Essa história não é minha, mas eu gostei muito e queria compartilhar com vocês.
A história original foi escrita em inglês e tem um total de 8 capítulos.
Espero que vocês curtam.🔥Sue estava sentada à sua mesa uma noite, ainda com a blusa branca e a saia azul que havia usado para trabalhar. Ela estava pensando no relacionamento entre ela e Tommy, como fazia com bastante frequência. Tinha feito um grande exame de consciência nos últimos dias. Seu relacionamento havia progredido muito além do que ela poderia ter imaginado. Até agora, eles haviam se limitado ao sexo oral e um pouco de masturbação. A pergunta persistente em sua mente era: para onde iriam a partir daqui? A cada dia, ficava mais difícil controlar as coisas. Ela tinha estado tão perto no outro dia.
Parecia que quase toda vez que estavam juntos, não conseguiam tirar as mãos um do outro. Ele a tocava ou beijava e aquilo começava. Ela respondia e as coisas saíam do controle dali em diante.
Oi, mamãe", disse Tommy, entrando no quarto e se sentando.
Oi Tommy. Pensei que você ia pro jogo de bola com o Joey?
Eu tava a fim, mas ele tá resfriado e cancelou.
Desculpa.
Tá bom. Preferia estar em casa com você.
Sue olhou para ele e balançou a cabeça. "O que eu vou fazer com você?" perguntou retoricamente.
Me ama", ele disse com um grande sorriso e abriu os braços para ela.
Sue largou a caneta e depois caminhou para sentar no colo do Tommy. Beijou seus lábios e depois se aconchegou em seus braços. De repente, ela se sentiu tão protegida em seu abraço.
Mamãe, você... eh... nós... já fizemos muitas... sabe... coisas", disse Tommy hesitante.
Sue ficou em silêncio, se perguntando onde isso ia dar.
Você disse... eh... você disse que era egoísta um homem pegar e... e não devolver".
Imediatamente, Sue soube o que estava por vir. Não era como se ela não tivesse esperado por isso. No entanto, ela sabia que o que ele ia pedir era um grande passo.
Você vai me ensinar... a, hã... sabe... fazer um boquete em você?
Sue ficou em silêncio por um longo tempo. Ela conseguia sentir seu coração batendo forte no peito. Havia uma tremenda luta em sua cabeça. Por um lado, ela já tinha feito tanto, qual seria a diferença se deixasse ele fazer isso nela? Por outro lado, ela sabia que isso levaria o relacionamento deles a um novo nível. No entanto, a ideia de ter a boca dele sobre ela era incrivelmente excitante. Então, qual seria o mal? Quem saberia?
Eu... eu não sei, Tommy", disse ele, relutante. "Deixa eu pensar nisso.
Tommy sentiu um arrepio de excitação percorrer seu corpo. Toda vez que ela dizia aquilo, voltava e fazia o que ele queria. "Isso é justo", ele disse, e sua mão subiu para acariciar o peito dela.
Sue conseguia sentir a ereção dele pressionando suas nádegas. Com um suspiro, ela deslizou do seu colo e se ajoelhou entre suas pernas.
Tommy sorriu e abriu a calça. Enfiou a mão dentro e tirou sua ereção inchada para fora. Quando Sue foi segurá-lo com as mãos, ele agarrou seus pulsos e afastou-as. Levantou-se um pouco e deslizou a cabeça na boca dela. Observou sua mãe chupá-lo por alguns minutos e então, ainda com o pau na boca dela, ficou de pé.
Sue recuou e deixou Tommy ficar de pé na sua frente. Ela sabia o que ele queria quando os quadris dele começaram a balançar de um lado pro outro enquanto ele segurava os braços dela acima da cabeça. Ele quer meter na minha boca, ela pensou. Um gemido escapou dos lábios esticados dela quando ela deixou o filho usar a boca dela.
Quando Tommy soltou as mãos da mãe, agarrou a cabeça dela. Ele ficou feliz ao ver que ela deixava os braços deslizarem preguiçosamente para os lados. Os quadris de Tommy continuaram se movendo para frente e para trás enquanto ele puxava a cabeça dela para si. Ele ouviu a mãe engasgar e relaxar, mas então a sentiu avançar, forçando-o a voltar para o fundo da garganta dela.
Por algum motivo estranho, Sue de repente se sentiu muito submissa. Não era próprio dela interpretar esse papel. No entanto, nesse momento, ela se sentia bem. Ela gemeu submissamente e deixou que seu filho batesse em sua boca. À medida que o movimento dele ficava mais rápido, a saliva começou a escorrer pelos cantos de sua boca esticada.
As pernas do Tommy estavam abertas e os joelhos levemente dobrados enquanto ele entrava e saía rapidamente da boca disponível de sua mãe. Seus dedos estavam apertados no cabelo dela enquanto ele se movia quase violentamente para dentro e para fora. Foi uma sensação estranha de poder para o Tommy. Ele estava no comando.
Em questão de segundos, Tommy sentiu suas bolas começarem a apertar. Ele estava prestes a gozar cedo demais. De repente, Tommy se afastou da mãe. Soltou o cabelo dela e agarrou seu pau pela base. Ele ia tentar segurar o orgasmo como ela tinha ensinado. Mas quando olhou para baixo e viu o rosto dela encarando-o cheio de expectativa, soube que não conseguia segurar mais.
O hálito de Sue saía em grandes arfadas. Seus olhos estavam arregalados enquanto ela observava o pênis trêmulo do filho, agachada e à espera.
Tommy conseguia sentir a porra recuando enquanto segurava firme a base do pau dele. De repente, ele rugiu e aliviou a pressão na base. A porra saiu voando com tanta força que arqueou por cima da cabeça da mãe dele e caiu no cabelo dela. A próxima explosão acertou ela direto na cara, respingou na testa e escorreu pela bochecha. Aí outra explosão disparou nela.
Sue fechou os olhos e apertou as coxas quando seu próprio orgasmo começou. Seus lábios vaginais pulsaram de prazer ao sentir o gozo do filho continuar a cobrir seu rosto. Ela esticou o rosto em direção ao jato como se estivesse no banho, amando o líquido morno.
Surpreendentemente, o orgasmo de Tommy parecia não ter fim, cobrindo o rosto da mãe e respingando na sua blusa e saia brancas. Finalmente, quando o clímax diminuiu, suas pernas fraquejaram e ele caiu para trás na cadeira. Através dos olhos semicerrados, ele viu a mãe raspar o sêmen do rosto e levá-lo à boca.
Na manhã seguinte, na mesa do café da manhã, Tommy fez a pergunta inevitável. "Mãe, você disse que pensaria no que eu pedi".
Sue olhou para o filho e sorriu. "Vamos ver", foi sua única promessa. Sue já tinha tomado uma decisão, mas ainda não estava pronta para revelar sua resposta para Tommy.
Vamos ver", pensou Tommy. Isso é tão bom quanto um sim. Ele não conseguiu controlar o sorriso que surgiu em seu rosto.
Sue e Tommy decidiram ir ao seu restaurante favorito naquela noite. Como sempre, Tommy ficou pronto cedo, esperando sua mãe na porta. Quando ela desceu, estava usando uma saia bem curta com salto alto. Porém, por cima, ela tinha um suéter escuro que abotoava na frente, com uma blusa branca por baixo. A blusa parecia algo que um professor de escola usaria. No entanto, a saia parecia uma delícia. Tommy ficou curioso com a escolha de roupa dela, mas decidiu não dizer nada.
Quando Sue entrou no carro, ela se certificou de abrir as pernas de forma despretensiosa, dando ao filho uma visão clara de sua calcinha rosa vibrante e da pele branca e cremosa sobre suas meias-calças. Assim que ela se acomodou, Tommy teve coragem o suficiente para estender a mão e colocá-la sobre sua coxa. Ele dirigia com uma mão e usava a outra para puxar sua saia para cima, para poder ver sua calcinha. Sue permitiu que a mão de Tommy subisse até alcançar sua calcinha, parando-o apenas quando achou que estava distraindo-o da direção. Ela segurou sua mão, mantendo-a sobre sua coxa, e gentilmente pediu que ele prestasse atenção na estrada.
Sue e Tommy conseguiram sua mesa especial no fundo do restaurante, garantindo a privacidade que desejavam. Os dois conversaram até que a garçonete anotou o pedido de bebidas. Quando ela se afastou, Sue disse que precisava ir ao banheiro feminino. Alguns minutos depois, ela voltou e parou ao lado de Tommy. Estendeu a mão para ele, sinalizando que ele deveria abrir a palma. Colocou um pedaço de material amassado em forma de bola na mão dele e sentou-se.
Tommy olhou para a mãe com as sobrancelhas levantadas e então abriu a mão. Sentiu o pau dele balançar dentro da calça quando viu o material sedoso rosa amassado. Eram as calcinhas da mãe dele. De repente, ele avistou a garçonete pelo canto do olho e rapidamente colocou a mão que segurava a calcinha debaixo da mesa. Ele não sabia se a garçonete tinha visto o que ele tinha na mão, mas sabia que seu rosto estava vermelho como uma beterraba. A mãe dele apenas sorriu diante da sua evidente aflição.
Depois que pediram o jantar e a garçonete foi embora, Tommy tirou a mão de baixo da mesa. Olhou para a minúscula calcinha e viu que a parte da frente estava encharcada. Sem nem pensar, levou a parte úmida da calcinha até o nariz, inalando profundamente, mantendo os olhos fixos na mãe o tempo todo.
Então Sue observou com surpresa como Tommy casualmente abria a calcinha e a levava aos lábios.
Beijou o tecido molhado e depois fingiu colocar a língua para fora e lamber o reforço de uma ponta à outra.
Sue suspirou profundamente e fechou os olhos enquanto um arrepio percorria seu corpo.
O pau do Tommy agora estava completamente ereto. Era a primeira vez que ele experimentava os fluidos sexuais da mãe. Ele sentiu a mão tremer enquanto forçava o material a formar uma bola e guardava no bolsillo. Em seguida, baixou a mão e ajustou o pau nos limites muito apertados da calça.
Sue de repente percebeu que Tommy tinha superado ela. Mas a Sue ainda não tinha acabado.
Quando o jantar foi servido, Tommy e Sue comeram em silêncio, trocando olhares apaixonados. Mais ou menos na metade da refeição, Tommy viu sua mãe olhar ao redor do restaurante. Ao perceber que não havia ninguém por perto, Sue levantou a mão e começou a desabotoar o suéter. Tommy pensou que ela estava começando a sentir calor. Quando todos os botões estavam desabotoados, Sue tirou o suéter do peito. Tommy ficou surpreso ao ver que a blusa era totalmente transparente; ele podia ver todos os seios firmes de sua mãe, com os mamilos rosados e duros pressionando através do tecido. Tommy já não conseguia se concentrar no jantar. Seus pensamentos estavam no fato de que sua mãe estava sentada à sua frente, nua por baixo da roupa, e que ele poderia comê-la aquela noite.
Mãe, a gente pode ir embora?" perguntou Tommy, com a comida só pela metade.
Acho que é uma excelente ideia, além disso, acho que te devo uma lição.
O pau do Tommy pulsava dentro da calça, ele pulou e praticamente arrastou a mãe para fora do restaurante.
Dirigindo para casa, Sue tirou o suéter e sentou ao lado do filho usando apenas uma blusa transparente cobrindo os seios. Tommy estava ficando maluco tentando manter os olhos na estrada.
Sue sabia que era perigoso provocá-lo daquele jeito enquanto ele dirigia. No entanto, ela tinha passado o dia todo pensando no que ele ia deixar ela fazer, e isso a estava deixando louca de tesão.
Tommy teve dificuldade em se manter dentro do limite de velocidade enquanto corria para casa. Mal parou na garagem quando pulou do carro e correu para abrir a porta para sua mãe. Quando Sue se virou para descer do carro, Tommy conseguiu ver de perto a buceta exposta da mãe. Seus olhos se arregalaram de surpresa ao ver que ela não tinha pelos pubianos. Os cabelos loiros normalmente macios haviam sumido, deixando seus lábios suaves e brilhantes. Tommy ficou paralisado, olhando para entre as pernas da mãe. Agora seu coração batia tão forte que ele achou que ela poderia ouvir.
Quando Sue decidiu deixar Tommy comer sua buceta, ela resolveu depilar tudo. Seu pai a amava assim. Quando ela saiu do carro, parou diante dele com um sorriso largo. "E aí, gostoso?", perguntou ela, já sabendo a resposta. Ela sorriu, percebendo que tinha a situação sob controle de novo.
Ah... ah... nada", ele se esforçou para falar.
Sue deu meia volta e caminhou em direção à casa, ainda sorrindo.
Tommy demorou alguns segundos para perceber que estava sozinho na calçada. Ele correu pelo caminho e seguiu a mãe para dentro de casa.
Tommy, me traz uma taça de vinho e leva pra sala, por favor", disse Sue, virando-se para entrar na sala de estar.
Tommy se apressou para pegar o vinho, tremendo tanto que quase quebrou a taça. Tentou estabilizar as mãos enquanto voltava para a sala. Viu sua mãe sentada no sofá, esperando por ele. Quando entregou a taça, sua mão tremia tanto que o vinho quase transbordou pela borda. Ele não percebeu que a mão de sua mãe também estava tremendo.
Sue deu um gole grande no vinho e bateu no banco ao lado dela.
Tommy se sentou sem dizer uma palavra. Ele estava com medo de que a voz dele não funcionasse.
Sue suspirou e disse: "Tommy, este é um grande passo para nós. Sei que você tem vontade de me fazer sexo oral há muito tempo. Francamente, eu também queria, tanto quanto você, se não mais. É uma das coisas que mais sinto falta do Bob. Ele era muito bom. Seu pai... seu pai e eu costumávamos fazer isso toda hora. Na verdade, a primeira vez foi num sofá como esse na casa da mãe dele. Era uma loucura porque os pais dele, seus avós, estavam dormindo no quarto ao lado. Fizemos muita coisa maluca", acrescentou enquanto seus olhos ficavam embaçados e ela parava de falar.
Tommy se aproximou, pegou a mão da mãe e sentou-se em silêncio, esperando que ela continuasse.
Às vezes fico tão confuso, Tommy. O que a gente fez é muito errado, mas... mas não consigo resistir a você. Pode ser tão perigoso pra nós dois. É tudo tão louco.
Mãe... eh... a gente não precisa fazer isso.
Shhh", disse Sue e colocou os dedos nos lábios de Tommy.
Sue parou na frente do Tommy e começou a desabotoar lentamente a blusa. Ela tirou dos ombros e parou, deixando Tommy admirar seus peitões tão perto do rosto dele.
Tommy conseguia ver a excitação dela enquanto o peito subia e descia com a respiração acelerada. Sua própria respiração começava a sair em pequenos suspiros ofegantes.
Lentamente, Sue começou a levantar a saia pelas coxas. Ela fez uma pausa por um segundo quando a saia estava logo abaixo da virilha, provocando o Tommy. Então, puxou-a até a cintura e um pequeno gemido de excitação escapou de seus lábios.
Tommy ofegou. Ele nunca tinha visto nada tão excitante em sua jovem vida. Em exibição diante dele estava a buceta encharcada e inchada de sua mãe. Não havia um único fio de pelo em nenhum lugar da superfície, do umbigo até as coxas. Os lábios externos eram tão lisos que quase brilhavam. Os lábios internos estavam salientes e havia fios de seu suco sexual pendurados precariamente, prestes a pingar no chão. Suas coxas, por toda a extensão até o topo de suas meias, brilhavam com seu líquido.
Quando Sue viu que Tommy estava pronto para pegá-la, ela o empurrou para trás. "Espera", disse e se virou para caminhar até uma cadeira confortável. Ela manteve os saltos altos e a saia levantada na cintura enquanto se sentava na cadeira. Então ergueu as pernas e as jogou sobre os braços da cadeira, empurrando sua buceta para o filho de uma maneira obscena.
Sue apontou o dedo para o filho e disse, sem fôlego: "Acho que a melhor posição pra você é de joelhos entre minhas pernas".
Tommy sprang up and ran toward his mother, unable to tear his eyes away from the exposed sex.
Tira a roupa primeiro.
Sue observou como Tommy se despia em tempo recorde e jogava as roupas no chão na pressa. Então olhou para o corpo completamente nu do filho. Seus olhos percorreram o corpo dele de cima a baixo, parando na ereção pulsante. Meu Deus, ele vai deixar as mulheres malucas um dia, pensou.
Tommy caiu de joelhos entre as pernas de Sue e aproximou bem a boca da sua buceta inchada e melada. Ele colocou as mãos trêmulas sobre suas coxas, forçando-as a se abrirem mais, com a intenção de mergulhar de cara.
Só um minuto, querido", disse Sue, colocando as mãos sobre os ombros do filho para detê-lo. "Você precisa de algumas lições de anatomia feminina antes de ME COMER", disse Sue, enfatizando as palavras "me comer".
Tommy se recostou e observou sua mãe abrindo ainda mais as pernas. Enquanto assistia de olhos arregalados, ela usou os dedos para abrir os lábios rosados. Tommy sentiu a boca salivar. Ele conseguia sentir o cheiro da excitação dela e ver o mel borbulhando em sua buceta aberta.
Tá vendo esse botãozinho aqui?" Sue disse, apontando para seu clitóris. "Esse é o centro da excitação sexual de uma mulher. É muito sensível e precisa ser tratado com bastante carinho. Já já te conto mais sobre ele. Aqui embaixo estão meus lábios externos e internos". Sue afastou os lábios internos, deixando ele ver o quanto eram flexíveis.
Os lábios externos não são tão sensíveis e podem ser manipulados com um pouco mais de força. Porém, estes", disse, tocando os lábios internos, "podem ser bem sensíveis. Olha como ficam molhados quando eu fico excitada". Sue tentou manter a calma na voz e parecia ser muito prática em sua descrição. No entanto, por dentro ela estava ardendo de desejo. Ver o espanto e a excitação nos olhos do filho era quase mais do que ela podia suportar.
Tommy conseguia ver o suco grosso que agora escorria do buraco da sua mãe. Ele podia sentir o próprio pau vazando lubrificação enquanto esperava que ela deixasse ele comer ela. Agora ela respirava pela boca numa tentativa de conseguir oxigênio suficiente. A cabeça dela girava como se estivesse caindo de uma grande altura.
Dentro do buraco é onde o pau entra e ele é muito receptivo a uma língua suave." Sue começou a respirar com muita dificuldade enquanto se forçava a continuar a descrição. "Ahhhhh!" Sue gemeu quando seu dedo roçou o clitóris sensível. "Como eu... como te mostrei antes, esse... esse é o meu... meu clitóris", disse Sue, abrindo os lábios e deixando a pequena protuberância aparecer, suas mãos tremiam de excitação.
Tommy focou os olhos onde sua mãe apontava. Ele estava fascinado pelo pedaço macio de carne entre seus lábios. Quase parecia uma mini cabeça de pau.
Meu clitóris é... é... muito sensível. Quando estou tão excitada assim, até um toque leve pode me fazer perder o controle. Agora ele está bem inchadinho. Por favor, seja muito cuidadoso com ele", disse Sue, quase delirando.
Tommy sabia a maioria dessas coisas das aulas de biologia do ensino médio. No entanto, aquilo tinha sido uma grande piada, com nenhum dos garotos prestando muita atenção. Agora, ver e ouvir sua mãe falando sobre suas partes íntimas o fez tremer de desejo. Seus olhos nunca deixaram suas partes íntimas quando ela começou a usar o dedo para massagear seus lábios abertos.
Aiii, meu Deus!" Sue gemeu, fechando os olhos de prazer.
Ela observou com espanto como ela enfiou primeiro um dedo dentro de si mesma. Depois adicionou um segundo e um terceiro, até que os três dedos estivessem dentro dela, quase até a última junta. Quando os tirou, estavam escorregadios de tanto melado.
Sue ergueu os dedos trêmulos em direção ao filho.
A boca de Tommy se fechou em volta dos três dedos, chupando com barulho. Foi ele ou a mãe dele quem gemeu? O gosto não se parecia com nada que ele já tivesse experimentado antes. Era mais grosso e muito mais doce do que o pouco que ele tinha provado na calcinha dela.
Quero que ponha sua língua aqui, Tommy", disse Sue com voz trêmula, apontando para seu buraco aberto. "É hora de praticar sua lição. Quero que coma minha buceta suculenta. Preciso tanto da sua língua, por favor, ME COME AGORA", disse Sue, perdendo repentinamente o controle e quase gritando.
Tommy rapidamente se inclinou para frente, sua boca a centímetros dos lábios encharcados dela.
Sue colocou as duas mãos dos lados da cabeça, tentando enfiar o rosto na sua buceta fumegante.
Tommy resistiu, agora era ele quem torturava os dois. Com o rosto a uma polegada dos lábios melados dela, respirou fundo; aquele cheiro maravilhoso o excitou tremendamente. Então sua língua saiu para tocar os lábios escorregadios. Ele ouviu sua mãe gemer quando sua língua tocou sua buceta pela primeira vez. Então sua língua trouxe o sabor para sua boca.
Sue viu seu filho engolir seu suco e gemeu. Ela agarrou a cabeça dele de novo, seu desejo momentaneamente sob controle. "Devagar, devagar, lambe em volta dos lábios", instruiu, movendo a cabeça dele com as mãos.
Tommy deixou que sua mãe movesse a cabeça, com a língua esticada para seu prazer. De repente, ele se perguntou por que seus amigos falam disso de forma tão vulgar. Para ele, parecia um ato lindo e íntimo. Naquele instante, ele soube que iria amá-la pelo resto da vida.
Sua mãe não precisava mais segurar sua cabeça quando Tommy começou a usar sua língua e lábios por conta própria. Sua boca cobriu seu buraco e começou a chupar os lábios inchados por dentro. Em seguida, mordeu-os suavemente e depois usou sua língua para lamber a superfície enrugada.
Aiiiiii, isso, isso, chupa, chupa meus lábios. Ai, meu Deus, não aguento. Chupa, chupa a buceta da mamãe", gritou Sue quase ininteligivelmente. Então, ela começou a empurrar os quadris contra o rosto dele. Ela ergueu a cabeça levemente, sua língua fazendo contato com seu clitóris inchado. Suas pernas se esticaram e se enrolaram em volta do pescoço dele, prendendo sua boca em sua carne úmida.
Isso era tudo o que ela podia aguentar. De repente, soltou um longo gemido e perdeu completamente o controle, tremendo e gritando quando um clímax avassalador a atingiu. Ela forçou a cabeça do pobre rapaz ainda mais fundo na sua buceta convulsa, quase sufocando ele no processo.
O Tommy não estava nem aí. O rosto dele estava encharcado no suco da mãe. Os lábios dela estavam abertos sobre o rosto dele, espalhando o líquido escorregadio do queixo até a testa. Quase parecia que a cara dele estava enterrada numa melancia suculenta.
Ah, isso! Ah, isso! Ai, meu Deus, Tommmmmmmmmmyyyyyy!" Os quadris da Sue estavam erguidos no ar, e ela estava quase de costas sobre a almofada da cadeira.
Tommy deixou que seu rosto fosse usado para o prazer de sua mãe. Ele enfiou a língua fundo no buraco convulso dela e as paredes escorregadias dentro de sua buceta tremeram ao seu redor.
O orgasmo da Sue continuou e continuou. Cada vez que ela achava que tinha acabado, o Tommy encontrava um novo ponto e a levava ao ápice novamente. Ela achou que ia desmaiar, com o coração batendo forte e ofegante.
Finalmente, o corpo da Sue começou a relaxar com pequenos tremores que ainda percorriam ela. Depois, ela teve que afastar o rosto do Tommy dos seus agora sensíveis lábios sexuais. Nunca tinha tido um clímax tão bom ou que durasse tanto. Seu corpo parecia um trapo flácido. Ela estava desabada na cadeira; as duas pernas ainda enroladas no pescoço do Tommy. Quando olhou para o filho ajoelhado entre suas pernas, havia um sorriso bobo no rosto dele. O rosto dele estava literalmente coberto com seu suco.
Meu Deus, eu tinha esquecido como é bom ser chupada", Sue suspirou quando conseguiu falar de novo. "Tommy, você acabou de me dar o melhor orgasmo da minha vida. Obrigada... obrigada, você foi incrível. Te amo muito", disse Sue, olhando nos olhos dele com amor.
Tommy se agachou, sorrindo como a putinha que comeu o canário.
Vem aqui e deixa eu cuidar de você", disse Sue, tirando Tommy da posição ajoelhada.
Tommy pulou e ficou ao lado da sua mãe, aproximando seu pênis pingando da boca dela.
Deus, eu adoro esse pau", Sue pensou, enquanto levava o pênis inchado do filho até o rosto. Enquanto segurava firme o eixo, ela podia sentir o coração dele batendo descontroladamente através do pênis. Quando apertou, viu uma gota grande e clara de líquido borbulhante escorrer pelos seus dedos. Ela fechou os olhos, levando a cabeça à boca. Ela e Tommy gemeram quando seus lábios envolveram a cabeça inchada. A cabeça encheu sua boca enquanto seus lábios apertavam o eixo. Ela manteve assim, chupando apenas a cabeça. Sua saliva fluía, cobrindo a cabeça em sua boca quente. Quase se esqueceu de Tommy enquanto se perdia na emoção de chupá-lo.
De repente, lembrando que seu filho estava ligado a esse pênis incrível, ela se afastou e o encarou. Então sussurrou: "Vou chupar seu pau, Tommy. Sua mãe quer chupar todo o líquido das suas bolas. Quer que eu chupe? Quer que sua mãe engula todo aquele esperma delicioso?" Me diz, me diz que quer que eu chupe até você gozar na minha boca.
Sim, sim, por favor, coloca de novo na sua boca, por favor chupa", gemeu Tommy diante das palavras desagradáveis de sua mãe.
Sue voltou a enfiar seu pau profundamente em sua boca quente e úmida, fazendo sons altos de sucção, que tinham a intenção de deixar seu filho saber o quanto ela adorava chupá-lo.
Tommy não aguentava mais. Ele segurou o máximo que pôde. Sentiu como uma explosão na cabeça enquanto arrepios percorriam seu corpo. Seu corpo ficou tenso e os quadris empurraram para frente. Quase parecia estar acontecendo em câmera lenta quando seu pau pulsou e uma grande quantidade de porra começou a viajar pelo canal. Ele conseguia sentir aquilo se apressando para ser liberado.
Sue estava preparada para isso dessa vez. Ela ajustou o ângulo do impulso levemente para trás, conseguindo receber os primeiros jatos fortes na boca e não na garganta. De repente, seu filho começou a jorrar como uma mangueira de incêndio, enchendo sua boca repetidamente com o esperma grosso. Sue engoliu cada gole e chupou por mais, sua mão subindo e descendo rapidamente.
Incrivelmente, a sensação do esperma do filho escorrendo em sua boca a excitou novamente. Sue sentiu seus lábios sexuais tremendo e outro pequeno clímax a percorreu.
Eventualmente, o fluxo diminuiu e depois parou. Sue continuou chupando com força, tentando obter as últimas gotas preciosas.
Finalmente, Tommy se afastou e cambaleou até o sofá, caindo sem fôlego. Ele viu sua mãe ainda de joelhos, sorrindo para ele. Não havia uma única gota do sêmen dele no rosto dela em lugar nenhum. Ela tinha engolido tudo.
Foi uma noite que tanto a mãe quanto o filho lembrariam para sempre.
Continua...
A história original foi escrita em inglês e tem um total de 8 capítulos.
Espero que vocês curtam.🔥Sue estava sentada à sua mesa uma noite, ainda com a blusa branca e a saia azul que havia usado para trabalhar. Ela estava pensando no relacionamento entre ela e Tommy, como fazia com bastante frequência. Tinha feito um grande exame de consciência nos últimos dias. Seu relacionamento havia progredido muito além do que ela poderia ter imaginado. Até agora, eles haviam se limitado ao sexo oral e um pouco de masturbação. A pergunta persistente em sua mente era: para onde iriam a partir daqui? A cada dia, ficava mais difícil controlar as coisas. Ela tinha estado tão perto no outro dia.
Parecia que quase toda vez que estavam juntos, não conseguiam tirar as mãos um do outro. Ele a tocava ou beijava e aquilo começava. Ela respondia e as coisas saíam do controle dali em diante.
Oi, mamãe", disse Tommy, entrando no quarto e se sentando.
Oi Tommy. Pensei que você ia pro jogo de bola com o Joey?
Eu tava a fim, mas ele tá resfriado e cancelou.
Desculpa.
Tá bom. Preferia estar em casa com você.
Sue olhou para ele e balançou a cabeça. "O que eu vou fazer com você?" perguntou retoricamente.
Me ama", ele disse com um grande sorriso e abriu os braços para ela.
Sue largou a caneta e depois caminhou para sentar no colo do Tommy. Beijou seus lábios e depois se aconchegou em seus braços. De repente, ela se sentiu tão protegida em seu abraço.
Mamãe, você... eh... nós... já fizemos muitas... sabe... coisas", disse Tommy hesitante.
Sue ficou em silêncio, se perguntando onde isso ia dar.
Você disse... eh... você disse que era egoísta um homem pegar e... e não devolver".
Imediatamente, Sue soube o que estava por vir. Não era como se ela não tivesse esperado por isso. No entanto, ela sabia que o que ele ia pedir era um grande passo.
Você vai me ensinar... a, hã... sabe... fazer um boquete em você?
Sue ficou em silêncio por um longo tempo. Ela conseguia sentir seu coração batendo forte no peito. Havia uma tremenda luta em sua cabeça. Por um lado, ela já tinha feito tanto, qual seria a diferença se deixasse ele fazer isso nela? Por outro lado, ela sabia que isso levaria o relacionamento deles a um novo nível. No entanto, a ideia de ter a boca dele sobre ela era incrivelmente excitante. Então, qual seria o mal? Quem saberia?
Eu... eu não sei, Tommy", disse ele, relutante. "Deixa eu pensar nisso.
Tommy sentiu um arrepio de excitação percorrer seu corpo. Toda vez que ela dizia aquilo, voltava e fazia o que ele queria. "Isso é justo", ele disse, e sua mão subiu para acariciar o peito dela.
Sue conseguia sentir a ereção dele pressionando suas nádegas. Com um suspiro, ela deslizou do seu colo e se ajoelhou entre suas pernas.
Tommy sorriu e abriu a calça. Enfiou a mão dentro e tirou sua ereção inchada para fora. Quando Sue foi segurá-lo com as mãos, ele agarrou seus pulsos e afastou-as. Levantou-se um pouco e deslizou a cabeça na boca dela. Observou sua mãe chupá-lo por alguns minutos e então, ainda com o pau na boca dela, ficou de pé.
Sue recuou e deixou Tommy ficar de pé na sua frente. Ela sabia o que ele queria quando os quadris dele começaram a balançar de um lado pro outro enquanto ele segurava os braços dela acima da cabeça. Ele quer meter na minha boca, ela pensou. Um gemido escapou dos lábios esticados dela quando ela deixou o filho usar a boca dela.
Quando Tommy soltou as mãos da mãe, agarrou a cabeça dela. Ele ficou feliz ao ver que ela deixava os braços deslizarem preguiçosamente para os lados. Os quadris de Tommy continuaram se movendo para frente e para trás enquanto ele puxava a cabeça dela para si. Ele ouviu a mãe engasgar e relaxar, mas então a sentiu avançar, forçando-o a voltar para o fundo da garganta dela.
Por algum motivo estranho, Sue de repente se sentiu muito submissa. Não era próprio dela interpretar esse papel. No entanto, nesse momento, ela se sentia bem. Ela gemeu submissamente e deixou que seu filho batesse em sua boca. À medida que o movimento dele ficava mais rápido, a saliva começou a escorrer pelos cantos de sua boca esticada.
As pernas do Tommy estavam abertas e os joelhos levemente dobrados enquanto ele entrava e saía rapidamente da boca disponível de sua mãe. Seus dedos estavam apertados no cabelo dela enquanto ele se movia quase violentamente para dentro e para fora. Foi uma sensação estranha de poder para o Tommy. Ele estava no comando.
Em questão de segundos, Tommy sentiu suas bolas começarem a apertar. Ele estava prestes a gozar cedo demais. De repente, Tommy se afastou da mãe. Soltou o cabelo dela e agarrou seu pau pela base. Ele ia tentar segurar o orgasmo como ela tinha ensinado. Mas quando olhou para baixo e viu o rosto dela encarando-o cheio de expectativa, soube que não conseguia segurar mais.
O hálito de Sue saía em grandes arfadas. Seus olhos estavam arregalados enquanto ela observava o pênis trêmulo do filho, agachada e à espera.
Tommy conseguia sentir a porra recuando enquanto segurava firme a base do pau dele. De repente, ele rugiu e aliviou a pressão na base. A porra saiu voando com tanta força que arqueou por cima da cabeça da mãe dele e caiu no cabelo dela. A próxima explosão acertou ela direto na cara, respingou na testa e escorreu pela bochecha. Aí outra explosão disparou nela.
Sue fechou os olhos e apertou as coxas quando seu próprio orgasmo começou. Seus lábios vaginais pulsaram de prazer ao sentir o gozo do filho continuar a cobrir seu rosto. Ela esticou o rosto em direção ao jato como se estivesse no banho, amando o líquido morno.
Surpreendentemente, o orgasmo de Tommy parecia não ter fim, cobrindo o rosto da mãe e respingando na sua blusa e saia brancas. Finalmente, quando o clímax diminuiu, suas pernas fraquejaram e ele caiu para trás na cadeira. Através dos olhos semicerrados, ele viu a mãe raspar o sêmen do rosto e levá-lo à boca.
Na manhã seguinte, na mesa do café da manhã, Tommy fez a pergunta inevitável. "Mãe, você disse que pensaria no que eu pedi".
Sue olhou para o filho e sorriu. "Vamos ver", foi sua única promessa. Sue já tinha tomado uma decisão, mas ainda não estava pronta para revelar sua resposta para Tommy.
Vamos ver", pensou Tommy. Isso é tão bom quanto um sim. Ele não conseguiu controlar o sorriso que surgiu em seu rosto.
Sue e Tommy decidiram ir ao seu restaurante favorito naquela noite. Como sempre, Tommy ficou pronto cedo, esperando sua mãe na porta. Quando ela desceu, estava usando uma saia bem curta com salto alto. Porém, por cima, ela tinha um suéter escuro que abotoava na frente, com uma blusa branca por baixo. A blusa parecia algo que um professor de escola usaria. No entanto, a saia parecia uma delícia. Tommy ficou curioso com a escolha de roupa dela, mas decidiu não dizer nada.
Quando Sue entrou no carro, ela se certificou de abrir as pernas de forma despretensiosa, dando ao filho uma visão clara de sua calcinha rosa vibrante e da pele branca e cremosa sobre suas meias-calças. Assim que ela se acomodou, Tommy teve coragem o suficiente para estender a mão e colocá-la sobre sua coxa. Ele dirigia com uma mão e usava a outra para puxar sua saia para cima, para poder ver sua calcinha. Sue permitiu que a mão de Tommy subisse até alcançar sua calcinha, parando-o apenas quando achou que estava distraindo-o da direção. Ela segurou sua mão, mantendo-a sobre sua coxa, e gentilmente pediu que ele prestasse atenção na estrada.
Sue e Tommy conseguiram sua mesa especial no fundo do restaurante, garantindo a privacidade que desejavam. Os dois conversaram até que a garçonete anotou o pedido de bebidas. Quando ela se afastou, Sue disse que precisava ir ao banheiro feminino. Alguns minutos depois, ela voltou e parou ao lado de Tommy. Estendeu a mão para ele, sinalizando que ele deveria abrir a palma. Colocou um pedaço de material amassado em forma de bola na mão dele e sentou-se.
Tommy olhou para a mãe com as sobrancelhas levantadas e então abriu a mão. Sentiu o pau dele balançar dentro da calça quando viu o material sedoso rosa amassado. Eram as calcinhas da mãe dele. De repente, ele avistou a garçonete pelo canto do olho e rapidamente colocou a mão que segurava a calcinha debaixo da mesa. Ele não sabia se a garçonete tinha visto o que ele tinha na mão, mas sabia que seu rosto estava vermelho como uma beterraba. A mãe dele apenas sorriu diante da sua evidente aflição.
Depois que pediram o jantar e a garçonete foi embora, Tommy tirou a mão de baixo da mesa. Olhou para a minúscula calcinha e viu que a parte da frente estava encharcada. Sem nem pensar, levou a parte úmida da calcinha até o nariz, inalando profundamente, mantendo os olhos fixos na mãe o tempo todo.
Então Sue observou com surpresa como Tommy casualmente abria a calcinha e a levava aos lábios.
Beijou o tecido molhado e depois fingiu colocar a língua para fora e lamber o reforço de uma ponta à outra.
Sue suspirou profundamente e fechou os olhos enquanto um arrepio percorria seu corpo.
O pau do Tommy agora estava completamente ereto. Era a primeira vez que ele experimentava os fluidos sexuais da mãe. Ele sentiu a mão tremer enquanto forçava o material a formar uma bola e guardava no bolsillo. Em seguida, baixou a mão e ajustou o pau nos limites muito apertados da calça.
Sue de repente percebeu que Tommy tinha superado ela. Mas a Sue ainda não tinha acabado.
Quando o jantar foi servido, Tommy e Sue comeram em silêncio, trocando olhares apaixonados. Mais ou menos na metade da refeição, Tommy viu sua mãe olhar ao redor do restaurante. Ao perceber que não havia ninguém por perto, Sue levantou a mão e começou a desabotoar o suéter. Tommy pensou que ela estava começando a sentir calor. Quando todos os botões estavam desabotoados, Sue tirou o suéter do peito. Tommy ficou surpreso ao ver que a blusa era totalmente transparente; ele podia ver todos os seios firmes de sua mãe, com os mamilos rosados e duros pressionando através do tecido. Tommy já não conseguia se concentrar no jantar. Seus pensamentos estavam no fato de que sua mãe estava sentada à sua frente, nua por baixo da roupa, e que ele poderia comê-la aquela noite.
Mãe, a gente pode ir embora?" perguntou Tommy, com a comida só pela metade.
Acho que é uma excelente ideia, além disso, acho que te devo uma lição.
O pau do Tommy pulsava dentro da calça, ele pulou e praticamente arrastou a mãe para fora do restaurante.
Dirigindo para casa, Sue tirou o suéter e sentou ao lado do filho usando apenas uma blusa transparente cobrindo os seios. Tommy estava ficando maluco tentando manter os olhos na estrada.
Sue sabia que era perigoso provocá-lo daquele jeito enquanto ele dirigia. No entanto, ela tinha passado o dia todo pensando no que ele ia deixar ela fazer, e isso a estava deixando louca de tesão.
Tommy teve dificuldade em se manter dentro do limite de velocidade enquanto corria para casa. Mal parou na garagem quando pulou do carro e correu para abrir a porta para sua mãe. Quando Sue se virou para descer do carro, Tommy conseguiu ver de perto a buceta exposta da mãe. Seus olhos se arregalaram de surpresa ao ver que ela não tinha pelos pubianos. Os cabelos loiros normalmente macios haviam sumido, deixando seus lábios suaves e brilhantes. Tommy ficou paralisado, olhando para entre as pernas da mãe. Agora seu coração batia tão forte que ele achou que ela poderia ouvir.
Quando Sue decidiu deixar Tommy comer sua buceta, ela resolveu depilar tudo. Seu pai a amava assim. Quando ela saiu do carro, parou diante dele com um sorriso largo. "E aí, gostoso?", perguntou ela, já sabendo a resposta. Ela sorriu, percebendo que tinha a situação sob controle de novo.
Ah... ah... nada", ele se esforçou para falar.
Sue deu meia volta e caminhou em direção à casa, ainda sorrindo.
Tommy demorou alguns segundos para perceber que estava sozinho na calçada. Ele correu pelo caminho e seguiu a mãe para dentro de casa.
Tommy, me traz uma taça de vinho e leva pra sala, por favor", disse Sue, virando-se para entrar na sala de estar.
Tommy se apressou para pegar o vinho, tremendo tanto que quase quebrou a taça. Tentou estabilizar as mãos enquanto voltava para a sala. Viu sua mãe sentada no sofá, esperando por ele. Quando entregou a taça, sua mão tremia tanto que o vinho quase transbordou pela borda. Ele não percebeu que a mão de sua mãe também estava tremendo.
Sue deu um gole grande no vinho e bateu no banco ao lado dela.
Tommy se sentou sem dizer uma palavra. Ele estava com medo de que a voz dele não funcionasse.
Sue suspirou e disse: "Tommy, este é um grande passo para nós. Sei que você tem vontade de me fazer sexo oral há muito tempo. Francamente, eu também queria, tanto quanto você, se não mais. É uma das coisas que mais sinto falta do Bob. Ele era muito bom. Seu pai... seu pai e eu costumávamos fazer isso toda hora. Na verdade, a primeira vez foi num sofá como esse na casa da mãe dele. Era uma loucura porque os pais dele, seus avós, estavam dormindo no quarto ao lado. Fizemos muita coisa maluca", acrescentou enquanto seus olhos ficavam embaçados e ela parava de falar.
Tommy se aproximou, pegou a mão da mãe e sentou-se em silêncio, esperando que ela continuasse.
Às vezes fico tão confuso, Tommy. O que a gente fez é muito errado, mas... mas não consigo resistir a você. Pode ser tão perigoso pra nós dois. É tudo tão louco.
Mãe... eh... a gente não precisa fazer isso.
Shhh", disse Sue e colocou os dedos nos lábios de Tommy.
Sue parou na frente do Tommy e começou a desabotoar lentamente a blusa. Ela tirou dos ombros e parou, deixando Tommy admirar seus peitões tão perto do rosto dele.
Tommy conseguia ver a excitação dela enquanto o peito subia e descia com a respiração acelerada. Sua própria respiração começava a sair em pequenos suspiros ofegantes.
Lentamente, Sue começou a levantar a saia pelas coxas. Ela fez uma pausa por um segundo quando a saia estava logo abaixo da virilha, provocando o Tommy. Então, puxou-a até a cintura e um pequeno gemido de excitação escapou de seus lábios.
Tommy ofegou. Ele nunca tinha visto nada tão excitante em sua jovem vida. Em exibição diante dele estava a buceta encharcada e inchada de sua mãe. Não havia um único fio de pelo em nenhum lugar da superfície, do umbigo até as coxas. Os lábios externos eram tão lisos que quase brilhavam. Os lábios internos estavam salientes e havia fios de seu suco sexual pendurados precariamente, prestes a pingar no chão. Suas coxas, por toda a extensão até o topo de suas meias, brilhavam com seu líquido.
Quando Sue viu que Tommy estava pronto para pegá-la, ela o empurrou para trás. "Espera", disse e se virou para caminhar até uma cadeira confortável. Ela manteve os saltos altos e a saia levantada na cintura enquanto se sentava na cadeira. Então ergueu as pernas e as jogou sobre os braços da cadeira, empurrando sua buceta para o filho de uma maneira obscena.
Sue apontou o dedo para o filho e disse, sem fôlego: "Acho que a melhor posição pra você é de joelhos entre minhas pernas".
Tommy sprang up and ran toward his mother, unable to tear his eyes away from the exposed sex.
Tira a roupa primeiro.
Sue observou como Tommy se despia em tempo recorde e jogava as roupas no chão na pressa. Então olhou para o corpo completamente nu do filho. Seus olhos percorreram o corpo dele de cima a baixo, parando na ereção pulsante. Meu Deus, ele vai deixar as mulheres malucas um dia, pensou.
Tommy caiu de joelhos entre as pernas de Sue e aproximou bem a boca da sua buceta inchada e melada. Ele colocou as mãos trêmulas sobre suas coxas, forçando-as a se abrirem mais, com a intenção de mergulhar de cara.
Só um minuto, querido", disse Sue, colocando as mãos sobre os ombros do filho para detê-lo. "Você precisa de algumas lições de anatomia feminina antes de ME COMER", disse Sue, enfatizando as palavras "me comer".
Tommy se recostou e observou sua mãe abrindo ainda mais as pernas. Enquanto assistia de olhos arregalados, ela usou os dedos para abrir os lábios rosados. Tommy sentiu a boca salivar. Ele conseguia sentir o cheiro da excitação dela e ver o mel borbulhando em sua buceta aberta.
Tá vendo esse botãozinho aqui?" Sue disse, apontando para seu clitóris. "Esse é o centro da excitação sexual de uma mulher. É muito sensível e precisa ser tratado com bastante carinho. Já já te conto mais sobre ele. Aqui embaixo estão meus lábios externos e internos". Sue afastou os lábios internos, deixando ele ver o quanto eram flexíveis.
Os lábios externos não são tão sensíveis e podem ser manipulados com um pouco mais de força. Porém, estes", disse, tocando os lábios internos, "podem ser bem sensíveis. Olha como ficam molhados quando eu fico excitada". Sue tentou manter a calma na voz e parecia ser muito prática em sua descrição. No entanto, por dentro ela estava ardendo de desejo. Ver o espanto e a excitação nos olhos do filho era quase mais do que ela podia suportar.
Tommy conseguia ver o suco grosso que agora escorria do buraco da sua mãe. Ele podia sentir o próprio pau vazando lubrificação enquanto esperava que ela deixasse ele comer ela. Agora ela respirava pela boca numa tentativa de conseguir oxigênio suficiente. A cabeça dela girava como se estivesse caindo de uma grande altura.
Dentro do buraco é onde o pau entra e ele é muito receptivo a uma língua suave." Sue começou a respirar com muita dificuldade enquanto se forçava a continuar a descrição. "Ahhhhh!" Sue gemeu quando seu dedo roçou o clitóris sensível. "Como eu... como te mostrei antes, esse... esse é o meu... meu clitóris", disse Sue, abrindo os lábios e deixando a pequena protuberância aparecer, suas mãos tremiam de excitação.
Tommy focou os olhos onde sua mãe apontava. Ele estava fascinado pelo pedaço macio de carne entre seus lábios. Quase parecia uma mini cabeça de pau.
Meu clitóris é... é... muito sensível. Quando estou tão excitada assim, até um toque leve pode me fazer perder o controle. Agora ele está bem inchadinho. Por favor, seja muito cuidadoso com ele", disse Sue, quase delirando.
Tommy sabia a maioria dessas coisas das aulas de biologia do ensino médio. No entanto, aquilo tinha sido uma grande piada, com nenhum dos garotos prestando muita atenção. Agora, ver e ouvir sua mãe falando sobre suas partes íntimas o fez tremer de desejo. Seus olhos nunca deixaram suas partes íntimas quando ela começou a usar o dedo para massagear seus lábios abertos.
Aiii, meu Deus!" Sue gemeu, fechando os olhos de prazer.
Ela observou com espanto como ela enfiou primeiro um dedo dentro de si mesma. Depois adicionou um segundo e um terceiro, até que os três dedos estivessem dentro dela, quase até a última junta. Quando os tirou, estavam escorregadios de tanto melado.
Sue ergueu os dedos trêmulos em direção ao filho.
A boca de Tommy se fechou em volta dos três dedos, chupando com barulho. Foi ele ou a mãe dele quem gemeu? O gosto não se parecia com nada que ele já tivesse experimentado antes. Era mais grosso e muito mais doce do que o pouco que ele tinha provado na calcinha dela.
Quero que ponha sua língua aqui, Tommy", disse Sue com voz trêmula, apontando para seu buraco aberto. "É hora de praticar sua lição. Quero que coma minha buceta suculenta. Preciso tanto da sua língua, por favor, ME COME AGORA", disse Sue, perdendo repentinamente o controle e quase gritando.
Tommy rapidamente se inclinou para frente, sua boca a centímetros dos lábios encharcados dela.
Sue colocou as duas mãos dos lados da cabeça, tentando enfiar o rosto na sua buceta fumegante.
Tommy resistiu, agora era ele quem torturava os dois. Com o rosto a uma polegada dos lábios melados dela, respirou fundo; aquele cheiro maravilhoso o excitou tremendamente. Então sua língua saiu para tocar os lábios escorregadios. Ele ouviu sua mãe gemer quando sua língua tocou sua buceta pela primeira vez. Então sua língua trouxe o sabor para sua boca.
Sue viu seu filho engolir seu suco e gemeu. Ela agarrou a cabeça dele de novo, seu desejo momentaneamente sob controle. "Devagar, devagar, lambe em volta dos lábios", instruiu, movendo a cabeça dele com as mãos.
Tommy deixou que sua mãe movesse a cabeça, com a língua esticada para seu prazer. De repente, ele se perguntou por que seus amigos falam disso de forma tão vulgar. Para ele, parecia um ato lindo e íntimo. Naquele instante, ele soube que iria amá-la pelo resto da vida.
Sua mãe não precisava mais segurar sua cabeça quando Tommy começou a usar sua língua e lábios por conta própria. Sua boca cobriu seu buraco e começou a chupar os lábios inchados por dentro. Em seguida, mordeu-os suavemente e depois usou sua língua para lamber a superfície enrugada.
Aiiiiii, isso, isso, chupa, chupa meus lábios. Ai, meu Deus, não aguento. Chupa, chupa a buceta da mamãe", gritou Sue quase ininteligivelmente. Então, ela começou a empurrar os quadris contra o rosto dele. Ela ergueu a cabeça levemente, sua língua fazendo contato com seu clitóris inchado. Suas pernas se esticaram e se enrolaram em volta do pescoço dele, prendendo sua boca em sua carne úmida.
Isso era tudo o que ela podia aguentar. De repente, soltou um longo gemido e perdeu completamente o controle, tremendo e gritando quando um clímax avassalador a atingiu. Ela forçou a cabeça do pobre rapaz ainda mais fundo na sua buceta convulsa, quase sufocando ele no processo.
O Tommy não estava nem aí. O rosto dele estava encharcado no suco da mãe. Os lábios dela estavam abertos sobre o rosto dele, espalhando o líquido escorregadio do queixo até a testa. Quase parecia que a cara dele estava enterrada numa melancia suculenta.
Ah, isso! Ah, isso! Ai, meu Deus, Tommmmmmmmmmyyyyyy!" Os quadris da Sue estavam erguidos no ar, e ela estava quase de costas sobre a almofada da cadeira.
Tommy deixou que seu rosto fosse usado para o prazer de sua mãe. Ele enfiou a língua fundo no buraco convulso dela e as paredes escorregadias dentro de sua buceta tremeram ao seu redor.
O orgasmo da Sue continuou e continuou. Cada vez que ela achava que tinha acabado, o Tommy encontrava um novo ponto e a levava ao ápice novamente. Ela achou que ia desmaiar, com o coração batendo forte e ofegante.
Finalmente, o corpo da Sue começou a relaxar com pequenos tremores que ainda percorriam ela. Depois, ela teve que afastar o rosto do Tommy dos seus agora sensíveis lábios sexuais. Nunca tinha tido um clímax tão bom ou que durasse tanto. Seu corpo parecia um trapo flácido. Ela estava desabada na cadeira; as duas pernas ainda enroladas no pescoço do Tommy. Quando olhou para o filho ajoelhado entre suas pernas, havia um sorriso bobo no rosto dele. O rosto dele estava literalmente coberto com seu suco.
Meu Deus, eu tinha esquecido como é bom ser chupada", Sue suspirou quando conseguiu falar de novo. "Tommy, você acabou de me dar o melhor orgasmo da minha vida. Obrigada... obrigada, você foi incrível. Te amo muito", disse Sue, olhando nos olhos dele com amor.
Tommy se agachou, sorrindo como a putinha que comeu o canário.
Vem aqui e deixa eu cuidar de você", disse Sue, tirando Tommy da posição ajoelhada.
Tommy pulou e ficou ao lado da sua mãe, aproximando seu pênis pingando da boca dela.
Deus, eu adoro esse pau", Sue pensou, enquanto levava o pênis inchado do filho até o rosto. Enquanto segurava firme o eixo, ela podia sentir o coração dele batendo descontroladamente através do pênis. Quando apertou, viu uma gota grande e clara de líquido borbulhante escorrer pelos seus dedos. Ela fechou os olhos, levando a cabeça à boca. Ela e Tommy gemeram quando seus lábios envolveram a cabeça inchada. A cabeça encheu sua boca enquanto seus lábios apertavam o eixo. Ela manteve assim, chupando apenas a cabeça. Sua saliva fluía, cobrindo a cabeça em sua boca quente. Quase se esqueceu de Tommy enquanto se perdia na emoção de chupá-lo.
De repente, lembrando que seu filho estava ligado a esse pênis incrível, ela se afastou e o encarou. Então sussurrou: "Vou chupar seu pau, Tommy. Sua mãe quer chupar todo o líquido das suas bolas. Quer que eu chupe? Quer que sua mãe engula todo aquele esperma delicioso?" Me diz, me diz que quer que eu chupe até você gozar na minha boca.
Sim, sim, por favor, coloca de novo na sua boca, por favor chupa", gemeu Tommy diante das palavras desagradáveis de sua mãe.
Sue voltou a enfiar seu pau profundamente em sua boca quente e úmida, fazendo sons altos de sucção, que tinham a intenção de deixar seu filho saber o quanto ela adorava chupá-lo.
Tommy não aguentava mais. Ele segurou o máximo que pôde. Sentiu como uma explosão na cabeça enquanto arrepios percorriam seu corpo. Seu corpo ficou tenso e os quadris empurraram para frente. Quase parecia estar acontecendo em câmera lenta quando seu pau pulsou e uma grande quantidade de porra começou a viajar pelo canal. Ele conseguia sentir aquilo se apressando para ser liberado.
Sue estava preparada para isso dessa vez. Ela ajustou o ângulo do impulso levemente para trás, conseguindo receber os primeiros jatos fortes na boca e não na garganta. De repente, seu filho começou a jorrar como uma mangueira de incêndio, enchendo sua boca repetidamente com o esperma grosso. Sue engoliu cada gole e chupou por mais, sua mão subindo e descendo rapidamente.
Incrivelmente, a sensação do esperma do filho escorrendo em sua boca a excitou novamente. Sue sentiu seus lábios sexuais tremendo e outro pequeno clímax a percorreu.
Eventualmente, o fluxo diminuiu e depois parou. Sue continuou chupando com força, tentando obter as últimas gotas preciosas.
Finalmente, Tommy se afastou e cambaleou até o sofá, caindo sem fôlego. Ele viu sua mãe ainda de joelhos, sorrindo para ele. Não havia uma única gota do sêmen dele no rosto dela em lugar nenhum. Ela tinha engolido tudo.
Foi uma noite que tanto a mãe quanto o filho lembrariam para sempre.
Continua...
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