Ao entardecer, decidiram voltar pro hotel pra tomar banho. Juana entra primeiro e começa a se ensaboar no chuveiro. Gritando de lá, ela fala pro Martin que se queimaram muito no sol e que a pele dela tá ardendo toda. Sai enrolada numa toalha e pede pro filho passar o pós-sol. Martin, de pé do lado dela, começa a passar o creme nas costas dela e fala pra ela abaixar a toalha, sabendo que ela não tem nada por baixo. Ela obedece porque tá de costas, mas não percebe que, pelo espelho do banheiro, ele consegue ver os peitos dela perfeitamente. Ela levanta o olhar pro espelho e vê que ele tá olhando pros peitos dela. Ela dá um sorriso cúmplice enquanto os mamilos dela endurecem por causa da excitação e do gel frio que Martin tá passando. Eles trocam olhares com ela de peitos de fora. Martin aproveita e encosta o corpo nela, apoiando. Juana deixa a toalha cair totalmente. Embaixo, ela tá só de calcinha. Martin, de sunga e torso nu, dobra um pouco os joelhos pra encaixar o volume dele no meio da bunda dela. Juana fecha os olhos. Martin segura ela pela cintura e encosta a bunda dela no meio das nádegas. Juana corresponde, rebolando em círculos. Martin começa a beijar o pescoço dela, e Juana se contorce. Martin sobe uma mão, se aproximando de um peito da mãe. Juana segura o pulso dele, parando.
— Não, Martin, não! Isso não!
— Por favor! — Martin implorava.
— Vai tomar banho, por favor.
— Não consigo, olha como eu tô! — Martin aponta pra barraca que fez na sunga.
— Vai pro banheiro!
— Não quero!
— Vai pro banheiro, vai! Descarga logo!
— Não, Juana! Você é minha mulher! — Martin parecia outro.
— Martin, para de encher o saco com isso! — Juana ficou séria. — Se quer gozar, vai pro banheiro e bate uma.
— Por favor! Me ajuda!
— QUÊ?! O que você quer que eu faça?
— Sei lá, deixa eu tocar num peito, e vou pro banheiro... por favor. — Martin implorava.
— Ok. Mas só um. — Juana pensou que era só isso. o melhor jeito de acabar com isso
- Obrigada, mmmm. Martin aproximou a mão da teta da mãe, acariciou e brincou uns segundos com o mamilo duro
- Mmmmm, Juana fechou os olhos
Martin se aproximou pra beijar ela, mas ela segurou ele. Já chega, vai. Tá bom! Ele baixou a cabeça e foi pro banheiro. Fechou a porta e se despiu por completo. Vou tomar banho, gritou de dentro.
- Ensaboa bem! Kkkk, gritava Juana do outro lado da porta do banheiro
- Claro, sim, sim. Tô quase. Martin queria esquentar a mãe também
- Beleza, vai na calma então. Juana estava do outro lado da porta com as tetas de fora e só uma calcinha. Se sentia muito tesuda
- Você não sabe como eu tô dura! Martin provocava forte
- Siiim? Juana enfiou a mão na calcinha
- Você não quer se tocar também? Martin percebeu naquele "sim" que tinha muita excitação na mãe
- Mmmmm, vai, continua! Tá muito dura? Juana já estava entregue, com dois dedos enfiados na buceta...
- Siiim! Suas tetas me deixaram assim! Ahhhh Martin tava quase gozando
- Siim? Você gostou das minhas tetas? Aghhh escapou um suspiro dela. O orgasmo era incontrolável
- Siiim, a cock tá explodindo, adorei passar ela no seu cu... Aghhh
- Aghhh Ahhh Martin eu vou... Juana não queria falar
- Eu também, Juana! Tô gozando! Uh Ahhhhh Martin tava louco
- Agggg sim, sim, goza, meu amor! Eu também, eu tô...
- Vai, goza pra mim, Juana, você gostou de sentir minha cock no seu cu? Gostou que eu brinquei com seu mamilo? Martin gozava sem parar
- Ahhhhh Siiiiiiiiiiii Siiiiiiiiiiii Siiiiiiiiii Juana gozava uma e outra vez. Adorei siiiim, seu pau... Adorei tudo!
- Ahhhh sim, Juana! Valeu, você não sabe como eu precisava disso
- Ahhhhh eu também! Juana se recompondo
- Ahhhhh vou tomar um banho, Martin relaxado e com um sorriso pela conquista abriu o chuveiro
- Sim, vai, toma teu banho e desce pra jantar
- Ok, vou tomar um banho feliz, meu amor!
- Cala a boca, feliz! E para de encher o saco com esse joguinho de marido e mulher
- Não reclama que tu não te saíste tão mal! Martin gritava
Juana começou a se vestir com uma mistura de sensações. O tesão de agora há pouco ia baixando e a culpa aparecia, mas o sorriso se desenhava no rosto dela e ela não conseguia evitar. Tinha cruzado um limite, era verdade. Mas tinha curtido pra caralho. Fazia anos que não gozava daquele jeito. E não sentia culpa, ou pelo menos a excitação que sentiu superava isso. Martin saiu do banho só de cueca. Andava pelo quarto assim, sabendo que provocava a mãe. Juana olhava pra ele enquanto calçava umas sandálias. Martin vestiu uma bermuda e uma camiseta justa. Juana, com um vestido curto sem sutiã, uma tiara, umas sandálias e o celular na mão, estava esplêndida. Martin se afastou um pouco pra olhar pra ela e dizer como ela estava perfeita
- Você tá linda! Tinha um tom de emoção na voz dele
- Obrigada, meu amor! Juana percebeu a emoção na voz do filho e quis beijá-lo, mas se conteve
- Mesmo que você não goste que eu fale…
- Cuidado com o que vai dizer! Juana o alertou
- Você é uma mulher gostosa e tenho orgulho de você ser minha esposa, haha! Abraçou ela enquanto falava
- Haha, Juana aceitou o abraço e deu um selinho rápido na boca do filho
Chegaram na mesa do restaurante e sentaram um de frente pro outro. Pelo jeito que se olhavam, pareciam apaixonados. O garçom percebeu e tratou eles com muita cordialidade, se referindo a eles como "casal". Comeram leve e tomaram umas cervejas. Voltaram andando pro hotel, sempre de mãos dadas ou abraçados. Num momento, sentaram num banco de mãos dadas e Martin ficou tentado a beijá-la. Seguiram caminho até a pousada. Quando chegaram, uma recepcionista linda Perguntou se eles não queriam umas caipirinhas, e eles aceitaram alegremente. Preparou e levou para o sofá confortável da recepção do hotel. Sentaram-se colados, feito um casal.
- É lua de mel? Perguntou a recepcionista num português claro.
- Não, Martin se apressou em responder.
- Estamos casados há um ano, mentiu Juana com um sorriso.
- Como foi o dia de vocês?
- Muito bom, disse Martin.
- Ficamos na praia o dia inteiro! Juana sorria.
- É, vocês estão bem bronzeados, falou a recepcionista.
- Pois é, hoje vai ser difícil dormir, diz Martin enquanto passa a mão na coxa de Juana.
- Vai ser complicado, reconhece Juana.
- Bom, espero que aproveitem a estadia. Dizem que Búzios é a praia do amor.
- Mmmm, obrigada. Juana e Martin se olham e, instintivamente, se beijam na boca. Sem língua, mas longo e cheio de sentimento.
- Até logo, diz a moça, deixando-os sozinhos.
- Até logo, respondem eles, com os olhos brilhando e rindo.
Tomam as duas caipirinhas e sobem pro quarto. Mal chegam, se jogam na cama.
- Não vou conseguir dormir assim, diz Juana.
- O que foi? Pergunta Martin.
- Vamos fazer uma coisa. Deita e apaga a luz.
- Tá, tá. Por quê? Martin pergunta, realmente curioso.
- É que… nada. Apaga a luz e pronto.
- Ok. Martin se deitou só de cueca, por causa do calor e de como estava queimado de sol.
- Até amanhã, Juana foi de short e camiseta, sem sutiã.
- Vamos conversar um pouco… Martin virou de lado, olhando pra mãe.
- Tá bom, Juana virou do mesmo jeito, olhando pra ele.
- Foi um dia bom hoje, né? Martin queria ver como a mãe estava depois de tudo que viveram naquele dia.
- Foi, sim. Foi muito bom.
Estava bem escuro, mas pela janela entrava luz suficiente pra dormir, mas dava pra ver clarinho cada detalhe dos corpos dos dois. Juana tava muito incomodada com a roupa roçando no corpo dela e não aguentava mais.
— Martin, não vou conseguir dormir assim. Vou tirar o short.
— Sim, claro. Sem problema. Martin não entendia pra que essa explicação.
— Mesmo sendo meu marido, tô avisando por via das dúvidas, haha. Juana já tava curtindo esse jogo.
— Depois de tudo que te vi hoje, não tem problema nenhum você ficar de calcinha do meu lado de noite.
— É que a roupa me incomoda a ponto de não aguentar, Juana explicou.
— Nenhum marido reclamaria da esposa dormir assim, Martin aproveitou o elogio pra acariciar a coxa dela.
— Calma, meu amor, com essas mãos… Juana sentia arrepios na pele. Puxou pra baixo e tirou o shortinho.
— Muito bem! Por mim, pode tirar a camiseta também, sem problema. O de Martin parecia mais um pedido do que uma sugestão.
— Haha, você só quer ver meus peitos de novo, né? Assume. Juana tava brincando com fogo e sabia disso.
— Não vou negar. Mas também não vai me negar que você tá afim, né? Martin foi fundo de novo.
— Verdade, tô sim. Juana sentou na cama e tirou a camiseta.
— Valeu. Martin deixou escapar isso.
— Faço porque me incomoda, não fica animado! Juana ria, se divertindo. Deitou de costas pro filho pra não ficar com os peitos expostos pra ele.
— Não precisa virar, Martin queria ver ela.
— SIM, precisa sim. Não quero que você fique excitado de novo.
— Se é por isso, já era. Já tô excitado. Pode virar tranquila.
— Olha aqui, Martin! Juana virou séria.
— É que não consigo me segurar!
— Você não pode ficar assim! De novo! Que juventude, pelo amor de Deus!!!
— Fica assim, deixa eu te olhar. Martin implorava. Mesmo na penumbra, dava pra ver clarinho. as tetas e os mamilos da mãe dele
- Tá bom, mas não fica me olhando muito, hein. Juana tava excitada e adorava se exibir pro filho
- É que não consigo parar de te olhar, Juana. Você é uma mulher sensacional. Nessas férias você tá melhor do que nunca, essas tetas…
- Obrigada, Martín, gosto do que você diz. Juana tava visivelmente excitada
- É o que eu sinto. Martín levou a mão e enfiou dentro da cueca
- Cuidado, Martín! Não é certo você fazer isso. Você é meu filho… Juana não queria, nem podia ficar brava com ele
- Deixa, Juana, por favor. Martín insistia em chamá-la pelo nome e já tava se masturbando
- Nãão, Martín, não faz isso… Juana fechava os olhos e olhava pro volume de Martín
- Vai, deixa. Você também se toca. Martín sussurrava e se aproximava do rosto da mãe
- Não, isso não… você, se quiser, pode. Juana tentava negar o desejo
- Vai, se toca, por favor. Olha como eu tô… Diz Martín tirando o pau pra fora e continuando a punheta
- Mmmmm. Juana abaixa o olhar e vê o pau do filho a centímetros
- Vai, não se segura. Martín ordena
- Mmmmm, Juana abaixa a mão e enfia dentro da calcinha dela, a buceta dela é um lago
- Siim, vai, vamos bater uma juntos! Martín falava e Juana parecia subir pra um nível maior de excitação
- Mmmmm isso não… Juana roçou o clitóris e tremeu
- Sei que você gosta, se solta.
- Siim, tô muito tarada
- Amo suas tetas, Juana. Martín tentava levar a mãe ainda mais ao limite
- É? Juana acariciou uma teta olhando pro filho na cara
- Ahhhhh que gostosa você é! Gosta do meu pau?
- Ahhh sim, gosto, vou… oh oh
- Eu também vou gozar! Martín deu duas sacudidas e começaram a sair jatos de porra, um acertando o próprio peito e outro na teta da mãe mãe
- Agggghhhhh Agggghhhhh, tô gozando oghh ohhh ohh
- Mmmm que gostosa que você é! Martín acariciou uma gota do próprio sêmen e levou ao mamilo da mãe, levando-a a um clímax total
- Ahhhhg não faz isso nãooooo aghhhhh filho pelo amor de Deus!!! nãoooo, Juana se contorcia
- Aghhh não desce. É inacreditável como você me excita
- Siiii siii aiiii meu Deus o que a gente fez!
- Eu gosto muito de você, Juana! Você me enlouquece
- Eu é que tô ficando louca! Juana se recompondo devagar
- Vou no banheiro pegar papel, Martín saiu disparado pro banheiro
Aos poucos foram voltando à realidade do quarto e se deitar pra dormir. Martín se limpou no banheiro e Juana, se cobrindo com uma toalha, entrou pra fazer o mesmo. Voltou pra cama e, sem dizer palavra, deitou de costas pro filho.
- Não fala nada, Juana foi seca
- Tá bom, Martín concordou
- Até amanhã
- Até amanhã
Os dois tiveram dificuldade pra pegar no sono, mas apesar das culpas — mais do lado de Juana do que de Martín — dormiram sorrindo
(Continua…)
Se gostaram, podem me escrever emreybaco2005@hotmail.comO Telegram @reybaco2005
— Não, Martin, não! Isso não!
— Por favor! — Martin implorava.
— Vai tomar banho, por favor.
— Não consigo, olha como eu tô! — Martin aponta pra barraca que fez na sunga.
— Vai pro banheiro!
— Não quero!
— Vai pro banheiro, vai! Descarga logo!
— Não, Juana! Você é minha mulher! — Martin parecia outro.
— Martin, para de encher o saco com isso! — Juana ficou séria. — Se quer gozar, vai pro banheiro e bate uma.
— Por favor! Me ajuda!
— QUÊ?! O que você quer que eu faça?
— Sei lá, deixa eu tocar num peito, e vou pro banheiro... por favor. — Martin implorava.
— Ok. Mas só um. — Juana pensou que era só isso. o melhor jeito de acabar com isso
- Obrigada, mmmm. Martin aproximou a mão da teta da mãe, acariciou e brincou uns segundos com o mamilo duro
- Mmmmm, Juana fechou os olhos
Martin se aproximou pra beijar ela, mas ela segurou ele. Já chega, vai. Tá bom! Ele baixou a cabeça e foi pro banheiro. Fechou a porta e se despiu por completo. Vou tomar banho, gritou de dentro.
- Ensaboa bem! Kkkk, gritava Juana do outro lado da porta do banheiro
- Claro, sim, sim. Tô quase. Martin queria esquentar a mãe também
- Beleza, vai na calma então. Juana estava do outro lado da porta com as tetas de fora e só uma calcinha. Se sentia muito tesuda
- Você não sabe como eu tô dura! Martin provocava forte
- Siiim? Juana enfiou a mão na calcinha
- Você não quer se tocar também? Martin percebeu naquele "sim" que tinha muita excitação na mãe
- Mmmmm, vai, continua! Tá muito dura? Juana já estava entregue, com dois dedos enfiados na buceta...
- Siiim! Suas tetas me deixaram assim! Ahhhh Martin tava quase gozando
- Siim? Você gostou das minhas tetas? Aghhh escapou um suspiro dela. O orgasmo era incontrolável
- Siiim, a cock tá explodindo, adorei passar ela no seu cu... Aghhh
- Aghhh Ahhh Martin eu vou... Juana não queria falar
- Eu também, Juana! Tô gozando! Uh Ahhhhh Martin tava louco
- Agggg sim, sim, goza, meu amor! Eu também, eu tô...
- Vai, goza pra mim, Juana, você gostou de sentir minha cock no seu cu? Gostou que eu brinquei com seu mamilo? Martin gozava sem parar
- Ahhhhh Siiiiiiiiiiii Siiiiiiiiiiii Siiiiiiiiii Juana gozava uma e outra vez. Adorei siiiim, seu pau... Adorei tudo!
- Ahhhh sim, Juana! Valeu, você não sabe como eu precisava disso
- Ahhhhh eu também! Juana se recompondo
- Ahhhhh vou tomar um banho, Martin relaxado e com um sorriso pela conquista abriu o chuveiro
- Sim, vai, toma teu banho e desce pra jantar
- Ok, vou tomar um banho feliz, meu amor!
- Cala a boca, feliz! E para de encher o saco com esse joguinho de marido e mulher
- Não reclama que tu não te saíste tão mal! Martin gritava
Juana começou a se vestir com uma mistura de sensações. O tesão de agora há pouco ia baixando e a culpa aparecia, mas o sorriso se desenhava no rosto dela e ela não conseguia evitar. Tinha cruzado um limite, era verdade. Mas tinha curtido pra caralho. Fazia anos que não gozava daquele jeito. E não sentia culpa, ou pelo menos a excitação que sentiu superava isso. Martin saiu do banho só de cueca. Andava pelo quarto assim, sabendo que provocava a mãe. Juana olhava pra ele enquanto calçava umas sandálias. Martin vestiu uma bermuda e uma camiseta justa. Juana, com um vestido curto sem sutiã, uma tiara, umas sandálias e o celular na mão, estava esplêndida. Martin se afastou um pouco pra olhar pra ela e dizer como ela estava perfeita
- Você tá linda! Tinha um tom de emoção na voz dele
- Obrigada, meu amor! Juana percebeu a emoção na voz do filho e quis beijá-lo, mas se conteve
- Mesmo que você não goste que eu fale…
- Cuidado com o que vai dizer! Juana o alertou
- Você é uma mulher gostosa e tenho orgulho de você ser minha esposa, haha! Abraçou ela enquanto falava
- Haha, Juana aceitou o abraço e deu um selinho rápido na boca do filho
Chegaram na mesa do restaurante e sentaram um de frente pro outro. Pelo jeito que se olhavam, pareciam apaixonados. O garçom percebeu e tratou eles com muita cordialidade, se referindo a eles como "casal". Comeram leve e tomaram umas cervejas. Voltaram andando pro hotel, sempre de mãos dadas ou abraçados. Num momento, sentaram num banco de mãos dadas e Martin ficou tentado a beijá-la. Seguiram caminho até a pousada. Quando chegaram, uma recepcionista linda Perguntou se eles não queriam umas caipirinhas, e eles aceitaram alegremente. Preparou e levou para o sofá confortável da recepção do hotel. Sentaram-se colados, feito um casal.
- É lua de mel? Perguntou a recepcionista num português claro.
- Não, Martin se apressou em responder.
- Estamos casados há um ano, mentiu Juana com um sorriso.
- Como foi o dia de vocês?
- Muito bom, disse Martin.
- Ficamos na praia o dia inteiro! Juana sorria.
- É, vocês estão bem bronzeados, falou a recepcionista.
- Pois é, hoje vai ser difícil dormir, diz Martin enquanto passa a mão na coxa de Juana.
- Vai ser complicado, reconhece Juana.
- Bom, espero que aproveitem a estadia. Dizem que Búzios é a praia do amor.
- Mmmm, obrigada. Juana e Martin se olham e, instintivamente, se beijam na boca. Sem língua, mas longo e cheio de sentimento.
- Até logo, diz a moça, deixando-os sozinhos.
- Até logo, respondem eles, com os olhos brilhando e rindo.
Tomam as duas caipirinhas e sobem pro quarto. Mal chegam, se jogam na cama.
- Não vou conseguir dormir assim, diz Juana.
- O que foi? Pergunta Martin.
- Vamos fazer uma coisa. Deita e apaga a luz.
- Tá, tá. Por quê? Martin pergunta, realmente curioso.
- É que… nada. Apaga a luz e pronto.
- Ok. Martin se deitou só de cueca, por causa do calor e de como estava queimado de sol.
- Até amanhã, Juana foi de short e camiseta, sem sutiã.
- Vamos conversar um pouco… Martin virou de lado, olhando pra mãe.
- Tá bom, Juana virou do mesmo jeito, olhando pra ele.
- Foi um dia bom hoje, né? Martin queria ver como a mãe estava depois de tudo que viveram naquele dia.
- Foi, sim. Foi muito bom.
Estava bem escuro, mas pela janela entrava luz suficiente pra dormir, mas dava pra ver clarinho cada detalhe dos corpos dos dois. Juana tava muito incomodada com a roupa roçando no corpo dela e não aguentava mais.
— Martin, não vou conseguir dormir assim. Vou tirar o short.
— Sim, claro. Sem problema. Martin não entendia pra que essa explicação.
— Mesmo sendo meu marido, tô avisando por via das dúvidas, haha. Juana já tava curtindo esse jogo.
— Depois de tudo que te vi hoje, não tem problema nenhum você ficar de calcinha do meu lado de noite.
— É que a roupa me incomoda a ponto de não aguentar, Juana explicou.
— Nenhum marido reclamaria da esposa dormir assim, Martin aproveitou o elogio pra acariciar a coxa dela.
— Calma, meu amor, com essas mãos… Juana sentia arrepios na pele. Puxou pra baixo e tirou o shortinho.
— Muito bem! Por mim, pode tirar a camiseta também, sem problema. O de Martin parecia mais um pedido do que uma sugestão.
— Haha, você só quer ver meus peitos de novo, né? Assume. Juana tava brincando com fogo e sabia disso.
— Não vou negar. Mas também não vai me negar que você tá afim, né? Martin foi fundo de novo.
— Verdade, tô sim. Juana sentou na cama e tirou a camiseta.
— Valeu. Martin deixou escapar isso.
— Faço porque me incomoda, não fica animado! Juana ria, se divertindo. Deitou de costas pro filho pra não ficar com os peitos expostos pra ele.
— Não precisa virar, Martin queria ver ela.
— SIM, precisa sim. Não quero que você fique excitado de novo.
— Se é por isso, já era. Já tô excitado. Pode virar tranquila.
— Olha aqui, Martin! Juana virou séria.
— É que não consigo me segurar!
— Você não pode ficar assim! De novo! Que juventude, pelo amor de Deus!!!
— Fica assim, deixa eu te olhar. Martin implorava. Mesmo na penumbra, dava pra ver clarinho. as tetas e os mamilos da mãe dele
- Tá bom, mas não fica me olhando muito, hein. Juana tava excitada e adorava se exibir pro filho
- É que não consigo parar de te olhar, Juana. Você é uma mulher sensacional. Nessas férias você tá melhor do que nunca, essas tetas…
- Obrigada, Martín, gosto do que você diz. Juana tava visivelmente excitada
- É o que eu sinto. Martín levou a mão e enfiou dentro da cueca
- Cuidado, Martín! Não é certo você fazer isso. Você é meu filho… Juana não queria, nem podia ficar brava com ele
- Deixa, Juana, por favor. Martín insistia em chamá-la pelo nome e já tava se masturbando
- Nãão, Martín, não faz isso… Juana fechava os olhos e olhava pro volume de Martín
- Vai, deixa. Você também se toca. Martín sussurrava e se aproximava do rosto da mãe
- Não, isso não… você, se quiser, pode. Juana tentava negar o desejo
- Vai, se toca, por favor. Olha como eu tô… Diz Martín tirando o pau pra fora e continuando a punheta
- Mmmmm. Juana abaixa o olhar e vê o pau do filho a centímetros
- Vai, não se segura. Martín ordena
- Mmmmm, Juana abaixa a mão e enfia dentro da calcinha dela, a buceta dela é um lago
- Siim, vai, vamos bater uma juntos! Martín falava e Juana parecia subir pra um nível maior de excitação
- Mmmmm isso não… Juana roçou o clitóris e tremeu
- Sei que você gosta, se solta.
- Siim, tô muito tarada
- Amo suas tetas, Juana. Martín tentava levar a mãe ainda mais ao limite
- É? Juana acariciou uma teta olhando pro filho na cara
- Ahhhhh que gostosa você é! Gosta do meu pau?
- Ahhh sim, gosto, vou… oh oh
- Eu também vou gozar! Martín deu duas sacudidas e começaram a sair jatos de porra, um acertando o próprio peito e outro na teta da mãe mãe
- Agggghhhhh Agggghhhhh, tô gozando oghh ohhh ohh
- Mmmm que gostosa que você é! Martín acariciou uma gota do próprio sêmen e levou ao mamilo da mãe, levando-a a um clímax total
- Ahhhhg não faz isso nãooooo aghhhhh filho pelo amor de Deus!!! nãoooo, Juana se contorcia
- Aghhh não desce. É inacreditável como você me excita
- Siiii siii aiiii meu Deus o que a gente fez!
- Eu gosto muito de você, Juana! Você me enlouquece
- Eu é que tô ficando louca! Juana se recompondo devagar
- Vou no banheiro pegar papel, Martín saiu disparado pro banheiro
Aos poucos foram voltando à realidade do quarto e se deitar pra dormir. Martín se limpou no banheiro e Juana, se cobrindo com uma toalha, entrou pra fazer o mesmo. Voltou pra cama e, sem dizer palavra, deitou de costas pro filho.
- Não fala nada, Juana foi seca
- Tá bom, Martín concordou
- Até amanhã
- Até amanhã
Os dois tiveram dificuldade pra pegar no sono, mas apesar das culpas — mais do lado de Juana do que de Martín — dormiram sorrindo
(Continua…)
Se gostaram, podem me escrever emreybaco2005@hotmail.comO Telegram @reybaco2005
13 comentários - Mãe e filho (7) Incesto
Te mando un abrazo
De a poco me parece que se le va a dar, no?
Gracias por comentar
Te mando un abrazo, Djudjdjw
Abrazoooo