Me chamo Alison e moro no México, acabei de fazer 18 anos, sou loirinha, meio baixinha, tenho 1,51, magrinha, tenho uns peitinhos, embora não seja meu forte, o que chama atenção é minha bunda. Eu tinha uma prima que me acompanhava muito pra fazer exercício e, graças a isso, formei umas pernas e um rabo bem desejável, e sendo baixinha, era algo que muitos queriam. Tava no ensino médio, tinha amigas e amigos que já trabalhavam, eu tinha minha mãe que sempre me apoiava, mas tinha coisas que às vezes ela não podia me dar. Precisava de um celular e muita roupa, não era algo essencial, mas eu precisava pra me destacar entre as amizades. Um dia, conversando com minha melhor amiga, toquei no assunto de que precisava de dinheiro. Falamos sobre alguns trabalhos e ela até me recomendou vários, mas eu dizia que não queria trabalhar. No fim, brincando, ela falou que o que eu precisava era de um Sugar. Nós duas rimos, mas meu cérebro ficou alerta e acendeu uma luz. Naquele dia, comecei a pensar nesse assunto e achei que devia ter algum jeito. Passaram-se dias e eu fuçava fóruns na internet sobre relatos de garotas que tinham Sugar. Muitos diziam que eles já eram velhos, mas sempre falavam que conseguiam pagar as coisas delas com o que eles davam. Numa dessas, pesquisando mais a fundo, decidi criar um perfil num site pornô pra tentar a sorte. Coloquei meu nome, dados e uma foto minha onde meus lábios estavam visíveis e meus peitinhos pequenos apareciam em primeiro plano também. Era uma foto fofa, imaginei que atrairia alguns. Subi uma segunda foto, que era da minha bunda, com certeza essa foto devia fisgar mais de um. Coloquei minha descrição especificando que eu procurava um Sugar, e no fim botei minha localização, assim o site me vincularia com outros da minha área. Depois de criar meu perfil, deixei ele de lado por um bom tempo e foquei na minha vida diária, até que uns seis dias depois entrei de novo e já tinha um monte de solicitações, likes e vários comentários, mas o que mais tinha eram mensagens no privado. Aceitei vários com as fotos de Os caras que eu mais curtia e respondia nas minhas mensagens, até que um homem me escreveu dizendo que estava interessado, chamado Francisco. "Olá, senhorita, tudo bem? Me chamo Francisco e tenho 57 anos, moro bem perto da sua localização e vejo que você procura um Sugar Daddy. Admito que seu corpo me atrai muito. Eu procuro uma garota que esteja disponível pra mim e, em troca, você vai ganhar presentes e bons pagamentos em dinheiro. Tudo sério, discreto e seguro. Se você também estiver interessada no que estou dizendo, me responda. Podemos chegar a um acordo. Só preciso avisar... que sou meio exigente com meus desejos e minhas fantasias. E com exigente, quero dizer que pense bem se está segura nisso. Dito isso, espero que a gente converse logo. Bom dia." Tudo muito educado, e isso foi algo que chamou minha atenção. E sobre a mensagem, o que mais me chamou a atenção foi que ele pagava bem. Entrei no perfil dele e dizia que morava a uma hora da minha casa. Vejo a foto de perfil e vejo um senhor já de idade, um pouco moreno, cabelo curto, meio gordinho mas nada demais. Não era bonito, mas também não era horrível, um senhor comum e normal. Pensei muito nele e na oferta dele por uns dias. Até pensava bem nas coisas e muitas vezes desistia. Até que teve momentos no meu dia a dia em que eu realmente precisava de um celular e mais coisas. Já desesperada, abri o site pornô e respondi: "Olá, prazer, sou Alison. Procuro um Sugar Daddy porque preciso de algumas coisas que não posso pagar, em troca de realizar fantasias. Podemos chegar a um acordo e começar logo. Tô precisando de uns pagamentos já." Tava ansiosa pela resposta dele, e naquele mesmo dia, já tarde da noite, ele me respondeu: "Que bom, eu posso te pagar em certos dias, desde que a gente combine. Se tiver urgência, podemos nos ver no sábado e passar um dia juntos. Se ambos gostarmos, te pago um adiantamento no mesmo dia. O que acha?" Faltavam dois dias pro sábado, e eu aceitei. Tava nervosa, mas realmente precisava de um celular novo. Queria que os dias passassem logo. Rápido, lava minhas melhores roupas e prepara tudo pra esse dia. Um dia antes a gente combinou e trocamos nossos números, ela disse que passaria me pegar num carro a umas quadras da minha casa às 5 da tarde. No sábado, tomei banho, raspei minhas pernas e, lógico, também raspei minha buceta, me arrumei com uma camisetinha branca que me valorizava muito, uma calça jeans azul claro que realçava bem minha bunda e uns tênis brancos. Tava muito nervosa, mas pensar que ia ganhar dinheiro naquele mesmo dia me acalmava um pouco. Já eram 5 da tarde quando ela mandou mensagem dizendo que tava a 10 minutos de chegar no lugar combinado. Peguei minha mochila com meu casaco e outras coisinhas, falei pra minha mãe que ia sair com uma amiga, andei umas quadras e meu coração batia cada vez mais forte conforme me aproximava do local. Cheguei e ela mandou mensagem que vinha num Aveo branco. Vi o carro e meu coração tava explodindo. Sem alternativa, atravessei a rua e pela janela falei "Oi". Ela mandou eu entrar e lá dentro nos apresentamos.
— "Oi, prazer."
— "Prazer, Alison, né?"
— "Sim, sou eu... então?"
— "Olha, a gente pode ir pra um hotel bem bonito aqui perto e conversar sobre isso, que acha?"
— "Sim, sim, claro, vamos."
Ela levou o carro pra um hotel que ficava a cinco minutos dali. Ela tava de calça social e uma camisa cinza por dentro da calça, bem formal pra ocasião. Fez comentários se eu não queria comer alguma coisa ou algo assim, e eu disse que não tava com fome, talvez por causa do nervosismo. Chegamos no hotel, que por fora a gente pensaria que é meio chamativo, mas era bonito. Ela entrou pelo estacionamento e pediu o quarto, e pelo jeito que pediu, imaginei que vinha muito nesse tipo de lugar. Estacionou o carro e eu fui com ela pro quarto. Lugar muito bonito. Entrando, à esquerda ficava o banheiro, meio grande, e na sequência a cama e uma mesinha, uma janela enorme que dava pra rua e uma televisão. O quarto todo tinha uma cor rosada muito bonita. Chegamos, deixei minha... Mochila na mesinha e me sento na cadeira que tinha ali. Ele chegou e sentou direto na cama, e comentou:
— "Vamos lá, agora que estamos tranquilos, me conta por que você busca o que busca, por favor."
Eu ouvi e contei o motivo de tudo.
— "Hmm, então... tenho 18 anos e ainda não achei um trabalho que seja pra mim ou que eu goste, mas por isso não tenho de onde tirar dinheiro, e através disso eu poderia ter uma grana extra."
— "Tá... você é virgem?"
— "Não, perdi há alguns anos."
Ele falava de um jeito bem direto e intimidador, sempre me olhando nos olhos, o que me deixava nervosa, mas a maneira como ele dizia as coisas acalmava muito.
— "Você faz isso por necessidade ou também por tesão?"
— "Bom, eu tenho muita curiosidade sobre sexo e tal, mas tenho medo de fazer com alguém desconhecido, não é fácil pra mim. Mas se isso der certo, topo as paradas."
— "Hmm, muito bem... quanto você quer ganhar com isso?"
— "Bom, tô precisando de um celular, seria a primeira coisa. O que você for me dando, eu vou juntando pra isso."
— "Hmm, que celular você quer?"
Falei o modelo do telefone, que custa uns quatorze mil pesos, e ele disse o seguinte:
— "Hmm, tá... olha, vamos fazer algo aqui hoje. Vou tentar de tudo pra que esse encontro seja do seu agrado, mas aqui quem devia gostar disso sou eu, porque sou eu quem paga. Quero ver seu corpo e como você é no sexo. Quero que você fique aberta pra mim, não quero que se sinta obrigada ou algo assim, porque não quero isso, ok? Se essa noite for do meu agrado, te dou metade do valor desse celular hoje mesmo, ok?"
Meus olhos brilharam quando ouvi isso. De certa forma, fiquei feliz em ouvir aquilo, mas ainda faltava a parte difícil pra mim.
— "Tá bom, tudo bem. Seria sempre assim?"
— "Não. O adiantamento de hoje é pra você ver como seria ficar comigo e foda-se essa quantia, porque você disse que tá precisando do celular. Então meu conselho é que a gente tente aproveitar os dois. Assim eu vou gostar mais e te veria logo pra outra. encontrar e te dar o resto, vale?"
—"Bom, tá perfeito, mas depois do celular como é que ia ser tudo?"
—"Olha, eu sou alguém que é fanático por sexo há muito tempo, tenho fantasias e tenho fetiches, suponho que você também" Eu disse que sim balançando a cabeça.
—"Vale, aqui quem vem pelo prazer sou eu, mas o seu prazer também me interessa, porém o meu importa mais, pra mim não é fácil soltar o dinheiro e as coisas, por isso exijo que você se esforce pra me satisfazer, hoje vou me adaptar a você pra você ver o que sou capaz de fazer, mas quero que hoje você também se esforce em fazer a sua parte, os dias seguintes não vão ser como hoje, vão ter algumas condições e algumas tarefas pra você, por isso você precisa ter certeza de se envolver comigo, vale?"
—"Mmm tá bom, você pode me dizer que coisas podem vir depois?"
—"Quero que você realize minhas fantasias, vou te mandar se comportar de certas maneiras, vestir umas coisinhas que eu vou te dar e fazer algumas coisas que eu vou te mandar fazer, vale?" Pensei no que ele disse, mas nunca tinha feito algo assim antes, mas como sempre o dinheiro me motivava, então perguntei finalmente.
—"Vale e pra terminar, como seriam os pagamentos?"
—"Por noite eu te pagaria cinco mil pesos" De novo meus olhos brilharam ao ouvir isso, tava totalmente de acordo, literalmente queria dar pra ele na hora pra ele me dar o dinheiro daquele celular, o que um senhor como ele poderia fazer? Pensei, talvez dure pelo menos 15 minutos com um pouco de esforço.
—"Vale, me parece perfeito"
—"O preço vai subir conforme as coisas que eu pedir, vale?" Concordei feliz.
—"E pra terminar, essa relação é meramente sexual, não quero envolver sentimentos nem nada"
—"Perfeito, tô de acordo" Até porque eu não ia me apaixonar por um cara assim, só tava atraída pelo dinheiro que ele poderia me dar.
—"Perfeito, vamos começar?"
—"Sim... o que você quer fazer primeiro?"
—"Vem cá, chega mais" Deixei minhas coisas na mesinha e me aproximei dele um pouco nervosa e me coloquei diante dele.
—"Abaixa tuas calças, por favor"
Ele me segurou pelos quadris e me virou, olhando pra minha bunda. Desabotoei minha calça e comecei a abaixá-la, deixando à mostra minha calcinha preta. Já com ela no chão, olhei discretamente pra ele e ele me encarava com olhos sérios. Me sentia muito desconfortável, até que senti a mão grossa dele numa das minhas nádegas. Ele apalpava, e pelo jeito que me olhava e me tocava, parecia que tava me examinando.
—"Tira tua blusa também"
Minha vergonha aumentou. Levantei minha camisetinha e deixei à mostra meu pequeno sutiã, também preto. Tirei meus tênis e meias, e joguei tudo junto com minha calça e camiseta ao lado da cama. Tava de lingerie na frente dele.
—"Gosto muito do teu corpo... termina de tirar tudo"
Só sorri sem graça e tirei primeiro o sutiã, joguei pro lado. Quando ia abaixar minha calcinha pra tirar, senti que foi ele quem começou a puxá-la pra baixo. Fiquei com muita vergonha, mas já nua e vendo que ele só me olhava, me acalmei um pouco. Devo admitir que me sentia meio gostosa, recém-depilada. Ele me olhava e eu me sentia bem comigo mesma. Ele parecia gostar do meu corpo e começou a tocar uma das minhas nádegas de novo. Isso me tranquilizava um pouco, achei que as coisas iam ser piores. Mas com a outra mão, ele percorreu meu quadril até chegar nos meus lábios da buceta. Fiquei com muita vergonha, sentia os dedos enormes dele brincando nos meus lábios.
—"Gosto que tu seja depiladinha, gosto mais de ti assim"
—"Eu também gosto de ficar assim, hehe"
Ele me soltou e se levantou da cama, dizendo:
—"Ok, deixa eu te mostrar o meu"
Começou a desabotoar a camisa e eu via o peito cheio de pelo. Tirou a camisa e sim, era o corpo de um senhor já velho: barriga, pelos e tudo mais. Tirou o cinto e por um segundo pensei que ele teria um pau pequeno, já que quase sempre é esse o tipo de pau de um senhor assim. Até que ele abaixou a calça e vi pela cueca boxer um breve vislumbre do pau dele. Tava de lado, pra direita, mas o chamativo é que dava pra ver demais através da cueca dele.
—"Olha" Dito isso, ele abaixou a cueca e pulou pra fora um pau bem grosso, tenho certeza de uns 16 cm exatos, de baixo era grosso e a cabeça parecia pontuda, curvava pra cima, pra ter uma ideia era como ver um chifre de rinoceronte. Era a primeira vez que via um pinto tão grosso, já tinha transado antes mas nada como isso, ele viu minha reação e disse:
—"Olha, é com isso que você vai lidar... o que me diz?"
—"Claro, tá perfeito" Só consegui falar isso, meio nervosa.
—"Te notei nervosa, vamos fazer assim" Ele pegou a calça e a carteira, jogou e tirou sete mil pesos em notas de quinhentos, meus olhos brilharam de ver tanta grana:
—"Você ficaria mais animada se eu te foder de uma vez e disser que isso é seu?" Um sorriso que nem percebi apareceu no meu rosto e falei com voz de menina feliz:
—"Sério?!!"
—"Sim, mas quero que você capriche no que faz, ok?"
—"Sim, perfeito" Peguei o dinheiro e feliz fui guardar na minha mochila, ele sentou na beira da cama e disse:
—"Vem cá" Eu um pouco mais calma e contente com meu dinheiro novo obedeci, fiquei de joelhos e ele me corrigiu:
—"Não não não, ainda não, levanta, primeiro me masturba, quero que você veja o que vai comer daqui pra frente" Imediatamente me levantei e quando ele disse isso, timidamente estendi a mão e peguei no comprimento do pau dele, tava duríssimo, meus dedos nem conseguiam se tocar quando fechava a mão de tão grosso que era, comecei a bater uma e sentia a pele dele acompanhando meu ritmo, peguei nos testículos dele e eram duas bolas de bom tamanho, adequadas pro pau dele, e admito que esses testículos eram os maiores que já tive na mão.
—"Tá gostando?"
—"Sim hehe tá muito bom"
—"Agora sim, usa sua boquinha" Fiquei de joelhos e sem soltar o pau dele continuei masturbando um pouco enquanto fazia saliva, aproximei minha língua na ponta e lambi como se fosse um sorvete. Ele não mexia nenhum músculo do rosto, só ficava me olhando sentado na cama, então enfiei direto a glande dele na minha boca, que conseguia abarcar bastante coisa lá dentro, e comecei a babar tudo. Passei minha língua por baixo da cabeça da glande dele, porque sei que os caras gostam disso, e sim, consegui fazer ele soltar uns gemidos. Fiquei lambendo aquela área por um tempo e depois brinquei com minha língua por toda a cabeça dele. Não tinha gosto ruim, pensei que seria algo estranho, que feder ou algo assim, mas fiquei bem aliviada que tava tudo certo desse jeito. Enquanto chupava a glande dele, tentava fazer mais saliva e aos poucos babava mais na base, assim conseguia descer devagar. O problema é que ele ia alargando conforme eu descia, e me deu um pouco de aflição porque já tava com a boca bem aberta só com a cabeça dele. Me esforcei ao máximo e fui descendo bem devagar. Ele valorizou meu esforço e admirou minha inexperiência, mas acho que ele já tava esperando algo mais. Enquanto eu chupava o pau dele, ele falou:
— "Muito bem, agora quero que você se deite na cama de barriga pra cima."
Ele se levantou e eu obedeci. Levantei e me deitei na cama, ele ficou parado na minha frente, e aí vi ele se ajoelhar na minha frente. Nunca tinham feito isso comigo. Eu já tinha feito em alguns namorados, mas nenhum deles em mim. Verdade, fiquei nervosa, não sabia o que podia rolar, mas ele percebeu minha cara de nervosismo e falou:
— "Deita direitinho na cama e fecha os olhos."
Eu fiz isso e em segundos senti a ponta da língua dele na parte de baixo da minha buceta, percorrendo tudo até meu clitóris. Só aquele primeiro movimento já foi um formigamento muito gostoso. Senti ele abrir meus lábios com dois dedos e começar a lamber meus lábios inferiores. Fiquei com muita vergonha, nunca tinha ficado tão exposta assim pra alguém que eu nunca tinha visto ou conversado, mas já que a realidade tava rolando, tudo avançava bem e isso me acalmava. A língua dele era morna e meio áspera, mas isso deixava tudo mais excitante, conseguia dar uns formigamentos com ela. língua e certos movimentos que me faziam dar vários pulinhos, até que dedicou toda a língua no meu clitóris, passava a ponta da língua e mexia muito rápido pra cima e pra baixo e isso me fez sentir algo por dentro que eu não conseguia resistir, ele continuava e continuava e eu sentia cada vez mais aquele formigamento em mim, por um momento foi tão certeiro o jeito que ele lambia que senti que estava quase gozando, mas me segurei e quando ele mudou o ritmo das lambidas eu soltei aquele pequeno esforço que tava fazendo e deixei escapar um gemido que entregou o bom trabalho que ele tava fazendo, fiquei com vergonha mas ele continuou ainda mais e seguiu com aquela lambida certeira que ele imaginou que me faria gozar, continuou assim por uns segundos e eu sentia uns formigamentos que me agradavam muito, queria gozar mas ele parou e eu tentei fazer cara de normal mas parecia muito excitada, ele disse:
-"Vem aqui, senta" Sentei na beira da cama e ele tava com o pau bem duro, chegou perto de mim e colocou ele na minha frente, segurei porque achei que era isso que ele queria, peguei e tava duríssimo, a pele deslizava fácil e era bem grosso, aí ele começou a tocar meus peitos pequenos, amassava do jeito que queria, nessa hora já me sentia mais tranquila e ele disse:
-"Faz o que quiser comigo" Falou enquanto mexia o pau na frente do meu rosto, eu não sabia se ele já tava excitado ou se era algum tipo de teste, então segurei e depois de puxar um pouco coloquei na boca e comecei a babar pra caralho, chupei como se tivesse desesperada pra fazer ele pensar que a safada aqui era eu, até que enfiei o máximo que consegui na boca e tirei com um som de engasgo, dava pra ver os fios de saliva da minha boca até a ponta do pau dele, minha boca toda suja e babada; ele me pega pela cabeça e me olha toda suja e eu percebi que ele deu um sorriso malicioso, me segurou forte pela cabeça e disse:
-"Vem cá" Me pegou pela mão e mandou eu subir na cama, aí me colocou de quatro igual uma cachorrinha, eu olhava pra cabeceira da cama e por baixo do meu corpo notei como ele se acomodava atrás de mim, eu sentia o pau dele balançando de um lado pro outro, senti a mão dele tocar minha buceta e dei um pulinho:
— "Você tá muito molhada, tá excitada?"
— "Siiim... demais" Eu assenti pra que as coisas fluíssem melhor e ele pensasse que eu tava cem por cento, de repente senti a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta e eu me preparei pra ele enfiar. A ponta eu senti bem normal, entrou muito fácil por causa dos meus fluidos, "até aqui tudo bem", até que ele começou a meter o pau dele aos poucos e a grossura do cacete começou a entrar, eu sentia a largura dele ocupando mais espaço em mim aos poucos e sentia como roçava nas minhas paredes, era algo interessante, ele pegou minhas nádegas com as duas mãos e eu ouvi como ele suspirava de tão gostoso que tava, ele ia e vinha bem devagar e eu sentia aquela grossura do pau dele toda vez que entrava, eu tava tranquila e até um pouco confortável com a situação, até que começou a acontecer o que eu não pensei que fosse acontecer, comecei a sentir um certo formigamento dentro da minha buceta que cada vez que vinha era uma sensação muito gostosa e honestamente muito excitante. Eu tava de olhinhos fechados e segurava o lençol pra tentar não fazer movimentos notórios quando sentia aquele formigamento, minha buceta já tava muito molhada, apesar de eu disfarçar minha buceta não disfarçava, lubrificava perfeitamente pra ele enfiar o pau, ele começou a gostar e eu sentia como ele aumentava o ritmo, cada vez mais rápido, ter ele atrás de mim me segurando pelas nádegas me comendo uma e outra vez começou a me excitar e minha consciência começou a abraçar aquele formigamento que o pau dele me provocava e de preferência comecei a me focar em como o pau dele entrava, ele me comia uma e outra vez e eu ouvia ele suspirar muito gostoso, eu consegui conter meus movimentos e meus barulhos mas uff, aquele cacete começava a me convencer da masculinidade dele, depois de um tempo me comendo e eu curtindo como ele me fodia. Ele tirou o pau de dentro de mim e eu me virei pra saber o porquê e ele disse pra eu ficar por cima dele, ele se deitou na cama e eu subi nele, ele pegou minhas quadris e colocou uma das mãos na minha buceta pra achar meu buraquinho e quando sentiu, meteu o pau de novo na hora. Eu quis caprichar no serviço e apoiei as mãos no peito dele pra me segurar e ter mais controle da minha raba. Fiz isso e comecei a rebolar minha bundinha de um jeito gostoso, mas o gostoso mesmo era ele com aquele pau dele, que cada vez que eu dava uma sentada sentia aquela fricção. Em vez de eu tentar excitar ele, era ele que me excitava por dentro. Já sem tentar parecer sexy ou algo assim, comecei a mexer meus quadris pra sentir aquele ponto que eu adorava, cada vez que sentia ficava mais excitada. Ele percebeu minha cara mostrando como tava me fazendo sentir e num momento falou enquanto eu montava nele:
— "... Uff, cê tá gostando?" Eu, cada vez mais excitada:
— "... Sim, tô gostando muito..."
Depois de falar isso, ele me segurou firme pela cintura e começou a meter com força, e eu sentia o pau dele entrando fundo, me fazendo sentir uma delícia. Enquanto ele me comia assim, não consegui evitar gemer, tava me excitando demais. Querendo sentir mais o tronco inteiro do pau dele ao subir e descer, eu me esfregava pra trás pra sentir tudo por dentro, sentia a cabeça do pau roçando meu ponto e adorava. Às vezes, de tanto me concentrar, eu segurava os gemidos e acabava soltando tudo no final. Ele viu como eu tava doida me dando prazer sozinha e no fim só ficou olhando como eu aproveitava vendo eu gozar em cima dele:
— "Cê gosta da sensação, né?"
— "... uf uf jeje, sim, tô gostando"
— "Já vai gozar?"
— "... não... falta pouco jeje"
Dito isso, ele se ajeitou na cama e começou a me comer super forte e sim, senti que ia gozar em cima dele. O jeito que ele me fazia sentir por dentro era tão bom que eu já tava fazendo cara de tesão:
— "Ai, continua, continua, continua aaai..."
Deixei meu orgasmo sair e senti que lambuzei ele toda com meus fluidos. Ele me fez levantar e vi como o pau dele brilhava Pau tão lubrificado que deixei ele entrar, eu tava suando pra caralho e tava soltando suspiros, olhei pra ele e ele tava surpreso, só mandei um sorrisinho meigo e depois ele falou:
-"Adoro como você se mexe quando goza, me excita muito... vem cá" Ele levantou e sentou na beira da cama, eu segui ele e ele disse:
-"Ajoelha e chupa até eu gozar" Eu fiz isso e o pau dele tava bem salgado de todo o meu fluxo, mas isso me ajudou a criar saliva, peguei o pau dele pela base e chupei a cabeça com meus lábios e língua, brincava com a parte de baixo e via que ele tava gostando, ele continuava gemendo e eu adorava, pra convencer ele um pouco, olhei pra ele enquanto dava uma lambida gostosa na cabeça do pau e depois falei olhando nos olhos dele:
-"Tá gostando?" Ele me olhou e fez uma cara de safado
-"Tô gostando muito da sua boquinha" Pegou minha cabeça e começou a me empurrar no pau dele, apertei mais a língua na cabeça e comecei a fazer rápido, e depois de uns segundos percebi que tava levando ele ao orgasmo, respirei fundo e continuei, mais rápido ainda, senti as duas mãos dele na minha cabeça quando ele soltou um suspiro enorme e na hora senti a porrada de porra na minha boca, antes do meu cérebro processar, veio o segundo e depois o terceiro jato dentro da minha boca, senti a textura bem viscosa e na hora me deu um pouco de nojo, fiz uma caretinha de nojo com o pau dele ainda dentro, mas não quis cuspir porque talvez ele não gostasse, então sem respirar engoli tudo e no final fiz cara de quem não aconteceu nada, ele deitou na cama e eu fiquei em pé na frente dele, me toquei na frente dele e ele levantou:
-"Foi bom, gosto muito do seu corpo" Sem mais delongas respondi:
-"Valeu hehe..." Ele levantou e perguntou:
-"Quer tomar um banho rápido?" Não soube se devia ou não:
-"Hmm sei lá hehe — "Vou tomar um também" — Não consegui recusar o que ele dizia, senão perderia pontos, e no fim aceitei. Entrei no banheiro com ele, ele entrou e fez sinal pra eu entrar também. Fiquei pensando se tinha gostado do que rolou antes ou não, mas no final entrei como se nada tivesse acontecido. Ele estava tomando banho e eu enxaguando meu corpo, quando ele começou a passar sabão nas minhas costas, deslizando a mão por todo o meu corpo. Me entregou o sabão e continuei me ensaboando. O banho seguiu normal até que, perto do fim, ele começou a me tocar de novo. Passou as mãos pelo meu pescoço, ombros, peitos, cintura, e com o braço esquerdo me abraçou pela cintura enquanto a mão direita começou a tocar meu clitóris. Eu me segurava nos braços dele, e de repente ele começou a me beijar na boca. Não queria, porque talvez não estivesse no combinado, mas a situação me fez continuar. Segui no beijo enquanto ele continuava me masturbando. Em certo momento, me senti segura e confortável naquela posição, ele me abraçando e me tocando enquanto me beijava, até que senti mais pressão nos dedos dele e percebi que estava me fazendo gozar. Eu me mexia de tão gostoso, mas com o abraço dele, não conseguia me mexer. Gozei de novo, escorrendo. Ele passou as mãos de novo pra limpar meus fluidos e, sem dizer nada, saiu do chuveiro, pegou uma toalha e saiu. Eu terminei de me enxaguar e saí, me enrolei na toalha e fui. Ele já estava se vestindo:
— Gostei do encontro, tô satisfeito. E você?
— Que bom, hehe... também tô satisfeita.
— O que você acha agora, depois de tudo?
— Bom, me senti confortável. Pensei que seria algo mais complicado, mas no final curti e me senti bem, hehe.
— Muito bem. Me passa seu número pra eu te chamar outro dia, se quiser o resto?
— Sim, quero sim. Me manda mensagem que eu confirmo.
Passei meu número, no final nos vestimos e ele me deixou na esquina da minha casa, porque era perigoso carregar tanto dinheiro. — "Bom, Alison, te mando mensagem depois."
— "Perfeito, até logo, tchau."
Me despedi dele com um beijo na boca, saí do carro e fui pra minha casa. Tava mais que feliz com todo o dinheiro que tinha. Entrei em casa e minha mãe perguntou por que eu tava tão cedo, e eu disse que terminei meu encontro antes. Eram 10 horas e eu costumava chegar um pouco mais tarde. Cheguei no meu quarto, guardei tudo, me deitei na cama e fiquei pensando no dia. Queria encontrar coisas negativas, mas tudo parecia ter me agradado. "Ele me fez sentir muito gostosa, não me senti desconfortável em nenhum momento." Acabei me convencendo de que gostei do trato com Francisco.
Um problema era que, se minha mãe visse de onde eu tava tirando tanto dinheiro, começaria a desconfiar. Então, dias depois, inventei que arrumei um trabalho numa cafeteria muito bonita. Ela fez mil perguntas, mas no final se convenceu. E desde então, tenho que chegar da escola, sair de casa pra ela pensar que tô trabalhando. Ia com minhas amigas e amigos pra outros lugares passear, mas às vezes ficava muito entediada.
Francisco me mandou mensagem e disse que no sábado seguinte queria me ver e me daria o resto. Já tinham passado duas semanas do nosso primeiro encontro. Eu disse que sábado tava perfeito:
— "Te vejo às duas da tarde na esquina da sua casa."
— "Perfeito."
Durante esses dias, comprei roupas e outras coisinhas. Tava tão feliz. Chegou o dia, saí da escola, tomei um banho bem caprichado e me despedi da minha mãe. Saí e esperei cinco minutos. Francisco chegou e me pegou:
— "Oi, Alison, tão gostosa como sempre."
— "Hehe, muito obrigada!"
Ele tava um pouco mais amigável comigo, e eu gostava disso. Me levou pra um hotel mais caro e mais bonito, com hidromassagem e outras coisas. Assim que vi o hotel, fiquei surpresa. Ele estacionou o carro e fomos pro quarto. Parece que Francisco já tinha ido ao hotel mais cedo, porque já tinha a chave do quarto. Era um lugar muito elegante. Assim que Entramos e tinha uma piscina média, azul bem forte. Subimos umas escadas e tinha uma cama meio grande, um barzinho e um sofá pequeno. Vi todas as coisas dele: a TV, o banheiro, que tinha uma jacuzzi.
— "Por que você chegou mais cedo?"
— "Trouxe umas coisas pra gente."
— "Mmm, tá bom, vale."
— "Tá gostando desse lugar?"
— "Siim, é muito lindo, nunca tinha estado num lugar assim."
Ele desceu as escadas e ligou alguma coisa que esquenta a água da piscina lá embaixo. Subiu e me disse:
— "Vem, tenho uma coisa pra você."
Eu segui ele, e ele me deu uma sacola muito bonita de alguma loja. Olhei pra ele, sorrindo, e ele falou:
— "Veste."
Peguei a sacola e tirei um biquíni muito bonito, mas bem provocante, vermelho.
— "Vi esse modelo e não pensei duas vezes: queria ver você com ele."
Eu tava encantada, adorei. Ele começou a tirar a camisa e o resto, enquanto dizia:
— "Veste, quero ver como fica em você."
Sem mais, começamos a nos despir ali no quarto. Ele tirou a cueca e o pau de elefante pulou pra fora, balançando pra todo lado. Eu, já pelada, comecei a vestir o biquíni e me senti muito gostosa com ele.
— "Tá gostando?"
— "Já tô excitado só de te ver."
Ele vestiu uma bermuda preta e chegou perto pra me dar um beijão. Me agarrou na bunda, e eu, tão excitada que tava, pus a mão no volume dele. Foi um agasalho danado. Ele me soltou e foi até uma geladeirinha no bar, pegou uma vodka e várias latas de cerveja. Eu, confusa, perguntei:
— "E isso tudo?!"
— "Vamos nos divertir, hehe."
Gostei da ideia. De qualquer forma, tava em boas mãos com ele por perto. Ele levou as coisas lá embaixo, na piscina, e me preparou um drink bem forte. Ficamos bebendo um tempo na piscina, e ele me tratava como se eu fosse a mina dele. De repente, me beijava, me apalpava, mas também conversava e me fazia rir às vezes. Realmente, eu... Me sentia confortável com ele. Conforme eu bebia e bebia cerveja, comecei a ficar um pouco tonta. Continuei bebendo até chegar um ponto na piscina em que já me sentia mais solta e comecei a ficar tonta. Ele percebeu que eu estava estranha e me levou para uns banquinhos de pedra que ficavam ao lado da piscina, com plantinhas e tudo, muito bonito. Ele sentou e mandou eu me ajoelhar:
— "Ajoelha e chupa minha pica" — foi bem explícito assim. Me ajoelhei e comecei a fazer o pau dele ficar durasso, mas eu começava a sentir um formigamento na minha buceta, não era desconfortável, mas me dava vontade de me tocar ou algo assim. Chupei com gosto, e ele, sentado, abriu os braços e começou a beber uma das cervejas enquanto eu ficava de joelhos chupando ele. Adorei a cena. Pegava com a mão e metia o que dava na boca, uma e outra vez. Acho que a bebedeira soltou meu lado safado e fiquei muito excitada. Ele também ficou louco, cada vez que eu virava pra olhar ele, dava pra ver que tava adorando. Por um momento, desci pra chupar as bolas dele, e cada uma cabia perfeita na minha boca. Tentei colocar as duas ao mesmo tempo, mas era meio difícil. Enfiava uma na boca e massageava com a língua, e terminava puxando até ela sair da minha boca:
— "Uff... faz isso de novo..." — Ele adorava que eu chupasse e puxasse as bolas dele com os lábios. Fiz isso, e elas já estavam todas babadas e penduradas por causa disso. Achei muito apetitoso como a bolsa das bolas dele segurava umas bolas enormes. Peguei elas com as mãos, era algo muito gostoso. Chupei a pica toda de novo enquanto massageava gostoso as bolas dele. Mas quanto mais eu me soltava, mais aquela sensação crescia na minha parte íntima, até que, vendo todo o sexo dele lubrificado, minha buceta deu um sinal claro de que já precisava meter. Levantei ele, e minha cara me denunciou quando ele me olhou:
— "... Ah, desculpa, quero que você meta logo em mim" — Ele me olhou com cara de surpreso e só apontou com a mão pro pau dele pra eu começar a usar. Fiquei de De costas, sentei nele, peguei o tronco do pau dele e apontei pra dentro de mim. Sentei e a curvatura do pau dele roçava muito por dentro, entrava e saía super fácil. Assim que meti, comecei a rebolar loucamente, já nem sentia vergonha de ele me ouvir gemer ou gritar. Ele segurou minha cintura com as mãos e começou a me levantar e abaixar. Francisco podia ver claramente como o pau dele entrava e saía de mim. Ele me soltou e disse:
— "Mexe você, mas devagar, bem devagar."
Fiz isso, dava uma sentada bem devagar e sentia meus lábios da buceta se agarrando no pau dele, e cada vez que tentava tirar, sentia meus lábios percorrendo o pau inteiro. Metia e meus lábios iam pra dentro conforme ele entrava. Ele também gostava, não só de sentir, mas de ver também:
— "Olha só que delícia, você tá me molhando toda, menina."
Gostei que ele disse isso e meu instinto sexy me fez ir pra trás, ficando minhas costas coladas no peito dele. Virei a cabeça pra olhar pra ele e ele começou a me beijar. A língua dele já não era tão sutil, lambia meus lábios e às vezes minhas bochechas. Aí senti uma das mãos dele começar a pegar num dos meus peitinhos, e a outra começou a esfregar meu clitóris enquanto ele tinha o pau dentro. A mão dele fazia meu corpo reagir, e cada vez que eu me mexia, sentia o pau dele dentro de mim roçando todas as minhas paredes. A mão dele amassando meu seio e a boca dele com a minha, abraçando minha língua com a dele. Eu tava presa, mas presa do jeito mais gostoso que alguém pode estar. Cada movimento mexia com algo dentro de mim.
Ele me pegou pelas coxas e me levantou um pouco com as duas mãos, meus pés tocando o banco, e aí eu não dava mais sentadas, mas agachadas. Eu me mexia como podia pra sentir ele lá dentro. Fiquei montando nele de costas e sentia muito claro o pau dele dentro de mim. Tava super gostoso até que ele disse que queria que eu gozasse. Não precisava falar, eu já queria gozar. Subia e descia no pau dele tão loucamente que já não sabia se era água ou suor que escorria pelo meu corpo. corpo, a mão dele foi pro meu clitóris e começou a esfregar bem gostoso, e eu comecei a sentir um orgasmo chegando. Por mais que eu me mexia e por mais que ele estivesse me tocando, sentia que meu orgasmo tava demorando pra chegar, mas senti aquela sensação e me deixava louca. Já tava gritando que queria gozar:
— "Uuuh, vai, vai, vai, vai, mais, mais, sim!"
Quando ele me ouviu, começou a se mexer também, e foi aí que senti um puta orgasmo na minha buceta. Me contorci tanto que até um dos meus pés escorregou do banco e deixei o outro cair, ficando pendurada no pau dele. Já toda gozada, ele me disse:
— "Ajoelha de novo, menina."
Me ajoelhei e minhas pernas tremiam demais. Ele se levantou do lugar, me pegou pelo cabelo e deu um puxão que me deixou mais tonta. Pegou o pau dele e meteu na minha boca, começou a foder minha boca, com a ponta chegando até minha garganta. Eu só aguentei sem vomitar por causa do pau dele e da cerveja. Dava pra ver na cara dele que ele tava excitadíssimo. Pegou minha cabeça com as duas mãos e violentou minha garganta, até que deu um puta rugido e senti ele encher minha boca de porra em cinco jatos:
— "Aaaagh, engole tudo, sua puta."
Foi assim, engoli tudo e senti uns dois gole de porra descendo na minha garganta. Ele soltou minha cabeça e sentou de novo, pegando a cerveja dele. Eu tava ajoelhada no chão, do lado da piscina, com a cara toda acabada e babando porra. Olhei pra ele e vi ele levantar o pé enorme dele, colocar no meu peito e me empurrar pra piscina, caindo de costas nela. Senti que tava me afogando, mas rapidinho subi à superfície e falei:
— "Que porra é essa?!"
Ouvi a água saindo dos meus ouvidos e também ouvi ele rindo alto:
— "Hahahaha... ei, foi uma brincadeira."
— "Senti que tava me afogando!"
— "Me desculpa, menina, foi só uma brincadeira."
— "Tá bom então." Olhando pra ele com uma cara de raiva falsa.
— "Pega mais uma cerveja, menina, ainda tem muitas."
Peguei outra cerveja e comecei a beber de novo, ele continuava sentado bebendo. Fora da piscina, e eu nadava com minha cerveja também, notei que ela se levantou e perguntei:
— "Ei, onde cê vai?"
— "Fazer xixi kkkk"
Eu, brincando, respondi:
— "Não vai não kkkk faz aqui dentro"
— "Kkkkkk tá bom então"
Eu tava me referindo a algo bem óbvio, que era ela entrar na piscina comigo e mijar dentro, mas vi como ela se posicionou na borda da piscina e começou a mijar de fora, achei muita graça e comecei a rir, mas pra ser sincera, me deu muito tesão e me excitou um pouco ver o pau dela mole mijando na piscina, não tirava os olhos enquanto ria. Ela terminou de soltar o líquido e veio na minha direção com o pênis gotejando urina, sentou na borda da piscina e eu me aproximei com um sorriso malicioso. Cheguei nela, ela abriu as pernas e, sem dizer nada, levei o pau mole dela até minha boca, senti na hora o gosto da urina misturado com minha própria saliva, engoli tudo aquilo. Me senti bem suja, e gostei, senti que nem toda vez podia me sentir assim, então aproveitei e deixei meu lado mais puta sair. Chupei com vontade, como se quisesse arrancar aquilo, mas mal conseguia ficar duro. Ela tirou da minha boca e entrou de vez na piscina, começou a me beijar de um jeito sujo, com a língua e os lábios grossos, me segurou pelas nádegas e começou a amassar tudo debaixo d'água. Depois dos beijos, continuamos bebendo e falando besteira, mas no meio da minha bebedeira ela perguntou:
— "Ei, com quantos cê já transou?"
Eu ri de vergonha e falei:
— "Por que essa pergunta?"
— "Só curiosidade"
— "Só com 3, incluindo você"
— "Hmm, bem pouquinho hehehe"
— "Ué, meus namorados kkkk, o que cê achou que era?"
— "Pelo jeito que cê se mexe com o pau dentro, achei que era mais"
— "É meu instinto kkkkkk e você?"
— "Kkkkkk sei lá, umas 10 talvez"
— "Hehehe cê viveu bem"
— "Não é como se eu transasse com alguém todo dia, mas sim curtir" Ele já tava visivelmente bêbado, bem pra caralho, me falou que tinha pago 24 horas do quarto, então a gente tinha até o dia seguinte, disse que tava cansado e pra gente ir pro quarto. Pegamos umas toalhas, nos secamos um pouco, ele subiu com as cervejas e eu subi primeiro. Tirei a toalha e me deitei pelada na cama, e ele também. Deixou a cerveja na mesa, tirou a toalha dele e se deitou comigo. Me perguntou o que eu queria fazer há tanto tempo, e eu, toda bêbada, falei:
— "O que você quiser"
Ele fez uma cara maliciosa e disse:
— "Vem cá, menina, senta na minha cara"
Eu, confusa, não entendi o que ele queria dizer, se era literalmente sentar na cara dele. Ele me fez levantar na cama, me segurou pelo quadril, eu ajudei um pouco e sentei nele. Senti todos os meus fluidos sujando o rosto dele, mas também senti a língua dele selvagem em toda a minha buceta. Me apoiei nos tornozelos dele e fiquei assim por um bom tempo. Ele me chupou toda, sem dúvida a língua dele conheceu de cima a baixo toda a minha buceta. Ele me levantou e disse:
— "Ok, é minha vez. Chupa a minha agora"
Sem dizer nada, me acomodei entre as pernas dele e, antes de colocar o pau dele na boca, ele disse:
— "Espera, espera. Quero que você chupe só minhas bolas, gosto do jeito que você faz"
Achei interessante, então só me concentrei em lamber as bolas dele, aquelas bolas lindas e grandes, raspadas. Passei a língua por todos os lados e sentia elas indo de um lado pro outro. Colocava uma na boca e lambia por dentro com a língua. Ele gemia gostoso pra caralho, dava pra ver que tava adorando. Tentava enfiar até a garganta, era uma sobremesa inteira. Tirava e levava a outra pra boca, deixando as duas completamente molhadas de saliva. Enfiava uma e puxava como se quisesse arrancar, ele gemia muito excitante. Quando quis olhar, notei que o pau dele já tava durasso e me impedia de ver o rosto dele. Me deitei do lado dele e ele me olhava com um olhar pervertido, e eu olhava pra ele com um sorriso lindo. Comecei a masturbar ele com minha mãozinha e comecei gemendo bem alto, continuei e continuei e notei como ele apertou forte uma das minhas nádegas e, ao fazer isso, o sêmen dele espirrou na barriga dele e na minha mão. Ele me deu um beijão e ficamos deitados um tempinho. Ele falou pra eu tomar banho e, quando entrei, ele entrou junto. Cada um se lavava de um lado, mas a toda hora ele passava a mão no meu corpo. Saímos, nos trocamos e ele me levou pra comer algo num restaurante bonito. Durante todo o trajeto, ele me tratou com carinho e de forma cavalheiresca. Me excitava ele ser um bruto na cama e um cavalheiro no dia a dia. Sem perceber, eu ria com ele sem ele nem falar nada engraçado, eu mesma pegava no braço dele, até dava vontade de beijá-lo de vez em quando. Contei umas coisas da escola, das minhas amigas e outras paradas, e ele prestava atenção. Eu curtia estar com ele. De volta ao hotel à noite, depois de umas horas na rua, ele estacionou o carro e fomos pro quarto. Assim que chegamos, subimos e eu falei:
— "Por favor, me come gostoso, tô com muita vontade."
Os olhos dele brilharam quando eu disse isso. Nós dois tiramos tudo e, quando terminei, me ajoelhei. Assim que ele soltou o pau, enfiei na boca na hora. Devorei até ele ficar durasso. Depois de uns minutos, fiquei toda putinha na cama e ele meteu de uma vez. Ele me comeu por um tempão, me colocou por cima, virou de lado, até eu gozar umas quatro vezes. Quando ele terminou, a gente dormiu. Lá pras três da manhã, acordei com vontade de mijar. Fui no banheiro, mijei e, quando voltei, vi ele dormindo profundamente. Sem querer, bateu uma vontade de chupar o pau dele de novo. Aí, brincando, me enfiei na cama e comecei a passar a língua no pau dele adormecido, até chupar tudo. Ele acordou confuso e, ao me ver chupando, riu, mas entrou na brincadeira. Pegava na minha cabeça e me fazia engasgar. Gozou na minha boca e, como um cum de boa noite, me deitei do lado dele e dormimos de novo. De manhã, já no fim da tarde, acordamos e, sem falar nada, montei nele e a gente transou. Deliciosamente, me deixou extasiada. Fiquei na cama e ele foi tomar banho. Depois acordei e fui eu tomar banho. Ele se trocou e eu também. Saímos do hotel e ele me levou pra casa. No caminho, falei pra ele:
— "Definitivamente, vou sentir sua falta."
— "Eu também, menina, demais."
— "Até semana que vem?" Falei com cara de triste.
— "Claro que sim, mas ó, não vai me cobrar todas as vezes que você chupou minha pica, vai?" Ele tinha razão, por um momento esqueci dos pagamentos e percebi que esses dias tava mais focada em dar o cu do que em dar o cu pra ganhar dinheiro. Antes de descer do carro, ele pegou a carteira e me deu cinco mil reais em notas. Meus olhos brilharam e fiquei feliz na hora, mais do que já tava. Agradeci muito e ele disse:
— "Não agradece, hahaha, é por isso que a gente faz o que faz." Dei um beijo nele, mas um beijo bem gostoso, como se fosse meu namorado.
— "Até semana que vem, hehehe." Desci do carro e fui pra casa. Cheguei super feliz e minha mãe perguntou onde eu tinha passado a noite. Falei que foi com uma amiga. Ela me viu tão feliz que nem imaginou que algo ruim tivesse acontecido.
Naquela semana, comprei o celular que tanto queria e exibi ele pra caralho. Comprei roupa e mais coisas. Tava tão feliz, mas quase o dia todo, todos os dias, tava com vontade de estar com o Francisco. E não só passar um tempo com ele, mas pra ele me fazer dele e me dar tantos orgasmos. De noite, eu me masturbava, mas precisava dele. Desesperada, fui numa sex shop. Quando entrei, procurei um dildo e vi um com o formato do Francisco. Comprei sem pensar duas vezes. E antes de sair, vi um conjunto muito sexy, daqueles de couro preto e outras coisinhas, e achei que o Francisco ia gostar. Comprei no meu tamanho e saí de lá.
Quando cheguei em casa, esperei minha mãe sair. Quando ela foi embora, tranquei meu quarto e experimentei o conjunto novo. Gostei muito de como fiquei, nunca tinha usado esse tipo de coisa. Tinha um buraco enorme atrás e deixava Exibi minha rabetinha, passou a semana e eu tava mais desesperada, falei com ele e combinamos de nos ver no sábado e também no domingo, e não na sexta porque ele estaria ocupado, acabei aceitando, nessa sexta eu poderia sair e fazer outras coisas. Continua na parte 2...
— "Oi, prazer."
— "Prazer, Alison, né?"
— "Sim, sou eu... então?"
— "Olha, a gente pode ir pra um hotel bem bonito aqui perto e conversar sobre isso, que acha?"
— "Sim, sim, claro, vamos."
Ela levou o carro pra um hotel que ficava a cinco minutos dali. Ela tava de calça social e uma camisa cinza por dentro da calça, bem formal pra ocasião. Fez comentários se eu não queria comer alguma coisa ou algo assim, e eu disse que não tava com fome, talvez por causa do nervosismo. Chegamos no hotel, que por fora a gente pensaria que é meio chamativo, mas era bonito. Ela entrou pelo estacionamento e pediu o quarto, e pelo jeito que pediu, imaginei que vinha muito nesse tipo de lugar. Estacionou o carro e eu fui com ela pro quarto. Lugar muito bonito. Entrando, à esquerda ficava o banheiro, meio grande, e na sequência a cama e uma mesinha, uma janela enorme que dava pra rua e uma televisão. O quarto todo tinha uma cor rosada muito bonita. Chegamos, deixei minha... Mochila na mesinha e me sento na cadeira que tinha ali. Ele chegou e sentou direto na cama, e comentou:
— "Vamos lá, agora que estamos tranquilos, me conta por que você busca o que busca, por favor."
Eu ouvi e contei o motivo de tudo.
— "Hmm, então... tenho 18 anos e ainda não achei um trabalho que seja pra mim ou que eu goste, mas por isso não tenho de onde tirar dinheiro, e através disso eu poderia ter uma grana extra."
— "Tá... você é virgem?"
— "Não, perdi há alguns anos."
Ele falava de um jeito bem direto e intimidador, sempre me olhando nos olhos, o que me deixava nervosa, mas a maneira como ele dizia as coisas acalmava muito.
— "Você faz isso por necessidade ou também por tesão?"
— "Bom, eu tenho muita curiosidade sobre sexo e tal, mas tenho medo de fazer com alguém desconhecido, não é fácil pra mim. Mas se isso der certo, topo as paradas."
— "Hmm, muito bem... quanto você quer ganhar com isso?"
— "Bom, tô precisando de um celular, seria a primeira coisa. O que você for me dando, eu vou juntando pra isso."
— "Hmm, que celular você quer?"
Falei o modelo do telefone, que custa uns quatorze mil pesos, e ele disse o seguinte:
— "Hmm, tá... olha, vamos fazer algo aqui hoje. Vou tentar de tudo pra que esse encontro seja do seu agrado, mas aqui quem devia gostar disso sou eu, porque sou eu quem paga. Quero ver seu corpo e como você é no sexo. Quero que você fique aberta pra mim, não quero que se sinta obrigada ou algo assim, porque não quero isso, ok? Se essa noite for do meu agrado, te dou metade do valor desse celular hoje mesmo, ok?"
Meus olhos brilharam quando ouvi isso. De certa forma, fiquei feliz em ouvir aquilo, mas ainda faltava a parte difícil pra mim.
— "Tá bom, tudo bem. Seria sempre assim?"
— "Não. O adiantamento de hoje é pra você ver como seria ficar comigo e foda-se essa quantia, porque você disse que tá precisando do celular. Então meu conselho é que a gente tente aproveitar os dois. Assim eu vou gostar mais e te veria logo pra outra. encontrar e te dar o resto, vale?"
—"Bom, tá perfeito, mas depois do celular como é que ia ser tudo?"
—"Olha, eu sou alguém que é fanático por sexo há muito tempo, tenho fantasias e tenho fetiches, suponho que você também" Eu disse que sim balançando a cabeça.
—"Vale, aqui quem vem pelo prazer sou eu, mas o seu prazer também me interessa, porém o meu importa mais, pra mim não é fácil soltar o dinheiro e as coisas, por isso exijo que você se esforce pra me satisfazer, hoje vou me adaptar a você pra você ver o que sou capaz de fazer, mas quero que hoje você também se esforce em fazer a sua parte, os dias seguintes não vão ser como hoje, vão ter algumas condições e algumas tarefas pra você, por isso você precisa ter certeza de se envolver comigo, vale?"
—"Mmm tá bom, você pode me dizer que coisas podem vir depois?"
—"Quero que você realize minhas fantasias, vou te mandar se comportar de certas maneiras, vestir umas coisinhas que eu vou te dar e fazer algumas coisas que eu vou te mandar fazer, vale?" Pensei no que ele disse, mas nunca tinha feito algo assim antes, mas como sempre o dinheiro me motivava, então perguntei finalmente.
—"Vale e pra terminar, como seriam os pagamentos?"
—"Por noite eu te pagaria cinco mil pesos" De novo meus olhos brilharam ao ouvir isso, tava totalmente de acordo, literalmente queria dar pra ele na hora pra ele me dar o dinheiro daquele celular, o que um senhor como ele poderia fazer? Pensei, talvez dure pelo menos 15 minutos com um pouco de esforço.
—"Vale, me parece perfeito"
—"O preço vai subir conforme as coisas que eu pedir, vale?" Concordei feliz.
—"E pra terminar, essa relação é meramente sexual, não quero envolver sentimentos nem nada"
—"Perfeito, tô de acordo" Até porque eu não ia me apaixonar por um cara assim, só tava atraída pelo dinheiro que ele poderia me dar.
—"Perfeito, vamos começar?"
—"Sim... o que você quer fazer primeiro?"
—"Vem cá, chega mais" Deixei minhas coisas na mesinha e me aproximei dele um pouco nervosa e me coloquei diante dele.
—"Abaixa tuas calças, por favor"
Ele me segurou pelos quadris e me virou, olhando pra minha bunda. Desabotoei minha calça e comecei a abaixá-la, deixando à mostra minha calcinha preta. Já com ela no chão, olhei discretamente pra ele e ele me encarava com olhos sérios. Me sentia muito desconfortável, até que senti a mão grossa dele numa das minhas nádegas. Ele apalpava, e pelo jeito que me olhava e me tocava, parecia que tava me examinando.
—"Tira tua blusa também"
Minha vergonha aumentou. Levantei minha camisetinha e deixei à mostra meu pequeno sutiã, também preto. Tirei meus tênis e meias, e joguei tudo junto com minha calça e camiseta ao lado da cama. Tava de lingerie na frente dele.
—"Gosto muito do teu corpo... termina de tirar tudo"
Só sorri sem graça e tirei primeiro o sutiã, joguei pro lado. Quando ia abaixar minha calcinha pra tirar, senti que foi ele quem começou a puxá-la pra baixo. Fiquei com muita vergonha, mas já nua e vendo que ele só me olhava, me acalmei um pouco. Devo admitir que me sentia meio gostosa, recém-depilada. Ele me olhava e eu me sentia bem comigo mesma. Ele parecia gostar do meu corpo e começou a tocar uma das minhas nádegas de novo. Isso me tranquilizava um pouco, achei que as coisas iam ser piores. Mas com a outra mão, ele percorreu meu quadril até chegar nos meus lábios da buceta. Fiquei com muita vergonha, sentia os dedos enormes dele brincando nos meus lábios.
—"Gosto que tu seja depiladinha, gosto mais de ti assim"
—"Eu também gosto de ficar assim, hehe"
Ele me soltou e se levantou da cama, dizendo:
—"Ok, deixa eu te mostrar o meu"
Começou a desabotoar a camisa e eu via o peito cheio de pelo. Tirou a camisa e sim, era o corpo de um senhor já velho: barriga, pelos e tudo mais. Tirou o cinto e por um segundo pensei que ele teria um pau pequeno, já que quase sempre é esse o tipo de pau de um senhor assim. Até que ele abaixou a calça e vi pela cueca boxer um breve vislumbre do pau dele. Tava de lado, pra direita, mas o chamativo é que dava pra ver demais através da cueca dele.
—"Olha" Dito isso, ele abaixou a cueca e pulou pra fora um pau bem grosso, tenho certeza de uns 16 cm exatos, de baixo era grosso e a cabeça parecia pontuda, curvava pra cima, pra ter uma ideia era como ver um chifre de rinoceronte. Era a primeira vez que via um pinto tão grosso, já tinha transado antes mas nada como isso, ele viu minha reação e disse:
—"Olha, é com isso que você vai lidar... o que me diz?"
—"Claro, tá perfeito" Só consegui falar isso, meio nervosa.
—"Te notei nervosa, vamos fazer assim" Ele pegou a calça e a carteira, jogou e tirou sete mil pesos em notas de quinhentos, meus olhos brilharam de ver tanta grana:
—"Você ficaria mais animada se eu te foder de uma vez e disser que isso é seu?" Um sorriso que nem percebi apareceu no meu rosto e falei com voz de menina feliz:
—"Sério?!!"
—"Sim, mas quero que você capriche no que faz, ok?"
—"Sim, perfeito" Peguei o dinheiro e feliz fui guardar na minha mochila, ele sentou na beira da cama e disse:
—"Vem cá" Eu um pouco mais calma e contente com meu dinheiro novo obedeci, fiquei de joelhos e ele me corrigiu:
—"Não não não, ainda não, levanta, primeiro me masturba, quero que você veja o que vai comer daqui pra frente" Imediatamente me levantei e quando ele disse isso, timidamente estendi a mão e peguei no comprimento do pau dele, tava duríssimo, meus dedos nem conseguiam se tocar quando fechava a mão de tão grosso que era, comecei a bater uma e sentia a pele dele acompanhando meu ritmo, peguei nos testículos dele e eram duas bolas de bom tamanho, adequadas pro pau dele, e admito que esses testículos eram os maiores que já tive na mão.
—"Tá gostando?"
—"Sim hehe tá muito bom"
—"Agora sim, usa sua boquinha" Fiquei de joelhos e sem soltar o pau dele continuei masturbando um pouco enquanto fazia saliva, aproximei minha língua na ponta e lambi como se fosse um sorvete. Ele não mexia nenhum músculo do rosto, só ficava me olhando sentado na cama, então enfiei direto a glande dele na minha boca, que conseguia abarcar bastante coisa lá dentro, e comecei a babar tudo. Passei minha língua por baixo da cabeça da glande dele, porque sei que os caras gostam disso, e sim, consegui fazer ele soltar uns gemidos. Fiquei lambendo aquela área por um tempo e depois brinquei com minha língua por toda a cabeça dele. Não tinha gosto ruim, pensei que seria algo estranho, que feder ou algo assim, mas fiquei bem aliviada que tava tudo certo desse jeito. Enquanto chupava a glande dele, tentava fazer mais saliva e aos poucos babava mais na base, assim conseguia descer devagar. O problema é que ele ia alargando conforme eu descia, e me deu um pouco de aflição porque já tava com a boca bem aberta só com a cabeça dele. Me esforcei ao máximo e fui descendo bem devagar. Ele valorizou meu esforço e admirou minha inexperiência, mas acho que ele já tava esperando algo mais. Enquanto eu chupava o pau dele, ele falou:
— "Muito bem, agora quero que você se deite na cama de barriga pra cima."
Ele se levantou e eu obedeci. Levantei e me deitei na cama, ele ficou parado na minha frente, e aí vi ele se ajoelhar na minha frente. Nunca tinham feito isso comigo. Eu já tinha feito em alguns namorados, mas nenhum deles em mim. Verdade, fiquei nervosa, não sabia o que podia rolar, mas ele percebeu minha cara de nervosismo e falou:
— "Deita direitinho na cama e fecha os olhos."
Eu fiz isso e em segundos senti a ponta da língua dele na parte de baixo da minha buceta, percorrendo tudo até meu clitóris. Só aquele primeiro movimento já foi um formigamento muito gostoso. Senti ele abrir meus lábios com dois dedos e começar a lamber meus lábios inferiores. Fiquei com muita vergonha, nunca tinha ficado tão exposta assim pra alguém que eu nunca tinha visto ou conversado, mas já que a realidade tava rolando, tudo avançava bem e isso me acalmava. A língua dele era morna e meio áspera, mas isso deixava tudo mais excitante, conseguia dar uns formigamentos com ela. língua e certos movimentos que me faziam dar vários pulinhos, até que dedicou toda a língua no meu clitóris, passava a ponta da língua e mexia muito rápido pra cima e pra baixo e isso me fez sentir algo por dentro que eu não conseguia resistir, ele continuava e continuava e eu sentia cada vez mais aquele formigamento em mim, por um momento foi tão certeiro o jeito que ele lambia que senti que estava quase gozando, mas me segurei e quando ele mudou o ritmo das lambidas eu soltei aquele pequeno esforço que tava fazendo e deixei escapar um gemido que entregou o bom trabalho que ele tava fazendo, fiquei com vergonha mas ele continuou ainda mais e seguiu com aquela lambida certeira que ele imaginou que me faria gozar, continuou assim por uns segundos e eu sentia uns formigamentos que me agradavam muito, queria gozar mas ele parou e eu tentei fazer cara de normal mas parecia muito excitada, ele disse:
-"Vem aqui, senta" Sentei na beira da cama e ele tava com o pau bem duro, chegou perto de mim e colocou ele na minha frente, segurei porque achei que era isso que ele queria, peguei e tava duríssimo, a pele deslizava fácil e era bem grosso, aí ele começou a tocar meus peitos pequenos, amassava do jeito que queria, nessa hora já me sentia mais tranquila e ele disse:
-"Faz o que quiser comigo" Falou enquanto mexia o pau na frente do meu rosto, eu não sabia se ele já tava excitado ou se era algum tipo de teste, então segurei e depois de puxar um pouco coloquei na boca e comecei a babar pra caralho, chupei como se tivesse desesperada pra fazer ele pensar que a safada aqui era eu, até que enfiei o máximo que consegui na boca e tirei com um som de engasgo, dava pra ver os fios de saliva da minha boca até a ponta do pau dele, minha boca toda suja e babada; ele me pega pela cabeça e me olha toda suja e eu percebi que ele deu um sorriso malicioso, me segurou forte pela cabeça e disse:
-"Vem cá" Me pegou pela mão e mandou eu subir na cama, aí me colocou de quatro igual uma cachorrinha, eu olhava pra cabeceira da cama e por baixo do meu corpo notei como ele se acomodava atrás de mim, eu sentia o pau dele balançando de um lado pro outro, senti a mão dele tocar minha buceta e dei um pulinho:
— "Você tá muito molhada, tá excitada?"
— "Siiim... demais" Eu assenti pra que as coisas fluíssem melhor e ele pensasse que eu tava cem por cento, de repente senti a cabeça do pau dele na entrada da minha buceta e eu me preparei pra ele enfiar. A ponta eu senti bem normal, entrou muito fácil por causa dos meus fluidos, "até aqui tudo bem", até que ele começou a meter o pau dele aos poucos e a grossura do cacete começou a entrar, eu sentia a largura dele ocupando mais espaço em mim aos poucos e sentia como roçava nas minhas paredes, era algo interessante, ele pegou minhas nádegas com as duas mãos e eu ouvi como ele suspirava de tão gostoso que tava, ele ia e vinha bem devagar e eu sentia aquela grossura do pau dele toda vez que entrava, eu tava tranquila e até um pouco confortável com a situação, até que começou a acontecer o que eu não pensei que fosse acontecer, comecei a sentir um certo formigamento dentro da minha buceta que cada vez que vinha era uma sensação muito gostosa e honestamente muito excitante. Eu tava de olhinhos fechados e segurava o lençol pra tentar não fazer movimentos notórios quando sentia aquele formigamento, minha buceta já tava muito molhada, apesar de eu disfarçar minha buceta não disfarçava, lubrificava perfeitamente pra ele enfiar o pau, ele começou a gostar e eu sentia como ele aumentava o ritmo, cada vez mais rápido, ter ele atrás de mim me segurando pelas nádegas me comendo uma e outra vez começou a me excitar e minha consciência começou a abraçar aquele formigamento que o pau dele me provocava e de preferência comecei a me focar em como o pau dele entrava, ele me comia uma e outra vez e eu ouvia ele suspirar muito gostoso, eu consegui conter meus movimentos e meus barulhos mas uff, aquele cacete começava a me convencer da masculinidade dele, depois de um tempo me comendo e eu curtindo como ele me fodia. Ele tirou o pau de dentro de mim e eu me virei pra saber o porquê e ele disse pra eu ficar por cima dele, ele se deitou na cama e eu subi nele, ele pegou minhas quadris e colocou uma das mãos na minha buceta pra achar meu buraquinho e quando sentiu, meteu o pau de novo na hora. Eu quis caprichar no serviço e apoiei as mãos no peito dele pra me segurar e ter mais controle da minha raba. Fiz isso e comecei a rebolar minha bundinha de um jeito gostoso, mas o gostoso mesmo era ele com aquele pau dele, que cada vez que eu dava uma sentada sentia aquela fricção. Em vez de eu tentar excitar ele, era ele que me excitava por dentro. Já sem tentar parecer sexy ou algo assim, comecei a mexer meus quadris pra sentir aquele ponto que eu adorava, cada vez que sentia ficava mais excitada. Ele percebeu minha cara mostrando como tava me fazendo sentir e num momento falou enquanto eu montava nele:
— "... Uff, cê tá gostando?" Eu, cada vez mais excitada:
— "... Sim, tô gostando muito..."
Depois de falar isso, ele me segurou firme pela cintura e começou a meter com força, e eu sentia o pau dele entrando fundo, me fazendo sentir uma delícia. Enquanto ele me comia assim, não consegui evitar gemer, tava me excitando demais. Querendo sentir mais o tronco inteiro do pau dele ao subir e descer, eu me esfregava pra trás pra sentir tudo por dentro, sentia a cabeça do pau roçando meu ponto e adorava. Às vezes, de tanto me concentrar, eu segurava os gemidos e acabava soltando tudo no final. Ele viu como eu tava doida me dando prazer sozinha e no fim só ficou olhando como eu aproveitava vendo eu gozar em cima dele:
— "Cê gosta da sensação, né?"
— "... uf uf jeje, sim, tô gostando"
— "Já vai gozar?"
— "... não... falta pouco jeje"
Dito isso, ele se ajeitou na cama e começou a me comer super forte e sim, senti que ia gozar em cima dele. O jeito que ele me fazia sentir por dentro era tão bom que eu já tava fazendo cara de tesão:
— "Ai, continua, continua, continua aaai..."
Deixei meu orgasmo sair e senti que lambuzei ele toda com meus fluidos. Ele me fez levantar e vi como o pau dele brilhava Pau tão lubrificado que deixei ele entrar, eu tava suando pra caralho e tava soltando suspiros, olhei pra ele e ele tava surpreso, só mandei um sorrisinho meigo e depois ele falou:
-"Adoro como você se mexe quando goza, me excita muito... vem cá" Ele levantou e sentou na beira da cama, eu segui ele e ele disse:
-"Ajoelha e chupa até eu gozar" Eu fiz isso e o pau dele tava bem salgado de todo o meu fluxo, mas isso me ajudou a criar saliva, peguei o pau dele pela base e chupei a cabeça com meus lábios e língua, brincava com a parte de baixo e via que ele tava gostando, ele continuava gemendo e eu adorava, pra convencer ele um pouco, olhei pra ele enquanto dava uma lambida gostosa na cabeça do pau e depois falei olhando nos olhos dele:
-"Tá gostando?" Ele me olhou e fez uma cara de safado
-"Tô gostando muito da sua boquinha" Pegou minha cabeça e começou a me empurrar no pau dele, apertei mais a língua na cabeça e comecei a fazer rápido, e depois de uns segundos percebi que tava levando ele ao orgasmo, respirei fundo e continuei, mais rápido ainda, senti as duas mãos dele na minha cabeça quando ele soltou um suspiro enorme e na hora senti a porrada de porra na minha boca, antes do meu cérebro processar, veio o segundo e depois o terceiro jato dentro da minha boca, senti a textura bem viscosa e na hora me deu um pouco de nojo, fiz uma caretinha de nojo com o pau dele ainda dentro, mas não quis cuspir porque talvez ele não gostasse, então sem respirar engoli tudo e no final fiz cara de quem não aconteceu nada, ele deitou na cama e eu fiquei em pé na frente dele, me toquei na frente dele e ele levantou:
-"Foi bom, gosto muito do seu corpo" Sem mais delongas respondi:
-"Valeu hehe..." Ele levantou e perguntou:
-"Quer tomar um banho rápido?" Não soube se devia ou não:
-"Hmm sei lá hehe — "Vou tomar um também" — Não consegui recusar o que ele dizia, senão perderia pontos, e no fim aceitei. Entrei no banheiro com ele, ele entrou e fez sinal pra eu entrar também. Fiquei pensando se tinha gostado do que rolou antes ou não, mas no final entrei como se nada tivesse acontecido. Ele estava tomando banho e eu enxaguando meu corpo, quando ele começou a passar sabão nas minhas costas, deslizando a mão por todo o meu corpo. Me entregou o sabão e continuei me ensaboando. O banho seguiu normal até que, perto do fim, ele começou a me tocar de novo. Passou as mãos pelo meu pescoço, ombros, peitos, cintura, e com o braço esquerdo me abraçou pela cintura enquanto a mão direita começou a tocar meu clitóris. Eu me segurava nos braços dele, e de repente ele começou a me beijar na boca. Não queria, porque talvez não estivesse no combinado, mas a situação me fez continuar. Segui no beijo enquanto ele continuava me masturbando. Em certo momento, me senti segura e confortável naquela posição, ele me abraçando e me tocando enquanto me beijava, até que senti mais pressão nos dedos dele e percebi que estava me fazendo gozar. Eu me mexia de tão gostoso, mas com o abraço dele, não conseguia me mexer. Gozei de novo, escorrendo. Ele passou as mãos de novo pra limpar meus fluidos e, sem dizer nada, saiu do chuveiro, pegou uma toalha e saiu. Eu terminei de me enxaguar e saí, me enrolei na toalha e fui. Ele já estava se vestindo:
— Gostei do encontro, tô satisfeito. E você?
— Que bom, hehe... também tô satisfeita.
— O que você acha agora, depois de tudo?
— Bom, me senti confortável. Pensei que seria algo mais complicado, mas no final curti e me senti bem, hehe.
— Muito bem. Me passa seu número pra eu te chamar outro dia, se quiser o resto?
— Sim, quero sim. Me manda mensagem que eu confirmo.
Passei meu número, no final nos vestimos e ele me deixou na esquina da minha casa, porque era perigoso carregar tanto dinheiro. — "Bom, Alison, te mando mensagem depois."
— "Perfeito, até logo, tchau."
Me despedi dele com um beijo na boca, saí do carro e fui pra minha casa. Tava mais que feliz com todo o dinheiro que tinha. Entrei em casa e minha mãe perguntou por que eu tava tão cedo, e eu disse que terminei meu encontro antes. Eram 10 horas e eu costumava chegar um pouco mais tarde. Cheguei no meu quarto, guardei tudo, me deitei na cama e fiquei pensando no dia. Queria encontrar coisas negativas, mas tudo parecia ter me agradado. "Ele me fez sentir muito gostosa, não me senti desconfortável em nenhum momento." Acabei me convencendo de que gostei do trato com Francisco.
Um problema era que, se minha mãe visse de onde eu tava tirando tanto dinheiro, começaria a desconfiar. Então, dias depois, inventei que arrumei um trabalho numa cafeteria muito bonita. Ela fez mil perguntas, mas no final se convenceu. E desde então, tenho que chegar da escola, sair de casa pra ela pensar que tô trabalhando. Ia com minhas amigas e amigos pra outros lugares passear, mas às vezes ficava muito entediada.
Francisco me mandou mensagem e disse que no sábado seguinte queria me ver e me daria o resto. Já tinham passado duas semanas do nosso primeiro encontro. Eu disse que sábado tava perfeito:
— "Te vejo às duas da tarde na esquina da sua casa."
— "Perfeito."
Durante esses dias, comprei roupas e outras coisinhas. Tava tão feliz. Chegou o dia, saí da escola, tomei um banho bem caprichado e me despedi da minha mãe. Saí e esperei cinco minutos. Francisco chegou e me pegou:
— "Oi, Alison, tão gostosa como sempre."
— "Hehe, muito obrigada!"
Ele tava um pouco mais amigável comigo, e eu gostava disso. Me levou pra um hotel mais caro e mais bonito, com hidromassagem e outras coisas. Assim que vi o hotel, fiquei surpresa. Ele estacionou o carro e fomos pro quarto. Parece que Francisco já tinha ido ao hotel mais cedo, porque já tinha a chave do quarto. Era um lugar muito elegante. Assim que Entramos e tinha uma piscina média, azul bem forte. Subimos umas escadas e tinha uma cama meio grande, um barzinho e um sofá pequeno. Vi todas as coisas dele: a TV, o banheiro, que tinha uma jacuzzi.
— "Por que você chegou mais cedo?"
— "Trouxe umas coisas pra gente."
— "Mmm, tá bom, vale."
— "Tá gostando desse lugar?"
— "Siim, é muito lindo, nunca tinha estado num lugar assim."
Ele desceu as escadas e ligou alguma coisa que esquenta a água da piscina lá embaixo. Subiu e me disse:
— "Vem, tenho uma coisa pra você."
Eu segui ele, e ele me deu uma sacola muito bonita de alguma loja. Olhei pra ele, sorrindo, e ele falou:
— "Veste."
Peguei a sacola e tirei um biquíni muito bonito, mas bem provocante, vermelho.
— "Vi esse modelo e não pensei duas vezes: queria ver você com ele."
Eu tava encantada, adorei. Ele começou a tirar a camisa e o resto, enquanto dizia:
— "Veste, quero ver como fica em você."
Sem mais, começamos a nos despir ali no quarto. Ele tirou a cueca e o pau de elefante pulou pra fora, balançando pra todo lado. Eu, já pelada, comecei a vestir o biquíni e me senti muito gostosa com ele.
— "Tá gostando?"
— "Já tô excitado só de te ver."
Ele vestiu uma bermuda preta e chegou perto pra me dar um beijão. Me agarrou na bunda, e eu, tão excitada que tava, pus a mão no volume dele. Foi um agasalho danado. Ele me soltou e foi até uma geladeirinha no bar, pegou uma vodka e várias latas de cerveja. Eu, confusa, perguntei:
— "E isso tudo?!"
— "Vamos nos divertir, hehe."
Gostei da ideia. De qualquer forma, tava em boas mãos com ele por perto. Ele levou as coisas lá embaixo, na piscina, e me preparou um drink bem forte. Ficamos bebendo um tempo na piscina, e ele me tratava como se eu fosse a mina dele. De repente, me beijava, me apalpava, mas também conversava e me fazia rir às vezes. Realmente, eu... Me sentia confortável com ele. Conforme eu bebia e bebia cerveja, comecei a ficar um pouco tonta. Continuei bebendo até chegar um ponto na piscina em que já me sentia mais solta e comecei a ficar tonta. Ele percebeu que eu estava estranha e me levou para uns banquinhos de pedra que ficavam ao lado da piscina, com plantinhas e tudo, muito bonito. Ele sentou e mandou eu me ajoelhar:
— "Ajoelha e chupa minha pica" — foi bem explícito assim. Me ajoelhei e comecei a fazer o pau dele ficar durasso, mas eu começava a sentir um formigamento na minha buceta, não era desconfortável, mas me dava vontade de me tocar ou algo assim. Chupei com gosto, e ele, sentado, abriu os braços e começou a beber uma das cervejas enquanto eu ficava de joelhos chupando ele. Adorei a cena. Pegava com a mão e metia o que dava na boca, uma e outra vez. Acho que a bebedeira soltou meu lado safado e fiquei muito excitada. Ele também ficou louco, cada vez que eu virava pra olhar ele, dava pra ver que tava adorando. Por um momento, desci pra chupar as bolas dele, e cada uma cabia perfeita na minha boca. Tentei colocar as duas ao mesmo tempo, mas era meio difícil. Enfiava uma na boca e massageava com a língua, e terminava puxando até ela sair da minha boca:
— "Uff... faz isso de novo..." — Ele adorava que eu chupasse e puxasse as bolas dele com os lábios. Fiz isso, e elas já estavam todas babadas e penduradas por causa disso. Achei muito apetitoso como a bolsa das bolas dele segurava umas bolas enormes. Peguei elas com as mãos, era algo muito gostoso. Chupei a pica toda de novo enquanto massageava gostoso as bolas dele. Mas quanto mais eu me soltava, mais aquela sensação crescia na minha parte íntima, até que, vendo todo o sexo dele lubrificado, minha buceta deu um sinal claro de que já precisava meter. Levantei ele, e minha cara me denunciou quando ele me olhou:
— "... Ah, desculpa, quero que você meta logo em mim" — Ele me olhou com cara de surpreso e só apontou com a mão pro pau dele pra eu começar a usar. Fiquei de De costas, sentei nele, peguei o tronco do pau dele e apontei pra dentro de mim. Sentei e a curvatura do pau dele roçava muito por dentro, entrava e saía super fácil. Assim que meti, comecei a rebolar loucamente, já nem sentia vergonha de ele me ouvir gemer ou gritar. Ele segurou minha cintura com as mãos e começou a me levantar e abaixar. Francisco podia ver claramente como o pau dele entrava e saía de mim. Ele me soltou e disse:
— "Mexe você, mas devagar, bem devagar."
Fiz isso, dava uma sentada bem devagar e sentia meus lábios da buceta se agarrando no pau dele, e cada vez que tentava tirar, sentia meus lábios percorrendo o pau inteiro. Metia e meus lábios iam pra dentro conforme ele entrava. Ele também gostava, não só de sentir, mas de ver também:
— "Olha só que delícia, você tá me molhando toda, menina."
Gostei que ele disse isso e meu instinto sexy me fez ir pra trás, ficando minhas costas coladas no peito dele. Virei a cabeça pra olhar pra ele e ele começou a me beijar. A língua dele já não era tão sutil, lambia meus lábios e às vezes minhas bochechas. Aí senti uma das mãos dele começar a pegar num dos meus peitinhos, e a outra começou a esfregar meu clitóris enquanto ele tinha o pau dentro. A mão dele fazia meu corpo reagir, e cada vez que eu me mexia, sentia o pau dele dentro de mim roçando todas as minhas paredes. A mão dele amassando meu seio e a boca dele com a minha, abraçando minha língua com a dele. Eu tava presa, mas presa do jeito mais gostoso que alguém pode estar. Cada movimento mexia com algo dentro de mim.
Ele me pegou pelas coxas e me levantou um pouco com as duas mãos, meus pés tocando o banco, e aí eu não dava mais sentadas, mas agachadas. Eu me mexia como podia pra sentir ele lá dentro. Fiquei montando nele de costas e sentia muito claro o pau dele dentro de mim. Tava super gostoso até que ele disse que queria que eu gozasse. Não precisava falar, eu já queria gozar. Subia e descia no pau dele tão loucamente que já não sabia se era água ou suor que escorria pelo meu corpo. corpo, a mão dele foi pro meu clitóris e começou a esfregar bem gostoso, e eu comecei a sentir um orgasmo chegando. Por mais que eu me mexia e por mais que ele estivesse me tocando, sentia que meu orgasmo tava demorando pra chegar, mas senti aquela sensação e me deixava louca. Já tava gritando que queria gozar:
— "Uuuh, vai, vai, vai, vai, mais, mais, sim!"
Quando ele me ouviu, começou a se mexer também, e foi aí que senti um puta orgasmo na minha buceta. Me contorci tanto que até um dos meus pés escorregou do banco e deixei o outro cair, ficando pendurada no pau dele. Já toda gozada, ele me disse:
— "Ajoelha de novo, menina."
Me ajoelhei e minhas pernas tremiam demais. Ele se levantou do lugar, me pegou pelo cabelo e deu um puxão que me deixou mais tonta. Pegou o pau dele e meteu na minha boca, começou a foder minha boca, com a ponta chegando até minha garganta. Eu só aguentei sem vomitar por causa do pau dele e da cerveja. Dava pra ver na cara dele que ele tava excitadíssimo. Pegou minha cabeça com as duas mãos e violentou minha garganta, até que deu um puta rugido e senti ele encher minha boca de porra em cinco jatos:
— "Aaaagh, engole tudo, sua puta."
Foi assim, engoli tudo e senti uns dois gole de porra descendo na minha garganta. Ele soltou minha cabeça e sentou de novo, pegando a cerveja dele. Eu tava ajoelhada no chão, do lado da piscina, com a cara toda acabada e babando porra. Olhei pra ele e vi ele levantar o pé enorme dele, colocar no meu peito e me empurrar pra piscina, caindo de costas nela. Senti que tava me afogando, mas rapidinho subi à superfície e falei:
— "Que porra é essa?!"
Ouvi a água saindo dos meus ouvidos e também ouvi ele rindo alto:
— "Hahahaha... ei, foi uma brincadeira."
— "Senti que tava me afogando!"
— "Me desculpa, menina, foi só uma brincadeira."
— "Tá bom então." Olhando pra ele com uma cara de raiva falsa.
— "Pega mais uma cerveja, menina, ainda tem muitas."
Peguei outra cerveja e comecei a beber de novo, ele continuava sentado bebendo. Fora da piscina, e eu nadava com minha cerveja também, notei que ela se levantou e perguntei:
— "Ei, onde cê vai?"
— "Fazer xixi kkkk"
Eu, brincando, respondi:
— "Não vai não kkkk faz aqui dentro"
— "Kkkkkk tá bom então"
Eu tava me referindo a algo bem óbvio, que era ela entrar na piscina comigo e mijar dentro, mas vi como ela se posicionou na borda da piscina e começou a mijar de fora, achei muita graça e comecei a rir, mas pra ser sincera, me deu muito tesão e me excitou um pouco ver o pau dela mole mijando na piscina, não tirava os olhos enquanto ria. Ela terminou de soltar o líquido e veio na minha direção com o pênis gotejando urina, sentou na borda da piscina e eu me aproximei com um sorriso malicioso. Cheguei nela, ela abriu as pernas e, sem dizer nada, levei o pau mole dela até minha boca, senti na hora o gosto da urina misturado com minha própria saliva, engoli tudo aquilo. Me senti bem suja, e gostei, senti que nem toda vez podia me sentir assim, então aproveitei e deixei meu lado mais puta sair. Chupei com vontade, como se quisesse arrancar aquilo, mas mal conseguia ficar duro. Ela tirou da minha boca e entrou de vez na piscina, começou a me beijar de um jeito sujo, com a língua e os lábios grossos, me segurou pelas nádegas e começou a amassar tudo debaixo d'água. Depois dos beijos, continuamos bebendo e falando besteira, mas no meio da minha bebedeira ela perguntou:
— "Ei, com quantos cê já transou?"
Eu ri de vergonha e falei:
— "Por que essa pergunta?"
— "Só curiosidade"
— "Só com 3, incluindo você"
— "Hmm, bem pouquinho hehehe"
— "Ué, meus namorados kkkk, o que cê achou que era?"
— "Pelo jeito que cê se mexe com o pau dentro, achei que era mais"
— "É meu instinto kkkkkk e você?"
— "Kkkkkk sei lá, umas 10 talvez"
— "Hehehe cê viveu bem"
— "Não é como se eu transasse com alguém todo dia, mas sim curtir" Ele já tava visivelmente bêbado, bem pra caralho, me falou que tinha pago 24 horas do quarto, então a gente tinha até o dia seguinte, disse que tava cansado e pra gente ir pro quarto. Pegamos umas toalhas, nos secamos um pouco, ele subiu com as cervejas e eu subi primeiro. Tirei a toalha e me deitei pelada na cama, e ele também. Deixou a cerveja na mesa, tirou a toalha dele e se deitou comigo. Me perguntou o que eu queria fazer há tanto tempo, e eu, toda bêbada, falei:
— "O que você quiser"
Ele fez uma cara maliciosa e disse:
— "Vem cá, menina, senta na minha cara"
Eu, confusa, não entendi o que ele queria dizer, se era literalmente sentar na cara dele. Ele me fez levantar na cama, me segurou pelo quadril, eu ajudei um pouco e sentei nele. Senti todos os meus fluidos sujando o rosto dele, mas também senti a língua dele selvagem em toda a minha buceta. Me apoiei nos tornozelos dele e fiquei assim por um bom tempo. Ele me chupou toda, sem dúvida a língua dele conheceu de cima a baixo toda a minha buceta. Ele me levantou e disse:
— "Ok, é minha vez. Chupa a minha agora"
Sem dizer nada, me acomodei entre as pernas dele e, antes de colocar o pau dele na boca, ele disse:
— "Espera, espera. Quero que você chupe só minhas bolas, gosto do jeito que você faz"
Achei interessante, então só me concentrei em lamber as bolas dele, aquelas bolas lindas e grandes, raspadas. Passei a língua por todos os lados e sentia elas indo de um lado pro outro. Colocava uma na boca e lambia por dentro com a língua. Ele gemia gostoso pra caralho, dava pra ver que tava adorando. Tentava enfiar até a garganta, era uma sobremesa inteira. Tirava e levava a outra pra boca, deixando as duas completamente molhadas de saliva. Enfiava uma e puxava como se quisesse arrancar, ele gemia muito excitante. Quando quis olhar, notei que o pau dele já tava durasso e me impedia de ver o rosto dele. Me deitei do lado dele e ele me olhava com um olhar pervertido, e eu olhava pra ele com um sorriso lindo. Comecei a masturbar ele com minha mãozinha e comecei gemendo bem alto, continuei e continuei e notei como ele apertou forte uma das minhas nádegas e, ao fazer isso, o sêmen dele espirrou na barriga dele e na minha mão. Ele me deu um beijão e ficamos deitados um tempinho. Ele falou pra eu tomar banho e, quando entrei, ele entrou junto. Cada um se lavava de um lado, mas a toda hora ele passava a mão no meu corpo. Saímos, nos trocamos e ele me levou pra comer algo num restaurante bonito. Durante todo o trajeto, ele me tratou com carinho e de forma cavalheiresca. Me excitava ele ser um bruto na cama e um cavalheiro no dia a dia. Sem perceber, eu ria com ele sem ele nem falar nada engraçado, eu mesma pegava no braço dele, até dava vontade de beijá-lo de vez em quando. Contei umas coisas da escola, das minhas amigas e outras paradas, e ele prestava atenção. Eu curtia estar com ele. De volta ao hotel à noite, depois de umas horas na rua, ele estacionou o carro e fomos pro quarto. Assim que chegamos, subimos e eu falei:
— "Por favor, me come gostoso, tô com muita vontade."
Os olhos dele brilharam quando eu disse isso. Nós dois tiramos tudo e, quando terminei, me ajoelhei. Assim que ele soltou o pau, enfiei na boca na hora. Devorei até ele ficar durasso. Depois de uns minutos, fiquei toda putinha na cama e ele meteu de uma vez. Ele me comeu por um tempão, me colocou por cima, virou de lado, até eu gozar umas quatro vezes. Quando ele terminou, a gente dormiu. Lá pras três da manhã, acordei com vontade de mijar. Fui no banheiro, mijei e, quando voltei, vi ele dormindo profundamente. Sem querer, bateu uma vontade de chupar o pau dele de novo. Aí, brincando, me enfiei na cama e comecei a passar a língua no pau dele adormecido, até chupar tudo. Ele acordou confuso e, ao me ver chupando, riu, mas entrou na brincadeira. Pegava na minha cabeça e me fazia engasgar. Gozou na minha boca e, como um cum de boa noite, me deitei do lado dele e dormimos de novo. De manhã, já no fim da tarde, acordamos e, sem falar nada, montei nele e a gente transou. Deliciosamente, me deixou extasiada. Fiquei na cama e ele foi tomar banho. Depois acordei e fui eu tomar banho. Ele se trocou e eu também. Saímos do hotel e ele me levou pra casa. No caminho, falei pra ele:
— "Definitivamente, vou sentir sua falta."
— "Eu também, menina, demais."
— "Até semana que vem?" Falei com cara de triste.
— "Claro que sim, mas ó, não vai me cobrar todas as vezes que você chupou minha pica, vai?" Ele tinha razão, por um momento esqueci dos pagamentos e percebi que esses dias tava mais focada em dar o cu do que em dar o cu pra ganhar dinheiro. Antes de descer do carro, ele pegou a carteira e me deu cinco mil reais em notas. Meus olhos brilharam e fiquei feliz na hora, mais do que já tava. Agradeci muito e ele disse:
— "Não agradece, hahaha, é por isso que a gente faz o que faz." Dei um beijo nele, mas um beijo bem gostoso, como se fosse meu namorado.
— "Até semana que vem, hehehe." Desci do carro e fui pra casa. Cheguei super feliz e minha mãe perguntou onde eu tinha passado a noite. Falei que foi com uma amiga. Ela me viu tão feliz que nem imaginou que algo ruim tivesse acontecido.
Naquela semana, comprei o celular que tanto queria e exibi ele pra caralho. Comprei roupa e mais coisas. Tava tão feliz, mas quase o dia todo, todos os dias, tava com vontade de estar com o Francisco. E não só passar um tempo com ele, mas pra ele me fazer dele e me dar tantos orgasmos. De noite, eu me masturbava, mas precisava dele. Desesperada, fui numa sex shop. Quando entrei, procurei um dildo e vi um com o formato do Francisco. Comprei sem pensar duas vezes. E antes de sair, vi um conjunto muito sexy, daqueles de couro preto e outras coisinhas, e achei que o Francisco ia gostar. Comprei no meu tamanho e saí de lá.
Quando cheguei em casa, esperei minha mãe sair. Quando ela foi embora, tranquei meu quarto e experimentei o conjunto novo. Gostei muito de como fiquei, nunca tinha usado esse tipo de coisa. Tinha um buraco enorme atrás e deixava Exibi minha rabetinha, passou a semana e eu tava mais desesperada, falei com ele e combinamos de nos ver no sábado e também no domingo, e não na sexta porque ele estaria ocupado, acabei aceitando, nessa sexta eu poderia sair e fazer outras coisas. Continua na parte 2...
1 comentários - Assim que é ter um sugar daddy! (Parte 1)