Preso debaixo de chave...
Meu amigo levantou assim que terminou e eu ainda tô aqui em choque, na cama sem calças, com as pernas ainda abertas e meu pintinho já murcho cheio da minha porra virado pra cima, tenho mais da minha na barriga e tem sêmen do meu amigo perto do meu cu, junto com o que acho que também era saliva. Não sei se quero pensar muito no que aconteceu ou em que parte, se foi o que ele fez com a mão ou o que disse com a boca, aproveitou um momento de fraqueza minha pra se impor sobre mim e mudar meu nome como se nada fosse.
Levanto pra ir tomar banho, mas a porta do banheiro tá trancada, bato duas vezes...
Entrei no banheiro pra mijar, escovar os dentes, etc. Depois fui pra cozinha preparar algo pra beber e o Toni, sem dizer nada, simplesmente foi embora. O resto do dia foi absolutamente normal e entediante.
Até que umas 20:30 o Toni chegou, com algumas sacolas de papel pardo e uma preta, embora tenha jogado tudo no chão de canto como se estivesse escondendo o impossível.
T: Tudo bem?
R: Sim sim, preparei algo pra comer, quando quiser a gente manda pra dentro...
Tudo normal, sentamos na mesa pra jantar, falamos umas besteiras sobre o que a gente via na TV e, simplesmente, quando o Toni terminou o prato, levou até a pia e caminhou pro meu quarto, nessa hora ele com as sacolas que tinha trazido. Geralmente ele sempre ficava um tempão lá antes de dormir, mas sei lá, tava estranho... Então me encarreguei de lavar os pratos, arrumar tudo, perdi um tempinho no sofá caso ele voltasse, mas como não voltou, fui pra cama cedo sem saber o que estava prestes a rolar...
Entrei no quarto dos meus pais, troquei os lençóis, tirei a camiseta e joguei no chão assim mesmo porque tava com bastante calor e simplesmente me joguei pra ver TV. Depois de um tempo, batem na porta duas vezes e abrem, é o Toni, pelado e com uma cueca boxer branca super apertada, não consegui evitar fazer contato visual ali primeiro que nos olhos dele, aquela roupa... interior dela tava apertadinha e marcando uma rola borrachenta que se apoiava na parte de cima da coxa esquerda dela, sei que toda vez que falo repito a mesma coisa mas sério... Não pode ser tão grande!
T: Opa, desculpa entrar assim, não sabia que cê tava aqui... Por acaso não viu meu amigo por aí? Tô fazendo um tempo que tô procurando ele...
R: Hã? Cê tá bem?
T: Aquele idiota, onde será que se meteu, certeza que não sabe? Tomara que não tenha que te castigar...
Não sei por que não tinha reparado que ele tava com as mãos atrás do corpo escondendo alguma coisa...
T: Sofi, era seu nome, né? Acho que a gente vai ter que bater um papo nós dois... Posso chegar perto?
Agora tô entendendo um pouco mais o que ele tava tentando, queria continuar a brincadeira safada do outro dia e eu queria participar dela...
Toni se aproximou bem devagar de mim e pediu pra eu fechar os olhos, por favor, e eu obedeci, aí pude sentir ele subir na cama e logo em cima de mim na altura da minha barriga, senti ele apoiar alguma coisa bem do meu lado e depois com os dois braços percorreu meu torso pelos lados até fazer minhas mãos subirem quase tocando o topo da cabeceira da cama, depois disso ele chegou mais perto e senti ele pegar o que tava do meu lado, e finalmente pude saber o que era quando ele usou, tava me algemando pelos dois braços na cabeceira da cama. Quando ouvi um cliquezinho, ele se levantou devagar e mandou eu abrir os olhos.
Abri devagar e vi meu amigo de pé na minha frente com a cueca branca dele, enquanto eu tava deitado com as mãos esticadas pra cima, totalmente indefeso, sem conseguir me mexer diante da besta que planejava me atacar...
Ele me perguntou se eu tava desconfortável, e eu só balancei a cabeça negando, aí ele se aproximou de mim e com as mãos foi abaixando minha calça e a roupa interior devagar, quando chegou na parte do meu pau deu aquele pulinho típico porque eu já tava de pau duro. Depois ele se levantou de novo e lentamente o Ele mesmo baixou a cueca, deixando no ar aquela rola grossa e grande que ele tem, mesmo dura...
T: Hoje você vai ser minha, do jeito que eu quiser. Vou te atender como todas as vadias me pedem, e no fim da noite sua vida vai mudar pra sempre...
Não posso negar que, a essa altura, além do tesão, tinha algo quase sensual nessa situação. Toni subiu de novo na cama e foi se aproximando devagar até a altura da minha barriga e um pouco mais pra cima, o suficiente pra colocar a rola bem perto da minha cara.
T: Abre bem a boca, bebê, não me faz ter que te forçar...
Sem discussão nenhuma, abri a boca e, na hora, Toni aproximou o corpo e, com a mão, enfiou a rola dentro da minha boca. Ele insistiu pra eu não fazer nada, só ficar parada, e eu obedeci. Então foi ele quem começou a mexer o quadril pra trás e pra frente, literalmente metendo na minha boca como se fosse uma buceta.
Assim que a rola do meu amigo ficou bem dura e cheia de veias, tava no talo, não tinha como caber inteira na minha boca. Ele sabia disso, mas continuava forçando. Eu tava adorando porque já tinha me acostumado com o desconforto de ficar de boca aberta pra uma rola daquelas, então continuei chupando como dava. De vez em quando, sentia um gostinho de porra na boca, e isso me deixava com muito mais tesão, meu pintinho tava a mil.
T: Agora vem seu momento de glória, bebê, vou te desvirginar...
Ele tirou aquela rola enorme da minha boca e se afastou de cima de mim devagar pra não me machucar.
T: Vou te ajudar a virar, ok? Não se preocupa, não precisa tirar as algemas, elas tão colocadas de um jeito que você consegue girar sem se machucar...
E foi assim. Com os braços dele, fui sendo guiada pra me virar de bruços devagar. Meus braços ficaram apontando pra cima por causa da posição das algemas, enquanto meu amigo, só com o movimento dos braços, foi me mostrando como ficar de quatro. Tudo parecia indicar que o que vinha era definitivo, meu melhor amigo... O clássico de sempre, estava prestes a transar comigo.
De quatro e totalmente indefeso, só conseguia olhar para o travesseiro, um pouco para trás por baixo, então pude ver minha pequena bucetinha empinada e as pernas do meu amigo atrás de mim, subido na cama. "Abre mais as pernas", ele disse enquanto me ajudava com as mãos. Eu estava tããão entregue a ele naquele momento que não conseguia nem falar, também não queria quebrar a magia, talvez.
T: Não vai doer, comprei isso hoje também, um lubrificante, fica tranquila...
Ouvi o barulho típico de quando aperta um pote, e logo em seguida senti uma mão inteira passando pela minha racha, dava pra sentir o gel claramente e como a mão dele começava a deslizar enquanto procurava meu cu como se fosse um tesouro. Quando encontrou, começou com o dedo médio, foi me penetrando devagar, já não doía tanto quanto na noite passada, na verdade foi prazer instantâneo. Ficou um tempo assim me dando prazer até que senti outro dedo querendo assumir o protagonismo e, aos poucos, fez companhia. Agora eram dois dedos entrando no meu cu, uma e outra vez num ritmo constante, enquanto eu tentava abafar meus gemidos no travesseiro.
T: Acho que já tá preparado, agora você vai se sentir como uma garota pela primeira vez, não se preocupa se doer no começo, passa.
Ah, e espera, nem comprei camisinha, achei que era besteira, grávido acho que você não fica, hahaha.
Incrível que ainda em momentos assim ele soltava uma frase dessas... Então ouvi ele apertar o pote de lubrificante de novo, acho que dessa vez ele estava passando em si mesmo no pau. Aí senti as duas mãos dele se apoiarem na minha bunda e com força ele abriu ela em duas, tentando deixar meu cu o mais exposto possível. E então finalmente comecei a sentir, primeiro a cabeça dele, passava de cima pra baixo, parava no meu cu, fazia um pouco de pressão e passava de novo, umas quantas vezes. repetidas, só que a diferença é que cada vez que ele apertava de novo meu cu, entrava um pouco mais. Finalmente, numa dessas, ele ficou lá e foi enfiando o pau dele aos poucos, senti a cabeça entrar. Mas eu não tava nem um pouco preparado pra isso, não dava pra comparar com os dois dedos de antes, era enorme e eu tava morrendo de dor. Pela primeira vez tive que falar alguma coisa, mas só saiu um grito de dor, e ele respondeu com uma estocada mais forte. "Já vai passar, putinha", ele repetia sem parar...
T: Uff, você não sabe como eu tô gostando disso, é a bunda mais apertadinha que já experimentei. Bom, no seu caso, isso seria tipo sua buceta, então também é a mais apertadinha que já provei...
Conforme meu amigo ia enfiando o pica dele mais e mais, a dor foi diminuindo e, sem perceber, os sons de dor que eu tava fazendo começaram a parecer mais gemidos. Fiquei com muita vergonha na hora e tentei segurar, mas aí meu amigo começou a meter num ritmo mais acelerado, me penetrava com força e numa velocidade que, por exemplo, eu nunca tinha feito com minha ex-namorada. Ele tava destruindo minha bunda e eu tava morrendo de prazer, então não aguentei mais e comecei a gemer como nunca.
T: Uai, parece que você já tá gostando, se ouve só, geme igual uma putinha!
Isso fez ele aumentar ainda mais as penetrações e eu gemer mais forte ainda. Pensei por um segundo: será que os vizinhos podiam ouvir a gente? Nem liguei...
Meu amigo também tava com a respiração pesada, dava pra ver que ele também tava curtindo aquilo.
O pau dele entrava e saía, e aí eu senti algo que nunca conseguiria explicar em palavras, era uma sensação de prazer sem fim. Minhas pernas tremeram, meu próprio pau parecia pular, tive a sensação de que até tinha jorrado gozo, o que me parecia totalmente improvável porque nem eu nem meu amigo tava tocando nele.
Finalmente, Toni parecia ter diminuído um pouco as penetrações e tava mais preocupado. Entrar com mais força, respiração ofegante, o inevitável estava chegando.
T: Ahhhhh vou encher sua bunda de porra, vagabunda, se prepara! Aaaahhhhhhgggg!
E foi exatamente o que ele fez, pude sentir o pau dele se mexendo dentro de mim, eram como contrações e aos poucos aquela rigidez foi sumindo lá dentro. Em seguida, senti ele tirando devagar e, ao mesmo tempo, gotas quentes escorrendo de mim. Quando o pau dele finalmente saiu, fiz força pra dentro e pra fora e podia sentir a porra escorrendo pela minha bunda e ficando nos meus ovos.
Sem dizer nada, meu amigo me ajudou a voltar pra posição de barriga pra cima, porque minhas pernas estavam tremendo e eu não conseguia me manter assim direito.
T: Uff, que gostoso, quer que eu te ajude agora? (E levou a mão pra minha buceta) Ei! Mas e essa porra? Não é minha, se quase toda eu deixei na sua bunda haha, não me diga que você gozou como uma puta de verdade? Viu como eu falei que você é uma promíscua do caralho? E ainda tá um pouco durinha, assim não serve pro meu plano, vem cá.
Imediatamente começou a bater uma pra mim muito rápido com uma mão só, e não vou mentir, eu tava tão tarado e tão excitado com tudo que em 50 segundos soltei uma quantidade de porra que nunca tinha visto na minha vida. Meu amigo soltou meu pau e se levantou, mandou eu esperar um segundo e quando voltou, tinha nas mãos uma caixa preta de papelão, bem pequena.
T: Agora espera um pouquinho até esse amendoim que você tem entre as pernas murchar e você leva o presentinho final.
Assim que o que ele prometeu aconteceu e minha ereção foi embora de vez, meu amigo abriu a caixa e tirou algo que eu obviamente conhecia de vídeo pornô: era uma gaiola de castidade pequena, de plástico transparente.
T: Quieto, bom, também não é como se você pudesse fazer muito assim haha
Ele pegou meu pau e colocou como se fosse nada, nem apertava lá dentro, sobrava espaço, não acredito que eu realmente tenha essa condição, que eu seja tão pequeno assim...
T: E agora, a cereja do bolo!
E tirou da mão dele um pequeno... Cadeadinho de metal com uma chave prateada, ele colocou na parte de cima da gaiolinha, se certificou de travar bem, tirou a chave e ficou com ela na mão...
T: Pronto, agora você é mais uma garota do que nunca, a menos que eu permita e duvido que vá fazer isso, esse pau não vê mais a luz do dia. Agora vem cá que vou soltar as algemas pra pelo menos você conseguir dormir, haha.
Ele me soltou, meus braços caíram sozinhos porque eu não tinha mais força, estava exausto em todos os sentidos que você puder imaginar.
T: Me arruma um lugar na cama que hoje quero dormir aqui, e lembra que amanhã te espera um dia longo, longo de garota, haha.
CONTINUA...
4 comentários - De Hétero a Sissy (Parte 4) Presa Trancada