Hoje em dia alguém poderia dizer que foi algo 'raro ou abusivo'... 🤭, Nada a ver, por contrário; minha fabulosa curiosidade se nutria dessas visões fabulosas, vê-los pegar ou pajear-se; olhar para eles nus enquanto se banhavam. Eu havia aprendido que quando estavam bêbados eram vulneráveis, não recordavam nada... Tudo era produto da embriaguez...
Assim que quando estavam bêbados demais... Os ajudava a irem se dormir, enquanto com essa desculpa, aproveitava para tirar-lhes a roupa até os deixar em slips...




Quando os escutava roncando, metia uma mão por um lado do cueca e apoderava-me dos seus cocks morenos estimulados pelo álcool e minhas carícias íntimas que se transformavam em beijos de língua profundos e quentes que me obrigavam a soltar gemidos sufocados por ter a boca cheia dessas bolas que iam crescendo ao ritmo das minhas lambidas.
Eu me sentia mulher, era uma puta doce e complacente, precisava dar-lhe um tratamento gostoso, intenso e profundo.


Adorava vencer a inibição desses tipos chulos que eram meus parentes. No princípio, não queriam... Até que num esforço delicioso e descomunal eu engolia toda a cock fazendo passar o glande pela garganta, tragando toda a extensão daqueles pijos até cravar o nariz entre os caras; ainda assoando a ponta da língua para lamber a bolsa dos ovos...



Chatas lindas, gargantas grossas de homens de bairro.


Eu me sumia no prazer de lhes dar prazer com devoção, os chupava com deleite, os babeava tudo; jadeando com a boca cheia de cock. Os tipos, notando minha entrega e minha destreza bucal se deixavam fazer; minha boca e minha língua famintas se deslizavam bem babosas dos testículos até a cabeça do cock enquanto minhas mãos pequenas pajeavam o tronco venoso e endurecido que ia tomando tamanho ao compasso de meus carícias íntimas.

Oferecia-lhes um tributo sexual às lindas garotas que me deixavam possuir, fazia-as conhecer esse poder imenso que tinham quando se divertiam; os gozava e me deixava gozar.
Assim que quando estavam bêbados demais... Os ajudava a irem se dormir, enquanto com essa desculpa, aproveitava para tirar-lhes a roupa até os deixar em slips...




Quando os escutava roncando, metia uma mão por um lado do cueca e apoderava-me dos seus cocks morenos estimulados pelo álcool e minhas carícias íntimas que se transformavam em beijos de língua profundos e quentes que me obrigavam a soltar gemidos sufocados por ter a boca cheia dessas bolas que iam crescendo ao ritmo das minhas lambidas.
Eu me sentia mulher, era uma puta doce e complacente, precisava dar-lhe um tratamento gostoso, intenso e profundo.


Adorava vencer a inibição desses tipos chulos que eram meus parentes. No princípio, não queriam... Até que num esforço delicioso e descomunal eu engolia toda a cock fazendo passar o glande pela garganta, tragando toda a extensão daqueles pijos até cravar o nariz entre os caras; ainda assoando a ponta da língua para lamber a bolsa dos ovos...



Chatas lindas, gargantas grossas de homens de bairro.


Eu me sumia no prazer de lhes dar prazer com devoção, os chupava com deleite, os babeava tudo; jadeando com a boca cheia de cock. Os tipos, notando minha entrega e minha destreza bucal se deixavam fazer; minha boca e minha língua famintas se deslizavam bem babosas dos testículos até a cabeça do cock enquanto minhas mãos pequenas pajeavam o tronco venoso e endurecido que ia tomando tamanho ao compasso de meus carícias íntimas.

Oferecia-lhes um tributo sexual às lindas garotas que me deixavam possuir, fazia-as conhecer esse poder imenso que tinham quando se divertiam; os gozava e me deixava gozar.
1 comentários - "Uso y abuso"... Consentido segúro