A irmã da minha namorada VII

Lembrem de dar like, comentar também, assim eu me motivo e continuo a história o mais rápido possível.

A gente tava indo pra casa da minha cunhada pro jantar em família quando, de repente, o namorado da Cata falou que ia descer do ônibus, aí ela comentou com a gente e desceu pra procurar ele, enquanto eu e a Sofi ficamos no carro.

Sofi: E aí, amor? Senti sua falta, hoje tive um dia difícil.
Eu: Eu também, amor, imaginei, mas agora vamos, jantamos e voltamos rápido pra casa.
S: Super topo, além disso quero deitar cedo, mas não sem antes dar uns beijinhos. — Olhando pro meu volume, fazendo aquele comentário.
Eu: Haha, okay amor, me parece ótimo. Você tá linda, esse decote, meu Deus!
S: Gostou? Tudo seu isso aqui — ela se tocava nos peitos, que eram bem grandes.
Eu: Uma vontade de chupar eles que nem te conto.
S: E eu disso aqui! — enquanto enfiava a mão e falava — Amor, você tá muito molhado! — e sim, com a punheta que sua irmã tava me fazendo, o que você quer?, pensava comigo mesmo.
Eu: Haha, desculpa, às vezes acontece.

Logo em seguida, a Cata e o Ramiro vinham pro carro, subiram e seguimos viagem pro jantar.
Quando chegamos, a Flor tava com o namorado e minha sogra já prontos pra comer. O evento foi bem rápido e, no final, o namorado da Flor foi levar o lixo, a Sofia foi passear com o cachorro, enquanto a Cata, o namorado dela e minha sogra sentaram no sofá.
A Florencia começou a levantar a mesa, então eu me ofereci pra ajudar e, na cozinha, ela começou a lavar os pratos.

Flor: Tomas, me alcança aqueles copos ali?
Eu: Sim, claro. Se quiser, vou enxaguando enquanto você lava.
Flor: Ok, beleza.

Ela lavava, eu enxaguava, e de repente ela me salpicou de sabão na calça, sem querer, e falou.
F: Ah, desculpa, foi sem querer.
Eu: Sem problemas, é só sabão, haha, vamos continuar.
De repente, percebo que ela fica olhando pro meu volume.
Eu: Aconteceu alguma coisa? — enquanto sorria pra ela.
F: Não, não, desculpa, é que... — ela leva a mão pra minha calça e pega nas minhas bolas.
Eu: O que você tá fazendo, Flor? Tipo, por que isso? Kkkk
F: desculpa, desculpa - solta e pega de novo - é que você tem um pedaço lindo, cunhado, puta merda
Eu: valeu, não sei o que te dizer - fiquei meio incrédulo -
F: posso bater uma pra você?
Eu: hmm - quando a dúvida bateu, ela já enfiou a mão e começou bem devagar a me masturbar -
F: ai, por favor, como fica duro - depois disso, puxou meu pau pra fora da calça -
Eu: para, flor, pode vir alguém
F: só um pouquinho, adoro ver ele crescer - começou uma punheta frenética - que vontade de chupar ele todo
Eu: não, isso aí não, aqui não
F: olha como ele fica todo duro - naquele momento, comecei a ficar toda molhada - goza, por favor, goza na minha mão
Eu: ahhhhg. Não, flor, para - a punheta cada vez mais rápida e de repente, a porta bateu, eles tinham voltado
Guardei meu pau na calça, enquanto a flor, com cara de pervertida, mordendo o lábio de baixo, queria morrer com a interrupção

Namorado da flor: o que vocês tão fazendo? Já lavaram quase tudo!
F: sim, amor, já quase terminamos, o Tomi me ajudou
Namorado da F: que fera, cara
Por dentro eu pensava: hoje, garoto, você come, hoje tem que arrebentar, já deixei ela toda molhada, kkk
Minha sogra levantou e disse
Sogra: vamos embora?
Cata: sim, já é hora, amanhã cedo de pé
Sofi: bom, já que todo mundo vai descendo, a gente aproveita
Flor nos acompanhou até a porta, se despediu de todo mundo, mas principalmente de mim, com um olhar fulminante e um beijo quase no canto da boca
Eu tava com um tesão que não aguentava mais, as duas irmãs tinham me masturbado e eu precisava descarregar de algum jeito, o tesão que tive durante o dia era iminente
Chegamos em casa, chamei o elevador e, ao entrar, puxei meu pau e falei pra Sofi
Eu: abaixa, amor, chupa ele
S: amor, aqui?
Eu: sim, por favor, não aguento mais
Ela se abaixou e começou a chupar, enquanto com a mão acompanhava o movimento
Segurei a cabeça dela e empurrei freneticamente pra mim, o elevador já tinha chegado no andar e a adrenalina tava no talo
Eu: ahgggg segue, amor, segue
S: que pedaço que você tem, tá bem molhadinha — gluic gluic, o barulho do boquete era notório —
Eu: quero gozar toda em você, mas antes quero te comer, vem.
Abro a porta do elevador com a pica pra fora, abro a porta de casa, entramos e na hora tiro o jeans que fazia uma bunda do caralho nela e coloco ela de quatro.
Eu: vou foder essa raba assim,
S: sim, amor, me dá forte e rápido.
Penetro ela. Agarro as nádegas grandes que ela tem e começo a meter forte. Ela goza rápido e já começava a pedir mais forte.
Sofi: vai, vai me comer mais rápido, come a sua puta
Eu: sim, é assim que você gosta, puta? Quer a pica toda dentro?
S: segue, segue que eu tô gozandooo
Eu: gosta como eu te fodo, sua puta de merda? Tava morrendo de vontade de me chupar no elevador
S: me come, não é tão machão assim? Ahhhhg me come e dá a gozada pra essa puta
Eu: quer gozo? Me respondeee.
S: siiiim, quero tudo, quero a porra, você me dá?
Eu: não aguento mais, vou gozar, onde você quer?
S: quero na boca, dá a porra, amor, vai
Tiro a pica da bunda dela, viro ela e ela começa a me bater uma bem rápido.
S: siiiim. Vai dar gozo pra sua puta antes de dormir? Dá, dá, dá
Eu: lá vem, ahhhhg.
S: siiiim, quero a porra, essa puta quer tudo, amor, ahhhgg ahgggg.
E naquele momento, todo o gozo que eu tinha foi parar na boca e no queixo da Sofia, a putinha tinha recebido tudo com cara de prazer e saboreando o gozo o tempo todo.

3 comentários - A irmã da minha namorada VII

Yo te amo ya que buenos relatos tengo tanta fantasía y juegos con mi cuñada pero no pasa más que eso