Uma Boa Família 4

Continuamos com essa história foda, se vocês não leram as partes anteriores, vão lá no meu perfil pra conferir.Todo mundo tava muito cansado quando chegamos em casa depois daquela tarde na praia, cada um foi pro seu quarto pra dormir, e foi o que a gente fez.
Eu e minha mãe vestimos nossos pijamas e deitamos na cama, os dois em silêncio tentando pegar no sono. Sempre tive facilidade pra dormir rápido, e naquela noite não foi diferente; capotei logo. Tava dormindo tranquilão até sentir meu celular vibrar várias vezes. Quando destravei, vi que tinha um monte de mensagens da minha prima.
“Preciso de você”
“Tô na cozinha”
Levantei da cama fazendo o mínimo de barulho pra não acordar minha mãe, saí do quarto e fui pra cozinha. Quando entrei, vi minha prima só de calcinha e sutiã.Uma Boa Família 4-É assim que você costuma dormir?- perguntei sem tirar os olhos das tetas dela
-Você gosta?- ela perguntou enquanto se aproximava de mim
Não consegui responder, porque imediatamente senti um empurrão que me jogou contra a parede, me deixando pressionado lá. Antes que eu pudesse reagir, minha prima começou a me beijar desesperadamente e com muita paixão
-Estou muito excitada, os gemidos da praia me deixaram com muito tesão- disse ela enquanto continuava me beijando e passando a mão na minha virilha por cima da pijama
-Sério? Eles estavam com uma cara gostosa?- respondi enquanto começava a apalpar as tetas dela
Dava pra ver nos olhos dela o desejo e a paixão, então enquanto continuávamos nos beijando, deitamos na mesa da cozinha. Ela tirou o sutiã pra revelar as tetas lindas dela, beijei e comecei a acariciá-las, o que eu sabia que ela adorava. Depois de alguns minutos beijando as tetas dela, nós dois tiramos rapidamente o resto da roupa

Depois de alguns minutos, ela se virou pra ficar de bruços e deslizou pelo meu corpo até a barriga. Quando chegou lá, viu que meu pau estava duro como pedra e deu uns beijinhos nele, depois colocou meu pau duro entre as tetas dela e começou a esfregar pra cima e pra baixo. Nunca tinha fodido as tetas de uma garota antes, mas era uma sensação incrível e senti que ia gozar logo
-Carla, para, vou gozar- falei
-Então goza nas minhas tetas- ela sorriu e disse
Comecei a empurrar mais forte e mais rápido, gozei nas tetas e no pescoço dela. Ficamos ali alguns minutos nos beijando, me dando tempo pra me recuperar. Enquanto nos beijávamos, belisquei e chupei os mamilos dela

Assim que me recuperei completamente, virei ela e comecei a chupar a buceta dela. Comecei devagar, lambendo de cima pra baixo, mordiscando o clitóris dela e comecei a enfiar dois dedos na buceta dela, molhando ela toda, e comecei a empurrar devagar pra frente e pra trás.
-Por favor, me fode, preciso de você dentro de mim- ela implorou depois de alguns minutos Minutos depois, tirei meus dedos da buceta dela.
—Primeiro a gente te prova — falei. Dei meus dedos pra ela e ela lambeu até deixar limpo, era uma cena fantástica, a cara dela lambendo os próprios fluidos vaginais me excitava, então depois de um beijo apaixonado, enfiei meu pau nela e comecei a comê-la.
Como era de madrugada, tentamos não fazer muito barulho pra evitar que alguém nos descobrisse. Pra abafar os gemidos dela, eu beijava, beijava enquanto meu pau violentava a buceta molhada dela. Fodemos assim por uns minutos.
—Quero te comer de quatro — falei. Sempre fantasiei em poder comê-la assim. Ela se apoiou num móvel da cozinha, deixando eu ver aquele cuzão gostoso.vadia

Aqui esta a traducao para o p- Vem e me fode - ela dizia enquanto mexia a bunda me convidando pra penetrar ela, dei um tapa em cada nádega e depois inseri meu pau inteiro dentro dela, fazendo ela gemer. Sorri com aquele barulho e comecei a meter forte e rápido, do jeito que ela gostava.

- Isso, isso, assim - Ela tava gemendo, se divertindo, eu também tava e de vez em quando dava uns tapas nela e apertava os peitos dela. Os dois tavam incrivelmente excitados e mesmo assim tentávamos fazer o mínimo de barulho possível, toda vez que minha prima soltava um gemido alto eu puxava o cabelo dela, sinal pra ela ficar quieta, o que ficava difícil porque a buceta dela começava a apertar mais, sinal de que ela tava prestes a gozar.

- Vou gozar, me puxa o cabelo, vou gozar - ela dizia enquanto gemia e eu fiz com muito gosto o que ela pediu, agarrei o cabelo loiro lindo dela e puxei com tanta força que o rosto dela ficou bem do lado do meu, ela parecia que ia gritar, algo que eu não podia permitir, então enquanto com uma mão puxava o cabelo dela com a outra tampei a boca dela segurando o grito de prazer, a buceta dela escorria fluidos sujando e molhando o chão da cozinha, depois de uns segundos continuando a bombear meu pau dentro da minha prima senti que tava prestes a gozar.

Com um puxão de cabelo empurrei ela fazendo ela ficar de joelhos, e bruscamente meti meu pau na boca dela, entrou inteiro até a garganta e comecei a penetrar a boca dela com força, a cada estocada sentia a ponta do meu pau chegando no fundo da boca dela, era tão quente a boca dela, ainda mais com ela trabalhando os lábios e a língua com maestria, quando tava prestes a gozar empurrei meu pau completamente na garganta dela e segurei ali por uns segundos até finalmente gozar e esvaziar uma grande carga de porra na boca toda dela que parecia afogar minha prima, ao tirar meu pau minha prima cuspiu uma mistura de porra e saliva, que escorreu pelos peitos dela até cair no chão.

Nós dois Realmente ficamos exaustos depois de transar. Eu me sentei na cadeira mais próxima, enquanto minha prima ficou no chão. Quando recuperei o fôlego, me aproximei dela, que ainda estava no chão, e puxei seu cabelo com força.

— Por que você não limpa o chão? — falei, empurrando a cabeça dela em direção às gotas que tinham escorrido pela cozinha. Ela não respondeu, só obedeceu. Começou a lamber o chão, e eu não conseguia distinguir se as gotas eram de porra, saliva ou os fluidos da buceta dela.

Era incrivelmente morbidão ver minha prima pelada lambendo o chão. O olhar de safadeza dela me fez perceber que minha prima sempre foi uma pessoa inquebrável, mas nunca pensei que fosse tão puta e, acima de tudo, tão submissa. Passaram uns minutos até ela terminar de limpar o chão. Nos vestimos e fomos para nossos quartos, não sem antes dar um tapa forte na bunda dela de despedida.

Entrei no meu quarto e, graças a Deus, minha mãe ainda tava dormindo profundamente, então pude ficar tranquilo e dormir de boa. Logo apaguei, porque era hora de recarregar as energias para o que viria depois.

Você é minha no colégio, então acordei bem cedo de manhã. Minha mãe e minha tia já estavam na cozinha preparando o café, então me apressei pra vestir o uniforme e desci pra tomar café.

— Bom dia — cheguei perto da minha mãe e dei um beijo na bochecha dela.

— E o meu bom dia? — disse minha tia. Notei que ela tava com ciúmes, porque depois do que rolou na praia, ela esperava que tivéssemos mais intimidade.

— Bom dia, tia — falei, me aproximando e dando um beijo na bochecha dela.

— Bom dia, meu menino — respondeu, enquanto com a mão massageava sutilmente minha virilha. Me afastei rápido ao sentir a mão dela, porque não queria que ninguém nos descobrisse.

— Senta pra tomar café, filho, que vai ficar tarde — disse minha mãe, me servindo o café da manhã.

Tava comendo quando minha prima desceu com o uniforme dela. Pronto, também nos preparamos para tomar café da manhã. Enquanto comíamos, minha tia comentou que ficaria em casa porque não tinha emprego, mas que procuraria um o mais rápido possível. Assim, fomos para a escola.

Ao chegar na escola e entrar na nossa sala de aula, nos deparamos com a surpresa de que o professor não viria, pois estava doente. Sem nada para fazer, eu e minha prima fomos até a cafeteria, onde encontramos a Paula, que parecia lembrar como ela se comportou conosco na festa dela.

— Oi, galera — ela disse com sua voz doce e nos deu um sorriso safado enquanto passava do nosso lado. Ficamos estranhados, porque não era comum a Paula cumprimentar a gente, mas não demos importância.

Matamos o tempo da aula conversando e brincando na cafeteria. Minha prima não tinha intenção de fazer nada ousado na escola, porque mais de uma vez tinham pegado casais transando. As consequências eram muito graves, então não íamos nos arriscar a ser suspensos de vez.

As outras aulas passaram normalmente. Apesar de ser a última semana antes das férias, os professores sempre tentavam espremer o tempo ao máximo para depois nos encher de lição de casa e foder com as férias.

No fim do dia escolar, saí do colégio e lá me deparei com uma surpresa: uma pessoa que eu achava que nunca mais veria na vida. Encontrei meu pai. Ele estava encostado num carro, esperando alguém. Nossos olhares se encontraram e nos encaramos fixamente por alguns segundos para confirmar que era mesmo a pessoa que pensávamos. Ele correu na minha direção e eu na dele, até nos encontrarmos num abraço forte. Depois do divórcio dos meus pais, nunca mais tinha visto ele.

— Franco, filho, olha como você cresceu — ele disse, ainda me abraçando. Parecia que lágrimas brotavam dos olhos dele, e o sentimento também me pegou, porque comecei a chorar. Eu era criança quando meus pais se... divorciaram, eu lembrava com dificuldade de alguns fragmentos onde ele e eu jogávamos futebol, ele me ensinou a andar de bicicleta e foi ele quem me deu a bike que eu tinha na época, como um lembrete de que eu tinha um pai. Por causa da minha pouca idade quando meus pais se divorciaram, minha mãe nunca me explicou, nem me deu os motivos da separação, por isso sempre tive essa curiosidade de saber por que meu pai tinha me abandonado.

— Por que você foi embora? — perguntei com lágrimas nos olhos.

— Filho, vou te explicar tudo no momento certo. As coisas mudaram, agora eu tenho outra família e quero que você os conheça — ele disse, me encarando bem nos olhos. Como assim, outra família? Pensei. Não sabia se concordava muito em conhecê-los, então só balancei a cabeça.

— Francoooo! — ouvi alguém gritar meu nome. Quando virei, vi minha prima apontando para minha mãe, que nos esperava no carro.

— Acho que você tem que ir, mas não se preocupa, amanhã vou te visitar pra te levar pra jantar com a minha nova família — ele disse e se despediu de mim com um abraço forte.

Quando entrei no carro com minha mãe, ela me observou por alguns segundos até se atrever a perguntar:

— Quem era aquela pessoa com quem você estava falando?

— Depois te conto, mãe — respondi, porque não sabia como tocar nesse assunto com ela. Se ela nunca tinha me falado do meu pai, devia ter seus motivos, então eu contaria quando estivéssemos a sós. Ela simplesmente deixou o assunto de lado e fomos pra casa.

Quando chegamos em casa, percebemos que minha tia tinha preparado a comida. Então sentamos à mesa pra comer enquanto conversávamos sobre como tinha sido o nosso dia.

— Sabem quem vai arrumar um emprego? — disse minha tia, cheia de orgulho. — Um fotógrafo me encontrou no Instagram, achou que eu era muito gostosa e que poderíamos fazer uma sessão de fotos. — Ficamos todos de boca aberta com a notícia e, sem pensar duas vezes, todo mundo apoiou. Porque, realmente, minha tia era muito bonita e tinha toda chance de fazer uma sessão. Como modelo, todo mundo ficaria muito orgulhoso.
— Pois então, por que a gente não compra algo pra beber e comemora que você vai ser uma grande modelo? — disse minha mãe, animada.
— É, tia, eu vou com você — respondeu Carla, e assim elas foram, saindo rumo a um supermercado, me deixando sozinho com minha tia.
— Escuta, meu menino, vou tomar um banho rápido enquanto sua mãe não chega — ela me disse com um sorriso no rosto e, em seguida, me deu uma piscadinha. Eu interpretei aquilo como um sinal, mas não tinha certeza. Depois de alguns minutos que minha tia entrou no banho, me aproximei do banheiro e não me surpreendi ao encontrar a porta meio aberta, o suficiente pra ver ela nua, esfregando o corpo de forma sensual.gostosa— Oi, gostosa — ela me disse ao me ver parado na porta do banheiro
— Poxa, não consigo ensaboar minhas costas, pode me ajudar? — falou num tom que me deixou louco de tesão. Tirei a roupa e entrei no chuveiro com minha tia
Meu instinto tarado não falhou e logo a envolvi com meus braços pra beijá-la
— Oi, tia — falei enquanto a beijava, e ela começou a esfregar meu pau já duro. Sexo no chuveiro era uma fantasia que eu tinha, e fazer isso com minha tia me enchia de tesão
Beijei ela fundo, de forma molhada, brincando com minha língua, e na hora percebi como ela ficava excitada. Massageava sutilmente a buceta dela enquanto me beijava. A mão dela começou a percorrer meu corpo, acariciou meu pau escorregadio de sabão e, quase sem perceber, desci minha mão rápido até a virilha dela. Meu dedo tocou o clitóris, que já tava bem sensível, e mesmo ela soltando vários gemidos, não parou de me masturbar. Enfiei o dedo bruscamente bem fundo, e fez ela soltar um grito — isso me excitou ainda mais. Virei ela rápido, apoiando os peitos e o rosto dela na parede fria, e enfiei de uma vez
Segurei ela pela cintura, e ela ficou na ponta dos pés pra eu meter bem fundo. Tava dando umas estocadas violentas. Peguei ela pelo cabelo e comecei a puxar com força
— Tá gostando? — perguntei sem parar de meter. Fodia ela tão forte que logo senti a buceta dela começar a se contrair e apertar mais, sinal de que ia gozar. Ela soltou gritos e gemidos altos sem dar trégua, mas eu sentia tanto prazer que a gente tava gemendo e gritando tão alto que não duvido que os vizinhos ouviram a gente transar
Peguei shampoo e comecei a deixar cair gotas nas costas dela, gotas grandes e frias, descendo devagar da nuca até chegar na bunda, onde fiquei vários minutos passando bem. Tirei meu pau da buceta dela e abri bem as pernas dela, pra brincar com o sabão que tinha nas nádegas até que, de repente, enfiei meu dedo no cu dela A bunda dela, de novo, me fez gritar.
Tava brincando com a bunda dela, enquanto a água nos cobria, descia pelas costas dela e escorria pelo meu corpo. A água queimava, ardia, mas me deixava ainda mais excitado. A gente tava muito quente. Comecei a mexer meu dedo mais rápido, e não aguentei: meti no cu dela com uma enfiada forte. Enquanto comia ela pelo cu, com minhas mãos comecei a massagear o clitóris dela. Tava masturbando ela enquanto fodía ela no cu. Que gostoso, que prazer. Tava quase gozando de novo, e ela sabia, tava me esperando. Quando meu pau começou a pulsar dentro do cu dela, não passou nem uns segundos até meu pau explodir, enchendo o cu dela de porra grossa. Gozei de um jeito incrível.

Quando saímos do chuveiro, rimos, nos abraçamos, nos beijamos.
— Vou vestir um vestido e vou sem calcinha, assim vou sentir seu gozo escorrendo entre minhas pernas — ela sussurrou no meu ouvido e foi pro quarto dela se vestir.

Nessa hora, ouvi o carro da minha mãe chegando, então me apressei pra me vestir e ajudar a descer as coisas que elas tinham comprado.
— E aí, mãe, como foi? — perguntei.
— Aaah, Franco, se eu te contar... O trânsito tava um inferno — ela respondeu. Descemos as coisas do carro e notei que elas tinham comprado um monte de bebida alcoólica, então a noite ia ser longa.

Preparamos na sala umas frituras junto com as bebidas, e, como tinha prometido, minha tia apareceu com um vestido incrivelmente gostoso.tiaComeçamos a beber, cantamos, dançamos por várias horas, nos divertimos pra caralho. A química que minha tia e minha mãe tinham era incrível, a irreverência delas, o carisma, fizeram a gente passar muito bem. As horas passaram, os copos acabaram, o álcool já tava subindo na minha cabeça e minha mãe percebeu isso.

— Vamos dormir, Franco, que amanhã tem escola — ela disse enquanto me ajudava a levantar.

Entramos no nosso quarto pra mim e minha mãe deitarmos e dormir.

— Mãe, a pessoa com quem eu tava conversando na escola era meu pai — falei pra ela.

— Franco, você tá bêbado, vai dormir — respondeu secamente.

— Mãe, ele foi me ver na escola e quer que eu vá com ele conhecer a nova família dele — falei olhando nos olhos dela. Ela viu em mim que eu tava falando a verdade, só baixou o olhar.

— Sabia que esse dia ia chegar. Você tem direito de conviver com seu pai, mas lembra quem esteve do seu lado todo esse tempo — respondeu, dava pra perceber que ela tava meio chateada.

— Mãe, acho que tenho direito de conviver com meu pai, e não se preocupa, nunca vou embora do seu lado. Te amo — respondi e dei um beijo na bochecha dela, seguido de um abraço bem longo.Valeu por ter chegado até aqui, agradeço comentários, pontos e mensagens com contribuições.

2 comentários - Uma Boa Família 4

La verdad esta historia me gusta muchísimo, sigue así, ojalá Franco termine embarazando a su mamá, su prima o su tía