A nova fase tinha começado. Ramón virou visita frequente na minha casa. Durante o dia, no trabalho, ele me fazia ter ereções intermináveis descrevendo como ia comer minha Carmen à tarde. Eu às vezes me esfregava por cima da calça, e ele ria vendo como conseguia me excitar com os planos dele.
Nem sempre dava pra deixar os meninos com minha cunhada, isso complicava as coisas. Quando as crianças estavam em casa, eu perdia a ação, porque tinha que ficar com elas brincando na sala, enquanto meu compadre comia minha esposa no nosso quarto. De vez em quando, eu dava um jeito de escapar, abria um pouquinho a porta e ficava olhando eles trepando. Minha mulher ficava tão gostosa sendo comida por ele. O corpo escultural dela combinava perfeitamente com o dele, pareciam feitos um pro outro.
Eu descia pra sala depois de ver aquilo com uma ereção daquelas, tinha que sentar pra meus filhos não verem. Colocava uma almofada por cima pra esconder. Eles vinham perto de mim, mostravam o que estavam fazendo, e eu, gaguejando, elogiava. Minha cabeça estava em outro lugar… lá em cima.
Meu compadre descia depois de comer a Carmen só de cueca. Eu olhava pra ele, recriminando, porque meus filhos estavam ali, mas ele ria e não ligava. Minhas crianças mal viam ele e já se jogavam pra abraçar e beijar. Amavam muito o tio Ramón.
Ele brincava bastante com os dois, às vezes mais com minha filha. Passava a boca na barriguinha dela, arrancando gargalhadas. Meu coração batia forte por vários motivos: meus filhos amavam ele tanto quanto a mim, ou talvez mais, e porque eu às vezes percebia que meu compadre acariciava demais minha filha. Meu coração dava um pulo vendo como Ramón a carregava segurando na bunda dela, apertando, e perguntava: “Quem é a princesa do tio?”. Minha menina já sabia que tinha que responder “Eu, tio”, e dava um beijinho na boca dele. Eu só olhava, sem fazer nada, mas meu pau sim, ele ficava duro.
Ramón controlava nossas vidas. Já tinham passado meses desde que começamos, ele sempre trazia o celular com crédito e de lá mandava mensagem pra minha mulher, pedia fotos e ela mandava, sempre pedia a localização dela, e ela sem hesitar enviava. Lembro de uma vez que ela estava com as crianças fazendo umas compras e meu compadre pediu a localização, ela mandou e ele viu que estavam bem perto da gente, não hesitou em pedir pra se encontrarem num lugar neutro, minha Carmen topou.
Chegamos no local, Ramón me pediu pra descer da caminhonete pra cuidar dos meus filhos no carro, eu desci e vi a Carmen sair voando do carro, não me cumprimentou, mais que isso, nem olhou pra mim, subiu rápido pelo lado do passageiro.
A caminhonete era alta e com vidros escuros, ninguém notaria o que estavam fazendo, mas eu sim; via a caminhonete pesada balançando com o vai e vem da trepada dos dois, meus filhos me perguntavam pra “onde a mãe tinha ido”, eu só dizia que “cumprimentar o tio”.
Finalmente naquela vez a Carmen desceu, estava toda descabelada, o batom todo borrado na boca, a máscara de cílios escorrida, nem tinha arrumado direito o vestido, me olhou e sorriu, chegou perto de mim e me deu um beijo enorme, pude sentir a porra do meu compadre e aquilo me excitou.
Subi na caminhonete e a primeira coisa que vi foi meu compadre sentado rindo debochado e olhei pra alavanca de câmbio, lá estavam as calcinhas da minha mulher
— Meti nela com a calcinha vestida, olha, cheira elas, ainda tem porra
Ele jogou pra mim e eu ri, peguei e também joguei de volta, o percurso daquele dia foi uma tortura, meu compadre foi contando como comeu ela enquanto eu dirigia, era uma tortura porque não podia tocar no meu pau, ele descrevia os detalhes sujos e aquilo me excitava mais, chegou a hora que não aguentei, a dor era insuportável.
— Compadre, dirige você um pouco, não aguento mais
Ele riu das minhas palavras e sentou pra dirigir, mal ele arrancou eu liberei meu pau e me masturbei, gozei quando ele me contou como obrigou a Carmen a sentar na alavanca de câmbio e enfiar ela em a buceta e depois no cu, fazendo questão de mostrar que ela fez sem hesitar.
******
A vida agora era assim, o Ramón tava na nossa vida. Um dia ele tava dormindo no chão do lado da cama, isso acontecia direto. Nossos filhos ficavam no quarto deles e eu ficava no meu quarto com os comedores, só que no chão pra deixar a cama livre caso eles quisessem transar de madrugada. Lá tava eu todo moído dos ossos quando a voz entrecortada da Carmen me acordou:
— Antônio, Antônio... acorda, pelo amor de Deus.
Me endireitei com uma dor horrível no pescoço e a primeira coisa que vi foi as costas musculosas do Ramón. Pelo jeito que ele se mexia, dava pra adivinhar que tava comendo a Carmen.
— Antônio, rápido... vem.
Com o corpo dolorido, me levantei e vi por que a Carmen tava me chamando com tanta insistência. O Ramón e ela tavam de lado transando, ele se movia intenso e minha mulher lutava com o Toñito, meu filho mais novo, que tentava subir na cama. Ela impedia com as mãos, o Ramón se movia muito rápido, o lençol que cobria eles destapava os peitos da Carmen, que tentava segurar o lençol e impedir o Toñito de subir. Ela tava desesperada porque o menino era muito esperto e ela batalhava pra impedir ele de subir enquanto se cobria de novo com o lençol, por isso me chamou:
— Meu amor, pega... o... Toñito — disse minha mulher com a voz entrecortada, recebendo pica.
Ela não lutava com o Ramón pra parar de ser comida, ela lutava com meu filho pra ele não subir. Pela voz trêmula e a cara de agonia, imaginava que ela tava perto do orgasmo. Peguei meu filho e levei ele pra fora do quarto.
— Quero ficar com a mamãe.
— Não, filhinho, a mamãe tá ocupada com o tio Ramón.
Falei e, com carinho, tirei ele do quarto. Assim que saímos, ouvi minha mulher gemer o orgasmo intenso dela. Desci e preparei fruta pro meu filho tomar café. Meu menino de 4 anos comia animado a fruta quando meu compadre desceu só de cueca. O Ramón sentou e me olhou com um sorriso debochado:
— Por pouco e a gente... Pega teu filho, hahaha?
Sim, que bom que me acordaram, senão ia ver eles “fazendo aquilo”.
Meu nível de humilhação era franco e só aumentava. Ramón me contou como acordou com uma ereção e minha mulher estava de lado, ele ficou com vontade de comer ela assim e os dois estavam bem felizes quando meu filho entrou e quis subir na cama, como fez muitas vezes quando eu ocupava aquele lugar, só que agora eles estavam transando. Ele mencionou como a Carmen impedia ele de subir e isso o excitou ainda mais, então ele meteu com força na buceta da minha esposa, arrancando gemidos dela. Ramón me contava isso enquanto eu desenvolvia uma ereção. Ele foi cuidadoso em omitir os palavrões, trocando por outras palavras que só ele e eu entenderíamos.
Nisso estávamos quando minha mulher desceu só de roupão, ela estava linda, recém-comida pelo meu compadre. Ela nos cumprimentou com um beijo, o do Ramón foi mais demorado que o meu, mandou o Toñito brincar na sala e foi preparar o café. Meu compadre, depois de comer, foi pro chuveiro. Sozinhos, ela e eu, ela me contou a versão dela dos fatos.
Carmen me disse que o Ramón tinha acordado ela porque queria uma rapidinha matinal, ela virou de costas pra ele e deixou ele comer a buceta dela. Ela disse que estava no auge quando o Toñito entrou, não conseguia parar o orgasmo, nem o lençol, nem o Toñito. Sentiu que a situação estava saindo do controle porque o Ramón não parava de meter e ela não queria gozar na frente do nosso filho, mas também não aguentava mais segurar, por isso me chamou.
— Fez bem em me chamar, talvez fosse muito traumático pro nosso filho ver seu orgasmo, ultimamente você tem tido uns muito intensos.
— Sei, isso eu devo a você. Aliás, enquanto arrumava a cama, o Ramón comentou que ficou muito excitado me comendo na frente do meu filho e me propôs a possibilidade de transar com eles presentes, mas sem que percebessem. Falei que comentaria com você e, se você concordasse, a gente daria um jeito, mas se você não quisesse, ficava tudo cancelado e no esquecimento
Era uma oportunidade pra eu cair ainda mais baixo. Levantei e beijei ela ternamente nos lábios, acariciei o cabelo dela.
— Claro que sim, meu amor, acho uma boa ideia. Só estamos procurando um jeito deles estarem presentes sem perceberem o que tão fazendo.
— Tem certeza? — os olhos dela brilharam de empolgação.
— Sim, meu amor, certeza.
Ela me beijou mais fundo e se levantou, quase correndo pro chuveiro pra tomar banho com meu compadre e dar a boa notícia. Deixou a porta aberta, e lá de baixo eu ouvia os gemidos dela. Tive que subir e fechar a porta, mas não sem antes ver ele metendo nela de quatro, com as mãos dela apoiadas na parede.
Meu compadre foi embora naquele dia, e a rotina voltou pras nossas vidas. A gente fazia nossas tarefas de fim de semana, mas ainda tinha o domingo livre. Depois das nossas atividades, Carmen e eu planejamos como o evento podia rolar.
Carmen me disse que podia ser eles na sala e eu com as crianças no comedor, mas não iam estar totalmente presentes; o importante era que pudessem se ver. Era uma parada que precisava ser bem pensada e planejada. Outra opção era eles sentarem juntos no sofá e, num certo momento, ela sentar em cima dele. Ela ia falar que tava com frio, e eu ia cobrir os dois com um cobertor, mas corríamos o risco do movimento ser muito óbvio, das crianças quererem ficar debaixo do cobertor ou do cobertor cair no meio da foda, porque meu compadre era muito bruto, e nisso Carmen concordou totalmente.
Finalmente, a ideia veio pra nós dois quase ao mesmo tempo. A gente conversou e viu que era o mais adequado pro evento. Ela me abraçou cheia de felicidade e me deu um beijão.
— Obrigada, meu amor. Você é o melhor marido do mundo.
— Não, não sou. Só sou o homem mais apaixonado pela sua esposa.
Meu compadre chegou naquela mesma noite. Minha esposa recebeu ele. Da sala, eu ouvia as risadinhas deles; provavelmente ela tava contando que tinha uma surpresa. Ouvi ela dar um gritinho, provavelmente ele tinha dado um tapa na bunda dela ou um apertão na buceta. suculento glúteo.
Os dois entraram na sala de mãos dadas, vi como meu compadre notou que a decoração tinha mudado, olhou estranhando a nova arrumação dos móveis; minha mulher e eu tínhamos colocado o sofá principal mais perto da parede, sobrou um espaço estreito entre o móvel e a parede, na frente do sofá colocamos outra poltrona.
As crianças entraram correndo e eu liguei a tela, coloquei um filme infantil que elas adoravam, felizes se sentaram na frente da tela e assistiram ao filme, minha mulher se posicionou no espaço entre o sofá e a parede, lambeu os lábios e olhou para meu compadre; olhando direto nos olhos dele, apoiou as mãos no encosto e abriu as pernas, se inclinou…
Meu compadre a olhava como se fosse um lobo, dava pra ver baba escorrendo da boca dele, ele foi na direção dela, Carmen, minha esposa e amor da minha vida, tinha se vestido de um jeito especial praquele dia, usava uma saia de tecido macio e folgada que chegava um pouco acima da metade da coxa, não era uma saia que ela usava pra sair, porque o vento levantava ela sem problema nenhum, era uma saia que ela usava só em casa e só quando o Ramón estava presente, na verdade ele tinha escolhido ela e eu paguei.
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Ainda lembro daquele dia, eles dois se acabando de risadinhas escolhendo a saia e entrando juntos no provador pra ele poder "ver" como ficava nela, Carmen saiu toda vermelha do provador, a boca com os lábios lindos inchados, com um fio branco no canto e meio despenteada, veio até mim e disse "essa é a saia que ele quer que você me compre", me entregou, eu fui pagar e ela entrou de novo no provador com meu compadre, com certeza pra continuar com as "coisas" deles, tive que esperar um tempinho lá fora até eles terminarem de "experimentar" a roupa.
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Voltando ao nosso momento especial, meu compadre foi até ela e se posicionou atrás dela, ouvi o barulho do zíper quando ele abaixou e vi como ele, de um jeito meio desconfortável, tirou o pau enorme já ereto pra fora, levantou a saia de Carmen, também não usava tinha colocado calcinha e era com esse propósito, que meu compadre não tivesse trabalho.
Vi o rosto da Carmen, como ela teve que segurar um gemido quando se sentiu penetrada por ele, as crianças estavam na frente deles, elas viam TV e os acontecimentos rolavam nas costas delas, num empurrão da minha comadre minha esposa teve que se segurar firme no sofá, mexendo ele um pouco e fazendo barulho, meu menino virou, eles ficaram parados, embora a posição fosse mais que óbvia, meu compadre todo colado na minha esposa segurando ela pela cintura e ela apoiada com as duas mãos no encosto, meu menino olhou pra eles um tempo, eles parados olhando pra ele, Toñito perdeu o interesse e voltou a ver o filme dele, nós três respiramos aliviados.
Meu compadre sorriu malicioso vendo como Toñito voltava pro filme dele e mexeu os quadris com ritmo, o batidão nas nádegas da minha esposa era inevitável, ela pra amenizar um pouco o barulho ajeitou a saia tampando as nádegas e isso abafou o batidão, aparentemente funcionou e fez minha comadre meter mais forte na racha dela, ao fazer isso um gemido escapou da boca dela, agora minha menina virou e ficou olhando pra eles, minha esposa abriu os olhos e olhou direto nos olhos dela, meu compadre dessa vez não parou de se mexer, minha esposa pulava, empurrada pelo meu compadre, balançando o cabelo olhando pra minha filha e ela pra minha esposa, vi como minha esposa começava a se perder no prazer e abria um pouco a boca, elas não paravam de se olhar, minha menina não entendia o que tava rolando e acho que minha esposa também não entendia porque tava ficando tão excitada.
Vi que minha menina ia levantar pra ver, minha esposa abriu mais a boca e eu tive que intervir
? uau, olha aquilo
Apontei pra uma cena do filme e isso bastou pra ela perder o interesse na mãe e continuar vendo animada o filme dela, enquanto minha mulher também muito animada continuava recebendo pica na racha dela.
Meu compadre soltou os já característicos bufidos dele que precediam o orgasmo, minha mulher não conseguiu evitar e gemeu também ao sentir Enquanto meu compadre gozava dentro da racha dela, não satisfeito, ele puxou ela pelo pescoço e pelos cabelos, fazendo ela olhar pro teto enquanto aumentava os movimentos. Os dois gemeram como loucos. Minha mulher tava com os olhos nublados de tesão, eu tava com o pau duríssimo e apertei um pouco, e ao fazer isso, gozei na minha calça. Eles continuavam gemendo no orgasmo simultâneo, e foi tanto barulho que meus filhos viraram ao mesmo tempo e viram o orgasmo da mãe. Os dois olharam, não sabiam o que era. Pra eles, a imagem foi só ver a mãe olhando pro teto com o tio atrás dela puxando ela uma e outra vez.
Terminei de gozar antes deles, olhei pros meus filhos, que confusos olhavam pra eles.
— Ei, crianças, olhem: pobre princesa, tropeça no cabelo enorme dela...
Os dois viraram pra tela e se embobaram de novo no filme. Isso deu tempo pro meu compadre e minha esposa terminarem de gemer à vontade e se desacoplarem devagar. Meu compadre se encostou na parede, todo suado, e minha esposa se recostou no sofá. Imagino que as pernas dela tremiam. Ela levantou a cabeça e me olhou, viu a mancha enorme de porra na minha calça e me sorriu cúmplice. Depois virou a cabeça e viu meu compadre encostado na parede recuperando o fôlego. Ela se levantou, pegou na mão dele, saíram da sala e subiram pra tomar banho no meu quarto. Minha mulher, quando saiu da sala pra ir pro quarto, nem me olhou, só olhou pra ele.
Meu coração bateu muito forte. Senti que ela já gostava mais dele. Uma vez perguntei, e ela, sorrindo, me disse: "Não, idiota, eu só amo você. Com ele é fode gostoso, mas eu amo você." Foram essas as palavras dela. Mas de um tempo pra cá, ela era mais carinhosa com ele do que comigo. Eles se olhavam rindo, cochichavam na minha frente, ela já sentava do lado dele. Ela me dizia que às vezes ele tocava ela debaixo da mesa enquanto comiam, e ela gostava, mas isso não acontecia sempre. Sem Mas ela sempre estava ao lado dele.
Senti um vazio estranho no estômago, mas a sensação de que ela me deixasse por ele me excitava de um jeito estranho, como se minha consciência quisesse que ela me preferisse, mas meu subconsciente implorasse para que ele fosse o favorito dela.
Deixei meus filhos vendo TV e subi pro meu quarto. O som do chuveiro indicava que os dois estavam tomando banho juntos. Fui até o armário, peguei um short e uma cueca, vesti e, bem na hora que estava subindo o short, os dois pombinhos saíram do banho.
— Oi, meu amor, chegou faz tempo? — cumprimentou minha Carmen carinhosamente.
— Não, acabei de subir. Fiquei com os meninos pra ver se tava tudo bem.
— Isso aí, compadre, assim que eu gosto, hahaha.
Meu compadre me deu um tapinha nas costas enquanto ia até meu armário pegar outro short pra ele.
— Vai ficar, compadre? — perguntei, estranhando.
— Sim, meu amor, tem algum problema? — perguntou minha mulher, na expectativa.
— Não, claro que não. Só que como amanhã as crianças já vão pra escola, pensei que você fosse embora, compadre. Mas não se preocupa, você sabe que é bem-vindo.
— Valeu, compadre, e fica tranquilo. Vou embora de madrugada, só vou foder sua mulher mais uma vez de noite e vou embora, ok? — disse ele, abraçando minha mulher de forma grosseira.
— Ok, entendido. Mas e aí, como foi? Como se sentiram?
— Excitadíssima, nunca tinha gozado tanto como hoje.
Disse Carmen, ainda sentindo a buceta pulsar. A linguagem dela já tava mais solta, já soltava palavras como trepar, cu, cock, etc.
Tudo na minha frente, sem se importar que eu tivesse ouvindo.
— É, compadre, isso foi foda demais, tinha que repetir — disse Ramón.
— Quando quiser, compadre, é só a gente combinar.
— Sim, de novo.
Minha mulher pulou de alegria várias vezes, empolgada em repetir a cena. Jantamos tranquilos, nós cinco. Meu compadre não largava o assunto, continuava disfarçando as palavras pra meus filhos não entenderem. Eu via minha mulher, toda animada, ouvindo ele. Às vezes, ela chegava bem perto dele e se encostava. Isso acontecia tão seguido que meus... As crianças já nem ligavam mais pra isso.
Meu compadre cumpriu o prometido, depois de foder minha esposa selvagemente de novo, comigo deitado no chão do lado, ele foi embora; assim que ele saiu, a Carmen me chamou pra subir na cama com ela, eu fui, tinha ouvido a foda toda e o pau pulsava, ela teve pena de mim e abriu as pernas me convidando pra meter, eu subi, mas mal senti a porra morna do Ramón, gozei igual um descontrolado, fiquei um tempão em cima dela e minha mulher me dava beijinhos suaves na testa, era como se beijasse o filho dela e não o marido, porque meu compadre ela sempre queria devorar com a boca.
— Você me ama? — perguntei sem descer.
— Muito… demais.
— Mais que o Ramón?
— Mais que o Ramón…
— Me trocaria por ele?
— Nunca, com ele eu curto o físico, mas com você é o sentimental, o físico um dia acaba, mas os sentimentos que tenho por você… jamais.
Ela me beijou nos lábios com ternura e do mesmo jeito eu desci dela, ficamos de frente um pro outro, com a pouca luz nos olhávamos nos olhos.
— Se arrepende de algo? — minha mulher perguntou.
— Não, e você?
— Também não, só espero que um dia você não jogue isso na minha cara — disse minha mulher com um pouco de culpa.
— Nunca vou fazer isso.
— Sabe que pode parar quando quiser, né? Só é questão de você dizer “até aqui” e acaba, você sabe disso, né?
— Sei, mas não quero que acabe nunca.
— Hahaha, bom, nem eu, tenho tudo, amor na minha vida — disse tocando meu nariz — e muito prazer sexual.
— E isso me encanta, nós dois temos o mesmo.
— Sabe de uma coisa? — perguntou Carmen se aproximando de mim, como se buscasse minha opinião.
— O quê?
— O Ramón gostou muito disso.
— Eu também — interrompi.
— Sei disso — minha Carmen me olhou nos olhos — e agora ele quer repetir, mas quer fazer comigo pelo cu na frente deles, tá de boa?
Eu tava caindo, era uma queda que parecia não ter fundo, não sabia até onde iria, só queria dar o próximo passo nessa ladeira sem fim.
— Acho uma ideia fantástica, temos que planejar.
Minha mulher me beijou animada, nos beijamos à luz do luar, senti o amor e a gratidão dela, a lealdade dela por mim, ela me dava a opção de deixá-lo e de ter o controle de terminar quando quisesse, mas nem louco eu faria isso, nunca lembrava de me sentir tão completo e feliz.
A semana passou na rotina, alguns dias fiz as entregas sozinho pra deixar o ramón comendo minha esposa, finalmente na sexta, minha mulher e eu planejamos como poderia ser, era óbvio que ela usaria uma saia larga sem calcinha, meu compadre tinha insistido que queria as crianças mais perto deles enquanto comiam, minha esposa e eu pensávamos nas opções e novamente a ideia veio.
No sábado à tarde meu compadre chegou e nos cumprimentou, mais efusivamente minha mulher do que eu, eu praticamente me afastei pra deixar ele abraçar e beijar ela, depois que terminaram o cumprimento animado fomos pra sala, meus filhos brincavam no meio enquanto assistiam outro filme infantil deles.
Meu compadre ficou nos olhando, novamente tínhamos mudado os móveis de lugar, o sofá comprido agora estava de um lado, onde antes estava uma poltrona, minha mulher pediu pra ele deitar no sofá, meu compadre fez isso, ela cobriu ele com uma manta grossa, e depois deitou com ele.
Os dois estavam de lado, meu compadre atrás da minha esposa, ouvi quando o zíper dele fez barulho sendo abaixado, vi como minha Carmen se mexeu se ajeitando e como meu compadre mordeu o lábio inferior em sinal de concentração, pela cara que minha esposa fez adivinhei que a penetração tinha sido consumada.
Uma hora antes eu tinha aplicado um enema na minha mulher pra lavar os intestinos dela, depois coloquei muito lubrificante, sabia que meu compadre iria direto pro cu dela, ia esquecer da buceta, preparei ela enfiando dedos no cu pra dilatar e finalmente apliquei mais gel lubrificante, dei um beijo carinhoso na bunda dela, coisa que minha mulher agradeceu me dando um beijo carinhoso nos meus lábios.
Meu compadre já tinha enfiado a rola toda Minha esposa, ela estava com o rosto desfigurado pela penetração, os olhos fechados e a testa franzida. Meu compadre começou um movimento de meter e tirar, eles se moviam de forma muito óbvia, meus filhos não percebiam, apesar de estarem bem perto deles. Carmen, sem conseguir evitar, gemia baixinho, o rosto dela não parava quieto, ela abria os olhos, fechava, a boca fazia o mesmo, franzia a testa, me olhava, o olhar dela ficava nublado, era como se estivesse morrendo de agonia prazerosa na minha frente.
O cobertor que os cobria começou a cair por causa do movimento, eu tive que me levantar e arrumar pra eles poderem continuar trepando debaixo dele. Fiz isso porque tanto o Ramón quanto a minha Carmen não faziam questão de segurá-lo. Eu percebia o quanto estavam felizes, se entregando de corpo e alma àquela foda.
— Mmmmgggghhhh
Carmen não conseguiu evitar dar um gemido quando meu compadre meteu com força. Ele fez isso três vezes, as mesmas três vezes que Carmen, sem conseguir evitar, gemeu e soltou um grunhido. Era óbvio que ela queria gritar de prazer, mas, por estarem perto dos nossos filhos, quase na frente deles, não podia. Eu conseguia ver como ela lutava para segurar a garganta, para não gritar e gemer louca de prazer.
Novamente o cobertor escorregou e caiu, e eu tive que me levantar bem rápido para colocá-lo de novo. Fiz tão rápido que não consegui esconder minha ereção, minha calça parecia uma barraca de acampamento. Carmen olhou com os olhos nublados de prazer enquanto eu, com minha ereção bem evidente, arrumava o cobertor. Quando deixei os dois bem cobertos, ela fechou os olhos e abriu a boca novamente para se deixar levar. Meu compadre sorriu malicioso, como quem diz "não mostra", mas eu não liguei para o olhar dele e arrumei mesmo assim.
Do meu sofá, eu conseguia ver eles continuando a trepar. Carmen de olhos fechados e meu compadre me olhando. Não aguentei mais e abri minha braguilha. O som dela descendo fez Carmen abrir os olhos. Ela me viu colocar a mão dentro e fazer um movimento de masturbação. Ela fechou os olhos de novo. Meu compadre parou de me olhar, mas meu coração disparou quando vi que ele desviou o Olhando pra minha filhinha Pérola, eu via como o olhar dela ia mudando enquanto eu observava ele comendo a Carmen. Ela nem percebia o que ele tava fazendo, mas eu notava como ele olhava pra ela e bombava a Carmen com mais tesão.
Minha filhinha Pérola tava deitada de bruços, vendo o filme dela felizona. Tava com uma saia curtinha, própria de uma menina da idade dela, e as perninhas dela estavam dobradas e se mexendo sem parar. Isso fazia a saia subir e mostrava, de vez em quando, a calcinha infantil dela.
Eu conseguia ouvir as batidas do meu coração, sentia uma angústia danada vendo como o olhar tarado do meu compadre se apoderava da bunda da minha filha. Ele se mexia mais intenso olhando pra ela, era como se ele tivesse imaginando coisas enquanto metia na Carmen. Eu não conseguia parar de sentir angústia nem de passar a mão no meu pau. Sentia que ia gritar a qualquer momento de preocupação ou gozar de prazer. Era uma mistura estranha de sentimentos, parecido com quando vi pela primeira vez a Carmen me traindo com meu compadre.
Será que esse era o próximo passo? Deixar meu compadre se satisfazer com a Carmen e minha filha? E eu... só ia observar? Não parava de passar a mão enquanto pensava nisso. Minha mão tinha vida própria, minha mente nublada pensando na minha humilhação fazia meu pau ficar duro que nem pedra.
Meu compadre olhava pra Pérola, se mexia de forma brutal, já não se limitava nos movimentos. De repente, ele urrou, abriu a boca bem grande e se virou por cima da Carmen, ficando em cima dela. A Carmen, de bruços, era uma mera boneca que se deixava fazer pelo comedor dela, não ofereceu a menor resistência. Meu compadre, já em cima dela, sem parar de olhar pra minha filhinha, se mexeu ainda mais forte. O cobertor quase caiu, mas ficou preso entre eles e isso evitou que caísse, cobrindo parcialmente meu compadre, que se mexia que nem um louco e urrava como se tivesse possuído.
Eu via como ele, de forma tarada, comia minha mulher selvagemente enquanto olhava pra minha filha. Os dois fizeram tanto barulho que meus filhos... Eles se viraram pra olhar, mas não entenderam a cena, só viram. Eu tava me masturbando enquanto também olhava pra eles, e já tão excitado que não consegui parar pra arrumar o lençol nem distrair meus filhos. Gozei na minha calça, vendo meu compadre olhando sorrindo pra Perlinha enquanto gozava no cu da mãe dela.
? Aaahhh aaahhh
? Mmmgggghhh
Os dois gemiam enquanto terminavam o orgasmo. Eu terminei de gozar primeiro e tentei clarear a mente. Falei com meus filhos, que se viraram pra me olhar, mas esqueci de fechar o zíper, e a mancha de porra tava bem visível na minha calça. Eles viram, mas não ligaram. Precisava deixar meu compadre e minha esposa sozinhos pra terminarem tranquilos e se arrumarem sem medo de serem vistos. Levei meus filhos pra cozinha, prometendo sorvete pra eles. Deixei eles comendo o sorvete na mesa da cozinha e voltei pra sala, onde a Carmen já tava de pé, dobrando o cobertor.
Meu compadre tava sentado no sofá, ainda com o pau de fora, todo melado de baba e meleca. Minha mulher limpava as manchas de porra do sofá, já tinha arrumado a saia, mas o leite do Ramón escorria pelas coxas dela.
? Isso foi foda — falei, ainda excitado.
? É, teve uma hora que me perdi — disse minha esposa.
? Nunca tinha gozado tanto no teu cu, meu amor.
? Não, mas os dois se mexiam demais, e o cobertor quase caiu. Se eu não segurasse, meus filhos teriam visto vocês — falei rindo.
? Ah, compadre, então podia ter deixado cair.
? Nem brinca, hein. Da próxima vez, deixo cair mesmo, só pra ver a cara deles quando verem vocês trepando, hahaha.
? Hahaha.
Ri junto com meu compadre, cúmplices das nossas piadas. Minha mulher só sorriu e olhou pro céu, como quem diz "esses tarados não têm jeito".
? Bom, vamos tomar banho.
Disse meu compadre enquanto se levantava e, sem guardar o pau, pegou na mão da minha mulher e foram pro quarto tomar banho.
Eu tava com meus filhos na mesa da cozinha quando vi minha mulher passar com meu compadre. Depois de ter tomado banho, ela estava de roupão e ele já tinha trocado de roupa, me viu e se despediu de mim com um aceno, eu respondi, minha mulher o acompanhou até a porta e depois de um tempinho voltou, sentou do meu lado e me beijou, pela primeira vez tinha me beijado com um pouco mais de paixão.
— Gostou do meu love? — perguntou toda safada.
— Muito, e você?
— Também, o Ramón disse que adorou transar assim, que foi a maior gozada da vida dele.
— Sério? Ele ficou tão ligado assim?
— Sim, hahaha... no chuveiro, só de lembrar, ele ficou excitado de novo e me comeu de novo, a gente curtiu muito, e você também, não pense que não te vi, hein.
— Sim, hahaha, já não aguentei e me masturbei vendo vocês transando na frente dos meus filhos, quer ouvir uma coisa suja? — falei todo excitado.
— Sim, fala.
— Eu queria naquele momento ter tirado a pica e gozado em cima deles.
— Hahaha, você é um porco igual ao Ramón.
— Por quê? — perguntei curioso.
— Porque ele me disse que quando o Toñito subiu na cama naquela vez, ele adoraria que a gente tivesse transando na frente dele, na verdade ele sugeriu que a gente transasse com ele do lado da cama, tipo quase na frente dele, pra ele nos ver.
— E você aceitou?
— Não, claro que não, tenho medo.
— Por quê?
— Ora, porque ele poderia contar pra alguém, é pequeno e não saberia guardar segredo.
— Então, se ele soubesse guardar segredo, você teria topado?
— Ah, verdade, se eu tivesse certeza de que o Toñito não contaria pra ninguém, sim, eu faria, também me daria um tesão ter meu orgasmo enquanto o Ramón me come e eu abraço meu filho pequeno.
O abismo se abria novamente diante de mim, era só questão de eu me jogar no precipício e a gravidade da perdição fazer o resto do trabalho, não podia desperdiçar a oportunidade.
— Vamos fazer isso.
— O quê? Tem certeza? — perguntou minha mulher, entre desconcertada e animada.
— Sim, deve ter algum jeito de fazer, só precisa planejar direito, sim, vamos fazer.
— Tem certeza? — agora eu via aquele brilho de excitação que tanto amava nela. minha mulher… minha nova mulher?
Sim, meu amor, acho que a gente devia fazer isso, só precisa planejar direitinho
Ela me beijou com uma puta paixão, jantamos rápido e ela colocou as crianças pra dormir mais cedo que o normal, nossa cama tava nos esperando e nós dois távamos loucos pra chegar nela; a noite inteira foi uma loucura sexual, ela me contava o que eu mais adorava, como o ramón ia comer ela com meus filhos vendo tudo pelados enquanto eles trepavam que nem porcos, eu acabei gozando no cu dela enquanto ela descrevia como ia passar a porra do ramón nos lábios do meu pequeno, pra ele sentir o gosto…
Continua
Nem sempre dava pra deixar os meninos com minha cunhada, isso complicava as coisas. Quando as crianças estavam em casa, eu perdia a ação, porque tinha que ficar com elas brincando na sala, enquanto meu compadre comia minha esposa no nosso quarto. De vez em quando, eu dava um jeito de escapar, abria um pouquinho a porta e ficava olhando eles trepando. Minha mulher ficava tão gostosa sendo comida por ele. O corpo escultural dela combinava perfeitamente com o dele, pareciam feitos um pro outro.
Eu descia pra sala depois de ver aquilo com uma ereção daquelas, tinha que sentar pra meus filhos não verem. Colocava uma almofada por cima pra esconder. Eles vinham perto de mim, mostravam o que estavam fazendo, e eu, gaguejando, elogiava. Minha cabeça estava em outro lugar… lá em cima.
Meu compadre descia depois de comer a Carmen só de cueca. Eu olhava pra ele, recriminando, porque meus filhos estavam ali, mas ele ria e não ligava. Minhas crianças mal viam ele e já se jogavam pra abraçar e beijar. Amavam muito o tio Ramón.
Ele brincava bastante com os dois, às vezes mais com minha filha. Passava a boca na barriguinha dela, arrancando gargalhadas. Meu coração batia forte por vários motivos: meus filhos amavam ele tanto quanto a mim, ou talvez mais, e porque eu às vezes percebia que meu compadre acariciava demais minha filha. Meu coração dava um pulo vendo como Ramón a carregava segurando na bunda dela, apertando, e perguntava: “Quem é a princesa do tio?”. Minha menina já sabia que tinha que responder “Eu, tio”, e dava um beijinho na boca dele. Eu só olhava, sem fazer nada, mas meu pau sim, ele ficava duro.
Ramón controlava nossas vidas. Já tinham passado meses desde que começamos, ele sempre trazia o celular com crédito e de lá mandava mensagem pra minha mulher, pedia fotos e ela mandava, sempre pedia a localização dela, e ela sem hesitar enviava. Lembro de uma vez que ela estava com as crianças fazendo umas compras e meu compadre pediu a localização, ela mandou e ele viu que estavam bem perto da gente, não hesitou em pedir pra se encontrarem num lugar neutro, minha Carmen topou.
Chegamos no local, Ramón me pediu pra descer da caminhonete pra cuidar dos meus filhos no carro, eu desci e vi a Carmen sair voando do carro, não me cumprimentou, mais que isso, nem olhou pra mim, subiu rápido pelo lado do passageiro.
A caminhonete era alta e com vidros escuros, ninguém notaria o que estavam fazendo, mas eu sim; via a caminhonete pesada balançando com o vai e vem da trepada dos dois, meus filhos me perguntavam pra “onde a mãe tinha ido”, eu só dizia que “cumprimentar o tio”.
Finalmente naquela vez a Carmen desceu, estava toda descabelada, o batom todo borrado na boca, a máscara de cílios escorrida, nem tinha arrumado direito o vestido, me olhou e sorriu, chegou perto de mim e me deu um beijo enorme, pude sentir a porra do meu compadre e aquilo me excitou.
Subi na caminhonete e a primeira coisa que vi foi meu compadre sentado rindo debochado e olhei pra alavanca de câmbio, lá estavam as calcinhas da minha mulher
— Meti nela com a calcinha vestida, olha, cheira elas, ainda tem porra
Ele jogou pra mim e eu ri, peguei e também joguei de volta, o percurso daquele dia foi uma tortura, meu compadre foi contando como comeu ela enquanto eu dirigia, era uma tortura porque não podia tocar no meu pau, ele descrevia os detalhes sujos e aquilo me excitava mais, chegou a hora que não aguentei, a dor era insuportável.
— Compadre, dirige você um pouco, não aguento mais
Ele riu das minhas palavras e sentou pra dirigir, mal ele arrancou eu liberei meu pau e me masturbei, gozei quando ele me contou como obrigou a Carmen a sentar na alavanca de câmbio e enfiar ela em a buceta e depois no cu, fazendo questão de mostrar que ela fez sem hesitar.
******
A vida agora era assim, o Ramón tava na nossa vida. Um dia ele tava dormindo no chão do lado da cama, isso acontecia direto. Nossos filhos ficavam no quarto deles e eu ficava no meu quarto com os comedores, só que no chão pra deixar a cama livre caso eles quisessem transar de madrugada. Lá tava eu todo moído dos ossos quando a voz entrecortada da Carmen me acordou:
— Antônio, Antônio... acorda, pelo amor de Deus.
Me endireitei com uma dor horrível no pescoço e a primeira coisa que vi foi as costas musculosas do Ramón. Pelo jeito que ele se mexia, dava pra adivinhar que tava comendo a Carmen.
— Antônio, rápido... vem.
Com o corpo dolorido, me levantei e vi por que a Carmen tava me chamando com tanta insistência. O Ramón e ela tavam de lado transando, ele se movia intenso e minha mulher lutava com o Toñito, meu filho mais novo, que tentava subir na cama. Ela impedia com as mãos, o Ramón se movia muito rápido, o lençol que cobria eles destapava os peitos da Carmen, que tentava segurar o lençol e impedir o Toñito de subir. Ela tava desesperada porque o menino era muito esperto e ela batalhava pra impedir ele de subir enquanto se cobria de novo com o lençol, por isso me chamou:
— Meu amor, pega... o... Toñito — disse minha mulher com a voz entrecortada, recebendo pica.
Ela não lutava com o Ramón pra parar de ser comida, ela lutava com meu filho pra ele não subir. Pela voz trêmula e a cara de agonia, imaginava que ela tava perto do orgasmo. Peguei meu filho e levei ele pra fora do quarto.
— Quero ficar com a mamãe.
— Não, filhinho, a mamãe tá ocupada com o tio Ramón.
Falei e, com carinho, tirei ele do quarto. Assim que saímos, ouvi minha mulher gemer o orgasmo intenso dela. Desci e preparei fruta pro meu filho tomar café. Meu menino de 4 anos comia animado a fruta quando meu compadre desceu só de cueca. O Ramón sentou e me olhou com um sorriso debochado:
— Por pouco e a gente... Pega teu filho, hahaha?
Sim, que bom que me acordaram, senão ia ver eles “fazendo aquilo”.
Meu nível de humilhação era franco e só aumentava. Ramón me contou como acordou com uma ereção e minha mulher estava de lado, ele ficou com vontade de comer ela assim e os dois estavam bem felizes quando meu filho entrou e quis subir na cama, como fez muitas vezes quando eu ocupava aquele lugar, só que agora eles estavam transando. Ele mencionou como a Carmen impedia ele de subir e isso o excitou ainda mais, então ele meteu com força na buceta da minha esposa, arrancando gemidos dela. Ramón me contava isso enquanto eu desenvolvia uma ereção. Ele foi cuidadoso em omitir os palavrões, trocando por outras palavras que só ele e eu entenderíamos.
Nisso estávamos quando minha mulher desceu só de roupão, ela estava linda, recém-comida pelo meu compadre. Ela nos cumprimentou com um beijo, o do Ramón foi mais demorado que o meu, mandou o Toñito brincar na sala e foi preparar o café. Meu compadre, depois de comer, foi pro chuveiro. Sozinhos, ela e eu, ela me contou a versão dela dos fatos.
Carmen me disse que o Ramón tinha acordado ela porque queria uma rapidinha matinal, ela virou de costas pra ele e deixou ele comer a buceta dela. Ela disse que estava no auge quando o Toñito entrou, não conseguia parar o orgasmo, nem o lençol, nem o Toñito. Sentiu que a situação estava saindo do controle porque o Ramón não parava de meter e ela não queria gozar na frente do nosso filho, mas também não aguentava mais segurar, por isso me chamou.
— Fez bem em me chamar, talvez fosse muito traumático pro nosso filho ver seu orgasmo, ultimamente você tem tido uns muito intensos.
— Sei, isso eu devo a você. Aliás, enquanto arrumava a cama, o Ramón comentou que ficou muito excitado me comendo na frente do meu filho e me propôs a possibilidade de transar com eles presentes, mas sem que percebessem. Falei que comentaria com você e, se você concordasse, a gente daria um jeito, mas se você não quisesse, ficava tudo cancelado e no esquecimento
Era uma oportunidade pra eu cair ainda mais baixo. Levantei e beijei ela ternamente nos lábios, acariciei o cabelo dela.
— Claro que sim, meu amor, acho uma boa ideia. Só estamos procurando um jeito deles estarem presentes sem perceberem o que tão fazendo.
— Tem certeza? — os olhos dela brilharam de empolgação.
— Sim, meu amor, certeza.
Ela me beijou mais fundo e se levantou, quase correndo pro chuveiro pra tomar banho com meu compadre e dar a boa notícia. Deixou a porta aberta, e lá de baixo eu ouvia os gemidos dela. Tive que subir e fechar a porta, mas não sem antes ver ele metendo nela de quatro, com as mãos dela apoiadas na parede.
Meu compadre foi embora naquele dia, e a rotina voltou pras nossas vidas. A gente fazia nossas tarefas de fim de semana, mas ainda tinha o domingo livre. Depois das nossas atividades, Carmen e eu planejamos como o evento podia rolar.
Carmen me disse que podia ser eles na sala e eu com as crianças no comedor, mas não iam estar totalmente presentes; o importante era que pudessem se ver. Era uma parada que precisava ser bem pensada e planejada. Outra opção era eles sentarem juntos no sofá e, num certo momento, ela sentar em cima dele. Ela ia falar que tava com frio, e eu ia cobrir os dois com um cobertor, mas corríamos o risco do movimento ser muito óbvio, das crianças quererem ficar debaixo do cobertor ou do cobertor cair no meio da foda, porque meu compadre era muito bruto, e nisso Carmen concordou totalmente.
Finalmente, a ideia veio pra nós dois quase ao mesmo tempo. A gente conversou e viu que era o mais adequado pro evento. Ela me abraçou cheia de felicidade e me deu um beijão.
— Obrigada, meu amor. Você é o melhor marido do mundo.
— Não, não sou. Só sou o homem mais apaixonado pela sua esposa.
Meu compadre chegou naquela mesma noite. Minha esposa recebeu ele. Da sala, eu ouvia as risadinhas deles; provavelmente ela tava contando que tinha uma surpresa. Ouvi ela dar um gritinho, provavelmente ele tinha dado um tapa na bunda dela ou um apertão na buceta. suculento glúteo.
Os dois entraram na sala de mãos dadas, vi como meu compadre notou que a decoração tinha mudado, olhou estranhando a nova arrumação dos móveis; minha mulher e eu tínhamos colocado o sofá principal mais perto da parede, sobrou um espaço estreito entre o móvel e a parede, na frente do sofá colocamos outra poltrona.
As crianças entraram correndo e eu liguei a tela, coloquei um filme infantil que elas adoravam, felizes se sentaram na frente da tela e assistiram ao filme, minha mulher se posicionou no espaço entre o sofá e a parede, lambeu os lábios e olhou para meu compadre; olhando direto nos olhos dele, apoiou as mãos no encosto e abriu as pernas, se inclinou…
Meu compadre a olhava como se fosse um lobo, dava pra ver baba escorrendo da boca dele, ele foi na direção dela, Carmen, minha esposa e amor da minha vida, tinha se vestido de um jeito especial praquele dia, usava uma saia de tecido macio e folgada que chegava um pouco acima da metade da coxa, não era uma saia que ela usava pra sair, porque o vento levantava ela sem problema nenhum, era uma saia que ela usava só em casa e só quando o Ramón estava presente, na verdade ele tinha escolhido ela e eu paguei.
****
Ainda lembro daquele dia, eles dois se acabando de risadinhas escolhendo a saia e entrando juntos no provador pra ele poder "ver" como ficava nela, Carmen saiu toda vermelha do provador, a boca com os lábios lindos inchados, com um fio branco no canto e meio despenteada, veio até mim e disse "essa é a saia que ele quer que você me compre", me entregou, eu fui pagar e ela entrou de novo no provador com meu compadre, com certeza pra continuar com as "coisas" deles, tive que esperar um tempinho lá fora até eles terminarem de "experimentar" a roupa.
****
Voltando ao nosso momento especial, meu compadre foi até ela e se posicionou atrás dela, ouvi o barulho do zíper quando ele abaixou e vi como ele, de um jeito meio desconfortável, tirou o pau enorme já ereto pra fora, levantou a saia de Carmen, também não usava tinha colocado calcinha e era com esse propósito, que meu compadre não tivesse trabalho.
Vi o rosto da Carmen, como ela teve que segurar um gemido quando se sentiu penetrada por ele, as crianças estavam na frente deles, elas viam TV e os acontecimentos rolavam nas costas delas, num empurrão da minha comadre minha esposa teve que se segurar firme no sofá, mexendo ele um pouco e fazendo barulho, meu menino virou, eles ficaram parados, embora a posição fosse mais que óbvia, meu compadre todo colado na minha esposa segurando ela pela cintura e ela apoiada com as duas mãos no encosto, meu menino olhou pra eles um tempo, eles parados olhando pra ele, Toñito perdeu o interesse e voltou a ver o filme dele, nós três respiramos aliviados.
Meu compadre sorriu malicioso vendo como Toñito voltava pro filme dele e mexeu os quadris com ritmo, o batidão nas nádegas da minha esposa era inevitável, ela pra amenizar um pouco o barulho ajeitou a saia tampando as nádegas e isso abafou o batidão, aparentemente funcionou e fez minha comadre meter mais forte na racha dela, ao fazer isso um gemido escapou da boca dela, agora minha menina virou e ficou olhando pra eles, minha esposa abriu os olhos e olhou direto nos olhos dela, meu compadre dessa vez não parou de se mexer, minha esposa pulava, empurrada pelo meu compadre, balançando o cabelo olhando pra minha filha e ela pra minha esposa, vi como minha esposa começava a se perder no prazer e abria um pouco a boca, elas não paravam de se olhar, minha menina não entendia o que tava rolando e acho que minha esposa também não entendia porque tava ficando tão excitada.
Vi que minha menina ia levantar pra ver, minha esposa abriu mais a boca e eu tive que intervir
? uau, olha aquilo
Apontei pra uma cena do filme e isso bastou pra ela perder o interesse na mãe e continuar vendo animada o filme dela, enquanto minha mulher também muito animada continuava recebendo pica na racha dela.
Meu compadre soltou os já característicos bufidos dele que precediam o orgasmo, minha mulher não conseguiu evitar e gemeu também ao sentir Enquanto meu compadre gozava dentro da racha dela, não satisfeito, ele puxou ela pelo pescoço e pelos cabelos, fazendo ela olhar pro teto enquanto aumentava os movimentos. Os dois gemeram como loucos. Minha mulher tava com os olhos nublados de tesão, eu tava com o pau duríssimo e apertei um pouco, e ao fazer isso, gozei na minha calça. Eles continuavam gemendo no orgasmo simultâneo, e foi tanto barulho que meus filhos viraram ao mesmo tempo e viram o orgasmo da mãe. Os dois olharam, não sabiam o que era. Pra eles, a imagem foi só ver a mãe olhando pro teto com o tio atrás dela puxando ela uma e outra vez.
Terminei de gozar antes deles, olhei pros meus filhos, que confusos olhavam pra eles.
— Ei, crianças, olhem: pobre princesa, tropeça no cabelo enorme dela...
Os dois viraram pra tela e se embobaram de novo no filme. Isso deu tempo pro meu compadre e minha esposa terminarem de gemer à vontade e se desacoplarem devagar. Meu compadre se encostou na parede, todo suado, e minha esposa se recostou no sofá. Imagino que as pernas dela tremiam. Ela levantou a cabeça e me olhou, viu a mancha enorme de porra na minha calça e me sorriu cúmplice. Depois virou a cabeça e viu meu compadre encostado na parede recuperando o fôlego. Ela se levantou, pegou na mão dele, saíram da sala e subiram pra tomar banho no meu quarto. Minha mulher, quando saiu da sala pra ir pro quarto, nem me olhou, só olhou pra ele.
Meu coração bateu muito forte. Senti que ela já gostava mais dele. Uma vez perguntei, e ela, sorrindo, me disse: "Não, idiota, eu só amo você. Com ele é fode gostoso, mas eu amo você." Foram essas as palavras dela. Mas de um tempo pra cá, ela era mais carinhosa com ele do que comigo. Eles se olhavam rindo, cochichavam na minha frente, ela já sentava do lado dele. Ela me dizia que às vezes ele tocava ela debaixo da mesa enquanto comiam, e ela gostava, mas isso não acontecia sempre. Sem Mas ela sempre estava ao lado dele.
Senti um vazio estranho no estômago, mas a sensação de que ela me deixasse por ele me excitava de um jeito estranho, como se minha consciência quisesse que ela me preferisse, mas meu subconsciente implorasse para que ele fosse o favorito dela.
Deixei meus filhos vendo TV e subi pro meu quarto. O som do chuveiro indicava que os dois estavam tomando banho juntos. Fui até o armário, peguei um short e uma cueca, vesti e, bem na hora que estava subindo o short, os dois pombinhos saíram do banho.
— Oi, meu amor, chegou faz tempo? — cumprimentou minha Carmen carinhosamente.
— Não, acabei de subir. Fiquei com os meninos pra ver se tava tudo bem.
— Isso aí, compadre, assim que eu gosto, hahaha.
Meu compadre me deu um tapinha nas costas enquanto ia até meu armário pegar outro short pra ele.
— Vai ficar, compadre? — perguntei, estranhando.
— Sim, meu amor, tem algum problema? — perguntou minha mulher, na expectativa.
— Não, claro que não. Só que como amanhã as crianças já vão pra escola, pensei que você fosse embora, compadre. Mas não se preocupa, você sabe que é bem-vindo.
— Valeu, compadre, e fica tranquilo. Vou embora de madrugada, só vou foder sua mulher mais uma vez de noite e vou embora, ok? — disse ele, abraçando minha mulher de forma grosseira.
— Ok, entendido. Mas e aí, como foi? Como se sentiram?
— Excitadíssima, nunca tinha gozado tanto como hoje.
Disse Carmen, ainda sentindo a buceta pulsar. A linguagem dela já tava mais solta, já soltava palavras como trepar, cu, cock, etc.
Tudo na minha frente, sem se importar que eu tivesse ouvindo.
— É, compadre, isso foi foda demais, tinha que repetir — disse Ramón.
— Quando quiser, compadre, é só a gente combinar.
— Sim, de novo.
Minha mulher pulou de alegria várias vezes, empolgada em repetir a cena. Jantamos tranquilos, nós cinco. Meu compadre não largava o assunto, continuava disfarçando as palavras pra meus filhos não entenderem. Eu via minha mulher, toda animada, ouvindo ele. Às vezes, ela chegava bem perto dele e se encostava. Isso acontecia tão seguido que meus... As crianças já nem ligavam mais pra isso.
Meu compadre cumpriu o prometido, depois de foder minha esposa selvagemente de novo, comigo deitado no chão do lado, ele foi embora; assim que ele saiu, a Carmen me chamou pra subir na cama com ela, eu fui, tinha ouvido a foda toda e o pau pulsava, ela teve pena de mim e abriu as pernas me convidando pra meter, eu subi, mas mal senti a porra morna do Ramón, gozei igual um descontrolado, fiquei um tempão em cima dela e minha mulher me dava beijinhos suaves na testa, era como se beijasse o filho dela e não o marido, porque meu compadre ela sempre queria devorar com a boca.
— Você me ama? — perguntei sem descer.
— Muito… demais.
— Mais que o Ramón?
— Mais que o Ramón…
— Me trocaria por ele?
— Nunca, com ele eu curto o físico, mas com você é o sentimental, o físico um dia acaba, mas os sentimentos que tenho por você… jamais.
Ela me beijou nos lábios com ternura e do mesmo jeito eu desci dela, ficamos de frente um pro outro, com a pouca luz nos olhávamos nos olhos.
— Se arrepende de algo? — minha mulher perguntou.
— Não, e você?
— Também não, só espero que um dia você não jogue isso na minha cara — disse minha mulher com um pouco de culpa.
— Nunca vou fazer isso.
— Sabe que pode parar quando quiser, né? Só é questão de você dizer “até aqui” e acaba, você sabe disso, né?
— Sei, mas não quero que acabe nunca.
— Hahaha, bom, nem eu, tenho tudo, amor na minha vida — disse tocando meu nariz — e muito prazer sexual.
— E isso me encanta, nós dois temos o mesmo.
— Sabe de uma coisa? — perguntou Carmen se aproximando de mim, como se buscasse minha opinião.
— O quê?
— O Ramón gostou muito disso.
— Eu também — interrompi.
— Sei disso — minha Carmen me olhou nos olhos — e agora ele quer repetir, mas quer fazer comigo pelo cu na frente deles, tá de boa?
Eu tava caindo, era uma queda que parecia não ter fundo, não sabia até onde iria, só queria dar o próximo passo nessa ladeira sem fim.
— Acho uma ideia fantástica, temos que planejar.
Minha mulher me beijou animada, nos beijamos à luz do luar, senti o amor e a gratidão dela, a lealdade dela por mim, ela me dava a opção de deixá-lo e de ter o controle de terminar quando quisesse, mas nem louco eu faria isso, nunca lembrava de me sentir tão completo e feliz.
A semana passou na rotina, alguns dias fiz as entregas sozinho pra deixar o ramón comendo minha esposa, finalmente na sexta, minha mulher e eu planejamos como poderia ser, era óbvio que ela usaria uma saia larga sem calcinha, meu compadre tinha insistido que queria as crianças mais perto deles enquanto comiam, minha esposa e eu pensávamos nas opções e novamente a ideia veio.
No sábado à tarde meu compadre chegou e nos cumprimentou, mais efusivamente minha mulher do que eu, eu praticamente me afastei pra deixar ele abraçar e beijar ela, depois que terminaram o cumprimento animado fomos pra sala, meus filhos brincavam no meio enquanto assistiam outro filme infantil deles.
Meu compadre ficou nos olhando, novamente tínhamos mudado os móveis de lugar, o sofá comprido agora estava de um lado, onde antes estava uma poltrona, minha mulher pediu pra ele deitar no sofá, meu compadre fez isso, ela cobriu ele com uma manta grossa, e depois deitou com ele.
Os dois estavam de lado, meu compadre atrás da minha esposa, ouvi quando o zíper dele fez barulho sendo abaixado, vi como minha Carmen se mexeu se ajeitando e como meu compadre mordeu o lábio inferior em sinal de concentração, pela cara que minha esposa fez adivinhei que a penetração tinha sido consumada.
Uma hora antes eu tinha aplicado um enema na minha mulher pra lavar os intestinos dela, depois coloquei muito lubrificante, sabia que meu compadre iria direto pro cu dela, ia esquecer da buceta, preparei ela enfiando dedos no cu pra dilatar e finalmente apliquei mais gel lubrificante, dei um beijo carinhoso na bunda dela, coisa que minha mulher agradeceu me dando um beijo carinhoso nos meus lábios.
Meu compadre já tinha enfiado a rola toda Minha esposa, ela estava com o rosto desfigurado pela penetração, os olhos fechados e a testa franzida. Meu compadre começou um movimento de meter e tirar, eles se moviam de forma muito óbvia, meus filhos não percebiam, apesar de estarem bem perto deles. Carmen, sem conseguir evitar, gemia baixinho, o rosto dela não parava quieto, ela abria os olhos, fechava, a boca fazia o mesmo, franzia a testa, me olhava, o olhar dela ficava nublado, era como se estivesse morrendo de agonia prazerosa na minha frente.
O cobertor que os cobria começou a cair por causa do movimento, eu tive que me levantar e arrumar pra eles poderem continuar trepando debaixo dele. Fiz isso porque tanto o Ramón quanto a minha Carmen não faziam questão de segurá-lo. Eu percebia o quanto estavam felizes, se entregando de corpo e alma àquela foda.
— Mmmmgggghhhh
Carmen não conseguiu evitar dar um gemido quando meu compadre meteu com força. Ele fez isso três vezes, as mesmas três vezes que Carmen, sem conseguir evitar, gemeu e soltou um grunhido. Era óbvio que ela queria gritar de prazer, mas, por estarem perto dos nossos filhos, quase na frente deles, não podia. Eu conseguia ver como ela lutava para segurar a garganta, para não gritar e gemer louca de prazer.
Novamente o cobertor escorregou e caiu, e eu tive que me levantar bem rápido para colocá-lo de novo. Fiz tão rápido que não consegui esconder minha ereção, minha calça parecia uma barraca de acampamento. Carmen olhou com os olhos nublados de prazer enquanto eu, com minha ereção bem evidente, arrumava o cobertor. Quando deixei os dois bem cobertos, ela fechou os olhos e abriu a boca novamente para se deixar levar. Meu compadre sorriu malicioso, como quem diz "não mostra", mas eu não liguei para o olhar dele e arrumei mesmo assim.
Do meu sofá, eu conseguia ver eles continuando a trepar. Carmen de olhos fechados e meu compadre me olhando. Não aguentei mais e abri minha braguilha. O som dela descendo fez Carmen abrir os olhos. Ela me viu colocar a mão dentro e fazer um movimento de masturbação. Ela fechou os olhos de novo. Meu compadre parou de me olhar, mas meu coração disparou quando vi que ele desviou o Olhando pra minha filhinha Pérola, eu via como o olhar dela ia mudando enquanto eu observava ele comendo a Carmen. Ela nem percebia o que ele tava fazendo, mas eu notava como ele olhava pra ela e bombava a Carmen com mais tesão.
Minha filhinha Pérola tava deitada de bruços, vendo o filme dela felizona. Tava com uma saia curtinha, própria de uma menina da idade dela, e as perninhas dela estavam dobradas e se mexendo sem parar. Isso fazia a saia subir e mostrava, de vez em quando, a calcinha infantil dela.
Eu conseguia ouvir as batidas do meu coração, sentia uma angústia danada vendo como o olhar tarado do meu compadre se apoderava da bunda da minha filha. Ele se mexia mais intenso olhando pra ela, era como se ele tivesse imaginando coisas enquanto metia na Carmen. Eu não conseguia parar de sentir angústia nem de passar a mão no meu pau. Sentia que ia gritar a qualquer momento de preocupação ou gozar de prazer. Era uma mistura estranha de sentimentos, parecido com quando vi pela primeira vez a Carmen me traindo com meu compadre.
Será que esse era o próximo passo? Deixar meu compadre se satisfazer com a Carmen e minha filha? E eu... só ia observar? Não parava de passar a mão enquanto pensava nisso. Minha mão tinha vida própria, minha mente nublada pensando na minha humilhação fazia meu pau ficar duro que nem pedra.
Meu compadre olhava pra Pérola, se mexia de forma brutal, já não se limitava nos movimentos. De repente, ele urrou, abriu a boca bem grande e se virou por cima da Carmen, ficando em cima dela. A Carmen, de bruços, era uma mera boneca que se deixava fazer pelo comedor dela, não ofereceu a menor resistência. Meu compadre, já em cima dela, sem parar de olhar pra minha filhinha, se mexeu ainda mais forte. O cobertor quase caiu, mas ficou preso entre eles e isso evitou que caísse, cobrindo parcialmente meu compadre, que se mexia que nem um louco e urrava como se tivesse possuído.
Eu via como ele, de forma tarada, comia minha mulher selvagemente enquanto olhava pra minha filha. Os dois fizeram tanto barulho que meus filhos... Eles se viraram pra olhar, mas não entenderam a cena, só viram. Eu tava me masturbando enquanto também olhava pra eles, e já tão excitado que não consegui parar pra arrumar o lençol nem distrair meus filhos. Gozei na minha calça, vendo meu compadre olhando sorrindo pra Perlinha enquanto gozava no cu da mãe dela.
? Aaahhh aaahhh
? Mmmgggghhh
Os dois gemiam enquanto terminavam o orgasmo. Eu terminei de gozar primeiro e tentei clarear a mente. Falei com meus filhos, que se viraram pra me olhar, mas esqueci de fechar o zíper, e a mancha de porra tava bem visível na minha calça. Eles viram, mas não ligaram. Precisava deixar meu compadre e minha esposa sozinhos pra terminarem tranquilos e se arrumarem sem medo de serem vistos. Levei meus filhos pra cozinha, prometendo sorvete pra eles. Deixei eles comendo o sorvete na mesa da cozinha e voltei pra sala, onde a Carmen já tava de pé, dobrando o cobertor.
Meu compadre tava sentado no sofá, ainda com o pau de fora, todo melado de baba e meleca. Minha mulher limpava as manchas de porra do sofá, já tinha arrumado a saia, mas o leite do Ramón escorria pelas coxas dela.
? Isso foi foda — falei, ainda excitado.
? É, teve uma hora que me perdi — disse minha esposa.
? Nunca tinha gozado tanto no teu cu, meu amor.
? Não, mas os dois se mexiam demais, e o cobertor quase caiu. Se eu não segurasse, meus filhos teriam visto vocês — falei rindo.
? Ah, compadre, então podia ter deixado cair.
? Nem brinca, hein. Da próxima vez, deixo cair mesmo, só pra ver a cara deles quando verem vocês trepando, hahaha.
? Hahaha.
Ri junto com meu compadre, cúmplices das nossas piadas. Minha mulher só sorriu e olhou pro céu, como quem diz "esses tarados não têm jeito".
? Bom, vamos tomar banho.
Disse meu compadre enquanto se levantava e, sem guardar o pau, pegou na mão da minha mulher e foram pro quarto tomar banho.
Eu tava com meus filhos na mesa da cozinha quando vi minha mulher passar com meu compadre. Depois de ter tomado banho, ela estava de roupão e ele já tinha trocado de roupa, me viu e se despediu de mim com um aceno, eu respondi, minha mulher o acompanhou até a porta e depois de um tempinho voltou, sentou do meu lado e me beijou, pela primeira vez tinha me beijado com um pouco mais de paixão.
— Gostou do meu love? — perguntou toda safada.
— Muito, e você?
— Também, o Ramón disse que adorou transar assim, que foi a maior gozada da vida dele.
— Sério? Ele ficou tão ligado assim?
— Sim, hahaha... no chuveiro, só de lembrar, ele ficou excitado de novo e me comeu de novo, a gente curtiu muito, e você também, não pense que não te vi, hein.
— Sim, hahaha, já não aguentei e me masturbei vendo vocês transando na frente dos meus filhos, quer ouvir uma coisa suja? — falei todo excitado.
— Sim, fala.
— Eu queria naquele momento ter tirado a pica e gozado em cima deles.
— Hahaha, você é um porco igual ao Ramón.
— Por quê? — perguntei curioso.
— Porque ele me disse que quando o Toñito subiu na cama naquela vez, ele adoraria que a gente tivesse transando na frente dele, na verdade ele sugeriu que a gente transasse com ele do lado da cama, tipo quase na frente dele, pra ele nos ver.
— E você aceitou?
— Não, claro que não, tenho medo.
— Por quê?
— Ora, porque ele poderia contar pra alguém, é pequeno e não saberia guardar segredo.
— Então, se ele soubesse guardar segredo, você teria topado?
— Ah, verdade, se eu tivesse certeza de que o Toñito não contaria pra ninguém, sim, eu faria, também me daria um tesão ter meu orgasmo enquanto o Ramón me come e eu abraço meu filho pequeno.
O abismo se abria novamente diante de mim, era só questão de eu me jogar no precipício e a gravidade da perdição fazer o resto do trabalho, não podia desperdiçar a oportunidade.
— Vamos fazer isso.
— O quê? Tem certeza? — perguntou minha mulher, entre desconcertada e animada.
— Sim, deve ter algum jeito de fazer, só precisa planejar direito, sim, vamos fazer.
— Tem certeza? — agora eu via aquele brilho de excitação que tanto amava nela. minha mulher… minha nova mulher?
Sim, meu amor, acho que a gente devia fazer isso, só precisa planejar direitinho
Ela me beijou com uma puta paixão, jantamos rápido e ela colocou as crianças pra dormir mais cedo que o normal, nossa cama tava nos esperando e nós dois távamos loucos pra chegar nela; a noite inteira foi uma loucura sexual, ela me contava o que eu mais adorava, como o ramón ia comer ela com meus filhos vendo tudo pelados enquanto eles trepavam que nem porcos, eu acabei gozando no cu dela enquanto ela descrevia como ia passar a porra do ramón nos lábios do meu pequeno, pra ele sentir o gosto…
Continua
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