Patricia bocejou ruidosamente no Uber que a trazia de volta do aeroporto pra casa. Tinham sido quase 8 horas de voo e 6 fusos horários diferentes, e o corpo dela tava sentindo. O motorista, um cara de meia-idade, moreno e de cabelo bagunçado, dividia os olhares entre a estrada e as pernas bem torneadas da aeromoça gostosa e madura com tanta insistência que já tava deixando ela desconfortável. A vibração de uma mensagem nova no celular tirou ela do semi-letargo e ela puxou o aparelho da bolsa pra ler. "Preciso viajar de emergência por uns dias pra Turim. Temos uma treta com umas aquisições e temos que ir hoje. Te explico depois, beijos" seguido de "Cuida da Cristina que vai ficar sozinha em casa" dizia o texto. Era o Ricardo, o marido dela. Não surpreendeu ela em nada e, com um toque de cansaço, guardou o celular de volta na bolsa. Depois de um longo trajeto onde o motorista do Uber tentou sem sucesso puxar conversa fiada, Patricia finalmente chegou em casa. Em algum ponto da viagem, tentou falar com a Cristina pra ver se ela tava em casa, e a filha respondeu com uma mensagem seca: "Não tô em casa. Tô no shopping novo comprar um tênis e uns shorts. Beijos". Suspirando resignada, fechou os olhos, sabendo que o cara ia se esbaldar olhando pra ela com olhos de tesão e talvez mais tarde naquela noite, ia bater uma pensando nela como o objeto das fantasias que nunca iam se realizar. Patricia só sorriu com a imaginação exagerada dele e decidiu que não ligava pro que passasse ou deixasse de passar na cabeça do sujeito. E aqui tava ela finalmente em casa, recém-tomada um banho e enrolada só num roupão largo, esperando a filha voltar do shopping. Imaginou que ela tinha comprado as coisas pra começar a ir na academia, como fazia sempre que começava as férias, que era o caso agora. Lembrou que a Pamela tinha ido viajar com os pais dela pra visitar uns tios por três semanas e percebeu que sentia falta das formas túrgidas da sua jovem escrava, que tantas emoções tinha despertado nele nas últimas semanas. Imaginou beijando aqueles peitos duros e juvenis, acariciando aquela bucetinha molhada e mal coberta por um pelo incipiente, e começou a se excitar, enfiando quase sem perceber a mão por baixo do roupão para acariciar o próprio peito como prelúdio de uma sessão de sexo imaginária...
Patrícia ouviu o barulho da porta da entrada se abrindo e, apressada, correu para a sala, encontrando Cristina, que a recebeu com um abraço efusivo. Cristina, sua filha, estava radiante, vestindo uma blusa leve que ela mesma tinha dado de aniversário e uma calça jeans justa no corpo. Sentiu o calor do corpo da jovem e estremeceu por dentro ao rodear sua cintura fina com os braços e sentir a pele da filha sob o contorno da blusa. Fechou os olhos e imaginou o corpo de Pamela se contorcendo como uma gazela enquanto transavam apenas algumas semanas atrás, e um breve lampejo de remorso surgiu na sua cabeça. De repente, se sentiu envergonhada, como se a filha pudesse adivinhar seus pensamentos.
— Como você está, mãe? Como foi sua viagem? — perguntou Cristina com um sorriso largo.
— Bem, filha. Cansativo como sempre, mas você sabe como é.
— Sim, imagino. O que você pretende fazer hoje? Sabia que meu pai viajou esta manhã?
— Sim, ele me disse. Agora mesmo quero arrumar algo pra gente comer e depois gostaria de passar um tempo com você, se não se importa.
— Claro que não me importo. Aonde você quer ir?
— Na verdade, não quero sair, só estou a fim de uma tarde tranquila em casa...
— Quer que a gente veja um filme aqui?
— Claro, adoraria, filha. Que filme você gostaria de ver?
— O que você quiser, mãe. Você é a convidada de honra hoje — disse Cristina, finalmente se soltando do abraço.
— Bom, que tal uma comédia romântica da Netflix? como as que a gente gosta, e enquanto a gente pede uma pizza pra nós duas?
— Parece perfeito pra mim, mãe. — Disse Cristina, dando um beijo na bochecha dela. Patricia estremeceu de novo, e Cristina se afastou pra pegar o telefone e ligar pra pizzaria preferida dela (aquela mesma do conto anterior da nossa amiga cheia de vontades, Cristina).
A tarde passou tranquila, comeram uma pizza que, pra ela, foi inesperadamente deliciosa, e uma Coca Booty gelada e borbulhante que também curtiu pra caramba antes de ambas se recolherem pros seus quartos.
___
Já tava quase escurecendo quando Patricia finalmente se instalou no quarto dela com um pote cheio de pipoca e um filme com uma trama que prometia, mas que tava pausado, quando Cristina entrou. Ela tava de shortinho elástico que tinha comprado naquela mesma tarde e uma camisa preta cropped que destacava a pele morena dela e a forma curvilínea da cinturinha. O cabelo molhado indicava que ela tinha acabado de tomar banho, e ela se deitou do lado de Patricia pra curtir o filme que tinham escolhido enquanto comiam a pizza.
Patricia se acomodou no lugar dela, decidida a aproveitar aquele momento mãe e filha, quando sentiu um sono incontrolável tomando conta dos olhos. O cansaço venceu, e ela apagou de vez. Quando abriu os olhos de novo, já era noite, e o despertador mostrava 12h32 da madrugada. Uma claridade fraca vinha da TV, que continuava ligada, com luz suficiente pra ver o contorno do corpo da filha ao lado dela. A respiração calma indicava que ela também tinha dormido vendo o filme, ou talvez pegado o cansaço da mãe.
Cristina tava encolhida, com o rosto virado pra mãe. Um mecha rebelde do cabelo dela cobria metade do rosto, e a blusa cropped tinha subido um pouco, mostrando o começo dos peitos, que subiam e desciam devagar no ritmo da respiração. evidenciando sua falta de apoio.
Patricia aproximou o rosto ao de Cristina para verificar se ela estava dormindo e sentiu o calor do ar que ela respirava em seu nariz. Um leve cheiro de pipoca e o odor do seu creme de banho lhe trouxeram aquela sensação que tivera naquela mesma tarde quando a abraçou, sentiu sua respiração compassada, seus olhos fechados e se perguntou que sonhos lhe permitiam transmitir tanta paz. Com muita lentidão, aproximou ainda mais o rosto até que a distância entre as duas era mínima. Sua intenção original era poder vê-la de perto, mas ao se aproximar do rosto da jovem, percebeu que aquilo mais parecia um quase beijo em toda a forma e notou, para seu desespero, que começava a ficar excitada sem saber ao certo por quê. Quase por vontade própria, sua mão trêmula tocou a barriga exposta da garota, sem que ela desse sinais de vida. Sentiu novamente o calor da sua pele e seus dedos começaram a percorrer a distância da cintura à barriga até chegar ao início dos seus seios. Sentia uma necessidade imperiosa de tocá-los com a mão, mas teve medo de acordá-la e continuou acariciando-a apenas com um leve toque do dedo. Seus lábios, por sua vez, encorajados pelo avanço da mão, moveram-se aquele pequeno espaço que faltava e sentiram o contato daqueles lábios adolescentes proibidos. "O que você está fazendo?", perguntou-se entre sonhos, mas continuou com aquele contato leve, embora diabólicamente excitante, que já começara a molhar sua buceta quase sem querer.
Patricia sentiu, ou pelo menos achou que sentiu, que a respiração de Cristina ficava mais agitada e profunda, e continuou subindo a mão até roçar o mamilo endurecido da garota. Com o polegar e o indicador como uma pinça, apertou-os levemente, intensificando o contato. Cristina se agitou em seu sono e Patricia afastou o rosto do de sua filha, mesmo enquanto continuava com seu intento em direção aos peitos da garota. Cristina se mexeu um pouco mais e deixou Sua posição quase fetal para ficar deitada de barriga pra cima no meio da cama. A mão de Patricia pareceu ganhar vida própria de novo e recuou, descendo pela barriga e cintura dela até parar rapidamente na beirada do elástico do short. Agora era a respiração dela que tava muito ofegante e parecia que a batida do coração fazia um eco ensurdecedor no quarto inteiro. "Para, sua puta de merda. É sua filha que você tá prestes a tocar" gritava o eu interior dela com uma voz cada vez mais fraca. Hesitou por uns dois minutos com a mão na cintura da Cristina, sentindo como a mão subia e descia no ritmo da respiração dela. Um resquício de razão sussurrava pra ela parar, mas a voz foi ficando cada vez mais baixa à medida que a excitação dela continuava crescendo.
Finalmente, Patricia fingiu que ia se virar e aproveitou o movimento súbito pra enfiar a mão por baixo da roupa da Cristina. Pra surpresa dela, percebeu que a filha não tava usando nada por baixo do shortinho e sentiu o arrepio dos pelinhos pubianos dela na ponta dos dedos. Pareceu ouvir um gemido abafado da boca da Cristina e continuou o trajeto, já sem escrúpulos, até tocar os lábios da buceta da menina. Tavam muito molhados, do jeito que ela imaginou que os seus também estariam, e fazendo uma leve pressão com o dedo indicador, enfiou ele de novo dentro da buceta da Cristina. Sentiu ela se arquear na cama e ficou parada como se o mundo tivesse parado de repente. Tirou devagar pra acariciar o botãozinho discreto do clitóris dela com a ponta do dedo, arrancando um sussurro, quase um ronronar dos lábios da Cristina. Continuou o movimento pra baixo de novo pra tocar os lábios da buceta dela e sentiu eles ainda mais molhados e lubrificados, tanto que sem nenhum esforço, conseguiu fazer o dedo deslizar de novo dentro daquele paraíso juvenil e proibido.
Timidamente, o indicador da Patrícia começou uma penetração lenta, enfiando e tirando o dedo pelas paredes molhadas da buceta de Cristina, sentindo o próprio prazer e excitação se transmitirem através daquele contato. Os gemidos, no início quase imperceptíveis, de Cristina ficaram mais evidentes por entre seus lábios fechados e pela tensão do corpo que se sacudia a cada investida mais ousada de Patrícia. Sem pensar muito, ela acelerou o movimento da mão até sentir o corpo da filha arquear na cintura, seguindo o ritmo daquele dedo invasor, seus lábios fortemente apertados formando um biquinho de prazer contido. Não demorou muito para que a mãe sentisse a mão ficar toda molhada e um grito finalmente escapasse da boca de Cristina, enquanto seu corpo se contorcia, incapaz de aguentar tantas sensações que aquelas carícias invasoras estavam provocando.
Quando Cristina finalmente ficou quieta de novo, Patrícia se afastou, na expectativa, sem saber o que viria a seguir entre as duas. Estava com tesão, envergonhada, sonolenta e surpresa consigo mesma. Será que a filha ia reclamar por ela ter passado dos limites daquele jeito? Será que ia se jogar em cima dela para devorar sua boca com a mesma paixão? Ou será que ia chorar de remorso por aquele prazer inesperado e proibido?
Passaram-se mais de dois minutos naquele silêncio cheio de expectativa, com Cristina imóvel ao lado, de olhos fechados, voltando lentamente à respiração compassada. Aos poucos, Patrícia percebeu que aquela situação não ia mudar e que o tesão dela estava diminuindo de intensidade, então decidiu se levantar e ir ao banheiro para satisfazer suas próprias vontades reprimidas. Ao se tocar, sentiu o quanto também estava molhada e foi para o banheiro, fechando a porta. Lá dentro, se masturbou furiosamente, apertando os lábios para não gemir com o prazer intenso que o atrito provocava. Bastaram uns dois minutos para que gozasse de forma brutal na quietude do banheiro, ficando Exausta e assustada com o que tinha acabado de acontecer. Quando voltou pra cama, Cristina já não estava mais lá. No lugar dela, só a marca do corpo dela nos lençóis, e Patricia sentiu uma culpa e um cansaço tomarem conta dela. O que será que Cristina tava pensando? Por que ela foi pro quarto dela sem falar sobre o que rolou? O que ia ser dessa relação que só nessas semanas tinha começado a melhorar? Sem conseguir achar respostas pra nenhuma dessas perguntas, Patricia decidiu dar ouvido ao cansaço e aceitar as consequências do que pudesse acontecer no dia seguinte. E sem querer pensar em mais nada naquela noite. Apagou de vez e dormiu fundo.
______
Na manhã seguinte, ela acordou com um ânimo melhor, já sem os efeitos do fuso horário, e levantou com uma fome danada. Como uma enxurrada de memórias soltas, veio a lembrança da noite anterior, e ela ficou com medo de sair do quarto e dar de cara com a filha. As mesmas perguntas que ela tinha feito na noite passada ainda martelavam na cabeça dela, e ela não fazia a menor ideia de como explicar o comportamento dela. Tímida, ela espiou pela porta do quarto e ouviu barulhos vindo da cozinha, onde com certeza Cristina tava preparando o café da manhã dela. Isso, ou só tava procurando uma faca ou algo afiado pra dar o que ela merecia.
Ela andou como sonâmbula pelos poucos metros que separavam o quarto dela da cozinha e entrou decidida a encarar o que viesse. De cabeça baixa, ouviu a voz da filha:
- Oi, dorminhoca. Como você dormiu? Conseguiu descansar da viagem? - Disse Cristina, toda animada.
- Sim... - respondeu Patricia, meio confusa, levantando o rosto pra finalmente ver ela. Cristina tava sorrindo com aquele mesmo sorriso radiante do dia anterior, como se nada tivesse acontecido. Ela ainda tava usando a mesma blusa de barriga de fora, o shortinho curto e umas pantufas do Eeyore.
- Te preparei café da manhã, mãe. Fiz os ovos do jeito que você gosta. - A garota apontou, mostrando os dois pratos e a xícara de café. fumegantes que estavam sobre a mesa.
— Valeu, filhinha, você é um amor. — Disse Patricia sentando-se à mesa. Deu um gole no café e achou bem forte, mas não falou nada pra não deixá-la chateada. Provou os ovos mexidos com bacon e os achou mais gostosos, agradecendo internamente por poder comê-los sem precisar fingir.
— De nada, queria te agradecer pela festa de aniversário que você fez pra mim e não tinha tido chance. — Respondeu Cristina.
— Não tem que agradecer nada, minha filha. — Adorei ver que você se divertiu.
Depois de um breve silêncio entre as duas, ocupadas em devorar o café da manhã, Patricia pigarreou antes de fazer outra pergunta:
— Filha, o que aconteceu ontem à noite? — disse quase mastigando as palavras, como se não quisesse que escapassem da boca.
— Que você apagou cinco minutos depois do filme começar. Kkkk. — Respondeu Cristina sem segurar o riso. — Eu também dormi antes de terminar, acordei lá pela meia-noite e achei que você tivesse no banheiro, então resolvi ir pro meu quarto pra deixar você descansar à vontade.
— Me surpreendeu você ter ido embora assim. — Aprofundou Patricia desconfiada, sem ousar perguntar mais.
— Achei que você ia querer descansar, e como eu durmo meio doida, kkkkk... — Respondeu Cristina sorrindo. Patricia respirou mais aliviada e continuaram tomando café em silêncio até Cristina perguntar:
— Ei, mãe... já que meu pai não tá, cê acha que a gente podia sair hoje à noite pra comemorar minha maioridade?
— Claro que sim, filha. Adoraria sair com você. O que você tem em mente?
— Sei lá, um lugar tranquilo, acho...
— Bom, mas nem tão tranquilo, hein? Não tô tão velha assim...
— Kkkkk, eu sei, me falaram de um que talvez a gente goste e que fica perto da zona hoteleira.
— Achei ótimo. Melhor ainda, como parte do seu aniversário, vamos naquele shopping que abriu e te compro uma roupa pra noite, que tal? - Sim, valeu, mãe! - exclamou a jovem se levantando pra abraçar a mãe pelo pescoço num abraço forte. Patricia sentiu a maciez do corpo da filha apertada nas suas costas e sentiu uma corrente de prazer atravessar rapidamente o corpo dela. "Tô louca, definitivamente" pensou enquanto recebia um beijo estalado na bochecha. Levantou-se apressada, se livrando do abraço da filha com a desculpa de levar o prato pra pia.
_____
Eram 9:30 da noite quando Cristina e Patricia entraram na balada que tinham escolhido pra comemorar a maioridade da jovem. O lugar tava lotado, apesar de ser quinta-feira, com todas as mesas ocupadas. Cristina tinha escolhido uma minissaia preta curta que ficava de matar, e uma blusa rosa claro meio transparente que destacava o sutiã preto também, tudo isso completado com uns saltos altos que fizeram uma boa parte dos presentes virar pra olhar ela com admiração e tesão mal disfarçado. Patricia, por sua vez, usava uma saia também curta, mas um pouco mais discreta, e uma blusa florida que destacava os peitos bem proporcionados dela.
- Mãe, se alguém perguntar, não fala que você é minha mãe. Somos colegas de trabalho, tá?
- Hahaha, que criativa, Cristina. Tá bom, vou entrar na sua onda. - disse Patricia animada, pegando a filha pelo braço.
No fundo do lugar tinha uma mesa com dois lugares disponíveis. Tava ocupada por um casal de meia-idade que parecia estar se divertindo pra caramba. Ele, um cara de uns quarenta e poucos anos, com uma barriguinha leve não muito grande, e ela um pouco mais nova, com certeza entre 30 e 35 anos. A outra opção era um par de jovens que descaradamente olhavam pras duas com vontade de comer elas ali mesmo, e dava pra ver que já tavam bêbados fazia um tempão.
Patricia se aproximou do casal e perguntou se eles davam chance delas sentarem junto. O cara, com um sorrisão, convidou elas pra Elas se sentaram, mas não sem antes soltar um olhar de admiração que, apesar de tudo, não pareceu desconfortável, direcionado a elas.
Conforme a noite passava e, embaladas pelos coquetéis que iam bebendo, começaram a conversar entre si. O cavalheiro se chamava Roberto e era o marido de Karla, com quem estava casado há 4 anos. Estavam de visita, já que eram dos Estados Unidos e tinham decidido tirar duas semanas de férias que terminavam no dia seguinte. O voo deles estava marcado para a 1 da tarde do dia seguinte e eles tinham resolvido experimentar a vida noturna da cidade antes de voltar para casa. Ambos eram muito agradáveis e abertos, e uma boa química rolou entre os quatro. Patricia não conseguiu deixar de notar os olhares que Roberto lançava para Cristina de vez em quando, que, no entanto, não pareciam incomodar Karla, ou pelo menos ela não demonstrava. Também percebeu as bochechas vermelhas de Cristina e a voz cada vez mais atrapalhada, como prova de que os drinques que ela tinha tomado estavam fazendo efeito.
— E o que acharam do clima até agora? — perguntou Patricia. Ela tinha Karla à sua direita, e Roberto estava na frente; à sua esquerda, Cristina estava sentada, que também ficava à direita de Roberto.
— Sinceramente, até agora, tá bom. Não temos do que reclamar. — Essa cidade foi muito hospitaleira com a gente. E vocês saem juntas sempre? — disse Roberto, sorrindo enquanto pegava a mão da esposa de forma carinhosa.
— Na verdade, é a primeira vez que saímos juntas, somos colegas de trabalho. Estamos comemorando o aniversário de Cristina — respondeu Patricia, virando-se para olhar para Cristina com cumplicidade.
— Vocês duas são muito gostosas. Devem ter pretendentes de sobra, imagino — disse Roberto, pegando a mão de Cristina com intimidade, como se a conhecesse há tempos. A garota não disse nada ao sentir o toque da mão do homem.
— Bom, não vou negar, mas agora eu... Tô bem assim onde tô." — Respondeu Patrícia.
"E você, gostosa. Quantos corações já quebrou?" — perguntou, virando pra olhar Cristina sem soltar a mão dela.
"Rá rá rá, nenhum. Não tenho namorado por enquanto." — Respondeu Cristina. A mentira caiu muito bem enquanto vinha à mente dela o rosto do namorado na cena em que tinham fodido ela em cima dele.
"Então ninguém vai se incomodar se eu te chamar pra dançar, né?" — Disse Roberto se levantando e fazendo um gesto teatral enquanto oferecia a mão pra garota, aproveitando que tinha começado a sequência de músicas lentas. Cristina pegou a mão dele e foram pra pista de dança com a garota apetitosa rebolando sensualmente as cadeiras apertadas naquela minissaia preta curta que continuava atraindo olhares lascivos masculinos... e uns femininos também, como os da "amiga" Patrícia, que não conseguiu evitar admirar o quanto a filha dela tava sexy.
Tinham passado duas ou três músicas, tempo em que ela ficou batendo papo animado com Karla, quando Patrícia sentiu um toque no ombro. Um jovem, bonito de se ver, mas com sinais de estar bem alterado, estendia a mão num gesto mudo de convite pra dançar. A mulher madura hesitou uns segundos, mas finalmente decidiu aceitar o convite, motivada pelo apetitoso que os bíceps do rapaz pareciam. Chegaram na pista e ela sentiu o abraço firme do garoto na cintura, girando no ritmo da música. Um dos acompanhantes do rapaz aproveitou pra convidar Karla também, que aceitou de bom grado, deixando a mesa vazia. Patrícia, meio tonta e excitada pelo roçar do corpo com o garoto, se deixava levar aos poucos. Num desses giros, ela viu Cristina firmemente abraçada com Roberto, enquanto parecia que ele sussurrava algo no ouvido dela. A mão do homem descansava um pouco abaixo da cintura dela, já em território que dava pra considerar nível bunda. Cristina não parecia... não se importar com o gesto atrevido do Roberto e o abraçou de volta com os dois braços em volta do pescoço dele. Patricia, por sua vez, sentiu o hálito quente do seu par de dança e o volume que começava a se formar na virilha dele, apertando firme contra a dela. Sentiu a bucetinha dela despertar do torpor quando sentiu a mão do jovem apertando com força as nádegas dela à vista de todo mundo. Virou-se pra ver se ninguém tinha reparado e descobriu a Karla beijando o outro jovem num amasso intenso que parecia chamar a atenção do resto dos dançarinos. De repente, sentiu a mão do acompanhante enfiando por baixo da saia dela e o roçar do dedo dele tentando entrar na buceta dela, mesmo com a barreira da calcinha molhada. No meio do tesão, Patricia, ainda com um resto de decência que lhe sobrava, se sentiu indignada e, tirando a mão dele, se afastou do jovem, deixando ele sozinho com as mãos de polvo no meio da pista. Antes de voltar pra mesa, olhou pra Karla, que continuava no amasso intenso, e procurou com o olhar a Cristina, que ainda estava abraçada e dançando num ritmo meio lento com o Roberto. Quando terminou o ciclo de músicas românticas, Cristina e Roberto voltaram pra mesa, onde Patricia matava a saudade do vodka tônico quase vazio. Roberto sentou de novo ao lado da Cristina, pegando a mão dela de novo como se estivesse marcando território. De repente, Patricia percebeu que a Karla, em vez de voltar a sentar na mesa com eles, estava acompanhando o jovem com quem dançava apaixonadamente. A jovem senhora não só o acompanhava, como estava sentada no colo dele enquanto o cara a segurava pela cintura, conversando animadamente e acariciando o pescoço dela com a mão livre. Roberto seguiu o olhar da Patricia e localizou a mulher dele, mas não fez nenhum gesto de desconforto ou surpresa. "Desculpa", murmurou Patricia sem voz, e Roberto só deu de ombros. — A Karla tem os próprios jeitos dela de buscar diversão e, às vezes, encontra alguém que a tire da monotonia. — Disse finalmente, depois que um silêncio constrangedor se formou entre os três.
— Mas isso, não te incomoda? — perguntou Patrícia. Cristina seguia o rumo da conversa, mas parecia mais interessada em libertar sua oitava piña colada do cativeiro do copo.
— Seria muito pretensioso da minha parte achar que sou dono dessas pernas maravilhosas e dessas tetas lindas que a natureza teve a bondade de dar a ela, hehehe. — Gosto que minha mulher se sinta dona e senhora de si mesma e curta isso.
— Mesmo que seja com outros? — Perguntou Patrícia mais por obrigação, já que a resposta estava bem na frente dos olhos dela, com o jovem beijando-a apaixonadamente na mesa da frente, enquanto o acompanhante que tinha dançado com Patrícia acariciava descaradamente as tetas dela. Roberto virou o rosto e deu de ombros, num sinal de aceitação tácita.
— Me contem sobre vocês. — Disse Roberto. — Como é possível que um par de gostosas como vocês estejam sem parceiro? Os homens daqui são cegos?
— Não, é que nós também somos donas de nós mesmas... — disse Patrícia.
— Igual a Karla. — completou Cristina, levantando a mão para bater um high five com a mãe por cima da mesa.
— Ah, entendi. Olhem só. A gente vai se retirar daqui a pouco, mas se vocês quiserem, ou se vocês toparem, como dizem por aqui, a gente tem um par de garrafas que ficaram ontem no quarto e podemos tomar pra continuar conversando mais um tempo, se não estiverem cansadas. O que acham?
— Eu adoro a ideia. — Apressou-se em dizer Cristina. — E você, mãe... digo, Patrícia?
— Não sei, Cristina, com certeza eles têm que fazer os preparativos pra viagem amanhã...
— Não se preocupem com a gente, a gente descansa no voo.
— Tá bom, mas só mais um pouquinho. — Concordou Patrícia.
Roberto se virou e fez um sinal pra Karla, que, tirando a mão do jovem da cintura dela, se levantou da mesa dos jovens, deixando eles surpresos e tarados quando já estavam bem animados. A saia amassada da Karla e a maquiagem borrada mostravam aquele momento quente que eles tinham se dado poucos minutos antes.
— Vamos embora, meu amor. — Disse Roberto, como quem cumprimenta, passando o braço na cintura da mulher. Não era pergunta nem pedido, mas uma ordem direta que a mulher obedeceu sem reclamar.
— Claro, amor. A Cristina e a Patty vão com a gente?
— Espero que sim. — Respondeu Roberto, e virou pra olhar Patricia, que concordou em silêncio.
________
Os quatro saíram do lugar, não sem antes aguentar os pedidos insistentes dos jovens da mesa, e foram andando até o hotel, que ficava a umas duas quadras na avenida principal. Cristina andava tropeçando, por causa da bebedeira e dos saltos altos que usava, e se apoiava de vez em quando em Roberto, que no fim acabou segurando ela pela cintura, sob o olhar satisfeito da esposa. Atravessaram o lobby do hotel e chegaram no elevador, onde Roberto apertou o botão do oitavo andar.
Quando finalmente chegaram no quarto do hotel, se depararam com uma decoração luxuosa, um minibar, um sofá grande e uma cama king size no meio do quarto. No fundo, dava pra ver uma sacada que dava pra rua que tinham acabado de passar, e do lado da porta, as malas já prontas pra partir no dia seguinte. Roberto serviu um drinque de uísque com soda e gelo pra todo mundo, e eles retomaram a conversa, agora sem o barulho da música da balada.
— E você, Karla, o que faz da vida? — Perguntou Patricia.
— Sou só uma dona de casa, amiga.
— Tudo menos só, meu amor. — Disse Roberto, arrastando as palavras. — Você é uma esposa maravilhosa, sabe disso, né?
— Sei sim, meu marido.
— E como vocês dois se conheceram, pombinhos? — Perguntou Patricia de novo. Os quatro tinham se sentado no sofá, com Cristina na ponta, e Roberto no meio dela e da Karla, com Patricia do lado. Com muito custo, sentada na margem oposta. Roberto tinha a mão na perna de Cristina, mexendo distraidamente até chegar na borda da minissaia dela enquanto conversava. Patricia sentiu uma mistura de medo e tesão ao olhar para onde toda aquela situação parecia estar indo.
— Ela era uma escort e eu a contratava pra fazer uns trabalhos pra mim...
— Que tipo de trabalhos? — perguntou Cristina, confusa, talvez pelo álcool ou pela ingenuidade juvenil.
— Ele tava comendo ela por dinheiro. — respondeu Patricia, sem rodeios e sem cerimônia. Todos caíram na gargalhada.
— Uau, que história interessante. E quando você decidiu que ela seria sua esposa? — aprofundou Patricia, genuinamente interessada no rumo que a conversa tinha tomado.
— Quando convidei ela pra fazer um ménage com uma das colegas dela, Patricia. — disse Roberto, e completou: — Você não tem ideia do quanto minha esposa é boa no sexo com outra mulher.
— Obrigado, querido, mas você vai fazer Patricia corar com essas suas putarias. — disse Karla, interferindo.
— Eu não coro, Karla, só fico surpresa porque nunca fiz isso com outra mulher. — mentiu Patricia. — Não tenho certeza se ia gostar.
— E você, Cristina. Já fez com outra mulher? — perguntou Roberto. Os quatro estavam sentados no sofá grande no meio da sala. Roberto na ponta, Cristina, Patricia e, por último, Karla, encostada no braço do sofá com a bunda levemente apoiada na perna de Patricia.
— Não, nunca. Acho que não teria coragem. — disse ela, adotando a ingenuidade de uma garota de 18 anos, como se fosse a presa de caçadores experientes.
— Ninguém sabe do que é capaz até tentar, querida. — pressionou Roberto, acariciando a perna dela. — Todo mundo tem uma primeira vez, acredite ou não. Até a minha mulher gostosa. — disse Roberto, terminando com uma gargalhada que ecoou no quarto.
— Para, Roberto. Você vai deixar nossos convidados desconfortáveis. — interferiu Karla. Te proponho um trato, Cristina. Você decide até onde quer ir se aceitar. — Convidou Roberto.
— Do que se trata? — perguntou Cristina, desconfiada, mas ao mesmo tempo excitada.
— Te proponho que vendemos seus olhos e vê se consegue adivinhar quem é a pessoa que está te tocando. — Disse Roberto. Patricia deu um sobressalto bem na hora em que tomava mais um gole da bebida, mas Karla só sorriu na expectativa, pois conhecia os detalhes das brincadeiras do marido.
— Não sei, sério, não pensem que sou uma freira, mas...
— Você decide até onde, Cristina. — insistiu Roberto, apoiado por Karla.
— Não vamos te deixar nas mãos desse velho tarado, não se preocupa.
Cristina virou para olhar Patricia buscando aprovação e se deparou com um olhar cheio de desejo da mãe, em parte pelo álcool ingerido e em parte pela perspectiva de ver a filha sendo apalpada por um casal que até horas atrás eram perfeitos desconhecidos para elas.
— Como você quiser, Cristina. Lembra que o que acontece aqui, fica aqui. — Disse, esperando que a garota captasse a mensagem velada de discrição.
— Tá bom. — aceitou Cristina finalmente. — O que eu tenho que fazer?
— Só ficar parada enquanto a Karla coloca essa faixa no seu rosto. — Respondeu Roberto enquanto Karla remexia na mala de onde tirou uma faixa cor de vinho, que colocou em Cristina assim que ela se levantou do sofá. Patricia a contemplou dos pés à cabeça, passando pelas pernas esbeltas e os peitos que se agitavam na expectativa do que viria depois.
— Fecha seus olhos e sente, Cristina. Tenta imaginar de quem é a mão que vai te tocar agora. — Disse Roberto, dando espaço para Karla se aproximar da garota. Ela se posicionou atrás dela e acariciou seus seios com ambas as mãos, roçando-os por cima da blusa.
— Hmm, acho que é a Karla. — Disse Cristina, sem conseguir evitar que escapasse um gemido suave ao falar.
— Muito bem, Cristina. Você acertou. Agora sente estas. mãos pra ver se você identifica.
Dessa vez foi o próprio Roberto que, ajoelhando na frente da mina, deixou a mão vagar pela panturrilha dela, passando pelo joelho trêmulo e na perna um pouco acima da saia, sem ainda chegar na buceta dela.
— Hummm, essa mão teve que ser sua, Roberto. — Disse agora Cristina, tremendo diante do ataque daquela mão sem vergonha.
Roberto, em silêncio, fez sinal pra Patricia se aproximar da jovem. Com um nó na garganta e o coração galopando no peito, a mulher se aproximou de onde a filha estava vendada e à mercê dos três. Com a mão trêmula de medo e tesão, rodeou a cintura dela com um toque leve. Roberto fez sinal que não bastava, que ela tinha que acariciar de um jeito mais ousado. Encorajada pelas circunstâncias ao redor, Patricia chegou perto do rosto de Cristina e, sem pensar, encostou os lábios nos da filha, que, ao sentir o contato da boca, abriu os lábios pra receber aquele beijo incestuoso, ainda sem saber de quem vinha.
A língua de Cristina tomou conta da boca de Patricia num beijo gostoso pra caralho. Sentir a umidade da boca da própria filha dentro da dela fez a mulher sentir uma tontura forte e uma tentativa de orgasmo na buceta. A duras penas, se separou daqueles lábios, quando Roberto perguntou a Cristina quem tinha beijado ela. Mal recuperada da intensidade do beijo, Cristina ofegou:
— Acho que foi a Karla, né?
— Vamos nos contentar em saber que você beijou uns lábios de mulher. Como você se sentiu?
— Muito bem... acho. — Disse Cristina com um pouco de dúvida sobre o que tinha acabado de rolar. A verdade de tudo aquilo é que ela tava muito excitada e não queria que aquele momento acabasse. Como se Roberto tivesse lido a mente dela, ele perguntou:
— Você topa uma segunda rodada?
— Sim. — Respondeu a jovem com um fio de voz.
Sem esperar mais, Roberto se ajoelhou de novo na frente de Cristina e dessa vez levantou a saia dela pra expor a Cozinho atrás de uma calcinha fio dental transparente preta. Instintivamente, a jovem abriu as pernas pra facilitar o acesso daquele intruso na sua intimidade. Roberto afundou a boca na virilha da garota, lambendo aquela peça que, como ele suspeitava, já estava encharcada. O cheiro da calcinha era embriagador, e o homem segurou as duas nádegas dela pra puxar a jovem pra perto, roçando a virilha dela no queixo enquanto esticava a língua pra colher os abundantes sucos que molhavam o tecido.
— Aii, que delícia. — Exclamou Cristina. — Quem quer que seja, continua, por favor.
Karla se aproximou da garota por trás enquanto o marido continuava chupando a buceta dela vorazmente e tirou a blusa dela com delicadeza. Em seguida, abriu os fechos do sutiã e num instante tirou a peça também, deixando os seios dela expostos, com dois botões delicados perfeitamente eretos como soldados em estado de guerra. Com o olhar, Karla convidou Patricia pra acariciá-los, e ela, ainda embriagada pelo tesão que a situação provocava, colocou um peito de Cristina na boca, chupando com desespero e sentindo o contato do mamilo sendo acariciado pelos dentes. Enquanto isso, Roberto foi descendo a calcinha fio dental, enrolando-a entre as pernas dela e deixando exposto aquele delicioso cozinho jovem, adornado com uma mata charmosa de pelos macios, igualmente molhados. Finalmente, ele enfiou a língua fundo naquela buceta que tinha desejado a noite toda e sentiu Cristina tremer, incapaz de aguentar aquelas investidas. Karla segurou ela pela cintura de novo e se apossou do peito que tinha ficado livre, dando umas chupadas tão ardentes quanto as que Patricia estava dando. Por fim, a adolescente explodiu num orgasmo barulhento e prolongado, batendo com a pélvis no rosto de Roberto, que recebia aquelas pancadas estoicamente enquanto sentia o corpo de Cristina se soltar, à mercê das duas. mulheres e dele mesmo. Roberto parou na frente dela, depois que se acalmou, e deu um beijo longo com o gosto da buceta dela. Karla e Patricia se separaram pra deixar ele continuar com aquelas carícias, e o homem tirou a venda dela com cuidado. Cristina continuava de olhos fechados, ainda curtindo aquele momento que tinha acabado de rolar. Com o mesmo cuidado, ele tirou a minissaia dela, deixando ela completamente pelada na frente dele.
Roberto levantou ela no colo com as duas mãos segurando firme a bunda dela e as pernas dela apertadas em volta dele; enquanto dava um novo beijo profundo, foi se movendo com o corpo de Cristina ainda montada em cima dele em direção à cama. Enquanto isso, Karla tava beijando Patricia, e as duas iam tirando a roupa uma da outra. Patricia percebeu que Roberto não tinha mentido quando disse que Karla era fera em fazer amor com outra mulher. Um beijo longo e molhado que deixou o peito das duas cheio de saliva e o toque dos dedos de Karla nos bicos duros de Patricia, quase fazendo ela uivar de dor enquanto beijava o pescoço dela, deixando ela à beira de um orgasmo que vinha se formando desde o começo da noite.
Quando Patricia sentiu os dedos de Karla cutucando a buceta dela, não aguentou mais e explodiu, se acabando de prazer, ofegando igual um cachorro com sede no sofá onde as duas tinham caído. Patricia enfiou a mão por baixo da saia de Karla e, ao sentir como ela também tava molhada, afastou a calcinha dela e enfiou o dedo do meio, metendo e tirando sem parar enquanto a boca dela voltava pra boca de Karla pra curtir outro beijo selvagem e intenso.
Roberto foi pra cama king-size ainda carregando Cristina e depositou ela de leve no colchão. Com uma lentidão estudada, foi colocando ela em cima do colchão fofinho até deixar a jovem completamente à mercê dele. Abriu as pernas dela e partiu pra cima. provar aquela amêijoa pulsante que já estava escorrendo, produto da excitação dela. A língua do homem entrou bem fundo na buceta da Cristina e ela tremeu de prazer com a série de emoções que aquela língua intrusa causou, ainda mais sensível depois da gozada intensa que tinha tido minutos antes.
Karla se levantou do sofá tirando a roupa por completo também. Quando ficou nua igual à Patricia, continuaram se beijando apaixonadamente, parando de vez em quando para caminhar em direção à cama, assim como Cristina e Roberto. Os peitos de Karla estavam duros e firmes como os da própria Patricia, embora um pouco menores. Os bicos eriçados e durinhos eram presa da língua de Patricia, que não parava de beijá-los, tentando retribuir o prazer intenso que a ex-acompanhante tinha proporcionado há alguns momentos.
Por sua vez, Cristina se virou, fazendo Roberto deitar na cama, e com muita intenção, embora pouca habilidade, puxou a calça dele para baixo, revelando um pau grosso e ereto, em pé de guerra, que a garota devorou sem pensar. Sentir a dureza daquele membro e a própria saliva escorrendo pelo tronco a deixou ainda mais cachorra, e ela começou a acariciar o clitóris enquanto dava prazer oral ao homem. O pau do Roberto era grosso e mal cabia na boca dela, então ela decidiu tirá-lo e lamber toda a extensão com a língua, deixando a saliva quente cobrir por completo aquele pênis que beijava como se não houvesse amanhã. De repente, sentiu uns dedos acariciando a bucetinha dela e uma língua quente roçando suas nádegas; soube que era a Karla ao ver a mãe na frente dela, totalmente nua e se tocando ao contemplar aquela cena tão sensual. Cristina parou de dar prazer ao homem e se virou para encontrar o rosto sorridente de Karla. Sem dizer uma palavra, se fundiram num beijo apaixonado, apertando os peitos uma contra a outra. A mulher experiente puxava os cabelos dela, atraindo-a com força e fazendo mais Intenso ainda o contato das bocas delas. Patricia, ao ver Roberto deitado na cama com o pau todo duro, meteu ele na boca com tanta habilidade que conseguiu engolir ele inteiro até sentir os ovos batendo no queixo dela. Lá no fundo, ouviu o homem bufando de prazer e torceu pra ele não gozar naquele momento pra não se sentir sufocada. O homem aguentou estoicamente e tirou o pau da boca de Patricia, que virou pra olhar Cristina e Karla enroscadas num beijo louco. Como se tivesse sido chamada, Karla virou pra ela, se soltou de Cristina e foi ao encontro dela. Feito uma gatinha, subiu na cama e abriu as pernas da mulher pra devorar de novo a bucetinha molhada dela. Cristina, por sua vez, aproveitando que Roberto tava indefeso, montou em cima dele, guiou o pau grosso entre as pernas dela e, com um longo suspiro de satisfação, sentiu ele penetrando devagar. A sensação daquele pauzão apertando firme as paredes estreitas da buceta dela fez as ondas de prazer daquela trepada se espalharem pelo corpo todo. De repente, não importava mais a madrugada, nem a Karla, nem o fato da mãe dela estar ali do lado, chupando a buceta da mulher do Roberto. Os gritos que saíam da garganta dela, guturais e roucos, pareciam vir de outra pessoa. Não dos lábios jovens e pequenos dela. "Mete o pau assim mesmo, filho da puta" não eram expressões comuns no vocabulário dela, mas naquela hora era a única coisa que saía da boca dela. Sentiu vagamente umas mãos apertando os peitos dela e, como se algo explodisse por dentro, ficou por um momento num estado de semi-consciência que nunca tinha sentido...
Patricia, por sua vez, excitada pra caralho, com um tesão que não sentia há muito tempo, ouviu os gemidos descontrolados da filha e sentiu ondas de prazer do mesmo tamanho percorrerem o corpo todo. Ela tava na cama com a cabeça de Karla firme entre as pernas dela e do lado de Roberto, completamente entregue, se deixava levar pela jovenzinha possuída que o fodia selvagemente, montada em cima dele e se contorcendo sem controle.
Entre sonhos, Patrícia ouviu o rugido rouco de Roberto ao gozar abundantemente dentro de Cristina, que continuava tremendo de prazer com seus orgasmos incontroláveis, e sentiu a própria umidade encher a boca de Karla, que desesperadamente chupava sua buceta e acariciava seu clitóris com maestria.
Patrícia, exausta, abriu os olhos e se deparou, a poucos centímetros, com o olhar vidrado de Cristina. Era um olhar inundado pela luxúria mais primitiva que se pudesse imaginar. Ficaram em silêncio, apenas se contemplando, e sem perceber direito o que faziam, se beijaram, soltando grunhidos quase como animais no cio. Ao lado, Roberto e Karla as observavam fascinados com aquela lascívia entre as duas amigas e abriram um pouco de espaço na cama. As duas mulheres, completamente entregues ao prazer, se viraram uma para a outra até ficarem num perfeito 69. Patrícia sentiu o gosto acre do sêmen de Roberto escorrendo pela abertura de Cristina e se atirou para lamber com desespero aquela caverninha inundada, enquanto Cristina fazia o mesmo com sua própria vagina. Por alguns minutos, só se ouvia o ofegar de suas respirações agitadas e o barulho de suas línguas lambendo os sucos que fluíam abundantemente.
Roberto, já recuperado da primeira gozada descomunal, comia de quatro a esposa sem perder nenhum detalhe da cena lésbica no centro da cama.
"Mete o dedo, puta! Assim, filha da puta, mais, mais, sua safada!" gritava Cristina para a própria mãe, já totalmente entregue a esse novo episódio de prazer. Exausta e suada, sentiu a sensação de um orgasmo jorrando de Patrícia e, com as últimas forças que lhe restavam, gozou de novo quase ao mesmo tempo, ficando ambas tremendo na cama enquanto Roberto e Karla gozavam igualmente diante daquela cena. Vórtice de emoções. Com a respiração ofegante e sentindo as pulsações das bucetinhas delas, gratas por tanto prazer, Cristina e Patrícia ficaram um momento de olhos fechados, só tentando reviver aquele momento tão intenso que acabavam de protagonizar.
Quando finalmente chegaram em casa, as primeiras luzes do dia já apareciam no horizonte e mãe e filha, com a maquiagem borrada e a roupa amassada feito duas putas viradas, entraram em silêncio na casa, já com os vestígios da bebedeira virados em ressaca, e se jogaram na cama de casal completamente exaustas. Se olharam fixamente, tentando ler os pensamentos uma da outra. Incapazes de ousar admitir que aquilo tinha realmente acontecido.
No fim, Cristina aproximou o rosto da mãe e sussurrou: "Te amo, mãe, obrigada por esse presente tão lindo." Patrícia só conseguiu abrir a boca antes de sentir a maciez dos lábios de Cristina. Era tudo o que precisavam dizer. Em silêncio, as duas se levantaram e tiraram a roupa de sair. Patrícia tentou pegar o roupão, mas sentiu a mão da filha no ombro e virou para vê-la nua, com um sorriso provocante. As duas se deitaram na cama, se redescobrindo na nudez, e ficaram se olhando fixamente, como se tentassem capturar aquele momento e torná-lo eterno. Os olhos de Patrícia se fecharam de cansaço quando sentiu de novo o toque dos lábios da filha e a abraçou, sentindo a maciez daquele corpo jovem, e soube que uma nova fase tinha se aberto entre as duas. Sorrindo, apertou o abraço e caíram no sono profundo.
Dark Knight
Patrícia ouviu o barulho da porta da entrada se abrindo e, apressada, correu para a sala, encontrando Cristina, que a recebeu com um abraço efusivo. Cristina, sua filha, estava radiante, vestindo uma blusa leve que ela mesma tinha dado de aniversário e uma calça jeans justa no corpo. Sentiu o calor do corpo da jovem e estremeceu por dentro ao rodear sua cintura fina com os braços e sentir a pele da filha sob o contorno da blusa. Fechou os olhos e imaginou o corpo de Pamela se contorcendo como uma gazela enquanto transavam apenas algumas semanas atrás, e um breve lampejo de remorso surgiu na sua cabeça. De repente, se sentiu envergonhada, como se a filha pudesse adivinhar seus pensamentos.
— Como você está, mãe? Como foi sua viagem? — perguntou Cristina com um sorriso largo.
— Bem, filha. Cansativo como sempre, mas você sabe como é.
— Sim, imagino. O que você pretende fazer hoje? Sabia que meu pai viajou esta manhã?
— Sim, ele me disse. Agora mesmo quero arrumar algo pra gente comer e depois gostaria de passar um tempo com você, se não se importa.
— Claro que não me importo. Aonde você quer ir?
— Na verdade, não quero sair, só estou a fim de uma tarde tranquila em casa...
— Quer que a gente veja um filme aqui?
— Claro, adoraria, filha. Que filme você gostaria de ver?
— O que você quiser, mãe. Você é a convidada de honra hoje — disse Cristina, finalmente se soltando do abraço.
— Bom, que tal uma comédia romântica da Netflix? como as que a gente gosta, e enquanto a gente pede uma pizza pra nós duas?
— Parece perfeito pra mim, mãe. — Disse Cristina, dando um beijo na bochecha dela. Patricia estremeceu de novo, e Cristina se afastou pra pegar o telefone e ligar pra pizzaria preferida dela (aquela mesma do conto anterior da nossa amiga cheia de vontades, Cristina).
A tarde passou tranquila, comeram uma pizza que, pra ela, foi inesperadamente deliciosa, e uma Coca Booty gelada e borbulhante que também curtiu pra caramba antes de ambas se recolherem pros seus quartos.
___
Já tava quase escurecendo quando Patricia finalmente se instalou no quarto dela com um pote cheio de pipoca e um filme com uma trama que prometia, mas que tava pausado, quando Cristina entrou. Ela tava de shortinho elástico que tinha comprado naquela mesma tarde e uma camisa preta cropped que destacava a pele morena dela e a forma curvilínea da cinturinha. O cabelo molhado indicava que ela tinha acabado de tomar banho, e ela se deitou do lado de Patricia pra curtir o filme que tinham escolhido enquanto comiam a pizza.
Patricia se acomodou no lugar dela, decidida a aproveitar aquele momento mãe e filha, quando sentiu um sono incontrolável tomando conta dos olhos. O cansaço venceu, e ela apagou de vez. Quando abriu os olhos de novo, já era noite, e o despertador mostrava 12h32 da madrugada. Uma claridade fraca vinha da TV, que continuava ligada, com luz suficiente pra ver o contorno do corpo da filha ao lado dela. A respiração calma indicava que ela também tinha dormido vendo o filme, ou talvez pegado o cansaço da mãe.
Cristina tava encolhida, com o rosto virado pra mãe. Um mecha rebelde do cabelo dela cobria metade do rosto, e a blusa cropped tinha subido um pouco, mostrando o começo dos peitos, que subiam e desciam devagar no ritmo da respiração. evidenciando sua falta de apoio.
Patricia aproximou o rosto ao de Cristina para verificar se ela estava dormindo e sentiu o calor do ar que ela respirava em seu nariz. Um leve cheiro de pipoca e o odor do seu creme de banho lhe trouxeram aquela sensação que tivera naquela mesma tarde quando a abraçou, sentiu sua respiração compassada, seus olhos fechados e se perguntou que sonhos lhe permitiam transmitir tanta paz. Com muita lentidão, aproximou ainda mais o rosto até que a distância entre as duas era mínima. Sua intenção original era poder vê-la de perto, mas ao se aproximar do rosto da jovem, percebeu que aquilo mais parecia um quase beijo em toda a forma e notou, para seu desespero, que começava a ficar excitada sem saber ao certo por quê. Quase por vontade própria, sua mão trêmula tocou a barriga exposta da garota, sem que ela desse sinais de vida. Sentiu novamente o calor da sua pele e seus dedos começaram a percorrer a distância da cintura à barriga até chegar ao início dos seus seios. Sentia uma necessidade imperiosa de tocá-los com a mão, mas teve medo de acordá-la e continuou acariciando-a apenas com um leve toque do dedo. Seus lábios, por sua vez, encorajados pelo avanço da mão, moveram-se aquele pequeno espaço que faltava e sentiram o contato daqueles lábios adolescentes proibidos. "O que você está fazendo?", perguntou-se entre sonhos, mas continuou com aquele contato leve, embora diabólicamente excitante, que já começara a molhar sua buceta quase sem querer.
Patricia sentiu, ou pelo menos achou que sentiu, que a respiração de Cristina ficava mais agitada e profunda, e continuou subindo a mão até roçar o mamilo endurecido da garota. Com o polegar e o indicador como uma pinça, apertou-os levemente, intensificando o contato. Cristina se agitou em seu sono e Patricia afastou o rosto do de sua filha, mesmo enquanto continuava com seu intento em direção aos peitos da garota. Cristina se mexeu um pouco mais e deixou Sua posição quase fetal para ficar deitada de barriga pra cima no meio da cama. A mão de Patricia pareceu ganhar vida própria de novo e recuou, descendo pela barriga e cintura dela até parar rapidamente na beirada do elástico do short. Agora era a respiração dela que tava muito ofegante e parecia que a batida do coração fazia um eco ensurdecedor no quarto inteiro. "Para, sua puta de merda. É sua filha que você tá prestes a tocar" gritava o eu interior dela com uma voz cada vez mais fraca. Hesitou por uns dois minutos com a mão na cintura da Cristina, sentindo como a mão subia e descia no ritmo da respiração dela. Um resquício de razão sussurrava pra ela parar, mas a voz foi ficando cada vez mais baixa à medida que a excitação dela continuava crescendo.
Finalmente, Patricia fingiu que ia se virar e aproveitou o movimento súbito pra enfiar a mão por baixo da roupa da Cristina. Pra surpresa dela, percebeu que a filha não tava usando nada por baixo do shortinho e sentiu o arrepio dos pelinhos pubianos dela na ponta dos dedos. Pareceu ouvir um gemido abafado da boca da Cristina e continuou o trajeto, já sem escrúpulos, até tocar os lábios da buceta da menina. Tavam muito molhados, do jeito que ela imaginou que os seus também estariam, e fazendo uma leve pressão com o dedo indicador, enfiou ele de novo dentro da buceta da Cristina. Sentiu ela se arquear na cama e ficou parada como se o mundo tivesse parado de repente. Tirou devagar pra acariciar o botãozinho discreto do clitóris dela com a ponta do dedo, arrancando um sussurro, quase um ronronar dos lábios da Cristina. Continuou o movimento pra baixo de novo pra tocar os lábios da buceta dela e sentiu eles ainda mais molhados e lubrificados, tanto que sem nenhum esforço, conseguiu fazer o dedo deslizar de novo dentro daquele paraíso juvenil e proibido.
Timidamente, o indicador da Patrícia começou uma penetração lenta, enfiando e tirando o dedo pelas paredes molhadas da buceta de Cristina, sentindo o próprio prazer e excitação se transmitirem através daquele contato. Os gemidos, no início quase imperceptíveis, de Cristina ficaram mais evidentes por entre seus lábios fechados e pela tensão do corpo que se sacudia a cada investida mais ousada de Patrícia. Sem pensar muito, ela acelerou o movimento da mão até sentir o corpo da filha arquear na cintura, seguindo o ritmo daquele dedo invasor, seus lábios fortemente apertados formando um biquinho de prazer contido. Não demorou muito para que a mãe sentisse a mão ficar toda molhada e um grito finalmente escapasse da boca de Cristina, enquanto seu corpo se contorcia, incapaz de aguentar tantas sensações que aquelas carícias invasoras estavam provocando.
Quando Cristina finalmente ficou quieta de novo, Patrícia se afastou, na expectativa, sem saber o que viria a seguir entre as duas. Estava com tesão, envergonhada, sonolenta e surpresa consigo mesma. Será que a filha ia reclamar por ela ter passado dos limites daquele jeito? Será que ia se jogar em cima dela para devorar sua boca com a mesma paixão? Ou será que ia chorar de remorso por aquele prazer inesperado e proibido?
Passaram-se mais de dois minutos naquele silêncio cheio de expectativa, com Cristina imóvel ao lado, de olhos fechados, voltando lentamente à respiração compassada. Aos poucos, Patrícia percebeu que aquela situação não ia mudar e que o tesão dela estava diminuindo de intensidade, então decidiu se levantar e ir ao banheiro para satisfazer suas próprias vontades reprimidas. Ao se tocar, sentiu o quanto também estava molhada e foi para o banheiro, fechando a porta. Lá dentro, se masturbou furiosamente, apertando os lábios para não gemir com o prazer intenso que o atrito provocava. Bastaram uns dois minutos para que gozasse de forma brutal na quietude do banheiro, ficando Exausta e assustada com o que tinha acabado de acontecer. Quando voltou pra cama, Cristina já não estava mais lá. No lugar dela, só a marca do corpo dela nos lençóis, e Patricia sentiu uma culpa e um cansaço tomarem conta dela. O que será que Cristina tava pensando? Por que ela foi pro quarto dela sem falar sobre o que rolou? O que ia ser dessa relação que só nessas semanas tinha começado a melhorar? Sem conseguir achar respostas pra nenhuma dessas perguntas, Patricia decidiu dar ouvido ao cansaço e aceitar as consequências do que pudesse acontecer no dia seguinte. E sem querer pensar em mais nada naquela noite. Apagou de vez e dormiu fundo.
______
Na manhã seguinte, ela acordou com um ânimo melhor, já sem os efeitos do fuso horário, e levantou com uma fome danada. Como uma enxurrada de memórias soltas, veio a lembrança da noite anterior, e ela ficou com medo de sair do quarto e dar de cara com a filha. As mesmas perguntas que ela tinha feito na noite passada ainda martelavam na cabeça dela, e ela não fazia a menor ideia de como explicar o comportamento dela. Tímida, ela espiou pela porta do quarto e ouviu barulhos vindo da cozinha, onde com certeza Cristina tava preparando o café da manhã dela. Isso, ou só tava procurando uma faca ou algo afiado pra dar o que ela merecia.
Ela andou como sonâmbula pelos poucos metros que separavam o quarto dela da cozinha e entrou decidida a encarar o que viesse. De cabeça baixa, ouviu a voz da filha:
- Oi, dorminhoca. Como você dormiu? Conseguiu descansar da viagem? - Disse Cristina, toda animada.
- Sim... - respondeu Patricia, meio confusa, levantando o rosto pra finalmente ver ela. Cristina tava sorrindo com aquele mesmo sorriso radiante do dia anterior, como se nada tivesse acontecido. Ela ainda tava usando a mesma blusa de barriga de fora, o shortinho curto e umas pantufas do Eeyore.
- Te preparei café da manhã, mãe. Fiz os ovos do jeito que você gosta. - A garota apontou, mostrando os dois pratos e a xícara de café. fumegantes que estavam sobre a mesa.
— Valeu, filhinha, você é um amor. — Disse Patricia sentando-se à mesa. Deu um gole no café e achou bem forte, mas não falou nada pra não deixá-la chateada. Provou os ovos mexidos com bacon e os achou mais gostosos, agradecendo internamente por poder comê-los sem precisar fingir.
— De nada, queria te agradecer pela festa de aniversário que você fez pra mim e não tinha tido chance. — Respondeu Cristina.
— Não tem que agradecer nada, minha filha. — Adorei ver que você se divertiu.
Depois de um breve silêncio entre as duas, ocupadas em devorar o café da manhã, Patricia pigarreou antes de fazer outra pergunta:
— Filha, o que aconteceu ontem à noite? — disse quase mastigando as palavras, como se não quisesse que escapassem da boca.
— Que você apagou cinco minutos depois do filme começar. Kkkk. — Respondeu Cristina sem segurar o riso. — Eu também dormi antes de terminar, acordei lá pela meia-noite e achei que você tivesse no banheiro, então resolvi ir pro meu quarto pra deixar você descansar à vontade.
— Me surpreendeu você ter ido embora assim. — Aprofundou Patricia desconfiada, sem ousar perguntar mais.
— Achei que você ia querer descansar, e como eu durmo meio doida, kkkkk... — Respondeu Cristina sorrindo. Patricia respirou mais aliviada e continuaram tomando café em silêncio até Cristina perguntar:
— Ei, mãe... já que meu pai não tá, cê acha que a gente podia sair hoje à noite pra comemorar minha maioridade?
— Claro que sim, filha. Adoraria sair com você. O que você tem em mente?
— Sei lá, um lugar tranquilo, acho...
— Bom, mas nem tão tranquilo, hein? Não tô tão velha assim...
— Kkkkk, eu sei, me falaram de um que talvez a gente goste e que fica perto da zona hoteleira.
— Achei ótimo. Melhor ainda, como parte do seu aniversário, vamos naquele shopping que abriu e te compro uma roupa pra noite, que tal? - Sim, valeu, mãe! - exclamou a jovem se levantando pra abraçar a mãe pelo pescoço num abraço forte. Patricia sentiu a maciez do corpo da filha apertada nas suas costas e sentiu uma corrente de prazer atravessar rapidamente o corpo dela. "Tô louca, definitivamente" pensou enquanto recebia um beijo estalado na bochecha. Levantou-se apressada, se livrando do abraço da filha com a desculpa de levar o prato pra pia.
_____
Eram 9:30 da noite quando Cristina e Patricia entraram na balada que tinham escolhido pra comemorar a maioridade da jovem. O lugar tava lotado, apesar de ser quinta-feira, com todas as mesas ocupadas. Cristina tinha escolhido uma minissaia preta curta que ficava de matar, e uma blusa rosa claro meio transparente que destacava o sutiã preto também, tudo isso completado com uns saltos altos que fizeram uma boa parte dos presentes virar pra olhar ela com admiração e tesão mal disfarçado. Patricia, por sua vez, usava uma saia também curta, mas um pouco mais discreta, e uma blusa florida que destacava os peitos bem proporcionados dela.
- Mãe, se alguém perguntar, não fala que você é minha mãe. Somos colegas de trabalho, tá?
- Hahaha, que criativa, Cristina. Tá bom, vou entrar na sua onda. - disse Patricia animada, pegando a filha pelo braço.
No fundo do lugar tinha uma mesa com dois lugares disponíveis. Tava ocupada por um casal de meia-idade que parecia estar se divertindo pra caramba. Ele, um cara de uns quarenta e poucos anos, com uma barriguinha leve não muito grande, e ela um pouco mais nova, com certeza entre 30 e 35 anos. A outra opção era um par de jovens que descaradamente olhavam pras duas com vontade de comer elas ali mesmo, e dava pra ver que já tavam bêbados fazia um tempão.
Patricia se aproximou do casal e perguntou se eles davam chance delas sentarem junto. O cara, com um sorrisão, convidou elas pra Elas se sentaram, mas não sem antes soltar um olhar de admiração que, apesar de tudo, não pareceu desconfortável, direcionado a elas.
Conforme a noite passava e, embaladas pelos coquetéis que iam bebendo, começaram a conversar entre si. O cavalheiro se chamava Roberto e era o marido de Karla, com quem estava casado há 4 anos. Estavam de visita, já que eram dos Estados Unidos e tinham decidido tirar duas semanas de férias que terminavam no dia seguinte. O voo deles estava marcado para a 1 da tarde do dia seguinte e eles tinham resolvido experimentar a vida noturna da cidade antes de voltar para casa. Ambos eram muito agradáveis e abertos, e uma boa química rolou entre os quatro. Patricia não conseguiu deixar de notar os olhares que Roberto lançava para Cristina de vez em quando, que, no entanto, não pareciam incomodar Karla, ou pelo menos ela não demonstrava. Também percebeu as bochechas vermelhas de Cristina e a voz cada vez mais atrapalhada, como prova de que os drinques que ela tinha tomado estavam fazendo efeito.
— E o que acharam do clima até agora? — perguntou Patricia. Ela tinha Karla à sua direita, e Roberto estava na frente; à sua esquerda, Cristina estava sentada, que também ficava à direita de Roberto.
— Sinceramente, até agora, tá bom. Não temos do que reclamar. — Essa cidade foi muito hospitaleira com a gente. E vocês saem juntas sempre? — disse Roberto, sorrindo enquanto pegava a mão da esposa de forma carinhosa.
— Na verdade, é a primeira vez que saímos juntas, somos colegas de trabalho. Estamos comemorando o aniversário de Cristina — respondeu Patricia, virando-se para olhar para Cristina com cumplicidade.
— Vocês duas são muito gostosas. Devem ter pretendentes de sobra, imagino — disse Roberto, pegando a mão de Cristina com intimidade, como se a conhecesse há tempos. A garota não disse nada ao sentir o toque da mão do homem.
— Bom, não vou negar, mas agora eu... Tô bem assim onde tô." — Respondeu Patrícia.
"E você, gostosa. Quantos corações já quebrou?" — perguntou, virando pra olhar Cristina sem soltar a mão dela.
"Rá rá rá, nenhum. Não tenho namorado por enquanto." — Respondeu Cristina. A mentira caiu muito bem enquanto vinha à mente dela o rosto do namorado na cena em que tinham fodido ela em cima dele.
"Então ninguém vai se incomodar se eu te chamar pra dançar, né?" — Disse Roberto se levantando e fazendo um gesto teatral enquanto oferecia a mão pra garota, aproveitando que tinha começado a sequência de músicas lentas. Cristina pegou a mão dele e foram pra pista de dança com a garota apetitosa rebolando sensualmente as cadeiras apertadas naquela minissaia preta curta que continuava atraindo olhares lascivos masculinos... e uns femininos também, como os da "amiga" Patrícia, que não conseguiu evitar admirar o quanto a filha dela tava sexy.
Tinham passado duas ou três músicas, tempo em que ela ficou batendo papo animado com Karla, quando Patrícia sentiu um toque no ombro. Um jovem, bonito de se ver, mas com sinais de estar bem alterado, estendia a mão num gesto mudo de convite pra dançar. A mulher madura hesitou uns segundos, mas finalmente decidiu aceitar o convite, motivada pelo apetitoso que os bíceps do rapaz pareciam. Chegaram na pista e ela sentiu o abraço firme do garoto na cintura, girando no ritmo da música. Um dos acompanhantes do rapaz aproveitou pra convidar Karla também, que aceitou de bom grado, deixando a mesa vazia. Patrícia, meio tonta e excitada pelo roçar do corpo com o garoto, se deixava levar aos poucos. Num desses giros, ela viu Cristina firmemente abraçada com Roberto, enquanto parecia que ele sussurrava algo no ouvido dela. A mão do homem descansava um pouco abaixo da cintura dela, já em território que dava pra considerar nível bunda. Cristina não parecia... não se importar com o gesto atrevido do Roberto e o abraçou de volta com os dois braços em volta do pescoço dele. Patricia, por sua vez, sentiu o hálito quente do seu par de dança e o volume que começava a se formar na virilha dele, apertando firme contra a dela. Sentiu a bucetinha dela despertar do torpor quando sentiu a mão do jovem apertando com força as nádegas dela à vista de todo mundo. Virou-se pra ver se ninguém tinha reparado e descobriu a Karla beijando o outro jovem num amasso intenso que parecia chamar a atenção do resto dos dançarinos. De repente, sentiu a mão do acompanhante enfiando por baixo da saia dela e o roçar do dedo dele tentando entrar na buceta dela, mesmo com a barreira da calcinha molhada. No meio do tesão, Patricia, ainda com um resto de decência que lhe sobrava, se sentiu indignada e, tirando a mão dele, se afastou do jovem, deixando ele sozinho com as mãos de polvo no meio da pista. Antes de voltar pra mesa, olhou pra Karla, que continuava no amasso intenso, e procurou com o olhar a Cristina, que ainda estava abraçada e dançando num ritmo meio lento com o Roberto. Quando terminou o ciclo de músicas românticas, Cristina e Roberto voltaram pra mesa, onde Patricia matava a saudade do vodka tônico quase vazio. Roberto sentou de novo ao lado da Cristina, pegando a mão dela de novo como se estivesse marcando território. De repente, Patricia percebeu que a Karla, em vez de voltar a sentar na mesa com eles, estava acompanhando o jovem com quem dançava apaixonadamente. A jovem senhora não só o acompanhava, como estava sentada no colo dele enquanto o cara a segurava pela cintura, conversando animadamente e acariciando o pescoço dela com a mão livre. Roberto seguiu o olhar da Patricia e localizou a mulher dele, mas não fez nenhum gesto de desconforto ou surpresa. "Desculpa", murmurou Patricia sem voz, e Roberto só deu de ombros. — A Karla tem os próprios jeitos dela de buscar diversão e, às vezes, encontra alguém que a tire da monotonia. — Disse finalmente, depois que um silêncio constrangedor se formou entre os três.
— Mas isso, não te incomoda? — perguntou Patrícia. Cristina seguia o rumo da conversa, mas parecia mais interessada em libertar sua oitava piña colada do cativeiro do copo.
— Seria muito pretensioso da minha parte achar que sou dono dessas pernas maravilhosas e dessas tetas lindas que a natureza teve a bondade de dar a ela, hehehe. — Gosto que minha mulher se sinta dona e senhora de si mesma e curta isso.
— Mesmo que seja com outros? — Perguntou Patrícia mais por obrigação, já que a resposta estava bem na frente dos olhos dela, com o jovem beijando-a apaixonadamente na mesa da frente, enquanto o acompanhante que tinha dançado com Patrícia acariciava descaradamente as tetas dela. Roberto virou o rosto e deu de ombros, num sinal de aceitação tácita.
— Me contem sobre vocês. — Disse Roberto. — Como é possível que um par de gostosas como vocês estejam sem parceiro? Os homens daqui são cegos?
— Não, é que nós também somos donas de nós mesmas... — disse Patrícia.
— Igual a Karla. — completou Cristina, levantando a mão para bater um high five com a mãe por cima da mesa.
— Ah, entendi. Olhem só. A gente vai se retirar daqui a pouco, mas se vocês quiserem, ou se vocês toparem, como dizem por aqui, a gente tem um par de garrafas que ficaram ontem no quarto e podemos tomar pra continuar conversando mais um tempo, se não estiverem cansadas. O que acham?
— Eu adoro a ideia. — Apressou-se em dizer Cristina. — E você, mãe... digo, Patrícia?
— Não sei, Cristina, com certeza eles têm que fazer os preparativos pra viagem amanhã...
— Não se preocupem com a gente, a gente descansa no voo.
— Tá bom, mas só mais um pouquinho. — Concordou Patrícia.
Roberto se virou e fez um sinal pra Karla, que, tirando a mão do jovem da cintura dela, se levantou da mesa dos jovens, deixando eles surpresos e tarados quando já estavam bem animados. A saia amassada da Karla e a maquiagem borrada mostravam aquele momento quente que eles tinham se dado poucos minutos antes.
— Vamos embora, meu amor. — Disse Roberto, como quem cumprimenta, passando o braço na cintura da mulher. Não era pergunta nem pedido, mas uma ordem direta que a mulher obedeceu sem reclamar.
— Claro, amor. A Cristina e a Patty vão com a gente?
— Espero que sim. — Respondeu Roberto, e virou pra olhar Patricia, que concordou em silêncio.
________
Os quatro saíram do lugar, não sem antes aguentar os pedidos insistentes dos jovens da mesa, e foram andando até o hotel, que ficava a umas duas quadras na avenida principal. Cristina andava tropeçando, por causa da bebedeira e dos saltos altos que usava, e se apoiava de vez em quando em Roberto, que no fim acabou segurando ela pela cintura, sob o olhar satisfeito da esposa. Atravessaram o lobby do hotel e chegaram no elevador, onde Roberto apertou o botão do oitavo andar.
Quando finalmente chegaram no quarto do hotel, se depararam com uma decoração luxuosa, um minibar, um sofá grande e uma cama king size no meio do quarto. No fundo, dava pra ver uma sacada que dava pra rua que tinham acabado de passar, e do lado da porta, as malas já prontas pra partir no dia seguinte. Roberto serviu um drinque de uísque com soda e gelo pra todo mundo, e eles retomaram a conversa, agora sem o barulho da música da balada.
— E você, Karla, o que faz da vida? — Perguntou Patricia.
— Sou só uma dona de casa, amiga.
— Tudo menos só, meu amor. — Disse Roberto, arrastando as palavras. — Você é uma esposa maravilhosa, sabe disso, né?
— Sei sim, meu marido.
— E como vocês dois se conheceram, pombinhos? — Perguntou Patricia de novo. Os quatro tinham se sentado no sofá, com Cristina na ponta, e Roberto no meio dela e da Karla, com Patricia do lado. Com muito custo, sentada na margem oposta. Roberto tinha a mão na perna de Cristina, mexendo distraidamente até chegar na borda da minissaia dela enquanto conversava. Patricia sentiu uma mistura de medo e tesão ao olhar para onde toda aquela situação parecia estar indo.
— Ela era uma escort e eu a contratava pra fazer uns trabalhos pra mim...
— Que tipo de trabalhos? — perguntou Cristina, confusa, talvez pelo álcool ou pela ingenuidade juvenil.
— Ele tava comendo ela por dinheiro. — respondeu Patricia, sem rodeios e sem cerimônia. Todos caíram na gargalhada.
— Uau, que história interessante. E quando você decidiu que ela seria sua esposa? — aprofundou Patricia, genuinamente interessada no rumo que a conversa tinha tomado.
— Quando convidei ela pra fazer um ménage com uma das colegas dela, Patricia. — disse Roberto, e completou: — Você não tem ideia do quanto minha esposa é boa no sexo com outra mulher.
— Obrigado, querido, mas você vai fazer Patricia corar com essas suas putarias. — disse Karla, interferindo.
— Eu não coro, Karla, só fico surpresa porque nunca fiz isso com outra mulher. — mentiu Patricia. — Não tenho certeza se ia gostar.
— E você, Cristina. Já fez com outra mulher? — perguntou Roberto. Os quatro estavam sentados no sofá grande no meio da sala. Roberto na ponta, Cristina, Patricia e, por último, Karla, encostada no braço do sofá com a bunda levemente apoiada na perna de Patricia.
— Não, nunca. Acho que não teria coragem. — disse ela, adotando a ingenuidade de uma garota de 18 anos, como se fosse a presa de caçadores experientes.
— Ninguém sabe do que é capaz até tentar, querida. — pressionou Roberto, acariciando a perna dela. — Todo mundo tem uma primeira vez, acredite ou não. Até a minha mulher gostosa. — disse Roberto, terminando com uma gargalhada que ecoou no quarto.
— Para, Roberto. Você vai deixar nossos convidados desconfortáveis. — interferiu Karla. Te proponho um trato, Cristina. Você decide até onde quer ir se aceitar. — Convidou Roberto.
— Do que se trata? — perguntou Cristina, desconfiada, mas ao mesmo tempo excitada.
— Te proponho que vendemos seus olhos e vê se consegue adivinhar quem é a pessoa que está te tocando. — Disse Roberto. Patricia deu um sobressalto bem na hora em que tomava mais um gole da bebida, mas Karla só sorriu na expectativa, pois conhecia os detalhes das brincadeiras do marido.
— Não sei, sério, não pensem que sou uma freira, mas...
— Você decide até onde, Cristina. — insistiu Roberto, apoiado por Karla.
— Não vamos te deixar nas mãos desse velho tarado, não se preocupa.
Cristina virou para olhar Patricia buscando aprovação e se deparou com um olhar cheio de desejo da mãe, em parte pelo álcool ingerido e em parte pela perspectiva de ver a filha sendo apalpada por um casal que até horas atrás eram perfeitos desconhecidos para elas.
— Como você quiser, Cristina. Lembra que o que acontece aqui, fica aqui. — Disse, esperando que a garota captasse a mensagem velada de discrição.
— Tá bom. — aceitou Cristina finalmente. — O que eu tenho que fazer?
— Só ficar parada enquanto a Karla coloca essa faixa no seu rosto. — Respondeu Roberto enquanto Karla remexia na mala de onde tirou uma faixa cor de vinho, que colocou em Cristina assim que ela se levantou do sofá. Patricia a contemplou dos pés à cabeça, passando pelas pernas esbeltas e os peitos que se agitavam na expectativa do que viria depois.
— Fecha seus olhos e sente, Cristina. Tenta imaginar de quem é a mão que vai te tocar agora. — Disse Roberto, dando espaço para Karla se aproximar da garota. Ela se posicionou atrás dela e acariciou seus seios com ambas as mãos, roçando-os por cima da blusa.
— Hmm, acho que é a Karla. — Disse Cristina, sem conseguir evitar que escapasse um gemido suave ao falar.
— Muito bem, Cristina. Você acertou. Agora sente estas. mãos pra ver se você identifica.
Dessa vez foi o próprio Roberto que, ajoelhando na frente da mina, deixou a mão vagar pela panturrilha dela, passando pelo joelho trêmulo e na perna um pouco acima da saia, sem ainda chegar na buceta dela.
— Hummm, essa mão teve que ser sua, Roberto. — Disse agora Cristina, tremendo diante do ataque daquela mão sem vergonha.
Roberto, em silêncio, fez sinal pra Patricia se aproximar da jovem. Com um nó na garganta e o coração galopando no peito, a mulher se aproximou de onde a filha estava vendada e à mercê dos três. Com a mão trêmula de medo e tesão, rodeou a cintura dela com um toque leve. Roberto fez sinal que não bastava, que ela tinha que acariciar de um jeito mais ousado. Encorajada pelas circunstâncias ao redor, Patricia chegou perto do rosto de Cristina e, sem pensar, encostou os lábios nos da filha, que, ao sentir o contato da boca, abriu os lábios pra receber aquele beijo incestuoso, ainda sem saber de quem vinha.
A língua de Cristina tomou conta da boca de Patricia num beijo gostoso pra caralho. Sentir a umidade da boca da própria filha dentro da dela fez a mulher sentir uma tontura forte e uma tentativa de orgasmo na buceta. A duras penas, se separou daqueles lábios, quando Roberto perguntou a Cristina quem tinha beijado ela. Mal recuperada da intensidade do beijo, Cristina ofegou:
— Acho que foi a Karla, né?
— Vamos nos contentar em saber que você beijou uns lábios de mulher. Como você se sentiu?
— Muito bem... acho. — Disse Cristina com um pouco de dúvida sobre o que tinha acabado de rolar. A verdade de tudo aquilo é que ela tava muito excitada e não queria que aquele momento acabasse. Como se Roberto tivesse lido a mente dela, ele perguntou:
— Você topa uma segunda rodada?
— Sim. — Respondeu a jovem com um fio de voz.
Sem esperar mais, Roberto se ajoelhou de novo na frente de Cristina e dessa vez levantou a saia dela pra expor a Cozinho atrás de uma calcinha fio dental transparente preta. Instintivamente, a jovem abriu as pernas pra facilitar o acesso daquele intruso na sua intimidade. Roberto afundou a boca na virilha da garota, lambendo aquela peça que, como ele suspeitava, já estava encharcada. O cheiro da calcinha era embriagador, e o homem segurou as duas nádegas dela pra puxar a jovem pra perto, roçando a virilha dela no queixo enquanto esticava a língua pra colher os abundantes sucos que molhavam o tecido.
— Aii, que delícia. — Exclamou Cristina. — Quem quer que seja, continua, por favor.
Karla se aproximou da garota por trás enquanto o marido continuava chupando a buceta dela vorazmente e tirou a blusa dela com delicadeza. Em seguida, abriu os fechos do sutiã e num instante tirou a peça também, deixando os seios dela expostos, com dois botões delicados perfeitamente eretos como soldados em estado de guerra. Com o olhar, Karla convidou Patricia pra acariciá-los, e ela, ainda embriagada pelo tesão que a situação provocava, colocou um peito de Cristina na boca, chupando com desespero e sentindo o contato do mamilo sendo acariciado pelos dentes. Enquanto isso, Roberto foi descendo a calcinha fio dental, enrolando-a entre as pernas dela e deixando exposto aquele delicioso cozinho jovem, adornado com uma mata charmosa de pelos macios, igualmente molhados. Finalmente, ele enfiou a língua fundo naquela buceta que tinha desejado a noite toda e sentiu Cristina tremer, incapaz de aguentar aquelas investidas. Karla segurou ela pela cintura de novo e se apossou do peito que tinha ficado livre, dando umas chupadas tão ardentes quanto as que Patricia estava dando. Por fim, a adolescente explodiu num orgasmo barulhento e prolongado, batendo com a pélvis no rosto de Roberto, que recebia aquelas pancadas estoicamente enquanto sentia o corpo de Cristina se soltar, à mercê das duas. mulheres e dele mesmo. Roberto parou na frente dela, depois que se acalmou, e deu um beijo longo com o gosto da buceta dela. Karla e Patricia se separaram pra deixar ele continuar com aquelas carícias, e o homem tirou a venda dela com cuidado. Cristina continuava de olhos fechados, ainda curtindo aquele momento que tinha acabado de rolar. Com o mesmo cuidado, ele tirou a minissaia dela, deixando ela completamente pelada na frente dele.
Roberto levantou ela no colo com as duas mãos segurando firme a bunda dela e as pernas dela apertadas em volta dele; enquanto dava um novo beijo profundo, foi se movendo com o corpo de Cristina ainda montada em cima dele em direção à cama. Enquanto isso, Karla tava beijando Patricia, e as duas iam tirando a roupa uma da outra. Patricia percebeu que Roberto não tinha mentido quando disse que Karla era fera em fazer amor com outra mulher. Um beijo longo e molhado que deixou o peito das duas cheio de saliva e o toque dos dedos de Karla nos bicos duros de Patricia, quase fazendo ela uivar de dor enquanto beijava o pescoço dela, deixando ela à beira de um orgasmo que vinha se formando desde o começo da noite.
Quando Patricia sentiu os dedos de Karla cutucando a buceta dela, não aguentou mais e explodiu, se acabando de prazer, ofegando igual um cachorro com sede no sofá onde as duas tinham caído. Patricia enfiou a mão por baixo da saia de Karla e, ao sentir como ela também tava molhada, afastou a calcinha dela e enfiou o dedo do meio, metendo e tirando sem parar enquanto a boca dela voltava pra boca de Karla pra curtir outro beijo selvagem e intenso.
Roberto foi pra cama king-size ainda carregando Cristina e depositou ela de leve no colchão. Com uma lentidão estudada, foi colocando ela em cima do colchão fofinho até deixar a jovem completamente à mercê dele. Abriu as pernas dela e partiu pra cima. provar aquela amêijoa pulsante que já estava escorrendo, produto da excitação dela. A língua do homem entrou bem fundo na buceta da Cristina e ela tremeu de prazer com a série de emoções que aquela língua intrusa causou, ainda mais sensível depois da gozada intensa que tinha tido minutos antes.
Karla se levantou do sofá tirando a roupa por completo também. Quando ficou nua igual à Patricia, continuaram se beijando apaixonadamente, parando de vez em quando para caminhar em direção à cama, assim como Cristina e Roberto. Os peitos de Karla estavam duros e firmes como os da própria Patricia, embora um pouco menores. Os bicos eriçados e durinhos eram presa da língua de Patricia, que não parava de beijá-los, tentando retribuir o prazer intenso que a ex-acompanhante tinha proporcionado há alguns momentos.
Por sua vez, Cristina se virou, fazendo Roberto deitar na cama, e com muita intenção, embora pouca habilidade, puxou a calça dele para baixo, revelando um pau grosso e ereto, em pé de guerra, que a garota devorou sem pensar. Sentir a dureza daquele membro e a própria saliva escorrendo pelo tronco a deixou ainda mais cachorra, e ela começou a acariciar o clitóris enquanto dava prazer oral ao homem. O pau do Roberto era grosso e mal cabia na boca dela, então ela decidiu tirá-lo e lamber toda a extensão com a língua, deixando a saliva quente cobrir por completo aquele pênis que beijava como se não houvesse amanhã. De repente, sentiu uns dedos acariciando a bucetinha dela e uma língua quente roçando suas nádegas; soube que era a Karla ao ver a mãe na frente dela, totalmente nua e se tocando ao contemplar aquela cena tão sensual. Cristina parou de dar prazer ao homem e se virou para encontrar o rosto sorridente de Karla. Sem dizer uma palavra, se fundiram num beijo apaixonado, apertando os peitos uma contra a outra. A mulher experiente puxava os cabelos dela, atraindo-a com força e fazendo mais Intenso ainda o contato das bocas delas. Patricia, ao ver Roberto deitado na cama com o pau todo duro, meteu ele na boca com tanta habilidade que conseguiu engolir ele inteiro até sentir os ovos batendo no queixo dela. Lá no fundo, ouviu o homem bufando de prazer e torceu pra ele não gozar naquele momento pra não se sentir sufocada. O homem aguentou estoicamente e tirou o pau da boca de Patricia, que virou pra olhar Cristina e Karla enroscadas num beijo louco. Como se tivesse sido chamada, Karla virou pra ela, se soltou de Cristina e foi ao encontro dela. Feito uma gatinha, subiu na cama e abriu as pernas da mulher pra devorar de novo a bucetinha molhada dela. Cristina, por sua vez, aproveitando que Roberto tava indefeso, montou em cima dele, guiou o pau grosso entre as pernas dela e, com um longo suspiro de satisfação, sentiu ele penetrando devagar. A sensação daquele pauzão apertando firme as paredes estreitas da buceta dela fez as ondas de prazer daquela trepada se espalharem pelo corpo todo. De repente, não importava mais a madrugada, nem a Karla, nem o fato da mãe dela estar ali do lado, chupando a buceta da mulher do Roberto. Os gritos que saíam da garganta dela, guturais e roucos, pareciam vir de outra pessoa. Não dos lábios jovens e pequenos dela. "Mete o pau assim mesmo, filho da puta" não eram expressões comuns no vocabulário dela, mas naquela hora era a única coisa que saía da boca dela. Sentiu vagamente umas mãos apertando os peitos dela e, como se algo explodisse por dentro, ficou por um momento num estado de semi-consciência que nunca tinha sentido...
Patricia, por sua vez, excitada pra caralho, com um tesão que não sentia há muito tempo, ouviu os gemidos descontrolados da filha e sentiu ondas de prazer do mesmo tamanho percorrerem o corpo todo. Ela tava na cama com a cabeça de Karla firme entre as pernas dela e do lado de Roberto, completamente entregue, se deixava levar pela jovenzinha possuída que o fodia selvagemente, montada em cima dele e se contorcendo sem controle.
Entre sonhos, Patrícia ouviu o rugido rouco de Roberto ao gozar abundantemente dentro de Cristina, que continuava tremendo de prazer com seus orgasmos incontroláveis, e sentiu a própria umidade encher a boca de Karla, que desesperadamente chupava sua buceta e acariciava seu clitóris com maestria.
Patrícia, exausta, abriu os olhos e se deparou, a poucos centímetros, com o olhar vidrado de Cristina. Era um olhar inundado pela luxúria mais primitiva que se pudesse imaginar. Ficaram em silêncio, apenas se contemplando, e sem perceber direito o que faziam, se beijaram, soltando grunhidos quase como animais no cio. Ao lado, Roberto e Karla as observavam fascinados com aquela lascívia entre as duas amigas e abriram um pouco de espaço na cama. As duas mulheres, completamente entregues ao prazer, se viraram uma para a outra até ficarem num perfeito 69. Patrícia sentiu o gosto acre do sêmen de Roberto escorrendo pela abertura de Cristina e se atirou para lamber com desespero aquela caverninha inundada, enquanto Cristina fazia o mesmo com sua própria vagina. Por alguns minutos, só se ouvia o ofegar de suas respirações agitadas e o barulho de suas línguas lambendo os sucos que fluíam abundantemente.
Roberto, já recuperado da primeira gozada descomunal, comia de quatro a esposa sem perder nenhum detalhe da cena lésbica no centro da cama.
"Mete o dedo, puta! Assim, filha da puta, mais, mais, sua safada!" gritava Cristina para a própria mãe, já totalmente entregue a esse novo episódio de prazer. Exausta e suada, sentiu a sensação de um orgasmo jorrando de Patrícia e, com as últimas forças que lhe restavam, gozou de novo quase ao mesmo tempo, ficando ambas tremendo na cama enquanto Roberto e Karla gozavam igualmente diante daquela cena. Vórtice de emoções. Com a respiração ofegante e sentindo as pulsações das bucetinhas delas, gratas por tanto prazer, Cristina e Patrícia ficaram um momento de olhos fechados, só tentando reviver aquele momento tão intenso que acabavam de protagonizar.
Quando finalmente chegaram em casa, as primeiras luzes do dia já apareciam no horizonte e mãe e filha, com a maquiagem borrada e a roupa amassada feito duas putas viradas, entraram em silêncio na casa, já com os vestígios da bebedeira virados em ressaca, e se jogaram na cama de casal completamente exaustas. Se olharam fixamente, tentando ler os pensamentos uma da outra. Incapazes de ousar admitir que aquilo tinha realmente acontecido.
No fim, Cristina aproximou o rosto da mãe e sussurrou: "Te amo, mãe, obrigada por esse presente tão lindo." Patrícia só conseguiu abrir a boca antes de sentir a maciez dos lábios de Cristina. Era tudo o que precisavam dizer. Em silêncio, as duas se levantaram e tiraram a roupa de sair. Patrícia tentou pegar o roupão, mas sentiu a mão da filha no ombro e virou para vê-la nua, com um sorriso provocante. As duas se deitaram na cama, se redescobrindo na nudez, e ficaram se olhando fixamente, como se tentassem capturar aquele momento e torná-lo eterno. Os olhos de Patrícia se fecharam de cansaço quando sentiu de novo o toque dos lábios da filha e a abraçou, sentindo a maciez daquele corpo jovem, e soube que uma nova fase tinha se aberto entre as duas. Sorrindo, apertou o abraço e caíram no sono profundo.
Dark Knight
2 comentários - Minha filha e o Messenger: Coisas de Família 3