Submetendo minhas irmãs
Capítulo III. De chuvas e tempestades.

Quarta-feira, 03:00 da manhãDepois do jantar de ontem, voltei pro meu quarto pra continuar estudando. Eu tento, tento e tento, mas simplesmente não consigo. Não consigo me concentrar! Aquela maldita Sila... Mas que porra tá acontecendo com ela?! Será que é prudente ir falar com ela? Perguntar o que ela tem?
Levanto da minha escrivaninha depois de suspender o computador.
Mamãe tá em casa... Lina pode chegar a qualquer hora...
Ando devagar, abro a porta do meu quarto...
O som dos ponteiros do relógio de parede no corredor ecoa na penumbra...
Vou andando em direção ao quarto da Sila...
Começa a dar pra ouvir o barulho das gotas de chuva. Desde quando tá chovendo?
Chego perto da porta. Será que devo bater? Tento entrar assim, na cara dura?
O som da chuva fica mais forte...
Coloco a mão na maçaneta da porta e começo a girá-la.
¡¡!!
O barulho forte de um raio interrompe o movimento da minha irmã. Tá vindo um furacão ou o quê, porra? É super estranho chover assim por essas bandas. Pretendo abrir de novo quando a maçaneta começa a se mexer sem eu fazer força. A porta se abriu e, por ela, apareceram uns olhinhos cativantes que ficaram me encarando com uma certa surpresa.
—O que você tá fazendo aqui? Bom, seja o que for, antes, vem, me ajuda, a água tá começando a vazar em cima da minha cama e quero reorganizar minhas coisas pra não molhar.
—Queria conversar com você. Dá pra gente conversar enquanto eu te ajudo?
—Sobre o que você quer falar? Bom, me conta daqui a pouco, tenho que ir no banheiro. Já volto.
—Ok.
Enquanto ela saía, eu entrava no quarto dela e começava a analisar como arrumar os móveis pra evitar que continuassem molhando, isso, e como organizar minhas ideias pra fazer as perguntas certas.
Começo a mover as coisas que estavam mais vulneráveis às goteiras enquanto continuo pensando.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Depois de alguns minutos, Sila ainda não voltou e eu já terminei de mexer nas coisas dela e colocar baldes onde a água está caindo.
Por que ela está demorando tanto? Será que eu devo ir procurá-la?
Lembro que quando éramos mais jovens, costumávamos passar as férias no campo. Nossa avó tinha um sítio bem afastado da sociedade, mas era um lugar muito bonito.
Naquela época, tanto Lina quanto Sila já estavam na puberdade e começavam a se preocupar com a aparência e com o que os outros pensavam delas.
Nossa família sempre foi muito classista, racista e, como nossa sociedade, pigmentocrática. Isso fazia com que sempre enchessem Lina de elogios e comentários bons, enquanto para Sila viviam dizendo que ela tinha que arrumar um namorado de pele clara para "melhorar a raça". Por causa desse tratamento da família, Sila começou a ter sérios problemas de autoestima. Isso culminou num dia em que estávamos no sítio jantando no aniversário de uma tia, e o marido dela soltou um comentário bem ofensivo, insinuando que Sila nunca conseguiria um namorado e morreria sozinha. Depois disso, ele disse na frente de todo mundo: "Pra que estudar? Se ela só consegue emprego de garçonete ou empregada". Depois de ouvir isso, ela saiu chorando e se trancou no quarto. À noite, escapou de lá em silêncio. Quando percebemos no dia seguinte que ela não estava em casa, saímos todos para procurá-la. Meu pai até ligou para o 911 pedindo ajuda na busca. Foram dois longos dias de procura. Eu devia ter uns sete anos na época, não sabia se ia vê-la de novo, me sentia muito triste, então fui procurá-la por conta própria. Entrei na mata pensando nas dificuldades que minha irmã poderia estar passando, morrendo de fome, sofrendo com os insetos que tanto a incomodam (e ainda incomodam), até cheguei a imaginá-la sendo atacada por animais selvagens. Que medo que eu senti! Enquanto a procurava, começou uma chuva tão forte quanto a que está caindo agora. O chão tá ficando escorregadio, o vento tava muito forte, os galhos das árvores balançando com uma agressividade danada. Por um instante, parei de pensar na minha irmã e me preocupei comigo mesmo, comecei a chorar e gritar. Por causa da chuva, já nem conseguia andar direito e escorreguei, caindo numa valeta pequena que me encheu de lama e que foi um parto sair por causa da água misturada com barro que corria ali. Quando me levantei e consegui ficar de pé, o barulho de um trovão ensurdeceu meus ouvidos (e todos os meus outros sentidos, por alguns instantes), foi aí que ouvi um grito desesperado. Reconheci a voz dela na hora e fui na direção. Onde ela tava? Não sabia, só reconheci de onde vinha o grito e tentei chegar o mais rápido possível. Quando cheguei, encontrei ela no chão, pelo visto também tinha escorregado na chuva e não conseguia se levantar. Ajudei ela a ficar de pé e um pouco a andar, porque ela tinha batido em alguma coisa ao cair e tava com dificuldade de se mexer. Juntos, procuramos abrigo da chuva, o que foi difícil sabendo que naquele lugar morava pouca gente. Finalmente, depois de uma hora andando naquelas condições, chegamos numa cabaninha. Sila me contou que foi ali que ela tinha ficado na noite em que fugiu, encontrou o lugar enquanto se escondia, fingindo estar perdida. A única coisa que ela queria era mostrar pra família o quanto doeria perder ela. Um chilique de uma menina insegura que tinha acabado de entrar na puberdade. Me vendo, o irmão mais novo, todo lambuzado de lama e molhado por causa da birra dela, decidiu que aquilo já tinha ido longe demais. Ficamos juntos naquela cabaninha abandonada até a chuva passar. Pelo visto, não estávamos muito longe do rancho, porque conseguimos voltar andando. Quando nos viram, a família ficou super feliz, embora, claro, Sila e eu não escapamos de sermos xingados e castigados por nos expormos ao perigo daquele jeito.
Voltando ao presente, um raio acabou de cair. Sonhando com grande intensidade. Onde diabos está a Sila e por que ela não volta?
Saio do quarto e vou até o banheiro. Ela deveria estar aí, não é?
Já na frente do banheiro, bato na porta.
— Sila, vamos, quanto tempo mais você vai demorar? Já terminei de arrumar suas coisas.
Segundos depois, não recebo resposta. Bato de novo, agora com mais insistência.
— Sila, caralho, responde!
Sem resposta. Tento abrir a porta. Ela deveria estar trancada, não?…Porra, não tem seguro. Porra, a Sila não tá aqui! Cadê ela?
Corro a cortina do banho desesperado e ela não tá lá.
O telefone! Isso, vou ligar pra ela.
Ligo……
…Porra! Pra que caralhos você tem telefone se não vai atender?!Outro raio.Já não aguento mais isso. Será que ele se atreveu a sair com essa chuva? Ou será que sim?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Espio pela janela da entrada principal da casa e vejo uma silhueta feminina debaixo da árvore na frente da nossa rua. Sua puta mãe. Será que você não tem um pingo de senso comum, Sila?
Vou até a entrada, abro a porta e saio correndo na direção dela.
Maldita Sila, te amo pra caralho. Por que você me faz passar por isso? Por que nunca me amou do jeito que eu te amo? Você é uma idiota! Você vai me pagar por isso de um jeito que você nem imagina! Vai me pagar por não se cuidar! Você é minha! Esqueceu disso? Você é minha… Você é minha Cila, minha putinha… Você não tem o direito de se descuidar assim! O que eu vou fazer se algo acontecer com a minha putinha?
Chego onde aquela silhueta feminina está parada e abraço ela por trás, envolvendo a cintura dela com minhas mãos e encostando meu rosto no ombro e pescoço dela. Meus olhos já estão lacrimejando. Ela também está chorando. Por que ela chora? Não entendo. Há pouco tempo não mostrava sinais de sentimentalismo. O que aconteceu nesse meio tempo? Ela começa a falar…
— O que você tem? O que está fazendo acordado a essa hora?
Não era a Sila a pessoa que eu estava abraçando. Era a Lina! Que porra é essa?
— Ah, Lina! Achei que era a Sila. O que você está fazendo aqui na chuva? Vamos pra dentro, você vai ficar doente!
Peguei a mão dela e arrastei ela pra dentro de casa.
Ao entrar, a luz da sala, que eu tinha acendido antes, me mostra uma Lina completamente encharcada, com uma roupa parecida com a que vi ela sair do hotel naquele dia.
— Nossa, como esse look fica bem em você, Lina, mas imagino que esse não seja o uniforme que você usa no escritório, né? Ou é?
Falo isso me fazendo de besta. A Lina está chorando, se eu ganhar a confiança dela com empatia, quem sabe eu consiga tirar algo proveitoso disso no final.
— Não sei pra que você se faz, filho da puta. Percebi muito bem que ontem você estava me seguindo.
Ela disse isso enquanto as lágrimas não paravam de escorrer pelo rosto dela.
Não sei o que dizer… Será que é uma boa ideia abraçar ela? Ela parece inconsolável. Vou abraçar ela.
— Olha, Lina, eu não sei o que você Você fez isso ou por que decidiu esconder, mas eu sei que você é minha irmã e que tá passando por um momento difícil agora. Não vou te julgar nem piorar sua vida. Pode me contar. O que que tá rolando com você?
Falo isso enquanto abraço ela com bastante força.
—Me mandaram embora, aqueles filhos da puta me mandaram embora. Me jogaram fora como se eu fosse o objeto mais descartável do mundo. Agüentei tanto abuso pra isso!
—Te mandaram embora? De onde te mandaram embora, Lani?
Entre soluços ela começa a falar, agora um pouco mais calma.
—Conheci um cara uns meses atrás. Parecia bem elegante e refinado, conheci ele no Tinder, o que posso dizer… Ele sempre foi muito cavalheiro, saímos algumas vezes. Contei pra ele como me sentia presa e sufocada morando aqui. Mamãe quase nunca tá em casa, mas não podemos contar nada pra ela, ela sempre mete o nariz no que a gente faz. Já tenho idade pra sair daqui, mas não consigo porque não arrumo um maldito emprego, e aí chega esse Dom Juan me dizendo que posso trabalhar com ele e ganhar uma grana boa pra depois irmos morar juntos…
—O cara era um cafetão?
—Também, mas além disso ele toca uma casa noturna, me contratou pra dançar lá, mas os planos dele eram me ter como puta dele e eu não aceitei. Por isso o filho da puta me chutou!
—Calma, Lani, não é o fim do mundo… Não é o fim do mundo.
—Sim, eu sei, mas o que vou falar pros nossos pais agora? Vou dizer que me mandaram embora do trampo no meu primeiro mês? Eles vão perguntar por quê!
—Ou… Você podia continuar mentindo pra eles…
—Ahã, sim, mas eles já não me dão dinheiro igual te dão e eu não vou mais receber grana, igual a Sila. Você quer que eu morra de fome ou fique morando aqui pra sempre enquanto saio de tarde pra procurar outro emprego?
—Tá, tá, chega, se o problema é o dinheiro… Acho que eu e a Sila podemos te ajudar…
—E como vocês vão me ajudar? O que vocês recebem mal dá pra cobrir os gastos normais de vocês, não é?
—Bom… Deixa eu falar com a Sila e depois te digo o que a gente pode fazer, por enquanto não se relaxa.
Dito isso, peguei uma bochecha dela com a mão e fiquei olhando nos olhos dela.
— Sabe, Lani? Eu gosto muito de você, você é minha irmã mais velha. Não entendo por que sente tanto desprezo por mim.
— Você é um idiota. Como quer que eu te trate se você vive me secando? Você é um doente!
— Te secando? Como é que é?
— Nem pense que não percebo como você me olha. Desde que começamos a crescer, vejo que você fica encarando minha bunda ou meus peitos. Até te peguei uns anos atrás fuçando na minha roupa íntima, mas me deu tanta vergonha que não falei nada.
Puta merda. Será que ela percebeu mesmo dessa vez?
Vamos, cérebro, pensa, você tá perdendo vantagem. Como a gente retoma o controle da discussão?
— Me perdoa, Lani… Você sabe, vocês são mais velhas que eu, com certeza passaram pela puberdade e tiveram essas curiosidades. Já cresci, Lani, já amadureci. Admito que você continua sendo extremamente gostosa pra mim. Claro que tem esse corpaço, e você sabe disso. Se não, não teria coragem de usar essas roupas que te deixam tão sexy.
— Pervertido, até numa situação dessas você me vê como um mero objeto de prazer. Não acredito que você é tão machista assim.
— Claro que não te vejo só assim, Lani. Você é minha irmã! Lani, a estudiosa. Lani, a primeira da turma. Lani, a responsável que cuidou de Sila e de mim quando nossos pais viajaram por um ano. Lani, a que aguenta mil cargas sem contar pra ninguém só pra não ser um peso. Lani, você é muito mais que seu corpo. Seu corpo é só um belo cartão de visita pra pessoa maravilhosa que você é.
Um sorriso começa a se formar no rosto dela. Será que ela acreditou mesmo? Caralho, às vezes eu sou um puta de um cara esperto.
— Ah… Você realmente pensa tudo isso de mim?
— Claro, Lani. Te admiro pra caralho, te amo demais.
A gente se olha fixamente e, aos poucos, eu me aproximo dela. Será que vou conseguir beijar os lábios dessa colegial com corpo de modelo cujas roupas Tão encharcadinhas assim?
Nossos lábios começam a se encontrar e…
—Ei! Muito obrigado por me ajudar com os móveis! Cadê você tinha se metido? Fui na cozinha preparar umas quesadillas pra gente jantar e quando voltei pro quarto você já não tava. Depois te procurei no seu quarto e também não tava lá. Saiu pra buscar a Lina?
Foi isso que a Lina disse enquanto chegava na sala vindo do corredor. Ao ouvir a voz dela, automaticamente nos separamos, eu e a Lina.
—Ah, sim, sim, vi que ela vinha na chuva e uns caras se aproximavam dela, então saí pra buscá-la.
—É, é. Eram só uns vagabundos, quando viram que eu não tava sozinha, se mandaram.
Finalmente, a Sila entra na sala.
—Ok, mas… Por que você tá com essa fantasia?
—Ah, isso? É… É…
—É que, a partir de agora, Sila, a Lina também vai participar das nossas sessões porque acabou de perder o emprego e vai ter que fazer o mesmo que você pra poder se mudar e morar sozinha.
—O quê?
—O quê?
As duas ficaram chocadas com a minha declaração.
Parece que vou ter que explicar pra ambas o que a outra faz.…Lina, depois de descobrir o que eu e a Sila andávamos fazendo, e o que agora estamos propondo pra ela, no começo ficou desconfiada e não muito feliz, mas quando viu o quanto a Sila tá ganhando com esse conteúdo, decidiu que vai tentar.
Combinamos de fazer uma sessão amanhã num hotel e fomos dormir.
Lina vai pro quarto dela e a Sila pro dela, mas eu, depois de entrar no meu, saio de novo na surdina e vou pro quarto da Sila. (Amanhã vou ter tempo de curtir a Lina, enquanto isso, tenho que fazer a minha putinha pagar por ter me deixado preocupado).
— Boa madrugada, putinha.
Falo enquanto entro no quarto dela e vejo ela tirando a roupa.
— Não íamos dormir?
Será que essa putinha ainda não entendeu o lugar dela?
Pego ela pelo queixo e puxo pra perto de mim.
— A gente dorme quando eu mandar, putinha.
— Tá… O… o que a sua putinha pode fazer por você?
— Assim que eu gosto. Só por isso já ganhou um beijo.
Falei isso mesmo estando morrendo de vontade de provar aqueles lábios tão doces e macios.
Enquanto a gente se beija, meu coração começa a acelerar, e parece que o dela também, porque a respiração dela fica cada vez mais forte e alta.
Minha língua começa a explorar a boca dela até encontrar a dela. Agora as duas línguas se tocam, dançam no ritmo dos nossos corações. Afasto o rosto e vejo um fio de saliva escorrendo da minha boca pra dela.
— Hoje vou ter que te castigar, Sila. Você me fez passar um perrengue danado.
— … Qual vai ser o meu castigo? Quer que eu te dê outro boquete de respeito?
Isso ela fala com um tesão danado. Dá pra ver que a putinha já tá no fogo.
— Não, não. Isso seria muito básico. Vai ser algo bem mais humilhante.
— Então o que você quer que a sua putinha faça pra pagar pelo erro dela?
— Primeiro, termina de tirar a roupa. Depois, fica de cócoras e abre a boca.
Ela faz o que eu mando e fica na posição. A putona me olha confusa, porque eu disse que não ia tomar um boquete. Mesmo assim, enfio meu pau na boca dela e começo a soltar a urina que tava segurando há um tempão.
Ela me olha com cara de nojo e tenta tirar a boca (fazendo um pouco da minha urina escorrer e respingar no corpo dela), mas seguro a cabeça dela, forçando ela a manter meu pau na boca e engolir a urina que sai do meu corpo.
Antes de terminar de mijar, solto a cabeça dela e termino de mijar nela.
Com uma voz irritada, mas bem baixa por causa do horário e da família em casa, ela me diz:
— Que porra é essa? Você é um puto nojento do caralho!
— É o que você merece por ser puta, é seu castigo e é melhor me agradecer.
Falo isso enquanto puxo ela pelo cabelo e a levo contra a parede pra segurar ela ali.
— Me agradece por te dar de beber, puta.
Parece que tô aplicando bastante força. Ela tá com uma cara de muito medo e os olhos começam a lacrimejar.
— … Obrigada por me dar de beber…
— Assim que eu gosto.
Ainda segurando ela pelo cabelo, deixo ela cair no chão.
— Amanhã a gente vai pro hotel com a Lina, é melhor você se comportar, putinha. Não esquece qual é o seu lugar.
Volto pro meu quarto enquanto a Lina continua no chão, toda mijada, humilhada e soluçando.
É o que ela ganha por não entender o papel dela. Amanhã eu vejo como fazer pra Lina saber de quem ela vai ser agora.
Vou dormir, já é tarde pra caralho. Provavelmente só vou conseguir dormir umas duas horas. Como será que a Sila vai agir comigo amanhã? Será que ela ficou puta de verdade? Não faço ideia, nem tô ligando. O que importa é que amanhã vou poder curtir ver essas duas putinhas juntas ao mesmo tempo e, quem sabe, consigo completar aquele beijo que não rolou com a Lina.
Fim.
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https://ko-fi.com/madseaVocê também pode me apoiar entrando no meu blog a partir deaqui.
Já está disponível o capítulo IV no meu blog!Você pode acessar a partir deaquiSe quiser ficar por dentro das minhas postagens, também pode me seguir no Twitter, onde apareço comoDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo..Muito obrigado por ler!
Capítulo III. De chuvas e tempestades.

Quarta-feira, 03:00 da manhãDepois do jantar de ontem, voltei pro meu quarto pra continuar estudando. Eu tento, tento e tento, mas simplesmente não consigo. Não consigo me concentrar! Aquela maldita Sila... Mas que porra tá acontecendo com ela?! Será que é prudente ir falar com ela? Perguntar o que ela tem?
Levanto da minha escrivaninha depois de suspender o computador.
Mamãe tá em casa... Lina pode chegar a qualquer hora...
Ando devagar, abro a porta do meu quarto...
O som dos ponteiros do relógio de parede no corredor ecoa na penumbra...
Vou andando em direção ao quarto da Sila...
Começa a dar pra ouvir o barulho das gotas de chuva. Desde quando tá chovendo?
Chego perto da porta. Será que devo bater? Tento entrar assim, na cara dura?
O som da chuva fica mais forte...
Coloco a mão na maçaneta da porta e começo a girá-la.
¡¡!!
O barulho forte de um raio interrompe o movimento da minha irmã. Tá vindo um furacão ou o quê, porra? É super estranho chover assim por essas bandas. Pretendo abrir de novo quando a maçaneta começa a se mexer sem eu fazer força. A porta se abriu e, por ela, apareceram uns olhinhos cativantes que ficaram me encarando com uma certa surpresa.
—O que você tá fazendo aqui? Bom, seja o que for, antes, vem, me ajuda, a água tá começando a vazar em cima da minha cama e quero reorganizar minhas coisas pra não molhar. —Queria conversar com você. Dá pra gente conversar enquanto eu te ajudo?
—Sobre o que você quer falar? Bom, me conta daqui a pouco, tenho que ir no banheiro. Já volto.
—Ok.
Enquanto ela saía, eu entrava no quarto dela e começava a analisar como arrumar os móveis pra evitar que continuassem molhando, isso, e como organizar minhas ideias pra fazer as perguntas certas.
Começo a mover as coisas que estavam mais vulneráveis às goteiras enquanto continuo pensando.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Depois de alguns minutos, Sila ainda não voltou e eu já terminei de mexer nas coisas dela e colocar baldes onde a água está caindo.
Por que ela está demorando tanto? Será que eu devo ir procurá-la?
Lembro que quando éramos mais jovens, costumávamos passar as férias no campo. Nossa avó tinha um sítio bem afastado da sociedade, mas era um lugar muito bonito.
Naquela época, tanto Lina quanto Sila já estavam na puberdade e começavam a se preocupar com a aparência e com o que os outros pensavam delas.
Nossa família sempre foi muito classista, racista e, como nossa sociedade, pigmentocrática. Isso fazia com que sempre enchessem Lina de elogios e comentários bons, enquanto para Sila viviam dizendo que ela tinha que arrumar um namorado de pele clara para "melhorar a raça". Por causa desse tratamento da família, Sila começou a ter sérios problemas de autoestima. Isso culminou num dia em que estávamos no sítio jantando no aniversário de uma tia, e o marido dela soltou um comentário bem ofensivo, insinuando que Sila nunca conseguiria um namorado e morreria sozinha. Depois disso, ele disse na frente de todo mundo: "Pra que estudar? Se ela só consegue emprego de garçonete ou empregada". Depois de ouvir isso, ela saiu chorando e se trancou no quarto. À noite, escapou de lá em silêncio. Quando percebemos no dia seguinte que ela não estava em casa, saímos todos para procurá-la. Meu pai até ligou para o 911 pedindo ajuda na busca. Foram dois longos dias de procura. Eu devia ter uns sete anos na época, não sabia se ia vê-la de novo, me sentia muito triste, então fui procurá-la por conta própria. Entrei na mata pensando nas dificuldades que minha irmã poderia estar passando, morrendo de fome, sofrendo com os insetos que tanto a incomodam (e ainda incomodam), até cheguei a imaginá-la sendo atacada por animais selvagens. Que medo que eu senti! Enquanto a procurava, começou uma chuva tão forte quanto a que está caindo agora. O chão tá ficando escorregadio, o vento tava muito forte, os galhos das árvores balançando com uma agressividade danada. Por um instante, parei de pensar na minha irmã e me preocupei comigo mesmo, comecei a chorar e gritar. Por causa da chuva, já nem conseguia andar direito e escorreguei, caindo numa valeta pequena que me encheu de lama e que foi um parto sair por causa da água misturada com barro que corria ali. Quando me levantei e consegui ficar de pé, o barulho de um trovão ensurdeceu meus ouvidos (e todos os meus outros sentidos, por alguns instantes), foi aí que ouvi um grito desesperado. Reconheci a voz dela na hora e fui na direção. Onde ela tava? Não sabia, só reconheci de onde vinha o grito e tentei chegar o mais rápido possível. Quando cheguei, encontrei ela no chão, pelo visto também tinha escorregado na chuva e não conseguia se levantar. Ajudei ela a ficar de pé e um pouco a andar, porque ela tinha batido em alguma coisa ao cair e tava com dificuldade de se mexer. Juntos, procuramos abrigo da chuva, o que foi difícil sabendo que naquele lugar morava pouca gente. Finalmente, depois de uma hora andando naquelas condições, chegamos numa cabaninha. Sila me contou que foi ali que ela tinha ficado na noite em que fugiu, encontrou o lugar enquanto se escondia, fingindo estar perdida. A única coisa que ela queria era mostrar pra família o quanto doeria perder ela. Um chilique de uma menina insegura que tinha acabado de entrar na puberdade. Me vendo, o irmão mais novo, todo lambuzado de lama e molhado por causa da birra dela, decidiu que aquilo já tinha ido longe demais. Ficamos juntos naquela cabaninha abandonada até a chuva passar. Pelo visto, não estávamos muito longe do rancho, porque conseguimos voltar andando. Quando nos viram, a família ficou super feliz, embora, claro, Sila e eu não escapamos de sermos xingados e castigados por nos expormos ao perigo daquele jeito.
Voltando ao presente, um raio acabou de cair. Sonhando com grande intensidade. Onde diabos está a Sila e por que ela não volta?
Saio do quarto e vou até o banheiro. Ela deveria estar aí, não é?
Já na frente do banheiro, bato na porta.
— Sila, vamos, quanto tempo mais você vai demorar? Já terminei de arrumar suas coisas.
Segundos depois, não recebo resposta. Bato de novo, agora com mais insistência.
— Sila, caralho, responde!
Sem resposta. Tento abrir a porta. Ela deveria estar trancada, não?…Porra, não tem seguro. Porra, a Sila não tá aqui! Cadê ela?
Corro a cortina do banho desesperado e ela não tá lá.
O telefone! Isso, vou ligar pra ela.
Ligo……
…Porra! Pra que caralhos você tem telefone se não vai atender?!Outro raio.Já não aguento mais isso. Será que ele se atreveu a sair com essa chuva? Ou será que sim?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Espio pela janela da entrada principal da casa e vejo uma silhueta feminina debaixo da árvore na frente da nossa rua. Sua puta mãe. Será que você não tem um pingo de senso comum, Sila?
Vou até a entrada, abro a porta e saio correndo na direção dela.
Maldita Sila, te amo pra caralho. Por que você me faz passar por isso? Por que nunca me amou do jeito que eu te amo? Você é uma idiota! Você vai me pagar por isso de um jeito que você nem imagina! Vai me pagar por não se cuidar! Você é minha! Esqueceu disso? Você é minha… Você é minha Cila, minha putinha… Você não tem o direito de se descuidar assim! O que eu vou fazer se algo acontecer com a minha putinha?
Chego onde aquela silhueta feminina está parada e abraço ela por trás, envolvendo a cintura dela com minhas mãos e encostando meu rosto no ombro e pescoço dela. Meus olhos já estão lacrimejando. Ela também está chorando. Por que ela chora? Não entendo. Há pouco tempo não mostrava sinais de sentimentalismo. O que aconteceu nesse meio tempo? Ela começa a falar…
— O que você tem? O que está fazendo acordado a essa hora?
Não era a Sila a pessoa que eu estava abraçando. Era a Lina! Que porra é essa?
— Ah, Lina! Achei que era a Sila. O que você está fazendo aqui na chuva? Vamos pra dentro, você vai ficar doente!
Peguei a mão dela e arrastei ela pra dentro de casa.
Ao entrar, a luz da sala, que eu tinha acendido antes, me mostra uma Lina completamente encharcada, com uma roupa parecida com a que vi ela sair do hotel naquele dia.
— Nossa, como esse look fica bem em você, Lina, mas imagino que esse não seja o uniforme que você usa no escritório, né? Ou é?
Falo isso me fazendo de besta. A Lina está chorando, se eu ganhar a confiança dela com empatia, quem sabe eu consiga tirar algo proveitoso disso no final.
— Não sei pra que você se faz, filho da puta. Percebi muito bem que ontem você estava me seguindo.
Ela disse isso enquanto as lágrimas não paravam de escorrer pelo rosto dela.
Não sei o que dizer… Será que é uma boa ideia abraçar ela? Ela parece inconsolável. Vou abraçar ela.
— Olha, Lina, eu não sei o que você Você fez isso ou por que decidiu esconder, mas eu sei que você é minha irmã e que tá passando por um momento difícil agora. Não vou te julgar nem piorar sua vida. Pode me contar. O que que tá rolando com você?
Falo isso enquanto abraço ela com bastante força.
—Me mandaram embora, aqueles filhos da puta me mandaram embora. Me jogaram fora como se eu fosse o objeto mais descartável do mundo. Agüentei tanto abuso pra isso!
—Te mandaram embora? De onde te mandaram embora, Lani?
Entre soluços ela começa a falar, agora um pouco mais calma.
—Conheci um cara uns meses atrás. Parecia bem elegante e refinado, conheci ele no Tinder, o que posso dizer… Ele sempre foi muito cavalheiro, saímos algumas vezes. Contei pra ele como me sentia presa e sufocada morando aqui. Mamãe quase nunca tá em casa, mas não podemos contar nada pra ela, ela sempre mete o nariz no que a gente faz. Já tenho idade pra sair daqui, mas não consigo porque não arrumo um maldito emprego, e aí chega esse Dom Juan me dizendo que posso trabalhar com ele e ganhar uma grana boa pra depois irmos morar juntos…
—O cara era um cafetão?
—Também, mas além disso ele toca uma casa noturna, me contratou pra dançar lá, mas os planos dele eram me ter como puta dele e eu não aceitei. Por isso o filho da puta me chutou!
—Calma, Lani, não é o fim do mundo… Não é o fim do mundo.
—Sim, eu sei, mas o que vou falar pros nossos pais agora? Vou dizer que me mandaram embora do trampo no meu primeiro mês? Eles vão perguntar por quê!
—Ou… Você podia continuar mentindo pra eles…
—Ahã, sim, mas eles já não me dão dinheiro igual te dão e eu não vou mais receber grana, igual a Sila. Você quer que eu morra de fome ou fique morando aqui pra sempre enquanto saio de tarde pra procurar outro emprego?
—Tá, tá, chega, se o problema é o dinheiro… Acho que eu e a Sila podemos te ajudar…
—E como vocês vão me ajudar? O que vocês recebem mal dá pra cobrir os gastos normais de vocês, não é?
—Bom… Deixa eu falar com a Sila e depois te digo o que a gente pode fazer, por enquanto não se relaxa.
Dito isso, peguei uma bochecha dela com a mão e fiquei olhando nos olhos dela.
— Sabe, Lani? Eu gosto muito de você, você é minha irmã mais velha. Não entendo por que sente tanto desprezo por mim.
— Você é um idiota. Como quer que eu te trate se você vive me secando? Você é um doente!
— Te secando? Como é que é?
— Nem pense que não percebo como você me olha. Desde que começamos a crescer, vejo que você fica encarando minha bunda ou meus peitos. Até te peguei uns anos atrás fuçando na minha roupa íntima, mas me deu tanta vergonha que não falei nada.
Puta merda. Será que ela percebeu mesmo dessa vez?
Vamos, cérebro, pensa, você tá perdendo vantagem. Como a gente retoma o controle da discussão?
— Me perdoa, Lani… Você sabe, vocês são mais velhas que eu, com certeza passaram pela puberdade e tiveram essas curiosidades. Já cresci, Lani, já amadureci. Admito que você continua sendo extremamente gostosa pra mim. Claro que tem esse corpaço, e você sabe disso. Se não, não teria coragem de usar essas roupas que te deixam tão sexy.
— Pervertido, até numa situação dessas você me vê como um mero objeto de prazer. Não acredito que você é tão machista assim.
— Claro que não te vejo só assim, Lani. Você é minha irmã! Lani, a estudiosa. Lani, a primeira da turma. Lani, a responsável que cuidou de Sila e de mim quando nossos pais viajaram por um ano. Lani, a que aguenta mil cargas sem contar pra ninguém só pra não ser um peso. Lani, você é muito mais que seu corpo. Seu corpo é só um belo cartão de visita pra pessoa maravilhosa que você é.
Um sorriso começa a se formar no rosto dela. Será que ela acreditou mesmo? Caralho, às vezes eu sou um puta de um cara esperto.
— Ah… Você realmente pensa tudo isso de mim?
— Claro, Lani. Te admiro pra caralho, te amo demais.
A gente se olha fixamente e, aos poucos, eu me aproximo dela. Será que vou conseguir beijar os lábios dessa colegial com corpo de modelo cujas roupas Tão encharcadinhas assim?
Nossos lábios começam a se encontrar e…
—Ei! Muito obrigado por me ajudar com os móveis! Cadê você tinha se metido? Fui na cozinha preparar umas quesadillas pra gente jantar e quando voltei pro quarto você já não tava. Depois te procurei no seu quarto e também não tava lá. Saiu pra buscar a Lina?
Foi isso que a Lina disse enquanto chegava na sala vindo do corredor. Ao ouvir a voz dela, automaticamente nos separamos, eu e a Lina.
—Ah, sim, sim, vi que ela vinha na chuva e uns caras se aproximavam dela, então saí pra buscá-la.
—É, é. Eram só uns vagabundos, quando viram que eu não tava sozinha, se mandaram.
Finalmente, a Sila entra na sala.
—Ok, mas… Por que você tá com essa fantasia?
—Ah, isso? É… É…
—É que, a partir de agora, Sila, a Lina também vai participar das nossas sessões porque acabou de perder o emprego e vai ter que fazer o mesmo que você pra poder se mudar e morar sozinha.
—O quê?
—O quê?
As duas ficaram chocadas com a minha declaração.
Parece que vou ter que explicar pra ambas o que a outra faz.…Lina, depois de descobrir o que eu e a Sila andávamos fazendo, e o que agora estamos propondo pra ela, no começo ficou desconfiada e não muito feliz, mas quando viu o quanto a Sila tá ganhando com esse conteúdo, decidiu que vai tentar.
Combinamos de fazer uma sessão amanhã num hotel e fomos dormir.
Lina vai pro quarto dela e a Sila pro dela, mas eu, depois de entrar no meu, saio de novo na surdina e vou pro quarto da Sila. (Amanhã vou ter tempo de curtir a Lina, enquanto isso, tenho que fazer a minha putinha pagar por ter me deixado preocupado).
— Boa madrugada, putinha.
Falo enquanto entro no quarto dela e vejo ela tirando a roupa.
— Não íamos dormir?
Será que essa putinha ainda não entendeu o lugar dela?
Pego ela pelo queixo e puxo pra perto de mim.
— A gente dorme quando eu mandar, putinha.
— Tá… O… o que a sua putinha pode fazer por você?
— Assim que eu gosto. Só por isso já ganhou um beijo.
Falei isso mesmo estando morrendo de vontade de provar aqueles lábios tão doces e macios.
Enquanto a gente se beija, meu coração começa a acelerar, e parece que o dela também, porque a respiração dela fica cada vez mais forte e alta.
Minha língua começa a explorar a boca dela até encontrar a dela. Agora as duas línguas se tocam, dançam no ritmo dos nossos corações. Afasto o rosto e vejo um fio de saliva escorrendo da minha boca pra dela.
— Hoje vou ter que te castigar, Sila. Você me fez passar um perrengue danado.
— … Qual vai ser o meu castigo? Quer que eu te dê outro boquete de respeito?
Isso ela fala com um tesão danado. Dá pra ver que a putinha já tá no fogo.
— Não, não. Isso seria muito básico. Vai ser algo bem mais humilhante.
— Então o que você quer que a sua putinha faça pra pagar pelo erro dela?
— Primeiro, termina de tirar a roupa. Depois, fica de cócoras e abre a boca.
Ela faz o que eu mando e fica na posição. A putona me olha confusa, porque eu disse que não ia tomar um boquete. Mesmo assim, enfio meu pau na boca dela e começo a soltar a urina que tava segurando há um tempão.
Ela me olha com cara de nojo e tenta tirar a boca (fazendo um pouco da minha urina escorrer e respingar no corpo dela), mas seguro a cabeça dela, forçando ela a manter meu pau na boca e engolir a urina que sai do meu corpo.
Antes de terminar de mijar, solto a cabeça dela e termino de mijar nela. Com uma voz irritada, mas bem baixa por causa do horário e da família em casa, ela me diz:
— Que porra é essa? Você é um puto nojento do caralho!
— É o que você merece por ser puta, é seu castigo e é melhor me agradecer.
Falo isso enquanto puxo ela pelo cabelo e a levo contra a parede pra segurar ela ali.
— Me agradece por te dar de beber, puta.
Parece que tô aplicando bastante força. Ela tá com uma cara de muito medo e os olhos começam a lacrimejar.
— … Obrigada por me dar de beber…
— Assim que eu gosto.
Ainda segurando ela pelo cabelo, deixo ela cair no chão.
— Amanhã a gente vai pro hotel com a Lina, é melhor você se comportar, putinha. Não esquece qual é o seu lugar.
Volto pro meu quarto enquanto a Lina continua no chão, toda mijada, humilhada e soluçando.
É o que ela ganha por não entender o papel dela. Amanhã eu vejo como fazer pra Lina saber de quem ela vai ser agora.
Vou dormir, já é tarde pra caralho. Provavelmente só vou conseguir dormir umas duas horas. Como será que a Sila vai agir comigo amanhã? Será que ela ficou puta de verdade? Não faço ideia, nem tô ligando. O que importa é que amanhã vou poder curtir ver essas duas putinhas juntas ao mesmo tempo e, quem sabe, consigo completar aquele beijo que não rolou com a Lina.
Fim.
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Já está disponível o capítulo IV no meu blog!Você pode acessar a partir deaquiSe quiser ficar por dentro das minhas postagens, também pode me seguir no Twitter, onde apareço comoDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo..Muito obrigado por ler!
4 comentários - Sometiendo a mis hermanas (III)
Que las trate como princesas (o bien) afuera de la cama estaba llendo muy bien y dentro de la cama que las trate como sus putas sería lo ideal.