Disciplina da mamãe 14

Passei o resto do dia com o dispositivo de castidade. A sensação que ele me causava era estranha, era como se meus genitais estivessem coçando,… por outro lado, me dava um novo tipo de excitação por estar ainda mais controlado pela mamãe. Durante o dia todo, fiz as tarefas de casa sob o olhar atento da mamãe e, de vez em quando, desviava o olhar para o decote dela, onde pendia a corrente com a chave do cadeado. A atitude da mamãe também estava diferente do normal. Normalmente, ela era safada, provocante,… mas carinhosa. Naquele dia, porém, ela se comportava de um jeito mais autoritário e sério do que de costume. Naquele dia não teve sexo nenhum, e ela simplesmente mandou eu dormir aos pés da cama dela. (…) Na manhã seguinte, minha rotina se repetiu: limpeza, cozinha,… tudo enquanto a mamãe me observava e dava instruções, me ameaçando com um castigo severo se eu não fizesse tudo perfeitamente. -Além de ser uma putinha degenerada, vou fazer de você uma boa dona de casa. - Ela disse enquanto eu esfregava e limpava. Só foi à noite, depois do jantar, que a mamãe mandou eu ir para o quarto dela. Ela me amarrou na cama de barriga pra cima, braços e pernas, em cruz, completamente imobilizado. Eu estava nu, exceto pelo dispositivo de castidade. Ela vestia uma sexy camisola de alcinha de seda rosa, com rendas pretas. O decote generoso não só mostrava os peitões enormes dela, mas também a corrente com a chave da minha liberdade genital. -Você quer que eu tire a gaiola? – Ela perguntou com uma atitude provocante. -Por favor. – Supliquei. Ela simplesmente começou a percorrer meu corpo com os lábios, me beijando suavemente o peito e a barriga. Desceu ainda mais pelo meu corpo e lambeu o plástico. Meu pau começou a bombear sangue, mas ficou preso. Gemi de prazer, de raiva, de frustração,… Ela continuou passando a ponta da língua por todo o meu corpo. De vez em quando, parava e procurava meu olhar. -Você vai ser uma putinha obediente? – -Sim – Respondi. Ela tirou a corrente e balançou a chave na frente dos meus olhos. Abriu o cadeado e removeu o dispositivo. Em apenas alguns segundos, meu pau já estava totalmente duro. — Não passaram nem dois dias sem brincar e você já está assim… sua putinha virgem… — Disse mamãe, pegando no meu pau e começando a bater uma punheta devagar. Eu gemi de prazer. — Acho que você sabe que, se gozar sem permissão, vai sofrer de verdade… — Ela deixou a ameaça no ar e me deu alguns segundos para minha mente imaginar os castigos mais terríveis. — Vamos limpar essa piroca suja. — Mamãe pegou umas lenços umedecidos e começou a massagear meus genitais com eles, suave mas firme. Cada carinho dela provocava sensações terríveis e deliciosas. — Mamãe vai terminar de limpar a piroca virgem com um pouco da saliva dela. — Ela entreabriu a boca e deixou cair um cuspe que foi parar na ponta da minha cabecinha inchada. Antes que a gravidade levasse ele por todo o tronco, mamãe aproximou o rosto e lambeu a própria saliva com a ponta da língua. Ela percorreu todo o meu pau, lambendo, chupando, beijando… com gosto. — É uma pena que você não tem permissão para gozar. — Ela zombou antes de colocar um dos meus testíbooties na boca e chupá-lo. Finalmente, ela afastou o rosto da minha buceta e foi a mão dela que agarrou meus testíbooties. Ela beijou meu pescoço e meus lábios, a língua dela penetrou quase até minha garganta. Eu estava ofegante, tesudo, esperando que mamãe me desse o tão desejado orgasmo. Aproveitando minha boca entreaberta, mamãe cuspiu dentro dela. — Você é uma foxy… Quer gozar? — Sim… por favor… — Ela bateu punheta, apertou meus testíbooties, brincou com a mão e os dedos por todos os meus genitais. — Diz o que você é, diz de quem você é… — Eu sou uma puta. — Eu me humilhei. — Sou sua putinha virgem… — Repeti como um mantra, uma e outra vez. Ela continuava batendo punheta e, quando sentia que eu estava no limite, parava os carinhos. Continuava cuspindo na minha boca e eu recebia a saliva dela como o líquido mais doce do mundo. Continuava me insultando, me chamando de foxy, me obrigando a repetir isso uma e outra vez… Não sei quantas vezes estive prestes a gozar nem quanto tempo passou, mas mamãe, de De repente, paro todos os carinhos. —Muito bem, acho que já está na hora de trancar a franguinha virgem… —Não, por favor… — Eu chorei. —Minha putinha chorona… hoje não tem gozada. — Saiu do quarto e voltou com duas sacolas de gelo. Prendeu meu pau duro entre elas. O frio, a dor… foram quase indescritíveis, e eu continuei implorando, chorando… mas mamãe não disse mais nada. Simplesmente esperou o gelo fazer efeito e, quando meu pau estava murcho e enrugado, colocou de novo o dispositivo de castidade. Me desamarrou da cama e se deitou nela. Baixou a calcinha por cima do roupão e abriu as pernas, mostrando a buceta peluda brilhando de tesão. —Agora seja uma boa raposinha e chupa minha xoxota… vamos. — Engoli meu orgulho e me inclinei pra buceta dela. Lambi de cima a baixo, beijei, brinquei com o clitóris e saboreei os sucos. Tentei me concentrar, mas estava muito excitado, nervoso, tenso… Mamãe percebeu que eu não tava chupando a xoxota dela com minha habilidade de sempre. —Faz direito, raposinha, se não quiser dormir com umas boas cintadas de cinto. — A ameaça funcionou e me esforcei mais. Finalmente, mamãe tensionou o corpo e da buceta dela jorrou a umidade do orgasmo. Com um puxão de cabelo, me levou até ela, até o rosto e os lábios dela, que me beijaram e lamberam minhas lágrimas. —Pobre putinha… Agora você começa a entender… e nem sabe tudo o que ainda te espera. Finalmente, fui me acalmando e acabei dormindo depois de um bom tempo nos braços dela. Meu sono, porém, foi inquieto, com medo do que mamãe tinha planejado pra mim. (…) A primeira coisa que fiz na manhã seguinte foi chupar de novo a buceta da mamãe até ela gozar na minha boca entre gemidos e suspiros profundos. —Vamos… não seja uma raposinha preguiçosa. — Ela disse antes de se vestir e colocar em mim uma calcinha por cima do dispositivo de castidade. — Hoje, além das suas tarefas de casa, vamos começar seu plano de estudos. — Como tínhamos combinado, eu estudaria em casa e no fim do ano faria as provas. A casa tava bem limpa e minha mãe quase não me fez fazer mais tarefas, e rapidinho a gente começou a sessão de estudo. Ela era uma professora exigente. Depois que eu errei uns problemas de matemática, ela não hesitou em usar o poder e a autoridade dela e me mandou pro quarto de castigo, onde levei uma surra dura de cinto. Pra ser justo, não é que eu fosse especialmente ruim ou os problemas fossem difíceis, eu só tava excitado demais, ansioso e frustrado pra me concentrar totalmente no que tava fazendo. Finalmente o dia passou e depois do jantar, minha mãe foi pro quarto dela enquanto eu arrumava tudo. Quando cheguei no quarto, ela tava usando um conjunto de sutiã e calcinha pretos, além do arnês de cinto. — Mamãe vai arrebentar teu rabo. — Ela simplesmente apontou pra cama, onde eu fiquei de quatro. Ela também colocou a mordaça em mim. — Não quero te ouvir. — Foi a única coisa que ela disse. Senti a saliva da minha mãe escorrendo pelo meu cu, os dedos dela mexendo lá dentro, me preparando pra ser duramente sodomizado. Não demorou pra ela me penetrar, primeiro devagar pra pegar o ritmo. — Eu só mordia a mordaça mais forte a cada estocada dela. Meu pau lutava inutilmente pra sair do dispositivo de castidade numa batalha que já tava perdida de antemão. Minha mãe nem parecia querer me dar o alívio de soltar meu pau. — Pobrezinha da putinha, quer que eu te solte? Acho que essa noite você vai ficar bem trancadinho. — As provocações dela despertaram em mim um orgulho que eu achava que tinha perdido há muito tempo, mas inútil, eu só mordia a mordaça com raiva enquanto minha mãe continuava me comendo pelo cu. Finalmente ela parou e tirou a mordaça de mim. Enquanto tirava o arnês, ela disse: — Agora seja uma boa putinha e come minha buceta. — Ela abaixou a calcinha, mas em vez de me jogar no sexo dela como sempre, cometi o erro de reclamar, todo irritado como eu tava. — É injusto, mãe… por favor… tira esse dispositivo de mim. — O rosto dela ficou vermelho de raiva. — Injusto? Sua putinha degenerada. — Ela me deu um tapa forte. — Cê tem coragem de reclamar, a descumprir uma das minhas ordens? Agora você vai ver o que é injustiça. – Mamãe amarrou minhas mãos atrás das costas e tirou o dispositivo de castidade. Uma ereção enorme apareceu na hora. – Olha que putinha você é. Disse ela apontando pro meu pau enquanto, me arrastava até o banheiro. Lá, me jogou na banheira com violência. Ela ficou de pé em cima de mim com as pernas abertas e levemente flexionadas. Da buceta dela não demorou a sair o líquido dourado da urina. Ela mijou em mim inteiro, cara e boca, peito e barriga, pernas e genitais,… Me senti enojado, humilhado, puto, furioso, sujo,… mas continuava de pau duro e tesudo. Quando terminou, me amordaçou de novo, sem me tirar da banheira. – Essa noite você vai ficar assim, sujo como a putinha suja que é, dormindo amarrado na banheira. Espero que entenda bem as consequências de não cumprir qualquer uma das minhas ordens na hora. Apagou a luz e saiu dando um baita portão. Chorei e demorei muito pra pegar no sono,… (…) O jato do chuveiro com água gelada me acordou de manhã. – Hora de se lavar direito,… espero que tenha pensado essa noite e que sirva de lição. – Mamãe manuseava o chuveiro, encharcando o corpo todo e levando o cheiro de mijo seco da minha pele. Ela me levantou e tirou a mordaça. – Vai se comportar direito a partir de agora? – Sim, mamãe. – A noite na banheira tinha dissipado meu orgulho de novo e eu voltava a ser a putinha virgem submissa aos caprichos da mamãe. Ela me desamarrou e me observou enquanto eu tomava banho. A água gelada evitou uma nova ereção, então não foi difícil pra mamãe colocar de novo o maldito dispositivo de castidade. – Agora vai fazer suas tarefas, que depois a gente continua estudando. Me comportei perfeitamente o dia inteiro e mamãe só me dava gestos de aprovação. Me submeti às provocações e humilhações dela o dia todo, ao jeito autoritário dela como professora e à sua exigência. No fim do dia, eu estava esperando ser liberado, ter finalmente um orgasmo,… e totalmente submisso a ela. mamãe. Embora eu tivesse me submetido desde o primeiro momento, o dispositivo de castidade e a negação do orgasmo tinham penetrado fundo em mim. Percebi como eu estava muito mais sensível ao corpo da mamãe, à sua visão perturbadora e excitante, à sua voz doce e grave,… cumpria solícito toda ordem e pedido com uma pressa e ansiedade especiais,… buscava sua aprovação como se fosse indispensável para continuar respirando,… Depois do jantar, já no quarto dela, ela começou a me beijar com paixão. Minhas mãos livres percorreram seu corpo nu. Seus mamilos endureceram sob meus dedos e lábios. Agarrei com firmeza sua bunda, apertando-a contra mim e contra meu dispositivo de castidade, como se o contato da pele dela fosse me dar algum alívio. Nós deitamos na cama e eu continuei beijando-a, acariciando-a com paixão, cego de excitação. Mamãe se afastou e pegou o arnês de cintura. Mas em vez de colocá-lo nela, veio até mim. – Hoje você vai me foder… mas não vai ser com sua piroquinha virgem… Antes de eu deixar você me foder de verdade, vai ter que praticar e se contentar em fazer isso enjaulado e com o arnês. – Mamãe leu a decepção na minha cara. – Você vai duvidar ou reclamar? – Ela perguntou. – Sou sua putinha e vou fazer o que você quiser. – Falei, lembrando dos meus últimos castigos dolorosos e humilhantes. – Assim que eu gosto. – Ela disse, terminando de ajustar o arnês em mim. Seus lábios voltaram a prender os meus num beijo apaixonado e nossas línguas se fundiram antes de mamãe me deitar na cama e lentamente sentar no arnês. Quando ela estava totalmente empalada, começou um suave sobe e desce. – Sim… que gostoso… quem dera você pudesse sentir… – A visão dos peitos dela balançando, da buceta peluda engolindo o consolo, da expressão de prazer no rosto dela,… era dolorosamente linda. Minhas mãos percorreram seu corpo, buscando com minhas carícias resgatar algo do prazer que me era negado. Meu pau estava perfeitamente preso e a única coisa que eu podia fazer era dar prazer à mamãe. Comecei a dar as estocadas enquanto ela me concentrava em aproveitar. Segurava os quadris dela e empurrava com minha pélvis enquanto via o consolo entrar e sair da buceta molhada dela. Os gemidos dela ficavam cada vez mais altos e, quando achei que ela ia gozar, ela mandou eu mudar de posição. Dessa vez, ela se deitou na cama e abriu as pernas. Subi em cima dela e meti com o cinto. Mamãe segurou minhas nádegas e foi ditando o ritmo que queria que eu metesse. Bombeei devagar e fundo, tirando o consolo inteiro da buceta dela pra cravar de novo lá dentro com uma porrada seca. As mãos de mamãe empurrando minha bunda me forçaram a acelerar o ritmo. – Seu putinho… come a mamãe… Você gosta de comer a mamãe? – Por favor, tira isso de castidade, deixa eu te foder de verdade… – falei sem parar de meter. A resposta dela foi apertar mais minha bunda até doer, enquanto empurrava cada vez mais forte, me obrigando a meter mais rápido e mais duro. Ela gemeu de novo. – Não… você vai ser meu putinho virgem… por muito tempo… – ela disse com a respiração ofegante. – Continua… continua… – sussurrou. As mãos dela na minha bunda se cravaram e o corpo inteiro relaxou depois de um gozo intenso. Eu estava suado, cansado pela intensidade que mamãe me obrigou a manter. Mas ela não tinha saciado e virou a gente de novo, sem soltar o cinto de dentro dela. Ficou por cima de mim, com nossos corpos colados e o rosto dela a centímetros do meu. Me beijou com força, com paixão… afirmando o poder dela sobre mim com a boca e a língua. – Meu putinho… – suspirou enquanto começava a se mexer de novo. – … adoro ouvir você implorar… adoro que você seja meu putinho virgem… – Por favor, tira o cinto, tira o dispositivo de castidade… – Dessa vez, mamãe não falou nada. Me beijou de novo com paixão, cuspiu na minha boca quando tirou os lábios e as mãos dela beliscaram meus mamilos. Cavalgou um tempo enquanto continuava beliscando, cuspindo, beijando… me deixando louco… Trocamos de posição e dessa vez ela ficou de Quatro patas na cama. Fiquei atrás dela e comecei a meter com força. Ela se contorcia de prazer. — Isso, meu filho… minha putinha… como você fode a mamãe… que pena… que seja com um cinto… e não com seu pauzinho… virgem… minha puta… não para. — Passei a mão nas costas dela, molhadas de suor, nas coxas firmes, na bunda linda dela… Era eu quem, nessa posição, tinha o poder sobre o prazer da mamãe, igual quando eu chupava a buceta dela. Ela só afundava a cara no colchão enquanto continuava se contorcendo de prazer. Finalmente gozou, satisfeita pela segunda vez. A sensação de poder sumiu da minha mente quando ela se levantou e pegou minhas bolas. — Quer que a mamãe te liberte? — Sim, por favor. — Falei com a esperança urgente de um orgasmo. Mamãe amarrou minhas mãos na cabeceira da cama e eu fiquei de novo à mercê dela. Destrancou o cadeado sem tirar o dispositivo de castidade. — Talvez não, talvez seja melhor deixar você trancadinho mais um dia. — Enquanto dizia isso, passava um dos dedos no meu torso de um jeito provocante. Aquele simples toque era fogo na minha pele. — Por favor… eu preciso. — Falei, me sentindo no limite. — Eu preciso. — Repeti, desesperado. — Me liberta… — Ela sorriu. Tirou o dispositivo de castidade e meu pau se sentiu livre, e em segundos mostrava uma ereção dolorosa. Eu tava excitadíssimo, ansioso, obcecado… só conseguia pensar em gozar. — Obrigado. — Falei quando ela começou a acariciar meu pênis. Suspirei. Mamãe, porém, mostrou de novo o poder dela sobre mim com poucas palavras. — Você não tem permissão pra gozar. — Aquilo foi como um balde de água fria, mas esperei que mamãe, finalmente, tivesse pena de mim e juntei minhas últimas forças pra tentar aguentar até que por fim tivesse permissão pra chegar ao orgasmo. Mamãe colocou a mão em cima da minha cabecinha e começou a bater uma bem devagar. Suspirei de novo, desesperado. — Quer gozar? — Sim… mamãe… por favor… — Supliquei, sabendo que era minha única saída. O sorriso perverso da mamãe iluminou o rosto enquanto balançava a cabeça. —Não. — Aproximou os lábios do meu pescoço. Continuou me punhetando enquanto passava a língua na minha pele. Desceu até meu peito para mordiscar um dos meus mamilos. Minhas pernas tremiam e, quando mamãe percebeu que eu não conseguia mais me controlar e meu orgasmo estava prestes a chegar, com ou sem permissão, ela parou toda carícia. Minha respiração se normalizou um pouco, mas eu continuava nervoso e excitado. —Por favor… por favor… — Eu choraminguei inconscientemente. Ela me olhava divertida e voltou a me punhetar suavemente enquanto brincava com minhas bolas. —Você não pode gozar. Se fizer isso, todos os castigos que você recebeu até agora vão parecer brincadeira. — A ameaça dela quase não surtiu efeito em mim, porque eu estava quente demais. Eu continuava torcendo as pernas a cada carícia dela, quase lá, mas sem chegar. Mamãe, com sua habilidade e savoir-faire, me mantinha sempre no limite e se afastava na hora certa, como se conhecesse meu pau muito melhor do que eu. Os dedos dela provocavam sensações intensas, mas o alívio final nunca chegava. Eu não aguentava mais, mas ela, indiferente ao meu desespero, simplesmente disse: —Acabou. Hora de voltar pra jaula. — Algo em mim se quebrou. Desde o primeiro momento, eu tinha me tornado a putinha da mamãe, mas a verdadeira submissão, a verdadeira compreensão de que eu era um submisso, veio naquele momento. Todos os meus castigos, humilhações… não eram nada comparados à frustração e ansiedade que senti naquela hora. Comecei a chorar desconsoladamente. Mamãe foi buscar as bolsas de gelo, que colocou no meu pau, insensível ao meu choro desesperado. Deitou-se ao meu lado, esperando pacientemente que meu pau diminuísse de novo com a ação do gelo. Finalmente, me trancou de novo e me desamarrou. Eu continuava chorando, quebrado por dentro. Ela me abraçou maternalmente, e eu também busquei consolo nos braços dela. —Meu menino… minha putinha… Agora você começa a entender que é meu… — Sussurrou no meu ouvido enquanto eu, aos poucos, me acalmava. Mamãe fechou a luz do quarto e se deitou de novo ao meu lado com os braços me envolvendo. Eu continuava choramingando. Demorei um tempão pra pegar no sono, entre os peitos da mamãe, com um sono perturbado e nervoso. Continua…Disciplina da mamãe 14

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