Para Manuel, o casamento era só um passo necessário pra seguir em frente na vida. Um compromisso onde você passa a morar com uma mulher até onde o corpo aguentar. E, embora Manuel achasse importante de qual mulher se tratava, não deixava de ser uma loteria com poucos números à venda. Assim foi pra ele duas vezes na vida. A primeira mulher, com quem se comprometeu antes de ir pra guerra, morreu tragicamente num acidente de carro com o amante depois de vinte anos de casados. Nunca culpou ela de nada. Não tiveram filhos, não se amaram. Nem se davam muito bem. Mas sentiu muita falta dela, porque Manuel era um desastre com os serviços de casa.
Então Manuel não demorou pra procurar uma segunda esposa. Uma solteirona dezoito anos mais nova que ele, e tão mal cuidada e rabugenta que os dois pareciam da mesma idade. Mas cozinhava muito bem. Com a segunda mulher, ele teve um filho homem, José. E foi bem feliz durante todo o casamento. Infelizmente, ela morreu de câncer já fazia dois anos. E ele já era velho demais, com seus sessenta e oito anos, pra procurar outra esposa. Não, o casamento pra Manuel só tinha sido um passo necessário pra seguir em frente na vida. Mas não pro filho dele.
Depois de um mês de casados, não tinha manhã que José não acordasse sorrindo. Dormia como uma pedra todo dia, rendia na agência de publicidade como ninguém, e não tinha frase que não terminasse com um comentário engraçado. Como Manuel já era bem velho, deu a opção pro filho e pra mulher dele, Isabel, de morar na casa dele. A pensão de viúvez não era lá essas coisas e a casa era grande demais pra ele sozinho. Além disso, Isabel fazia cafés da manhã deliciosos e, desde a ausência da falecida esposa, tanto a casa quanto o estômago dele tinham virado um chiqueiro.
Manuel olhou de lado pra nora, Isabel, que servia o café da manhã do marido com o omelete francês que tinha preparado, crepes com mel e fruta picada. Isabel era realmente gostosa aos seus vinte e dois anos. Tinha o cabelo castanho claro, liso como seda, e tão comprido que batia no meio das costas. Um rostinho de menina que ficava ainda mais bonito com seus cílios longos e naturais, além de um sorriso largo e gostoso. A pele clara e os olhos meigos deixavam ela ainda mais doce. Manuel ainda não acreditava que o filho dele, um cara comum, tinha tido tanta sorte de conseguir uma mulher tão gostosa. E naquele exato momento, ela apareceu na cozinha de terno e gravata, recém-saído do banho e penteado pra ir trabalhar.
José tinha só três anos a mais que ela, mas tinha herdado o queixo duro do pai, o que fazia ele parecer ter mais três. O cabelo curto e escuro era herança da mãe.
— Bom dia, amor — ele cumprimentou, beijando a mulher na boca.
— Preparei seu café da manhã favorito, e um pouco de tortilha pro lanche no trabalho.
— Valeu, amor.
— Quem me dera poder comer tortilha que nem você — reclamou Manuel.
Isabel se virou, balançando a cabeça.
— O médico disse que seu colesterol tá alto demais, no máximo dois ovos por semana — respondeu, sem dar chance.
José sentou tranquilamente pra tomar café enquanto ria. Como todo dia, o astral dele tava lá em cima e ele ria de qualquer coisa.
— Espero que não encha muito o saco da Isabel, pai.
— Você me conhece, não gosto que me mandem — disse, dando de ombros. — Mas ela cozinha, ela manda.
— Exato — resumiu Isabel, satisfeita.
— Como vai você no trabalho? — perguntou Manuel ao filho, mudando de assunto.
— Melhor do que nunca. O chefe falou comigo sexta passada pra agradecer pelo desempenho das últimas semanas — disse enquanto devorava um pedaço de maçã. — Falou que se eu continuar assim, vou ser promovido e ganhar minha própria sala.
— Não acredita em todas as promessas dele, amor — completou Isabel. — Você conhece o Sánchez.
O ceticismo de Isabel não era à toa, já que ela conhecia os colegas de trabalho do marido dela tão bem quanto ele mesmo. Pois até bem pouco tempo trabalhava na mesma empresa. Largou o emprego depois de casar pra se dedicar a um trabalho mais satisfatório pra ela. A família.
– Sim, mas é o que te falei. Sinto ele diferente, como se estivesse sendo sincero nisso – afirmou José, seguro –. Tô sentindo. Vou me dar muito bem no trampo.
– Com certeza o Juanito ia ficar uma pilha – deduziu ela.
– Esse cuzão invejoso – esbravejou, mudando a cara de repente –. Não para de apontar meus erros quando o chefe tá perto. Mas é uma piranha e o Sánchez não é burro, ele percebe.
Manuel viu como de repente o filho tinha mudado de expressão, e soube que aquele Juanito era um verdadeiro pé no saco pra ele. José sempre foi uma pessoa que fugia dos problemas, em vez de encará-los.
– Confia no teu trampo e foca nele. O resto não depende de ti – aconselhou Manuel com voz calma –. Tô orgulhoso, filho.
– Valeu, pai.
Naquele momento, Isabel se aproximou por trás com o avental de cozinha vestido e abraçou ele, dando em seguida um beijo na cabeça.
– Vai ver como esse idiota vai ter que te chamar de senhor quando você for o chefe do departamento. Quero ver a cara de puxa-saco que ele vai fazer.
José riu alto, concordando com a previsão. E virou a cabeça pra beijar a mulher na boca.
– Já me contento com a cara de otário que ele fez quando soube que você e eu tava junto, lembra?
Isabel riu em resposta enquanto não parava de abraçar o marido pelos ombros.
– Isso aí, filho. Não tem prêmio maior – concordou Manuel, mas então Isabel, se virando pro sogro, completou a lembrança.
– Ele veio me pedir pra sair depois que seu filho já tinha pedido. Depois de me criticar por meses.
– Ele me chamava de esquisita no meio dos colegas – confirmou José –. Quando eu falei pra eles que ia me arriscar a falar com a Isabel, ele zombou de mim, dizendo que eu ia levar um fora e que mulher como ela não se interessava por caras como eu. Só por homens com dinheiro e fortuna. Quando eu disse que a Isabel tinha aceitado, a cara de bunda que ele fez, você nem imagina.
— E aí ele tentou te chamar pra sair? — perguntou Manuel, impressionado —. E o que você disse?
— Fui sincera. Falei que já tinha um encontro marcado com seu filho — lembrou ela, com um sorriso de orgulho —. E aí ele me disse que o José estava falando mal de mim pelas costas e que tinha me convidado por causa de uma aposta.
— Mas você acreditou — lembrou José.
— Porque eu ainda não conhecia ele direito, querido — disse ela em tom de desculpa, voltando a olhar pra Manuel —. Mas o engraçado é que ele pensou que assim eu ia me interessar por ele. Bem pelo contrário. No fim, quando esclareci o mal-entendido com seu filho, descobri que tipo de cara era o Juan.
— E você, filho, o que fez?
— Eu? Como assim?
— Ora, ele falou mal de você pelas costas. Com menos que isso eu já tinha quebrado a cara dele — disse Manuel num tom agressivo.
— E perder meu emprego depois? Não, valeu. O que importa é que no fim fui eu quem ganhou — ele se gabou.
O pai aceitou a conclusão, balançando a cabeça, mas sem parecer muito convencido.
— Tá ficando tarde, love — avisou José, tocando a mão da esposa no ombro dela —. Já tenho que ir.
Isabel parou de abraçá-lo e deixou ele se levantar da cadeira. De pé, ele a beijou e abraçou de frente mais uma vez.
— Tenha um bom dia, love. Eu vou estar aqui quando você voltar.
José saiu apressado, sem perder o sorriso, e mandou um último beijo pra esposa antes de ir, olhando pro pai antes de cruzar a porta.
— Não enche muito o saco dela, pai. Ela não é sua empregada.
— Sim, já sei. Pode deixar.
A porta se fechou e Isabel já foi lavar a louça. O trabalho de dona de casa era bem tranquilo enquanto não tivesse filhos, e tinha muita hora vaga, mas ela conciliava bem com leitura e televisão. Da janela, ela via o marido se afastar. Subiu no carro. E antes mesmo de ligar o motor, já sentiu Manuel baixando de uma vez a calça dela junto com a calcinha. O sogro tinha as mãos frias quando esticou as nádegas dela, deixando o cu dela exposto. Aí começou a lamber com gosto. Isabel viu que José tinha reparado nela enquanto estava no carro, então tentou agir naturalmente e ensaboou um dos pratos enquanto o sogro enfiava a língua no cu dela e apalpava a bunda. José acenou com a mão e ela devolveu um sorriso.
— Seu filho ainda não foi embora — ela reclamou pro sogro, quase sem se mexer e sem largar o sorriso.
— Por isso mesmo comecei lambendo seu cu — respondeu Manuel, quase sem dar pra entender.
Isabel apertou os dentes e esperou o marido sumir de vez pra se virar bruscamente. Deu uma lapada com a bunda na cara do sogro e girou cento e oitenta graus.
— Já te falei que aqui não.
Manuel viu na frente dele toda a buceta da nora. Ela tinha depilado a ppk pro casamento, mas já tinha crescido bastante. Os lábios menores da ppk dela eram abertos e grandes, tanto que passavam dos lábios maiores, formando uma aparência de asas de borboleta. Manuel se jogou como um leão faria com a comida e começou a lamber a buceta com gosto. Isabel tentou segurar o sogro com as mãos, mas quando tentava empurrar a cabeça dele, perdia as forças ao sentir a língua dentro da ppk dela. Logo sentiu a virilha escorrendo, e não só pela saliva do sogro, mas pelos próprios fluidos dela. Isabel tentou afastar a cabeça do sogro mais duas vezes, quase sem forças; na terceira, nem olhava mais pra baixo. Tirou as mãos de vez e levantou o quadril pra língua do sogro entrar mais fundo. Olhou pro teto e semicerrôs os olhos de prazer. Começou a sentir um formigamento que nascia na virilha, mas se espalhava... por todo o corpo dela. Manuel enfiou a mão direita por dentro da camisa e do avental da nora, e agarrou com a mão cheia o seio direito dela. Isabel tinha os mamilos eretos.
Cada vez mais, a bela mulher começou a mexer a bunda pra cima e pra baixo com mais intensidade. Tanto que atrapalhou Manuel, que achou realmente complicado continuar o boquete com a mesma precisão. Então ele tirou a língua e se afastou. Com o pé, pressionou a calça de Isabel, que estava na altura dos tornozelos dela, e levantou ela meio metro, livrando-se dela. Sem calça, Isabel podia se abrir mais, então ele a girou cento e oitenta graus de novo, segurando-a pela cintura até que a bunda ficasse de frente pra ele de novo. Pressionou as costas dela, que não parava de subir e descer de tesão, pra que ela se inclinasse enquanto o rabo ficava mais empinado. A buceta dela era meio apertada, e Manuel preferia as de quadril largo, mas era arrebitada e macia. A xota de Isabel ficou exposta, e estava bem aberta, soltando um líquido cristalino que brilhava com a luz da lâmpada da cozinha.
Manuel baixou a calça e mostrou o pau completamente duro e com um pouco de líquido transparente na ponta. O velho de sessenta e oito anos tinha um membro de dezenove centímetros bem grosso, que estava muito excitado e parecia balançar a cada dois segundos com tanta afirmação. Então ele meteu a pica no pelo dentro da buceta da nora. Na primeira enfiada, entrou só um quarto, mas Manuel sentiu o pau molhar por completo e quase não teve resistência pra entrar mais fundo. Tirou um pouco e meteu de novo pela segunda vez, penetrando até a metade do pau todo, e Isabel soltou um gemidinho contido. Na terceira vez, entrou por completo, e Isabel gemeu sem conseguir evitar. O velho começou a meter, se ajudando segurando a cintura da nora, e Isabel mordeu o lábio pra não continuar gemendo. Tanto mordeu tanto que se machucou e deixou escapar outro gemido. Quando os descuidos passaram de meia dúzia, parou de se segurar.
Manuel metia cada vez mais rápido e forte, ele sabia que estava chegando no limite, mas não queria que o prazer acabasse. Quanto mais tentava prolongar aquela sensação, mais crescia a ameaça de gozar. Sabendo do desfecho inevitável, quis que pelo menos terminasse com tudo. Agarrou com força as nádegas da nora e a puxou contra si cada vez com mais fúria. Manuel sentiu as pernas de Isabel começarem a fraquejar como a chama de uma vela prestes a se apagar. Ela não parava mais de gemer, e o sogro não aguentou mais e gozou dentro da nora num gemido apoteótico.
Isabel sentiu o pau do sogro descarregar dentro dela. Sentiu o membro se revirar enquanto o corpo de Manuel ficava imóvel. E a sensação logo se confirmou ao sentir as primeiras gotas de porra escorrendo pela virilha. Então abriu os olhos e achou ter visto uma cabeça se escondendo na casa da vizinha, sem parar pra confirmar nada, rapidamente fechou as cortinas.
— Ah, meu Deus! — exclamou ela, sentindo um arrependimento profundo em todo o ser.
Empurrou o sogro pra longe e, sem nem olhar pra ele, foi embora.
— Isabel… cê tá bem…? — perguntou Manuel enquanto via a nora sumir sem fazer barulho. A bunda nua dela estava vermelha e a virilha brilhava com os líquidos escorrendo pela pele.
Manuel baixou o olhar, cabisbaixo, e viu todas as gotas de porra seguindo o caminho que Isabel tinha tomado. Pegou um guardanapo e se preparou pra limpar.
Já tinham passado duas horas e Isabel não tinha aparecido. Tinha tomado um banho demorado, mas depois não desceu. O velho ficou pensando nos momentos de putaria na cozinha e sentiu a virilha começar a pulsar de novo. Cada vez mais, o tesão foi crescendo até ficar insuportável, e ele subiu. em busca de Isabel.
Depois de subir as escadas para os quartos, teve que passar pelo banheiro. O cheiro de sabão ainda era muito forte. Ela tinha se ensaboado bem, o que indicava a Manuel o quanto ela se sentia impura, e isso era um péssimo sinal. Ele continuou andando e logo supôs que estava no quarto dela, o mesmo que fora dele durante seus dois casamentos. Manuel tinha dado o quarto principal para eles e passara a dormir no que fora o quarto do filho. É interessante perceber como, com a velhice, os pais viram os filhos.
Sem pensar muito, Manuel abriu a porta do quarto sem bater. Isabel estava sentada na cama de costas para ele, semi-vestida, e chorando em silêncio.
— Isabel?
— Sai daqui! — gritou ela.
— Como é que eu vou embora se você está nesse estado?
— Maldito velho! Você gozou dentro de novo! — cuspiu com nojo, sem sequer olhar pra ele. — Tô cheia disso. Tô cheia de me esconder… de mentir. Me sinto suja.
— Você não matou ninguém, Isabel. Isso acontece mais do que você imagina. Acredite, isso não te torna uma pessoa ruim.
— Seria se você não tivesse posto suas mãos nojentas em cima de mim. Eu tava tão feliz depois de casar com José, e você estragou tudo.
— Sinto muito…
— Você sentir o quê? — interrompeu ela. — Você nem sente remorso por transar com a mulher do seu filho. Sabe como você destruiria o José se ele descobrisse…?
Isabel teve que parar, com a voz embargada pelas lágrimas. Manuel não sabia o que fazer, mas sentia que tinha algo mais. Isabel sempre resistira a ele, mas já tinham feito várias vezes desde a primeira, um mês atrás, e ela nunca tinha sido tão hostil.
— Me conta o que realmente tá rolando com você?
— O que tá rolando?! — esbravejou ela, virando-se pra encarar o sogro. — É que acho que a vizinha nos viu. É isso que tá rolando.
— Tem certeza?
— Não! Melhor eu ir lá perguntar se ela me viu dando pro meu sogro. Assim a gente tira a dúvida. - Se você quiser, eu...
- O que eu quero é que isso acabe - ela o interrompeu. Foi a última vez. Se tentar de novo, vou contar tudo pro José.
Manuel ficou paralisado por uns instantes. A última coisa que queria era que o filho descobrisse tudo.
- Se você não quiser, a gente não faz nada, Isabel.
- Então é isso que eu quero. Agora sai do meu quarto, sua puta, pra eu poder chorar em paz.
Manuel concordou e fechou a porta sem dizer mais nada.
Se quiserem ver o livro completo de graça, podem acessar meu patreon: patreon.com/JTyCC
Então Manuel não demorou pra procurar uma segunda esposa. Uma solteirona dezoito anos mais nova que ele, e tão mal cuidada e rabugenta que os dois pareciam da mesma idade. Mas cozinhava muito bem. Com a segunda mulher, ele teve um filho homem, José. E foi bem feliz durante todo o casamento. Infelizmente, ela morreu de câncer já fazia dois anos. E ele já era velho demais, com seus sessenta e oito anos, pra procurar outra esposa. Não, o casamento pra Manuel só tinha sido um passo necessário pra seguir em frente na vida. Mas não pro filho dele.
Depois de um mês de casados, não tinha manhã que José não acordasse sorrindo. Dormia como uma pedra todo dia, rendia na agência de publicidade como ninguém, e não tinha frase que não terminasse com um comentário engraçado. Como Manuel já era bem velho, deu a opção pro filho e pra mulher dele, Isabel, de morar na casa dele. A pensão de viúvez não era lá essas coisas e a casa era grande demais pra ele sozinho. Além disso, Isabel fazia cafés da manhã deliciosos e, desde a ausência da falecida esposa, tanto a casa quanto o estômago dele tinham virado um chiqueiro.
Manuel olhou de lado pra nora, Isabel, que servia o café da manhã do marido com o omelete francês que tinha preparado, crepes com mel e fruta picada. Isabel era realmente gostosa aos seus vinte e dois anos. Tinha o cabelo castanho claro, liso como seda, e tão comprido que batia no meio das costas. Um rostinho de menina que ficava ainda mais bonito com seus cílios longos e naturais, além de um sorriso largo e gostoso. A pele clara e os olhos meigos deixavam ela ainda mais doce. Manuel ainda não acreditava que o filho dele, um cara comum, tinha tido tanta sorte de conseguir uma mulher tão gostosa. E naquele exato momento, ela apareceu na cozinha de terno e gravata, recém-saído do banho e penteado pra ir trabalhar.
José tinha só três anos a mais que ela, mas tinha herdado o queixo duro do pai, o que fazia ele parecer ter mais três. O cabelo curto e escuro era herança da mãe.
— Bom dia, amor — ele cumprimentou, beijando a mulher na boca.
— Preparei seu café da manhã favorito, e um pouco de tortilha pro lanche no trabalho.
— Valeu, amor.
— Quem me dera poder comer tortilha que nem você — reclamou Manuel.
Isabel se virou, balançando a cabeça.
— O médico disse que seu colesterol tá alto demais, no máximo dois ovos por semana — respondeu, sem dar chance.
José sentou tranquilamente pra tomar café enquanto ria. Como todo dia, o astral dele tava lá em cima e ele ria de qualquer coisa.
— Espero que não encha muito o saco da Isabel, pai.
— Você me conhece, não gosto que me mandem — disse, dando de ombros. — Mas ela cozinha, ela manda.
— Exato — resumiu Isabel, satisfeita.
— Como vai você no trabalho? — perguntou Manuel ao filho, mudando de assunto.
— Melhor do que nunca. O chefe falou comigo sexta passada pra agradecer pelo desempenho das últimas semanas — disse enquanto devorava um pedaço de maçã. — Falou que se eu continuar assim, vou ser promovido e ganhar minha própria sala.
— Não acredita em todas as promessas dele, amor — completou Isabel. — Você conhece o Sánchez.
O ceticismo de Isabel não era à toa, já que ela conhecia os colegas de trabalho do marido dela tão bem quanto ele mesmo. Pois até bem pouco tempo trabalhava na mesma empresa. Largou o emprego depois de casar pra se dedicar a um trabalho mais satisfatório pra ela. A família.
– Sim, mas é o que te falei. Sinto ele diferente, como se estivesse sendo sincero nisso – afirmou José, seguro –. Tô sentindo. Vou me dar muito bem no trampo.
– Com certeza o Juanito ia ficar uma pilha – deduziu ela.
– Esse cuzão invejoso – esbravejou, mudando a cara de repente –. Não para de apontar meus erros quando o chefe tá perto. Mas é uma piranha e o Sánchez não é burro, ele percebe.
Manuel viu como de repente o filho tinha mudado de expressão, e soube que aquele Juanito era um verdadeiro pé no saco pra ele. José sempre foi uma pessoa que fugia dos problemas, em vez de encará-los.
– Confia no teu trampo e foca nele. O resto não depende de ti – aconselhou Manuel com voz calma –. Tô orgulhoso, filho.
– Valeu, pai.
Naquele momento, Isabel se aproximou por trás com o avental de cozinha vestido e abraçou ele, dando em seguida um beijo na cabeça.
– Vai ver como esse idiota vai ter que te chamar de senhor quando você for o chefe do departamento. Quero ver a cara de puxa-saco que ele vai fazer.
José riu alto, concordando com a previsão. E virou a cabeça pra beijar a mulher na boca.
– Já me contento com a cara de otário que ele fez quando soube que você e eu tava junto, lembra?
Isabel riu em resposta enquanto não parava de abraçar o marido pelos ombros.
– Isso aí, filho. Não tem prêmio maior – concordou Manuel, mas então Isabel, se virando pro sogro, completou a lembrança.
– Ele veio me pedir pra sair depois que seu filho já tinha pedido. Depois de me criticar por meses.
– Ele me chamava de esquisita no meio dos colegas – confirmou José –. Quando eu falei pra eles que ia me arriscar a falar com a Isabel, ele zombou de mim, dizendo que eu ia levar um fora e que mulher como ela não se interessava por caras como eu. Só por homens com dinheiro e fortuna. Quando eu disse que a Isabel tinha aceitado, a cara de bunda que ele fez, você nem imagina.
— E aí ele tentou te chamar pra sair? — perguntou Manuel, impressionado —. E o que você disse?
— Fui sincera. Falei que já tinha um encontro marcado com seu filho — lembrou ela, com um sorriso de orgulho —. E aí ele me disse que o José estava falando mal de mim pelas costas e que tinha me convidado por causa de uma aposta.
— Mas você acreditou — lembrou José.
— Porque eu ainda não conhecia ele direito, querido — disse ela em tom de desculpa, voltando a olhar pra Manuel —. Mas o engraçado é que ele pensou que assim eu ia me interessar por ele. Bem pelo contrário. No fim, quando esclareci o mal-entendido com seu filho, descobri que tipo de cara era o Juan.
— E você, filho, o que fez?
— Eu? Como assim?
— Ora, ele falou mal de você pelas costas. Com menos que isso eu já tinha quebrado a cara dele — disse Manuel num tom agressivo.
— E perder meu emprego depois? Não, valeu. O que importa é que no fim fui eu quem ganhou — ele se gabou.
O pai aceitou a conclusão, balançando a cabeça, mas sem parecer muito convencido.
— Tá ficando tarde, love — avisou José, tocando a mão da esposa no ombro dela —. Já tenho que ir.
Isabel parou de abraçá-lo e deixou ele se levantar da cadeira. De pé, ele a beijou e abraçou de frente mais uma vez.
— Tenha um bom dia, love. Eu vou estar aqui quando você voltar.
José saiu apressado, sem perder o sorriso, e mandou um último beijo pra esposa antes de ir, olhando pro pai antes de cruzar a porta.
— Não enche muito o saco dela, pai. Ela não é sua empregada.
— Sim, já sei. Pode deixar.
A porta se fechou e Isabel já foi lavar a louça. O trabalho de dona de casa era bem tranquilo enquanto não tivesse filhos, e tinha muita hora vaga, mas ela conciliava bem com leitura e televisão. Da janela, ela via o marido se afastar. Subiu no carro. E antes mesmo de ligar o motor, já sentiu Manuel baixando de uma vez a calça dela junto com a calcinha. O sogro tinha as mãos frias quando esticou as nádegas dela, deixando o cu dela exposto. Aí começou a lamber com gosto. Isabel viu que José tinha reparado nela enquanto estava no carro, então tentou agir naturalmente e ensaboou um dos pratos enquanto o sogro enfiava a língua no cu dela e apalpava a bunda. José acenou com a mão e ela devolveu um sorriso.
— Seu filho ainda não foi embora — ela reclamou pro sogro, quase sem se mexer e sem largar o sorriso.
— Por isso mesmo comecei lambendo seu cu — respondeu Manuel, quase sem dar pra entender.
Isabel apertou os dentes e esperou o marido sumir de vez pra se virar bruscamente. Deu uma lapada com a bunda na cara do sogro e girou cento e oitenta graus.
— Já te falei que aqui não.
Manuel viu na frente dele toda a buceta da nora. Ela tinha depilado a ppk pro casamento, mas já tinha crescido bastante. Os lábios menores da ppk dela eram abertos e grandes, tanto que passavam dos lábios maiores, formando uma aparência de asas de borboleta. Manuel se jogou como um leão faria com a comida e começou a lamber a buceta com gosto. Isabel tentou segurar o sogro com as mãos, mas quando tentava empurrar a cabeça dele, perdia as forças ao sentir a língua dentro da ppk dela. Logo sentiu a virilha escorrendo, e não só pela saliva do sogro, mas pelos próprios fluidos dela. Isabel tentou afastar a cabeça do sogro mais duas vezes, quase sem forças; na terceira, nem olhava mais pra baixo. Tirou as mãos de vez e levantou o quadril pra língua do sogro entrar mais fundo. Olhou pro teto e semicerrôs os olhos de prazer. Começou a sentir um formigamento que nascia na virilha, mas se espalhava... por todo o corpo dela. Manuel enfiou a mão direita por dentro da camisa e do avental da nora, e agarrou com a mão cheia o seio direito dela. Isabel tinha os mamilos eretos.
Cada vez mais, a bela mulher começou a mexer a bunda pra cima e pra baixo com mais intensidade. Tanto que atrapalhou Manuel, que achou realmente complicado continuar o boquete com a mesma precisão. Então ele tirou a língua e se afastou. Com o pé, pressionou a calça de Isabel, que estava na altura dos tornozelos dela, e levantou ela meio metro, livrando-se dela. Sem calça, Isabel podia se abrir mais, então ele a girou cento e oitenta graus de novo, segurando-a pela cintura até que a bunda ficasse de frente pra ele de novo. Pressionou as costas dela, que não parava de subir e descer de tesão, pra que ela se inclinasse enquanto o rabo ficava mais empinado. A buceta dela era meio apertada, e Manuel preferia as de quadril largo, mas era arrebitada e macia. A xota de Isabel ficou exposta, e estava bem aberta, soltando um líquido cristalino que brilhava com a luz da lâmpada da cozinha.
Manuel baixou a calça e mostrou o pau completamente duro e com um pouco de líquido transparente na ponta. O velho de sessenta e oito anos tinha um membro de dezenove centímetros bem grosso, que estava muito excitado e parecia balançar a cada dois segundos com tanta afirmação. Então ele meteu a pica no pelo dentro da buceta da nora. Na primeira enfiada, entrou só um quarto, mas Manuel sentiu o pau molhar por completo e quase não teve resistência pra entrar mais fundo. Tirou um pouco e meteu de novo pela segunda vez, penetrando até a metade do pau todo, e Isabel soltou um gemidinho contido. Na terceira vez, entrou por completo, e Isabel gemeu sem conseguir evitar. O velho começou a meter, se ajudando segurando a cintura da nora, e Isabel mordeu o lábio pra não continuar gemendo. Tanto mordeu tanto que se machucou e deixou escapar outro gemido. Quando os descuidos passaram de meia dúzia, parou de se segurar.
Manuel metia cada vez mais rápido e forte, ele sabia que estava chegando no limite, mas não queria que o prazer acabasse. Quanto mais tentava prolongar aquela sensação, mais crescia a ameaça de gozar. Sabendo do desfecho inevitável, quis que pelo menos terminasse com tudo. Agarrou com força as nádegas da nora e a puxou contra si cada vez com mais fúria. Manuel sentiu as pernas de Isabel começarem a fraquejar como a chama de uma vela prestes a se apagar. Ela não parava mais de gemer, e o sogro não aguentou mais e gozou dentro da nora num gemido apoteótico.
Isabel sentiu o pau do sogro descarregar dentro dela. Sentiu o membro se revirar enquanto o corpo de Manuel ficava imóvel. E a sensação logo se confirmou ao sentir as primeiras gotas de porra escorrendo pela virilha. Então abriu os olhos e achou ter visto uma cabeça se escondendo na casa da vizinha, sem parar pra confirmar nada, rapidamente fechou as cortinas.
— Ah, meu Deus! — exclamou ela, sentindo um arrependimento profundo em todo o ser.
Empurrou o sogro pra longe e, sem nem olhar pra ele, foi embora.
— Isabel… cê tá bem…? — perguntou Manuel enquanto via a nora sumir sem fazer barulho. A bunda nua dela estava vermelha e a virilha brilhava com os líquidos escorrendo pela pele.
Manuel baixou o olhar, cabisbaixo, e viu todas as gotas de porra seguindo o caminho que Isabel tinha tomado. Pegou um guardanapo e se preparou pra limpar.
Já tinham passado duas horas e Isabel não tinha aparecido. Tinha tomado um banho demorado, mas depois não desceu. O velho ficou pensando nos momentos de putaria na cozinha e sentiu a virilha começar a pulsar de novo. Cada vez mais, o tesão foi crescendo até ficar insuportável, e ele subiu. em busca de Isabel.
Depois de subir as escadas para os quartos, teve que passar pelo banheiro. O cheiro de sabão ainda era muito forte. Ela tinha se ensaboado bem, o que indicava a Manuel o quanto ela se sentia impura, e isso era um péssimo sinal. Ele continuou andando e logo supôs que estava no quarto dela, o mesmo que fora dele durante seus dois casamentos. Manuel tinha dado o quarto principal para eles e passara a dormir no que fora o quarto do filho. É interessante perceber como, com a velhice, os pais viram os filhos.
Sem pensar muito, Manuel abriu a porta do quarto sem bater. Isabel estava sentada na cama de costas para ele, semi-vestida, e chorando em silêncio.
— Isabel?
— Sai daqui! — gritou ela.
— Como é que eu vou embora se você está nesse estado?
— Maldito velho! Você gozou dentro de novo! — cuspiu com nojo, sem sequer olhar pra ele. — Tô cheia disso. Tô cheia de me esconder… de mentir. Me sinto suja.
— Você não matou ninguém, Isabel. Isso acontece mais do que você imagina. Acredite, isso não te torna uma pessoa ruim.
— Seria se você não tivesse posto suas mãos nojentas em cima de mim. Eu tava tão feliz depois de casar com José, e você estragou tudo.
— Sinto muito…
— Você sentir o quê? — interrompeu ela. — Você nem sente remorso por transar com a mulher do seu filho. Sabe como você destruiria o José se ele descobrisse…?
Isabel teve que parar, com a voz embargada pelas lágrimas. Manuel não sabia o que fazer, mas sentia que tinha algo mais. Isabel sempre resistira a ele, mas já tinham feito várias vezes desde a primeira, um mês atrás, e ela nunca tinha sido tão hostil.
— Me conta o que realmente tá rolando com você?
— O que tá rolando?! — esbravejou ela, virando-se pra encarar o sogro. — É que acho que a vizinha nos viu. É isso que tá rolando.
— Tem certeza?
— Não! Melhor eu ir lá perguntar se ela me viu dando pro meu sogro. Assim a gente tira a dúvida. - Se você quiser, eu...
- O que eu quero é que isso acabe - ela o interrompeu. Foi a última vez. Se tentar de novo, vou contar tudo pro José.
Manuel ficou paralisado por uns instantes. A última coisa que queria era que o filho descobrisse tudo.
- Se você não quiser, a gente não faz nada, Isabel.
- Então é isso que eu quero. Agora sai do meu quarto, sua puta, pra eu poder chorar em paz.
Manuel concordou e fechou a porta sem dizer mais nada.
Se quiserem ver o livro completo de graça, podem acessar meu patreon: patreon.com/JTyCC
1 comentários - Capítulo "Os Quatro Velhos" Parte 2