despues de la fiesta me fui con mi compadre

Oi, meu nome é Juana, tenho 26 anos, tenho 1,75m, sou branca, cabelo preto comprido e um corpo bonito, ainda não tenho filhos, sou casada há 6 anos. Isso aconteceu há alguns anos, quando minha prima, que ia fazer 15 anos, me convidou pra festa dela. Era sábado e meu marido não quis ir comigo porque tinha combinado de ver um jogo de futebol com os amigos. Cheguei na festa e sentei numa mesa com outras primas. Naquele dia, eu tava usando uma minissaia bege e uma blusa branca decotada, meia-calça cor da pele e sapatilhas. Tava me sentindo muito gostosa. Depois de um tempo, alguém se aproximou pra me chamar pra dançar, e vi que era meu compadre Santana. A gente se cumprimentou e fui dançar com ele. Ele ficou perguntando do meu marido, já que eles eram muito amigos desde o colégio e a gente tinha batizado a filha dele quando ela tinha 6 meses. Mas por causa do trabalho, eles se afastaram e a gente quase não se via mais. Eu também me dava muito bem com a comadre, mas eles se separaram porque ele maltratava ela. Ele nunca me chamou a atenção como homem, mas eu sei que eu chamava a atenção dele, porque minha comadre Mirna me contou o que ele falava de mim: que eu era muito gostosa e que ele queria ter algo comigo. Enquanto a gente dançava, notei que ele encostava o volume dele em mim. Não liguei muito, mas por precaução, falei pra gente sentar. Ele sentou na minha mesa e a gente continuou conversando. Bebi dois copos de vinho e comecei a ficar tonta, porque não tô acostumada. Ele percebeu e ficou mais ousado, sem disfarçar, olhando pra minhas pernas e se aproximando mais. Ele me chamou pra dançar de novo e eu aceitei, mas ele começou a se esfregar mais e eu senti a coisa grande dele bem colada em mim. Isso me deixou meio nervosa, e falei pra gente sentar. Aí ele começou a falar um monte de coisa, tipo que eu tava muito bonita e que era uma pena eu ser casada com meu marido, e mais um monte. Eu disse que era melhor eu ir embora porque tinha muita gente que me conhecia ali e não ficava bem. ele estava tão grudado em mim, me disse que tava tudo bem, mas que por favor eu levasse ele pra casa, que ele não tinha carro e morava longe dali. Não muito convencida, falei que sim, mas que ele fosse me esperar umas quadras pra lá, que eu ia buscá-lo. Esperei quase uma hora e saí de lá na esperança de que ele já tivesse ido embora, mas não, ele tava lá me esperando. Mandei ele subir e me desculpei pelo atraso. No caminho pra casa dele, ele pediu pra eu parar numa loja de bebidas. A gente desceu os dois e na loja tinha uns caras que, desde que entrei, começaram a me encher o saco e falar um monte de coisa. Mas meu compadre ficou puto e ia brigar com um deles. Eu acalmei ele e segurei na mão dele pra tirar ele dali. Ele me abraçou pela cintura e a gente foi pro meu carro. Eu fiquei meio perturbada, porque eu não gostava dele. Ele é branco, magro e mais baixo que eu, deve ter 1,65m. Mas acho que foi por causa da bebida que tomei, ou porque lembrei do que a comadre me contava sobre quando eles transavam, que ele queria foder a toda hora e tinha uma pica bem grande, que eu comecei a ficar excitada. Ele tinha comprado cervejas e uma garrafa de tequila, e me disse: "Olha, Juana, por que a gente não para aqui pra tomar um gole por causa do susto de agora? Só uns minutos e a gente vai." Eu falei: "Ok, mas só um pouco." Já era umas 1 da manhã. Tavam construindo vários pontos comerciais ali, mas o Santana conhecia o vigia, porque a gente entrou e ele desceu pra falar com o cara, e depois me disse: "Vamos lá pra trás, ali a gente vai ficar seguro de não chegar nenhum estranho ou a polícia." Depois de uns 30 minutos conversando e bebendo, eu já tava muito tonta e deu vontade de mijar. Perguntei se tinha algum banheiro ou como fazia. Ele disse: "Vamos naquele quarto ali." Não tinha portas nem janelas, mas não dava pra ver nada da rua. Ele me acompanhou até a entrada. Fui num canto, baixei a calcinha e me agachei pra mijar. Quando tava me levantando, vi que o Santana tava atrás de mim, me olhando e sacudindo a pica depois de mijar. Não soube o que fazer. que dizer, vi ele por uns segundos e tentei sair dali sem falar nada, mas ele se aproximou e me segurou forte pelos ombros, e me disse "Juana, espera, por favor não vai embora". Não sei por quê, mas eu não dizia nada, me sentia bêbada e muito tonta. Ele se aproximou de mim com as calças abaixadas e, assim mesmo, de pé, me encostou na parede e começou a me beijar. Não sei por quê, mas comecei a me sentir muito gostosa. Ele me beijou na boca, no pescoço e depois começou a apalpar meus peitos, tirou eles da blusa e começou a chupar, e ficava dizendo "Juana, que gostosa você está, não sabe quanto eu queria isso". E continuava me beijando na boca. De repente, comecei a sentir entre minhas pernas aquele pedaço de carne pulsando e muito quente. Lembrei do que a comadre me disse e fiquei mais excitada. Ele, sem parar de me beijar, levantou minha minissaia até a cintura, rasgou minha meia-calça e tirou minha calcinha. Eu, com um movimento, facilitei pra ele. Depois, levantou uma das minhas pernas e colocou aquele troço na entrada da minha buceta. Eu só suspirava e mexia minha cintura pra sentir o roçar. De repente, ele meteu de uma vez só, eu só gemi: "Aaaaaaggggggghhh!!!! Ooohhh!!! Santana, o que você está fazendo?", eu disse. E ele falava: "Você gosta, Juana?" "Sim, muito, mas vai devagar, você tem ele bem grande!" Assim, ele ficou me penetrando uns 10 minutos. Ah, eu não tava mais com a blusa nem o sutiã, só a saia enrolada na cintura. De repente, gozei de um jeito abundante e falei: "Aaaayyyyy Santana, não para de se mexer, por favor, continua, continua." Me abracei no pescoço dele e ele continuou me dando mais um tempo até me fazer gozar de novo. Dessa vez, não consegui nem reclamar, porque ele enfiou a língua até minha garganta. Eu só sentia meus próprios fluidos escorrendo pelas pernas. Depois disso, ele acelerou a metida. Eu falei: "Por favor, meu amor, não goza dentro, me dá na boca." Eu não queria engravidar. Na hora, ele saiu e eu me abaixei com força, e ele jogou todo o esperma na minha cara e nos meus peitos. Mal e mal Consegui me levantar e, tremendo, peguei minha blusa e o sutiã e me arrumei o melhor que pude. Ele se limpou, me pegou pelo braço e saímos dali. Eu estava tremendo. Já no meu carro, me recostei um pouco, descansei uns minutos e falei: "Vamos, me diz onde é sua casa." Quase sem falar nada, chegamos a alguns metros da casa dele. Parei o carro e, de repente, ele me segurou pela cabeça e me deu um beijão na boca. Depois passou pro pescoço, desabotoou minha blusa de novo, chupou meus peitos e eu me excitei de novo. Falei: "Não, por favor, Santana, já é muito tarde." Ele não ligava, sabia que me tinha na mão. No fim, foda-se, eu também quis. Tomei a iniciativa, desabotoei a calça dele e puxei a rola pra fora. Olhei bem de perto e achei uma delícia. Devia ter uns 20 cm, grossa e bem dura. A comadre tinha razão no que me disse. Fiquei chupando ele por um bom tempo e, quando já tava bem dura, reclinei os bancos de trás — já que meu carro era uma minivan — e fui pra cima dele. Deitei ele de barriga pra cima e montei em cima. Fui enfiando devagar, e quando me senti bem molhada, dei a sentada e cavalguei por uns 20 minutos, gozando mais duas vezes. Quando senti que ele ia gozar, tentei sair, mas o filho da puta me segurou firme pela cintura e despejou todo o leite dentro de mim. Senti gostoso pra caralho as pulsações da rola dele enquanto jorrava os jatos de porra. Me aproximei da boca dele e nos beijamos gostoso por um tempão até ele terminar de gozar. Depois de um tempo assim, desci dele, me arrumei e falei: "Santana, foi uma delícia, mas você tem que ser discreto, por favor." "Fica tranquila, Juana, mas quero te ver de novo." Eu, apesar de ter curtido pra caralho, não tava muito segura. Perguntei: "Pra quando você quer que a gente se veja?" "Hoje mesmo, à noite." "Mas, Santana, talvez eu não consiga. O que vou dizer pro meu marido?" E ele respondeu: "Inventa alguma coisa, Juana, mas tenta vir me buscar às 20h." "Tá bom, vou tentar." Nos demos um beijo na boca e eu falei: "Tá. Tchau, meu amor. Não tenho grana, mas vou fazer o possível pra ir. Cheguei em casa às quatro e meia da manhã, mas por sorte meu marido ainda não tinha voltado da resenha com os amigos e não percebeu como eu cheguei, com a roupa suja e cheia de porra. Entrei no banho e fui dormir. Meu marido chegou às seis da manhã, e eu fingi que tava puta pra ter uma desculpa pra sair de noite, mas isso eu conto depois. Valeu, espero que vocês tenham gostado pra me dar coragem de contar o que vem a seguir. Isso realmente aconteceu.

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