Olá, todo mundo, como é que tão? Hoje eu trouxe mais uma história de punheta em grupo. Já bati umas quantas, com várias pessoas, então aos poucos vou contando tudo.
Aos 13 anos, me mudei pra outra casa. Do lado morava o Emanuel, um amigo da minha idade, que estudava na mesma escola mas em outra sala (eu no A, ele no B). Desde pequenos a gente se dava bem. Quando me mudei, passávamos o tempo juntos: andando de bike, ouvindo música, jogando videogame, essas coisas.
O assunto sexo e punheta nunca tinha rolado. Eu achava ele meio bocó, principalmente porque a família dele é super religiosa. Um dia, os pais deixaram a gente usar a internet no computador (era outra época, há 15 anos, haha) e o Ema abriu um site que até hoje lembro: "loiras19". Meu amigo, que eu achava meio leso, era um punheteiro do caralho igual a mim! Quem diria, haha. A gente olhou um pouco e não rolou nada. Na casa dele sempre tinha gente, o tempo todo, seja os pais ou os irmãos.
Nesses dias, passou pela minha cabeça a ideia de que a gente podia bater uma juntos (eu já tinha feito umas punhetas em grupo), mas ao mesmo tempo sentia que não, que era impossível bater uma com o Ema, e descartei.
Normalmente, eu ficava na casa dele até tarde e a gente via filmes alugados em DVD na sala. A mãe dele dormia, os irmãos também, e o pai quase sempre ficava num quintal nos fundos trabalhando/estudando até altas horas.
Numa dessas noites de filme, passando de canal, o Ema coloca TheFilmZone e aparece um pornô do caralho, daqueles softporn que passavam antigamente. Provavelmente um da Emmanuelle.
A gente ficou olhando. Com o risco de o pai passar pela sala a qualquer momento. Que tesão, puta que pariu. Tava vendo pornô com meu amigo, com o risco de sermos pegos, e eu tinha 14 anos. Só faltava fogo ao redor pra ilustrar.
Nisso, o pai passa pra ir dormir no quarto. A gente nem conseguiu mudar de canal. Por sorte, era uma cena sem sexo e ele não percebeu (ou percebeu e fingiu de bobo?).
Com o Pai, fora da história, ele tinha tudo pra ser algo a mais. Não lembro quem sugeriu, mas a gente falou de bater uma. Era algo que eu nunca tinha imaginado que podia rolar (como na maioria dessas histórias).
Os dois tava de pau duro. A gente se levantou em volta da mesa e mostrou a rola. Tinha uns pinto meio broxante, mas que já tava apontando. Uma puta tesão, haha.
Lembro que o dele era bem diferente do meu, a pele ia até em cima. Não conseguia "pelar". De tamanho, a gente era parecido naquela época.
A gente sentou na cadeira e começou a bater uma. Lembro que meu amigo falou que ele sempre batia em pé. Isso me pareceu estranho, haja, mas beleza. Perguntei se ele queria bater em pé, mas ele tava com vergonha (a mesa meio que escondia a punheta).
Depois de um tempo, meu amigo colocou os guardanapos na mesa e era hora de terminar. Gozei pra caralho e ele também. Era daquela época que a gente perguntava "já gozou?" haha e o jato realmente espirrava.
Depois disso, veio um monte de punheta junto com o Ema, e até mais amigos entraram em algumas (vários amigos), mas isso é história pra outra hora.
Aos 13 anos, me mudei pra outra casa. Do lado morava o Emanuel, um amigo da minha idade, que estudava na mesma escola mas em outra sala (eu no A, ele no B). Desde pequenos a gente se dava bem. Quando me mudei, passávamos o tempo juntos: andando de bike, ouvindo música, jogando videogame, essas coisas.
O assunto sexo e punheta nunca tinha rolado. Eu achava ele meio bocó, principalmente porque a família dele é super religiosa. Um dia, os pais deixaram a gente usar a internet no computador (era outra época, há 15 anos, haha) e o Ema abriu um site que até hoje lembro: "loiras19". Meu amigo, que eu achava meio leso, era um punheteiro do caralho igual a mim! Quem diria, haha. A gente olhou um pouco e não rolou nada. Na casa dele sempre tinha gente, o tempo todo, seja os pais ou os irmãos.
Nesses dias, passou pela minha cabeça a ideia de que a gente podia bater uma juntos (eu já tinha feito umas punhetas em grupo), mas ao mesmo tempo sentia que não, que era impossível bater uma com o Ema, e descartei.
Normalmente, eu ficava na casa dele até tarde e a gente via filmes alugados em DVD na sala. A mãe dele dormia, os irmãos também, e o pai quase sempre ficava num quintal nos fundos trabalhando/estudando até altas horas.
Numa dessas noites de filme, passando de canal, o Ema coloca TheFilmZone e aparece um pornô do caralho, daqueles softporn que passavam antigamente. Provavelmente um da Emmanuelle.
A gente ficou olhando. Com o risco de o pai passar pela sala a qualquer momento. Que tesão, puta que pariu. Tava vendo pornô com meu amigo, com o risco de sermos pegos, e eu tinha 14 anos. Só faltava fogo ao redor pra ilustrar.
Nisso, o pai passa pra ir dormir no quarto. A gente nem conseguiu mudar de canal. Por sorte, era uma cena sem sexo e ele não percebeu (ou percebeu e fingiu de bobo?).
Com o Pai, fora da história, ele tinha tudo pra ser algo a mais. Não lembro quem sugeriu, mas a gente falou de bater uma. Era algo que eu nunca tinha imaginado que podia rolar (como na maioria dessas histórias).
Os dois tava de pau duro. A gente se levantou em volta da mesa e mostrou a rola. Tinha uns pinto meio broxante, mas que já tava apontando. Uma puta tesão, haha.
Lembro que o dele era bem diferente do meu, a pele ia até em cima. Não conseguia "pelar". De tamanho, a gente era parecido naquela época.
A gente sentou na cadeira e começou a bater uma. Lembro que meu amigo falou que ele sempre batia em pé. Isso me pareceu estranho, haja, mas beleza. Perguntei se ele queria bater em pé, mas ele tava com vergonha (a mesa meio que escondia a punheta).
Depois de um tempo, meu amigo colocou os guardanapos na mesa e era hora de terminar. Gozei pra caralho e ele também. Era daquela época que a gente perguntava "já gozou?" haha e o jato realmente espirrava.
Depois disso, veio um monte de punheta junto com o Ema, e até mais amigos entraram em algumas (vários amigos), mas isso é história pra outra hora.
3 comentários - Primeira punheta em grupo com a Ema - Relato