Acordei numa sexta-feira de manhã com uma das melhores vistas que poderia ter: minha namorada, Elisa, de calcinha procurando algo no guarda-roupa. Estou casado há 8 anos com ela e a verdade é que fui muito sortudo em tê-la. Ela poderia ter escolhido qualquer outro homem, mas me escolheu. Ela era uma mulher meio gordinha, mas com tudo muito bem distribuído: um peitão, quadris largos, além de uns olhos verdes encantadores e lábios macios. Muitos homens a cobiçavam quando a conheci, e muitos outros tentaram algo com ela mesmo depois de casados, mas ela sempre os rejeitava.
Naquela manhã, não tínhamos planos. Ela e eu íamos descansar o fim de semana todo, então ficaríamos em casa vendo filmes, conversando e transando.
Aquele dia foi ótimo porque nem nos arrumamos. Fiquei de pijama o dia todo, e ela vestiu um daqueles vestidos largos de corpo inteiro, que além de serem confortáveis para ficar em casa, eram fáceis de levantar e abaixar para quando quiséssemos fazer algo a mais. Ela também não usou sutiã naquele dia para ficar mais à vontade.
Já eram quase 6 da tarde quando ouvimos alguém batendo na porta. Quando abri, levei um susto ao ver Mario, um ex-colega da faculdade.
— Amigo! — ele disse, me dando um abraço.
— Oi… — respondi com um sorriso falso, tentando parecer animado.
A verdade é que não estava muito feliz em vê-lo. Ele era daquelas pessoas que fingem ser seu amigo, mas na verdade só querem se aproveitar de você. Sempre pedia os trabalhos ou zoava os outros para parecer engraçado. Era muito carismático, então sempre conseguia cair nas graças das pessoas — até elas o conhecerem melhor. Inclusive, ele foi o culpado por eu terminar com uma namorada, mas isso é outra história.
— Quanto tempo sem nos ver, você não mudou muito — ele completou.
— Você também não mudou. O que está fazendo por aqui?
— Vim visitar uns amigos e me... Ouvi falar de você e que morava aqui, resolvi passar pra te visitar, me contaram que você tem casa e esposa e tudo.
— Se não me der azar — falei de forma cortante, esperando que ele fosse embora.
— Mas como assim, não vai me convidar pra entrar?
— Sim, sim, claro, desculpa, entra.
— Quem é? — me perguntou Elisa um pouco estranhada.
— É o Mario, um velho amigo da faculdade — respondi enquanto Mario se aproximava pra cumprimentá-la com beijo e abraço. Ela recuou imediatamente e fez uma cara de desgosto.
— Muito prazer. Você tem uma esposa muito gostosa.
Depois disso, Elisa foi colocar um sutiã e um suéter pra tentar se cobrir mais. Continuamos conversando por algumas horas, ele me contou como tinha ido bem na vida, das viagens pelo mundo e do sucesso que era, isso sim, sempre falando mal de todas as pessoas com quem tinha se encontrado, até das mulheres com quem tinha ficado, sendo o mais misógino possível.
Já tinha escurecido e minha esposa estava cada vez com uma cara mais desgostosa.
— Mas bom, nessa casa não jantam? Tô com fome já, né? — nos disse.
— Bom, não tem nada pra jantar, hoje não pensávamos em fazer muita coisa — respondeu Elisa.
— Mas poderíamos comprar algo antes que eu vá, não?
— Claro, amor, vamos ver o que tem pra jantar na cozinha — me disse minha esposa. — Vai comprar algo pra comer rápido logo pra ele ir embora, não aguento mais.
Peguei as chaves e saí pra comprar algo pra comer. Demorei uns 10 minutos indo e voltando do shopping. Quando entrei em casa, Mario e Elisa já não estavam na sala e da cozinha ouvi murmúrios. Quando estava pra entrar, vi Mario saindo.
— Vai, finalmente voltou com a janta, tava conversando com sua esposa e ela é super engraçada, a gente tá rindo e rindo — me disse com um tom estranho.
Entrei na cozinha e vi minha esposa no chão limpando algo do piso.
— O que aconteceu? — perguntei.
— Nada, derrubei a água. Seu amigo é muito simpático, me fez rir muito — Ela se levantou e estava corada e sem fôlego, como se tivesse “rido muito”.
Desde esse De repente sua atitude mudou completamente, passou de fazer caras de desprezo a sorrir para ele e agora parecia atenta à conversa dele, até riam das piadas dele. Durante o jantar tudo continuou normal, mas cheguei a notar que em alguns momentos trocavam sorrisos. Deu meia-noite.
—Amor, meu amigo comentou que não tem onde ficar, ofereci o quarto extra para ele dormir e não precisar procurar hotel, tudo bem? — minha esposa me disse.
—Claro, se quiser eu ajudo a levar as coisas dele.
—Não precisa, eu durmo como Deus me trouxe ao mundo — Mario disse brincando, e minha esposa riu como se fosse a melhor piada do mundo.
Depois disso minha esposa tomou banho e fomos para a cama. Já de madrugada não conseguia parar de pensar na mudança de atitude da Elisa, pensei no que poderia ter acontecido quando saí, mas no final só imaginei que eram coisas da minha cabeça e resolvi dormir. No entanto, senti minha esposa se levantando da cama, primeiro pensei que ela tinha ido ao banheiro, passaram 5… 10… 20 minutos e ela não aparecia. Decidi levantar para ver o que estava acontecendo, fui procurá-la no banheiro e ela não estava lá. "Talvez foi na cozinha pegar algo", pensei. Fui em direção ao hall e no caminho encontrei o sutiã de renda azul da minha esposa, continuei andando pensando no pior, logo antes de chegar na sala encontrei outra peça jogada no chão, a calcinha dela da mesma cor.
Me aproximei devagar pelo vão da porta e meus temores viraram realidade. Lá estava minha mulher completamente nua, sentada sobre as pernas do Mario, não estavam transando mas ele estava masturbando ela, com uma mão massageava o peito da minha mulher e com a outra estimulava seu clitóris, enfiava os dedos, abria sua buceta. —Você gosta? — ouvi Mario sussurrar, Elisa com um gemido indicou que sim. Naquele momento eu poderia ter ido embora ou confrontado eles, mas decidi ficar ali vendo, sem fazer nada. Pude ver com detalhes como o Mario masturbava a Elisa, apertava seu mamilo, metia um ou vários dedos na sua buceta, beijava seu pescoço. A excitação da Elisa era tanta que ela mesma tapou a boca com a mão para evitar gritar de prazer. Em um momento, vi como o Mario esfregava freneticamente seu clitóris e, num instante, minha querida esposa teve o maior orgasmo da vida dela. Nunca tinha ficado assim e, para minha surpresa, seu orgasmo veio acompanhado de um squirt, o qual eu nunca tinha conseguido provocar nela. Seu orgasmo durou bastante e, quando terminou, os dois se levantaram.
— Gostou? — perguntou o Mario, soltando uma risada travessa.
— Shhh… meu marido vai te ouvir.
— Sou melhor que ele, né? — Minha esposa só olhou para ele com um sorriso safado.
— Tem que limpar tudo isso antes de irmos.
Naquele momento, eu fui embora com o coração batendo a mil e com uma ereção involuntária na minha calça. Deixei as roupas onde as peguei e fui me deitar. Cinco minutos depois, senti ela se deitando. Acabei dormindo por causa do cansaço, mas pensando no que tinha acabado de acontecer.
No dia seguinte, nos levantamos e tomamos café da manhã os três como se nada tivesse acontecido. Ao ver a sala, pude notar que o sofá ainda estava úmido e, além disso, minha esposa estava com um vestido parecido com o de ontem, mas mais curto e decotado. Além do mais, não estava usando sutiã e não parecia preocupada em se cobrir como quando o Mario chegou. O Mario nos contou que ainda tinha uns compromissos e minha esposa ofereceu para ele ficar mais uma noite, para não ter que procurar um hotel. Ele aceitou na hora e não me restou nada além de me conformar. O resto do dia, não me afastei da minha mulher.
Ao chegar a noite, fomos todos dormir, mas dessa vez minha esposa colocou um babydoll que só usávamos em datas especiais. Era preto e quase transparente, só colocou uma calcinha, então seus peitos estavam à mostra.
— Uau, hoje vai ter ação? — disse, fingindo empolgação, mesmo sabendo que não era por minha causa.
— Haha, não, esse já está velho, só quero dormir mais confortável. Deitei pra dormir e de novo não consegui pegar no sono, fiquei esperando minha esposa levantar de novo. As horas passaram, tentei fingir que estava dormindo, esperando a hora em que ela se mexesse. Foi aí que ouvi o celular dela vibrando e ela respondendo. Minutos depois, a porta do quarto se abriu.
—Tem certeza que ele tá dormindo? — Era o Mario que tinha entrado.
— Sim, ele tem o sono pesado, só faz com cuidado.
O que eles não sabiam era que eu estava acordado e não só isso, na minha frente estava o espelho de parede inteira que a gente tinha, então eu podia ver os dois pelo reflexo. O Mario estava totalmente pelado e minha esposa se apoiou um pouco na cama, o pau dele já estava duro, ele pegou a Elisa pelo cabelo e enfiou o pau na boca dela, fez de um jeito brusco e rápido e minha esposa não disse nada, só começou a chupar, cada vez ela ia mais fundo e até a Elisa pegou ele pelas nádegas e empurrou o quadril do Mario na direção da cara dela pra ajudar a entrar mais fundo, dava pra ver cada penetração e ouvir a sucção que minha esposa fazia com a boca.
Depois disso o Mario deitou no pé da cama e começou a lamber a buceta da Elisa, ela só se recostou na cabeceira da cama e aproveitou o ato, a cara de prazer dela era irreconhecível, num momento ela virou pra me ver e começou a acariciar meu cabelo. Não consigo explicar o que aconteceu, mas me deu outra ereção. Uns minutos depois, o Mario se recompôs e tirou a calcinha da minha esposa, jogou longe e se posicionou em cima da Elisa, começou a penetrar ela, cada investida fazia a cama se mexer um pouco e quando ele começou a aumentar o ritmo a cama batia na parede.
— Espera — ela disse e colocou o travesseiro dela na cabeceira.
O Mario continuou penetrando ela, dessa vez num ritmo muito maior que antes, ela só soltava um gemido agudo e abafado — Ah! Ah! Ah! — dava pra ouvir a cada enfiada e a cama balançava de um lado pro outro, até as molas do colchão começaram a ranger. Nesse momento eu fiquei mais excitado do que... Sem pensar duas vezes, enfiei a mão dentro da minha calça e comecei a me masturbar. Eles nem perceberiam com toda a movimentação que estavam fazendo.
— Você gosta, putinha? — ouvi Mario perguntar.
— Sou sua putinha — respondeu Elisa.
— Sou melhor que ele?
— Sim, meu garanhão.
— Olha pra ele e me diz quem é melhor.
— Você é melhor, seu pau é melhor — ela começou a falar enquanto me encarava.
— O que você quer?
— Mmm! Quero que você me penetre, quero que me encha de sua porra.
Naquele momento, Mario começou a enfiá-la mais forte do que nunca. Ela não conseguia parar de gemer, suas pernas se esticavam e dobravam de prazer, e com os braços ela só abraçava a cabeça dele. Eu estava no limite, prestes a gozar, e justo quando eu gozei, ela também gozou. Pude sentir e ver como ela teve espasmos incontroláveis de prazer e, assim como ontem, seu orgasmo veio acompanhado de um squirt. Ela encharcou toda a cama e até eu pude sentir sua gozada quente e molhada.
— Terminou? — perguntou Elisa.
— Ainda não, puta.
Naquele momento, minha esposa se virou e ficou de quatro. Mario se posicionou atrás dela, ela apoiou as mãos na cabeceira da cama. Mario pegou ela pelo cabelo, ela abriu as pernas e se inclinou o máximo que pôde. Nunca a tinha visto naquela posição. De uma vez só, ele enfiou o pau todo dentro da minha esposa. "Clap, clap, clap" comecei a ouvir. Eu fiquei de pau duro de novo e me masturbei mais uma vez. Vi os peitos da minha esposa balançando de um lado pro outro e sua bunda batendo na barriga do Mario. Eles aumentaram a intensidade e eu também.
— Olha pro seu maridinho e fala meu nome — Mario ordenou.
Só consegui ouvir "Mario, Mario, Mario" por um bom tempo. Ouvi o grunhido do Mario e a respiração ofegante da minha esposa, enquanto ela me encarava. Minha esposa começou a acariciar meu cabelo com uma mão de novo.
— Vou gozar — disse Mario, quase gritando.
— Goza dentro.
Ele só meteu mais forte e ela gritava "Sim! Sim! Sim!". A excitação que eu sentia era indescritível, tudo era tão excitante, dava pra sentir o calor no ar e, num instante, todo o... O prazer chegou, minha esposa gemeu de prazer, Mario puxou seu cabelo e deu uma última enfiada, ficando dentro dela enquanto descarregava todo seu sêmen e eu gozei mais do que nunca, minha esposa teve um segundo orgasmo tão intenso que me puxou o cabelo com muita força.
Depois disso, Mario foi embora, minha esposa deitou-se novamente e eu adormeci profundamente. No dia seguinte, Mario saiu de casa e minha esposa e eu voltamos à normalidade. Não sei se ela esteve com mais alguém, mas espero que, se acontecer, eu possa estar lá para ver.
Nota: Obrigado por ler meu relato, qualquer sugestão é bem-vinda, também se você gostaria que eu escrevesse sobre outro gênero.
Naquela manhã, não tínhamos planos. Ela e eu íamos descansar o fim de semana todo, então ficaríamos em casa vendo filmes, conversando e transando.
Aquele dia foi ótimo porque nem nos arrumamos. Fiquei de pijama o dia todo, e ela vestiu um daqueles vestidos largos de corpo inteiro, que além de serem confortáveis para ficar em casa, eram fáceis de levantar e abaixar para quando quiséssemos fazer algo a mais. Ela também não usou sutiã naquele dia para ficar mais à vontade.
Já eram quase 6 da tarde quando ouvimos alguém batendo na porta. Quando abri, levei um susto ao ver Mario, um ex-colega da faculdade.
— Amigo! — ele disse, me dando um abraço.
— Oi… — respondi com um sorriso falso, tentando parecer animado.
A verdade é que não estava muito feliz em vê-lo. Ele era daquelas pessoas que fingem ser seu amigo, mas na verdade só querem se aproveitar de você. Sempre pedia os trabalhos ou zoava os outros para parecer engraçado. Era muito carismático, então sempre conseguia cair nas graças das pessoas — até elas o conhecerem melhor. Inclusive, ele foi o culpado por eu terminar com uma namorada, mas isso é outra história.
— Quanto tempo sem nos ver, você não mudou muito — ele completou.
— Você também não mudou. O que está fazendo por aqui?
— Vim visitar uns amigos e me... Ouvi falar de você e que morava aqui, resolvi passar pra te visitar, me contaram que você tem casa e esposa e tudo.
— Se não me der azar — falei de forma cortante, esperando que ele fosse embora.
— Mas como assim, não vai me convidar pra entrar?
— Sim, sim, claro, desculpa, entra.
— Quem é? — me perguntou Elisa um pouco estranhada.
— É o Mario, um velho amigo da faculdade — respondi enquanto Mario se aproximava pra cumprimentá-la com beijo e abraço. Ela recuou imediatamente e fez uma cara de desgosto.
— Muito prazer. Você tem uma esposa muito gostosa.
Depois disso, Elisa foi colocar um sutiã e um suéter pra tentar se cobrir mais. Continuamos conversando por algumas horas, ele me contou como tinha ido bem na vida, das viagens pelo mundo e do sucesso que era, isso sim, sempre falando mal de todas as pessoas com quem tinha se encontrado, até das mulheres com quem tinha ficado, sendo o mais misógino possível.
Já tinha escurecido e minha esposa estava cada vez com uma cara mais desgostosa.
— Mas bom, nessa casa não jantam? Tô com fome já, né? — nos disse.
— Bom, não tem nada pra jantar, hoje não pensávamos em fazer muita coisa — respondeu Elisa.
— Mas poderíamos comprar algo antes que eu vá, não?
— Claro, amor, vamos ver o que tem pra jantar na cozinha — me disse minha esposa. — Vai comprar algo pra comer rápido logo pra ele ir embora, não aguento mais.
Peguei as chaves e saí pra comprar algo pra comer. Demorei uns 10 minutos indo e voltando do shopping. Quando entrei em casa, Mario e Elisa já não estavam na sala e da cozinha ouvi murmúrios. Quando estava pra entrar, vi Mario saindo.
— Vai, finalmente voltou com a janta, tava conversando com sua esposa e ela é super engraçada, a gente tá rindo e rindo — me disse com um tom estranho.
Entrei na cozinha e vi minha esposa no chão limpando algo do piso.
— O que aconteceu? — perguntei.
— Nada, derrubei a água. Seu amigo é muito simpático, me fez rir muito — Ela se levantou e estava corada e sem fôlego, como se tivesse “rido muito”.
Desde esse De repente sua atitude mudou completamente, passou de fazer caras de desprezo a sorrir para ele e agora parecia atenta à conversa dele, até riam das piadas dele. Durante o jantar tudo continuou normal, mas cheguei a notar que em alguns momentos trocavam sorrisos. Deu meia-noite.
—Amor, meu amigo comentou que não tem onde ficar, ofereci o quarto extra para ele dormir e não precisar procurar hotel, tudo bem? — minha esposa me disse.
—Claro, se quiser eu ajudo a levar as coisas dele.
—Não precisa, eu durmo como Deus me trouxe ao mundo — Mario disse brincando, e minha esposa riu como se fosse a melhor piada do mundo.
Depois disso minha esposa tomou banho e fomos para a cama. Já de madrugada não conseguia parar de pensar na mudança de atitude da Elisa, pensei no que poderia ter acontecido quando saí, mas no final só imaginei que eram coisas da minha cabeça e resolvi dormir. No entanto, senti minha esposa se levantando da cama, primeiro pensei que ela tinha ido ao banheiro, passaram 5… 10… 20 minutos e ela não aparecia. Decidi levantar para ver o que estava acontecendo, fui procurá-la no banheiro e ela não estava lá. "Talvez foi na cozinha pegar algo", pensei. Fui em direção ao hall e no caminho encontrei o sutiã de renda azul da minha esposa, continuei andando pensando no pior, logo antes de chegar na sala encontrei outra peça jogada no chão, a calcinha dela da mesma cor.
Me aproximei devagar pelo vão da porta e meus temores viraram realidade. Lá estava minha mulher completamente nua, sentada sobre as pernas do Mario, não estavam transando mas ele estava masturbando ela, com uma mão massageava o peito da minha mulher e com a outra estimulava seu clitóris, enfiava os dedos, abria sua buceta. —Você gosta? — ouvi Mario sussurrar, Elisa com um gemido indicou que sim. Naquele momento eu poderia ter ido embora ou confrontado eles, mas decidi ficar ali vendo, sem fazer nada. Pude ver com detalhes como o Mario masturbava a Elisa, apertava seu mamilo, metia um ou vários dedos na sua buceta, beijava seu pescoço. A excitação da Elisa era tanta que ela mesma tapou a boca com a mão para evitar gritar de prazer. Em um momento, vi como o Mario esfregava freneticamente seu clitóris e, num instante, minha querida esposa teve o maior orgasmo da vida dela. Nunca tinha ficado assim e, para minha surpresa, seu orgasmo veio acompanhado de um squirt, o qual eu nunca tinha conseguido provocar nela. Seu orgasmo durou bastante e, quando terminou, os dois se levantaram.
— Gostou? — perguntou o Mario, soltando uma risada travessa.
— Shhh… meu marido vai te ouvir.
— Sou melhor que ele, né? — Minha esposa só olhou para ele com um sorriso safado.
— Tem que limpar tudo isso antes de irmos.
Naquele momento, eu fui embora com o coração batendo a mil e com uma ereção involuntária na minha calça. Deixei as roupas onde as peguei e fui me deitar. Cinco minutos depois, senti ela se deitando. Acabei dormindo por causa do cansaço, mas pensando no que tinha acabado de acontecer.
No dia seguinte, nos levantamos e tomamos café da manhã os três como se nada tivesse acontecido. Ao ver a sala, pude notar que o sofá ainda estava úmido e, além disso, minha esposa estava com um vestido parecido com o de ontem, mas mais curto e decotado. Além do mais, não estava usando sutiã e não parecia preocupada em se cobrir como quando o Mario chegou. O Mario nos contou que ainda tinha uns compromissos e minha esposa ofereceu para ele ficar mais uma noite, para não ter que procurar um hotel. Ele aceitou na hora e não me restou nada além de me conformar. O resto do dia, não me afastei da minha mulher.
Ao chegar a noite, fomos todos dormir, mas dessa vez minha esposa colocou um babydoll que só usávamos em datas especiais. Era preto e quase transparente, só colocou uma calcinha, então seus peitos estavam à mostra.
— Uau, hoje vai ter ação? — disse, fingindo empolgação, mesmo sabendo que não era por minha causa.
— Haha, não, esse já está velho, só quero dormir mais confortável. Deitei pra dormir e de novo não consegui pegar no sono, fiquei esperando minha esposa levantar de novo. As horas passaram, tentei fingir que estava dormindo, esperando a hora em que ela se mexesse. Foi aí que ouvi o celular dela vibrando e ela respondendo. Minutos depois, a porta do quarto se abriu.
—Tem certeza que ele tá dormindo? — Era o Mario que tinha entrado.
— Sim, ele tem o sono pesado, só faz com cuidado.
O que eles não sabiam era que eu estava acordado e não só isso, na minha frente estava o espelho de parede inteira que a gente tinha, então eu podia ver os dois pelo reflexo. O Mario estava totalmente pelado e minha esposa se apoiou um pouco na cama, o pau dele já estava duro, ele pegou a Elisa pelo cabelo e enfiou o pau na boca dela, fez de um jeito brusco e rápido e minha esposa não disse nada, só começou a chupar, cada vez ela ia mais fundo e até a Elisa pegou ele pelas nádegas e empurrou o quadril do Mario na direção da cara dela pra ajudar a entrar mais fundo, dava pra ver cada penetração e ouvir a sucção que minha esposa fazia com a boca.
Depois disso o Mario deitou no pé da cama e começou a lamber a buceta da Elisa, ela só se recostou na cabeceira da cama e aproveitou o ato, a cara de prazer dela era irreconhecível, num momento ela virou pra me ver e começou a acariciar meu cabelo. Não consigo explicar o que aconteceu, mas me deu outra ereção. Uns minutos depois, o Mario se recompôs e tirou a calcinha da minha esposa, jogou longe e se posicionou em cima da Elisa, começou a penetrar ela, cada investida fazia a cama se mexer um pouco e quando ele começou a aumentar o ritmo a cama batia na parede.
— Espera — ela disse e colocou o travesseiro dela na cabeceira.
O Mario continuou penetrando ela, dessa vez num ritmo muito maior que antes, ela só soltava um gemido agudo e abafado — Ah! Ah! Ah! — dava pra ouvir a cada enfiada e a cama balançava de um lado pro outro, até as molas do colchão começaram a ranger. Nesse momento eu fiquei mais excitado do que... Sem pensar duas vezes, enfiei a mão dentro da minha calça e comecei a me masturbar. Eles nem perceberiam com toda a movimentação que estavam fazendo.
— Você gosta, putinha? — ouvi Mario perguntar.
— Sou sua putinha — respondeu Elisa.
— Sou melhor que ele?
— Sim, meu garanhão.
— Olha pra ele e me diz quem é melhor.
— Você é melhor, seu pau é melhor — ela começou a falar enquanto me encarava.
— O que você quer?
— Mmm! Quero que você me penetre, quero que me encha de sua porra.
Naquele momento, Mario começou a enfiá-la mais forte do que nunca. Ela não conseguia parar de gemer, suas pernas se esticavam e dobravam de prazer, e com os braços ela só abraçava a cabeça dele. Eu estava no limite, prestes a gozar, e justo quando eu gozei, ela também gozou. Pude sentir e ver como ela teve espasmos incontroláveis de prazer e, assim como ontem, seu orgasmo veio acompanhado de um squirt. Ela encharcou toda a cama e até eu pude sentir sua gozada quente e molhada.
— Terminou? — perguntou Elisa.
— Ainda não, puta.
Naquele momento, minha esposa se virou e ficou de quatro. Mario se posicionou atrás dela, ela apoiou as mãos na cabeceira da cama. Mario pegou ela pelo cabelo, ela abriu as pernas e se inclinou o máximo que pôde. Nunca a tinha visto naquela posição. De uma vez só, ele enfiou o pau todo dentro da minha esposa. "Clap, clap, clap" comecei a ouvir. Eu fiquei de pau duro de novo e me masturbei mais uma vez. Vi os peitos da minha esposa balançando de um lado pro outro e sua bunda batendo na barriga do Mario. Eles aumentaram a intensidade e eu também.
— Olha pro seu maridinho e fala meu nome — Mario ordenou.
Só consegui ouvir "Mario, Mario, Mario" por um bom tempo. Ouvi o grunhido do Mario e a respiração ofegante da minha esposa, enquanto ela me encarava. Minha esposa começou a acariciar meu cabelo com uma mão de novo.
— Vou gozar — disse Mario, quase gritando.
— Goza dentro.
Ele só meteu mais forte e ela gritava "Sim! Sim! Sim!". A excitação que eu sentia era indescritível, tudo era tão excitante, dava pra sentir o calor no ar e, num instante, todo o... O prazer chegou, minha esposa gemeu de prazer, Mario puxou seu cabelo e deu uma última enfiada, ficando dentro dela enquanto descarregava todo seu sêmen e eu gozei mais do que nunca, minha esposa teve um segundo orgasmo tão intenso que me puxou o cabelo com muita força.
Depois disso, Mario foi embora, minha esposa deitou-se novamente e eu adormeci profundamente. No dia seguinte, Mario saiu de casa e minha esposa e eu voltamos à normalidade. Não sei se ela esteve com mais alguém, mas espero que, se acontecer, eu possa estar lá para ver.
Nota: Obrigado por ler meu relato, qualquer sugestão é bem-vinda, também se você gostaria que eu escrevesse sobre outro gênero.
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