Aos 25 anos, eu ainda era virgem. Sempre tive vergonha de me despir na frente de uma mulher. Tenho micropênis — em ereção, mal chega a 7 centímetros. Me chamo Joan, sou baixinho, 1,57m. Mas a curiosidade me fez entrar em chats e sites de BDSM. Depois de várias conversas, sempre como submisso, a ideia de ser dominado me atraía. Numa dessas conversas, conheci a Ama Paola. Tive muitas conversas com ela e, depois de um bom tempo, já com confiança, expliquei minha situação. Ela me fez ver que a dominação poderia ser um jeito de encontrar prazer.
Um dia, recebi uma mensagem dela dizendo que ia rolar um encontro BDSM na casa de uma amiga, e que cada um levava seu submisso. Ela não tinha nenhum na época, e me perguntou se eu queria acompanhá-la. Depois de hesitar, decidi ir. Marcamos de nos encontrar uma semana antes num bar para nos conhecer. Pessoalmente, ela me pareceu uma mulher incrível. Combinamos o dia do encontro, quando ela passaria para me buscar.
Chegamos a um chalé nos arredores da cidade. Lá dentro, já tinham chegado alguns, que foram me apresentados. Todo mundo se conhecia, eu era a única novidade. Enquanto esperávamos os outros, ficamos conversando animadamente. Quando todos chegaram, começaram com o protocolo. Eram 5 Amas, 1 Amo, 3 submissas e 5 submissos.
Entramos num quarto grande com vários objetos e uma cama enorme. Duas das submissas saíram vestidas bem putinhas: minissaia bem curta, saltos altos e lingerie completa com liga e meia. A outra só de lingerie. Nós, submissos, ficamos só de cueca. Elas se ajoelharam na nossa frente. Depois de uma pequena inspeção, por eu ser o novato, a Ama Inês — que era a voz de comando e dona da casa — me mandou levantar.
— Vamos ver a nova aquisição.
Ela começou a me inspecionar.
— Vamos ver o que tem aqui — disse, puxando minha cueca pra baixo — Hummm, isso é o quê? Hahaha, nasceu uma espinha na sua bucetinha, putinha. Errou de lugar. Foxy, você deveria estar ajoelhada na minha frente. Fiquei paralisado e morrendo de vergonha, sem conseguir articular uma palavra. — Vou buscar algo mais adequado pra você. Não demorou pra voltar. — Levanta uma perna, agora a outra. Viu, assim você fica mais gostosa. Uma linda calcinha rosa e agora um sutiã bonito. Deixei me vestir sem reclamar, não ousava abrir a boca. — Paola, acho que a gente devia terminar de vestir sua submissa juntas. Os outros já podem se entreter com seus brinquedos. Me levaram pra outro quarto e começaram a me vestir como as outras submissas: primeiro prenderam minha pequena rola numa gaiola de castidade, depois cinta-liga, meias, um vestido de empregada francesa rosa e uns saltos altos. Por último, mesmo eu tendo cabelo comprido, colocaram uma peruca também rosa e, entre as duas, me maquiaram. — O que acha, Paola? Essa puta ficou linda, né? — Sim, uma sissy linda. Só falta um nome. Acho que vou chamar ela de Jessi. — O que acha, Jessi? Gostou da mudança? Me olhei no espelho e todos os meus traços masculinos... só via uma mulher feminina e sexy vestida assim. Não respondi. — O que foi, Foxy? A puta comeu sua língua? — Não sei, não esperava por isso, falei gaguejando. — E o que você esperava com essa coisinha entre as pernas? Você vai render mais como puta submissa. Bom, vamos voltar pros outros. Entramos no outro quarto. — Já temos a puta Jessi pronta. O que acham? De joelhos, Foxy. Ajoelhado na frente de todo mundo, me olhando, senti uma vergonha imensa. — Vamos começar o jogo. Vocês quatro, fiquem na frente dessa puta e abaixem a cueca. Na minha frente, os quatro ficaram com o pau de fora. — Vamos ver, puta. Você tem que escolher uma. Qual pau você mais gosta? — Senhora, eu não gosto de rola. — Já experimentou alguma? — Não, senhora. — Então como tem tanta certeza de que não gosta? — É óbvio, senhora, sou homem. O único Amo que tinha falou: — Quem trouxe essa puta? — Fui eu, Albert, disse Paola. — Me deixa com ela esta tarde. — Se você quiser... É toda sua, cedo ela pra você pra sempre.
— Já ouviu, sua puta? Sou seu novo Dono — ele disse, pegando no meu queixo e me forçando a olhar pra ele. — Eu gosto de sissies vadias, vocês são mais submissas e obedientes. Vou te ensinar qual é o seu lugar, disciplina e obediência.
Pegou umas cordas de uma prateleira e amarrou meus braços nos meus tornozelos, me deixando de joelhos do jeito que eu estava. Se colocou na minha frente.
— Então você não gosta de paus.
— Não, senhor.
— Vamos ter que verificar isso.
Ele desabotoou a calça e baixou junto com a cueca, deixando o pau dele a uns dois palmos do meu rosto.
— O que achou do meu?
— Não sei, senhor.
— Você não gosta?
— Não.
— Não tem vontade de chupar ele?
— Não, senhor.
— Mas você vai chupar porque eu estou mandando.
— Não, senhor, não quero fazer isso.
Ele pegou na minha cabeça, me puxou pra perto e esfregou o pau na minha cara toda. Amarrada do jeito que eu tava, não conseguia resistir.
— Para, por favor, me dá nojo.
— Aqui quem manda sou eu. Abre a boca.
— Não.
— Abre a boca, sua puta.
E me deu um tapa na cara.
— Não quero, por favor, me deixa ir.
— Abre a boca.
Outro tapa. Chorando, eu abri a boca.
— Muito bem, puta, assim é melhor. Olha na minha cara, quero que você me veja enquanto vai entrando, pra você entender que eu sou seu macho e você é minha puta. E não ousa me morder.
Ele colocou a ponta na minha boca e foi enfiando devagar, enquanto meus olhos lacrimejavam olhando pra ele. Ele segurava minha cabeça e continuava num vai e vem, fodendo minha boca.
— Você gosta, né, foxy? Vai, chupa ele. Tem que fazer por vontade própria e porque eu estou mandando.
Aquela humilhação tava me excitando, me sentir dominada por aquele Dono me dava tesão. E eu continuei chupando aquele pau sem ele precisar me forçar mais, embora ele ainda controlasse meus movimentos com uma mão na minha cabeça. Era eu que tava chupando o pau, minha boca foi enchendo daquele líquido viscoso que ele ia soltando.
— Continua assim, foxy, você tá indo muito bem. Ainda bem que essa puta não gostava de paus, já paguei por algumas que foram bem mais difíceis de fazer funcionar. De joelhos. Não mais de um minuto depois, ele empurrou minha cabeça com força e foi quando senti uma descarga forte na minha boca e ela se enchendo de porra, e eu não conseguia engolir. — Vai, puta, engole o néctar do seu dono, bem boa, puta. Não consegui engolir tudo, e o que não deu escorreu pelo canto da boca. Os últimos jatos de sêmen, ele me segurando pelo cabelo e me fazendo olhar pra cara dele, jogou na minha cara. — Que gostosa, você gostou, né? — Não sei, senhor. — Essa resposta não vale. Sim ou não. — Sim, senhor. — Assim que eu gosto. Essa vai ser sua posição natural quando estiver comigo. — Sim, senhor. Ele mesmo me levantou do jeito que eu estava amarrada e me deitou na maca, deixando minha bunda na beirada. — Chegou a hora de te fazer uma mulher bem comida. — Não, isso não, senhor, por favor, sou um homem, não sou viado. — Claro que não é viado, você é uma simples puta. Olha como você está vestida e com a cara cheia de porra. E sim, vou te foder. Enquanto falava, ele ia colocando uma camisinha. — Não, por favor, isso não, não quero que me foda. — Cala a boca, puta, aqui quem manda sou eu. Ele continuou, afastou minha calcinha pra um lado, passou alguma coisa no meu cu e passou no pau dele. Com os pés pra cima, apoiados nos ombros dele, ele se aproximou e eu senti uma pressão forte abrindo caminho dentro de mim e dor ao mesmo tempo. Eu reclamava, mas ele não ligava, metia um pouco e tirava, até que... — Já tá toda dentro, puta, agora é se divertir. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. A vista que eu tinha era de mim mesma de pernas abertas, com elas pra cima, e meu dono entre elas fodendo meu cu dolorido com um vai e vem contínuo. — Você tem uma buceta bem apertada, gostosa. — Para, por favor, tá doendo. Ele não ligava, me olhava sorrindo, enquanto aos poucos a dor foi sumindo. — Olha só, a puta já está gemendo, parece que já gostou. — Sim, mas por favor, para. — Kkkk, agora que você gostou, puta, quer que eu pare? Quero ouvir você dizer da sua boca que gostou e que é minha puta e quer que eu te foda gostoso. — Sim, porra, eu gostei, sou sua puta. — Muito bem. Bem, viu assim? É assim que eu gosto de você: submissa e obediente. Você vai ser bem vadia, eu sei disso, e eu vou te guiar.
— Sim, senhor, o que o senhor quiser.
— Bem, assim que eu gosto.
Enquanto gemia igual uma raposa, veio meu primeiro orgasmo, onde gozei uma, duas e até três vezes, até que meu senhor gozou. Aí ele tirou, colocou minha calcinha direitinho, tirou a camisinha, desamarrou minhas mãos das minhas pernas.
— Fica de joelhos.
— Sim, senhor.
— Mirian, traz uma coleira pra essa vadia. Mirian era a submissa do meu novo senhor.
— Sim, senhor.
Ela entregou a coleira, que ele colocou no meu pescoço.
— Essa coleira significa que eu te aceito como submissa e a união entre nós dois, senhor e submissa. Isso quer dizer que você vai acatar todas as minhas ordens o tempo todo. Quero você submissa e obediente. Qualquer atitude que eu não gostar, você será castigada.
— Sim, senhor.
— Bem, agora me acompanha até o banheiro, mas de quatro, igual a vadia que você é.
Eu o segui até o banheiro. Na minha frente, ele começou a mijar e, quando terminou, mandou eu sentar.
— Vamos, vadia, agora mija você.
Eu me levantei, olhei pra baixo. Lá estava eu, vestida toda de rosa, de empregadinha. Levantei a saia, abaixei um pouco a calcinha, vi aquela jaulinha de castidade ali colocada e sentei pra mijar.
— Essa é a diferença entre você e eu: homens de verdade mijam em pé, e as putas mijam sentadas.
Ele se colocou do meu lado com o pau pra fora e na mão, empurrou minha cabeça na direção dele e eu comecei a chupar de novo, ali sentada no vaso. Embora ele mantivesse uma mão na minha cabeça, fui eu quem tomou a iniciativa o tempo todo e chupei com gosto.
— Já vi que você assumiu rapidinho seu lugar. Vou te viciar em pau, pode acreditar, não vai faltar. Faço muitos encontros com amigos.
Um tempo depois, eu estava de novo com a boca cheia de porra. Ele tirou o pau da minha boca e me olhou.
— Muito bem, vadia, você está indo bem. Agora limpa direitinho sua virilha promíscua e volta pra mim.
Ele me deixou sozinha e saiu. Me lavei e voltei pra perto dele, me ajoelhando ao lado.
— Sabe que ser minha submissa e vadia tem umas condições, né? Obrigações da sua parte.
– Sim, senhor.
– Primeiro, você me deve submissão e obediência, e tem que estar disponível pra mim sempre que eu quiser. Você concorda? E me chame de amo.
– Sim, amo.
– Segundo, você vai ser minha puta, minha escrava sexual pro meu prazer e diversão, ou pra quem eu mandar.
– Sim, amo.
– Por último, na sua casa você vai sempre se vestir adequadamente como mulher. A partir de hoje, só vai usar calcinha o tempo todo.
– Mas, amo, no meu trabalho não posso ir só de calcinha.
– O que você faz?
– Administrativo, amo.
– Tem colegas mulheres no seu trabalho?
– Sim, amo.
– E elas podem ir de calcinha pro trabalho?
– Sim, amo, óbvio.
– Então não é proibido usar, né?
– Não, amo.
– Então não vejo problema em você usar. Entendido?
– Sim, amo, o que o senhor mandar.
– Você tem roupa de mulher?
– Não, amo.
– Então vai ter que comprar.
– Sim, amo.
Depois disso, fui amarrada, penetrada com dildos e fodida de novo pelo meu amo. Mais tarde, fui vestida por ordem do meu amo pela Mirian, com uma minissaia que mal cobria minha bunda.
– É tarde e já é hora de ir – disse meu amo, se dirigindo às outras amas – e quero levar essas duas vadias pra farrear um pouco.
– Amo, eu queria ir pra casa. Assim não posso sair na rua.
– Você vai e sai na rua do jeito que eu quiser.
– Sim, amo.
Levei a roupa com que cheguei lá numa bolsa. Eu estava como hipnotizada, obedecendo meu amo em tudo. Ele não falava alto, mas tinha uma voz autoritária, e quando se dirigia a mim, me fazia sentir submissa e obediente, até que acabei sendo possuída, transformada numa mulher, na puta dele. E foi assim que saí daquele apartamento vestida de puta pra ele.
Um tempo de carro, ele parou na porta de uma balada. Saímos do carro e ele nos levou, as duas, bem agarradas na nossa bunda. Dentro do clube, ele nos levou pra um camarote onde tinham mais três homens, que ele cumprimentou com entusiasmo. Era uma sala com um vidro que dava pra ver o povo dançando lá fora.
– Bom, aqui apresento minha nova submissa, Jessi. Há pouco tempo ela estreou coleira, travesti e bem puta.
– Vai ter que... Vê se é tão puta quanto parece, vem aqui, Foxy, ajoelha na minha frente. O homem tava sentado num sofá, olhei pro meu dono e ele concordou com a cabeça. — Vai, puta, mostra pra ele, chupa ele. — Sim, senhor. Eu me ajoelhei na frente dele, tirei o pau dele eu mesma e comecei a chupar, tava mamando nele quando uma mão pegou na minha cabeça e me empurrou pra outro dos homens, que já tava com o pau na mão e enfiou na minha boca enquanto eu continuava batendo uma pro outro. Depois de uns minutos, ele tirou o pau da minha boca e foi o outro homem que enfiou o dele de novo, enquanto eu chupava ele, o outro me pegou pela cintura e me levantou, nem precisou subir a minissaia porque ela já não cobria minha bunda, afastou minha calcinha pro lado e meteu de uma vez. Fiquei assim um tempão com um pau na boca e outro fodendo meu cu, até que o que tava sentado gozou tudo na minha boca. Mas não parou por aí, enquanto meu dono se divertia com a Mirian, o terceiro homem entrou na brincadeira e por uma hora chupei os três paus e fui fodida sem dó por todos os três. Eu não tinha vontade própria, só obedecia e me deixava dominar como uma boa submissa e puta. Depois de um pouco mais de uma hora, meu amor disse que era hora de ir pra casa, que já tinha visto o bastante de mim, e assim, vestida daquele jeito, meu dono me levou até em casa. — Bom, puta, já chegou em casa. — Senhor, não posso entrar assim, algum vizinho pode me ver. — Isso não é problema meu, você entra na sua casa como o que é: uma puta. E é assim que quero você sempre vestida em casa, e quando precisar dos seus serviços, você vai sair vestida assim, seja a hora que for. — Mas, senhor... — Nem senhor nem porra nenhuma, sai do carro agora, Foxy. Saí nervosa do carro, com medo de algum vizinho me ver, mas já era madrugada. Entrei no prédio, peguei o elevador e lá me vi refletida no espelho: a imagem de uma mulher. Doze horas antes, eu tinha saído de casa um cara normal, bem vestido e virgem, e voltei vestindo uma minissaia, lingerie de renda e salto alto, depois de ter mamado quatro paus. Buceta, o estômago cheio de porra e desvirgada, fodida por 4 caras. Entrei no apê e a primeira coisa que fiz foi ir no banheiro, tava com vontade de mijar. Tive que fazer sentada, com a calcinha na altura do joelho por causa da jaula de castidade que meu dono tinha deixado em mim. A calcinha tava toda encharcada das minhas próprias gozadas. Tirei, lavei bem minha entreperna, limpei a calcinha como deu e coloquei de novo, toda molhada. Não dava pra trocar, não tinha outra. Aquele domingo passei inteira vestida assim. No meio da tarde, meu dono pediu uma foto pra confirmar que eu ainda tava com a mesma roupa e a mesma calcinha. Fui trabalhar no dia seguinte com ela. Comecei o trampo nervosa, sentia que meus colegas iam perceber que eu tava de calcinha. Não parava de arrumar a camisa por dentro da calça. Mas durante a manhã, fiquei excitada pensando se minhas colegas também usavam calcinha de renda igual a minha, tão sexy. E terminei o dia com ela molhada só de pensar nisso, sem poder me tocar por causa da jaula de castidade, acabei toda molhada que nem uma mulher.
Um dia, recebi uma mensagem dela dizendo que ia rolar um encontro BDSM na casa de uma amiga, e que cada um levava seu submisso. Ela não tinha nenhum na época, e me perguntou se eu queria acompanhá-la. Depois de hesitar, decidi ir. Marcamos de nos encontrar uma semana antes num bar para nos conhecer. Pessoalmente, ela me pareceu uma mulher incrível. Combinamos o dia do encontro, quando ela passaria para me buscar.
Chegamos a um chalé nos arredores da cidade. Lá dentro, já tinham chegado alguns, que foram me apresentados. Todo mundo se conhecia, eu era a única novidade. Enquanto esperávamos os outros, ficamos conversando animadamente. Quando todos chegaram, começaram com o protocolo. Eram 5 Amas, 1 Amo, 3 submissas e 5 submissos.
Entramos num quarto grande com vários objetos e uma cama enorme. Duas das submissas saíram vestidas bem putinhas: minissaia bem curta, saltos altos e lingerie completa com liga e meia. A outra só de lingerie. Nós, submissos, ficamos só de cueca. Elas se ajoelharam na nossa frente. Depois de uma pequena inspeção, por eu ser o novato, a Ama Inês — que era a voz de comando e dona da casa — me mandou levantar.
— Vamos ver a nova aquisição.
Ela começou a me inspecionar.
— Vamos ver o que tem aqui — disse, puxando minha cueca pra baixo — Hummm, isso é o quê? Hahaha, nasceu uma espinha na sua bucetinha, putinha. Errou de lugar. Foxy, você deveria estar ajoelhada na minha frente. Fiquei paralisado e morrendo de vergonha, sem conseguir articular uma palavra. — Vou buscar algo mais adequado pra você. Não demorou pra voltar. — Levanta uma perna, agora a outra. Viu, assim você fica mais gostosa. Uma linda calcinha rosa e agora um sutiã bonito. Deixei me vestir sem reclamar, não ousava abrir a boca. — Paola, acho que a gente devia terminar de vestir sua submissa juntas. Os outros já podem se entreter com seus brinquedos. Me levaram pra outro quarto e começaram a me vestir como as outras submissas: primeiro prenderam minha pequena rola numa gaiola de castidade, depois cinta-liga, meias, um vestido de empregada francesa rosa e uns saltos altos. Por último, mesmo eu tendo cabelo comprido, colocaram uma peruca também rosa e, entre as duas, me maquiaram. — O que acha, Paola? Essa puta ficou linda, né? — Sim, uma sissy linda. Só falta um nome. Acho que vou chamar ela de Jessi. — O que acha, Jessi? Gostou da mudança? Me olhei no espelho e todos os meus traços masculinos... só via uma mulher feminina e sexy vestida assim. Não respondi. — O que foi, Foxy? A puta comeu sua língua? — Não sei, não esperava por isso, falei gaguejando. — E o que você esperava com essa coisinha entre as pernas? Você vai render mais como puta submissa. Bom, vamos voltar pros outros. Entramos no outro quarto. — Já temos a puta Jessi pronta. O que acham? De joelhos, Foxy. Ajoelhado na frente de todo mundo, me olhando, senti uma vergonha imensa. — Vamos começar o jogo. Vocês quatro, fiquem na frente dessa puta e abaixem a cueca. Na minha frente, os quatro ficaram com o pau de fora. — Vamos ver, puta. Você tem que escolher uma. Qual pau você mais gosta? — Senhora, eu não gosto de rola. — Já experimentou alguma? — Não, senhora. — Então como tem tanta certeza de que não gosta? — É óbvio, senhora, sou homem. O único Amo que tinha falou: — Quem trouxe essa puta? — Fui eu, Albert, disse Paola. — Me deixa com ela esta tarde. — Se você quiser... É toda sua, cedo ela pra você pra sempre.
— Já ouviu, sua puta? Sou seu novo Dono — ele disse, pegando no meu queixo e me forçando a olhar pra ele. — Eu gosto de sissies vadias, vocês são mais submissas e obedientes. Vou te ensinar qual é o seu lugar, disciplina e obediência.
Pegou umas cordas de uma prateleira e amarrou meus braços nos meus tornozelos, me deixando de joelhos do jeito que eu estava. Se colocou na minha frente.
— Então você não gosta de paus.
— Não, senhor.
— Vamos ter que verificar isso.
Ele desabotoou a calça e baixou junto com a cueca, deixando o pau dele a uns dois palmos do meu rosto.
— O que achou do meu?
— Não sei, senhor.
— Você não gosta?
— Não.
— Não tem vontade de chupar ele?
— Não, senhor.
— Mas você vai chupar porque eu estou mandando.
— Não, senhor, não quero fazer isso.
Ele pegou na minha cabeça, me puxou pra perto e esfregou o pau na minha cara toda. Amarrada do jeito que eu tava, não conseguia resistir.
— Para, por favor, me dá nojo.
— Aqui quem manda sou eu. Abre a boca.
— Não.
— Abre a boca, sua puta.
E me deu um tapa na cara.
— Não quero, por favor, me deixa ir.
— Abre a boca.
Outro tapa. Chorando, eu abri a boca.
— Muito bem, puta, assim é melhor. Olha na minha cara, quero que você me veja enquanto vai entrando, pra você entender que eu sou seu macho e você é minha puta. E não ousa me morder.
Ele colocou a ponta na minha boca e foi enfiando devagar, enquanto meus olhos lacrimejavam olhando pra ele. Ele segurava minha cabeça e continuava num vai e vem, fodendo minha boca.
— Você gosta, né, foxy? Vai, chupa ele. Tem que fazer por vontade própria e porque eu estou mandando.
Aquela humilhação tava me excitando, me sentir dominada por aquele Dono me dava tesão. E eu continuei chupando aquele pau sem ele precisar me forçar mais, embora ele ainda controlasse meus movimentos com uma mão na minha cabeça. Era eu que tava chupando o pau, minha boca foi enchendo daquele líquido viscoso que ele ia soltando.
— Continua assim, foxy, você tá indo muito bem. Ainda bem que essa puta não gostava de paus, já paguei por algumas que foram bem mais difíceis de fazer funcionar. De joelhos. Não mais de um minuto depois, ele empurrou minha cabeça com força e foi quando senti uma descarga forte na minha boca e ela se enchendo de porra, e eu não conseguia engolir. — Vai, puta, engole o néctar do seu dono, bem boa, puta. Não consegui engolir tudo, e o que não deu escorreu pelo canto da boca. Os últimos jatos de sêmen, ele me segurando pelo cabelo e me fazendo olhar pra cara dele, jogou na minha cara. — Que gostosa, você gostou, né? — Não sei, senhor. — Essa resposta não vale. Sim ou não. — Sim, senhor. — Assim que eu gosto. Essa vai ser sua posição natural quando estiver comigo. — Sim, senhor. Ele mesmo me levantou do jeito que eu estava amarrada e me deitou na maca, deixando minha bunda na beirada. — Chegou a hora de te fazer uma mulher bem comida. — Não, isso não, senhor, por favor, sou um homem, não sou viado. — Claro que não é viado, você é uma simples puta. Olha como você está vestida e com a cara cheia de porra. E sim, vou te foder. Enquanto falava, ele ia colocando uma camisinha. — Não, por favor, isso não, não quero que me foda. — Cala a boca, puta, aqui quem manda sou eu. Ele continuou, afastou minha calcinha pra um lado, passou alguma coisa no meu cu e passou no pau dele. Com os pés pra cima, apoiados nos ombros dele, ele se aproximou e eu senti uma pressão forte abrindo caminho dentro de mim e dor ao mesmo tempo. Eu reclamava, mas ele não ligava, metia um pouco e tirava, até que... — Já tá toda dentro, puta, agora é se divertir. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. A vista que eu tinha era de mim mesma de pernas abertas, com elas pra cima, e meu dono entre elas fodendo meu cu dolorido com um vai e vem contínuo. — Você tem uma buceta bem apertada, gostosa. — Para, por favor, tá doendo. Ele não ligava, me olhava sorrindo, enquanto aos poucos a dor foi sumindo. — Olha só, a puta já está gemendo, parece que já gostou. — Sim, mas por favor, para. — Kkkk, agora que você gostou, puta, quer que eu pare? Quero ouvir você dizer da sua boca que gostou e que é minha puta e quer que eu te foda gostoso. — Sim, porra, eu gostei, sou sua puta. — Muito bem. Bem, viu assim? É assim que eu gosto de você: submissa e obediente. Você vai ser bem vadia, eu sei disso, e eu vou te guiar.
— Sim, senhor, o que o senhor quiser.
— Bem, assim que eu gosto.
Enquanto gemia igual uma raposa, veio meu primeiro orgasmo, onde gozei uma, duas e até três vezes, até que meu senhor gozou. Aí ele tirou, colocou minha calcinha direitinho, tirou a camisinha, desamarrou minhas mãos das minhas pernas.
— Fica de joelhos.
— Sim, senhor.
— Mirian, traz uma coleira pra essa vadia. Mirian era a submissa do meu novo senhor.
— Sim, senhor.
Ela entregou a coleira, que ele colocou no meu pescoço.
— Essa coleira significa que eu te aceito como submissa e a união entre nós dois, senhor e submissa. Isso quer dizer que você vai acatar todas as minhas ordens o tempo todo. Quero você submissa e obediente. Qualquer atitude que eu não gostar, você será castigada.
— Sim, senhor.
— Bem, agora me acompanha até o banheiro, mas de quatro, igual a vadia que você é.
Eu o segui até o banheiro. Na minha frente, ele começou a mijar e, quando terminou, mandou eu sentar.
— Vamos, vadia, agora mija você.
Eu me levantei, olhei pra baixo. Lá estava eu, vestida toda de rosa, de empregadinha. Levantei a saia, abaixei um pouco a calcinha, vi aquela jaulinha de castidade ali colocada e sentei pra mijar.
— Essa é a diferença entre você e eu: homens de verdade mijam em pé, e as putas mijam sentadas.
Ele se colocou do meu lado com o pau pra fora e na mão, empurrou minha cabeça na direção dele e eu comecei a chupar de novo, ali sentada no vaso. Embora ele mantivesse uma mão na minha cabeça, fui eu quem tomou a iniciativa o tempo todo e chupei com gosto.
— Já vi que você assumiu rapidinho seu lugar. Vou te viciar em pau, pode acreditar, não vai faltar. Faço muitos encontros com amigos.
Um tempo depois, eu estava de novo com a boca cheia de porra. Ele tirou o pau da minha boca e me olhou.
— Muito bem, vadia, você está indo bem. Agora limpa direitinho sua virilha promíscua e volta pra mim.
Ele me deixou sozinha e saiu. Me lavei e voltei pra perto dele, me ajoelhando ao lado.
— Sabe que ser minha submissa e vadia tem umas condições, né? Obrigações da sua parte.
– Sim, senhor.
– Primeiro, você me deve submissão e obediência, e tem que estar disponível pra mim sempre que eu quiser. Você concorda? E me chame de amo.
– Sim, amo.
– Segundo, você vai ser minha puta, minha escrava sexual pro meu prazer e diversão, ou pra quem eu mandar.
– Sim, amo.
– Por último, na sua casa você vai sempre se vestir adequadamente como mulher. A partir de hoje, só vai usar calcinha o tempo todo.
– Mas, amo, no meu trabalho não posso ir só de calcinha.
– O que você faz?
– Administrativo, amo.
– Tem colegas mulheres no seu trabalho?
– Sim, amo.
– E elas podem ir de calcinha pro trabalho?
– Sim, amo, óbvio.
– Então não é proibido usar, né?
– Não, amo.
– Então não vejo problema em você usar. Entendido?
– Sim, amo, o que o senhor mandar.
– Você tem roupa de mulher?
– Não, amo.
– Então vai ter que comprar.
– Sim, amo.
Depois disso, fui amarrada, penetrada com dildos e fodida de novo pelo meu amo. Mais tarde, fui vestida por ordem do meu amo pela Mirian, com uma minissaia que mal cobria minha bunda.
– É tarde e já é hora de ir – disse meu amo, se dirigindo às outras amas – e quero levar essas duas vadias pra farrear um pouco.
– Amo, eu queria ir pra casa. Assim não posso sair na rua.
– Você vai e sai na rua do jeito que eu quiser.
– Sim, amo.
Levei a roupa com que cheguei lá numa bolsa. Eu estava como hipnotizada, obedecendo meu amo em tudo. Ele não falava alto, mas tinha uma voz autoritária, e quando se dirigia a mim, me fazia sentir submissa e obediente, até que acabei sendo possuída, transformada numa mulher, na puta dele. E foi assim que saí daquele apartamento vestida de puta pra ele.
Um tempo de carro, ele parou na porta de uma balada. Saímos do carro e ele nos levou, as duas, bem agarradas na nossa bunda. Dentro do clube, ele nos levou pra um camarote onde tinham mais três homens, que ele cumprimentou com entusiasmo. Era uma sala com um vidro que dava pra ver o povo dançando lá fora.
– Bom, aqui apresento minha nova submissa, Jessi. Há pouco tempo ela estreou coleira, travesti e bem puta.
– Vai ter que... Vê se é tão puta quanto parece, vem aqui, Foxy, ajoelha na minha frente. O homem tava sentado num sofá, olhei pro meu dono e ele concordou com a cabeça. — Vai, puta, mostra pra ele, chupa ele. — Sim, senhor. Eu me ajoelhei na frente dele, tirei o pau dele eu mesma e comecei a chupar, tava mamando nele quando uma mão pegou na minha cabeça e me empurrou pra outro dos homens, que já tava com o pau na mão e enfiou na minha boca enquanto eu continuava batendo uma pro outro. Depois de uns minutos, ele tirou o pau da minha boca e foi o outro homem que enfiou o dele de novo, enquanto eu chupava ele, o outro me pegou pela cintura e me levantou, nem precisou subir a minissaia porque ela já não cobria minha bunda, afastou minha calcinha pro lado e meteu de uma vez. Fiquei assim um tempão com um pau na boca e outro fodendo meu cu, até que o que tava sentado gozou tudo na minha boca. Mas não parou por aí, enquanto meu dono se divertia com a Mirian, o terceiro homem entrou na brincadeira e por uma hora chupei os três paus e fui fodida sem dó por todos os três. Eu não tinha vontade própria, só obedecia e me deixava dominar como uma boa submissa e puta. Depois de um pouco mais de uma hora, meu amor disse que era hora de ir pra casa, que já tinha visto o bastante de mim, e assim, vestida daquele jeito, meu dono me levou até em casa. — Bom, puta, já chegou em casa. — Senhor, não posso entrar assim, algum vizinho pode me ver. — Isso não é problema meu, você entra na sua casa como o que é: uma puta. E é assim que quero você sempre vestida em casa, e quando precisar dos seus serviços, você vai sair vestida assim, seja a hora que for. — Mas, senhor... — Nem senhor nem porra nenhuma, sai do carro agora, Foxy. Saí nervosa do carro, com medo de algum vizinho me ver, mas já era madrugada. Entrei no prédio, peguei o elevador e lá me vi refletida no espelho: a imagem de uma mulher. Doze horas antes, eu tinha saído de casa um cara normal, bem vestido e virgem, e voltei vestindo uma minissaia, lingerie de renda e salto alto, depois de ter mamado quatro paus. Buceta, o estômago cheio de porra e desvirgada, fodida por 4 caras. Entrei no apê e a primeira coisa que fiz foi ir no banheiro, tava com vontade de mijar. Tive que fazer sentada, com a calcinha na altura do joelho por causa da jaula de castidade que meu dono tinha deixado em mim. A calcinha tava toda encharcada das minhas próprias gozadas. Tirei, lavei bem minha entreperna, limpei a calcinha como deu e coloquei de novo, toda molhada. Não dava pra trocar, não tinha outra. Aquele domingo passei inteira vestida assim. No meio da tarde, meu dono pediu uma foto pra confirmar que eu ainda tava com a mesma roupa e a mesma calcinha. Fui trabalhar no dia seguinte com ela. Comecei o trampo nervosa, sentia que meus colegas iam perceber que eu tava de calcinha. Não parava de arrumar a camisa por dentro da calça. Mas durante a manhã, fiquei excitada pensando se minhas colegas também usavam calcinha de renda igual a minha, tão sexy. E terminei o dia com ela molhada só de pensar nisso, sem poder me tocar por causa da jaula de castidade, acabei toda molhada que nem uma mulher.
3 comentários - Sumisa feminizada y emputecida