Beleza, sei que não postei as histórias, mas é por causa do trampo que não me sobra tempo. Mas vou tentar fazer isso logo. Continuando com as histórias da minha mãe, uma vez teve uma festa na nossa casa, por causa do aniversário da minha avó. Estavam meus tios, primos e alguns amigos. Meus pais tentaram não beber tanto pra poder cuidar dos convidados, mas já de noite começaram a beber até ficar totalmente bêbados. Quando a festa acabou, meus tios foram embora e levaram minha avó, que também tava bêbada. Meus pais mal conseguiam andar, então eu e minha irmã levamos eles pro quarto. Meu pai ficou de um lado da cama com a roupa, a única coisa que tiramos foram os sapatos dele. Já minha irmã tirou o vestido da minha mãe pra ela não sufocar com a roupa apertada, deixando ela só de sutiã e uma calcinha de lycra. Vendo aquela cena, comecei a ficar excitado e meu pau endureceu na hora. Saí do quarto antes que minha irmã percebesse que eu tava de pau duro. Começamos a arrumar algumas coisas e limpar um pouco. Minha irmã subiu pra guardar umas coisas e ia descer pra continuar limpando. Enquanto ela subiu, aproveitei pra dar uma olhada melhor na mamãe. Ela tava de bruços e não resisti em enfiar a cara entre as bundas dela. Senti o cheiro de suor na virilha dela, era tão erótico e excitante. Tirei o sutiã e a calcinha dela, deixando ela só de calcinha, pronta pra me receber. Saí do quarto antes que minha irmã descesse e me pegasse lá dentro. Depois minha irmã desceu com meu irmãozinho, terminamos de arrumar as coisas e, pra minha sorte, eles disseram que iam dormir lá embaixo também. Então não tive outra opção a não ser esperar eles dormirem. Mas não esperei muito, porque, com o cansaço dos preparativos de manhã, eles dormiram rápido. Mesmo assim, esperei mais um pouco pra poder entrar no quarto dos meus pais. Levantei devagar, entrei e fechei a porta com cuidado. Olhei pra minha mãe semi-nua na cama, totalmente inconsciente, sem saber o que ia rolar. Tirei o sutiã dela com uma mão e comecei a acariciar os peitos dela, enquanto com a outra mão eu passava a mão na buceta dela por cima da calcinha. Afastei a calcinha de lado e comecei a brincar com a bucetinha peluda dela, abri os lábios vaginais e enfiei meus dedos. Depois, me preparei pra lamber a buceta dela. O cheiro do suor impregnado nos pelinhos dela me deixava cada vez mais excitado, queria aproveitar cada momento, porque sabia que teria mais tempo do que da primeira vez. Saí do quarto pra pegar meu celular, voltei e tirei toda a roupa dela. Me acomodei entre as pernas dela e comecei a roçar meu pau na buceta dela.

Fiquei esfregando nela um tempão, depois resolvi enfiar devagarzinho. Mas quando comecei a fazer isso, ela moveu o braço na direção do meu corpo, tentando me empurrar pra longe dela, mas com a bebedeira que tava, não tinha tanta força. Aí pensei que ela tava percebendo o que tava rolando, embora não tenha visto ela abrir os olhos, ou talvez não conseguisse por causa do álcool. Mas eu já tava tão excitado que não tinha mais volta depois que tava dentro dela, então não liguei se ela percebeu ou não, tirei o braço dela e comecei a meter.


I began to penetrate her gently, savoring each time I entered her, and I took the opportunity to snap photos of her, but the pictures couldn't compare to seeing it in person. As I pumped my cock inside her, I started licking her breasts—the same ones that had nourished me as a child; I was finally tasting them again. I ran my tongue over her nipples, alternating between breasts, lightly biting her nipples, circling them with my tongue, and then moved straight up to her face. I pressed my face against hers, and she made a slight movement, as if trying to avoid my kiss. That's when I suspected even more that she realized it wasn't my father—that she knew it was me, her own son, who had her legs spread and my cock fully inside her. So I began licking and kissing her neck, while still thrusting into her, licking her ear and whispering into it. "Oh, Mom, what a yummy pussy you have." "Mommy, I love being inside you." "Ooh, Mom, I love you.


Aos poucos fui aumentando a intensidade das minhas penetradas, porque tava adorando pra caralho ter minha mãe na minha frente, completamente inconsciente, devorando meu pau. E aos poucos o corpo dela foi relaxando mais. Enquanto eu ouvia ela começar a soltar uns gemidos leves, era a primeira vez que eu ouvia minha mãe gemer, porque nas vezes que vi meus pais transando, nunca escutei nada. Isso me excitou ainda mais e comecei a ser mais bruto.
Só de ver a buceta da mamã envolvendo meu pau já era fantástico, sentir o calor e a umidade dela era incrível, mas o que mais me dava tesão era saber que meu pai dormia exatamente do nosso lado, na mesma cama, e não percebia que o próprio filho estava com a esposa dele de pernas abertas, fazendo ela gemer de prazer. Embora eu admita que fiquei nervoso quando vi ele se mexer, porque pensei que tinha acordado com os movimentos da cama, me deitei sobre minha mãe tentando me ajustar pra ele não me ver caso levantasse, mas ele só se ajeitou e continuou roncando. Fiquei deitado sobre a mamãe enquanto lambia os peitos dela e enfiava meu dedo na buceta dela, me levantei e me posicionei de novo pra continuar.


De vez em quando eu parava, porque queria que durasse mais, não queria gozar ainda. Mas o sono já tava me vencendo e eu não queria cair no sono ali. Então continuei metendo mais forte até que finalmente gozei. Vocês, tanto quanto eu, sabem que é uma sensação incrível gozar dentro de uma mulher. Mas gozar dentro da sua própria mãe é uma experiência simplesmente extraordinária e única.
Me deitei sobre ela enquanto a abraçava e sussurrava no ouvido dela. — Ooh, mamãe, eu te amo, te amo muito, mamãe — e assim deixei todo o meu sêmen sair dentro dela. Depois de terminar, fiquei abraçado nela por um tempo, e ela estava com a respiração ofegante. Me aproximei do rosto dela e, surpreendentemente, ela não se mexeu, então aproveitei e comecei a beijá-la enquanto minha mão descia dos peitos dela até a buceta e subia de novo. Levantei, me vesti e deixei ela só de calcinha. Queria que ela ficasse com a lembrança de ter aproveitado o pau do filho dela, e que lembrança melhor do que ter meu esperma escorrendo dentro dela. Assim fui me deitar para dormir. No dia seguinte, quando acordei, vi minha mãe saindo do quarto e indo para o banheiro. Ela estava usando uma saia que batia na metade da perna, uma blusa de alcinha branca, sem sutiã, então dava para ver os bicos dos peitos dela. Ao vê-la, lembrei da noite com ela e não consegui evitar uma ereção. Tem uma terceira parte, se quiserem ler... já sabem o que fazer. Obrigado por ler.


Fiquei esfregando nela um tempão, depois resolvi enfiar devagarzinho. Mas quando comecei a fazer isso, ela moveu o braço na direção do meu corpo, tentando me empurrar pra longe dela, mas com a bebedeira que tava, não tinha tanta força. Aí pensei que ela tava percebendo o que tava rolando, embora não tenha visto ela abrir os olhos, ou talvez não conseguisse por causa do álcool. Mas eu já tava tão excitado que não tinha mais volta depois que tava dentro dela, então não liguei se ela percebeu ou não, tirei o braço dela e comecei a meter.


I began to penetrate her gently, savoring each time I entered her, and I took the opportunity to snap photos of her, but the pictures couldn't compare to seeing it in person. As I pumped my cock inside her, I started licking her breasts—the same ones that had nourished me as a child; I was finally tasting them again. I ran my tongue over her nipples, alternating between breasts, lightly biting her nipples, circling them with my tongue, and then moved straight up to her face. I pressed my face against hers, and she made a slight movement, as if trying to avoid my kiss. That's when I suspected even more that she realized it wasn't my father—that she knew it was me, her own son, who had her legs spread and my cock fully inside her. So I began licking and kissing her neck, while still thrusting into her, licking her ear and whispering into it. "Oh, Mom, what a yummy pussy you have." "Mommy, I love being inside you." "Ooh, Mom, I love you.


Aos poucos fui aumentando a intensidade das minhas penetradas, porque tava adorando pra caralho ter minha mãe na minha frente, completamente inconsciente, devorando meu pau. E aos poucos o corpo dela foi relaxando mais. Enquanto eu ouvia ela começar a soltar uns gemidos leves, era a primeira vez que eu ouvia minha mãe gemer, porque nas vezes que vi meus pais transando, nunca escutei nada. Isso me excitou ainda mais e comecei a ser mais bruto.
Só de ver a buceta da mamã envolvendo meu pau já era fantástico, sentir o calor e a umidade dela era incrível, mas o que mais me dava tesão era saber que meu pai dormia exatamente do nosso lado, na mesma cama, e não percebia que o próprio filho estava com a esposa dele de pernas abertas, fazendo ela gemer de prazer. Embora eu admita que fiquei nervoso quando vi ele se mexer, porque pensei que tinha acordado com os movimentos da cama, me deitei sobre minha mãe tentando me ajustar pra ele não me ver caso levantasse, mas ele só se ajeitou e continuou roncando. Fiquei deitado sobre a mamãe enquanto lambia os peitos dela e enfiava meu dedo na buceta dela, me levantei e me posicionei de novo pra continuar.


De vez em quando eu parava, porque queria que durasse mais, não queria gozar ainda. Mas o sono já tava me vencendo e eu não queria cair no sono ali. Então continuei metendo mais forte até que finalmente gozei. Vocês, tanto quanto eu, sabem que é uma sensação incrível gozar dentro de uma mulher. Mas gozar dentro da sua própria mãe é uma experiência simplesmente extraordinária e única.
Me deitei sobre ela enquanto a abraçava e sussurrava no ouvido dela. — Ooh, mamãe, eu te amo, te amo muito, mamãe — e assim deixei todo o meu sêmen sair dentro dela. Depois de terminar, fiquei abraçado nela por um tempo, e ela estava com a respiração ofegante. Me aproximei do rosto dela e, surpreendentemente, ela não se mexeu, então aproveitei e comecei a beijá-la enquanto minha mão descia dos peitos dela até a buceta e subia de novo. Levantei, me vesti e deixei ela só de calcinha. Queria que ela ficasse com a lembrança de ter aproveitado o pau do filho dela, e que lembrança melhor do que ter meu esperma escorrendo dentro dela. Assim fui me deitar para dormir. No dia seguinte, quando acordei, vi minha mãe saindo do quarto e indo para o banheiro. Ela estava usando uma saia que batia na metade da perna, uma blusa de alcinha branca, sem sutiã, então dava para ver os bicos dos peitos dela. Ao vê-la, lembrei da noite com ela e não consegui evitar uma ereção. Tem uma terceira parte, se quiserem ler... já sabem o que fazer. Obrigado por ler.
3 comentários - Fetiche em mãe dormindo (parte 2)