Mis Sobrinas en el Swinger (Cap. 2)

Mis Sobrinas en el Swinger (Cap. 2)Vou rapidinho no banheiro me limpar e dar uma refrescada, depois volto pra procurar onde levaram a Lau. Olho pra todo lado e vejo eles... O moreno e a Lau estavam conversando com outro casal, uns 30 anos eles, que tinham parado eles no caminho. A Lau falava com a mina (morena, peitos normais e uma rabeta boa, mas não maior que a da Lau) e o moreno com o cara. Volto pra ficar no balcão vendo o que rolava, na mesa a Dai com o loiro conversavam e bebiam algo. Vejo a Lau começar a dançar um pouco com a morena enquanto o moreno e o cara olhavam elas e conversavam entre si, rindo e curtindo a vista daqueles dois rabos se mexendo no ritmo da música. A Lau tava meio alegre e com movimentos desengonçados, bem bebada, a morena abraçava ela pelos ombros e dançavam sensual. Num momento, eles se aproximaram das minas e o moreno foi pra trás da gostosa e o cara pra trás da Lau. Troca na porta? Os caras ficaram atrás delas, apoiando e apalpando enquanto elas dançavam e se deixavam pegar. Num instante, vejo a morena começar a beijar a Lau na boca, beijos suaves com muita língua. Meu pau explodia, minha sobrinha era uma putinha e me deixava louco saber e ver ao vivo. Enquanto os caras metiam a mão, elas brincavam de se beijar como se não tivesse mais ninguém na pista. Por trás, os caras começaram a baixar as blusas das minas, deixando elas de peitos de fora, fazendo a morena abaixar um pouco pra chupar os peitos da Lau. Brincaram mais um pouco, chupando os peitos uma da outra até que num momento vejo o moreno falar algo pro outro cara, ele pega a mina dele pela mão e o moreno pega a Lau e vão na direção dos primeiros sofás, do lado do palco. Quis me matar porque ali não dava pra chegar perto, já que é mais iluminado aquele lado. parte. Vou por baixo da escada e me aproximo o máximo que posso pra ver o que iam fazer. Os quatro sentaram, deixando as minas no meio. As minas riram um pouco e na hora começaram a se beijar de novo. Os caras levantaram e ficaram na frente de cada uma delas. Não demoraram muito pra colocar a rola na boca de cada uma. De onde eu tava, não via muito; se eu me aproximasse, ficava na luz e não queria que a Lau me visse. Eu via eles por trás e dava pra ver um pouco de movimento na frente deles. Um tempinho depois, vejo que eles trocam de lado: o moreno ficou na frente da mina e o cara ficou na frente da Lau. Tava juntando uma galera curiosa, então me aproximei um pouco mais e consegui ver como a Laura tava sentada, com os peitos de fora, igual a outra mina, chupando a rola do cara, enquanto a outra gostosa chupava a do moreno. De vez em quando, as mãos deles desciam, imagino pras bucetinhas delas, não dava pra ver tudo de onde eu tava, mas o que vi foi o moreno gozando, a gostosa se levantando e deixando espaço pro moreno sentar onde ela tava. Quando o moreno que veio com a Lau senta no sofá, a gostosa senta na rola dele de frente, enfiando os peitos na cara dele. Essa situação parece que não agradou muito a Lau, porque ela parou de chupar a rola do cara, levantou e começou a falar com ele enquanto olhava a gostosa cavalgando o moreno. O cara, depois de falar um pouco com a Lau, se abaixou e começou a meter a rola na morena pelo cu. A Lau ficou um tempinho olhando como deixaram ela de fora, ajeitou a camiseta e foi pra mesa. Voltei pro balcão, de lá via melhor a mesa, mas quando a Lau chegou na mesa, encontrou o loiro sentado e a Dai sentada em cima dele, rebolando a cintura em círculos, com os peitos de fora, enquanto o loiro e um cara que tinha chegado perto apalpavam eles. A Lau se aproximou, falou algo pra eles, o loiro Olhei pra onde o amigo dela tava fazendo uma dupla penetração e ela riu. A Lau tomou uma taça de champanhe que tinha na mesa e foi de novo pro lado dos sofás. Pensei que ela ia voltar pra buscar o moreno, mas não, passou na frente, olhou pra eles, foi pra escada e subiu. Olhei pra mesa, a Dai continuava cavalgando o loiro enquanto ela batia uma pro cara que tinha chegado perto e os caras apalpavam os peitos dela. Tava bem entretida, então fui seguir a Lau. Pra quem não conhece ou não sabe como é uma balada swing, na parte de cima tem uma área que só dá pra entrar de casal. Em cima dessa balada tem uma parte livre, com uns boxes, e do outro lado tem uma entrada que só deixam passar com uma mina. Seguindo a Lau, vejo que ela foi pro banheiro, bem do lado da porta do banheiro tem um box e tava cheio de cara olhando a festa que tinha lá dentro. A Lau teve que passar no meio dos caras, que aproveitaram pra falar umas putarias e passar a mão nela. Eu fiquei parado esperando ela sair do banheiro, no meio do caminho. A tesão que eu tava, o álcool, o ambiente, o morbo... toda essa mistura fez com que eu não ligasse pra mais nada e decidi esperar ela sair e chegar nela com alguma desculpa. Quando ela saiu do banheiro, em vez de vir pro lado onde eu esperava, ela foi pro outro corredor. Quis me matar, acelerei o passo e fui quase correndo atrás dela. A Lau foi pro outro lado pra ver o que rolava nos outros boxes, parou na frente do segundo, onde dava pra ver dois casais transando e vários caras se masturbando. Ela, curiosa, entrou um pouco mais pra ver direito, e aí me apressei pra ficar bem atrás dela, aproveitando que tava mais escuro, falei quase no ouvido dela... Eu: Que mal tão passando, hein? A Lau virou só a cabeça e respondeu: Lau: haha, acho que não. Melhor que a gente, com certeza. Quando ouvi ela falar, percebi que tava bem bebada. Isso e o fato de que ela não conseguia ficar em pé direito. Eu: É verdade. Tô puto, vim com Uma mina e outro casal amigo, e num rolê de troca de casal me deixaram sozinho...
Lau: Sério? Comigo rolou o mesmo kkkkk. Que azarada a gente
Eu: Nossa que merda, a gente não pega uma. E ainda fiquei desse lado e não posso ir procurar eles porque foram pra área de casais. Você teria a fineza de me acompanhar pra eu achar eles?
Lau: Claro, por que não? Além disso, não conheço essa parte... onde fica?
Eu: Me segue que te levo pra conhecer e te apresento meus amigos.

Peguei na mão da minha sobrinha e saímos do box. Eu tentava ir na frente dela como se estivesse guiando, tentando que ela não me visse bem quando passávamos pela parte mais iluminada. Demos a volta e chegamos na entrada do setor, cumprimentei o segurança que cuida pra não entrar caras sozinhos, ele me olhou, olhou pra minha sobrinha e piscou um olho. A Lau quando passou deu boa noite e o segurança riu do quanto ela tava bebada. Entramos e fui direto pro fundo onde se via uma orgia sinistra, vários casais, todo mundo pelado, bagunça total. Parei na altura de um sofá onde tinha um casal transando, ela de quatro no sofá e o cara atrás, metendo no cu dela, os dois completamente nus. Sem soltar a mão da minha sobrinha, fiz ela dar um passo à frente e fiquei atrás dela, deixando ela parada do lado do casal pra ver bem a cena anal que tinha na frente.

Eu: Tá gostando desse setor?
Lau: Sim, parece um filme pornô. Coitada da gata, amanhã não vai conseguir sentar
Eu: Não curte sexo anal?
Lau: Curto sim.
Eu: Você tem uma bunda linda, imagino que todo mundo quer te comer.
Lau: Kkkkk é verdade, todo mundo quer minha bundinha pequena.
Eu: É que você tem um rabo lindo...

Assim que terminei de falar isso, desci uma mão e peguei uma nádega dela, fiquei apalpando bem por um tempo enquanto ela continuava olhando como estavam arrombando o cu da gata no sofá.
Eu: Vem, vamos mais pro fundo que acho que vi meus amigos...

Caminhamos pro fundo do lugar onde tinha um sofá vazio onde a queria levar. Quando chegamos no lugar livre, ficamos do lado de outro casal, o cara tava de pé e a gatinha sentada no sofá chupando a rola dele.
Laura: E seus amigos?
Eu: Não vejo eles no meio dessa multidão e do bêbado que eu tô, já perdi eles de vista haha. Você vê os seus?
Laura: Não, meus amigos tavam lá embaixo transando. Eu também tô tão bêbada que mal me aguento em pé.
Enquanto a gente conversava, minha sobrinha olhava a gatinha chupando a rola do cara, engolindo tudo. Eu aproveitei pra começar a acariciar a bunda dela de novo, mas dessa vez fui enfiando a mão por baixo da saia.
Eu: Imagino que com esse espetáculo você deve estar toda molhadinha, né?
Lau: haha, pode ser...
Eu: Você tem uma bunda muito linda, garota. Quero ver como a calcinha some no meio das suas nádegas.
Dito isso, fui levantando a saia dela devagar, deixando à mostra aquela bunda grande e carnuda. Minha sobrinha se deixava fazer, tava entregue. Acariciei as nádegas dela com uma mão e com a outra toquei a buceta por cima da calcinha, que tava molhada e quente. Enquanto passava a mão na minha sobrinha, sinto alguém tocando minha rola. Olho pra baixo e vejo que é a mão da Laura, que tinha jogado ela pra trás, apalpando meu volume.
Eu: Gostou?
Laura: Sim, tá dura.
Eu: Senta no sofá que vou te comer com a rola bem dura, você que deixou assim.
Laura: uhmmm, mas come minha buceta, pela bunda não quero.
Laura se mexeu e subiu no sofá, ajoelhando e apoiando as mãos, deixando aquela bunda carnuda, com a calcinha sumida entre as nádegas. Eu não acreditava, tinha a bunda enorme e empinada da minha sobrinha a centímetros, esperando eu terminar de colocar a camisinha pra meter na buceta molhada dela com minha pica dura. Terminei de colocar a camisinha, me aproximei e fui descendo a calcinha devagar, tirei ela completamente e guardei no bolso. Laura afastou um pouco as pernas, fazendo a buceta aparecer timidamente. lábios carnudos da buceta. Minha sobrinha era bem conchuda, uns lábios carnudos, bem fechados. Apoiei minhas mãos nas bochechas dela e as separei. Ahhh, a glória, o tesouro mais precioso apareceu na minha frente, um bumbum bem fechado, com um asterisco rosado e delicado. Fui aos poucos aproximando minha porra dura da buceta dela até encostar a cabeça nos lábios. Esfreguei a cabeça nos lábios e fui separando eles, ela estava encharcada e já dava pra ouvir os gemidos suaves quando sentia a cabeça da minha porra no clitóris dela. Não fiz ela sofrer muito e fui metendo, devagar mas sem parar, até minhas bolas baterem nas bochechas da raba dela. Sentia meu pau apertado, a Lau tinha uma buceta bem fechada e me deixava louco sentir ela assim. Comecei a comer ela devagar, aproveitando, tirando o pau até a cabeça e entrando de novo até o fundo, ouvindo como minha sobrinha gemia ao sentir minha porra entrando na buceta molhada dela. Comi minha sobrinha de quatro por um bom tempo, num ritmo lento mas intenso, me segurando nas bochechas dela e às vezes nos peitinhos dela, que ela tinha tirado pra fora baixando a regata. Ela gemia aproveitando a trepada, minha mão direita tava beliscando um mamilo dela mas num momento soltei e fui descendo em busca do clitóris dela. Enquanto metia a porra com a mão direita, fui masturbando o clitóris dela devagarinho por cima, queria que ela ficasse doida e gozasse. Meu objetivo não demorou, em poucos minutos que comecei a esfregar o clitóris dela ela começou a gozar como uma louca.... Laura: Ahhhhhh... Siiiiii..... continua... continua..... Filho da puta, você tá me fazendo gozar....AHHHH Enquanto a Lau gozava fiquei parado com o pau bem dentro da buceta dela, sentindo como ela se contraía e apertava meu pau. Quando ela se acalmou, tirou minha mão da buceta dela.... Lau: Para que não aguento mais. Fica parado um pouco porque eu vou morrer aqui.... Eu: Que lindo como você gozou, gostosa. Agora é minha vez de gozar mas quero gozar te comendo o cu Lau: Vai gozar agora? Eu: Sim garota, essa bunda com certeza me faz gozar na hora. Lau: beleza, então vai. Eu: "beleza, então vai" o quê...? Pede pra mim, garota.... Lau: haha, vai, come minha bunda. Enche minha bundinha pequena de porra Quase gozei ao ouvir as palavras dela. Tirei a pica da buceta da minha sobrinha, a camisinha estava encharcada de tão molhada que ela estava. Ela se ajeitou um pouco mais, levantando a bunda e abrindo as nádegas com uma mão, eu me inclinei e cuspi no buraquinho do cu, apoiei a cabeça da porra da pica e empurrei devagar. Quando empurrei um pouco, a pica escorregou e foi pra cima, a bunda dela estava bem fechada e a minha camisinha muito molhada. Segunda tentativa e aconteceu a mesma coisa. Eu: Que cu apertado, vai ser difícil entrar com a camisinha tão molhada assim. Lau: Pode ser, nunca ninguém comeu meu cu com camisinha Quando ela disse isso, nem pensei duas vezes e arranquei a camisinha, joguei pro lado e apoiei a pica de novo na bunda dela Eu: Essa não vai ser a primeira vez então. Vou encher teu cu de porra, garota Minha sobrinha riu e ficou quietinha, esperando eu encher o cu dela de porra como tinha prometido. Empurrei e aí sim, o cuzinho rosado da minha sobrinha foi se abrindo e a cabeça da minha pica foi entrando, fazendo a Lau gemer. Senti o cu da Lau se fechando quando a cabeça da pica terminou de entrar, eu tava dentro e aquele cu apertava como se quisesse prender ela e não deixar sair. Continuei empurrando devagar, tirando um pouco e entrando o dobro, quando senti as nádegas da bunda dela coladas em mim, não podia acreditar, tinha minha pica toda enfiada no cu da minha sobrinha. Sentir minha pica apertada pelo cu da Lau era a melhor coisa que se podia pedir. Me agarrei com as mãos na cintura dela e comecei a comer ela, cada vez mais forte, aumentando o ritmo do mete e tira. Queria aproveitar aquele cu, queria comer ele, queria arrebentar ele. Lau gemia forte e entre gemidos me dizia "assim, filho da puta, ahhh come meu cu"... "ahhh você tá arrebentando meu cu, caralho" Pra mim foi uma eternidade, nem sei quanto tempo durou a foda de cu que eu tava dando, mas chegou uma hora que eu não aguentava mais, sentia que toda minha porra tava se preparando pra sair... E saiu... Quando saiu o primeiro jato eu fiquei parado, com a pica bem metida no cu da minha sobrinha, sentindo a porra escorrer pra entrar bem na bunda dela. Continuei me mexendo devagar, soltando mais vários jatos de porra, enchendo o cu dela de leite como ela tinha me pedido. Quando saiu o último jato, me joguei pra frente, empurrando ela e caindo juntos no sofá.

Lau: uff, me matou, cara
Eu: Você que me matou. Tem uma bunda linda.
Lau: haha, valeu. Tira ela pra eu ir no banheiro
Eu: pera, me dá um segundo que não consigo mexer as pernas

A gente ficou deitado assim uns minutos, ela de bruços e eu por cima com a pica no cu dela. A pica foi amolecendo um pouco e aí eu tirei, saí de cima dela e sentei. Ela continuava deitada. Tentei me vestir mas não conseguia, fiquei exausto da foda, sentado no sofá de cueca e calça no tornozelo.

Lau: Viu minha calcinha fio dental por aí?
Eu: não, não vi, você mesma tirou.
Lau: ah, a puta da mãe não acho.

Levantei, comecei a subir a roupa e quando levantei a vista quase morri, na minha frente tinha uma garota parada...

Daiana: TIO?!?!
Laura se sentou e me olhou...
Lau: TIO ????
Eu: ehhhhh

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