Mario, o pediatra dos meus filhos, é um homem muito gostoso e sabe como dar prazer pras mulheres, principalmente pras mães dos seus pacientinhos.
Eu sou uma que curtiu com ele, no consultório dele.
Ficou aberta a possibilidade de novos gozos entre nós dois.
No começo, eu tinha vergonha de não conseguir mais ver ele só como o médico dos meus filhos, mas como um homem bem dotado e desejar o pau dele.
A vergonha não durou muito.
Um dia, levei um dos meus filhos ao consultório dele, sem nenhum mal-estar que justificasse. Como imaginei, ele se tocou e, na hora de nos despedirmos:
— Inês, amanhã às cinco no meu outro consultório, tenho amostras grátis de remédios pro menino e… pra você também, se quiser — ele sussurrou no meu ouvido
— Fechou! Onde fica?
— Na Viamonte 2xx5. Te espero.
No dia seguinte, saí uns minutos antes do escritório, avisando por telefone que ia demorar umas duas horas pra chegar em casa.
Por baixo do vestido de trabalho, discreto (mas fácil de tirar), eu tava de sutiã e uma lycra less, ambos pretos.
O táxi me deixou no endereço indicado.
É um motel, um hotel de encontros. Lá estava o Mario, me esperando.
A gente se olhou com olhos cheios de safadeza, ele me deu um beijo na boca:
— Vem, mamãe, reservei um período de 2 horas —
— Pra pegar os remédios? Não é muito?
— Nããão… Com certeza que não! Tenho uma chupeta gostosa pra você —
Assim que entramos no quarto, ele me deu um beijo na boca, e:
— Me desculpa um pouquinho — falou e foi pro banheiro.
Não fechou a porta. O barulho do xixi batendo na água do vaso não me pareceu de mau gosto, me trouxe à mente a imagem, nada desconhecida, da “mangueira” segurada pela mão do meu parceiro da hora e, também, uma coceira no meio das pernas.
Já de volta, do meu lado, ele me beijou de novo, passou a língua no meu pescoço, enquanto as mãos experientes dele soltavam o zíper do vestido pra, logo em seguida, tirá-lo de mim.
Depois do vestido, o sutiã caiu no chão.
Caí de costas na cama. Os lábios dele me beijam. Com paixão, as mãos dele apalpam meus seios. Logo em seguida, a boca e a língua dele estão nas minhas tetas, mordiscando e lambendo, me fazendo gemer.
Lábios e língua descem, passam pelo umbigo até meu púbis, ele afasta a calcinha fio-dental com os dedos, lambe a buceta, beija e chupa o clitóris… Me enlouquece de prazer. Finalmente, perco minha calcinha fio-dental preta e, nua, aproveito a língua dele, os lábios percorrendo minha pussy e dois dedos dentro dela, se movendo, procurando meus pontos de prazer.
Gozo do primeiro orgasmo dessa tarde. Acho que nunca minha cachorra esteve tão molhada.
Ele percebe que me fez gozar.
Fica de pé, me olha fixamente, afrouxa o cinto, abaixa o zíper e a calça, deixando à minha vista a cueca samba-canção inchada (o tecido parecia prestes a rasgar) por causa da verga enorme dele, ereta.
Dessa vez, a cueca é preta. Na “armadilha” no consultório era branca. As duas da mesma marca.
— Me dá meu pirulito gostoso, coração — falo, com uma mão sobre o volume.
Desço da cama, me ajoelho e, com a ajuda dele, a cueca cai no chão. Começo o boquete pelas bolas, depois lambo todo o comprimento, acaricio com minha língua a cabeça enorme que já está lubrificada. Enfio na boca, chupo, enquanto minhas mãos acariciam as bolas e o tronco cada vez mais duro.
Como da outra vez, com minha cabeça entre as mãos dele, ele impõe o ritmo do boquete. Também dessa vez não enche minha boca de porra. Tira o pau da minha boca e, de novo, caio de costas no colchão, e ele se ajoelha entre minhas pernas abertas de par em par.
Uma mão acaricia a buceta, brinca com o clitóris, a outra apoia a cabeça da rola na entrada do meu sexo:
— Me dá, por favorrrr! — consigo murmurar.
Sinto o pau duro, quente e grosso dele se abrindo caminho dentro de mim. É a primeira penetração e já estou vibrando de prazer.
— Você gosta dessa rola, boneca?
— Que pica gostosa você tem, me fode, vai…!
A deliciosa pica dele entra e sai. Eu tremo, aproveito e grito.
Enquanto ele mete e tira com força, eu Manoja com tesão. Deslumbrada de prazer, elogio a habilidade venérea dele, pergunto se é assim que ele fode a esposa. Ele se gaba:
– Ela e… várias mamães gostosas, igual você! –
Continua bombando com ritmo e me deliciando, gozo umas duas vezes e:
– Onde você quer que eu deixe a porra, mamãe linda? –
– Onde você quiser, amor! –.
Ele intensifica a bombada, as estocadas sacodem meus peitos amassados, sinto o jato de sêmen dentro de mim.
Nossos orgasmos são estrondosos e quase simultâneos.
Deitados, lado a lado, minha buceta escorre porra. O porco molha o dedo e lubrifica o buraquinho do meu cu.
– Daqui a pouco, essa vai pro de trás – balançando a piroca, sem vigor.
– O de trás eu guardo pra casa – respondo e vou pro banheiro me higienizar.
Na volta, vejo no chão a cueca preta dele. Recolho e mostro:
– Só usa essas cuecas? Da outra vez era branca. –
– Sim. São de marca e vendem em pacotes de três de cores variadas. Mais de 100 dólares o pacote. –
Olho pra peça com atenção e leio a marca, em letras grandes maiúsculas: TOMMY HILFINGER.
“O que eu li ali no consultório?” – penso e lembro que, obnubilada pelo tesão, tinha “visto”:
HILLFINGER TOMMY e traduzido pro português “Dedo na colina Tommy” e pensei que escondia um baita dedo = piroca!
Nada a ver!
Que maluquice uma boa piroca não faz a gente pensar!
É o nome do fundador da empresa de roupa masculina e feminina.
No resto do turno, o pediatra me empanturrou de prazer, paixão e esperma, com mais duas fodas.
Foi outro encontro de luxúria sem limites.
Temo que ele já é meu outro macho dominante. (Vai me foder quando quiser)
O primeiro, sem dúvida, é Carlos, meu marido.
Em casa à noite, Carlos, “gatilhado” pelo relato do meu segundo round com o pediatra, me “empombou” ardente e impetuoso com uma paixão superlativa, que poucas vezes curti, com ele ou com outro.
Nós nos amamos e adoro agradá-lo.
Ele também tem a Uns dias depois da minha segunda armadilha com o Mario, o pediatra, as cuecas dele TOMMY HILFINGER.
Como ele não usa boxer, só sunga, dei um pacote dessas pra ele. Cores: preto, branco e vermelho.
Eu sou uma que curtiu com ele, no consultório dele.
Ficou aberta a possibilidade de novos gozos entre nós dois.
No começo, eu tinha vergonha de não conseguir mais ver ele só como o médico dos meus filhos, mas como um homem bem dotado e desejar o pau dele.
A vergonha não durou muito.
Um dia, levei um dos meus filhos ao consultório dele, sem nenhum mal-estar que justificasse. Como imaginei, ele se tocou e, na hora de nos despedirmos:
— Inês, amanhã às cinco no meu outro consultório, tenho amostras grátis de remédios pro menino e… pra você também, se quiser — ele sussurrou no meu ouvido
— Fechou! Onde fica?
— Na Viamonte 2xx5. Te espero.
No dia seguinte, saí uns minutos antes do escritório, avisando por telefone que ia demorar umas duas horas pra chegar em casa.
Por baixo do vestido de trabalho, discreto (mas fácil de tirar), eu tava de sutiã e uma lycra less, ambos pretos.
O táxi me deixou no endereço indicado.
É um motel, um hotel de encontros. Lá estava o Mario, me esperando.
A gente se olhou com olhos cheios de safadeza, ele me deu um beijo na boca:
— Vem, mamãe, reservei um período de 2 horas —
— Pra pegar os remédios? Não é muito?
— Nããão… Com certeza que não! Tenho uma chupeta gostosa pra você —
Assim que entramos no quarto, ele me deu um beijo na boca, e:
— Me desculpa um pouquinho — falou e foi pro banheiro.
Não fechou a porta. O barulho do xixi batendo na água do vaso não me pareceu de mau gosto, me trouxe à mente a imagem, nada desconhecida, da “mangueira” segurada pela mão do meu parceiro da hora e, também, uma coceira no meio das pernas.
Já de volta, do meu lado, ele me beijou de novo, passou a língua no meu pescoço, enquanto as mãos experientes dele soltavam o zíper do vestido pra, logo em seguida, tirá-lo de mim.
Depois do vestido, o sutiã caiu no chão.
Caí de costas na cama. Os lábios dele me beijam. Com paixão, as mãos dele apalpam meus seios. Logo em seguida, a boca e a língua dele estão nas minhas tetas, mordiscando e lambendo, me fazendo gemer.
Lábios e língua descem, passam pelo umbigo até meu púbis, ele afasta a calcinha fio-dental com os dedos, lambe a buceta, beija e chupa o clitóris… Me enlouquece de prazer. Finalmente, perco minha calcinha fio-dental preta e, nua, aproveito a língua dele, os lábios percorrendo minha pussy e dois dedos dentro dela, se movendo, procurando meus pontos de prazer.
Gozo do primeiro orgasmo dessa tarde. Acho que nunca minha cachorra esteve tão molhada.
Ele percebe que me fez gozar.
Fica de pé, me olha fixamente, afrouxa o cinto, abaixa o zíper e a calça, deixando à minha vista a cueca samba-canção inchada (o tecido parecia prestes a rasgar) por causa da verga enorme dele, ereta.
Dessa vez, a cueca é preta. Na “armadilha” no consultório era branca. As duas da mesma marca.
— Me dá meu pirulito gostoso, coração — falo, com uma mão sobre o volume.
Desço da cama, me ajoelho e, com a ajuda dele, a cueca cai no chão. Começo o boquete pelas bolas, depois lambo todo o comprimento, acaricio com minha língua a cabeça enorme que já está lubrificada. Enfio na boca, chupo, enquanto minhas mãos acariciam as bolas e o tronco cada vez mais duro.
Como da outra vez, com minha cabeça entre as mãos dele, ele impõe o ritmo do boquete. Também dessa vez não enche minha boca de porra. Tira o pau da minha boca e, de novo, caio de costas no colchão, e ele se ajoelha entre minhas pernas abertas de par em par.
Uma mão acaricia a buceta, brinca com o clitóris, a outra apoia a cabeça da rola na entrada do meu sexo:
— Me dá, por favorrrr! — consigo murmurar.
Sinto o pau duro, quente e grosso dele se abrindo caminho dentro de mim. É a primeira penetração e já estou vibrando de prazer.
— Você gosta dessa rola, boneca?
— Que pica gostosa você tem, me fode, vai…!
A deliciosa pica dele entra e sai. Eu tremo, aproveito e grito.
Enquanto ele mete e tira com força, eu Manoja com tesão. Deslumbrada de prazer, elogio a habilidade venérea dele, pergunto se é assim que ele fode a esposa. Ele se gaba:
– Ela e… várias mamães gostosas, igual você! –
Continua bombando com ritmo e me deliciando, gozo umas duas vezes e:
– Onde você quer que eu deixe a porra, mamãe linda? –
– Onde você quiser, amor! –.
Ele intensifica a bombada, as estocadas sacodem meus peitos amassados, sinto o jato de sêmen dentro de mim.
Nossos orgasmos são estrondosos e quase simultâneos.
Deitados, lado a lado, minha buceta escorre porra. O porco molha o dedo e lubrifica o buraquinho do meu cu.
– Daqui a pouco, essa vai pro de trás – balançando a piroca, sem vigor.
– O de trás eu guardo pra casa – respondo e vou pro banheiro me higienizar.
Na volta, vejo no chão a cueca preta dele. Recolho e mostro:
– Só usa essas cuecas? Da outra vez era branca. –
– Sim. São de marca e vendem em pacotes de três de cores variadas. Mais de 100 dólares o pacote. –
Olho pra peça com atenção e leio a marca, em letras grandes maiúsculas: TOMMY HILFINGER.
“O que eu li ali no consultório?” – penso e lembro que, obnubilada pelo tesão, tinha “visto”:
HILLFINGER TOMMY e traduzido pro português “Dedo na colina Tommy” e pensei que escondia um baita dedo = piroca!
Nada a ver!
Que maluquice uma boa piroca não faz a gente pensar!
É o nome do fundador da empresa de roupa masculina e feminina.
No resto do turno, o pediatra me empanturrou de prazer, paixão e esperma, com mais duas fodas.
Foi outro encontro de luxúria sem limites.
Temo que ele já é meu outro macho dominante. (Vai me foder quando quiser)
O primeiro, sem dúvida, é Carlos, meu marido.
Em casa à noite, Carlos, “gatilhado” pelo relato do meu segundo round com o pediatra, me “empombou” ardente e impetuoso com uma paixão superlativa, que poucas vezes curti, com ele ou com outro.
Nós nos amamos e adoro agradá-lo.
Ele também tem a Uns dias depois da minha segunda armadilha com o Mario, o pediatra, as cuecas dele TOMMY HILFINGER.
Como ele não usa boxer, só sunga, dei um pacote dessas pra ele. Cores: preto, branco e vermelho.

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