Una vuelta a caballo y terminamos cogiendo

Tava pra fazer 20 ou 21 anos, aí pedi pro meu velho me deixar faltar na sexta no trampo pra ir pra casa de fim de semana fazer um churrasco com as amigas e os amigos. Ele topou na hora e uns dias depois falou pra eu ficar de boa que no sábado iam com a família da minha mina, ela não podia ir porque tava trabalhando.

A casa era mais no estilo campestre, tinha um monte de bicho: galinha, pato, umas vacas e meus 4 cavalos, 3 éguas e um garanhão, meu preto. E claro, a piscina. Não era um chalé de luxo, mas era bem montada. O pessoal foi chegando, e entre eles um casalzinho que o cara não era bem visto porque já tinha traído nossa amiga várias vezes, mas isso é outra história.

Parece que o maluco imaginou uma casa cheia de luxo e, quando viu que era o contrário, logo inventou um compromisso esquecido e falou pra Mariana que iam embora. Ela mandou ele vazar porque queria ficar com a gente e que ia com as meninas pra noite.

O sol começou a se esconder e pedi pra um amigo acender o fogo porque eu tinha que buscar meus bichos. Quando cheguei em casa, Mari me viu entrando com os cavalos e veio feito um míssil!

— Me leva pra dar uma volta? Nunca montei a cavalo.
— Beleza, vou selar e te levo.

Vamo dar uma pausa. Mariana é uma gostosa que fisicamente você não repara de cara, ela é bem proporcionada até hoje, tipo um 90 70 90, mas quando você encara o olhar dela, fica hipnotizado. Ela tem olhos azuis escuros e sabe tirar proveito disso com cabelo, maquiagem, etc. Preparei a gata mais dócil e fui pra uma estação de trem velha a 3 km de casa. Mari veio de short e sutiã de biquíni, eu também, mas com uma regata. Como era a primeira vez dela, fiz ela sentar na minha frente e do nada surgiu o assunto do namorado dela. Depois de uns minutos de conversa, ela solta:

— Você é meu amigo e sabe que eu não amo ele. Sei que ele me traiu várias vezes, e eu não sou nenhuma santa...

Ela se recostou no meu peito e me deu um beijo quase no canto da boca.

— O que cê tá fazendo! Fala sério! Me dá um beijo, não tem ninguém, eu não falo nada se você não fizer... e bom, já se passaram 24 ou 25 anos e vocês são os primeiros a saber disso...
Foi só chegar na estação e começar a pegar fogo de um jeito tão, mas tão intenso que ela teve um orgasmo ali mesmo. Sabia que não ia ter ninguém na estação, então a gente se pelou e eu sentei ela num banco e chupei a buceta dela e ela me deu vários outros orgasmos. Ela me puxava pelos cabelos e pedia por favor para eu não parar. Depois de um bom tempo, agora é a minha vez! Ela me chupava como se não houvesse amanhã! Quero te comer, mas não tenho camisinha aqui, e ela me fala: "se você tirar a tempo", e montou em cima de mim. Acreditem, é uma das memórias mais vivas que tenho! Eu tava bem enfiado nela e os movimentos dela eram curtos, pra esfregar bem o clitóris. A gente se beijava e, em alguns momentos, ela me abraçava e falava: "não goza, deixa eu te aproveitar assim, como eu gosto. Tava com vontade de te fazer há muito tempo, e eu de você também, mas você é minha amiga." "Já não sou mais, agora sou sua puta, me come!" A gente tava louco, e essas oportunidades não dá pra deixar passar. "Me dá a raba!" "Não, a raba não!" "Qual é, não sabemos quando vamos poder repetir isso." Uns minutos depois, ela me fala: "por favor, cuida de mim!" Eu fiz ela ficar de quatro no banco e dei uma chupada tão gostosa no cu que ele se dilatou sozinho, e com o tanto que ela tava molhada, tinha lubrificação de sobra. Eu encostei e, com só um pouco de pressão, a cabeça passou, e ali quase gozei quando ela, de uma só estocada, empurrou e enfiou até o fundo com um grito de prazer e dor. Ela esticava os braços como se quisesse me prender contra ela, mas o bom durou pouco e, depois de um tempo, ela não aguentava mais e tirou, por sorte limpinha. A safadeza que a gente tava carregando, vocês não fazem ideia. Ela montou de novo, bota uns 20 minutos, eu queria gozar e falei pra ela sair, ela não deu bola! "Mari, vou gozar dentro de você!" "Pode fazer, eu tô no dia!"
Foi como abrir uma torneira! Que gozada que a gente deu, eu tava todo melado. A gente ficou parado uns minutos e a piroca saiu sozinha quando relaxou.
Sabia que a água da estação pode ser usada de boa, como eu falei, que a gente podia se lavar.
Voltamos e, por sorte, ninguém desconfiou de nada, ainda mais que já tinha passado uma hora e meia.
Com o passar dos anos, a gente transava quando dava, e um dia, estando no hotel, sem querer, nós dois falamos que tínhamos que acabar com aquela vida, porque sabíamos que estavam rolando umas paradas. Eu falei pra ela: "tô pronto pra me separar se você também estiver..." Ela nunca respondeu.
Ainda somos amigos e costumamos tomar café da manhã juntos, e quando a gente vai embora, a gente se despede com um beijinho.
Sei que ela me seguiria pra qualquer lugar, mas minha posição não é a mesma que a do marido dela.

2 comentários - Una vuelta a caballo y terminamos cogiendo

Que vivencia tubiste. Ese amor platonico con una amiga y que siempre va estar en la memoria. Van puntos