Minha esposinha e o culto. Olá, eu e minha esposa, depois de muito tempo juntos e tentando resolver nossos problemas, decidimos frequentar uma igreja evangélica, mas a solução foi pior que o problema. Tudo começou em 2018, minha esposa na época tinha só 28 anos e eu 31. A gente namorava há 10 anos e, depois de um tempo, começaram os problemas, a gente vivia brigando. Uma amiga nos aconselhou a ir a uma igreja evangélica, pensamos e decidimos ir. Um dia, fomos muito bem recebidos e começamos a ir com mais frequência. Minha esposa é super gostosa, tem um corpo muito torneado, uns peitões, um rosto lindo, uma cintura de rainha e, o melhor, uma bunda enorme e uma buceta apertada. Eu via que os caras na igreja olhavam muito pra ela, mas não ligava, porque todo mundo era evangélico e eu não achava que eles tivessem pensamentos ruins. Depois de frequentar por 2 anos, a gente tinha se reprimido sexualmente, porque o pastor disse que sexo só se fazia de um jeito. Ela não me chupava mais, nem eu chupava a bunda ou a buceta dela, e acho que minha esposa foi reprimindo tudo isso. Um dia, decidimos casar, e aí começou meu problema, porque minha esposa teria que ir a um retiro espiritual o fim de semana inteiro antes de casar comigo. Ela iria na sexta e voltaria na terça, porque era feriado. O dia chegou e minha esposa foi, eu não podia ir porque iam limpar os pecados dela. E também não podia me comunicar com ela, nem por telefone. E, olha que surpresa, depois de um tempo, descobri o que aconteceu naquele retiro. Um amigo que já não fazia parte desse culto me contou tudo. Ele disse: "Cara, você não sabe o que aconteceu naquele dia. Olha, o ritual começou na sexta, deram as boas-vindas pra sua esposa e estavam todos os homens do culto. A única mulher era sua esposa. Trancaram ela num quarto pra rezar o dia inteiro de sexta. No sábado, começou uma reunião à tarde, e começaram a beber vinho e a conversar. Depois de terem bebido muitas garrafas, acho que umas 10 caixas de... Ele veio e, quando está meio bêbado, começam a dar penitências pra sua esposa, tipo ela ter que cantar e essas coisas. Depois de ficarem mais bêbados, começam a perguntar coisas pra ela confessar os pecados dela, e depois disso ela se liberta deles. A Amandita contou que, quando era criança, entrava no banheiro pra se tocar e que se masturbava com um travesseiro, e que desejava que comessem ela, e que você metia o pau no cu dela. Todo mundo olhava espantado com o que ela contava, e o pastor mandou ela se despir, já que ia libertá-la dos pecados. Ela começou a tirar a roupa e tirou o sutiã, e que peitos gostosos ficaram, e depois tirou a calcinha, e que rabo gostoso e uma buceta deliciosa.
Ele mandou a gente, um por um, chupar os peitos dela, e foi assim: um por um chupava os peitos dela, e eles ficaram durinhos, acho que de tesão. Depois ele mandou ela ficar de quatro, e a mesma coisa: cada um tinha que chupar o cu dela, e um por um chupamos o cu dela, era uma delícia, e ela começou a gemer e a se molhar toda. Depois ele mandou ela deitar de barriga pra cima, e um por um chupávamos a buceta dela, que por sinal tinha um gosto delicioso. Depois ele mandou ela ajoelhar, e a gente tinha que meter o pau na boca dela, um por um, e ela chupou todos os paus de todo mundo, e um por um a gente tinha que gozar na boca dela, e ela ficou escorrendo porra pra todo lado.
Depois ele disse que ela tinha que ir pro quarto dele, que ele já ia, e ela foi, e o pastor foi com ela. Ele saiu depois de um tempo e falou: "Pronto, entrem de dois em dois". E quando eu entrei, sua esposa tava amarrada na cama de quatro e com os olhos vendados, e um por um começamos a comer ela e a meter o pau na buceta dela. Ela só gritava e pedia mais. Um por um foi comendo ela, e abriram a buceta dela, acho que naquele dia ela provou mais de 20 paus. Depois de um tempo, todo mundo entrou, porque era um quarto grande e todo mundo cabia. Como ela tava amarrada e com os olhos vendados, não percebia. Todo mundo queria comer ela, e começaram a tocar os peitos dela e a querer abrir o cu dela, e o pastor perguntava se ela... Queria limpar os pecados dela, devia deixar que limpassem. Naquele momento, o sêmen escorria pra todo lado e ela disse: "Sim, limpem meus pecados". E o pastor falou: "Espera, eu vou deitar de barriga pra cima e você vai ter que sentar no meu pau, porque ele vai limpar seu pecado". Ela ia sentar e ele disse: "Não, tem que meter por trás". Não sei se sua esposa tava muito tarada, mas ela fez. E como tava toda molhada, foi entrando devagar até que a gente viu que só as bolas do pastor batiam na bunda da sua esposa. Ela foi enfiando mais e mais, e como tava de olhos vendados, não via quem tava ali. Depois pediu pra chegar outro e tirar os pecados da buceta dela. Eu cheguei e comecei a meter na buceta dela, e sua esposa começou a gritar e gemer, dizia pra gente limpar todos os pecados dela. O pastor falou: "Quanto mais forte a gente fizer, mais ela limpa". E foi assim, a gente metia forte e ela só pedia mais, e se mijava toda. Acho que ela teve mais de 20 orgasmos. Eu gozei, e depois veio outro, e outro, até todo mundo gozar. Sua esposa ficou largada na cama com o cu e a buceta bem abertos. No dia seguinte, repetiu, e no outro também. Acho que sua esposa naquele fim de semana ficou bem arrombada.
Eu disse que não acreditava, e ele falou: "Tenho provas". Pegou o celular e me mostrou essa foto, e disse: "Olha como ela ficou naquele dia". Eu só escutava e esperei minha esposa chegar pra perguntar. E o que ela confessou foi pior. Ela começou a chorar e me contar que não foi a única vez. Depois que a gente casou na igreja, o pastor mandava ela ir se confessar e acabava metendo no cu dela e gozando por trás. Toda vez que ele queria, comia ela, e cada vez queria dar no cu dela. Eu perguntei por que ela não me contou, e ela confessou, entre lágrimas, que gostava. Pediu pra eu sentar que ela ia contar. Eu, chocado, só escutava. Ela disse que aquele pastor era o diabo, que tinha comido todas as mulheres gostosas do culto, e que até um fim de semana que foram pra um retiro espiritual era mentira. A festa era algo escondido, era uma montagem e acabou virando um puteiro. Começaram a rezar e a beber vinho, mas tinha gosto de rum. Depois de duas horas, começou a perversão: começaram a chegar homens, e ele dizia que eram testemunhas, mas mentira, eram clientes. Mandou todas nós ficarmos de roupa íntima, e eu estava de sutiã e calcinha preta, e mandou a gente servir bebidas como se fôssemos putas. Um deles me deu um tapa na bunda, e o pastor disse pra eu ficar tranquila. Acho que por causa do licor, fiquei excitada e senti minha buceta ficar molhada, e deu vontade de dar, mas não demonstrei e continuei. Depois de um tempo, outro homem passou a mão na minha xota, e eu dei um tapa nele, mas por dentro eu gostei, acho que tava muito tarada. E depois de já estar bebada, outro homem me puxou e me sentou no colo dele. Não aguentei mais e acabei sentada no colo dele de calcinha, com a buceta super molhada. O homem esfregava o pau dele na minha bunda, e eu ficava cada vez mais tarada. Ele começou a falar umas coisas vulgares, tipo que eu era muito gostosa e que tinha uma bunda muito saborosa. Isso, em vez de me irritar, me deixava mais excitada e me sentia muito molhada, estava quase gozando. O homem colocou a mão na frente, puxou minha calcinha de lado e, com só dois dedos, me deu um orgasmo longo. Aí virei tipo uma empregada desse cara. Ele mandou eu ajoelhar e puxar o pau dele. Eu obedeci e não me importei com ninguém. Comecei a chupar ele e, com a outra mão, tocava minha buceta e lembrava quando você me faz chupar no local. Me perdoa, amor, eu dizia. Depois de chupar por um tempo e gozar várias vezes, percebi o quanto eu gosto de pau, não conseguia evitar. O homem disse pra gente ir pra um lugar mais reservado, e eu já não conseguia negar. Ele me levou pra um quarto e começou a chupar minha buceta, e dizia: "Você tá muito molhada, gostosa". Ele me tratava mal, e eu adorava. Ele me colocou de quatro e me penetrou. Foi delicioso. Eu gozava uma vez atrás da outra, sentia minha buceta escorrendo, e já meu cu pedia pau. Eu tinha virado uma viciada em anal, porque naquele dia, naquela fazenda, me transformaram assim. Peguei a pica daquele senhor que eu nem sabia o nome, montei em cima dela, abrindo todo o meu cu, e comecei a cavalgar. Já nem sabia mais quantas vezes tinha gozado, já tinha virado uma puta completa. Vinham na minha cabeça todas as vezes que abusaram de mim na igreja. Fiquei assim por um bom tempo, até que aquele senhor me fez ajoelhar e gozou na minha boca. Me perdoa, love, mas eu já gostava de leite na boca e engolia tudo. Depois disso, aconteceram muitas outras coisas, mas não quero que você me deixe. Minha esposa chorando me pedia perdão, e eu só escutava.
Ele mandou a gente, um por um, chupar os peitos dela, e foi assim: um por um chupava os peitos dela, e eles ficaram durinhos, acho que de tesão. Depois ele mandou ela ficar de quatro, e a mesma coisa: cada um tinha que chupar o cu dela, e um por um chupamos o cu dela, era uma delícia, e ela começou a gemer e a se molhar toda. Depois ele mandou ela deitar de barriga pra cima, e um por um chupávamos a buceta dela, que por sinal tinha um gosto delicioso. Depois ele mandou ela ajoelhar, e a gente tinha que meter o pau na boca dela, um por um, e ela chupou todos os paus de todo mundo, e um por um a gente tinha que gozar na boca dela, e ela ficou escorrendo porra pra todo lado.
Depois ele disse que ela tinha que ir pro quarto dele, que ele já ia, e ela foi, e o pastor foi com ela. Ele saiu depois de um tempo e falou: "Pronto, entrem de dois em dois". E quando eu entrei, sua esposa tava amarrada na cama de quatro e com os olhos vendados, e um por um começamos a comer ela e a meter o pau na buceta dela. Ela só gritava e pedia mais. Um por um foi comendo ela, e abriram a buceta dela, acho que naquele dia ela provou mais de 20 paus. Depois de um tempo, todo mundo entrou, porque era um quarto grande e todo mundo cabia. Como ela tava amarrada e com os olhos vendados, não percebia. Todo mundo queria comer ela, e começaram a tocar os peitos dela e a querer abrir o cu dela, e o pastor perguntava se ela... Queria limpar os pecados dela, devia deixar que limpassem. Naquele momento, o sêmen escorria pra todo lado e ela disse: "Sim, limpem meus pecados". E o pastor falou: "Espera, eu vou deitar de barriga pra cima e você vai ter que sentar no meu pau, porque ele vai limpar seu pecado". Ela ia sentar e ele disse: "Não, tem que meter por trás". Não sei se sua esposa tava muito tarada, mas ela fez. E como tava toda molhada, foi entrando devagar até que a gente viu que só as bolas do pastor batiam na bunda da sua esposa. Ela foi enfiando mais e mais, e como tava de olhos vendados, não via quem tava ali. Depois pediu pra chegar outro e tirar os pecados da buceta dela. Eu cheguei e comecei a meter na buceta dela, e sua esposa começou a gritar e gemer, dizia pra gente limpar todos os pecados dela. O pastor falou: "Quanto mais forte a gente fizer, mais ela limpa". E foi assim, a gente metia forte e ela só pedia mais, e se mijava toda. Acho que ela teve mais de 20 orgasmos. Eu gozei, e depois veio outro, e outro, até todo mundo gozar. Sua esposa ficou largada na cama com o cu e a buceta bem abertos. No dia seguinte, repetiu, e no outro também. Acho que sua esposa naquele fim de semana ficou bem arrombada.
Eu disse que não acreditava, e ele falou: "Tenho provas". Pegou o celular e me mostrou essa foto, e disse: "Olha como ela ficou naquele dia". Eu só escutava e esperei minha esposa chegar pra perguntar. E o que ela confessou foi pior. Ela começou a chorar e me contar que não foi a única vez. Depois que a gente casou na igreja, o pastor mandava ela ir se confessar e acabava metendo no cu dela e gozando por trás. Toda vez que ele queria, comia ela, e cada vez queria dar no cu dela. Eu perguntei por que ela não me contou, e ela confessou, entre lágrimas, que gostava. Pediu pra eu sentar que ela ia contar. Eu, chocado, só escutava. Ela disse que aquele pastor era o diabo, que tinha comido todas as mulheres gostosas do culto, e que até um fim de semana que foram pra um retiro espiritual era mentira. A festa era algo escondido, era uma montagem e acabou virando um puteiro. Começaram a rezar e a beber vinho, mas tinha gosto de rum. Depois de duas horas, começou a perversão: começaram a chegar homens, e ele dizia que eram testemunhas, mas mentira, eram clientes. Mandou todas nós ficarmos de roupa íntima, e eu estava de sutiã e calcinha preta, e mandou a gente servir bebidas como se fôssemos putas. Um deles me deu um tapa na bunda, e o pastor disse pra eu ficar tranquila. Acho que por causa do licor, fiquei excitada e senti minha buceta ficar molhada, e deu vontade de dar, mas não demonstrei e continuei. Depois de um tempo, outro homem passou a mão na minha xota, e eu dei um tapa nele, mas por dentro eu gostei, acho que tava muito tarada. E depois de já estar bebada, outro homem me puxou e me sentou no colo dele. Não aguentei mais e acabei sentada no colo dele de calcinha, com a buceta super molhada. O homem esfregava o pau dele na minha bunda, e eu ficava cada vez mais tarada. Ele começou a falar umas coisas vulgares, tipo que eu era muito gostosa e que tinha uma bunda muito saborosa. Isso, em vez de me irritar, me deixava mais excitada e me sentia muito molhada, estava quase gozando. O homem colocou a mão na frente, puxou minha calcinha de lado e, com só dois dedos, me deu um orgasmo longo. Aí virei tipo uma empregada desse cara. Ele mandou eu ajoelhar e puxar o pau dele. Eu obedeci e não me importei com ninguém. Comecei a chupar ele e, com a outra mão, tocava minha buceta e lembrava quando você me faz chupar no local. Me perdoa, amor, eu dizia. Depois de chupar por um tempo e gozar várias vezes, percebi o quanto eu gosto de pau, não conseguia evitar. O homem disse pra gente ir pra um lugar mais reservado, e eu já não conseguia negar. Ele me levou pra um quarto e começou a chupar minha buceta, e dizia: "Você tá muito molhada, gostosa". Ele me tratava mal, e eu adorava. Ele me colocou de quatro e me penetrou. Foi delicioso. Eu gozava uma vez atrás da outra, sentia minha buceta escorrendo, e já meu cu pedia pau. Eu tinha virado uma viciada em anal, porque naquele dia, naquela fazenda, me transformaram assim. Peguei a pica daquele senhor que eu nem sabia o nome, montei em cima dela, abrindo todo o meu cu, e comecei a cavalgar. Já nem sabia mais quantas vezes tinha gozado, já tinha virado uma puta completa. Vinham na minha cabeça todas as vezes que abusaram de mim na igreja. Fiquei assim por um bom tempo, até que aquele senhor me fez ajoelhar e gozou na minha boca. Me perdoa, love, mas eu já gostava de leite na boca e engolia tudo. Depois disso, aconteceram muitas outras coisas, mas não quero que você me deixe. Minha esposa chorando me pedia perdão, e eu só escutava.
3 comentários - Comenta se quer saber o que rolou