Parte 1:
https://m.poringa.net/posts/relatos/4627848/Sexo-con-mi-madre-en-ano-nuevo.html
Parte 2:
https://m.poringa.net/posts/relatos/4628000/Sexo-con-mi-madre-en-ano-nuevo-2.html
Soy nuevo escribiendo así que si tienen alguna sugerencia para mejorar me lo pueden decir en los comentarios ,también aclaro que los personajes son ficticios ,no poseo derechos sobre las imágenes usadas ya que fueron sacadas de internet sin la intención de perjudicar a alguien y muchas gracias por leer.
Después de que pude hacer que mi madre se rindiera al deseo de ser poseída por su propio hijo yo estaba feliz todos los días y cada que podía aprovechaba para ponerme detrás de ella y apretar mi pene con su hermoso culo mientras me la apego cogiéndola de la cintura y dándole besitos en el cuello , obviamente quería que mi mamá me empezará a ver como el hombre de casa y de su vida así que estaba más pendiente de ella a cualquier cosa que necesitara de mi ayuda pero no fue así y solo me quedé conversando con ella hasta que llegó la hora de la cena y todo paso como una cena normal de madre e hijo ,después de eso le propuse ver una película en la tele y ella aceptó entonces nos sentamos juntos en el sofá y yo aproveche para ponerle mi mano en su hombro y apegarla aún más hacia mí y le di un beso en el cachete y vimos una película de traficantes que estaban pasando por la tele, pero a mitad de esta salió una escena de sexo no muy larga solo duro como 5 minutos donde el tipo le hacía sexo violento a la chica y la jalaba del pelo mientras la tenía en cuatro y la llamaba perra.
Yo aprovechándome que mi madre estaba atenta a la película rápidamente le agarre un seno metiendo mi mano por debajo de su blusa y le susurré en el oído :
_Yo: Esto me recuerda como ayer eras mi perrita .
Después de decirle eso pude sentir como a mí madre todo su cuerpo se exalto y me miró como si tuviera un poco de estupefacción en su cara pero a la vez medio feliz, pero se calmó rápido y me dijo que como podía insinuar que ella era una perra y que no la comparará con las perras de la calle y que la respetará ( ella al ser criada en otra época era más estricta con respecto a su concepto de pudo y respetarse y veía a mal a las mujeres que vendían su cuerpo ) yo rápidamente empecé a soltar pequeñas carcajadas como aguantando un poco la risa y le mencioné que a lo que yo me refería era que ayer yo la tenía en tenía en esa misma posición y que esa pose era conocida como la de perrito, ella me dijo que nunca lo había escuchado y que por eso no sabía, yo la tranquilicé y aproveché para recordarle nuestra relación denuevo diciéndole que yo nunca la podría comparar ya que la gran diferencia era que por dinero esas mujeres eran de varios hombres ,pero que en cambio ella(mi madre) solo era mía y acto seguido le di un beso en los labios y empecé a masajear su pecho.
Después de eso fuimos a dormir a mi cuarto y al llegar ella quería ponerse su pijama a lo cual yo rápidamente la detuve y le dije que aún no íbamos a dormir que tendríamos sexo ates de eso ,pero mi madre estaba medio indecisa incluso me replicó que como se me ocurría cojer hoy y que ayer ya habíamos follado y que ella ya no era tan joven como para poder seguirme el ritmo a lo cual yo replique que no me podía hacer eso que ella tenía que ayudarme a calmar a mi pequeño amigo que siempre se despierta con solo ver tremenda mujer delante mío y me baje el pantalón junto con el calzoncillo haciendo que mi verga erecta salga como un resorte completamente duro frente a los ojos de mi madre y se lo empecé a acercar a su cara .
Mi madre no pudo soportar más la presión que hacia y accedió a que lo hiciéramos a lo cual yo rápidamente me tiré sobre ella besándola apasionadamente sobre la cama y bajando mi mano a su deliciosa entrada y masajeando con gran destreza primero sobre su clítoris en círculo y luego introduciendo mis dedos dentro haci estuve como 12 minutos hasta que deje de besar a mi madre y empecé a chupar sus pechos y a mordisquear un poco sus pezones, mi madre gemía fuerte y para mí asombro le empezó a salir leche materna yo quedé boca abierto y se lo succione con aún más fuerza, pero ella ya no podía más me miró a los ojos con una cara muy lasciva y me pedía que la penetrara eso me encantó despertó en mi el deseo de ver a mi madre sumisa ante mi siendo ella la que me pide que la penetre ,entonces me detuve de masturbarla y le dije:
_Yo: Bueno madre si eso es lo que quieres recuerdas la película de hace rato? Como se ponía la tipa en posición para que el hombre haga su trabajo?
_Mi madre: si tienes razón hijo soy toda tuya házmelo, hazme gozar lo que no pude todos estos años.
Después de eso mi madre se volteo he intento levantar el culo lo más que pudo para que pudiera tener una buena entrada a su vagina , me puse detrás de ella y le dije.
_Eu: essa é minha mulher e dei um tapa na bunda dela.
_Minha mãe: sou toda sua, meu macho, minha buceta foi feita pra você. E eu enfiei de uma só vez, completa, fazendo ela gemer alto, depois comecei com o vai e vem e a única coisa que ela conseguia dizer era:
_Minha mãe: sim, sim, siiiim, sim, sim, ahh, ahh, aah.
Ficamos assim por um tempo até que tive a ideia de repetir o que vimos no filme e, sem consultar minha mãe, agarrei os cabelos dela e puxei pra trás com força, e ela soltou um gemido forte misturado com o gemido de orgasmo, e continuei metendo ainda mais forte. Nosso ato era tão barulhento que parecia que alguém estava batendo palmas bem forte cada vez que minha bacia batia na bunda dela. Ficamos assim por um bom tempo até que não aguentei mais e gozei dentro da minha mãe, e ela soltou um gemido enorme e também caiu sem forças, virou a cabeça pra me olhar. Eu pensei que tinha exagerado ao puxar o cabelo dela, mas o que ela fez foi me puxar pra perto, se cobrir com o cobertor e depois me deu um beijo na boca, e dormimos abraçados.
Na manhã seguinte, no café da manhã, minha mãe recebeu uma ligação do meu pai sobre o divórcio e se podiam se encontrar pra conversar sobre isso. Então, quando perguntei a que horas eles marcaram pra eu poder acompanhá-la, ela me parou, dizendo que eu não ia acompanhá-la, que isso era um assunto entre os dois. Eu, meio desconcertado, fiquei com um pouco de ciúme na hora e me irritei um pouco pelo fato de ela ficar sozinha com meu pai e existir a possibilidade de ele tentar convencê-la a não se separar, e não queria imaginar o que mais podia rolar se isso acontecesse. Além disso, não gostava que minha mãe ficasse a sós com outro homem, mesmo que fosse meu pai. Tentei fazer com que ela me deixasse acompanhá-la, que não queria deixá-la sozinha, mas isso fez com que ela percebesse que eu estava com ciúme e, pra me acalmar, ela se ofereceu pra me fazer um boquete pra eu não me preocupar e não pensar nisso. que ela poderia fazer algo com meu velho, porque agora eu era o único dono dela. Na sequência, minha mãe se ajoelhou no chão, baixou meu short e começou a brincar com meu pau enquanto dizia coisas como:
_Minha mãe: como você pode pensar que algo poderia rolar, ahh?
_Minha mãe: esse corpo velho, essa boca aqui é só pra você, meu filho amado.
_Minha mãe: essa boca só quer ser usada pelo meu filho e mais ninguém.
Em seguida, ela parou de brincar com meu pau e o enfiou na boca dela, e puta merda, ver minha mãe, a mulher que eu mais amei na vida toda, me dando um boquete era glorioso — a língua dela enrolando meu pau, os lábios carnudos e molhados, puta que pariu, era espetacular. Mas eu me deixei levar, agarrei a cabeça da minha mãe e enfiei meu pau o mais fundo que dava, fiquei metendo nela por um tempo até não aguentar mais e gozei na boca dela, fazendo ela engasgar um pouco, e aproveitei pra pedir que ela engolisse tudo.
Ela engoliu tudo e depois me olhou sorrindo, feito uma criança que ganhou o brinquedo favorito. Depois disso, começou a limpar meu pau, o que fez ele endurecer de novo. Não aguentei mais, levantei ela, fiz ela se apoiar na pia e tirei a parte de baixo da roupa dela pra deixar ela pronta pra penetração. Ela, com risadinhas, me disse:
_ Minha mãe: parece que hoje você acordou com muita energia, meu bem.
_ Eu: mãe, não aguento mais, quero te fazer minha agora mesmo.
_ Minha mãe: sim, meu filho, eu sou toda sua.
E comecei a comer ela enquanto os dois gemíamos, eu segurando os peitos dela, e ela gemendo forte, pedindo pra eu continuar assim. Ficamos um bom tempo até que eu não aguentei mais e gozei dentro dela, e ela também soltou um orgasmo forte e gozou.
Ficamos alguns minutos nessa posição, mas minha mãe se separou de mim e foi se trocar pra ir ver meu pai, e eu fiquei em casa sem nada pra fazer. Mas fiquei pensando em tudo que tinha acontecido com minha mãe e no que eu deveria planejar pro futuro, porque sabia que não podia ser só sexo entre eu e ela. Foi aí que lembrei do que ela tinha dito quando insinuei que não me importava de deixá-la grávida porque estaria ali pra ela, e lembrei que ela era a favor de ficar prenha do meu filho. Isso me deixou muito feliz, e comecei a planejar como poderia pedir isso de forma direta, dessa vez sem falar em tom de brincadeira. Então, depois de pensar a tarde toda, me veio a ideia de que hoje à noite eu faria o jantar e seria ali que ia pedir. Como eu cozinhava bem porque minha mãe me ensinou desde pequeno, com a ideia de que um dia eu seria independente e precisaria saber preparar minha própria comida, fiz um frango assado (porção pra dois) com os ingredientes da minha geladeira, acompanhado de arroz árabe e cremes de pimenta amarela e huacatay. Aí minha mãe chegou à noite, quase 7:30, e parecia meio cansada, mas aliviada ao mesmo tempo, tipo quando depois de um dia longo você chega em casa pra descansar. Eu surpreendi ela com o jantar quase pronto, ela ficou com uma cara super feliz e correu pra me abraçar e me dar um beijo. Eu segurei ela pela cintura e correspondi ao beijo na boca. Depois, falei pra ela tomar um banho, que quando saísse estaria tudo pronto, e foi o que ela fez. Já no jantar, perguntei como tinha sido a questão do divórcio, e ela contou que tinha ido com meu pai hoje se encontrar com um advogado pra ajudar com os trâmites, e que disseram que, já que ambas as partes concordam, só faltava a papelada e marcar uma data com o juiz pra encerrar o caso. Ela estava aliviada por meu pai não se opor ao divórcio, já que isso facilita tudo, e depois tivemos uma conversa tranquila de Coisas irrelevantes e quase na hora do jantar, comecei a dizer que a amava e que sempre estaríamos juntos, que não tinha certeza se o futuro seria muito bom e que seríamos uma família completa. Toda essa minha conversa sobre o futuro fez minha mãe me perguntar o que estava acontecendo, por que eu estava falando tudo aquilo agora e aonde queria chegar. Eu criei coragem e falei o mais sério que pude:
— Eu: Quero que sejamos uma família completa, em outras palavras, quero te engravidar, mãe.
Minha mãe ficou surpresa e pensou que eu estava brincando, já que ela era mais velha para isso.
— Minha mãe: Mas que coisas você diz, filho? Como eu poderia engravidar nessa idade? Além disso, eu sei que o que temos é muito prazeroso e que nos amamos, mas não acho que você queira que isso seja para sempre. É melhor você arrumar uma garota da sua idade para ter filhos, e eu sempre estarei aqui para você, meu amor.
— Eu: Não, mãe, não quero outra mulher. Só quero você. Com você estou mais que satisfeito. Só quero ficar com você pelo resto da minha vida.
— Minha mãe: *corada* Mas, filho, você ainda é jovem e...
— Eu: Chega, mãe. Só quero você, e por isso estou te pedindo para termos um filho.
— Minha mãe: Mas, filho...
— Eu: Mas nada. Me dá sua resposta.
— Minha mãe: Se é o que você quer, espero que não se arrependa.
— Eu: Nunca vou me arrepender.
Em seguida, levantei minha mãe da mesa e a levei para o quarto dela. Lá, comecei a despir ela e a passar a mão. Nos beijamos, e comecei a beijar as coxas dela enquanto me aproximava da buceta dela. Dei um boquete nela, minha língua fazia círculos lá dentro, chupava o clitóris dela, e ela gemia como uma louca. Até começou a apertar minha cabeça contra a entrada dela, enquanto me dizia para continuar, para fazê-la gozar, e que eu era o melhor desejo dela. Isso me excitou ainda mais, e comecei a intensificar minhas lambidas até que ela gozou na minha cara e ficou com as pernas abertas. Então, decidi subir nela e começar a meter de missionário, entrando e saindo dela.
apaixonadamente enquanto beijava o pescoço dela e ela gemia, aí comecei a chupar aqueles peitos lindos dela como quando era criança e lambia os biquinhos, quando ela começou a dar leite eu chupava com muita paixão e ela gemia intensamente até que não aguentei mais e gozei dentro dela e fiquei dormindo com ela naquele quarto que antes era dos meus pais. Na manhã seguinte no café, minha mãe falou sobre o assunto da gravidez e que ia ao médico pra ver quais chances a gente tinha dela engravidar e também descobrir por que ela tinha começado a dar leite, já que ela não achava isso normal. Eu propus acompanhar ela, mas ela não deixou e, como já era segunda-feira, me disse pra eu ir estudar pra me preparar pra prestar vestibular. O dia passou do jeito mais chato, não prestei atenção em nenhuma aula e na minha cabeça só tinha a ideia da minha mãe e o que o médico ia falar pra ela. Quando voltei pra casa, minha mãe tava fazendo o almoço e eu corri por trás dela, abracei ela como se fosse meu par e dei um beijo na bochecha. Ajudei ela a servir e no almoço perguntei como tinha sido, e ela disse que a médica falou que não tinha certeza se ela podia ter, mas que em alguns dias iam sair os resultados de um exame de sangue que tinham feito. Isso me acalmou, então depois disso fui pro meu quarto fazer toda a lição de casa e revisar um pouco o que vi hoje, porque não tinha prestado atenção nenhuma na aula. Já de noite, depois da janta, tentei transar com minha mãe, mas dessa vez ela não deixou porque não tava com vontade de fazer nada, e eu fiquei na vontade, mas não queria forçar ela. No dia seguinte aconteceu a mesma coisa o dia inteiro, minha mãe não tava com vontade de transar comigo. Já no quarto dia, eu não aguentei mais e enfrentei ela, porque achava que ela tava fazendo de propósito e queria saber se ela tinha se arrependido do nosso relacionamento, mas a resposta dela foi que me amava, só que simplesmente não tava com vontade de foder, mas eu Ia deixar com as tetas dela pra eu não me sentir mal, eu não consegui recusar, queria confiar na minha mãe e se ela não quisesse, eu ia aguentar. Quando comecei a brincar com os peitos dela, não demorou muito e começou a sair leite, e eu lambia igual um bebê. Depois disso, bati uma punheta nos peitos dela e deixei ela em paz. No dia seguinte, minha mãe foi pro hospital de novo e eu pra minha academia. Quando voltei, minha mãe tava meio inquieta, fui lá, abracei ela e pedi pra ela me contar o que tava rolando. Aí ela respondeu: _Mamãe: filho, não se assusta, mas no hospital descobriram um tumor. _Eu: que isso, mãe?????!!! _Mamãe: tenho um tumor na glândula pituitária (hiperprolactinemia), mas disseram que é benigno. _Eu: mas e agora, como é que a gente vai fazer? Tem algum tratamento ou cirurgia? _Mamãe: contei pra doutora o que tava acontecendo comigo ultimamente, sobre essa amamentação anormal, e ela falou que tem dois métodos: um é o tratamento com remédios por uns 2 anos, e o segundo é o que eu escolhi. _Eu: e qual é o segundo? _Mamãe: cirurgia... _Eu: mas mãe, isso não é mais perigoso? _Mamãe: pode ser, mas não vou ficar dois anos tomando comprimido, então já decidi. _Eu: mas mãe... _Mamãe: não se preocupa, filho, não é tão grave. O tumor fazia meus níveis de prolactina ficarem muito altos, e por isso que eu tinha começado a amamentar de novo e meu apetite sexual tinha diminuído. Os dias foram passando e eu só tentava deixar minha mãe confortável em casa, mas ela era considerada e às vezes vinha até mim e se oferecia pra me fazer um boquete porque não queria que eu me sentisse mal, e eu aceitava de boa. Na semana seguinte, acompanhei minha mãe ao hospital porque a cirurgia dela tava marcada. Passou um tempinho e eu fiquei lá esperando terminar. A doutora saiu e falou que tudo tinha corrido perfeito, que iam levar ela pra área de repouso e depois a gente podia ir embora. Fiquei do lado da minha mãe na área de repouso e fiz todos os mimos que podia até ela... A doutora veio falar com a minha mãe que já podíamos ir embora, que se sentir qualquer desconforto pode voltar, mas que sobre a questão de engravidar, era melhor esperar umas semanas antes de continuar tentando. Na minha cabeça, eu já tinha entendido: minha mãe não tinha decidido fazer a cirurgia porque não queria usar medicamentos, mas sim porque não queria perder tempo, sabendo que já era mais velha e o tempo estava acabando. Quando chegamos em casa, eu já estava muito mais apaixonado pela minha mãe, vendo o sacrifício que ela tinha feito para ter um filho comigo. Nos dias seguintes, cuidei da minha mãe o máximo que pude, o tempo todo que estive em casa, e assim passamos o mês inteiro. Eu já não pedia sexo, porque queria esperar ela ficar completamente saudável. Acompanhei ela ao médico, e a doutora deu a notícia de que ela já podia voltar a tentar engravidar, e para mim disse para tratá-la bem e ser um bom irmão. Eu só sorri, pensando como ela não sabia que, na verdade, eu não ia ser só o irmão, mas o pai do futuro bebê. Quando voltamos para casa, minha mãe já parecia mais viva, como se tivesse tirado um peso das costas, e estava com mais energia. E começamos a conversar sobre a gravidez e como ela estava com mais vontade, e entre brincadeiras, fomos nos excitando. Então minha mãe me puxou para perto dela e me deu um beijo muito apaixonado. Começamos a nos despir um ao outro até que, pelados, eu a coloquei no sofá e comecei a comer ela.
Super excitado e ela gemendo sem parar. Massageei os peitos dela, mas por causa da cirurgia, os hormônios voltaram ao normal e ela não tava mais jorrando porra, mas mesmo assim a gente curtiu pra caralho. Ficamos uns trinta minutos até eu gozar litros dentro dela, soltando tudo que acumulei nos dias sem transar. Depois, de noite, a gente continuou trepando igual uns loucos, e dessa vez minha mãe tava bem mais ativa, não tão retraída como antes. Ela apertava minhas costas, e num ponto até cravou as unhas nas minhas costas quando a gente tava gozando. No dia seguinte, quando voltei da academia, minha mãe tava na cozinha preparando o almoço. A gente conversou normal até que ela começou a rebolando a bunda de um jeito provocante pra mim.
E eu não consegui resistir, fiquei atrás dela e esfreguei meu pau na bunda dela.
Ela tirou a calcinha e puxou meu pau, depois enfiou ele pra dentro e continuou fazendo as coisas dela enquanto eu tava dentro dela. Enquanto ela cozinhava, eu me mexia até gozar dentro de novo.
No dia seguinte, quando voltei pra casa, minha mãe não estava em lugar nenhum até que me chamou do quarto de dentro, no dormitório. Quando abri a porta, lá estava ela, aberta de pernas, me esperando pra eu meter nela.
E a gente transava igual coelho, todo santo dia, não tinha um dia que não fosse aquela putaria. Aí um dia a gente teve que ir no tribunal, meus pais tinham terminado o processo de divórcio. Eu já não gostava tanto dele porque depois que decidiram se separar, ele mudou e toda aquela história de que ia estar comigo foi pro saco, já que nunca mais ligou nem se interessou quando minha mãe fez a cirurgia. No final do julgamento, tentei chegar perto pra falar com ele, mas quando ia dizer alguma coisa, o celular dele tocou e, pelo visto, ele tinha planejado ir pra uma festa com os amigos naquele dia e tava perguntando se ia ter mulher e bebida. Então não falei com ele, até porque ele já não tava nem aí pra mim, já que nunca mais me ligou nem se preocupou.
Pelo divórcio, minha mãe ficou com a casa e meu pai ficou com o carro dele. Sobre a pensão alimentícia, meus pais chegaram num acordo externo de que minha mãe não ia querer nada, ela só queria que ele nunca mais voltasse, e meu pai aceitou sem hesitar. Quando voltamos pra casa, minha mãe tava mais grudada em mim e quando perguntei o que tava rolando, ela só respondeu que se sentia aliviada porque não tinha mais problemas com a história do meu pai e que agora podia ser feliz com um homem que amasse ela de verdade, e me deu um beijo carinhoso com todo o amor dela.
Aquele dia passou normal, à noite deitei com minha mãe e dormimos abraçados. Naquele momento, eu pude sentir que tudo que tinha no quarto era amor puro entre eu e ela. No dia seguinte, minha mãe falou que a gente ia viajar de férias. Fiquei chocado com o que ela disse, então perguntei o que tava rolando e por que tão de repente:
— Minha mãe: Bom, filho, é que eu tava conversando com sua avó e, como ela tem uma propriedade que comprou com seu avô no norte, pensei que a gente podia ir pra espairecer de tudo que aconteceu aqui. E além disso, naquele lugar ninguém nos conhece e a gente poderia agir como um casal à vontade, se você quiser.
— Eu: Sim, mas isso ainda é muito de repente, tipo... Verdade, você tá bem? _Minha mãe: Sim, só pensei que a gente passou muito tempo aqui e queria que a gente relaxasse mais. _Eu: Bom, então tá bem, vamos nos arrumar. Depois disso, beijei ela com carinho e me preparei pra ir pra casa que era da minha avó. Aquela casa tinha sido comprada pelos meus avós depois que os filhos deles se mudaram pra capital, mas depois que meu avô morreu, minha avó se sentiu muito sozinha, então decidiu se mudar pra capital também pra ficar perto dos filhos. Aí fui com minha mãe e, quando chegamos, saíamos pra todo canto passeando como se fôssemos um casal. Mesmo que na rua as pessoas às vezes virassem a cabeça pra olhar a gente, a gente não ligava e continuava curtindo. Algumas noites, eu e minha mãe íamos pra motéis do love e nos divertíamos. Quando as pessoas viam a gente entrar como casal, ficavam estranhando, mas a gente se divertia pra caralho. Em duas semanas, já tínhamos nos adaptado à cidade, então decidimos ficar naquela casa. Minha mãe falou com minha avó pra comprar a casa dela, e vendemos a outra casa na capital. Mesmo vendendo por um preço menor do que valia, ainda conseguimos uma boa grana. Eu decidi me inscrever numa universidade da cidade, e minha mãe arrumou um trampo como advogada. A gente já tinha se acomodado no lugar. Aí um dia, minha mãe me convidou pra jantar num restaurante à noite. Fomos, conversamos sobre tudo que a gente tinha passado, como era nossa vida aqui nessa cidade nova. Depois, minha mãe me viu todo sorridente e disse que tinha umas surpresas pra mim. Pagamos a conta, e ela me levou pra um motel. A gente começou a se beijar com paixão, e eu comecei a tentar tirar o vestido dela e passar a mão nos peitos e na bunda dela. Mas ela me parou e disse pra esperar, que primeiro eu desse uma olhada na bolsa dela, porque lá estava a minha surpresinha. Comecei a procurar e me deparei com a surpresa: tinha um teste de gravidez, daqueles que você compra na farmácia. Fiquei pasmo. Com a surpresa, eu estava muito feliz, até comecei a chorar de alegria. Minha mãe me abraçou e eu beijei ela, disse que ela me fez o homem mais feliz do mundo. Ela respondeu, também chorando, que estava muito feliz por poder me dar uma família completa, como eu sempre quis. Depois disso, comecei a beijar o pescoço dela, e ela gemia enquanto dizia que me amava.
_Eu: Mãe, te amo, te desejo.
_Minha mãe: Eu também, meu amor, ahhh, ahhh, ah ah ah, você é o homem que mais amo, ahh, ahh...
_Eu: Você é minha mulher, vou te amar pra sempre e serei o melhor pai pro nosso filho.
_Minha mãe: Sim, filho, ahh ahh, sei que você será ahh ahh ahh o melhor pai ahh que nosso filho poderia ter ahhhhh!!
Tirei a calcinha da minha mãe e já ia meter de uma vez, mas ela me parou, virou de costas, subiu na cama e depois olhou pra mim, mostrando o rosto sorridente, e disse:
_Minha mãe: Lembra que eu te falei que seria num dia especial?
_Eu: Hã?
_Minha mãe: Então, hoje acho que é mais que especial.
Em seguida, minha mãe começou a abrir as nádegas pra me mostrar a entrada traseira linda dela e disse: hoje você pode fazer do jeito que quiser, meu amor.
Fiquei pasmo e depois olhei pra minha mãe, já não sabia como descrever o que sentia, era mais que felicidade, tudo que aconteceu naquele dia tinha alegrado minha vida mais do que nunca. Então comecei a mover meu pau ereto no cu da minha mãe e aos poucos fui introduzindo minha rola, e ela sentia a dor e soltava pequenos gemidos de dor até que entrou tudo. Minha mãe pedia pra eu ir mais devagar, então comecei o vai e vem lentamente e deixava meu pau dentro dela por mais tempo pra ela ir se acostumando. Quando minha mãe começou a gemer de prazer, eu fui mais rápido e puxava ela mais pra mim, segurando pela cintura e beijando suas costas. Depois intensifiquei mais as metidas e ela gemia enquanto dizia coisas tipo: "aah sim, sim, me dá, me dá, ohh", enquanto esfregava os próprios mamilos. Usei minha mão e, enquanto metia por trás, comecei a estimular o clitóris dela, e nós dois chegamos ao orgasmo, eu jorrando gozo dentro do cu dela e ela dando um squirt na minha mão. Nós dois caímos estendidos na cama. Dias depois, eu continuava comendo minha mãe toda vez que podia, e agora também comia pelo cu dela. Vivíamos como um casal jovem recém-casado.
Quando minha mãe começou a ficar barriguda, a gente tentou evitar transar, mas o tesão falou mais alto e eu comia ela grávida mesmo.
Eu sempre que podia acompanhava ela nos check-ups médicos e o médico disse que ela ia ter duas filhas e que eram gêmeas. Quando eu pegava minha mãe, às vezes ela soltava umas frases que me deixavam meio pensativo, tipo:
_Minha mãe: se filho ahh ahh!! Dá logo essa porra pras tuas filhas
_Minha mãe: ah ahh vamos lá amor, as meninas querem a porra do papai
_Minha mãe: ahh ahh parece que o papai vai ser o primeiro a dar leite pras filhas dele ahhh
Mas eu não ligava pra isso por causa da putaria do momento, e assim os meses passaram e eu tive duas bebês lindas, que chamei de Meary e Priscilla. No registro delas, só constava minha mãe como única genitora, e inventamos que o pai tinha fugido pra despistar a família. Mas quando estávamos a sós, eu podia agir como o pai das minhas filhas. Infelizmente, uma das minhas filhas nasceu com síndrome de Down leve, que acontece quando tem um cromossomo a mais, mas a outra nasceu sem problemas. E é assim que termina minha história com minha mãe, e é como diz o ditado: na virada do ano, uma nova vida começa, e pra mim ela me deu a melhor vida que eu podia pedir. Galera, espero que tenham curtido essa trilogia de contos, e tô pensando em escrever mais contos eróticos, mas dessa vez quero variar de gênero, pelo menos dar uma mudada antes de voltar a escrever sobre love filial. Se quiserem que eu escreva um desses, por favor, deixem nos comentários, e o mais atraente vai ser o que eu escrever. Valeu. Gêneros: Bissexual, Dominação de Homens, Dominação de Mulheres, Fantasias / Paródias, Fetichismo, Gays, Heterossexual, Incesto em Família, Infidelidade, Trocas de Casais, Trios, Orgia, Sadomasoquismo, Sexo com MILF, Sexo Virtual, Travestis, Transexuais.
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Después de que pude hacer que mi madre se rindiera al deseo de ser poseída por su propio hijo yo estaba feliz todos los días y cada que podía aprovechaba para ponerme detrás de ella y apretar mi pene con su hermoso culo mientras me la apego cogiéndola de la cintura y dándole besitos en el cuello , obviamente quería que mi mamá me empezará a ver como el hombre de casa y de su vida así que estaba más pendiente de ella a cualquier cosa que necesitara de mi ayuda pero no fue así y solo me quedé conversando con ella hasta que llegó la hora de la cena y todo paso como una cena normal de madre e hijo ,después de eso le propuse ver una película en la tele y ella aceptó entonces nos sentamos juntos en el sofá y yo aproveche para ponerle mi mano en su hombro y apegarla aún más hacia mí y le di un beso en el cachete y vimos una película de traficantes que estaban pasando por la tele, pero a mitad de esta salió una escena de sexo no muy larga solo duro como 5 minutos donde el tipo le hacía sexo violento a la chica y la jalaba del pelo mientras la tenía en cuatro y la llamaba perra.
Yo aprovechándome que mi madre estaba atenta a la película rápidamente le agarre un seno metiendo mi mano por debajo de su blusa y le susurré en el oído :
_Yo: Esto me recuerda como ayer eras mi perrita .
Después de decirle eso pude sentir como a mí madre todo su cuerpo se exalto y me miró como si tuviera un poco de estupefacción en su cara pero a la vez medio feliz, pero se calmó rápido y me dijo que como podía insinuar que ella era una perra y que no la comparará con las perras de la calle y que la respetará ( ella al ser criada en otra época era más estricta con respecto a su concepto de pudo y respetarse y veía a mal a las mujeres que vendían su cuerpo ) yo rápidamente empecé a soltar pequeñas carcajadas como aguantando un poco la risa y le mencioné que a lo que yo me refería era que ayer yo la tenía en tenía en esa misma posición y que esa pose era conocida como la de perrito, ella me dijo que nunca lo había escuchado y que por eso no sabía, yo la tranquilicé y aproveché para recordarle nuestra relación denuevo diciéndole que yo nunca la podría comparar ya que la gran diferencia era que por dinero esas mujeres eran de varios hombres ,pero que en cambio ella(mi madre) solo era mía y acto seguido le di un beso en los labios y empecé a masajear su pecho.
Después de eso fuimos a dormir a mi cuarto y al llegar ella quería ponerse su pijama a lo cual yo rápidamente la detuve y le dije que aún no íbamos a dormir que tendríamos sexo ates de eso ,pero mi madre estaba medio indecisa incluso me replicó que como se me ocurría cojer hoy y que ayer ya habíamos follado y que ella ya no era tan joven como para poder seguirme el ritmo a lo cual yo replique que no me podía hacer eso que ella tenía que ayudarme a calmar a mi pequeño amigo que siempre se despierta con solo ver tremenda mujer delante mío y me baje el pantalón junto con el calzoncillo haciendo que mi verga erecta salga como un resorte completamente duro frente a los ojos de mi madre y se lo empecé a acercar a su cara .
Mi madre no pudo soportar más la presión que hacia y accedió a que lo hiciéramos a lo cual yo rápidamente me tiré sobre ella besándola apasionadamente sobre la cama y bajando mi mano a su deliciosa entrada y masajeando con gran destreza primero sobre su clítoris en círculo y luego introduciendo mis dedos dentro haci estuve como 12 minutos hasta que deje de besar a mi madre y empecé a chupar sus pechos y a mordisquear un poco sus pezones, mi madre gemía fuerte y para mí asombro le empezó a salir leche materna yo quedé boca abierto y se lo succione con aún más fuerza, pero ella ya no podía más me miró a los ojos con una cara muy lasciva y me pedía que la penetrara eso me encantó despertó en mi el deseo de ver a mi madre sumisa ante mi siendo ella la que me pide que la penetre ,entonces me detuve de masturbarla y le dije:
_Yo: Bueno madre si eso es lo que quieres recuerdas la película de hace rato? Como se ponía la tipa en posición para que el hombre haga su trabajo?
_Mi madre: si tienes razón hijo soy toda tuya házmelo, hazme gozar lo que no pude todos estos años.
Después de eso mi madre se volteo he intento levantar el culo lo más que pudo para que pudiera tener una buena entrada a su vagina , me puse detrás de ella y le dije.
_Eu: essa é minha mulher e dei um tapa na bunda dela. _Minha mãe: sou toda sua, meu macho, minha buceta foi feita pra você. E eu enfiei de uma só vez, completa, fazendo ela gemer alto, depois comecei com o vai e vem e a única coisa que ela conseguia dizer era:
_Minha mãe: sim, sim, siiiim, sim, sim, ahh, ahh, aah.
Ficamos assim por um tempo até que tive a ideia de repetir o que vimos no filme e, sem consultar minha mãe, agarrei os cabelos dela e puxei pra trás com força, e ela soltou um gemido forte misturado com o gemido de orgasmo, e continuei metendo ainda mais forte. Nosso ato era tão barulhento que parecia que alguém estava batendo palmas bem forte cada vez que minha bacia batia na bunda dela. Ficamos assim por um bom tempo até que não aguentei mais e gozei dentro da minha mãe, e ela soltou um gemido enorme e também caiu sem forças, virou a cabeça pra me olhar. Eu pensei que tinha exagerado ao puxar o cabelo dela, mas o que ela fez foi me puxar pra perto, se cobrir com o cobertor e depois me deu um beijo na boca, e dormimos abraçados.
Na manhã seguinte, no café da manhã, minha mãe recebeu uma ligação do meu pai sobre o divórcio e se podiam se encontrar pra conversar sobre isso. Então, quando perguntei a que horas eles marcaram pra eu poder acompanhá-la, ela me parou, dizendo que eu não ia acompanhá-la, que isso era um assunto entre os dois. Eu, meio desconcertado, fiquei com um pouco de ciúme na hora e me irritei um pouco pelo fato de ela ficar sozinha com meu pai e existir a possibilidade de ele tentar convencê-la a não se separar, e não queria imaginar o que mais podia rolar se isso acontecesse. Além disso, não gostava que minha mãe ficasse a sós com outro homem, mesmo que fosse meu pai. Tentei fazer com que ela me deixasse acompanhá-la, que não queria deixá-la sozinha, mas isso fez com que ela percebesse que eu estava com ciúme e, pra me acalmar, ela se ofereceu pra me fazer um boquete pra eu não me preocupar e não pensar nisso. que ela poderia fazer algo com meu velho, porque agora eu era o único dono dela. Na sequência, minha mãe se ajoelhou no chão, baixou meu short e começou a brincar com meu pau enquanto dizia coisas como:
_Minha mãe: como você pode pensar que algo poderia rolar, ahh?
_Minha mãe: esse corpo velho, essa boca aqui é só pra você, meu filho amado.
_Minha mãe: essa boca só quer ser usada pelo meu filho e mais ninguém.
Em seguida, ela parou de brincar com meu pau e o enfiou na boca dela, e puta merda, ver minha mãe, a mulher que eu mais amei na vida toda, me dando um boquete era glorioso — a língua dela enrolando meu pau, os lábios carnudos e molhados, puta que pariu, era espetacular. Mas eu me deixei levar, agarrei a cabeça da minha mãe e enfiei meu pau o mais fundo que dava, fiquei metendo nela por um tempo até não aguentar mais e gozei na boca dela, fazendo ela engasgar um pouco, e aproveitei pra pedir que ela engolisse tudo.
Ela engoliu tudo e depois me olhou sorrindo, feito uma criança que ganhou o brinquedo favorito. Depois disso, começou a limpar meu pau, o que fez ele endurecer de novo. Não aguentei mais, levantei ela, fiz ela se apoiar na pia e tirei a parte de baixo da roupa dela pra deixar ela pronta pra penetração. Ela, com risadinhas, me disse: _ Minha mãe: parece que hoje você acordou com muita energia, meu bem.
_ Eu: mãe, não aguento mais, quero te fazer minha agora mesmo.
_ Minha mãe: sim, meu filho, eu sou toda sua.
E comecei a comer ela enquanto os dois gemíamos, eu segurando os peitos dela, e ela gemendo forte, pedindo pra eu continuar assim. Ficamos um bom tempo até que eu não aguentei mais e gozei dentro dela, e ela também soltou um orgasmo forte e gozou.
Ficamos alguns minutos nessa posição, mas minha mãe se separou de mim e foi se trocar pra ir ver meu pai, e eu fiquei em casa sem nada pra fazer. Mas fiquei pensando em tudo que tinha acontecido com minha mãe e no que eu deveria planejar pro futuro, porque sabia que não podia ser só sexo entre eu e ela. Foi aí que lembrei do que ela tinha dito quando insinuei que não me importava de deixá-la grávida porque estaria ali pra ela, e lembrei que ela era a favor de ficar prenha do meu filho. Isso me deixou muito feliz, e comecei a planejar como poderia pedir isso de forma direta, dessa vez sem falar em tom de brincadeira. Então, depois de pensar a tarde toda, me veio a ideia de que hoje à noite eu faria o jantar e seria ali que ia pedir. Como eu cozinhava bem porque minha mãe me ensinou desde pequeno, com a ideia de que um dia eu seria independente e precisaria saber preparar minha própria comida, fiz um frango assado (porção pra dois) com os ingredientes da minha geladeira, acompanhado de arroz árabe e cremes de pimenta amarela e huacatay. Aí minha mãe chegou à noite, quase 7:30, e parecia meio cansada, mas aliviada ao mesmo tempo, tipo quando depois de um dia longo você chega em casa pra descansar. Eu surpreendi ela com o jantar quase pronto, ela ficou com uma cara super feliz e correu pra me abraçar e me dar um beijo. Eu segurei ela pela cintura e correspondi ao beijo na boca. Depois, falei pra ela tomar um banho, que quando saísse estaria tudo pronto, e foi o que ela fez. Já no jantar, perguntei como tinha sido a questão do divórcio, e ela contou que tinha ido com meu pai hoje se encontrar com um advogado pra ajudar com os trâmites, e que disseram que, já que ambas as partes concordam, só faltava a papelada e marcar uma data com o juiz pra encerrar o caso. Ela estava aliviada por meu pai não se opor ao divórcio, já que isso facilita tudo, e depois tivemos uma conversa tranquila de Coisas irrelevantes e quase na hora do jantar, comecei a dizer que a amava e que sempre estaríamos juntos, que não tinha certeza se o futuro seria muito bom e que seríamos uma família completa. Toda essa minha conversa sobre o futuro fez minha mãe me perguntar o que estava acontecendo, por que eu estava falando tudo aquilo agora e aonde queria chegar. Eu criei coragem e falei o mais sério que pude:— Eu: Quero que sejamos uma família completa, em outras palavras, quero te engravidar, mãe.
Minha mãe ficou surpresa e pensou que eu estava brincando, já que ela era mais velha para isso.
— Minha mãe: Mas que coisas você diz, filho? Como eu poderia engravidar nessa idade? Além disso, eu sei que o que temos é muito prazeroso e que nos amamos, mas não acho que você queira que isso seja para sempre. É melhor você arrumar uma garota da sua idade para ter filhos, e eu sempre estarei aqui para você, meu amor.
— Eu: Não, mãe, não quero outra mulher. Só quero você. Com você estou mais que satisfeito. Só quero ficar com você pelo resto da minha vida.
— Minha mãe: *corada* Mas, filho, você ainda é jovem e...
— Eu: Chega, mãe. Só quero você, e por isso estou te pedindo para termos um filho.
— Minha mãe: Mas, filho...
— Eu: Mas nada. Me dá sua resposta.
— Minha mãe: Se é o que você quer, espero que não se arrependa.
— Eu: Nunca vou me arrepender.
Em seguida, levantei minha mãe da mesa e a levei para o quarto dela. Lá, comecei a despir ela e a passar a mão. Nos beijamos, e comecei a beijar as coxas dela enquanto me aproximava da buceta dela. Dei um boquete nela, minha língua fazia círculos lá dentro, chupava o clitóris dela, e ela gemia como uma louca. Até começou a apertar minha cabeça contra a entrada dela, enquanto me dizia para continuar, para fazê-la gozar, e que eu era o melhor desejo dela. Isso me excitou ainda mais, e comecei a intensificar minhas lambidas até que ela gozou na minha cara e ficou com as pernas abertas. Então, decidi subir nela e começar a meter de missionário, entrando e saindo dela.
apaixonadamente enquanto beijava o pescoço dela e ela gemia, aí comecei a chupar aqueles peitos lindos dela como quando era criança e lambia os biquinhos, quando ela começou a dar leite eu chupava com muita paixão e ela gemia intensamente até que não aguentei mais e gozei dentro dela e fiquei dormindo com ela naquele quarto que antes era dos meus pais. Na manhã seguinte no café, minha mãe falou sobre o assunto da gravidez e que ia ao médico pra ver quais chances a gente tinha dela engravidar e também descobrir por que ela tinha começado a dar leite, já que ela não achava isso normal. Eu propus acompanhar ela, mas ela não deixou e, como já era segunda-feira, me disse pra eu ir estudar pra me preparar pra prestar vestibular. O dia passou do jeito mais chato, não prestei atenção em nenhuma aula e na minha cabeça só tinha a ideia da minha mãe e o que o médico ia falar pra ela. Quando voltei pra casa, minha mãe tava fazendo o almoço e eu corri por trás dela, abracei ela como se fosse meu par e dei um beijo na bochecha. Ajudei ela a servir e no almoço perguntei como tinha sido, e ela disse que a médica falou que não tinha certeza se ela podia ter, mas que em alguns dias iam sair os resultados de um exame de sangue que tinham feito. Isso me acalmou, então depois disso fui pro meu quarto fazer toda a lição de casa e revisar um pouco o que vi hoje, porque não tinha prestado atenção nenhuma na aula. Já de noite, depois da janta, tentei transar com minha mãe, mas dessa vez ela não deixou porque não tava com vontade de fazer nada, e eu fiquei na vontade, mas não queria forçar ela. No dia seguinte aconteceu a mesma coisa o dia inteiro, minha mãe não tava com vontade de transar comigo. Já no quarto dia, eu não aguentei mais e enfrentei ela, porque achava que ela tava fazendo de propósito e queria saber se ela tinha se arrependido do nosso relacionamento, mas a resposta dela foi que me amava, só que simplesmente não tava com vontade de foder, mas eu Ia deixar com as tetas dela pra eu não me sentir mal, eu não consegui recusar, queria confiar na minha mãe e se ela não quisesse, eu ia aguentar. Quando comecei a brincar com os peitos dela, não demorou muito e começou a sair leite, e eu lambia igual um bebê. Depois disso, bati uma punheta nos peitos dela e deixei ela em paz. No dia seguinte, minha mãe foi pro hospital de novo e eu pra minha academia. Quando voltei, minha mãe tava meio inquieta, fui lá, abracei ela e pedi pra ela me contar o que tava rolando. Aí ela respondeu: _Mamãe: filho, não se assusta, mas no hospital descobriram um tumor. _Eu: que isso, mãe?????!!! _Mamãe: tenho um tumor na glândula pituitária (hiperprolactinemia), mas disseram que é benigno. _Eu: mas e agora, como é que a gente vai fazer? Tem algum tratamento ou cirurgia? _Mamãe: contei pra doutora o que tava acontecendo comigo ultimamente, sobre essa amamentação anormal, e ela falou que tem dois métodos: um é o tratamento com remédios por uns 2 anos, e o segundo é o que eu escolhi. _Eu: e qual é o segundo? _Mamãe: cirurgia... _Eu: mas mãe, isso não é mais perigoso? _Mamãe: pode ser, mas não vou ficar dois anos tomando comprimido, então já decidi. _Eu: mas mãe... _Mamãe: não se preocupa, filho, não é tão grave. O tumor fazia meus níveis de prolactina ficarem muito altos, e por isso que eu tinha começado a amamentar de novo e meu apetite sexual tinha diminuído. Os dias foram passando e eu só tentava deixar minha mãe confortável em casa, mas ela era considerada e às vezes vinha até mim e se oferecia pra me fazer um boquete porque não queria que eu me sentisse mal, e eu aceitava de boa. Na semana seguinte, acompanhei minha mãe ao hospital porque a cirurgia dela tava marcada. Passou um tempinho e eu fiquei lá esperando terminar. A doutora saiu e falou que tudo tinha corrido perfeito, que iam levar ela pra área de repouso e depois a gente podia ir embora. Fiquei do lado da minha mãe na área de repouso e fiz todos os mimos que podia até ela... A doutora veio falar com a minha mãe que já podíamos ir embora, que se sentir qualquer desconforto pode voltar, mas que sobre a questão de engravidar, era melhor esperar umas semanas antes de continuar tentando. Na minha cabeça, eu já tinha entendido: minha mãe não tinha decidido fazer a cirurgia porque não queria usar medicamentos, mas sim porque não queria perder tempo, sabendo que já era mais velha e o tempo estava acabando. Quando chegamos em casa, eu já estava muito mais apaixonado pela minha mãe, vendo o sacrifício que ela tinha feito para ter um filho comigo. Nos dias seguintes, cuidei da minha mãe o máximo que pude, o tempo todo que estive em casa, e assim passamos o mês inteiro. Eu já não pedia sexo, porque queria esperar ela ficar completamente saudável. Acompanhei ela ao médico, e a doutora deu a notícia de que ela já podia voltar a tentar engravidar, e para mim disse para tratá-la bem e ser um bom irmão. Eu só sorri, pensando como ela não sabia que, na verdade, eu não ia ser só o irmão, mas o pai do futuro bebê. Quando voltamos para casa, minha mãe já parecia mais viva, como se tivesse tirado um peso das costas, e estava com mais energia. E começamos a conversar sobre a gravidez e como ela estava com mais vontade, e entre brincadeiras, fomos nos excitando. Então minha mãe me puxou para perto dela e me deu um beijo muito apaixonado. Começamos a nos despir um ao outro até que, pelados, eu a coloquei no sofá e comecei a comer ela.
Super excitado e ela gemendo sem parar. Massageei os peitos dela, mas por causa da cirurgia, os hormônios voltaram ao normal e ela não tava mais jorrando porra, mas mesmo assim a gente curtiu pra caralho. Ficamos uns trinta minutos até eu gozar litros dentro dela, soltando tudo que acumulei nos dias sem transar. Depois, de noite, a gente continuou trepando igual uns loucos, e dessa vez minha mãe tava bem mais ativa, não tão retraída como antes. Ela apertava minhas costas, e num ponto até cravou as unhas nas minhas costas quando a gente tava gozando. No dia seguinte, quando voltei da academia, minha mãe tava na cozinha preparando o almoço. A gente conversou normal até que ela começou a rebolando a bunda de um jeito provocante pra mim.
E eu não consegui resistir, fiquei atrás dela e esfreguei meu pau na bunda dela.
Ela tirou a calcinha e puxou meu pau, depois enfiou ele pra dentro e continuou fazendo as coisas dela enquanto eu tava dentro dela. Enquanto ela cozinhava, eu me mexia até gozar dentro de novo.
No dia seguinte, quando voltei pra casa, minha mãe não estava em lugar nenhum até que me chamou do quarto de dentro, no dormitório. Quando abri a porta, lá estava ela, aberta de pernas, me esperando pra eu meter nela.
E a gente transava igual coelho, todo santo dia, não tinha um dia que não fosse aquela putaria. Aí um dia a gente teve que ir no tribunal, meus pais tinham terminado o processo de divórcio. Eu já não gostava tanto dele porque depois que decidiram se separar, ele mudou e toda aquela história de que ia estar comigo foi pro saco, já que nunca mais ligou nem se interessou quando minha mãe fez a cirurgia. No final do julgamento, tentei chegar perto pra falar com ele, mas quando ia dizer alguma coisa, o celular dele tocou e, pelo visto, ele tinha planejado ir pra uma festa com os amigos naquele dia e tava perguntando se ia ter mulher e bebida. Então não falei com ele, até porque ele já não tava nem aí pra mim, já que nunca mais me ligou nem se preocupou.Pelo divórcio, minha mãe ficou com a casa e meu pai ficou com o carro dele. Sobre a pensão alimentícia, meus pais chegaram num acordo externo de que minha mãe não ia querer nada, ela só queria que ele nunca mais voltasse, e meu pai aceitou sem hesitar. Quando voltamos pra casa, minha mãe tava mais grudada em mim e quando perguntei o que tava rolando, ela só respondeu que se sentia aliviada porque não tinha mais problemas com a história do meu pai e que agora podia ser feliz com um homem que amasse ela de verdade, e me deu um beijo carinhoso com todo o amor dela.
Aquele dia passou normal, à noite deitei com minha mãe e dormimos abraçados. Naquele momento, eu pude sentir que tudo que tinha no quarto era amor puro entre eu e ela. No dia seguinte, minha mãe falou que a gente ia viajar de férias. Fiquei chocado com o que ela disse, então perguntei o que tava rolando e por que tão de repente:
— Minha mãe: Bom, filho, é que eu tava conversando com sua avó e, como ela tem uma propriedade que comprou com seu avô no norte, pensei que a gente podia ir pra espairecer de tudo que aconteceu aqui. E além disso, naquele lugar ninguém nos conhece e a gente poderia agir como um casal à vontade, se você quiser.
— Eu: Sim, mas isso ainda é muito de repente, tipo... Verdade, você tá bem? _Minha mãe: Sim, só pensei que a gente passou muito tempo aqui e queria que a gente relaxasse mais. _Eu: Bom, então tá bem, vamos nos arrumar. Depois disso, beijei ela com carinho e me preparei pra ir pra casa que era da minha avó. Aquela casa tinha sido comprada pelos meus avós depois que os filhos deles se mudaram pra capital, mas depois que meu avô morreu, minha avó se sentiu muito sozinha, então decidiu se mudar pra capital também pra ficar perto dos filhos. Aí fui com minha mãe e, quando chegamos, saíamos pra todo canto passeando como se fôssemos um casal. Mesmo que na rua as pessoas às vezes virassem a cabeça pra olhar a gente, a gente não ligava e continuava curtindo. Algumas noites, eu e minha mãe íamos pra motéis do love e nos divertíamos. Quando as pessoas viam a gente entrar como casal, ficavam estranhando, mas a gente se divertia pra caralho. Em duas semanas, já tínhamos nos adaptado à cidade, então decidimos ficar naquela casa. Minha mãe falou com minha avó pra comprar a casa dela, e vendemos a outra casa na capital. Mesmo vendendo por um preço menor do que valia, ainda conseguimos uma boa grana. Eu decidi me inscrever numa universidade da cidade, e minha mãe arrumou um trampo como advogada. A gente já tinha se acomodado no lugar. Aí um dia, minha mãe me convidou pra jantar num restaurante à noite. Fomos, conversamos sobre tudo que a gente tinha passado, como era nossa vida aqui nessa cidade nova. Depois, minha mãe me viu todo sorridente e disse que tinha umas surpresas pra mim. Pagamos a conta, e ela me levou pra um motel. A gente começou a se beijar com paixão, e eu comecei a tentar tirar o vestido dela e passar a mão nos peitos e na bunda dela. Mas ela me parou e disse pra esperar, que primeiro eu desse uma olhada na bolsa dela, porque lá estava a minha surpresinha. Comecei a procurar e me deparei com a surpresa: tinha um teste de gravidez, daqueles que você compra na farmácia. Fiquei pasmo. Com a surpresa, eu estava muito feliz, até comecei a chorar de alegria. Minha mãe me abraçou e eu beijei ela, disse que ela me fez o homem mais feliz do mundo. Ela respondeu, também chorando, que estava muito feliz por poder me dar uma família completa, como eu sempre quis. Depois disso, comecei a beijar o pescoço dela, e ela gemia enquanto dizia que me amava.
_Eu: Mãe, te amo, te desejo.
_Minha mãe: Eu também, meu amor, ahhh, ahhh, ah ah ah, você é o homem que mais amo, ahh, ahh...
_Eu: Você é minha mulher, vou te amar pra sempre e serei o melhor pai pro nosso filho.
_Minha mãe: Sim, filho, ahh ahh, sei que você será ahh ahh ahh o melhor pai ahh que nosso filho poderia ter ahhhhh!!
Tirei a calcinha da minha mãe e já ia meter de uma vez, mas ela me parou, virou de costas, subiu na cama e depois olhou pra mim, mostrando o rosto sorridente, e disse:
_Minha mãe: Lembra que eu te falei que seria num dia especial?
_Eu: Hã?
_Minha mãe: Então, hoje acho que é mais que especial.
Em seguida, minha mãe começou a abrir as nádegas pra me mostrar a entrada traseira linda dela e disse: hoje você pode fazer do jeito que quiser, meu amor.
Fiquei pasmo e depois olhei pra minha mãe, já não sabia como descrever o que sentia, era mais que felicidade, tudo que aconteceu naquele dia tinha alegrado minha vida mais do que nunca. Então comecei a mover meu pau ereto no cu da minha mãe e aos poucos fui introduzindo minha rola, e ela sentia a dor e soltava pequenos gemidos de dor até que entrou tudo. Minha mãe pedia pra eu ir mais devagar, então comecei o vai e vem lentamente e deixava meu pau dentro dela por mais tempo pra ela ir se acostumando. Quando minha mãe começou a gemer de prazer, eu fui mais rápido e puxava ela mais pra mim, segurando pela cintura e beijando suas costas. Depois intensifiquei mais as metidas e ela gemia enquanto dizia coisas tipo: "aah sim, sim, me dá, me dá, ohh", enquanto esfregava os próprios mamilos. Usei minha mão e, enquanto metia por trás, comecei a estimular o clitóris dela, e nós dois chegamos ao orgasmo, eu jorrando gozo dentro do cu dela e ela dando um squirt na minha mão. Nós dois caímos estendidos na cama. Dias depois, eu continuava comendo minha mãe toda vez que podia, e agora também comia pelo cu dela. Vivíamos como um casal jovem recém-casado.
Quando minha mãe começou a ficar barriguda, a gente tentou evitar transar, mas o tesão falou mais alto e eu comia ela grávida mesmo.
Eu sempre que podia acompanhava ela nos check-ups médicos e o médico disse que ela ia ter duas filhas e que eram gêmeas. Quando eu pegava minha mãe, às vezes ela soltava umas frases que me deixavam meio pensativo, tipo: _Minha mãe: se filho ahh ahh!! Dá logo essa porra pras tuas filhas
_Minha mãe: ah ahh vamos lá amor, as meninas querem a porra do papai
_Minha mãe: ahh ahh parece que o papai vai ser o primeiro a dar leite pras filhas dele ahhh

Mas eu não ligava pra isso por causa da putaria do momento, e assim os meses passaram e eu tive duas bebês lindas, que chamei de Meary e Priscilla. No registro delas, só constava minha mãe como única genitora, e inventamos que o pai tinha fugido pra despistar a família. Mas quando estávamos a sós, eu podia agir como o pai das minhas filhas. Infelizmente, uma das minhas filhas nasceu com síndrome de Down leve, que acontece quando tem um cromossomo a mais, mas a outra nasceu sem problemas. E é assim que termina minha história com minha mãe, e é como diz o ditado: na virada do ano, uma nova vida começa, e pra mim ela me deu a melhor vida que eu podia pedir. Galera, espero que tenham curtido essa trilogia de contos, e tô pensando em escrever mais contos eróticos, mas dessa vez quero variar de gênero, pelo menos dar uma mudada antes de voltar a escrever sobre love filial. Se quiserem que eu escreva um desses, por favor, deixem nos comentários, e o mais atraente vai ser o que eu escrever. Valeu. Gêneros: Bissexual, Dominação de Homens, Dominação de Mulheres, Fantasias / Paródias, Fetichismo, Gays, Heterossexual, Incesto em Família, Infidelidade, Trocas de Casais, Trios, Orgia, Sadomasoquismo, Sexo com MILF, Sexo Virtual, Travestis, Transexuais.
2 comentários - Transar com minha mãe no Ano Novo 3 final