De Hétero a Sissy (Parte 2) Achando Meu Lugar



Lá estava eu, de madrugada, trancado no banheiro, completamente petrificado olhando no espelho, com as duas mãos quase cobertas de porra do meu amigo que eu tinha acabado de bater uma e estava no quarto ao lado. Não conseguia pensar em nada, só ficava olhando minhas mãos e um pouco mais pra baixo, onde também tinha minha ereção. Uma barraquinha se formava no meu short, comparada com a que eu tinha visto há pouco. Simplesmente baixei a calça e a cueca de uma vez e, como um animal, comecei a me masturbar com a mão direita cheia de porra fresca do meu amigo. Você não imagina o prazer que era lubrificar meu pauzinho com o sêmen do Toni. Em apenas 30 segundos, minhas bolas se contraíram e eu nem conseguia vê-las da minha posição. Em menos de um minuto, o êxtase supremo: gozei no chão uma quantidade de porra minúscula comparada à do meu amigo, mas ainda assim mais do que estou acostumado. Terminei tirando a camiseta para observar pela última vez meu pau ficando mole aos poucos, enquanto nele se misturavam tanto meu sêmen quanto o que eu tinha levado de lembrança do meu melhor amigo. Fui para o chuveiro e fiquei lá, deixando as gotas de água caírem na minha cabeça, fechando os olhos e tentando acalmar minha mente depois do que tinha acontecido. Simplesmente fiquei lá o que acho que foi um bom tempo, porque perdi a noção do tempo. Por outro lado, acho que fiz isso de propósito, porque tinha duas opções a partir dali: sair do chuveiro e ir para o meu quarto, o que acho que deixaria a situação meio estranha e tensa com o Toni, ou a segunda opção, que era voltar para o quarto dos meus pais, torcer para que ele estivesse realmente dormindo e esperar que ninguém dissesse nada, agindo como se isso não tivesse acontecido. Saí do chuveiro, me sequei, coloquei uma cueca nova e o mesmo short, que estava em perfeito estado, e peguei uma camiseta que estava por perto para começar o caminho da minha segunda opção. Voltei para o quarto dos meus Pais e tal, lá estava meu amigo, já com a roupa colocada de novo e parecendo estar dormindo. Me aproximei devagar e me deitei na cama de costas pra ele, pra evitar qualquer contato visual por causa da vergonha que eu tava.

Tentei dormir, mas era óbvio que não ia ser tão fácil. Até que, depois de alguns minutos, senti meu amigo se mexer na cama e se colocar de novo atrás de mim, igual da primeira vez que tudo começou, só que dessa vez foi ele quem começou a investida. Senti a mão dele pegar na minha nuca e puxar um pouco pra cima, pelos meus cabelos. Era muito gostoso e relaxante, pra ser sincero. Senti agora a outra mão dele deslizar por baixo da minha camiseta, acariciando minhas costas. Não era nada sexual e, na real, eu não tava nem um pouco excitado, mas sim relaxado e confortável. E de repente, comecei a sentir a respiração dele perto do meu ouvido, até ouvir um sussurro baixinho.
T: Não esquece que te prometi um prêmio se você se comportasse direitinho... E bem sequinha você me deixou, hein...Instantaneamente senti a mão esquerda dele sair das minhas costas e me pegar de surpresa, enfiando a mão diretamente dentro da minha cueca e calça. Minha rola estava totalmente mole, e ainda por cima, há pouco eu tinha batido uma punheta braba. Não sou o que se pode chamar de um garanhão sexual; quase sempre que me masturbo, vou dormir e só no dia seguinte é que sinto tesão de novo. É como se o apetite demorasse pra chegar no meu pau. Então a mão do Toni entrou de vez, abriu a palma inteira e agarrou completamente minha rola e minhas bolas. Do mesmo jeito que minha mão não conseguia envolver o tronco do pau do meu amigo, a mão dele cabia todo o meu órgão sexual inteiro. O Toni, que estava perto do meu ouvido, sussurrou de novo...T: ha ha ha E isso? Que pica é essa que você tem aí, Rama (apertando com força todo o volume), juro que pensei que você era daqueles tímidos que escondem um baita cacete, mas o que você tem me parece é um dedinho pequeno.
R: Para, idiota (falava meio ofegante) é que acabei de me masturbar no banheiro e parece menor, mas na real não é assim normal, não me enche o saco.
Claramente, ele tava tentando se safar como podia da humilhação que tava sentindo naquele momento, meu pau não reagia nada e meu amigo só fazia era zoar.T: Olha, para de falar besteira, fica tranquilo, não tem problema, cada um pegou o que pegou e faz o que pode, cala a boca e aproveita...Soltou meu volume da palma da mão dele e agora, com os dedos, começou a bater uma pra minha pica, só dois dedos bastaram pra começar a masturbar meu pau flácido. Por dentro eu tava pegando fogo, mas por algum motivo meu pinto não tava correspondendo. Meu amigo se grudou completamente em mim, tipo colherzinha, me forçando a mexer um pouco as pernas pra ficar encaixado nele, claro que dava pra sentir o volume dele com as roupas no meio. Com o braço direito, ele afastou um pouco meu quadril da cama e, com muita habilidade na mão esquerda, baixou um pouco minha cueca, coisa que até aquele momento eu não entendia muito bem qual era o sentido. A parada é que ele continuou masturbando meu pau, que agora tava um pouco mais durinho, apertava com a mão toda e encaixava perfeitamente, não era nada suave nas subidas e descidas, fazia tão violento, como se quisesse terminar rápido e ir dormir, como se fosse algo que tinha que fazer por obrigação. De repente, ele soltou um pouco meu pau e apoiou a mão na minha coxa esquerda por dentro e fez um pouco de força pra cima, tava abrindo minhas pernas. Eu, obviamente meio em choque misturado com muito tesão, não fiz muita oposição e fiquei ali meio congelado. Agora a mão dele deslizava pelo meu pau, até minhas bolas e continuava descendo ainda mais, acho que uma parte de mim entendia as intenções dele e, sinceramente, tava com bastante medo. Felizmente pra mim, depois de alguns segundos, ele voltou a sacudir minha pica com toda violência, dessa vez queria que eu gozasse, e foi o que aconteceu, soltei uns jatinhos pequenos por causa da punheta do banheiro, nem foram suficientes pra sujar a mão do meu amigo, que assim que percebeu que eu tinha gozado, tirou a mão com total descaso e rapidez, pra de novo sussurrar no meu ouvido.T: Nem 10 minutos foram, você me deixou aí por mais de uma hora, caralho. Vou dormir, mas amanhã nós dois vamos ter umas boas conversas, pelo visto.Me deu um carinho na bunda e virou como se nada tivesse acontecido, dormiu de vez e eu, depois de um tempo, segui o exemplo.
A noite passou e grande parte do dia também. Acordei tarde, confuso, naquele momento que todo mundo já teve, onde não dá pra distinguir a realidade de um sonho. Se minhas lembranças não fossem tão nítidas, com certeza eu ia achar que foi um sonho, mas não foi. Levantei quando vi que meu amigo não estava na cama, fui no banheiro mijar e escovar os dentes e, quando terminei, fui pra cozinha. Lá estava o Toni, sentado num banquinho do lado da mesa, tomando mate com o celular na outra mão.
T: Dormiu bem, hein? Tava cansado, né, hahaha.
R: Bom, acho que sim. (Evitando qualquer papo que fizesse a gente lembrar do que rolou, mas já deu pra ver que meu amigo não ia fazer o mesmo).
T: Sabe que passei a tarde inteira pensando? A gente nunca conversou muito desde que sua namorada te largou. Nunca te perguntei de verdade porque você tava mal e eu não queria cutucar a ferida, mas depois do que aconteceu ontem à noite, acho que entendi como algumas coisas funcionam.
R: Hã? Não tô entendendo o que você quer dizer...
T: Às vezes você é meio devagar, hein. O que quero te dizer é que entendi por que ela te largou, otário. Fiquei com um monte de putinhas baratas pra chegar à conclusão de que a única coisa que importa pra elas é uma boa rola que meta dia e noite... E olha, a ferramenta que você tem, bom, pra começar, de noite não funcionava muito, hahaha. Sua namorada nunca te falou nada sobre a rola? Sério, qual é o tamanho?
Eu tava completamente paralisado, ele falava com a confiança que conheço desde sempre, sem hesitar, e eu mal conseguia ficar sentado na frente dele.R: Não, não, não sei, nunca medi, sempre achei que era normal, sempre falam que as pirocas dos pornô não são reais. Ela sempre me dizia que eu tinha uma boa pica...
T: Ela te amava e não queria quebrar teu coração, é isso que rola kkk a verdade é bem diferente, você não foi o primeiro namorado dela, né? Porque se foi o primeiro, até dá pra acreditar.
R: Não, ela ficou com outro cara antes de mim, uns anos atrás, um colega de escola que foi a primeira vez dela...
T: Ah, então ela gostava muito de você pra mentir assim... Olha, vou ser completamente sincero, tô falando na moral pelo que rolou ontem à noite, porque ontem eu dormi naquela cama com alguém que não era meu amigo, era tipo uma pessoa diferente, era mais uma puta do que eu tô acostumado.
Não vou mentir pra vocês, nessa altura eu já tava passando de confuso pra um pouco excitado, tava tendo uma conversa com meu amigo num tom quase de zuera comigo, e a real é que meu amigo já tava me deixando com tesão naquele momento.T: A verdade de tudo isso e onde quero chegar, meu querido amigo, é que caras como você não são homens o suficiente pra satisfazer as gostosas de hoje em dia, sério, desse jeito mole, quanto que mede?...Ele para de repente e, de um tapa, abaixa um pouco minha calça com uma régua que tinha escondida do lado, o filho da puta. Ele se aproxima e me diz...T: Pra medir ela dormindo tem que atacar sem você perceber haha porque senão você esquenta e eu perco a chance, embora já tô vendo que você tá bem na merda.Com o dedão e o indicador, pego minha piroca murcha e, esticando um pouco a pele da ponta, aproximo a régua e dou uma boa risada.T: Kkkkkk só 4 cm tem esse amendoim aí que tu tem aqui, com isso tu comia a Sofi, coitada, do jeito que eu gostava dela, sobe a calça aí, vai, que agora não tô a fim de nada.Levantei a calça e saí da cozinha sem falar nada, meu melhor amigo me chamou de broxa, disse que eu não servia pra dar prazer, falou que até parecia que não era eu mesmo na noite passada e o pior de tudo é que aquilo que rolou me deixou com o tesão lá em cima.CONTINUARÁ...

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