No dia seguinte, eles se encontram com Ana e Daniel no café da manhã, e os dois avisam que vão embora em uma hora. As malas deles já estão na recepção.
Eles trocam os nomes para se conectar nas redes sociais. Juana abre o celular, encontra Ana (não vamos dar o sobrenome) e a adiciona como amiga.
Os quatro terminam de tomar café e as mulheres se separam dos homens.
— É uma pena que a gente tenha que voltar hoje — diz Ana.
— É verdade, sim. A gente se divertiu ontem. Juana não falou com nenhuma intenção.
— Mmmm, verdade mesmo, ainda mais quando ficamos sozinhas… — Ana sorri.
— É, verdade mesmo. — Juana confirma.
— Posso te falar uma coisa?
— Fala o que quiser, claro… — Juana começou a ficar nervosa.
— Sei que o Martin não é seu marido, mas pra mim não importa… com essa pica que ele tem, deve ser difícil se segurar.
— Como é que… Não é que… eu… — Juana gaguejou.
— Não importa, fica tranquila. Isso fica entre eu e você.
— Mas a gente nunca…
— Shhh — ela coloca a mão na boca de Juana e se aproxima do ouvido: “Percebi que você é mãe dele” e vocês têm um relacionamento “especial”, mas não se preocupa tanto. Aproveita.
— Mmmm, obrigada! Sua compreensão caiu muito bem — Juana estava atordoada.
— Bom, espero que a gente se veja em Buenos Aires. Sozinhas ou os quatro juntos.
— Sim, sim, prometo que te ligo.
— Eu prefiro sozinhas pra terminar… Tchau, tchau — e deu um beijo no canto do lábio de Juana, deixando ela à beira do nocaute.
— Tchau, galera! — Martin se despediu.
— Tchau, Martin! — em coro, os casais se despediram.
— Tchau, galera!
Naquele dia, decidiram ir pra praia, mas Juana não quis ir pra de nudismo. Não queria ficar nua na frente do filho, queria começar a colocar as coisas nos eixos com Martin. Sabia que a situação tinha escapado do controle. Era o que acontecia quando ela estava muito excitada, mas precisava… controlá-la. Embora as palavras de Ana não parassem de ecoar na cabeça dela: "Percebi que você é mãe dele e têm uma relação especial, mas não fica nessa neura".
Não se sentia encorajada a avançar com Martin, embora essas palavras a ajudassem a não se sentir tão culpada. Alugaram um carro e poderiam percorrer as praias que quisessem.
- Vamos para uma praia nova – disse Juana.
- Como você quiser, sem problema.
- É por aqui – Juana apontou a saída para a praia que procuravam.
- Parece que tem um pouco de gente – Martin via vários carros estacionados.
- Vamos – animou Juana. Desceram do carro e levaram umas cadeiras e guarda-sóis que emprestaram na pousada.
- Vamos, mãe! – Martin não sabia como quebrar essa barreira que sua mãe estava começando a levantar.
- Hum, você me chamou de mãe de novo? – Juana sorria, mas mantinha distância.
- Chegamos. Vamos abrir o guarda-sol e passar protetor! – Martin convidava a mãe.
- Perfeito! – Juana pegou o protetor e começou a passar no corpo todo.
- Me alcança? – Martin queria que a mãe olhasse para ele.
- Toma – Juana mal olhou para ele.
- Mãe, posso te fazer uma pergunta? – Martin não queria continuar assim.
- Pode, fala.
- Você está brava comigo?
- Não, Martin. Já te falei ontem à noite que não é sua culpa. – Juana continuava séria.
- É que te sinto distante! – Martin procurava a brecha para entrar.
- Ah, Martin! Como te explicar? Estou tentando colocar um pouco de distância, tanto para mim quanto para você.
- Bom, pelo menos pode passar protetor nas minhas costas? – Martin tentava.
- Claro, filho! Vem! – Juana se posicionou atrás de Martin.
- Obrigado, mãe, você é demais! – Martin entrega o protetor e dá um beijo rápido na bochecha dela.
- Você é que é demais! – E começou a passar protetor nas costas dele.
- Mãe, passa atrás das pernas também. – Martin queria Que a mãe dele continue fazendo carinho nele
- Claro! Vem mais pra cá! A Juana passava creme e as mãos iam se aproximando dos glúteos
- Tô gostando, mamãe! Martin começava a sentir uma ereçãozinha
- Bom, então vou deixar aqui mesmo! Jeje, Juana ria, se divertindo
- Quer que eu passe em você? Martin queria pelo menos tocar as costas da mãe
- Vai! Passa nas minhas costas! Juana cedia um pouco
- Vem, senta aqui! Martin passou bastante creme nas mãos
- Para! Deixa eu deitar de bruços! Juana se deitou na toalha na areia
- Ok, deixa eu me ajeitar. Martin se deitou de lado perto da mãe
- Mmmm, vai, passa! Juana se acomodou, totalmente relaxada
- Posso desabotoar seu sutiã? Martin foi indo
- Siiim, Juana hesitou se aceitava ou não, mas não via nada de errado a princípio
- Vamos desabotoar… Martin, com as mãos trêmulas, lutava com o fecho da maiô até conseguir soltar
- Parece que foi difícil! Juana entrava na brincadeira
- Não tenho prática! Jeje. Martin se fazia de desastrado
- Não se faz de coitadinho que não consegue!
- Bom, a gente faz o que pode… Martin começou a passar protetor e dar uma massagem suave, colocando toda a dedicação do mundo pra ver se a mãe relaxava de vez
- Mmmmm Martin! Como você tá passando bem! Podia ficar horas aqui! Juana se sentia realmente relaxada
- Tá gostando? Martin conseguia ver o lado dos peitos da mãe e tentava passar creme por ali, deslizando os dedos
- Mmmmm, tô adorando! Juana começava a relaxar e suas barreiras iam cedendo um pouco
- Quer que eu passe nas pernas? Martin queria ir devagar
- Vai! Passa sim!
- Lá vou eu! Martin passou mais creme na mão e começou a aplicar primeiro nas panturrilhas, depois foi subindo pelas coxas
- Mmmm, Martin! Não sabia que você tinha essas habilidades
- Entre outras… Martin já subia pelas coxas em direção à bunda
- Tô amando o que você tá fazendo! Juana já começava a ficar molhada
- É? Cê gosta? Ele já tava passando a mão na bunda dela
- Cê já tá passando um pouco dos limites, mas é tão bom que vou deixar você continuar… Juana fazia suas primeiras concessões
- É? Cê gosta? Martin subiu a mão por toda a coxa e com o polegar tocou a buceta dela por cima do biquíni
- Mmmm, Martin, não exagera, Juana tentava manter a sanidade de todo jeito
- Juro que foi sem querer, Martin passou a mão e um dedo de novo, dessa vez com mais pressão, e tocou a mesma área
- Ahhhh, Juana tremeu
- Me desculpa… agora ele deixou a mão apoiada e com o polegar fez pressão duas ou três vezes
- Maaarrtttiiiiinnnn, pelo amor, mmmmmm, Juana reclamava, mas não pedia pra ele parar
- É que é mais forte que eu… Com um movimento hábil e mexendo o polegar, conseguiu enfiar ele pela lateral do biquíni e meter na buceta dela
- Mmmmm, chega! Aqui não! E ela se virou. Juana nem percebeu que deixou os peitos à mostra e a praia não era de nudismo. Mesmo assim, ninguém pareceu notar, e ela se ajeitou logo, sentando ao lado do filho
- Desculpa, mãe… ou Juana, como você preferir. Martin sorria sarcástico e ajustava o volume que tava totalmente duro
- Como você fica de pau duro rápido, hein! Juana fez um movimento que surpreendeu o filho e passou a mão no volume dele
- Aggghhh sim! Me toca, mãe! Martin esqueceu do contexto
- Sabe que aqui não dá. Juana trouxe ele de volta à realidade
- Ok, mas você me deve… Martin aproveitava
- Eu não te devo nada… Juana ria
- Nós dois nos devemos, você também deve ter ficado com tesão, ou tô errado? Martin continuou
- A verdade, não vou negar. Mas não podemos ficar nos tocando o tempo todo em qualquer lugar, Martin! Juana queria botar juízo, mas quanto mais falava, mais se excitava
- É que você me deixa muito tesudo, mamãe! Martin sabia que tava no caminho certo
- Já te falei que gosto de saber disso, mas… Juana deixou um silêncio pra Martin continuar
- Eu passaria o tempo todo apalpando seus peitos e a buceta, mamãe! Martin se aproximava do ouvido da mãe
- Mmmm, Martin! Não me fala essas coisas… Juana dizia não com as palavras, mas o tom do sussurro dizia outra coisa
- A pica fica dura pra caralho quando eu te toco, mamãe!
- Ai Martin, para de falar essas coisas… Juana tava vermelha e com as pernas fechadas de tesão
- Me diz a verdade. Não te excita saber que eu quero te tocar e chupar toda? Martin jogava pesado
- Sabe que sim… Juana também falava no ouvido do filho
- E você gosta que eu te conte como tá a pica? Martin se esfregava com a mão por cima do short
- Mmmmm, gosto, sim. Fala! Juana sussurrava
- Queria que você chupasse minha pica… mamãe! Martin ia com tudo no arsenal
- Aghhh vou gozar sem me tocar… Juana tava no limite
- Adoraria que você colocasse na boca… Martin enfiou a mão entre as coxas apertadas da mãe e num movimento puxou a calcinha e enfiou um dedo roçando o clitóris
- Aghhhhmmmmmmmm, Juana se abraçou no filho
- Isso, goza, vai…
- Mmmmmm, adoro. Juana tremia abraçada no filho
- Mmmmm, adoro te deixar com tesão, mamãe! Martin continuava com um dedo dentro da buceta da mãe
- MMmmmmm, você é demais! Onde você aprende essas palavras? Juana tava se recompondo devagar
- Uffff, não aguento mais! Martin tirava devagar a mão de dentro das pernas da mãe Ajeita isso e vai pro mar!"
- "Agora? Martin não tava muito a fim."
- "Sim, agora! Vai que eu vou também," disse Juana.
- "Ah, tá bom, então sim." Martin entendeu que a mãe ia entrar com ele e saiu correndo pro mar.
- "Mmmm, a água tá uma delícia!" Juana entrou com ele e foram direto pra parte funda.
- "Tô que não aguento mais!" Martin abraçou a mãe, deixando ela sentir a ereção dele.
- "Deixa eu ver!" Juana, olhando pra todos os lados, enfiou a mão dentro da sunga do filho e agarrou a ferramenta dele com força.
- "Mmmm, vai, me toca!" Martin suspirava.
- "Tá gostando?" Juana sorria, olhando bem na cara dele.
- "Quero que você fale umas coisas, igual eu fiz..." Martin queria levar a mãe pra um nível novo.
- "Mmmm, o que você gostaria que eu dissesse?" Juana continuava sacudindo a cock do filho debaixo d'água.
- "O que você quiser. O que você gostaria de fazer, ou que fizessem com você." Martin deixava ela ainda mais excitada.
- "Mmmm, adoro sentir ela na mão! Tá muito dura." Juana sussurrava, toda excitada.
- "Adoro te ver assim, com minha cock na mão," Martin instigava ela a continuar.
- "É? Cê gosta do meu jeito de bater punheta?" Juana sussurrava no ouvido dele.
- "Adoro, se solta, vai, fala tudo que você gostaria de fazer com a minha cock, vai." Martin agora enfiava a mão de novo dentro do biquíni.
- "Mmmm, quero tocar nela..." Juana não se animava.
- "Isso você já tá fazendo, o que mais você gostaria?" Martin afundava os dedos na buceta de Juana.
- "Eu queria chupar ela..." Juana sussurrava.
- "O quê? Fala..." Martin sentia, mesmo debaixo d'água, os sucos que a buceta de Juana destilava.
- "A cock, eu queria chupar a sua cock!!!!" Juana finalmente falou.
- "Ahhhh, tô gozando, mamãe!!! Adoro quando você bate punheta pra mim."
- "Mmmm, isso, goza na mão da mamãe," Juana sussurrava no ouvido dele. Mmmmm, Martin se jogou na boca da mãe, beijando ela com muita língua enquanto continuava masturbando ela.
- Mmmmmm, continua que eu também vou gozar... De novo!, Juana continuou beijando ele
- Mmmmmm, sim, adoro quando você goza assim! Que você se solte! Tira a puta que tem dentro de você, Juana! Martin descarregou toda a sua artilharia de palavras
- Agggghhhh Aghhhh Aghhhhh aghhhhhh siiiiiiii!!! Juana continuava beijando o filho enquanto gozava dentro do mar, enquanto o resto da praia seguia com suas atividades
Saíram da água e foram se jogar nas espreguiçadeiras. Passaram o dia conversando e se divertindo sem cobranças. Tinham ido longe demais e sabiam disso, mas não queriam quebrar aquela magia que os envolvia naquele momento. Almoçaram num quiosque e depois foram para outra praia passar a tarde.
(Continua…)
Obrigado pelas centenas de pontos e pelos comentários em todos os lugares.
Se gostaram, podem me escrever.reybaco2005@hotmail.comO Telegram @reybaco2005
Eles trocam os nomes para se conectar nas redes sociais. Juana abre o celular, encontra Ana (não vamos dar o sobrenome) e a adiciona como amiga.
Os quatro terminam de tomar café e as mulheres se separam dos homens.
— É uma pena que a gente tenha que voltar hoje — diz Ana.
— É verdade, sim. A gente se divertiu ontem. Juana não falou com nenhuma intenção.
— Mmmm, verdade mesmo, ainda mais quando ficamos sozinhas… — Ana sorri.
— É, verdade mesmo. — Juana confirma.
— Posso te falar uma coisa?
— Fala o que quiser, claro… — Juana começou a ficar nervosa.
— Sei que o Martin não é seu marido, mas pra mim não importa… com essa pica que ele tem, deve ser difícil se segurar.
— Como é que… Não é que… eu… — Juana gaguejou.
— Não importa, fica tranquila. Isso fica entre eu e você.
— Mas a gente nunca…
— Shhh — ela coloca a mão na boca de Juana e se aproxima do ouvido: “Percebi que você é mãe dele” e vocês têm um relacionamento “especial”, mas não se preocupa tanto. Aproveita.
— Mmmm, obrigada! Sua compreensão caiu muito bem — Juana estava atordoada.
— Bom, espero que a gente se veja em Buenos Aires. Sozinhas ou os quatro juntos.
— Sim, sim, prometo que te ligo.
— Eu prefiro sozinhas pra terminar… Tchau, tchau — e deu um beijo no canto do lábio de Juana, deixando ela à beira do nocaute.
— Tchau, galera! — Martin se despediu.
— Tchau, Martin! — em coro, os casais se despediram.
— Tchau, galera!
Naquele dia, decidiram ir pra praia, mas Juana não quis ir pra de nudismo. Não queria ficar nua na frente do filho, queria começar a colocar as coisas nos eixos com Martin. Sabia que a situação tinha escapado do controle. Era o que acontecia quando ela estava muito excitada, mas precisava… controlá-la. Embora as palavras de Ana não parassem de ecoar na cabeça dela: "Percebi que você é mãe dele e têm uma relação especial, mas não fica nessa neura".
Não se sentia encorajada a avançar com Martin, embora essas palavras a ajudassem a não se sentir tão culpada. Alugaram um carro e poderiam percorrer as praias que quisessem.
- Vamos para uma praia nova – disse Juana.
- Como você quiser, sem problema.
- É por aqui – Juana apontou a saída para a praia que procuravam.
- Parece que tem um pouco de gente – Martin via vários carros estacionados.
- Vamos – animou Juana. Desceram do carro e levaram umas cadeiras e guarda-sóis que emprestaram na pousada.
- Vamos, mãe! – Martin não sabia como quebrar essa barreira que sua mãe estava começando a levantar.
- Hum, você me chamou de mãe de novo? – Juana sorria, mas mantinha distância.
- Chegamos. Vamos abrir o guarda-sol e passar protetor! – Martin convidava a mãe.
- Perfeito! – Juana pegou o protetor e começou a passar no corpo todo.
- Me alcança? – Martin queria que a mãe olhasse para ele.
- Toma – Juana mal olhou para ele.
- Mãe, posso te fazer uma pergunta? – Martin não queria continuar assim.
- Pode, fala.
- Você está brava comigo?
- Não, Martin. Já te falei ontem à noite que não é sua culpa. – Juana continuava séria.
- É que te sinto distante! – Martin procurava a brecha para entrar.
- Ah, Martin! Como te explicar? Estou tentando colocar um pouco de distância, tanto para mim quanto para você.
- Bom, pelo menos pode passar protetor nas minhas costas? – Martin tentava.
- Claro, filho! Vem! – Juana se posicionou atrás de Martin.
- Obrigado, mãe, você é demais! – Martin entrega o protetor e dá um beijo rápido na bochecha dela.
- Você é que é demais! – E começou a passar protetor nas costas dele.
- Mãe, passa atrás das pernas também. – Martin queria Que a mãe dele continue fazendo carinho nele
- Claro! Vem mais pra cá! A Juana passava creme e as mãos iam se aproximando dos glúteos
- Tô gostando, mamãe! Martin começava a sentir uma ereçãozinha
- Bom, então vou deixar aqui mesmo! Jeje, Juana ria, se divertindo
- Quer que eu passe em você? Martin queria pelo menos tocar as costas da mãe
- Vai! Passa nas minhas costas! Juana cedia um pouco
- Vem, senta aqui! Martin passou bastante creme nas mãos
- Para! Deixa eu deitar de bruços! Juana se deitou na toalha na areia
- Ok, deixa eu me ajeitar. Martin se deitou de lado perto da mãe
- Mmmm, vai, passa! Juana se acomodou, totalmente relaxada
- Posso desabotoar seu sutiã? Martin foi indo
- Siiim, Juana hesitou se aceitava ou não, mas não via nada de errado a princípio
- Vamos desabotoar… Martin, com as mãos trêmulas, lutava com o fecho da maiô até conseguir soltar
- Parece que foi difícil! Juana entrava na brincadeira
- Não tenho prática! Jeje. Martin se fazia de desastrado
- Não se faz de coitadinho que não consegue!
- Bom, a gente faz o que pode… Martin começou a passar protetor e dar uma massagem suave, colocando toda a dedicação do mundo pra ver se a mãe relaxava de vez
- Mmmmm Martin! Como você tá passando bem! Podia ficar horas aqui! Juana se sentia realmente relaxada
- Tá gostando? Martin conseguia ver o lado dos peitos da mãe e tentava passar creme por ali, deslizando os dedos
- Mmmmm, tô adorando! Juana começava a relaxar e suas barreiras iam cedendo um pouco
- Quer que eu passe nas pernas? Martin queria ir devagar
- Vai! Passa sim!
- Lá vou eu! Martin passou mais creme na mão e começou a aplicar primeiro nas panturrilhas, depois foi subindo pelas coxas
- Mmmm, Martin! Não sabia que você tinha essas habilidades
- Entre outras… Martin já subia pelas coxas em direção à bunda
- Tô amando o que você tá fazendo! Juana já começava a ficar molhada
- É? Cê gosta? Ele já tava passando a mão na bunda dela
- Cê já tá passando um pouco dos limites, mas é tão bom que vou deixar você continuar… Juana fazia suas primeiras concessões
- É? Cê gosta? Martin subiu a mão por toda a coxa e com o polegar tocou a buceta dela por cima do biquíni
- Mmmm, Martin, não exagera, Juana tentava manter a sanidade de todo jeito
- Juro que foi sem querer, Martin passou a mão e um dedo de novo, dessa vez com mais pressão, e tocou a mesma área
- Ahhhh, Juana tremeu
- Me desculpa… agora ele deixou a mão apoiada e com o polegar fez pressão duas ou três vezes
- Maaarrtttiiiiinnnn, pelo amor, mmmmmm, Juana reclamava, mas não pedia pra ele parar
- É que é mais forte que eu… Com um movimento hábil e mexendo o polegar, conseguiu enfiar ele pela lateral do biquíni e meter na buceta dela
- Mmmmm, chega! Aqui não! E ela se virou. Juana nem percebeu que deixou os peitos à mostra e a praia não era de nudismo. Mesmo assim, ninguém pareceu notar, e ela se ajeitou logo, sentando ao lado do filho
- Desculpa, mãe… ou Juana, como você preferir. Martin sorria sarcástico e ajustava o volume que tava totalmente duro
- Como você fica de pau duro rápido, hein! Juana fez um movimento que surpreendeu o filho e passou a mão no volume dele
- Aggghhh sim! Me toca, mãe! Martin esqueceu do contexto
- Sabe que aqui não dá. Juana trouxe ele de volta à realidade
- Ok, mas você me deve… Martin aproveitava
- Eu não te devo nada… Juana ria
- Nós dois nos devemos, você também deve ter ficado com tesão, ou tô errado? Martin continuou
- A verdade, não vou negar. Mas não podemos ficar nos tocando o tempo todo em qualquer lugar, Martin! Juana queria botar juízo, mas quanto mais falava, mais se excitava
- É que você me deixa muito tesudo, mamãe! Martin sabia que tava no caminho certo
- Já te falei que gosto de saber disso, mas… Juana deixou um silêncio pra Martin continuar
- Eu passaria o tempo todo apalpando seus peitos e a buceta, mamãe! Martin se aproximava do ouvido da mãe
- Mmmm, Martin! Não me fala essas coisas… Juana dizia não com as palavras, mas o tom do sussurro dizia outra coisa
- A pica fica dura pra caralho quando eu te toco, mamãe!
- Ai Martin, para de falar essas coisas… Juana tava vermelha e com as pernas fechadas de tesão
- Me diz a verdade. Não te excita saber que eu quero te tocar e chupar toda? Martin jogava pesado
- Sabe que sim… Juana também falava no ouvido do filho
- E você gosta que eu te conte como tá a pica? Martin se esfregava com a mão por cima do short
- Mmmmm, gosto, sim. Fala! Juana sussurrava
- Queria que você chupasse minha pica… mamãe! Martin ia com tudo no arsenal
- Aghhh vou gozar sem me tocar… Juana tava no limite
- Adoraria que você colocasse na boca… Martin enfiou a mão entre as coxas apertadas da mãe e num movimento puxou a calcinha e enfiou um dedo roçando o clitóris
- Aghhhhmmmmmmmm, Juana se abraçou no filho
- Isso, goza, vai…
- Mmmmmm, adoro. Juana tremia abraçada no filho
- Mmmmm, adoro te deixar com tesão, mamãe! Martin continuava com um dedo dentro da buceta da mãe
- MMmmmmm, você é demais! Onde você aprende essas palavras? Juana tava se recompondo devagar
- Uffff, não aguento mais! Martin tirava devagar a mão de dentro das pernas da mãe Ajeita isso e vai pro mar!"
- "Agora? Martin não tava muito a fim."
- "Sim, agora! Vai que eu vou também," disse Juana.
- "Ah, tá bom, então sim." Martin entendeu que a mãe ia entrar com ele e saiu correndo pro mar.
- "Mmmm, a água tá uma delícia!" Juana entrou com ele e foram direto pra parte funda.
- "Tô que não aguento mais!" Martin abraçou a mãe, deixando ela sentir a ereção dele.
- "Deixa eu ver!" Juana, olhando pra todos os lados, enfiou a mão dentro da sunga do filho e agarrou a ferramenta dele com força.
- "Mmmm, vai, me toca!" Martin suspirava.
- "Tá gostando?" Juana sorria, olhando bem na cara dele.
- "Quero que você fale umas coisas, igual eu fiz..." Martin queria levar a mãe pra um nível novo.
- "Mmmm, o que você gostaria que eu dissesse?" Juana continuava sacudindo a cock do filho debaixo d'água.
- "O que você quiser. O que você gostaria de fazer, ou que fizessem com você." Martin deixava ela ainda mais excitada.
- "Mmmm, adoro sentir ela na mão! Tá muito dura." Juana sussurrava, toda excitada.
- "Adoro te ver assim, com minha cock na mão," Martin instigava ela a continuar.
- "É? Cê gosta do meu jeito de bater punheta?" Juana sussurrava no ouvido dele.
- "Adoro, se solta, vai, fala tudo que você gostaria de fazer com a minha cock, vai." Martin agora enfiava a mão de novo dentro do biquíni.
- "Mmmm, quero tocar nela..." Juana não se animava.
- "Isso você já tá fazendo, o que mais você gostaria?" Martin afundava os dedos na buceta de Juana.
- "Eu queria chupar ela..." Juana sussurrava.
- "O quê? Fala..." Martin sentia, mesmo debaixo d'água, os sucos que a buceta de Juana destilava.
- "A cock, eu queria chupar a sua cock!!!!" Juana finalmente falou.
- "Ahhhh, tô gozando, mamãe!!! Adoro quando você bate punheta pra mim."
- "Mmmm, isso, goza na mão da mamãe," Juana sussurrava no ouvido dele. Mmmmm, Martin se jogou na boca da mãe, beijando ela com muita língua enquanto continuava masturbando ela.
- Mmmmmm, continua que eu também vou gozar... De novo!, Juana continuou beijando ele
- Mmmmmm, sim, adoro quando você goza assim! Que você se solte! Tira a puta que tem dentro de você, Juana! Martin descarregou toda a sua artilharia de palavras
- Agggghhhh Aghhhh Aghhhhh aghhhhhh siiiiiiii!!! Juana continuava beijando o filho enquanto gozava dentro do mar, enquanto o resto da praia seguia com suas atividades
Saíram da água e foram se jogar nas espreguiçadeiras. Passaram o dia conversando e se divertindo sem cobranças. Tinham ido longe demais e sabiam disso, mas não queriam quebrar aquela magia que os envolvia naquele momento. Almoçaram num quiosque e depois foram para outra praia passar a tarde.
(Continua…)
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