Como começar essa história? É simples: várias pessoas me escreveram pedindo pra contar o relato dos encontros com ela, minha nova obsessão. Vamos chamar ela de Monik pra proteger a identidade dela, já que ela deixou bem claro que não posso contar pra ninguém que somos "parceiros de foda" e que, pela segurança dela e minha — segundo ela, principalmente o silêncio é essencial.
Quem sou eu? Tenho 30 anos, 1,80m de altura, e meu trabalho me obriga a me manter sempre em forma. Viajo muito e acompanho um membro do governo como assistente. Sou moreno, pele clara, e tenho uma rola normal de 20 cm. Sou hétero, até onde sei.
Monik, por outro lado, é uma transexual de 20 anos, de origem brasileira. Ela não tem mais que 1,70m, é pequena e delicada. As curvas dela são suaves, e ela é mais viciada em games do que eu.é uma foto de referência pra vocês terem uma ideia do porquê eu achava que era mulher.
Ela passa o tempo todo no apê dela jogando uns jogos tipo Fortnite e essas paradas. Ela é namorada de um venezuelão de cara fechada que vive armado e trampa no petróleo e em uns esquemas sujos.
Eu e ela nos conhecemos numa reunião em Vaca Muerta, num trampo de três dias. Juro pela minha mãe que achei que era mulher. Só parecia um pouco masculina, mas não é uma mulher com pinto (um bem pequenininho e quase inútil).Não tem muito peito, dá pra ver a cirurgia, mas a bucetinha dela é bem pequenininha.
Durante esses dias de trabalho, eu não podia dar bola pra mais nada além do cara que eu tava acompanhando, mas ela me varou com raio-x de cima a baixo. Num momento de passagem, ela para atrás de mim e diz que "tasty perfume", quando me viro e vejo aquela mina que pra mim tinha uns 18 anos, linda demais, nunca imaginaria o que ia rolar.
Bateu um papo rapidinho e a gente se deu bem na hora, ela me passou o integram e foi embora. Fui dar uma olhada e descobri que era mina do mafioso venezuelano e que não podia dar mole. Durante esses dias, só olhava ela de vez em quando, no último dia que foi a festa, porque ela só ficou um tempinho no começo e no fim das jornadas de trampo.
Já tava vendo ela de longe no jantar, uma gostosa com aquele vestido prateado bem decotado e os saltos altos que deixavam a perna dela uma maravilha. Tava ainda mais realçada por aquela gata.
Ela tava tomando gin e eu vinho, de longe a gente se olhava, mas o vinho me venceu e fui mijar.
Mando mensagem pra minha mina que tava na correria e que amanhã ia pra Buenos Aires. Liguei pra ela de lá e falei com meu filho, coisas de casal. Tô certo que minha mina tá comendo o mongolão da academia, senão por que ela vai todo dia?
Enquanto mijava, pensava em como chegar nela sem morrer ou perder o trampo na tentativa.
Num momento que saio do banheiro, vejo ela se aproximar com um olhar de "vou te comer todinho", o complexo é enorme e os banheiros são fora do salão por uns corredores, então a gente tava sozinho, tirando umas câmeras de segurança.
Ela chega perto e pede fogo, eu não fumo, mas sempre tenho isqueiro (garante o esquema), a gente se encosta debaixo da câmera e eu aproximo o isqueiro aceso, e ela agarra minha piroca por cima da calça e aperta forte.
— Que pedaço gostoso você tem, flaco, sabia, adoro.
Quando tento me aproximar, ela aperta mais, então eu recuo, e quando senti a dor no pescoço, falei:
— Cuidado, nena, que pode quebrar e aí não vai poder chupar.
Três coisas se destacaram nesse momento: 1 ela era agressiva e direta. 2 não ligava. que um cara seja agressivo com ela dá mais tesão nela. 3 eu queria comer ela e ela queria me comer também.
Entramos no banheiro e ela me sentou no vaso de deficientes, abaixou minha braguilha e me chupou como se fosse a última rola da vida dela, babou tudo e fazia movimentos de tirar rolha na cabeça da minha pica. Só chupava e batia uma com a mão.
Eu agarrei ela pelo cabelo e ela olhou nos meus olhos.
.– não me bagunça o cabelo que tenho que voltar logo.
Então peguei ela pela nuca e forcei ela a engolir a pica toda. Ela feliz, do jeito que eu tratava ela.outra foto emprestada, não consigo postar nada dela, nem falar com outros sobre ela
Nisso a porta se abre e entra uma pessoa assobiando... a gente congela, e ela para ouvindo enquanto levanta o vestido prateado até quase a cintura, monta em mim e enfia a rola até o fundo de uma só vez pelo cu. Foi uma das melhores transas anais que já tive na vida. A sensação foi tão forte, tão inesperada e tão gostosa que depois de várias sentadas ela começou a suspirar forte e a me beijar com vontade enquanto continuava montando, até que ela gozou muito forte e deu pra sentir porque o cu dela apertou tanto minha pica que achei que ia sufocar, então eu também gozei.
Ela pegou papel e ao sair colocou como tampão enquanto eu me levantava e ela usava o banheiro.
Até aquele momento eu ainda achava que ela era mulher, mas quando vi como ela se limpava, vi o volume na calcinha fio dental... ela tinha pinto, um pequeno, mas tinha.
Ela me olha e diz:
— Não percebeu quando montei em você que sou transexual?
Eu:
— Não, nada. Achei que você era meio sapatão, mas não sabia de nada.
Ela:
— Te incomoda? Ou algo assim, olha, pra mim não tem problema, foi uma delícia a transa.
Olhei pra cima, respirei e falei:
— Não, verdade que não, você tem um cu de cinema e quero entrar de novo.
Ela:
— Agora não, já fui demais e mais cedo ou mais tarde minha parceira vai voltar. Te chamo no Instagram. Me deu um beijão de língua gostoso e foi feliz pro salão depois de conferir maquiagem e vestido.
O que dizer? Fiquei doido com essa mina. Ela é puta demais, só quer gozar e chupar pica.
Esse foi o começo da nossa história que ainda continua a todo vapor.
A gente se vê na casa dela ou num hotel quando o "marido" sai. Eu tô num relacionamento há anos e não quero confusão, ela não quer namorado, quer transar, então é assim que a gente se entende.
Temos várias aventuras juntos por aí, se der conto alguma outra... enquanto ela não ficar brava.
Todas as fotos são referência de como ela é pra vocês terem uma ideia. Obrigado aos usuários que postaram.
Quem sou eu? Tenho 30 anos, 1,80m de altura, e meu trabalho me obriga a me manter sempre em forma. Viajo muito e acompanho um membro do governo como assistente. Sou moreno, pele clara, e tenho uma rola normal de 20 cm. Sou hétero, até onde sei.
Monik, por outro lado, é uma transexual de 20 anos, de origem brasileira. Ela não tem mais que 1,70m, é pequena e delicada. As curvas dela são suaves, e ela é mais viciada em games do que eu.é uma foto de referência pra vocês terem uma ideia do porquê eu achava que era mulher.
Ela passa o tempo todo no apê dela jogando uns jogos tipo Fortnite e essas paradas. Ela é namorada de um venezuelão de cara fechada que vive armado e trampa no petróleo e em uns esquemas sujos. Eu e ela nos conhecemos numa reunião em Vaca Muerta, num trampo de três dias. Juro pela minha mãe que achei que era mulher. Só parecia um pouco masculina, mas não é uma mulher com pinto (um bem pequenininho e quase inútil).Não tem muito peito, dá pra ver a cirurgia, mas a bucetinha dela é bem pequenininha.
Durante esses dias de trabalho, eu não podia dar bola pra mais nada além do cara que eu tava acompanhando, mas ela me varou com raio-x de cima a baixo. Num momento de passagem, ela para atrás de mim e diz que "tasty perfume", quando me viro e vejo aquela mina que pra mim tinha uns 18 anos, linda demais, nunca imaginaria o que ia rolar. Bateu um papo rapidinho e a gente se deu bem na hora, ela me passou o integram e foi embora. Fui dar uma olhada e descobri que era mina do mafioso venezuelano e que não podia dar mole. Durante esses dias, só olhava ela de vez em quando, no último dia que foi a festa, porque ela só ficou um tempinho no começo e no fim das jornadas de trampo.
Já tava vendo ela de longe no jantar, uma gostosa com aquele vestido prateado bem decotado e os saltos altos que deixavam a perna dela uma maravilha. Tava ainda mais realçada por aquela gata.
Ela tava tomando gin e eu vinho, de longe a gente se olhava, mas o vinho me venceu e fui mijar.
Mando mensagem pra minha mina que tava na correria e que amanhã ia pra Buenos Aires. Liguei pra ela de lá e falei com meu filho, coisas de casal. Tô certo que minha mina tá comendo o mongolão da academia, senão por que ela vai todo dia?
Enquanto mijava, pensava em como chegar nela sem morrer ou perder o trampo na tentativa.
Num momento que saio do banheiro, vejo ela se aproximar com um olhar de "vou te comer todinho", o complexo é enorme e os banheiros são fora do salão por uns corredores, então a gente tava sozinho, tirando umas câmeras de segurança.
Ela chega perto e pede fogo, eu não fumo, mas sempre tenho isqueiro (garante o esquema), a gente se encosta debaixo da câmera e eu aproximo o isqueiro aceso, e ela agarra minha piroca por cima da calça e aperta forte.
— Que pedaço gostoso você tem, flaco, sabia, adoro.
Quando tento me aproximar, ela aperta mais, então eu recuo, e quando senti a dor no pescoço, falei:
— Cuidado, nena, que pode quebrar e aí não vai poder chupar.
Três coisas se destacaram nesse momento: 1 ela era agressiva e direta. 2 não ligava. que um cara seja agressivo com ela dá mais tesão nela. 3 eu queria comer ela e ela queria me comer também.
Entramos no banheiro e ela me sentou no vaso de deficientes, abaixou minha braguilha e me chupou como se fosse a última rola da vida dela, babou tudo e fazia movimentos de tirar rolha na cabeça da minha pica. Só chupava e batia uma com a mão.
Eu agarrei ela pelo cabelo e ela olhou nos meus olhos.
.– não me bagunça o cabelo que tenho que voltar logo.
Então peguei ela pela nuca e forcei ela a engolir a pica toda. Ela feliz, do jeito que eu tratava ela.outra foto emprestada, não consigo postar nada dela, nem falar com outros sobre ela
Nisso a porta se abre e entra uma pessoa assobiando... a gente congela, e ela para ouvindo enquanto levanta o vestido prateado até quase a cintura, monta em mim e enfia a rola até o fundo de uma só vez pelo cu. Foi uma das melhores transas anais que já tive na vida. A sensação foi tão forte, tão inesperada e tão gostosa que depois de várias sentadas ela começou a suspirar forte e a me beijar com vontade enquanto continuava montando, até que ela gozou muito forte e deu pra sentir porque o cu dela apertou tanto minha pica que achei que ia sufocar, então eu também gozei.Ela pegou papel e ao sair colocou como tampão enquanto eu me levantava e ela usava o banheiro.
Até aquele momento eu ainda achava que ela era mulher, mas quando vi como ela se limpava, vi o volume na calcinha fio dental... ela tinha pinto, um pequeno, mas tinha.
Ela me olha e diz:
— Não percebeu quando montei em você que sou transexual?
Eu:
— Não, nada. Achei que você era meio sapatão, mas não sabia de nada.
Ela:
— Te incomoda? Ou algo assim, olha, pra mim não tem problema, foi uma delícia a transa.
Olhei pra cima, respirei e falei:
— Não, verdade que não, você tem um cu de cinema e quero entrar de novo.
Ela:
— Agora não, já fui demais e mais cedo ou mais tarde minha parceira vai voltar. Te chamo no Instagram. Me deu um beijão de língua gostoso e foi feliz pro salão depois de conferir maquiagem e vestido.
O que dizer? Fiquei doido com essa mina. Ela é puta demais, só quer gozar e chupar pica.
Esse foi o começo da nossa história que ainda continua a todo vapor.
A gente se vê na casa dela ou num hotel quando o "marido" sai. Eu tô num relacionamento há anos e não quero confusão, ela não quer namorado, quer transar, então é assim que a gente se entende.
Temos várias aventuras juntos por aí, se der conto alguma outra... enquanto ela não ficar brava.
Todas as fotos são referência de como ela é pra vocês terem uma ideia. Obrigado aos usuários que postaram.
3 comentários - mi primer vez con una trans nunca me imagine algo así.