Uma semana depois de ter tido aquela atividade sexual intensa, nossas vidas mudaram completamente.
Passados alguns dias depois da nossa sessão de sexo pesado em casa, meu vizinho seu Esteban continuava insistindo pra eu arrumar minha mina pra ele por uma noite. Toda vez que podia, me mandava mensagem e até ligava pra saber da minha namorada Angélica. Às vezes me irritava porque a insistência era demais, mas eu dava um jeito de me acalmar e levar as coisas na boa. De certo modo, eu tinha motivado o velho vizinho a ajudar a comer minha amada Angélica.
Numa sexta, meu chefe decidiu nos liberar mais cedo pra gente curtir um fim de semana maneiro com as famílias. Naquele dia, quando cheguei em casa, encontrei minha namorada Angélica lá. Fiquei surpreso porque ela estava arrumando o cabelo. Ela comentou que tava com vontade de sair pra dançar e que eu não podia negar. Não tive outra escolha senão ir na onda dela.
Ela passou umas duas horas se arrumando e se maquiando pra ficar bem gostosa. Vestiu um vestido preto com detalhes brancos, decotado, que valorizava os peitos lindos dela. O vestido era curto, chegava no meio da coxa, mostrando as pernas bonitas. Ficava justo no corpo, realçando a silhueta maravilhosa, mas principalmente a bunda firme e redondinha. Calçou uns saltos que combinavam super bem com a roupa. Ficou realmente uma delícia.
— Como eu tô, amor? — perguntou enquanto desfilava na minha frente.
Ela fez eu ter uma ereção do caralho ao vê-la vestida tão gostosa. Quando ficamos prontos, levei ela pra uma balada que ficava na cidade, a mais popular da época. Lembro que foi difícil conseguir lugar; tive que pagar o segurança e um garçom pra arrumar uma mesa lá dentro.
Tava tudo maravilhoso, fazia tempo que não saíamos pra nos divertir. Tinha muita gente dançando e bebendo, igual a gente. Curtimos pra caralho nessa balada. depois de umas horas na balada, falei pra minha namorada que precisava ir no banheiro pra descarregar o álcool que tinha tomado. terminei de falar, levantei e fui andando pros banheiros. quando saí, fui no balcão pedir uns drinks, mas levei um susto quando ouvi uns caras falando da minha amada namorada Angélica.
- Caralho, que peitão que essa mina do vestido preto e branco tem… fiquei com vontade de dar uma boa foda – falou o cara 1 enquanto olhava pra minha namorada com cara de tarado.
- É, ela tem um corpaço… o marido dessa puta deve ter uma sorte danada – comentou o cara 2 pro amigo dele, enquanto observava a minha mina.
- Nem me fala como ela rebola a bunda na pista… é uma mulherão – falou o cara 3.
Percebi que esses caras decidiram ir na nossa mesa quando viram minha namorada sozinha, olhavam pra ela com muito tesão, enquanto eu só fiquei observando pra ver o que ia rolar. me enfiei na pista de dança que tava lotada e fiquei perto da nossa mesa sem minha namorada me ver, queria ouvir o que esses caras iam falar pra ela.
- Oi… como cê tá, gostosa?... posso te pagar uma bebida? – perguntou o cara 1, dava pra ver que era o mais metido dos três.
- Não, fica tranquilo, já tenho um drink – respondeu minha namorada.
- Beleza, gostosa – falou o cara 1.
Enquanto isso, o cara número dois se colocou do lado do amigo pra aparecer.
- Oi, prazer linda… meu nome é Luís, cê veio sozinha? – perguntou o cara 2 todo animado.
- Oi, o prazer é meu… meu nome é Angélica… não vim sozinha, tô esperando meu namorado que foi no banheiro – respondeu minha namorada.
Rapidamente o terceiro cara se meteu no meio dos dois amigos e se apresentou igual os outros pra minha mina. dava pra ver que eles tavam doidos pela minha garota, queriam seduzir ela de qualquer jeito.
- Oi, linda… meu nome é Alberto… cê me daria a honra Dançar uma música?" – o cara 3 perguntou pra minha mina.
– Não, senhores, tô esperando meu namorado que vai voltar já, muito obrigada pelos elogios e convites – respondeu minha mina, deixando eles secos com a rejeição que levou.
Vendo que minha mina tava meio desconfortável com aqueles caras, decidi chegar perto pra eles saírem da nossa mesa. Quando cheguei, como era de se esperar, os três se mandaram.
– Oi, amor, aqueles caras me elogiando e me chamando pra dançar, acredita?... mas recusei. Quem dera fosse nosso vizinho velho, isso sim ia me deixar toda molhada – falou minha mina num tom de sacanagem.
– Com certeza aquele velho te comeria aqui mesmo – respondi pra ela.
– MMMM gostoso, amor... Quer ver como o nosso vizinho velho, seu Esteban, me come? – perguntou minha mina enquanto dava um gole na bebida dela.
Sem responder a pergunta, propus dançar mais um pouco e peguei na mão dela pra levar até a pista. Dançamos um bom tempo vários tipos de música... deu uma vontade de foder ela ali mesmo, mas tinha gente pra caralho dentro e fora do lugar. Me excitava ver minha mina se mexendo e roçando no meu pau com muita sensualidade, tava um tesão. Depois de dançar por um tempão, decidimos ir pra casa.
Quando saímos do lugar, notei que minha mina tava muito cachorra porque não parava de tocar no meu pau, que tava bem duro. Ela disfarçava nos toques pra ninguém achar ruim e confundir ela com uma puta.
Percebi que minha mina tava além da conta com a bebida por tudo que fazia. Quando saímos daquela balada, andamos umas quadras abraçados, e ela começou a tocar no meu pau por cima da calça, isso me deixava muito excitado. Mas o tesão dela fez ela fazer o que nunca teve coragem: enfiar a mão por baixo da minha calça e me masturbar na rua, sem não me importar que alguém pudesse estar nos vendo.
A gente tava numa rua bem deserta, encostei ela na parede e comecei a beijar ela com força na boca, baixei um pouco o vestido dela deixando os peitões lindos dela de fora, rapidão comecei a chupar eles enquanto ela não parava de passar a mão no meu pau.
- MMMMMM que gostoso você chupa meus peitos, amor – falou minha namorada.
- Eu adoro chupar seus peitos – respondi pra ela.
- Tô com muita vontade de chupar seu pau, amor, mas tenho medo de alguém ver a gente – falou minha namorada.
- Fica tranquila que por essas ruas ninguém passa e tão vazias, meu bem – respondi.
Assim que ouviu minhas palavras e sem perder tempo, ela desabotoou minha calça e baixou junto com a cueca, meu pau duro ficou de fora, na hora ela se ajoelhou e enfiou devagar meu pau dentro da boca linda dela. Segurei o cabelo dela pra dominar e enfiar meu pau inteiro na boca dela, minha namorada mexia a cabeça pra frente e pra trás me dando um boquete incrível.
- OOOOOHHHH que gostoso você chupa, putinha – falei enquanto curtia a chupada dela.
- MMMMMMM delícia… adoro seu pau, amor… é uma maravilha – falou minha namorada.
Ela tirou o pau da boca e começou a lamber ele todo, brincou com minhas bolas, lambeu, mordiscou e começou a bater uma pra mim com as mãos enquanto só chupava a ponta da minha vara, me olhava nos olhos feito uma putinha. Ver ela de joelhos na minha frente me deixava louco de tesão.
- Putinha, como eu queria encher sua cara de porra – falei pra minha namorada.
- Gostoso, pai… me dá sua porra – ela falou com uma voz de safada.
- Vou gozar na sua cara, putinha – respondi.
Minha namorada Angélica continuava batendo uma pra mim e ao mesmo tempo chupando meu pau, conseguindo enfiar até a metade na boca dela, tava completamente excitado, não aguentava mais, queria gozar naquele rostinho lindo dela.
- OOOHHHH que divino você chupa, putinha – falei entre gemidos. - MMMMMM que bom que você gostou, amor… mas não grite muito, que alguém pode ouvir a gente – falou minha namorada.
Naquele exato momento em que eu ia gozar, minha namorada vê que vem gente se aproximando, virei a cabeça para o lado e pude ver dois homens bêbados que andavam muito mal, estavam completamente embriagados, que nem aguentavam o próprio corpo. Ao notar a atitude deles, segurei ela forte pelo cabelo e não deixei que se levantasse.
- O que você tá fazendo, Felipe?... essas pessoas podem nos ver – ela disse com um tom de preocupação.
- Cala a boca e continua chupando, puta – respondi todo excitado, enquanto ao mesmo tempo enfiava toda a minha pica na boca dela.
Três caras passaram na nossa frente e ficaram olhando pra gente. Tampei o rosto da minha namorada com o próprio cabelo dela pra que não conseguissem vê-la, enquanto ela continuava me chupando, muito nervosa.
- Queria ter uma gostosa dessa pra me chupar agora mesmo –
- Você tem sorte, amigão, aproveita –
- Goza na cara dessa puta, cara, essa sua puta é uma delícia –
Falaram aqueles caras enquanto seguiam o caminho deles. Minha namorada Angélica continuava devorando minha pica. Diante da situação, não aguentei mais e minha pica começou a pulsar dentro da boca da minha garota.
- OOOHHHH puta, vou gozar na sua boca de puta – falei enquanto ofegava.
Comecei a gozar dentro da boca dela. Tinha descarregado vários jatos de porra, enchendo a boquinha dela toda. Quando ela tirou a boca, outros jatos caíram no rosto dela e parte do cabelo. Como toda uma puta, ela engoliu tudo que tinha na boca.
- Que porra gostosa, amor… adorei – minha namorada disse.
Depois, ela tirou o lenço que eu tinha no bolso de trás da minha calça e limpou o rosto. Ajeitou o vestido enquanto eu vestia a calça de novo, e andamos umas duas quadras pra pegar um táxi que nos levasse pra casa.
Durante o trajeto de volta pra nossa casa, não perdi a oportunidade de acariciar minha garota. Deslizei minha mão por toda a perna dela até chegar na altura do vestido, fiquei apalpando ela por um bom tempo sem me importar que o taxista estivesse olhando, senti com meus dedos que a entrada da buceta dela estava completamente encharcada.
- Calma, amor, aqui não… o taxista vai nos ver pelo espelho – minha mina falou enquanto fechava as pernas.
Chegamos em casa e nos acomodamos no sofá pra continuar nos acariciando quando, de repente, minha namorada me diz:
- O que você acha da ideia de chamar nosso velho vizinho, seu Esteban, pra vir aqui e me foder na sua frente?... tô muito tesuda, amor, os drinks subiram – ela perguntou e falou com um tom de voz bem pervertido.
A pergunta dela me deixou bem surpreso, não pensei que ela ia me pedir pra chamar meu velho vizinho pra comer ela na nossa casa, não me incomodei com a proposta, na verdade, a ideia me excitou.
- Se você não se importa, queria que o seu Esteban me fodesse, amor – minha namorada disse.
- Não me incomodo nem um pouco – respondi pra minha mina.
- Perfeito, então por que você não manda uma mensagem pra ele ver se tá acordado e fala pra ele vir aqui foder sua namorada, amor? – minha namorada falou, bem safada.
Mandei a mensagem exatamente como ela tinha dito, não passou nem dois minutos e o velho seu Esteban respondeu.
- Já tô indo foder a mulher da sua namorada, filho da puta – meu velho vizinho respondeu.
Enquanto esperávamos, continuávamos nos tocando e nos beijando devagar, minha namorada Angélica tava realmente excitada.
Em menos de vinte minutos, nosso velho vizinho chegou na entrada de casa tocando a campainha. Eu levantei do sofá pra abrir a porta pro seu Esteban e deixar ele entrar na nossa casa, quando me viu, ele não parava de sorrir enquanto esfregava as mãos como um verdadeiro vencedor.
- E aí, vizinho?... vim foder sua linda namoradinha, vejo que cumpriu o combinado HAHAHAHA – o velho seu Esteban disse.
- Sim, pode entrar que Minha namorada tá muito tarada – falei, entre excitado e humilhado.
– Oi, vizinha – cumprimentou minha mina o velho Dom Estêvão ao entrar na nossa casa.
– Oi, Dom Estêvão, a gente tava esperando o senhor – respondeu minha namorada.
– Cê tá linda com esse vestido, vizinha – comentou Dom Estêvão.
– Valeu pelo elogio, Dom Estêvão – respondeu minha namorada enquanto se aproximava dele pra dar um beijo na bochecha.
– Não tem que me agradecer, vizinha, só tô falando a verdade… e agradeceria se parasse de me chamar de Dom, prefiro que me chame pelo nome mesmo – falou o velho Dom Estêvão pra minha mina.
– Como o senhor quiser, d… Estêvão – respondeu minha namorada.
– Cê tá divina, é a mina mais gostosa do bairro… me surpreende ter o prazer de passar uma noite com você, me sinto sortudo pra caralho – comentou Dom Estêvão.
– O senhor tem toda razão, Dom Estêvão, acertou na loteria com a minha mina – falei, feito um baita corno.
– Cê realmente gostaria de passar uma noite comigo, Dom Estêvão? – perguntou minha namorada.
– Pra ser sincero, sim, cê não imagina a vontade que tô de te pegar, vizinha – respondeu Dom Estêvão.
Minha namorada Angélica, depois de ouvir as palavras dele, se aproximou de novo pra dar um beijo na boca dele. Rapidamente, nosso vizinho correspondeu com um beijo daqueles, e não perdeu a chance de enfiar a língua na boca da minha mina. Depois, Angélica parou de beijar ele, se virou e esfregou a bunda na virilha do nosso vizinho. Dom Estêvão grudou mais nela ao ver o rebolado da minha namorada, adorou sentir a raba da minha mina.
Enquanto isso, eu só ficava olhando, não acreditava que minha mina tava agindo daquele jeito com nosso vizinho. Pensei que ela ia ficar com vergonha, mas foi o contrário, tava realmente tarada, sem vergonha de se deixar tocar na minha frente.
– Cê gosta de sentir minha bundinha? – perguntou minha namorada.
– Sim, vizinha, adoro… as Tá bem firme" - respondi pro nosso vizinho.
O nosso vizinho esfregava o volume do pau entre as bundinhas da minha namorada Angélica, depois levou as mãos até os ombros dela, descendo devagar até a cintura. Minha namorada tava completamente entregue ao seu Esteban. Ele continuou descendo até conseguir tocar as coxas lindas e macias dela, apalpou do jeito que quis por vários minutos enquanto minha namorada, toda excitada, esfregava a bunda nele pra sentir o volume.
Depois, seu Esteban pegou a barra do vestido dela e foi levantando devagar, deixando à mostra a bunda linda dela, que tava usando uma tanguinha preta minúscula, super sexy e provocante. O nosso vizinho, ao ver aquela bunda gostosa, apertou ela mais contra ele, levou a mão direita até os peitos dela e começou a apalpar com força, enquanto a outra mão foi até a entrada da buceta e começou a esfregar por cima da tanguinha. Minha namorada, sentindo as mãos dele brincando com o corpo gostoso dela, começou a gemer de prazer. Eu tava besta vendo aquela cena, muito excitado, meu pau tava duro, comecei a esfregar por cima da calça.
— Você é uma putinha linda — seu Esteban falou pra minha mina.
Minha namorada não disse nada, só ficou ali aproveitando os amassos, entretida gemendo de prazer. Eu vi ela mordendo os lábios devagar.
— Vizinha, você tá bem molhadinha, é uma putinha mesmo — falou o nosso vizinho.
— Seu volume é bem grande, vizinho, e eu gosto disso — respondeu minha namorada.
Depois dessas palavras, Angélica levou a mão direita até a virilha do nosso vizinho e começou a apalpar o volume grande dele. Quando tocou, eu vi o rosto da minha namorada fazer uma expressão de surpresa, e na mesma hora ela parou de mexer na virilha dele.
— Eu tenho um pau de bom tamanho, pode ter certeza que é bem maior que o do seu... Novinho" – disse Dom Estêvão pra minha namorada.
Minha namorada ficou bem surpresa com o que tinha apalpado com a mão, dava pra ver ela entre envergonhada e assustada, nosso velho vizinho Dom Estêvão, ao ver a reação dela, não conseguiu evitar de rir.
– Não se assuste, vizinha, relaxa – disse nosso vizinho.
– MEU DEUS do céu... você tem um pau muito g... JEJEJE – respondeu minha mina, gaguejando de tão nervosa.
– Eu sei, vizinha, tenho maior que o do seu namorado – disse Dom Estêvão.
Ao ouvir as palavras dele, minha namorada ficou vermelha, enquanto eu, feito um corno manso, observava os dois sentado no sofá da sala, sem perder nenhum detalhe daquelas cenas.
– Vizinha, você tem um corpo que eu adoraria aproveitar essa noite, e eu tenho pra você uma rola bem grande e vigorosa que você tá morrendo de vontade – comentou nosso vizinho pra minha mina enquanto colocava as mãos na bunda dela e apertava com força.
Minha namorada tava com tesão e nervosa ao mesmo tempo, eu adorava ver como nosso vizinho a esquentava, ele tinha ela totalmente na mão e muito puta, eu tava excitado pra caralho vendo pela primeira vez minha namorada tocar numa rola que não fosse a minha.
– Quer tocar de novo no meu pedaço de carne bom?... Tô durasso, faz tempo que não fico tão duro assim, você me deixa com muito tesão – comentou nosso vizinho.
Dom Estêvão seduzia minha namorada Angélica com os comentários safados dele na minha frente. Pra eles dois, eu era invisível naquela sala, agiam como se eu nem tivesse ali.
Nosso velho vizinho segurou a mão direita da minha mina e levou até a virilha dele. Minha namorada não ofereceu resistência nenhuma, dava pra ver que Dom Estêvão tava felizão por ter deixado minha mina no cio. Quando a mão da Angélica encostou no volume avantajado dele, ela ficou de boca aberta, ainda sem acreditar no que tava tocando.
– Me diga, vizinha... o que achou do seu presentinho? – perguntou nosso vizinho enquanto guiava a mão dela pra cima e pra baixo. para baixo a mão da minha mina por todo o volume do pau dele.
Minha namorada não solta uma palavra, tava dura de susto.
— Acho que tenho pequena, porque você não falou nada, vizinha — comentou nosso vizinho.
— Não… o senhor tem uma… enorme… maior que a do meu namorado — consegui responder minha mina, gaguejando.
Eu continuava olhando eles, muito excitado, me sentindo totalmente humilhado com as palavras da minha amada namorada. Enquanto isso, seu Esteban continuava guiando a mão da minha mina pra cima e pra baixo por todo o volume dele, Angélica continuava dura, sentindo um pau daqueles na mão dela. Depois de vários minutos, percebi que o velho vizinho soltou a mão da minha namorada. Mas o que mais me excitou foi ver que minha mina continuava passando a mão no volume dele por conta própria.
— Sua mulher é uma puta, seu corno. Viu como ela adora pegar no meu pau na sua frente? — comentou seu Esteban.
Depois, o velho seu Esteban desabotoou a calça e tirou ela junto com a cueca, ficando completamente pelado, deixando o pauzão dele no ar. Minha namorada, quando se virou, levou o susto do ano ao ver a rola do nosso vizinho, que media uns 21 cm de comprimento e 4,5 de largura.
— HAHAHAHA sua mulher adora ver minha ferramenta, vizinho — comentou seu Esteban.
— Sim, vejo que sempre tive uma puta de verdade em casa — respondi.
— Vamos, puta, tira esse vestido pra eu admirar seu corpo gostoso — disse nosso vizinho pra minha mina.
Rapidamente, minha namorada pegou as alças do vestido e, com um movimento, tirou dos ombros, deixando o vestido cair no chão, ficando só de calcinha. Nosso vizinho se aproximou quase que na hora da minha mina e arrebentou o sutiã dela de um puxão só, deixando os peitões dela no ar. Ele encostou o rosto e começou a chupar os peitos dela, alternando, dando um puta prazer pra minha mina.
Ele jogou o sutiã pra mim. garota até onde eu estava sentado, pra depois dar um beijo de língua na boca da minha namorada. Angélica segurou a cabeça dele e o beijou intensamente, tava muito excitada com a situação. Nosso velho vizinho conseguiu se separar dela pra chupar de novo as tetas gostosas dela, lambia e mordia os mamilos da minha mina bem devagar, tão excitada que ela tava que enfiava as tetonas dela na boca do seu Esteban.
- MMMMMM que gostoso, meu namorado nunca tinha chupado minhas tetas assim... MMMM que delícia – falou minha namorada pro seu Esteban enquanto gemia de prazer.
- Que delícia de tetas que você tem, vizinha... são uma beleza... fazia um tempão que eu não chupava umas tetas de uma novinha como você – respondeu nosso vizinho pra minha mina.
Minha namorada gemia de prazer enquanto nosso vizinho chupava as tetonas dela sem parar, igual um louco faminto, eu tava alucinando com aquela cena, nunca imaginei que minha namorada se entregaria pro nosso vizinho daquele jeito tão excitante.
- Vamos ficar mais à vontade no quarto que você divide com esse otário que tem como namorado, putinha – falou nosso vizinho.
- Tá bom, seu Esteban – respondeu minha mina, pegando na mão dele pra guiar ele até nosso quarto.
Nosso vizinho me mandou segui-lo e eu obedeci, quando chegamos no quarto ele me fez sentar numa cadeira que tinha num canto do quarto com um empurrão só.
- A partir desse exato momento, você vai virar um corno manso, vai ver como eu como a sua namorada vadia na sua frente – falou nosso velho vizinho, seu Esteban.
Reparei que ele tirou a camisa que ainda tava vestindo, ficando completamente pelado na frente da minha namorada. Angélica esticou o braço até a entreperna do nosso vizinho pra pegar no pau duro dele, começou a masturbar ele igual fazia comigo, com um movimento de cima pra baixo várias vezes, minha mina tava muito entretida batendo uma pro seu Esteban. Vai lá, experimenta essa pica… dá pra ver que você tá babando pra sentir o gosto dela – comentei com nosso vizinho.
– Não sei, seu Esteban, é muito grande e grossa – respondeu minha namorada.
– Pois é, vizinha, tenho ela maior que a do maricas do seu namoradinho – falei, sendo o próprio Esteban.
– Não sei se consigo colocar na minha boca, é enorme, nunca vi uma pica desse tamanho, seu Esteban – disse minha namorada.
– Vamos, vizinha… já vai ver que consegue mamar gostoso essa vara… ajoelha e chupa minha pica, sente o sabor gostoso, não decepciona seu namoradinho que tá aqui na nossa frente vendo você se entregar toda pro vizinho mais velho – falei pra minha namorada.
Minha namorada, depois de ouvir as palavras do nosso vizinho, se ajoelhou na frente dele e colocou a ponta da vara dele dentro da boquinha dela, saboreando como toda uma expert, engoliu quase metade da ferramenta enorme dele, chupando com gosto.
– OOOOHHHH ISSOOO, vizinha… você chupa como uma verdadeira puta… que gostoso você faz, vizinha – gemeu nosso vizinho.
Angélica ficou um tempão chupando a pica do nosso vizinho velho, até que num momento tirou da boca pra pegar um pouco de ar, porque a vara dele ocupava a boquinha toda dela. Rapidamente ele segurou a cabeça dela e enfiou de novo a ferramenta na boca dela, sem dar muito tempo pra respirar.
– Vai, continua chupando, puta… tem que chupar bem gostoso minha pica safada – ordenou nosso vizinho.
– MMMMMM GGGGAAAFFF COF COFF GGAAAAFFF – minha namorada só conseguia fazer esses sons, tentando tirar a vara enorme da boca, porque dava ânsia e cortava a respiração.
O esforço dela foi em vão, porque nosso vizinho tinha ela totalmente dominada. Ela mamava como podia, mas mal aguentava aquele pedaço de carne na boca. Nosso vizinho segurava a cabeça dela firme, forçando ela a abrir a boca o máximo que conseguia pra enfiar a pica descomunal dentro da boquinha pequena dela. Seu Esteban queria que ela engolisse inteiro, fazendo minha namorada engasgar
- Engole tudo, você consegue, vizinha… você é uma puta gulosa, enfia ele inteiro – ordena nosso vizinho.
- GGGGAAAAAFFFF MMM GGAAAF – minha namorada mal conseguia respirar, estava vermelha, faltava pouco pra ficar roxa.
Assim que nosso vizinho conseguiu enfiar a pica inteira na boca da minha namorada, ele sorriu vitorioso e depois deixou ela tirar a pica enorme da boca linda dela, minha mina tirou rapidinho pra tentar pegar um pouco de ar, tava muito vermelha, tossindo muito por falta de respiração.
- COF, COF… quase me afogou, seu Esteban, seu bruto… sua pica é muito grande COF, COF – minha namorada reclamou pro nosso vizinho.
Depois de ouvir ela, nosso vizinho levantou ela do chão pra dar um beijo na boca, minha namorada tava meio de mal humor pelo que ele fez, enfiar a pica inteira na boca dela, e não queria corresponder o beijo, Seu Esteban zoava ela pelo comportamento enquanto continuava tentando beijar a boca dela.
- Me beija, puta, você é uma gostosa, me beija, sei que você quer – falou nosso vizinho velho.
Minha namorada beijou ele na boca de um jeito muito sensual, os dois se acariciavam os corpos bem entretidos enquanto se beijavam com muita intensidade, Seu Esteban não perdeu a chance de levar ela pra cama enquanto beijava, foi deitando ela aos poucos sem parar de beijar a boca dela, eu vi como minha namorada se deixava comer a boca porque o velho do nosso vizinho enfiava a língua o máximo que podia, uma vez os dois deitados na nossa cama, Seu Esteban levou uma das mãos até a virilha da minha namorada, arrancando um gemido profundo de prazer dela.
- Olha, olha, você tá bem molhada, vizinha, vejo que tá bem lubrificadinha pra enfiar minha vara nessa buceta tão linda que você tem – falou pra minha namorada.
Sem dizer mais nada, nosso vizinho arrancou de uma só vez a calcinha minúscula dela, ao Tirei as calcinhas dela, senti o cheiro e as joguei no meu rosto. Percebi que a calcinha dela estava bem molhadinha com os fluidos vaginais dela.
Depois, nosso vizinho começou a beijar o pescoço dela e lamber, enquanto o velho me olhava e zombava de mim. Eu me sentia bem humilhado, mas ao mesmo tempo minha excitação era enorme. Minha namorada não percebia a atitude dele comigo; ela estava totalmente entregue às carícias e beijos dele, se deixando levar pelo Dom Esteban.
- Você está pronto para ver sua esposa ser macetada pelo seu vizinho velho?... Vou meter nela sem camisinha para deixá-la prenha, vou descarregar todo o meu gozo na bucetinha gostosa dela – ele comentou zombeteiramente enquanto continuava apalpando e beijando minha namorada.
O velho do nosso vizinho estava prestes a foder minha amada namorada bem na minha frente, ia perfurá-la com o pauzão dele e ia gozar dentro dela. Eu continuava sentado naquele canto do quarto, mas dessa vez com as calças abaixadas, me masturbando devagar enquanto via Dom Esteban aproveitando minha mina na nossa própria cama. Nosso vizinho deixou minha namorada Angélica deitada de barriga para cima, enquanto ele se posicionava na parte de baixo da buceta dela, se ajoelhando para apontar o pauzão dele na entrada da buceta. Ele começou a esfregar a ponta do pau nos lábios vaginais dela sem penetrar, e minha namorada, ao sentir ele brincando com a coisinha dela, não conseguia evitar se contorcer de prazer.
- Que putinha gostosa vou comer hoje – comentou nosso vizinho.
- Me fode, eu imploro, por favor me fode – suplicava minha mina.
Fiquei muito surpreso ao ouvir minha namorada pedindo para nosso vizinho meter nela enquanto gemia e suspirava de prazer. Dom Esteban a tinha completamente à disposição, a deixou bem excitada do jeito que queria.
- Que putinha você tem... você está se tornando mais um corno da sociedade... escuta como ela me implora, a safada – comentou Dom Esteban com um tom de zoeira.
Eu só ficava ouvindo, me sentia humilhado e bem envergonhado, verdade seja dita, os comentários debochados dele me deixavam meio mal, mas ao mesmo tempo sentia um puta tesão, meu pau tava durasso.
- Gosto pra caralho da sua namorada, ela tem um corpo de matar e ver ela assim peladinha na minha frente faz meu pau ficar a ponto de explodir – comentou nosso vizinho enquanto guiava a tranca descomunal dele na entrada da buceta da minha mina pra começar a meter devagar.
A tranca enorme do nosso vizinho começou a se abrir caminho devagar lá no fundo da buceta da minha namorada.
- MMMMM AAAAGGGFF – ela gemia e gritava entrecortado ao sentir uma tranca daquelas se abrindo dentro dela.
Nosso vizinho enfiou a ponta devagar, minha namorada mordia os lábios e arqueava as costas, Angélica tinha uma expressão de dor no rosto, ela não sabia onde se segurar pra aguentar a penetração, seu Estêvão não aguentou mais a lentidão e meteu de uma vez até o fundo.
- AAAAHHHHHHFFF – minha namorada gritou de dor ao ser atravessada pelo vizinho.
- Fica calma, putinha… relaxa que já enfiei tudo… agora você vai aproveitar uma boa foda… sua buceta é bem apertadinha, nunca tinha fodido uma mina com uma xota tão apertada quanto a da sua mulher – comentou nosso vizinho pra gente.
O velho seu Estêvão tinha conseguido cravar a tranca descomunal dele na buceta pobre e apertada da minha namorada. Era inacreditável ver como ele tinha enfiado tudo, nosso vizinho não parava de me olhar fixo com um sorriso debochado enquanto esperava paciente a buceta da minha mina se adaptar ao pau dele. Depois seu Estêvão começou um vai e vem lento dentro da minha namorada, segurou firme na cintura dela e metia de trás pra frente com certa força pra enterrar toda a ferramenta dele.
O que eu via era realmente impressionante, a buceta da minha namorada engolia aquela tranca descomunal, minha mina Gemia de prazer a cada vai e vem que o nosso velho vizinho dava nela.
- Que buceta gostosa, caralho, tua mulher tem uma bucetinha bem apertadinha… vou ter que comer ela mais vezes pra ela parar de ser tão apertada… MMMM que buceta gostosa – comentou o nosso vizinho.
- AAAHHHH AAAHHHFFF, teu pau me parte no meio – disse minha namorada entre gemidos.
- Você é uma delícia, tem uma buceta incrível. Se me permitir, de agora em diante posso ser seu touro fixo pra encher sua xereca de pica boa, se quiser – falou pra minha namorada enquanto a fodia sem parar e me olhava fixamente, sorrindo pra me humilhar.
- MMMMM AI, AI, AI SIIIIM que delícia, seu Esteban, sinto muitas cócegas lá dentro – gemia minha namorada, bem excitada.
- Que bom, vizinha, continue aproveitando bem – comentou nosso vizinho.
- Adoro sentir seu pau enorme, seu Esteban, AYYYY AI SIM – gemia minha namorada sem parar.
- Puta que pariu, que vagabunda gostosa você tem de namorada, caralho – falou nosso vizinho pra mim.
Rapidamente, ele se jogou sobre o corpo dela pra chupar os peitos sem parar de foder, lambia e mordia os mamilos dela alternadamente.
- Você vai ser minha nova puta de agora em diante… toda vez que eu quiser, vou encher essa bucetinha apertada que você tem – falou pra minha namorada enquanto a penetrava com força na nossa cama.
- UUUGFFF AAHHH para, não aguento mais… eu imploro, seu Esteban – suplicava minha namorada enquanto gemia a cada estocada do nosso vizinho.
Seu Esteban adorou ouvir minha namorada implorando pra parar, mas ele fez o contrário, aumentou o ritmo das estocadas e sussurrava o quanto ela era puta e gostosa.
- OOOHHHHH, AAAGGGGFF SIIIM que gostoso – gemia minha namorada com as estocadas fortes do nosso vizinho.
Minha namorada estava muito excitada, pude notar como ela arqueava o corpo a cada contração que sentia lá dentro ao ser empalada por aquela tranca descomunal do nosso vizinho. Os gemidos e espasmos dela tavam cada vez mais intensos, ela não conseguia controlar os orgasmos, parecia uma putinha barata com o comportamento dela. Aí o Dom Esteban meteu forte na buceta dela, fazendo minha mina dar um grito bem alto.
- AAAAAAAGGGGGFFFFF – gritou minha mina.
- SSHHHTTT Cala a boca, putinha, tenta se controlar que ainda não tô afim de gozar... aproveita minha pica grande, tua buceta é bem apertadinha, parece virgem – comentou nosso vizinho enquanto metia forte nela.
- AAAAAGGGHHH sinto muitas cócegas lá dentro, Dom Esteban – gemia forte minha namorada sem conseguir controlar os orgasmos.
- Que bom que você tá curtindo ao máximo minhas metidas... continua controlando esses impulsos de querer gozar porque eu quero seguir com essa foda espetacular – falei pra minha mina tentando acalmar o orgasmo dela.
Eu não perdia um único detalhe de tudo que tava rolando na nossa cama, minha mina tinha me transformado num corno manso e meu vizinho me humilhava sempre que queria enquanto metia na minha mina com muita força. Angélica só tava aproveitando as metidas violentas que o Dom Esteban dava nela.
- Você já sentiu um orgasmo igual a esse na sua vida com aquele filho da puta do seu namorado? – perguntou nosso vizinho.
- Não, Dom Esteban, nunca tinha sentido nada assim – enquanto ofegava e gemia de prazer.
- HAHAHAHA Achei que o corno manso do seu namorado não ia me deixar te dar uma boa fodida... adoro como você fica toda vez que sente minhas metidas – comentou nosso vizinho pra minha mina.
- Me dá mais forte, ISSO, continua assim – gemia minha namorada.
- UUUFFFF você é uma verdadeira mulher, vizinha... não vou aguentar mais, vou encher tua buceta com meu leitinho quente UUUFFF – comentou Dom Esteban enquanto continuava metendo na minha mina sem parar.
- Não goza dentro não, joga teu leite fora AAAHHFFF AAYY – respondeu minha namorada enquanto gemia.
- Tô quase gozando, caralho, não aguento mais, vou gozar dentro dela – gritou nosso velho vizinho me humilhando do jeito que ele queria.
Eu continuei me masturbando intensamente até ouvir as palavras dele, não aguentei mais e gozei como um verdadeiro corno vendo minha mina ser penetrada por outro na nossa própria cama.
- OOOHHHH sim, goza dentro da minha puta namorada – respondi pro seu Esteban depois da minha gozada.
- Mas o que você tá dizendo, amor, você tá louco, não, por favor para AAAHHHF AHAAH – respondeu minha namorada meio alterada mas sem parar de gemer.
- Desculpa muito, puta, mas não vou te satisfazer, você já ouviu o corno do seu namorado… vou encher toda sua entranha com meu leite – comentou nosso vizinho.
Seu Esteban começou a aumentar as estocadas a tal ponto que arqueou as costas pra trás e enfiou toda aquela tranca descomunal na buceta da minha namorada, pra depois descarregar todo o leite quentinho dentro da xota da minha mina, enquanto ao mesmo tempo ofegava forte depois de soltar vários jatos potentes de sêmen, conseguindo inundar a barriga da minha namorada Angélica.
Minha mina começou a ter vários espasmos enquanto nosso vizinho gozava dentro, soube que ela também tinha gozado porque os movimentos dela foram muito bruscos e ela suspirava aliviada.
- AAAAHHHHH SIIIII que gostoso sentir seu sêmen dentro de mim, seu Esteban – comentou minha namorada.
- UUFFFFF tava há tempo sem soltar tanta porra como hoje, puta – respondeu nosso velho vizinho.
- Gostoso, gostoso, ele inundou minha buceta MMMMM que delícia – disse minha namorada suspirando.
- Fico feliz que você gostou, puta – respondeu nosso vizinho.
Depois que nosso velho vizinho terminou de gozar dentro da buceta da minha namorada, ele se deitou em cima dela mantendo o pau mole dentro dela. Enquanto seu Esteban descansava confortavelmente em cima da Angélica, começou a brincar com os peitos da minha namorada, chupava e mordiscava do jeito que ele queria.
- Sua namorada é demais, pequeno Cabrão, você devia compartilhar ela mais vezes… adorei gozar dentro da bucetinha apertada dela – comentou o velho do nosso vizinho pra me humilhar ainda mais na frente da minha namorada.
Vi o senhor Esteban tirar a pica enorme dele da buceta dela, fiquei surpreso porque, apesar da gozada violenta, o pau dele ainda mantinha um tamanho bom.
– Chega aqui e limpa a boceta da tua mulher, cabrão, chupa – ordenou o senhor Esteban.
Não sei por que obedeci, mas mais rápido que num piscar de olhos levantei da cadeira onde estava sentado e fui até a cama, me ajoelhando na frente da minha mina e, sem dizer uma palavra, comecei a limpar os restos de porra que estavam na entrada da buceta dela.
– Pronto, senhor Esteban, tá limpa – falei pro nosso vizinho.
– Muito bem, corno, agora limpa meu pau pra terminar o serviço – disse o velho vizinho.
O senhor Esteban zombava de mim e me humilhava na frente da minha namorada, ela não falava nada, só observava entretida, me tratava como um verdadeiro corno manso.
– Olha como o corno do teu namorado vai deixar meu pau bem limpinho – comentou o vizinho pra minha mina.
Eu continuava de joelhos no chão do nosso quarto, enquanto o senhor Esteban se posicionou rapidamente na minha frente. Aproximei meu rosto até a virilha dele e abri a boca pra chupar a ponta da pica mole enorme dele. Ele tirou da minha boca pra passar no meu rosto todo e me deu uns tapas com a vara de carne enquanto ria.
– Sente o pedaço de carne que comeu a bucetinha apertada da tua namoradinha gostosa – falou o velho vizinho.
Depois de esfregar o pau todo no meu rosto, fez eu abrir a boca completamente e meteu de uma vez só dentro da minha boca. Era enorme, eu me afogava com a pica dele, não conseguia respirar. Aquele pedaço de carne tinha passado da campainha da minha garganta, sentia muita vontade de vomitar, quis me de um lado, mas não me deixava porque segurava minha cabeça com força. Depois de alguns segundos que pareceram uma eternidade pra mim, ele me soltou enquanto zoava do que tava fazendo comigo.
- Você tem um namorado viado e corno, vizinha – comentou Dom Esteban pra minha namorada.
Quando terminou de falar isso pra minha mina, ele aproximou a rola de novo do meu rosto pra eu chupar. Como um verdadeiro corno, chupei igual um profissional.
- Seu namorado sabe chupar pra caralho, é um viadinho de merda – ele falou pra minha namorada.
- Tava bem guardado, meu namorado – respondeu minha mina, enquanto ria de me ver chupando a rola do nosso vizinho velho.
Depois de ficar chupando a rola do nosso vizinho Dom Esteban, ele começou a gemer de prazer, deixando a rola dura igual um pau, e ao mesmo tempo começou a se mexer dentro da minha boca, até soltar vários jatos de porra. Ele tirou a rola e terminou de encher meu rosto e parte do meu corpo com o semen quentinho dele.
- AAAHHH, que boquete gostoso você me deu, filho da puta. Você é um viadinho de verdade – falou nosso vizinho.
Nosso vizinho vestiu a roupa e se despediu da minha namorada com um beijo forte e longo na boca. Depois que ele foi embora, entramos no chuveiro e tomamos banho juntos sem comentar nada do que tinha rolado.
No dia seguinte, acordei, me arrumei um pouco e vesti uma roupa esportiva. Deixei minha namorada dormindo no quarto e fui dar uma volta pelo bairro pra processar tudo que tinha acontecido na noite. Fiquei claro que depois daquele dia, tudo na nossa vida tinha mudado completamente.
Passados alguns dias depois da nossa sessão de sexo pesado em casa, meu vizinho seu Esteban continuava insistindo pra eu arrumar minha mina pra ele por uma noite. Toda vez que podia, me mandava mensagem e até ligava pra saber da minha namorada Angélica. Às vezes me irritava porque a insistência era demais, mas eu dava um jeito de me acalmar e levar as coisas na boa. De certo modo, eu tinha motivado o velho vizinho a ajudar a comer minha amada Angélica.
Numa sexta, meu chefe decidiu nos liberar mais cedo pra gente curtir um fim de semana maneiro com as famílias. Naquele dia, quando cheguei em casa, encontrei minha namorada Angélica lá. Fiquei surpreso porque ela estava arrumando o cabelo. Ela comentou que tava com vontade de sair pra dançar e que eu não podia negar. Não tive outra escolha senão ir na onda dela.
Ela passou umas duas horas se arrumando e se maquiando pra ficar bem gostosa. Vestiu um vestido preto com detalhes brancos, decotado, que valorizava os peitos lindos dela. O vestido era curto, chegava no meio da coxa, mostrando as pernas bonitas. Ficava justo no corpo, realçando a silhueta maravilhosa, mas principalmente a bunda firme e redondinha. Calçou uns saltos que combinavam super bem com a roupa. Ficou realmente uma delícia.
— Como eu tô, amor? — perguntou enquanto desfilava na minha frente.
Ela fez eu ter uma ereção do caralho ao vê-la vestida tão gostosa. Quando ficamos prontos, levei ela pra uma balada que ficava na cidade, a mais popular da época. Lembro que foi difícil conseguir lugar; tive que pagar o segurança e um garçom pra arrumar uma mesa lá dentro.
Tava tudo maravilhoso, fazia tempo que não saíamos pra nos divertir. Tinha muita gente dançando e bebendo, igual a gente. Curtimos pra caralho nessa balada. depois de umas horas na balada, falei pra minha namorada que precisava ir no banheiro pra descarregar o álcool que tinha tomado. terminei de falar, levantei e fui andando pros banheiros. quando saí, fui no balcão pedir uns drinks, mas levei um susto quando ouvi uns caras falando da minha amada namorada Angélica.
- Caralho, que peitão que essa mina do vestido preto e branco tem… fiquei com vontade de dar uma boa foda – falou o cara 1 enquanto olhava pra minha namorada com cara de tarado.
- É, ela tem um corpaço… o marido dessa puta deve ter uma sorte danada – comentou o cara 2 pro amigo dele, enquanto observava a minha mina.
- Nem me fala como ela rebola a bunda na pista… é uma mulherão – falou o cara 3.
Percebi que esses caras decidiram ir na nossa mesa quando viram minha namorada sozinha, olhavam pra ela com muito tesão, enquanto eu só fiquei observando pra ver o que ia rolar. me enfiei na pista de dança que tava lotada e fiquei perto da nossa mesa sem minha namorada me ver, queria ouvir o que esses caras iam falar pra ela.
- Oi… como cê tá, gostosa?... posso te pagar uma bebida? – perguntou o cara 1, dava pra ver que era o mais metido dos três.
- Não, fica tranquilo, já tenho um drink – respondeu minha namorada.
- Beleza, gostosa – falou o cara 1.
Enquanto isso, o cara número dois se colocou do lado do amigo pra aparecer.
- Oi, prazer linda… meu nome é Luís, cê veio sozinha? – perguntou o cara 2 todo animado.
- Oi, o prazer é meu… meu nome é Angélica… não vim sozinha, tô esperando meu namorado que foi no banheiro – respondeu minha namorada.
Rapidamente o terceiro cara se meteu no meio dos dois amigos e se apresentou igual os outros pra minha mina. dava pra ver que eles tavam doidos pela minha garota, queriam seduzir ela de qualquer jeito.
- Oi, linda… meu nome é Alberto… cê me daria a honra Dançar uma música?" – o cara 3 perguntou pra minha mina.
– Não, senhores, tô esperando meu namorado que vai voltar já, muito obrigada pelos elogios e convites – respondeu minha mina, deixando eles secos com a rejeição que levou.
Vendo que minha mina tava meio desconfortável com aqueles caras, decidi chegar perto pra eles saírem da nossa mesa. Quando cheguei, como era de se esperar, os três se mandaram.
– Oi, amor, aqueles caras me elogiando e me chamando pra dançar, acredita?... mas recusei. Quem dera fosse nosso vizinho velho, isso sim ia me deixar toda molhada – falou minha mina num tom de sacanagem.
– Com certeza aquele velho te comeria aqui mesmo – respondi pra ela.
– MMMM gostoso, amor... Quer ver como o nosso vizinho velho, seu Esteban, me come? – perguntou minha mina enquanto dava um gole na bebida dela.
Sem responder a pergunta, propus dançar mais um pouco e peguei na mão dela pra levar até a pista. Dançamos um bom tempo vários tipos de música... deu uma vontade de foder ela ali mesmo, mas tinha gente pra caralho dentro e fora do lugar. Me excitava ver minha mina se mexendo e roçando no meu pau com muita sensualidade, tava um tesão. Depois de dançar por um tempão, decidimos ir pra casa.
Quando saímos do lugar, notei que minha mina tava muito cachorra porque não parava de tocar no meu pau, que tava bem duro. Ela disfarçava nos toques pra ninguém achar ruim e confundir ela com uma puta.
Percebi que minha mina tava além da conta com a bebida por tudo que fazia. Quando saímos daquela balada, andamos umas quadras abraçados, e ela começou a tocar no meu pau por cima da calça, isso me deixava muito excitado. Mas o tesão dela fez ela fazer o que nunca teve coragem: enfiar a mão por baixo da minha calça e me masturbar na rua, sem não me importar que alguém pudesse estar nos vendo.
A gente tava numa rua bem deserta, encostei ela na parede e comecei a beijar ela com força na boca, baixei um pouco o vestido dela deixando os peitões lindos dela de fora, rapidão comecei a chupar eles enquanto ela não parava de passar a mão no meu pau.
- MMMMMM que gostoso você chupa meus peitos, amor – falou minha namorada.
- Eu adoro chupar seus peitos – respondi pra ela.
- Tô com muita vontade de chupar seu pau, amor, mas tenho medo de alguém ver a gente – falou minha namorada.
- Fica tranquila que por essas ruas ninguém passa e tão vazias, meu bem – respondi.
Assim que ouviu minhas palavras e sem perder tempo, ela desabotoou minha calça e baixou junto com a cueca, meu pau duro ficou de fora, na hora ela se ajoelhou e enfiou devagar meu pau dentro da boca linda dela. Segurei o cabelo dela pra dominar e enfiar meu pau inteiro na boca dela, minha namorada mexia a cabeça pra frente e pra trás me dando um boquete incrível.
- OOOOOHHHH que gostoso você chupa, putinha – falei enquanto curtia a chupada dela.
- MMMMMMM delícia… adoro seu pau, amor… é uma maravilha – falou minha namorada.
Ela tirou o pau da boca e começou a lamber ele todo, brincou com minhas bolas, lambeu, mordiscou e começou a bater uma pra mim com as mãos enquanto só chupava a ponta da minha vara, me olhava nos olhos feito uma putinha. Ver ela de joelhos na minha frente me deixava louco de tesão.
- Putinha, como eu queria encher sua cara de porra – falei pra minha namorada.
- Gostoso, pai… me dá sua porra – ela falou com uma voz de safada.
- Vou gozar na sua cara, putinha – respondi.
Minha namorada Angélica continuava batendo uma pra mim e ao mesmo tempo chupando meu pau, conseguindo enfiar até a metade na boca dela, tava completamente excitado, não aguentava mais, queria gozar naquele rostinho lindo dela.
- OOOHHHH que divino você chupa, putinha – falei entre gemidos. - MMMMMM que bom que você gostou, amor… mas não grite muito, que alguém pode ouvir a gente – falou minha namorada.
Naquele exato momento em que eu ia gozar, minha namorada vê que vem gente se aproximando, virei a cabeça para o lado e pude ver dois homens bêbados que andavam muito mal, estavam completamente embriagados, que nem aguentavam o próprio corpo. Ao notar a atitude deles, segurei ela forte pelo cabelo e não deixei que se levantasse.
- O que você tá fazendo, Felipe?... essas pessoas podem nos ver – ela disse com um tom de preocupação.
- Cala a boca e continua chupando, puta – respondi todo excitado, enquanto ao mesmo tempo enfiava toda a minha pica na boca dela.
Três caras passaram na nossa frente e ficaram olhando pra gente. Tampei o rosto da minha namorada com o próprio cabelo dela pra que não conseguissem vê-la, enquanto ela continuava me chupando, muito nervosa.
- Queria ter uma gostosa dessa pra me chupar agora mesmo –
- Você tem sorte, amigão, aproveita –
- Goza na cara dessa puta, cara, essa sua puta é uma delícia –
Falaram aqueles caras enquanto seguiam o caminho deles. Minha namorada Angélica continuava devorando minha pica. Diante da situação, não aguentei mais e minha pica começou a pulsar dentro da boca da minha garota.
- OOOHHHH puta, vou gozar na sua boca de puta – falei enquanto ofegava.
Comecei a gozar dentro da boca dela. Tinha descarregado vários jatos de porra, enchendo a boquinha dela toda. Quando ela tirou a boca, outros jatos caíram no rosto dela e parte do cabelo. Como toda uma puta, ela engoliu tudo que tinha na boca.
- Que porra gostosa, amor… adorei – minha namorada disse.
Depois, ela tirou o lenço que eu tinha no bolso de trás da minha calça e limpou o rosto. Ajeitou o vestido enquanto eu vestia a calça de novo, e andamos umas duas quadras pra pegar um táxi que nos levasse pra casa.
Durante o trajeto de volta pra nossa casa, não perdi a oportunidade de acariciar minha garota. Deslizei minha mão por toda a perna dela até chegar na altura do vestido, fiquei apalpando ela por um bom tempo sem me importar que o taxista estivesse olhando, senti com meus dedos que a entrada da buceta dela estava completamente encharcada.
- Calma, amor, aqui não… o taxista vai nos ver pelo espelho – minha mina falou enquanto fechava as pernas.
Chegamos em casa e nos acomodamos no sofá pra continuar nos acariciando quando, de repente, minha namorada me diz:
- O que você acha da ideia de chamar nosso velho vizinho, seu Esteban, pra vir aqui e me foder na sua frente?... tô muito tesuda, amor, os drinks subiram – ela perguntou e falou com um tom de voz bem pervertido.
A pergunta dela me deixou bem surpreso, não pensei que ela ia me pedir pra chamar meu velho vizinho pra comer ela na nossa casa, não me incomodei com a proposta, na verdade, a ideia me excitou.
- Se você não se importa, queria que o seu Esteban me fodesse, amor – minha namorada disse.
- Não me incomodo nem um pouco – respondi pra minha mina.
- Perfeito, então por que você não manda uma mensagem pra ele ver se tá acordado e fala pra ele vir aqui foder sua namorada, amor? – minha namorada falou, bem safada.
Mandei a mensagem exatamente como ela tinha dito, não passou nem dois minutos e o velho seu Esteban respondeu.
- Já tô indo foder a mulher da sua namorada, filho da puta – meu velho vizinho respondeu.
Enquanto esperávamos, continuávamos nos tocando e nos beijando devagar, minha namorada Angélica tava realmente excitada.
Em menos de vinte minutos, nosso velho vizinho chegou na entrada de casa tocando a campainha. Eu levantei do sofá pra abrir a porta pro seu Esteban e deixar ele entrar na nossa casa, quando me viu, ele não parava de sorrir enquanto esfregava as mãos como um verdadeiro vencedor.
- E aí, vizinho?... vim foder sua linda namoradinha, vejo que cumpriu o combinado HAHAHAHA – o velho seu Esteban disse.
- Sim, pode entrar que Minha namorada tá muito tarada – falei, entre excitado e humilhado.
– Oi, vizinha – cumprimentou minha mina o velho Dom Estêvão ao entrar na nossa casa.
– Oi, Dom Estêvão, a gente tava esperando o senhor – respondeu minha namorada.
– Cê tá linda com esse vestido, vizinha – comentou Dom Estêvão.
– Valeu pelo elogio, Dom Estêvão – respondeu minha namorada enquanto se aproximava dele pra dar um beijo na bochecha.
– Não tem que me agradecer, vizinha, só tô falando a verdade… e agradeceria se parasse de me chamar de Dom, prefiro que me chame pelo nome mesmo – falou o velho Dom Estêvão pra minha mina.
– Como o senhor quiser, d… Estêvão – respondeu minha namorada.
– Cê tá divina, é a mina mais gostosa do bairro… me surpreende ter o prazer de passar uma noite com você, me sinto sortudo pra caralho – comentou Dom Estêvão.
– O senhor tem toda razão, Dom Estêvão, acertou na loteria com a minha mina – falei, feito um baita corno.
– Cê realmente gostaria de passar uma noite comigo, Dom Estêvão? – perguntou minha namorada.
– Pra ser sincero, sim, cê não imagina a vontade que tô de te pegar, vizinha – respondeu Dom Estêvão.
Minha namorada Angélica, depois de ouvir as palavras dele, se aproximou de novo pra dar um beijo na boca dele. Rapidamente, nosso vizinho correspondeu com um beijo daqueles, e não perdeu a chance de enfiar a língua na boca da minha mina. Depois, Angélica parou de beijar ele, se virou e esfregou a bunda na virilha do nosso vizinho. Dom Estêvão grudou mais nela ao ver o rebolado da minha namorada, adorou sentir a raba da minha mina.
Enquanto isso, eu só ficava olhando, não acreditava que minha mina tava agindo daquele jeito com nosso vizinho. Pensei que ela ia ficar com vergonha, mas foi o contrário, tava realmente tarada, sem vergonha de se deixar tocar na minha frente.
– Cê gosta de sentir minha bundinha? – perguntou minha namorada.
– Sim, vizinha, adoro… as Tá bem firme" - respondi pro nosso vizinho.
O nosso vizinho esfregava o volume do pau entre as bundinhas da minha namorada Angélica, depois levou as mãos até os ombros dela, descendo devagar até a cintura. Minha namorada tava completamente entregue ao seu Esteban. Ele continuou descendo até conseguir tocar as coxas lindas e macias dela, apalpou do jeito que quis por vários minutos enquanto minha namorada, toda excitada, esfregava a bunda nele pra sentir o volume.
Depois, seu Esteban pegou a barra do vestido dela e foi levantando devagar, deixando à mostra a bunda linda dela, que tava usando uma tanguinha preta minúscula, super sexy e provocante. O nosso vizinho, ao ver aquela bunda gostosa, apertou ela mais contra ele, levou a mão direita até os peitos dela e começou a apalpar com força, enquanto a outra mão foi até a entrada da buceta e começou a esfregar por cima da tanguinha. Minha namorada, sentindo as mãos dele brincando com o corpo gostoso dela, começou a gemer de prazer. Eu tava besta vendo aquela cena, muito excitado, meu pau tava duro, comecei a esfregar por cima da calça.
— Você é uma putinha linda — seu Esteban falou pra minha mina.
Minha namorada não disse nada, só ficou ali aproveitando os amassos, entretida gemendo de prazer. Eu vi ela mordendo os lábios devagar.
— Vizinha, você tá bem molhadinha, é uma putinha mesmo — falou o nosso vizinho.
— Seu volume é bem grande, vizinho, e eu gosto disso — respondeu minha namorada.
Depois dessas palavras, Angélica levou a mão direita até a virilha do nosso vizinho e começou a apalpar o volume grande dele. Quando tocou, eu vi o rosto da minha namorada fazer uma expressão de surpresa, e na mesma hora ela parou de mexer na virilha dele.
— Eu tenho um pau de bom tamanho, pode ter certeza que é bem maior que o do seu... Novinho" – disse Dom Estêvão pra minha namorada.
Minha namorada ficou bem surpresa com o que tinha apalpado com a mão, dava pra ver ela entre envergonhada e assustada, nosso velho vizinho Dom Estêvão, ao ver a reação dela, não conseguiu evitar de rir.
– Não se assuste, vizinha, relaxa – disse nosso vizinho.
– MEU DEUS do céu... você tem um pau muito g... JEJEJE – respondeu minha mina, gaguejando de tão nervosa.
– Eu sei, vizinha, tenho maior que o do seu namorado – disse Dom Estêvão.
Ao ouvir as palavras dele, minha namorada ficou vermelha, enquanto eu, feito um corno manso, observava os dois sentado no sofá da sala, sem perder nenhum detalhe daquelas cenas.
– Vizinha, você tem um corpo que eu adoraria aproveitar essa noite, e eu tenho pra você uma rola bem grande e vigorosa que você tá morrendo de vontade – comentou nosso vizinho pra minha mina enquanto colocava as mãos na bunda dela e apertava com força.
Minha namorada tava com tesão e nervosa ao mesmo tempo, eu adorava ver como nosso vizinho a esquentava, ele tinha ela totalmente na mão e muito puta, eu tava excitado pra caralho vendo pela primeira vez minha namorada tocar numa rola que não fosse a minha.
– Quer tocar de novo no meu pedaço de carne bom?... Tô durasso, faz tempo que não fico tão duro assim, você me deixa com muito tesão – comentou nosso vizinho.
Dom Estêvão seduzia minha namorada Angélica com os comentários safados dele na minha frente. Pra eles dois, eu era invisível naquela sala, agiam como se eu nem tivesse ali.
Nosso velho vizinho segurou a mão direita da minha mina e levou até a virilha dele. Minha namorada não ofereceu resistência nenhuma, dava pra ver que Dom Estêvão tava felizão por ter deixado minha mina no cio. Quando a mão da Angélica encostou no volume avantajado dele, ela ficou de boca aberta, ainda sem acreditar no que tava tocando.
– Me diga, vizinha... o que achou do seu presentinho? – perguntou nosso vizinho enquanto guiava a mão dela pra cima e pra baixo. para baixo a mão da minha mina por todo o volume do pau dele.
Minha namorada não solta uma palavra, tava dura de susto.
— Acho que tenho pequena, porque você não falou nada, vizinha — comentou nosso vizinho.
— Não… o senhor tem uma… enorme… maior que a do meu namorado — consegui responder minha mina, gaguejando.
Eu continuava olhando eles, muito excitado, me sentindo totalmente humilhado com as palavras da minha amada namorada. Enquanto isso, seu Esteban continuava guiando a mão da minha mina pra cima e pra baixo por todo o volume dele, Angélica continuava dura, sentindo um pau daqueles na mão dela. Depois de vários minutos, percebi que o velho vizinho soltou a mão da minha namorada. Mas o que mais me excitou foi ver que minha mina continuava passando a mão no volume dele por conta própria.
— Sua mulher é uma puta, seu corno. Viu como ela adora pegar no meu pau na sua frente? — comentou seu Esteban.
Depois, o velho seu Esteban desabotoou a calça e tirou ela junto com a cueca, ficando completamente pelado, deixando o pauzão dele no ar. Minha namorada, quando se virou, levou o susto do ano ao ver a rola do nosso vizinho, que media uns 21 cm de comprimento e 4,5 de largura.
— HAHAHAHA sua mulher adora ver minha ferramenta, vizinho — comentou seu Esteban.
— Sim, vejo que sempre tive uma puta de verdade em casa — respondi.
— Vamos, puta, tira esse vestido pra eu admirar seu corpo gostoso — disse nosso vizinho pra minha mina.
Rapidamente, minha namorada pegou as alças do vestido e, com um movimento, tirou dos ombros, deixando o vestido cair no chão, ficando só de calcinha. Nosso vizinho se aproximou quase que na hora da minha mina e arrebentou o sutiã dela de um puxão só, deixando os peitões dela no ar. Ele encostou o rosto e começou a chupar os peitos dela, alternando, dando um puta prazer pra minha mina.
Ele jogou o sutiã pra mim. garota até onde eu estava sentado, pra depois dar um beijo de língua na boca da minha namorada. Angélica segurou a cabeça dele e o beijou intensamente, tava muito excitada com a situação. Nosso velho vizinho conseguiu se separar dela pra chupar de novo as tetas gostosas dela, lambia e mordia os mamilos da minha mina bem devagar, tão excitada que ela tava que enfiava as tetonas dela na boca do seu Esteban.
- MMMMMM que gostoso, meu namorado nunca tinha chupado minhas tetas assim... MMMM que delícia – falou minha namorada pro seu Esteban enquanto gemia de prazer.
- Que delícia de tetas que você tem, vizinha... são uma beleza... fazia um tempão que eu não chupava umas tetas de uma novinha como você – respondeu nosso vizinho pra minha mina.
Minha namorada gemia de prazer enquanto nosso vizinho chupava as tetonas dela sem parar, igual um louco faminto, eu tava alucinando com aquela cena, nunca imaginei que minha namorada se entregaria pro nosso vizinho daquele jeito tão excitante.
- Vamos ficar mais à vontade no quarto que você divide com esse otário que tem como namorado, putinha – falou nosso vizinho.
- Tá bom, seu Esteban – respondeu minha mina, pegando na mão dele pra guiar ele até nosso quarto.
Nosso vizinho me mandou segui-lo e eu obedeci, quando chegamos no quarto ele me fez sentar numa cadeira que tinha num canto do quarto com um empurrão só.
- A partir desse exato momento, você vai virar um corno manso, vai ver como eu como a sua namorada vadia na sua frente – falou nosso velho vizinho, seu Esteban.
Reparei que ele tirou a camisa que ainda tava vestindo, ficando completamente pelado na frente da minha namorada. Angélica esticou o braço até a entreperna do nosso vizinho pra pegar no pau duro dele, começou a masturbar ele igual fazia comigo, com um movimento de cima pra baixo várias vezes, minha mina tava muito entretida batendo uma pro seu Esteban. Vai lá, experimenta essa pica… dá pra ver que você tá babando pra sentir o gosto dela – comentei com nosso vizinho.
– Não sei, seu Esteban, é muito grande e grossa – respondeu minha namorada.
– Pois é, vizinha, tenho ela maior que a do maricas do seu namoradinho – falei, sendo o próprio Esteban.
– Não sei se consigo colocar na minha boca, é enorme, nunca vi uma pica desse tamanho, seu Esteban – disse minha namorada.
– Vamos, vizinha… já vai ver que consegue mamar gostoso essa vara… ajoelha e chupa minha pica, sente o sabor gostoso, não decepciona seu namoradinho que tá aqui na nossa frente vendo você se entregar toda pro vizinho mais velho – falei pra minha namorada.
Minha namorada, depois de ouvir as palavras do nosso vizinho, se ajoelhou na frente dele e colocou a ponta da vara dele dentro da boquinha dela, saboreando como toda uma expert, engoliu quase metade da ferramenta enorme dele, chupando com gosto.
– OOOOHHHH ISSOOO, vizinha… você chupa como uma verdadeira puta… que gostoso você faz, vizinha – gemeu nosso vizinho.
Angélica ficou um tempão chupando a pica do nosso vizinho velho, até que num momento tirou da boca pra pegar um pouco de ar, porque a vara dele ocupava a boquinha toda dela. Rapidamente ele segurou a cabeça dela e enfiou de novo a ferramenta na boca dela, sem dar muito tempo pra respirar.
– Vai, continua chupando, puta… tem que chupar bem gostoso minha pica safada – ordenou nosso vizinho.
– MMMMMM GGGGAAAFFF COF COFF GGAAAAFFF – minha namorada só conseguia fazer esses sons, tentando tirar a vara enorme da boca, porque dava ânsia e cortava a respiração.
O esforço dela foi em vão, porque nosso vizinho tinha ela totalmente dominada. Ela mamava como podia, mas mal aguentava aquele pedaço de carne na boca. Nosso vizinho segurava a cabeça dela firme, forçando ela a abrir a boca o máximo que conseguia pra enfiar a pica descomunal dentro da boquinha pequena dela. Seu Esteban queria que ela engolisse inteiro, fazendo minha namorada engasgar
- Engole tudo, você consegue, vizinha… você é uma puta gulosa, enfia ele inteiro – ordena nosso vizinho.
- GGGGAAAAAFFFF MMM GGAAAF – minha namorada mal conseguia respirar, estava vermelha, faltava pouco pra ficar roxa.
Assim que nosso vizinho conseguiu enfiar a pica inteira na boca da minha namorada, ele sorriu vitorioso e depois deixou ela tirar a pica enorme da boca linda dela, minha mina tirou rapidinho pra tentar pegar um pouco de ar, tava muito vermelha, tossindo muito por falta de respiração.
- COF, COF… quase me afogou, seu Esteban, seu bruto… sua pica é muito grande COF, COF – minha namorada reclamou pro nosso vizinho.
Depois de ouvir ela, nosso vizinho levantou ela do chão pra dar um beijo na boca, minha namorada tava meio de mal humor pelo que ele fez, enfiar a pica inteira na boca dela, e não queria corresponder o beijo, Seu Esteban zoava ela pelo comportamento enquanto continuava tentando beijar a boca dela.
- Me beija, puta, você é uma gostosa, me beija, sei que você quer – falou nosso vizinho velho.
Minha namorada beijou ele na boca de um jeito muito sensual, os dois se acariciavam os corpos bem entretidos enquanto se beijavam com muita intensidade, Seu Esteban não perdeu a chance de levar ela pra cama enquanto beijava, foi deitando ela aos poucos sem parar de beijar a boca dela, eu vi como minha namorada se deixava comer a boca porque o velho do nosso vizinho enfiava a língua o máximo que podia, uma vez os dois deitados na nossa cama, Seu Esteban levou uma das mãos até a virilha da minha namorada, arrancando um gemido profundo de prazer dela.
- Olha, olha, você tá bem molhada, vizinha, vejo que tá bem lubrificadinha pra enfiar minha vara nessa buceta tão linda que você tem – falou pra minha namorada.
Sem dizer mais nada, nosso vizinho arrancou de uma só vez a calcinha minúscula dela, ao Tirei as calcinhas dela, senti o cheiro e as joguei no meu rosto. Percebi que a calcinha dela estava bem molhadinha com os fluidos vaginais dela.
Depois, nosso vizinho começou a beijar o pescoço dela e lamber, enquanto o velho me olhava e zombava de mim. Eu me sentia bem humilhado, mas ao mesmo tempo minha excitação era enorme. Minha namorada não percebia a atitude dele comigo; ela estava totalmente entregue às carícias e beijos dele, se deixando levar pelo Dom Esteban.
- Você está pronto para ver sua esposa ser macetada pelo seu vizinho velho?... Vou meter nela sem camisinha para deixá-la prenha, vou descarregar todo o meu gozo na bucetinha gostosa dela – ele comentou zombeteiramente enquanto continuava apalpando e beijando minha namorada.
O velho do nosso vizinho estava prestes a foder minha amada namorada bem na minha frente, ia perfurá-la com o pauzão dele e ia gozar dentro dela. Eu continuava sentado naquele canto do quarto, mas dessa vez com as calças abaixadas, me masturbando devagar enquanto via Dom Esteban aproveitando minha mina na nossa própria cama. Nosso vizinho deixou minha namorada Angélica deitada de barriga para cima, enquanto ele se posicionava na parte de baixo da buceta dela, se ajoelhando para apontar o pauzão dele na entrada da buceta. Ele começou a esfregar a ponta do pau nos lábios vaginais dela sem penetrar, e minha namorada, ao sentir ele brincando com a coisinha dela, não conseguia evitar se contorcer de prazer.
- Que putinha gostosa vou comer hoje – comentou nosso vizinho.
- Me fode, eu imploro, por favor me fode – suplicava minha mina.
Fiquei muito surpreso ao ouvir minha namorada pedindo para nosso vizinho meter nela enquanto gemia e suspirava de prazer. Dom Esteban a tinha completamente à disposição, a deixou bem excitada do jeito que queria.
- Que putinha você tem... você está se tornando mais um corno da sociedade... escuta como ela me implora, a safada – comentou Dom Esteban com um tom de zoeira.
Eu só ficava ouvindo, me sentia humilhado e bem envergonhado, verdade seja dita, os comentários debochados dele me deixavam meio mal, mas ao mesmo tempo sentia um puta tesão, meu pau tava durasso.
- Gosto pra caralho da sua namorada, ela tem um corpo de matar e ver ela assim peladinha na minha frente faz meu pau ficar a ponto de explodir – comentou nosso vizinho enquanto guiava a tranca descomunal dele na entrada da buceta da minha mina pra começar a meter devagar.
A tranca enorme do nosso vizinho começou a se abrir caminho devagar lá no fundo da buceta da minha namorada.
- MMMMM AAAAGGGFF – ela gemia e gritava entrecortado ao sentir uma tranca daquelas se abrindo dentro dela.
Nosso vizinho enfiou a ponta devagar, minha namorada mordia os lábios e arqueava as costas, Angélica tinha uma expressão de dor no rosto, ela não sabia onde se segurar pra aguentar a penetração, seu Estêvão não aguentou mais a lentidão e meteu de uma vez até o fundo.
- AAAAHHHHHHFFF – minha namorada gritou de dor ao ser atravessada pelo vizinho.
- Fica calma, putinha… relaxa que já enfiei tudo… agora você vai aproveitar uma boa foda… sua buceta é bem apertadinha, nunca tinha fodido uma mina com uma xota tão apertada quanto a da sua mulher – comentou nosso vizinho pra gente.
O velho seu Estêvão tinha conseguido cravar a tranca descomunal dele na buceta pobre e apertada da minha namorada. Era inacreditável ver como ele tinha enfiado tudo, nosso vizinho não parava de me olhar fixo com um sorriso debochado enquanto esperava paciente a buceta da minha mina se adaptar ao pau dele. Depois seu Estêvão começou um vai e vem lento dentro da minha namorada, segurou firme na cintura dela e metia de trás pra frente com certa força pra enterrar toda a ferramenta dele.
O que eu via era realmente impressionante, a buceta da minha namorada engolia aquela tranca descomunal, minha mina Gemia de prazer a cada vai e vem que o nosso velho vizinho dava nela.
- Que buceta gostosa, caralho, tua mulher tem uma bucetinha bem apertadinha… vou ter que comer ela mais vezes pra ela parar de ser tão apertada… MMMM que buceta gostosa – comentou o nosso vizinho.
- AAAHHHH AAAHHHFFF, teu pau me parte no meio – disse minha namorada entre gemidos.
- Você é uma delícia, tem uma buceta incrível. Se me permitir, de agora em diante posso ser seu touro fixo pra encher sua xereca de pica boa, se quiser – falou pra minha namorada enquanto a fodia sem parar e me olhava fixamente, sorrindo pra me humilhar.
- MMMMM AI, AI, AI SIIIIM que delícia, seu Esteban, sinto muitas cócegas lá dentro – gemia minha namorada, bem excitada.
- Que bom, vizinha, continue aproveitando bem – comentou nosso vizinho.
- Adoro sentir seu pau enorme, seu Esteban, AYYYY AI SIM – gemia minha namorada sem parar.
- Puta que pariu, que vagabunda gostosa você tem de namorada, caralho – falou nosso vizinho pra mim.
Rapidamente, ele se jogou sobre o corpo dela pra chupar os peitos sem parar de foder, lambia e mordia os mamilos dela alternadamente.
- Você vai ser minha nova puta de agora em diante… toda vez que eu quiser, vou encher essa bucetinha apertada que você tem – falou pra minha namorada enquanto a penetrava com força na nossa cama.
- UUUGFFF AAHHH para, não aguento mais… eu imploro, seu Esteban – suplicava minha namorada enquanto gemia a cada estocada do nosso vizinho.
Seu Esteban adorou ouvir minha namorada implorando pra parar, mas ele fez o contrário, aumentou o ritmo das estocadas e sussurrava o quanto ela era puta e gostosa.
- OOOHHHHH, AAAGGGGFF SIIIM que gostoso – gemia minha namorada com as estocadas fortes do nosso vizinho.
Minha namorada estava muito excitada, pude notar como ela arqueava o corpo a cada contração que sentia lá dentro ao ser empalada por aquela tranca descomunal do nosso vizinho. Os gemidos e espasmos dela tavam cada vez mais intensos, ela não conseguia controlar os orgasmos, parecia uma putinha barata com o comportamento dela. Aí o Dom Esteban meteu forte na buceta dela, fazendo minha mina dar um grito bem alto.
- AAAAAAAGGGGGFFFFF – gritou minha mina.
- SSHHHTTT Cala a boca, putinha, tenta se controlar que ainda não tô afim de gozar... aproveita minha pica grande, tua buceta é bem apertadinha, parece virgem – comentou nosso vizinho enquanto metia forte nela.
- AAAAAGGGHHH sinto muitas cócegas lá dentro, Dom Esteban – gemia forte minha namorada sem conseguir controlar os orgasmos.
- Que bom que você tá curtindo ao máximo minhas metidas... continua controlando esses impulsos de querer gozar porque eu quero seguir com essa foda espetacular – falei pra minha mina tentando acalmar o orgasmo dela.
Eu não perdia um único detalhe de tudo que tava rolando na nossa cama, minha mina tinha me transformado num corno manso e meu vizinho me humilhava sempre que queria enquanto metia na minha mina com muita força. Angélica só tava aproveitando as metidas violentas que o Dom Esteban dava nela.
- Você já sentiu um orgasmo igual a esse na sua vida com aquele filho da puta do seu namorado? – perguntou nosso vizinho.
- Não, Dom Esteban, nunca tinha sentido nada assim – enquanto ofegava e gemia de prazer.
- HAHAHAHA Achei que o corno manso do seu namorado não ia me deixar te dar uma boa fodida... adoro como você fica toda vez que sente minhas metidas – comentou nosso vizinho pra minha mina.
- Me dá mais forte, ISSO, continua assim – gemia minha namorada.
- UUUFFFF você é uma verdadeira mulher, vizinha... não vou aguentar mais, vou encher tua buceta com meu leitinho quente UUUFFF – comentou Dom Esteban enquanto continuava metendo na minha mina sem parar.
- Não goza dentro não, joga teu leite fora AAAHHFFF AAYY – respondeu minha namorada enquanto gemia.
- Tô quase gozando, caralho, não aguento mais, vou gozar dentro dela – gritou nosso velho vizinho me humilhando do jeito que ele queria.
Eu continuei me masturbando intensamente até ouvir as palavras dele, não aguentei mais e gozei como um verdadeiro corno vendo minha mina ser penetrada por outro na nossa própria cama.
- OOOHHHH sim, goza dentro da minha puta namorada – respondi pro seu Esteban depois da minha gozada.
- Mas o que você tá dizendo, amor, você tá louco, não, por favor para AAAHHHF AHAAH – respondeu minha namorada meio alterada mas sem parar de gemer.
- Desculpa muito, puta, mas não vou te satisfazer, você já ouviu o corno do seu namorado… vou encher toda sua entranha com meu leite – comentou nosso vizinho.
Seu Esteban começou a aumentar as estocadas a tal ponto que arqueou as costas pra trás e enfiou toda aquela tranca descomunal na buceta da minha namorada, pra depois descarregar todo o leite quentinho dentro da xota da minha mina, enquanto ao mesmo tempo ofegava forte depois de soltar vários jatos potentes de sêmen, conseguindo inundar a barriga da minha namorada Angélica.
Minha mina começou a ter vários espasmos enquanto nosso vizinho gozava dentro, soube que ela também tinha gozado porque os movimentos dela foram muito bruscos e ela suspirava aliviada.
- AAAAHHHHH SIIIII que gostoso sentir seu sêmen dentro de mim, seu Esteban – comentou minha namorada.
- UUFFFFF tava há tempo sem soltar tanta porra como hoje, puta – respondeu nosso velho vizinho.
- Gostoso, gostoso, ele inundou minha buceta MMMMM que delícia – disse minha namorada suspirando.
- Fico feliz que você gostou, puta – respondeu nosso vizinho.
Depois que nosso velho vizinho terminou de gozar dentro da buceta da minha namorada, ele se deitou em cima dela mantendo o pau mole dentro dela. Enquanto seu Esteban descansava confortavelmente em cima da Angélica, começou a brincar com os peitos da minha namorada, chupava e mordiscava do jeito que ele queria.
- Sua namorada é demais, pequeno Cabrão, você devia compartilhar ela mais vezes… adorei gozar dentro da bucetinha apertada dela – comentou o velho do nosso vizinho pra me humilhar ainda mais na frente da minha namorada.
Vi o senhor Esteban tirar a pica enorme dele da buceta dela, fiquei surpreso porque, apesar da gozada violenta, o pau dele ainda mantinha um tamanho bom.
– Chega aqui e limpa a boceta da tua mulher, cabrão, chupa – ordenou o senhor Esteban.
Não sei por que obedeci, mas mais rápido que num piscar de olhos levantei da cadeira onde estava sentado e fui até a cama, me ajoelhando na frente da minha mina e, sem dizer uma palavra, comecei a limpar os restos de porra que estavam na entrada da buceta dela.
– Pronto, senhor Esteban, tá limpa – falei pro nosso vizinho.
– Muito bem, corno, agora limpa meu pau pra terminar o serviço – disse o velho vizinho.
O senhor Esteban zombava de mim e me humilhava na frente da minha namorada, ela não falava nada, só observava entretida, me tratava como um verdadeiro corno manso.
– Olha como o corno do teu namorado vai deixar meu pau bem limpinho – comentou o vizinho pra minha mina.
Eu continuava de joelhos no chão do nosso quarto, enquanto o senhor Esteban se posicionou rapidamente na minha frente. Aproximei meu rosto até a virilha dele e abri a boca pra chupar a ponta da pica mole enorme dele. Ele tirou da minha boca pra passar no meu rosto todo e me deu uns tapas com a vara de carne enquanto ria.
– Sente o pedaço de carne que comeu a bucetinha apertada da tua namoradinha gostosa – falou o velho vizinho.
Depois de esfregar o pau todo no meu rosto, fez eu abrir a boca completamente e meteu de uma vez só dentro da minha boca. Era enorme, eu me afogava com a pica dele, não conseguia respirar. Aquele pedaço de carne tinha passado da campainha da minha garganta, sentia muita vontade de vomitar, quis me de um lado, mas não me deixava porque segurava minha cabeça com força. Depois de alguns segundos que pareceram uma eternidade pra mim, ele me soltou enquanto zoava do que tava fazendo comigo.
- Você tem um namorado viado e corno, vizinha – comentou Dom Esteban pra minha namorada.
Quando terminou de falar isso pra minha mina, ele aproximou a rola de novo do meu rosto pra eu chupar. Como um verdadeiro corno, chupei igual um profissional.
- Seu namorado sabe chupar pra caralho, é um viadinho de merda – ele falou pra minha namorada.
- Tava bem guardado, meu namorado – respondeu minha mina, enquanto ria de me ver chupando a rola do nosso vizinho velho.
Depois de ficar chupando a rola do nosso vizinho Dom Esteban, ele começou a gemer de prazer, deixando a rola dura igual um pau, e ao mesmo tempo começou a se mexer dentro da minha boca, até soltar vários jatos de porra. Ele tirou a rola e terminou de encher meu rosto e parte do meu corpo com o semen quentinho dele.
- AAAHHH, que boquete gostoso você me deu, filho da puta. Você é um viadinho de verdade – falou nosso vizinho.
Nosso vizinho vestiu a roupa e se despediu da minha namorada com um beijo forte e longo na boca. Depois que ele foi embora, entramos no chuveiro e tomamos banho juntos sem comentar nada do que tinha rolado.
No dia seguinte, acordei, me arrumei um pouco e vesti uma roupa esportiva. Deixei minha namorada dormindo no quarto e fui dar uma volta pelo bairro pra processar tudo que tinha acontecido na noite. Fiquei claro que depois daquele dia, tudo na nossa vida tinha mudado completamente.
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