Beleza... quanto tempo... tô meio afastado dessas atividades, mas de vez em quando aparece algo tranquilo e em horário de trabalho... haha... Era um sábado ou feriado (não lembro direito) ao meio-dia. Tinha terminado cedo a última viagem e foi no sul da Capital Federal. Lembrei de um lugar legal em Lugano. Pra quem não sabe, antigamente na Av Escalada e Roca tinha um parquezinho que funcionava como point de pegação e também iam casais héteros praticar dogging; mas esse parquezinho agora tá fechado. Acho que tenho um relato publicado de algo que vivi lá. Agora que esse parque não existe mais, a ação mudou pra uma quadra, a Av Escalada. Um conhecido da época do parquezinho me contou que de tarde-noite ainda tem uns casais, que curtem se exibir e às vezes procuram um terceiro... não posso confirmar porque meu horário de trabalho é até umas 15h no máximo... Como eu tava dizendo: nesse dia que mencionei, fui dar uma olhada pra ver qual era; e não tinha carros estacionados, não tinha vidros embaçados nem carros balançando no ritmo de uma foda... quase não tinha ninguém passando por lá. Desiludido, já ia embora, mas por via das dúvidas estacionei uns minutos na altura onde fica a vistoria dos táxis. Ainda bem... nisso vejo um carrinho estacionando mais na frente... não lembro se era um Clio ou um Gol... o que lembro é que desceu um casalzinho. Ela baixinha, com a calça rasgada, cabelo solto meio ondulado e morena... Ele meio grandão, corpulento... assim que desceram, vejo eles atravessarem a cerca do Autódromo pelo buraco. Algo ia rolar. Esperei uns 2 ou 3 minutinhos e me aproximei com o carro, devagar, procurando onde eles estavam. Assim que avistei onde estavam (através do canavial meio seco), estacionei e comecei a olhar. A mina tava ajoelhada chupando a pica do cara. Na posição que eu tava, eles claramente podiam me ver ou ver o carro... bom, pelo menos ele, ela tava ocupada, ajoelhada, mexendo a cabeça pra frente e pra trás, comendo toda a pica do grandão. Sabia que ele me via, mas como não fez nada pra se esconder nem deu nenhum sinal de reprovação, me animei a descer do carro e andar uns metros pra entrar por aquela abertura na cerca. Como desculpa, fingi que tava indo mijar, só por precaução. Eles estavam enfiados no canavial, um pouco longe da entrada mas perto da cerca, então tentei achá-los da minha nova posição. Quando vejo eles, notei que ela já não tava mais chupando a pica dele, mas já tava sendo comida por ele. Não tava de quatro, mas era algo parecido... tava com as pernas esticadas, retas, a bunda empinada, a cabeça quase tocando o chão e as mãos apoiadas na terra. Como o grandão sacudia ela!!! Tava agarrado na cintura dela e metia a pica com força, quase com raiva... ou talvez porque sabia que eu tava olhando. Pra confirmar minha presença, faço um barulhinho e vejo que ele me dá um joinha. Aquela sacudida típica depois de mijar virou uma punheta enquanto ele me chamava pra ver melhor. Enquanto vou me aproximando com a pica na mão; ele continua comendo ela... e ela... continuava de cabeça baixa. Estando a centímetros deles, consigo ver que ela tá meio suja, com roupa velha, e entendi que era uma das tantas viciadas da área que às vezes se prostituem. O cara fala: Por que não chupa um pouco a pica dele? Ela: Foda-se... você me pagou. Eu: Deixa ela... tranquilo... sem problema... Fiquei bem do lado do cara e dali pude ver aquela buceta preta, bem fechadinha, e como a pica sumia na buceta dela, e o que me chamou a atenção foi que tava sem proteção (uma loucura). Ele diz: Quer comer ela um pouco? - Não, valeu, faz ela gozar você... Por um lado, não tinha camisinha, tinha deixado no carro e nem fodendo que eu comeria ela no pelo. E por outro, ela já tinha dito NÃO quando ele pediu pra ela me chupar. Então só fiquei batendo punheta do lado deles. Aí escuto um Rosnado gutural: ele tava gozando, tinha enchido a buceta dela de porra... Pela primeira vez consegui ver o rosto dela, parecia uma menina de tão pequenininha, mas dava pra ver que já era maior de idade. Rapidinho ela se levantou, calça suja, não tinha calcinha,... também não tinha limpado a porra que escorria da buceta dela e já descia pelas coxas internas. Eu não consegui gozar naquele momento, mas não tava nem aí... já teria tempo pra gozar depois... Tentei olhar nos olhos dela, mas ela não levantava a vista... Então só falei "valeu" e dei um tapão naquele cuzinho pequeno que ela tinha enquanto elas se mandavam... Pra ele, levantei o polegar como agradecendo e vi os dois saírem na rua rumo ao carro... Esse tipo de história não acontece só de noite, às vezes rola de dia também. Só precisa ficar bem ligado e ter um pouco de sorte. Se tiver tempo, vou contando mais situações que já vivi... Abraço e espero que tenham curtido.
3 comentários - Viendo como cojen a una indigente