Como virei um taxi boy VIP.

Fala, sou de La Plata, como já contei. 25 anos, bem dotado +20cm, 1,85m, 70kg, saudável, moreno. Era 2018 e, apesar de estar bem financeiramente, sempre buscava um trocado a mais, mais pra ver se conseguia, me testando. Curto jogar tudo e sexo não é exceção. Morava sozinho num apê, 3º A. Tinha terminado fazia pouco com minha mina, com quem a gente tinha montado tudo. Tava mais que confortável, pode-se dizer, embora não tivesse chamando ninguém pra casa. No sábado ao meio-dia, tô cozinhando quando ouço a campainha... estranho, não esperava ninguém. Não era comum baterem pedindo algo naquela hora, a pouca gente que costumava aparecer tinha dormido há pouco depois da farra. Atendo o porteiro e era minha vizinha, uma mulher de 50 e poucos anos, tinha acabado de se divorciar, três filhos, ativa em todos os sentidos. — Ei, me diz que você me salva!? — Maria! Fala aí. — Saí pra correr e não sei se perdi as chaves. — Ah, beleza, te abro e vemos o que rola. Desço pra abrir pra ela, ela mora em cima de mim, 4º A. Quando vi ela, não consegui disfarçar a empolgação, tava com roupa de esporte e meio suada. Ela entra e me cumprimenta calorosamente. Dava pra ver que tava a fim. Ela me conta que correndo acha que perdeu as chaves, que não almoçou nem tomou banho e que daqui a pouco uma amiga ia buscá-la pra ir comprar roupa pra um evento na mesma noite. — Tô cozinhando e você pode tomar banho aqui enquanto a gente vê como entra na sua casa. Falei meio sem jeito. — Sabia que você era a pessoa certa!! Te amo! — Fiquei vermelho e desviei o olhar. No segundo seguinte, ela me abraçou, a primeira coisa que senti foram os bicos duros e os peitos molhados, apertados naquele sutiã esportivo. Peguei uma toalha, uma camiseta e uma calça pra ela, falei pra tomar banho enquanto eu terminava o almoço e arrumava a mesa. Por um momento, senti uma dinâmica de casal (nos meus sonhos, pensava). Ela vai pro banheiro e antes de chegar já tava tirando tudo. Bastou aquilo pra acender meu pau ao máximo, impossível de esconder. Ela sai em minutos, eu não conseguia parar de apreciar a Beleza, como ficava bem na minha camiseta e na calça, que deixava a bunda dela linda demais. A felicidade dela aumentava a cada passo, ela elogiou a comida (um arroz com batata, cenoura, ovos mexidos, pimentão, cebola, bem temperado) nada de outro mundo, mas tinha ficado uma delícia e tinha bastante.
— Alguém tem outra cópia da chave?
— Aqui dentro tenho uma! Minha irmã que tá viajando tem outra e o idiota do Rubén, que nem fodendo vou chamar. Certeza que ele vai me encher o saco se vier. Hoje não! Quero sair pra dançar e esquecer de tudo.
— Puta merda, sei não. Pela sacada vi, mas impossível!
— O que você viu, mano?! Não fala merda! Vamos chamar um chaveiro.
— Calma, tem outra opção antes. Se você tiver a janela aberta que dá pro centro do prédio, talvez a gente consiga.
— O quê? Deixa eu ver!?
Saímos do meu apê e entre o A e o B, que são um de frente pro outro, tem o elevador e um vão que embaixo dá pra garagem. Tem uma janela e uns ferros que seguram ar-condicionado... arriscado, mas eu, que sou ágil, acho que chego de boa.
Olhei pra ela e falei: — Só precisa estar aberta.
Ela concordou, me segurando no braço. Abri a janela e me estiquei até a dela. Empurrei e abriu! Era a do banheiro, quadrada e pequena. Tive que me jogar de cabeça por pouco. Fiz isso e entrei, desci de cabeça até o vaso e pronto, tô dentro!
— Maria! Tô dentro, as outras chaves??
— Sei lá, procura no meu quarto! Gritei pra ela enquanto me tocava que tava no banheiro dela, no apê dela trancado até achar essas chaves e ela lá fora também trancada... Parei um segundo e vi roupa suja no cesto, uma calcinha, cheirei e me permiti tocar o céu por uns segundos.
— Ok, vou me concentrar.
Fui pro quarto e não consegui evitar ver um sugador e um gel na mesa de cabeceira. Tava tudo muito arrumado, aconchegante, cheiro gostoso. E numa mesinha tinha umas chaves.
— Devem ser(?) Aqui tão. Falei.
Abri pra ela e ela me abraçou de novo.
— Você me salvou, Mati! Desculpa pela bagunça! Enquanto você procurava, tava morrendo de vergonha!
— O quê? Tá Impecável! Pelo contrário.
—Bom, sim, eu tava falando mais do brinquedo.
—Não tem nada de errado, pelo contrário. Repito pra você.
—É, você tem razão, mas é difícil aceitar. Vivo com isso na mão porque não tenho coragem de fazer nada. Tô super insegura, nem sei se consigo agradar alguém.
—Tá maluca?! Você é tudo de bom. É só questão de meter a cara e recuperar a confiança, perceber que você consegue e que não era nada demais.
—Acontece que o Rubén foi minha segunda experiência e pronto! Que confiança? Que experiência de chegar em alguém, de paquerar?!
—Bom, não é nada demais, te entendo agora que você falou. Mas tem que se arriscar.
—Sabe o que é? Só velho tarado tem coragem de chegar em mim. Nem um cara gato igual você. Eu assusto?
—Não, pelo contrário. Só que eu não achei que alguém da minha idade pudesse te interessar.
—25? A melhor idade, disposição, força, a experiência necessária, imagino 😉
—Verdade, não quero me gabar.
Ela ri e fica vermelha.
—Preciso te agradecer por tudo isso. Minha amiga tá chegando, mas quando eu voltar das compras, me fala como ficou.
Ela me dá um beijo no rosto e eu vou embora... Uma hora depois, chega uma mensagem.
Não tinha o número salvo, mas vejo a foto da Maria!
Maria: Comprando umas roupinhas com a Lucia!
E uma foto das duas muito gostosas. (Eu vi e travei em alguma coisa)
Maria: Fala alguma coisa, filho da puta! Tamo lindas??
Mati: Sim, desculpa! Pensei e não escrevi.
Maria: A Lucia quer te ver! Ela é esperta, a mina. Amo como você me salvou.
Passo meu Instagram
Maria: #apaixonadas
Mati: tô na mesma.
Maria: mano, nem sei como te agradecer pelo de hoje.
Mati: achei legal o que você propôs de me mostrar o que comprou!
Maria: te incomoda se a Lucia vier junto?
Mati: óbvio que não!
Maria: que bom, amor, daqui a uma hora a gente chega.
O que tá acontecendo?! Vou me arrumar já!
Barba feita, em cima e embaixo, perfumado, trocado como se fosse o evento do ano.
Não passa meia hora e ela diz que já chegaram.
Vou pro apartamento dela e elas tão tomando vinho, música rolando e rindo igual duas menininhas nas primeiras aventuras.
Elas tão se trocando de roupa, passavam uma pra outra, se tocavam fazendo piadas. Tô no paraíso, pensei. Lucia me olha e fala — Olha, isso aqui é a vida real, viu. Pode tocar. Enquanto pegava na bunda da Maria. — Ai, vaca, vai espantar o coitado do cara. — A verdade é que me dá vontade, ela é bem gostosa. Falo entre risadas. — Tá aí, você que tanto queria! (Entregou de presente com um laço) Maria ficou vermelha. Mas me olhou e se aproximou até uns centímetros. — Toca, já que fez tanto esforço. Fiquei babando, apertei a bunda dela. — Que aperto gostoso. Me dá mais. Comecei com as duas mãos a massagear a bunda dela, enquanto ficava de pau duro.Como virei um taxi boy VIP.Ela começou a gemer e me deixava muito excitado, abria um pouco as pernas e se mexia. Por trás, Lúcia me agarrava, beijava meu pescoço e passava a mão na minha pica. — Tá tudo certo com isso? Cê tá pronta pra receber um agradecimento bem dado? — Olha como ele ficou. Diz Maria, endiabrada. — Tira essa pica agora. Lúcia se ajoelha e me abaixa as calças, tira minha pica bem dura da cueca e ficou paralisada quando viu ela tão perto. Encostou ela no rosto como se agradecesse e sentisse bem. Até que passou a língua desde as bolas até a ponta da cabeça. Me olhou nos olhos e com a língua começou a chupar como se fosse um sorvete, fazendo a gatinha. Minha pica explodia e ela apertava mais forte. Maria já tava toda pelada, se ajoelhou do lado dela e olhava tudo como se tivesse apaixonada. — Quero provar isso! Gritou. Lúcia não soltava nem louca, mas apontou ela gostoso pra boca. Maria abriu e enfiou bem devagar. A boca dela tava muito molhada e quente. Sentia a língua dela e não parou até a garganta! Que prazer, meu deus! Empurrou mais e mais, engasgada quase chorando. Feliz. Lúcia tira ela e come igual, como se competisse quem conseguia enfiar mais. E conseguiu, a filha da puta, enfiou até as bolas, nunca tinha sentido algo assim, ninguém nunca tinha conseguido com tanta magia, fez minha pica desaparecer. — Olha minha amiga!! Que delícia! Dizia Maria enquanto despia ela e tocava nos peitos. — A pica mais linda que já vi. Quero ela toda! E voltava a se engasgar espetacularmente. Maria fica atrás dela e começa a lamber o cu dela, o que fez Lúcia se agarrar com tudo na minha pica. Alucinada. Ficou uns dez minutos. Me excitou tanto que senti que ia explodir de porra! — Tá vindo! As duas se ajoelharam e eu explodi elas de porra, não sei se já tinha gozado tanto assim. Eu continuei com a pica bem grande, mas pra me recuperar, coloquei Maria na cama e comecei a chupar ela toda, fui dos pés até os peitos e depois desci pros lábios dela. Tinha a buceta mais linda que já vi. Ela tava toda molhada e me deixou louco, chupei e beijei ela de tantas maneiras, enquanto ela me puxava pelo cabelo e me arranhava os ombros. Lúcia foi perto da Maria e sentou com aquela bunda enorme na cara dela... um luxo! A gente não parava de gemer um segundo. Percebo que tô de pau duro e falo pra elas — Quem quer?! Elas se olham — As duas! Falam ao mesmo tempo e ficam de quatro, rebolando a bunda pra me provocar.ArgentinaVou atrás da Lúcia enquanto enfio os dedos na Maria.
— Cê gosta de meter? Quer arrebentar minha bunda? Ela me pergunta.
— Óbvio, me deixa louco.
Chupo a bunda dela e apoio a cabeça pra ela se mexer tranquila.
Ela começa a se mover devagar e não demorou muito até a cabeça entrar. Seguro uns segundos e ela continua se movendo suave, pra trás e pra frente.
— Agora sim, me come!
Tava uma delícia, apertado, comi ela como nunca tinha feito. Enquanto isso, a Maria se tocava.
As duas gemiam e a temperatura subia.
A gente não queria, mas paramos pra incluir a Maria.
A Lúcia mandou ela ficar de quatro de novo e perguntou:
— Cê gosta de dar o cu?
— Sei não, o Rubén nunca fez isso comigo.
— Quê? Cê vai ficar maluca, confia na gente.
— Vou fazer direito — falei sorrindo com a pica bem dura.
A Lúcia começou a chupar o cu dela, enfiando a língua bem fundo, preparando tudo. Enquanto isso, eu fiquei na frente da Maria e enfiei a pica na boca dela.
— Enche de saliva — a Lúcia falou. — Cê vai precisar, amiga.
— Cê acha que já tá pronta? — perguntei entre risos cúmplices pra Lúcia.
— Sim, bebê, olha essa beleza, que privilégio!
Fico atrás e encosto a pica bem na entrada, mas ela não se mexia, então a Lúcia começou a guiar ela.
— Assim, devagar, vai pressionando aos poucos.
A Maria já começava a gemer. Se agarrava nos lençóis.
— Vai, mais um pouco que já entra. Empurra um pouco, Mati. Um pouquinho, lindo.
Aos poucos a gente conseguiu, e foi a glória. Arrebentar o cu da Maria foi a coisa mais incrível que já senti.
É algo que eu amo no geral, mas com a Maria foi único. E ela se acostumou rápido.
— Vai, arrebenta minha bunda — a puta começou a gritar. — Adoro sua pica no meu cu. Mais. Vai até o fundo.
Essas palavras detonaram minha cabeça e eu explodi de porra dentro do cu dela.
A Lúcia se abaixou debaixo da minha pica pra chupar, chupar minhas bolas e não desperdiçar nem uma gota de porra.
A gente foi tomar banho os três, bateu a hora de se arrumar e cada um seguir seu caminho.
— Amor, antes de você ir, a gente quer te pagar por isso... Você foi incrível e a gente precisava disso. Será que você não precisa de uns trocados?! E me mostrou 20 mil pesos! Dez e dez, disseram rindo. — Não, mas eu também me diverti pra caralho! Insistiram e eu não recusei. Que bom que a gente se conectou assim, já faz um tempo que você me chamava atenção... eu sabia que era por aqui. Ela falou de forma safada. — Tá dizendo que a gente pode te ter por perto? Disse a Lucia. — Quando vocês quiserem, lindas. — Eu passo seu número pra ela! Disse a Maria, que me deu um beijo na bochecha e se despediu. Lá de trás, a Lucia acenando toda feliz. — Você é nosso herói! Bom, amigos, literalmente, isso é o melhor e mais detalhado que eu lembro. Aceito perguntas nos comentários e no privado. Se vocês gostaram e querem saber como isso continuou?! Deixem seus pontos! Assim eu vejo se continuo contando! Depende de vocês. Claro que continuou, me chamaram de novo juntas e separadas. Depois passaram meu número pra outras amigas e, aos poucos, hoje eu cheguei a ter entre 10 e 15 clientes regulares. Graças às minhas duas amigas lindas... que antes de serem clientes são isso, eu realmente gosto muito delas e nunca mais cobrei nada delas. Um abraço, obrigado pelo espaço e pelo tempo.

7 comentários - Como virei um taxi boy VIP.

omdiune +1
la envidia es total amigo, felicidades jaja
locura es posta que suceden estas cosas?
locura es posta que suceden estas cosas?
Mira en todos mis años de soltería que llevo me han pasado cosas que ni sabía que podía pasar y con personas que ni empedo creía que iba pasar algo.
como las buscaste?
Cosas q no m van a pasar en la puta vida ja
Felicitaciones flaco, placer con dos veteranas y de paso te pagan es lo más.