Conociendo el cine Ideal (parte 2)

Continuando a experiência no cinema Ideal: Depois que um desconhecido promíscuo me entregou a bunda e eu não consegui gozar, fui pro saguão do cinema sentar nuns bancos e procurar scorts e travestis na internet pra me fazerem tirar a porra que vinha acumulando há uma semana. Enquanto isso, olhava o celular e muitos homens que subiam e desciam umas escadas que tinha na frente, logo na entrada do cinema. Aí guardei o celular e fui pra lá. Subo as escadas intrigado com o que vou encontrar, e descubro o famoso labirinto do cinema, tantas vezes li sobre ele mas nunca tive coragem de entrar. Continuo subindo as escadas e chego numa sala nova onde tava passando porno hétero, nada fora do comum, sento e fico olhando por uns minutos, levanto e vou embora. Ao descer as escadas de novo no primeiro andar, entro noutra sala menor, a que fica em frente ao labirinto, e não encontro nada do meu interesse. Já pra terminar de conhecer e ir embora, subo as escadas de novo, mas pra uma sala mais acima pra ver qual é. Chegando no meio das escadas, uma mulher me encara, o que me surpreendeu, vestida com um sutiãzinho que cobria uns peitinhos e uma saia curta que deixava a raba à mostra. Ela me dá um beijo e pergunta se eu queria me divertir por dois (dois mil pesos), eu digo que sim e a gente vai pra última sala lá em cima. A gente se acomoda num canto, sento e pago a tarifa dela, na hora ela mete a língua na minha boca e começamos a nos beijar tão gostoso, ela me engasgava com a língua enquanto eu tirava o pau da calça com uma mão e com a outra apalpava a bunda dela e — Surpresa! Não era mulher, mas isso não me importou nem um pouco. Ela pega uma camisinha, coloca em mim e começa a me fazer o boquete mais incrível daquele dia, engolia ele inteiro. Depois ela se levanta por cima de mim e me obriga a lamber os peitinhos dela, e eu faço com gosto, enquanto enfio a mão até a bunda dela, começo a enfiar um dedo, e ela grita de prazer bem alto, o que faz que uns velhos viessem ver o que a gente tava fazendo e bater punheta bem perto da gente. Eu continuo desejando a bunda dela, mas não metendo e tirando, e sim pressionando contra a parede, bem onde fica a próstata (trabalho na medicina e conheço anatomia) e ela começa a gritar de prazer na sala. A gente já não aguentava mais de tesão, ela se vira, encosta na parede e me manda comer ela, nem pensei duas vezes e enfiei toda a minha pica dura até o fundo do cu dela. Ela gritava de prazer enquanto eu metia, apertava os peitos dela e brincava com a bundinha pequena dela enquanto isso. Os velhos que chegaram perto se masturbavam vendo a gente, um deles eu vi de relance, onde um segundo velho chupava a pica dele enquanto nos via foder. Fiquei uns 10 minutos comendo aquela traveco afeminada, tiro a pica do cu dela, ela se vira e a gente volta a se beijar freneticamente enquanto eu batia uma pra ela gozar enquanto ela apertava minhas bolas. Não aguentei muito quando tirei a camisinha, joguei muita porra direto no chão da sala. Os velhos se afastaram e ela sussurra no meu ouvido que se divertiu pra caralho e eu respondi que também. Ela vai pra outro lado da mesma sala, um velho me pergunta quanto custava e eu falei dois mil. Fui no banheiro lavar as mãos, porque tinha me sujado de sêmen quando gozei. Saí do banheiro, desci as escadas mais relaxado, peguei minha mochila e fui embora do cinema. Lá fora encontro o promíscuo desconhecido que tinha me entregado a bunda e falei que a gente não tinha terminado o que começou lá dentro, ele diz que precisa ir trabalhar, e na esquina da Suipacha com Corrientes me despeço com "prazer em te conhecer". Depois fui pra Retiro de metrô e de lá de trem pra minha casa. Choripan, refrigerante no caminho e planejar o próximo cinema pra visitar.

2 comentários - Conociendo el cine Ideal (parte 2)

Excelente relato. Con mi esposa vamos seguido al ideal y se garcha cuanta pija dura encuentra.