Vacaciones en familia 6

Na manhã seguinte, eu tava me sentindo bem mal. Em parte por aquela fodida violenta que o Salva tinha me dado, mas também por causa do Diego. Queria encontrar ele e conversar a sós. Afinal, a única coisa que ele tinha feito foi chupar minha buceta. E muito bem, por sinal... Depois de perguntar pros meus pais sobre meus irmãos, eles falaram que o Salva tava dormindo e que o Diego tinha ido caminhar pela trilha que saía nos fundos do hotel em direção à mata. Eu, que nunca fui muito esportista, saí correndo atrás dele. O caminho era bem sinuoso e estreito, cheio de arbustos e árvores. Senti que tava me perdendo no meio do mato. Num certo ponto, tropecei numa raiz, caí e torci o tornozelo. Devo ter gritado alto, porque um minuto depois o Diego já tava ajoelhado me socorrendo: D- O que houve, Meli? Y- Caí e torci o tornozelo. Tô com dificuldade pra levantar. D- Apoia em mim que eu te carrego nas costas. Ele me levantou e me carregou com maior facilidade. Y- Não sabia que você era tão forte, Dieguito! D- É que você é levinha! O que tava fazendo por aqui? Você não curte muito explorar... Y- Eu... tava te procurando. D- Ah... pra quê? Y- Queria me desculpar pela noite passada. Foi uma brincadeira idiota e te fiz sentir mal por me fazer sentir bem. D- Não se preocupa. Não fiquei ofendido. Y- Ok. Mas mesmo assim eu errei. Me perdoa! D- Tá perdoada. Y- O Salva falou alguma coisa? D- Ainda não falei com ele. O que houve? Y- Nada. Ele queria te provocar por causa de ontem à noite. D- Típico do Salva! Mas acho que isso que a gente fez, nós três, nos une mais. Tenho certeza que ele também sabe. Y- É verdade... gostei do que você disse. Acho que é o tipo de segredo que a gente leva pro túmulo, né? D- Não só isso. Muda tudo. O jeito de nos ver e nos tratar. Não somos mais só irmãos e irmã. Somos algo a mais. Y- Tomara que continue assim. Não queria que mudasse pra pior. D- Prometo que da minha parte não vou deixar isso acontecer. Y- Valeu. Tô me sentindo melhor. Te amo, Diego! D- E eu te amo também, Meli. Y- Dá pra sentar um pouquinho? D- Claro, lógico. Ele me baixou devagar num tronco caído e sentou do meu lado. tronco caído virado banco. Era mais confortável do que parecia. Olhei nos olhos do Diego e já não vi o irmão inteligente e chato, vi o homem que eu gostava. Queria beijar ele... e beijei. Ele não se afastou nem me rejeitou, muito pelo contrário. Me abraçou com suavidade e enfiou a língua na minha boca. Beijava muito bem. Comecei a tocar ele por todo lado, quando cheguei no short dele encontrei uma ereção duríssima. Sem pensar, puxei o short dele até os joelhos e comecei a chupar. Que gostoso era aquele sabor na minha boca. A cock de um irmão é muito mais yummy do que a de um estranho e o perverso disso tudo faz o gosto ficar ainda melhor. Tirei minha legging e subi no tronco de joelhos. Me ofereci toda pro meu irmão. E- Me come, por favor! Diego não disse nada, só babou dois dedos e passou na entrada da minha pussy e depois nos lábios até chegar no buraco do cu. Antes que eu percebesse, ele tava me dedando com as duas mãos. Enfiava dedos na minha pussy encharcada e um no meu cu. As mãos dele eram experientes, o prazer era intenso mas eu queria mais. Tava de quatro, gozando e me molhando igual uma slut e só conseguia pensar em ser penetrada. Supliquei. E- Mete em mim, por favoooorrr! Ele não me fez esperar mais. Meteu tudo de uma vez só até o fundo. Com o tanto que eu tava lubrificada, foi incrível. Gozei na hora. E- Aai! Aaaaai... aia... aaaaahh! Pelas minhas pernas escorriam gotas dos meus próprios sucos. Diego, enquanto isso, continuava no mesmo ritmo calmo as estocadas. Passou um dedo na minha coxa e levou até a boca. D- Tudo em você é tasty! Eu fiquei vermelha e fiquei mais excitada. E- Por deusss... me come mais forte! D- Como quiser! Me segurou pela cintura e começou a meter forte. Os barulhos que saíam do choque dos nossos corpos eram terrivelmente pornôs. Ploc-ploc-ploc-ploc. D- uf... uf... tô pertoo! E- Não tira... eu querooo! D- Ooo keeeyyy... gozei! Enfiou até o fundo e ficou lá. Podia sentir a cock dele pulsando dentro meu interior, descarregando todo o leite dele em mim, como eu tinha pedido. Ele saiu e encostou as costas numa árvore. Eu sentei no tronco e fiquei olhando como começava a sair sêmen da minha pussy. Olhando nos olhos dele, enfiei 2 dedos bem fundo e depois chupei eles. E—Mmmm... Tudo de nós é muito tasty! Ele se jogou em mim e comeu minha boca desesperadamente. Enfiei 2 dedos de novo e fiz ele lamber. Ele não reclamou. D—Mmm... cê tem razão. É muito tasty! Meu irmão educado era um degenerado igual a mim! Isso tava ficando cada vez melhor! Eu me ajoelhei no chão e tomei todo o leite que ainda saía da ponta dele. Depois que deixei limpinho, pedi pra voltarmos pra eu poder colocar gelo no tornozelo inchado. Horas depois, eu tava deitada na cama do meu quarto de hotel, descansando. De vez em quando, todos passavam pra trazer coisas e ver como eu tava. Tirando a inflamação e a dor que me impediam de andar... além disso, tava entediada pra caralho. Quando o Diego veio, ele se ofereceu pra me dar uma massagem nas pernas. Adorei a ideia. Então, com um creme corporal que tinha no banheiro, ele massageou minhas pernas com uma dedicação total. Virei de bruços pra ele massagear minhas coxas doloridas (hahaha). Eu só tava de fio dental, então ele tinha uma vista em primeiro plano da minha raba. Não demorou muito pra ele levar as mãos pras minhas nádegas. Depois de uns amassos, eu já tava me molhando e suspirando. Diego percebeu, abaixou o fio dental e começou a brincar com minha bunda com os dedos cheios de creme. Ele não falava nada. Eu também não. Ele enfiou um dedo até o fundo e eu não reclamei. Deixei ele fazer pra ver até onde ia sem falar. Grave erro. Um dedo virou dois e a brincadeira passou a ser uma penetração completa. Ele me comia com os dedos. Eu só gemia, esperando ele pedir permissão pra me foder. Ele não falava. Tive que ceder. E—Aahh... aai... Você não vai meter? Ahmmm... D—É isso que cê quer? E—Mmmm... se você quiser... D—Quer que eu meta nessa bunda? Pede. E—Ah... não... não seja Malo! D- Vou meter o pau em você quando você pedir bem clarinho! Y- Aaah... Mete... D- O quê? Y- Ufaaa... mete o pau em mim! D- Onde...? Y- Mete teu pau no meu cu, por favoooor! Naquele momento começou a melhor e mais selvagem foda da minha vida. Primeiro, ele encheu o pau de creme e enfiou tudo. Eu mordi o travesseiro pra abafar um grito. Ele me comeu devagar, com movimentos longos e calmos. Eu fiquei deitada e ele movia o corpo sobre o meu, me dando um prazer enorme. Depois me colocou de quatro e meteu mais forte enquanto batia na minha bunda. Naquela hora eu gozei. Nunca imaginei que poderia gozar pelo cu, agora sei que consigo. Diego ainda não tava satisfeito. Me deixou deitar de barriga pra cima e descansei um minuto antes dele subir em cima de mim. D- Quero ver sua cara quando eu gozar. Y- Ah, que romântico! Ele sorriu de lado, levantou minhas pernas e voltou pro meu cu castigado. Nessa posição era diferente. Foi ainda melhor quando ele começou a me beijar. A boca do Diego era suave mas intensa. A língua dele continuava tão habilidosa pra beijar quanto pra me chupar. Senti o corpo todo dele se tensar e o calor do sêmen enchendo meu cu. Fechei os olhos e deixei ele gozar dentro o quanto quisesse até cair exausto do meu lado. Y- Isso... foi... muito intenso! Não sabia que podia sentir tanto prazer com sexo anal! D- Fico feliz que você curtiu, Meli. Foi muito bom! Tenho que admitir que quando ele me beijou, fiquei muito excitada. Mas não quis falar, teria sido estranho. Ele saiu do quarto um tempo depois. Aproveitei pra dormir e depois tentar tomar banho com cuidado. Quando vi que ia ser difícil, chamei o Salvador. Ele veio na hora, todo pronto pra me ajudar a tomar banho. Eu tava de fio dental e uma regata curta. S- Espera aí que vou tirar a roupa pra não molhar. Não consegui evitar de olhar pro pau dele. Já tava duro! Y- Epa! Isso é por minha causa? S- É por e pra você, irmãzinha! Você tá uma gostosa e vou te comer! Y- Não. Espera. Meu tornozelo tá doendo muito e... Ele não esperou mais. Me levantou como se fosse nada e Me levou pra cama. Eu não queria que ele percebesse que tinha transado com Diego, como se eu pudesse ser infiel pros meus irmãos! Então abri as pernas e falei: Tá... Ok. Arrebenta minha pussy!
S- Assim que eu gosto, irmãzinha! Sabia que ia conseguir provocar ele fácil. O que eu não sabia é que ele tava morrendo de vontade de me foder. Passou saliva no pau dele e meteu sem piedade. Me perfurava até o fundo e não cansava. Depois me ofereci pra chupar ele pra dar uma aliviada e descansar minha pussy. Ele sentou na beira da cama e me deixou fazer por um minuto ou dois.
S- Beleza. Agora sobe em cima de mim. Eu cuido disso. Sentei em cima dele, enrolando minhas pernas nele. Ele me agarrou pelas nádegas e enfiou de novo. A porra do pauzão do Salva chegava até meu útero. Fiquei molhada na hora. Os barulhos que nossos corpos faziam se batendo tavam me deixando mais excitada. Salva tinha uma força e uma energia que me dominavam. Eu subia e descia sem parar. Gozei sem conseguir pedir pra ele dar uma pausa.
Y- Pa... pa... para... um pouquinho!
S- O que foi, irmãzinha? Tá cansada? Dei uns tapas nele pra me soltar. Ele me jogou na cama e me encarou, apontando aquele cacete que ele tinha de pau.
Y- Se me der um respiro, te dou um prêmio.
S- Ah é? Qual seria o prêmio?
Y- Deixo você encher minha pussy de porra.
S- Beleza... se é assim que você fala... Nessa hora, bateram na porta. Continua...

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