Estamos chegando ao final da história que vai se conectar com o desfecho que eu comecei. Já tínhamos uma amizade de anos com o Leo e a Eli. Os moleques cresceram e a gente compartilhou muitos momentos. Com a Eli, a gente continuava trepando quando dava, menos do que a gente queria, com certeza, e com nossos parceiros a gente tava bem melhor. A gente ficava doido pra brincar com o Leo e a Mari. Saía o pior de nós, a gente manipulava eles a ponto do Leo achar que ele é quem inventava tudo e que, se não fosse por mim, a gente realizaria mais fantasias. A Eli teve a brilhante ideia de inventar umas férias juntos e foi tão filha da puta que incentivou a ideia sair da filha dela. Eles vieram em casa e as crianças pegaram a ideia muito rápido, e a gente não teve outra opção a não ser aceitar. Foi rápida a decisão de ir pra Gesell e depois a gente se acertou nas datas. Duas semanas, a segunda quinzena de janeiro. Daí pra frente foi organizar os detalhes, tipo a casa pra alugar e viagens pra outras cidades, etc. Mas obviamente tinha uma agenda oculta, e com a Eli a gente não parava de falar disso. Eli: "A gente se imagina demais trepando enquanto vocês escutam. Essa casa que a gente escolheu vai cair super bem." Vou descrever a casa que a gente encontrou pra vocês imaginarem direitinho as coisas que vou contar. Era uma casa com uma sala muito grande que tinha sofás que viravam cama. Ali a gente fez todas as crianças dormirem, que estavam felizes de ter uma festa do pijama por duas semanas. Você subia uma escada de só três degraus e tava a cozinha e a sala de jantar, depois vinha um corredor onde ficava o banheiro que as crianças usavam, uma lavanderia, e depois vinha um banheiro maior que era compartilhado pelos dois quartos grandes com camas de casal. Os dois quartos dividiam paredes, e é por isso que a Eli fez aquele comentário. Eu: "A gente vai ter duas semanas pra brincar entre a gente e os quatro também." Eli: "Isso me frita a cabeça." Eu: "Tem que fazer a Mari se animar, igual quando a gente fez aquele jogo há um tempo." Eli: "Ah, sim... eu acho que ela se... esquenta com Leo. A primeira coisa que combinamos foi que a gente queria se ver transando com nossos parceiros. A gente bolou uns jeitos de dar um encontro casual enquanto os outros tão no meio do ato. O plano pra Eli me pegar no flagra transando era bem simples. Mari toma banho toda manhã e eu tinha pensado em pegá-la saindo do chuveiro, tinha que colocá-la de frente pra porta pra que, por acaso, Eli entrasse e visse a gente assim. Nas duas primeiras manhãs, ouvi Mari se levantar e comecei minha jornada. Me preparei pra entrar no banheiro e deixei a porta aberta. O código com minha amante era que, se o chuveiro tivesse desligado e ela visse a porta do nosso quarto aberta, provavelmente a gente tava transando. No primeiro dia, minha mulher me disse que nem louca, que podiam nos ver ou ouvir. No segundo dia, fui um pouco mais longe porque consegui tocar nela, mas depois ela me tirou. Naquele dia, falei muito pra motivá-la, dizendo que não tem problema de manhã e que é o melhor momento. No terceiro dia, tive sorte. Mari tava saindo do chuveiro pra pegar a toalha e me encontrou lá, pelado e já com o pau duro. Mari: Cê é doido, hein... não para de insistir, né? Eu: E olha como eu tô hoje — Toquei no meu pau que tava durasso Mari: Tô vendo que você já veio preparado — Ela pegou no meu pau Eu beijei ela com muita vontade e virei ela de costas. Sabia que ela não ia querer muita enrolação e, além disso, eu tinha que controlar a posição. Apoiei as mãos dela na pia, levantei a rabeta dela e comecei a penetrar. Sabia que, com o tempo que tinha passado, Eli já devia estar perto de entrar; nos dois dias anteriores, ela ficou de olho, mas também ficou frustrada com a recusa da minha mulher. Eu dizia pra Mari o quanto queria comê-la pra deixá-la com tesão, mas também pra ela não ouvir nenhum barulho. Lembrei das instruções que Eli tinha me dado. Eli: Mas quero que, na hora que eu entrar, você esteja metendo forte... tipo puxando o cabelo dela e segurando os peitos. Quero ver a cara dela enquanto vocês transam. Peguei o cabelo dela e os tetas e comecei a aumentar o ritmo.. já tava me esquecendo da Eli quando notei que tinha movimento do outro lado da porta. Puxei ela forte pelo cabelo e segurei uma teta dela... senti que tava chegando quando a Eli entrou com a escova de dentes dela e cravou os olhos na gente, sabendo que a cena não ia durar muito. Mari: Sua puta mãe! Ocupado! Eli: desculpa desculpa desculpa... continuem continuem - disse a filha da puta Eu: Usei a palavra: buceta da lora - falei fingindo surpresa Mari: te falei, seu idiota, que elas podiam entrar!! sai pra eu me trocar! que vergonha! Coloquei a cueca e saí. A Eli tava no corredor, meio rindo e meio com o tesão lá em cima Eli: gozou? - ela perguntou só mexendo os lábios Eu: não - respondi só com a cabeça Eli: como eu chuparia você agora mesmo. Vai pro banheiro e termina Fui pro outro banheiro. Tava com o pau ainda muito duro e a adrenalina percorrendo o corpo todo. Bati uma rapidão e saí. A Mari já tava se trocando no quarto onde me xingou de novo e disse que não queria nem sair porque sabia que a amiga ia zuar ela. Daqui a pouco a gurizada acordou e a gente focou em ir pra praia. Com a Eli a gente tinha achado a estratégia perfeita pra conversar. A gente pegava o mesmo turno pra ir cuidar dos moleques no mar e ali a gente trocava ideia olhando pro horizonte Eu: e aí, como foi a cena? Eli: amei. Fiquei com um tesão danado. Essa noite tenho que transar Eu: haja, então... Me conta como você viu ela Eli: ahh não, ela tava com uma cara de puta do caralho. Tava mordendo os próprios cabelos e com a cara toda levantada de tanta força que você tava fazendo Eu: ficou com muito tesão, hein? Eli: pode crer. Hoje quero ser comida assim desse jeito O Leo e a Mari também tocaram no assunto nas cadeiras de praia. Leo: me contaram que teve um incidente de manhã Mari: ai, nem me fala que eu morro de vergonha. Ainda não consigo olhar pra ela Leo: relaxa, Mari, também não é pra tanto. Faz parte da convivência! Mari: que convivência! Eu tava toda exposta Leo: fica de boa. Acontece com qualquer uma Qualquer coisa. À noite, a gente se deitou e não passaram nem 15 minutos quando ouvimos barulhos no quarto ao lado. Pareciam respirações ofegantes, mas quando a Eli começou a gemer, não deu pra disfarçar. Mari: "Ah, tá, dá pra ouvir tudo" — falou baixinho. Eu: "Foda. E parece que tão se divertindo." Mari: "Shh" — fez que nem quem queria escutar. Eu: "Será que a gente estimulou sua amiga?" Mari: "Cala a boca, idiota." Eu: "A gente imita eles?" — mostrei pra ela que tinha broxado a rola. Mari: "Nem fudendo!! Dá pra ouvir tudo!" A gente escutou o resto da trepada, incluindo um "sim, goza em mim assim" no final, que fez a Mari dar um sorrisinho. No dia seguinte, no café da manhã, a Mari já não se sentiu a única invadida e não teve tanto problema em falar. Mari: "Sabe o que falta nessa casa?" Eli: "O quê?" Mari: "Paredes mais grossas. Dá pra ouvir tudo do outro quarto." Eli: "Hahaha, olha ela aí me zuando! Também uma fechadura no banheiro, né?" Mari: "Essa ela tem! Mas meu marido é um molenga e não colocou." Leo: "Bom... na verdade, eu coloquei..." Eu: "Você foi muito rápido!" O clima tinha descontraído. Com a Mari, a gente decidiu se provocar e brincar de ouvir nossos amigos. Mas ainda faltava a outra parte do trato com a Eli. Eli: "Já falei pro gordo que hoje a gente dá uma desculpa pra ir mais tarde pra praia." Eu: "Ok..." Eli: "Então leva os meninos com a Mari que eu vou comer ele." Eu: "E eu dou uma desculpa pra voltar pra buscar alguma coisa, como combinamos." Eli: "SIM! Mas não demora, hein... Tenho uma surpresa preparada pra você." A gente fez como planejado e levou os meninos com a gente. Umas meia hora depois, a gente percebeu que eu tinha "esquecido" o celular e falei pra minha mulher me esperar que eu ia correndo buscar. Ela não gostou muito e mandou eu me apressar. Eu saí correndo, quase. Quando cheguei perto da casa, me aproximei na surdina pra ver se dava pra espiar pela janela. A Eli tinha dito que ia fazer na sala, bem na frente da porta, pra eu pegar eles no melhor momento. Quando consegui identificar os dois, não acreditei no que tava vendo: a Eli estava... ajoelhada com as mãos amarradas nas costas e uma mordaça daquelas com uma bola na boca. A pica subiu na hora. Queria começar a me tocar ali, mas tava na rua espiando pela janela, não era muito aconselhável fazer isso. Parecia que ela tinha chupado ele antes, pela quantidade de saliva na pica do Leo. Foi a primeira vez que vi o pedaço do meu amigo, era descomunal. Já não entendia por que a Eli me procurava, eles transavam muito bem e o marido dela tinha uma pica enorme. Enfim, o Leo deu umas voltas nela e batia com a pica na cara dela enquanto ela gemia. A Eli deu uma olhada pra janela e notou minha sombra, então se colocou na melhor posição. Apoiou as mãos no sofá e levantou a bunda nua pro Leo vir buscar. Ela tava com o olhar fixo na porta, queria que eu aparecesse e visse ela daquele jeito. Meu amigo se ajoelhou primeiro, puxou a tanga dela e chupou com muita intensidade. A Eli arregalou os olhos mostrando prazer, tava totalmente submissa e a única coisa que podia fazer era mexer a bunda pra mostrar que tava curtindo. O Leo se levantou e começou a comer ela. Acelerou de 0 a 100 em 10 segundos. Levantava ela com as estocadas que dava, era muito excitante ver aquilo. Eu não queria interromper porque não queria parar de ver. O Leo deu um tapa na bunda dela que deu pra ouvir lá fora e quase derrubou ela. Era uma fera. Levantou ela pelos cabelos e começou com as investidas de novo, senti que era o chamado pra entrar. Entrei e a Eli cravou os olhos em mim como quem diz "gostou da minha surpresa?". O Leo nem tinha percebido, então fiz: Ah, beleza... Desculpa, galera. Leo: Uh, usa a palavra: boceta da Lora - virou a Eli e cobriu ela com o corpo. Eu: Tinha que pegar o celular, já vou. Fiz tudo correndo e ouvi eles conversando. Mal saí pela porta, a Eli disse: Eli: Que me excita. Vai, me come que tô quase gozando. Cheguei na praia e não conseguia conter a emoção pra contar pra Mari. Eu: Desculpa a demora, mas você não sabe o que aconteceu comigo! Contei com todos os detalhes. o que ela tinha visto e acho que foi a Mari que ligou o foda: Mari: olha ela, que puta, né? Eu: e o Leo é tudo que você imaginou de bruto Mari: ai cala a boca, idiota! Eu: fala sério, não se faz de santa agora! Mari: bom, e aí continuaram depois que você foi embora...? Dez minutos depois nossos amigos chegaram e a Eli ainda tinha a marca da mordaça no rosto. A Mari não perdeu a chance de zoar Mari: tavam com tudo pra fazer aqueles sanduíches, né? Eli: haha, vi que te contaram Eu: haha, óbvio. Não tenho segredos com minha mulher - cara de pau do caralho Mari: então cortaram sua festa igual você cortou a minha ontem - falou no deboche Eli: desculpa, meu amor? A gente continuou... Eu: que bom! Leo: e acho que até nos motivou mais. Mari: ai Leo!! Não seja porco! Toda essa conversa foi importante pro que ia rolar nos dias seguintes.
5 comentários - O motivo do meu divórcio - parte 8
Me encariñé con las dos parejas, una lástima que terminen separados. Van otros 10 puntos!!