La Hermana de mi Novia VI

Antes de continuar o relato, passa no meu perfil se não viu os posts anteriores da história, deixa teu like, teu comentário, teu favorito se quiser e curte eles. Como vocês sabem, o jantar ia rolar na casa da minha cunhada Flor e a gente tinha que buscar a Sofia na reunião que ela tava. Descemos no elevador e lá mesmo a Catalina já se mostrou toda tesuda e querendo mais, então começou a beijar meu pescoço enquanto a mão esquerda dela entrava na minha calça pra pegar minhas bolas. Eu: que garota safada que você é, não para. Cata: shhh, o elevador tá parando. Eu: não podemos demorar mais. Continuaram os beijos, agora num chupão com muita língua na boca, e com a outra mão livre ela levou a minha até os peitos dela pra eu apalpar. Enfio a mão e tiro o sutiã dela pra chupar sutilmente os peitos dela. Nessa hora a porta do elevador abre e uma vizinha tava esperando, acho que não viu nada, mas foi uma situação estranha. Eu: Boa noite — falei num tom simpático e a senhora respondeu na mesma. Saímos, fomos pro carro, começamos a dirigir e quando olhei pro lado, ela tava com a calcinha fio dental puxada pra baixo, se tocando devagar, por isso não tava ouvindo ela, ela tava em silêncio curtindo a punheta dela. Eu: que que cê tá fazendo? Quer ajuda? Cata: Si — com voz fininha de putinha no cio. Movo meu braço pro lado dela e começo a tocar o clitóris dela enquanto dirigia, e ela fechava os olhinhos. Eu: se for gozar, se apressa porque a gente não demora pra chegar, haha. Cata: faz mais rapidinho pra mim? Eu: Claro. Quer que eu molhe meus dedos pra lubrificar? C: Sim, por favor, quero gozar toda aqui no carro, ahhhhg — dava pra ouvir o som do puro prazer da minha cunhada. Eu: toma, chupa meus dedos. E num movimento, virando a cabeça, ela começa a chupar como se fosse uma rola, a do namorado dela ou qualquer outra. Eu: se continuar assim, vai fazer eu gozar também, haha, deixa eu te ajudar. Levo meus dedos pra baixo. e acelero a punheta. Quando paro o carro pra esperar a Sofia, aumento a velocidade pra ela gozar e dá pra ouvir claramente os gemidos de prazer imenso dela, fazia minutos que ela tinha tomado o cum e agora tava gozando fundo por uma punheta gostosa que ela mesma começou. Cata: ai cunhado, puta merda, como me molhei, me acabei toda, já chegamos? Eu: sim chegamos, agora esperamos sua irmã sair que ela já falou que vinha. Cata: pera mas.. dá tempo de chupar um pouquinho? Eu: adoraria mas não dá haha. Cata: Abre a calça. Eu: nãoo, é perda de tempo, sua irmã já vem e vamos fuder tudo. Cata: então deixa eu fazer isso. E nessa hora ela mete a mão e puxa meu pau pra bater uma punheta com a mão pequena dela bem rápida. Eu: paraa, aguenta, ahhhg. Cata: (olhando nos meus olhos) quer mesmo que eu pare? - Tava batendo uma muito rápido e de repente, um barulho de batida na porta de trás... Era a Sofia. Sofia: oi o que vocês estavam fazendo? Demorou pra abrir o botão. Eu: oi amor como vai? Faz pouco que a gente tá aqui, vamos pra casa da sua irmã? S: sim vamos que tão nos esperando. Devo admitir que fiquei nervoso, a Cata tava rindo a filha da puta, mas partimos pra janta em família.

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