupar minha pica, falou que queria deixar ela limpinha, eu tremia porque tava sensível, mas ainda não tinha broxado, e ainda por cima ele chupava com uma maestria única.. que merda! falei, vamos de novo, deitei ele e penetrei de novo, bombando forte e sem parar, como era a segunda vez demorava pra caralho pra gozar, então ele se ajeitou, levantando um pouco pra enfiar a mão e bater uma enquanto eu metia sem parar.
Pude notar como ela gozava, a bunda dela se contraía apertando meu pau, eu continuei bombando sem parar, até que joguei meu leite bem fundo no cu dela de novo.. Ficamos uns momentos, eu dentro dela, sentindo os últimos espasmos do meu pau, dessa vez ela desceu rápido e saiu do cu dela dilatado e encharcado de porra..
Ela ficou assim enquanto eu me vestia, sentindo minha porra quente escorrendo do cu dela, a fantasia dela tinha se realizado e eu finalmente tinha gozado..
Todos os amigos sabiam que ele era gay, mas a gente nunca tocava no assunto, era algo super normal pra nós, éramos amigos, isso era o que importava.
Uma noite ela me liga, tinha dormido no ônibus e acordou no terminal, não tinha mais ônibus e não tinha grana pra pegar um táxi, então peguei o carro e fui buscar ela, cheguei, encontrei ela quase escondida, dava pra ver que tava com medo, entrou no carro apressada e não parava de me agradecer por ter "salvado" ela.
Enquanto a gente ia no caminho, sem perceber começamos a falar de sexo, eu tava com uma certa curiosidade sobre a vida sexual dela, perguntei se ela se cuidava, ela disse que isso era uma regra de ouro, nas palavras dela, nunca tinha chupado uma pica no pelo, também não tinha tido muitas experiências, mas sempre se cuidou, tinha pânico de pegar alguma coisa..
Ele começou a me perguntar a mesma coisa, se eu me cuidava. Falei que só tinha transado no pelo com três mulheres, porque foram minhas namoradas, com o resto sempre usei camisinha. Além disso, tinha feito um check-up geral, até exames de todas as DSTs, tudo negativo, óbvio. Ele me disse que também, por causa do trabalho dele (era enfermeiro), fazia exames periodicamente, então estava totalmente "saudável" e que, embora adorasse sentir uma rola sem nada, tinha muito medo. Falei que não era algo impossível, que se encontrasse alguém de quem estivesse totalmente seguro, podia fazer "assim, sem camisinha". Aí, brincando, ele me diz: — Você acabou de me falar que não tem nenhuma doença, podia me dar esse gosto, né?...
A gente riu, era brincadeira, mas por uns segundos me deu um tesão do caralho, então respondi, com toda a maldade: — Você sabe que eu tô solteiro e cheio de porra, então não me provoca porque eu entro no parque ali na frente e te enfio igual picanha..
Nós dois sabíamos que eu tava falando muito sério, não falamos mais, a umas quadras dali tinha o parque, com uma área escura, onde os casais sempre vão pra trepar quando é noite.
Olhei pra ele e perguntei: quer que a gente pare?.. Ele não hesitou, me disse "sim, claro" Aí entrei no parque, procurei a área mais afastada e escura e parei lá, quase não dava pra ver nada, só tinha um pouco de luz do bairro que ficava do lado daquele parque.
Bom, e aí, o que a gente faz? falei... eu nunca tinha ficado com um gay, nunca tinha passado pela minha cabeça, mas fazer o quê, a oportunidade apareceu e tava me dando tesão a ideia de arrombar a bunda dele no pelo.
Começou a acariciar meu volume, falou pra eu relaxar, que ele ia fazer tudo. Baixou minha calça, meu pau já tinha acordado... — Sempre gostei do seu pau, te espiei um monte de vezes quando você mijava na rua — ele disse, enquanto me punhetava devagar. Tenho que admitir que ele sabia o que fazia. Começou a chupar meu pau, molhando de saliva, lambendo meu freio, enfiando tudo na boca. Em dois segundos deixou ele duro igual a uma estaca.
Eu já não aguentava mais de tesão, tirei a calça, ele também, jogamos os bancos pra trás e ele se ajeitou, com a bunda levantada, vai devagar ele me disse, enquanto lambuzava o cu de saliva..
Devagarzinho?.. me acomodei por trás, a bunda branca e redonda dele se destacava perfeitamente na pouca luz que tinha, lambuzei a cabeça da minha piroca e enfiei de uma só vez, ele reclamou mas também fez força pra trás, como se quisesse que entrasse até o fundo..
Comecei a me mexer, ele gemia e empurrava de volta, foram uns segundos até eu perder o controle, tava há dois meses sem transar e tava puto de tesão, me afastei, fiz ele deitar de barriga pra cima, levantei as pernas dele, coloquei nos meus ombros e enfiei a pica de novo, bem fundo, comecei a bombar com força, o carro balançava a cada estocada, ele falou "devagar, quer destruir meu cu?".. não liguei, continuei bombando olhando na cara dele, ele não reclamou mais, me encarava fixo, colocou a mão na minha nuca e pediu pra eu gozar tudo dentro, isso me deixou ainda mais louco, comecei a meter igual um animal enquanto ele gemia e ofegava, não aguentei, minha pica explodiu no cu dele, com uns espasmos fortíssimos comecei a bombear meu leite quente no cu dele, ele gemia a cada espasmo, sentia minha pica inchando a cada jato de porra que eu injetava no cu dele e ele tremia de prazer, eu nunca tinha gozado assim, tão violentamente, nem em tanta quantidade, soltando porra até o último espasmo. Fiquei parado uns segundos, saí devagar e na meia-luz vi o cu dele dilatado, com minha porra escorrendo pra caralho.. Fiquei olhando aquela imagem, com a pica ainda dura.. Deitei no outro banco e ele, se endireitando, começou a chupar minha pica, falou que queria deixar ela limpinha, eu tremia porque tava sensível, mas ainda não tinha broxado, e ainda por cima ele chupava com uma maestria única.. que merda! falei, vamos de novo, deitei ele e penetrei de novo, bombando forte e sem parar, como era a segunda vez demorava pra caralho pra gozar, então ele se ajeitou, levantando um pouco pra enfiar a mão e bater uma enquanto eu metia sem parar.
Pude notar como ela gozava, a bunda dela se contraía apertando meu pau, eu continuei bombando sem parar, até que joguei meu leite bem fundo no cu dela de novo.. Ficamos uns momentos, eu dentro dela, sentindo os últimos espasmos do meu pau, dessa vez ela desceu rápido e saiu do cu dela dilatado e encharcado de porra..
Ela ficou assim enquanto eu me vestia, sentindo minha porra quente escorrendo do cu dela, a fantasia dela tinha se realizado e eu finalmente tinha gozado..
7 comentários - "Así, sin forro" Relato propio