Salve, pessoal! Ainda me surpreende a quantidade de mensagens, pontos e comentários em cada post. Agradeço demais, mas ao mesmo tempo me dá uma certa pressão, porque espero não decepcionar toda vez que conto ou mostro algo. Entendam que são muitos os recados que chegam, eu leio, mas o chat da página não funciona muito bem pra mim. Não faço ideia se é só comigo ou com todo mundo, mas não é que eu não queira responder, é que não tenho tempo nem o chat é confortável. Além disso, chegaram mensagens tipo: "te reconheci por tal coisa", "você é a esposa de fulano?", "você é a amiga de ciclana?". Óbvio que tão viajando, mas mesmo assim tenho que tomar cuidado. Se meu marido descobrir no futuro, prefiro que seja por mim. Então, se eu apagar o perfil, já sabem: ele não curtiu muito a ideia, haha. Definitivamente não quero que pessoas que conheço ou parentes saibam, então vou ter que tentar mostrar menos fotos ou sem nada muito característico meu, da minha casa ou do meu trabalho, pra não chegar em contatos próximos. Agradeço muito pelas mensagens e presentinhos no privado. Recebi também algumas propostas interessantes que me fizeram pensar se faria ou não. Alguém quer ser o primeiro a quem eu mande fotos de peitos? Até me ofereceram grana, mas essa parada de vender fotos é muito estranha, porque eu não mostraria meu rosto e mesmo assim pedem. Vou pensar, galera, não sei se vou ter coragem.
O começo da mudança. Como já contei, sempre fui muito tímida, conservadora, tinha medo de mostrar decote, ainda não uso muito. Bom, quero contar uma experiência, já que minha ideia era ir mais pelos relatos do que pelas fotos. Queria começar pelo que mudou no meu casamento há alguns anos e na minha forma de ver o sexo até chegar nisso. Na hora de fazer amor/transar/como quiserem chamar, meu marido sempre foi muito doce, cuidadoso e sempre pensou em me cuidar e em a gente se divertir junto. E eu achava que essa era a única forma de fazer, ou a melhor, que não gostava de algo mais bruto porque parecia que não tinha amor, até Aconteceu algo que mudou isso para nós dois. No meu trabalho, eu só dividia escritório com outras duas pessoas, mulheres mais velhas que eu, não eram veteranas, mas tinham mais de 40. Uma ou duas vezes por dia, uns caras entravam no escritório pra fazer outro serviço, não quero ser muito específica. Então, na época de mais calor, como eles faziam coisas que exigiam força física, obviamente às vezes subiam com a camiseta molhada de suor ou porque eles mesmos tinham se molhado por causa do calor, com a camiseta ou regata super transparente. Minhas colegas ficavam loucas com algum deles. Teve uma vez que uma das minhas colegas desceu pro banheiro e viu que um deles estava pelado trabalhando, coisa que não podiam fazer. Quando subiu, contou pra gente que um cara era gostoso pra caralho, que tava pelado, que tinha um lombão, blá blá blá, pra gente descer ver, haja vista como a gente é entre nós. Então, a gente se revezou pra descer disfarçadamente pra ver, até que chegou minha vez. E como sempre, me mandaram fazer a merda, toquei a campainha, olhei pro lado onde eles deveriam estar e não vi ninguém. Como não olhava pra onde andava, quase trombei com ele na porta do banheiro e: "Ué, desculpa, Kiara!" E ele começou a se olhar porque tava pelado, e era pra não estar assim. "Desculpa, é que manchei minha camiseta e molhei um pouco pra tirar a mancha, vim ver se já tinha secado." E eu, já com a cabeça cheia das minhas colegas, falei: "De boa... fica bem assim em você." Quis morrer, óbvio. Ele ficou surpreso, mas depois mudou a cara e disse: "Valeu!!!" Quis que a terra me engolisse. Contei pras minhas colegas e elas morreram de rir, mas aplaudiram meu elogio sem pensar e ficaram: "Faz isso, faz aquilo!!" Muito sem noção. Depois disso, a gente começou a se cruzar curiosamente muuuuito seguido, mais do que o normal. Não sei se ele provocava ou se eu, inconscientemente, já que pensava: "Sou casada, não posso nem devo fazer isso." Até que uma vez, por um motivo de trabalho, ele teve que me contatar por Celular com o telefone da empresa, pelo visto ela salvou o número e depois do expediente começou a me mandar mensagens. Fiquei surpresa, mas começamos a conversar bastante até a hora em que meu marido chegava do trabalho. Bom, pulando vários dias da mesma coisa, um dia a gente se encontrou de novo no trabalho — vale dizer que era um lugar enorme, difícil de se trombar direto — e, sem dizer uma palavra, ele me deu um beijo e falou: “Desculpa, faz tempo que queria roubar um de você”. Eu, em choque, fiquei dura, mas por algum motivo voltei pra posição onde ele “roubou” o beijo e a gente se beijou mais longo. E eu, de novo com a cabeça cheia das minhas colegas, comecei a passar a mão em tudo: nas costas, nos braços. Ele, claro, aproveitou pra fazer o mesmo. Até que de repente ouvi um barulho, uma voz, sei lá o que foi, e me fez cair na real. Tavam me vendo e eu ia morrer!!!! Cortei tudo, entrei no banheiro, subi pro trabalho correndo, morrendo de culpa. Na hora ele me mandou mensagem pra saber se eu tava bem, mas não respondi até chegar em casa e ficar mais calma. Contei que tava me sentindo culpada, que não sabia por que tinha agido sem pensar, que nunca tinha feito algo assim. Mas quando ele perguntou se eu tinha gostado, falei que sim. Depois deixei o celular carregando e fui tomar banho. Saí do banho, meu marido tinha chegado do trabalho e tava com meu celular na mão, mostrando a conversa de longe…. Vou tentar continuar amanhã. Deixo uma foto de algum dia no escritório.
O começo da mudança. Como já contei, sempre fui muito tímida, conservadora, tinha medo de mostrar decote, ainda não uso muito. Bom, quero contar uma experiência, já que minha ideia era ir mais pelos relatos do que pelas fotos. Queria começar pelo que mudou no meu casamento há alguns anos e na minha forma de ver o sexo até chegar nisso. Na hora de fazer amor/transar/como quiserem chamar, meu marido sempre foi muito doce, cuidadoso e sempre pensou em me cuidar e em a gente se divertir junto. E eu achava que essa era a única forma de fazer, ou a melhor, que não gostava de algo mais bruto porque parecia que não tinha amor, até Aconteceu algo que mudou isso para nós dois. No meu trabalho, eu só dividia escritório com outras duas pessoas, mulheres mais velhas que eu, não eram veteranas, mas tinham mais de 40. Uma ou duas vezes por dia, uns caras entravam no escritório pra fazer outro serviço, não quero ser muito específica. Então, na época de mais calor, como eles faziam coisas que exigiam força física, obviamente às vezes subiam com a camiseta molhada de suor ou porque eles mesmos tinham se molhado por causa do calor, com a camiseta ou regata super transparente. Minhas colegas ficavam loucas com algum deles. Teve uma vez que uma das minhas colegas desceu pro banheiro e viu que um deles estava pelado trabalhando, coisa que não podiam fazer. Quando subiu, contou pra gente que um cara era gostoso pra caralho, que tava pelado, que tinha um lombão, blá blá blá, pra gente descer ver, haja vista como a gente é entre nós. Então, a gente se revezou pra descer disfarçadamente pra ver, até que chegou minha vez. E como sempre, me mandaram fazer a merda, toquei a campainha, olhei pro lado onde eles deveriam estar e não vi ninguém. Como não olhava pra onde andava, quase trombei com ele na porta do banheiro e: "Ué, desculpa, Kiara!" E ele começou a se olhar porque tava pelado, e era pra não estar assim. "Desculpa, é que manchei minha camiseta e molhei um pouco pra tirar a mancha, vim ver se já tinha secado." E eu, já com a cabeça cheia das minhas colegas, falei: "De boa... fica bem assim em você." Quis morrer, óbvio. Ele ficou surpreso, mas depois mudou a cara e disse: "Valeu!!!" Quis que a terra me engolisse. Contei pras minhas colegas e elas morreram de rir, mas aplaudiram meu elogio sem pensar e ficaram: "Faz isso, faz aquilo!!" Muito sem noção. Depois disso, a gente começou a se cruzar curiosamente muuuuito seguido, mais do que o normal. Não sei se ele provocava ou se eu, inconscientemente, já que pensava: "Sou casada, não posso nem devo fazer isso." Até que uma vez, por um motivo de trabalho, ele teve que me contatar por Celular com o telefone da empresa, pelo visto ela salvou o número e depois do expediente começou a me mandar mensagens. Fiquei surpresa, mas começamos a conversar bastante até a hora em que meu marido chegava do trabalho. Bom, pulando vários dias da mesma coisa, um dia a gente se encontrou de novo no trabalho — vale dizer que era um lugar enorme, difícil de se trombar direto — e, sem dizer uma palavra, ele me deu um beijo e falou: “Desculpa, faz tempo que queria roubar um de você”. Eu, em choque, fiquei dura, mas por algum motivo voltei pra posição onde ele “roubou” o beijo e a gente se beijou mais longo. E eu, de novo com a cabeça cheia das minhas colegas, comecei a passar a mão em tudo: nas costas, nos braços. Ele, claro, aproveitou pra fazer o mesmo. Até que de repente ouvi um barulho, uma voz, sei lá o que foi, e me fez cair na real. Tavam me vendo e eu ia morrer!!!! Cortei tudo, entrei no banheiro, subi pro trabalho correndo, morrendo de culpa. Na hora ele me mandou mensagem pra saber se eu tava bem, mas não respondi até chegar em casa e ficar mais calma. Contei que tava me sentindo culpada, que não sabia por que tinha agido sem pensar, que nunca tinha feito algo assim. Mas quando ele perguntou se eu tinha gostado, falei que sim. Depois deixei o celular carregando e fui tomar banho. Saí do banho, meu marido tinha chegado do trabalho e tava com meu celular na mão, mostrando a conversa de longe…. Vou tentar continuar amanhã. Deixo uma foto de algum dia no escritório.
30 comentários - 3º dia em Poringa: Infidelidade?