Patricia tamborilava nervosamente os dedos na superfície da escrivaninha rústica onde costumava deixar seu laptop quando estava em casa. Suas unhas longas, impecavelmente pintadas, batiam ritmicamente na madeira do móvel velho enquanto ela lia pela quinta vez o e-mail que recebera naquela manhã de alguém que se fazia chamar DarkMaster69. Que nome mais ridículo. Em circunstâncias normais, ela teria ignorado e dado fim àquela piada de mau gosto. Em circunstâncias normais. Aquele e-mail não era produto de uma circunstância normal. Aquele e-mail tinha uma imagem de uma mulher bonita de meia-idade, cabelo castanho e lábios carnudos devorando um enorme membro viril. Aquela mulher era ela. Sem dúvida. Ela sabia porque estivera lá naquela cena e tinha aproveitado cada centímetro daquela carne quente entrando e saindo de sua boca. A mesma que posteriormente lhe arrancara pelo menos alguns orgasmos escandalosos enquanto a penetrava pela buceta num mete-saca delirante. Embora a fotografia não mostrasse, houvera mais alguém naquele ato sexual insólito; Giancarlo, se bem se lembrava, era um, e Roco, a quem ela chupava o pau naquela foto. O que não entendia era como fora fotografada naquela cena diabólicamente sexual; eram só os três e não se lembrava de ter chamado uma agência de fotografia para aquele momento. Conseguia enxergar o contorno da janela de seu apartamento em Nova York. Definitivamente alguém subira ao porão do prédio vizinho e fizera um banquete com aquele trio improvisado.
Aquela foto dava sentido ao conteúdo do e-mail que o Senhor Mestre-dá-no-cu lhe escrevera. Estava sendo chantageada vilmente. Desconhecia os motivos pelos quais aquele cara se dera ao trabalho de voar até o outro lado do mundo para tirar aquela foto comprometedora, mas a determinação daquele maluco a enchia de pavor. Certamente ele não hesitaria em prejudicá-la em sua... relação abalada no seu casamento e aparentemente tinha evidências contundentes para conseguir isso, e ainda tinha o endereço de e-mail do marido... caralho... Que confusão.
Era apenas o segundo dia de volta para casa depois da última viagem, seu marido Ricardo estava no trabalho e sua única filha, Cristina, na escola. Ela estava sozinha em casa, então nervosamente tirou o roupão de banho para ficar gloriosamente nua na frente do notebook.
Dava para dizer que ela tinha um corpo de fazer cair o queixo. Mesmo não sendo mais uma garotinha, suas curvas eram firmes e voluptuosas. Seus seios se erguiam agitados, desafiando a gravidade, e sua barriga lisa terminava em uma leve mata de pelos aparada em forma de triângulo, de onde se espreitava curioso o vinco de seus lábios vaginais carnudos. Ela sabia que era linda e desejada, e essa noção era parte do motivo pelo qual ela vinha se comportando como uma verdadeira puta nos últimos dois anos. Vivia em um estado constante de excitação que as relações esporádicas com Ricardo não conseguiam acalmar.
Ela abriu pela quinta vez o e-mail no notebook e leu novamente:
Olá Patricia, ou devo dizer Putricia? Este e-mail é para pedir que você me adicione como seu contato no Messenger, me encontrará como DarkMaster69. Quero conversar com você para que me convença a não enviar esta e outras fotos que estão em meu poder das suas aventurinhas longe de casa. Como essas fotos chegaram até mim é irrelevante. O importante para você é que tem até as 12h de terça-feira para me aceitar como seu contato, ou terei que enviar essas fotos para seu marido. Ele se chama Ricardo, certo?
Pode confirmar se o e-mail dele é RicardoG42@hotmail.com?
Beijinhos na sua boquinha de chupar. Espero que tenha limpado a porra que aquele garanhão gozou em você enquanto você o devorava? Como é ser tão puta? Espero que nossa relação seja cheia de aventuras que vão te deixar no limite. O cara do seu marido não tem ideia da gostosa que ele tem. desperdiçando.
Quando eu estiver enfiando meu pau e você gemer pedindo mais, você vai me agradecer.
Por enquanto me adiciona, que temos coisinhas pra conversar.
Dark Master
Até aí terminava o texto do email e depois aparecia a foto comprometedora. Faltavam quinze minutos para as doze e ela ainda não sabia se faria o que o cara estava pedindo/ordenando.
Algumas coisas eram certas: a foto era real, o email do Ricardo era real também. Aquele hábito estranho que ele tinha de mudar o email a cada aniversário, trocando o número para combinar com a idade. Aquilo era uma loucura. Ela se sentia confusa, assustada, surpresa e…
Com tesão.
Ela sentiu uma onda de excitação e a sensação de umidade na sua virilha — e não era por causa da água do banho que tinha acabado de tomar. Sem querer, a ameaça velada de que ele ia comer ela tinha deixado ela excitada. Ela estava maluca, não podia dar corda para um cara que poderia ser algum pervertido sexual, um serial killer, talvez. Era uma loucura, claro que era.
Cinco para as doze. Ela tinha só um instante para decidir. Esfregou a virilha inchada, como se pedindo conselho para tomar uma decisão, e sua bucetinha deu a única solução que lhe interessava.
Seu dedo tocou levemente o clitóris e ela sentiu como se dele surgisse uma corrente elétrica que atravessou seu corpo, como se fosse o dedo de um feiticeiro fazendo mágica.
“Aceita” dizia sua bucetinha. “Ignora” dizia seu bom senso, lá do quartinho esquecido dos hóspedes indesejados no seu cérebro.
Como uma autômata, acessou sua conta do Messenger e digitou DarkMaster69. Assim que encontrou o usuário, enviou a solicitação de amizade. O avatar era a foto de um cara coberto por um capacete que bem poderia ser o Darth Vader, mas ela não tinha certeza.
Assustada, ouviu um barulho no seu laptop, e uma mensagem apareceu na tela:
DarkMaster69 aceitou sua solicitação de amizade.
“Nossa, isso foi rápido” pensou consigo mesma. Oi Patricia - Oi... - Pode me chamar de Dark ou Master, como preferir - E se eu te chamar de filho da puta? - Se preferir assim, mas esse nome é muito longo e você vai cansar de escrever ou de gritar quando eu estiver te metendo o meu pau e te tiver de quatro num quarto sujo de um motel de merda - O que você quer de mim? Você é doente. - Não sou, Patricia. Acredite, não sou nem um pouco. - O que você quer? - Primeiro que você ligue sua câmera pra gente fazer um vídeo chat. - Você é louco, não vou fazer isso. - Por quê? - Por muitos motivos, não te conheço, estou pelada, sozinha em casa - Você está pelada? Com certeza está excitada enquanto temos essa conversa - Nada a ver - Mostre-se e eu digo se você parece excitada ou não. - Não vou fazer. Você é louco. - Tudo bem. Você decide. Não tinha certeza se você era corajosa o suficiente pra tentar coisas novas e excitantes - O que você quer dizer com isso? - Esquece. Foi um prazer, Patricia. Tenho que decidir quais fotos vou mandar pro Ricardo. Essa aqui tá boa? Imediatamente apareceu uma nova foto com ela, Giancarlo e Roco envolvidos num trio onde ela chupava com deleite o pau de um deles enquanto o outro, possivelmente Roco, estava dando duro por trás. - De onde você tirou essa foto? - Isso não importa, o que eu gostaria de saber é o que você sentia enquanto estava sendo comida e chupava aquele pauzão. - Isso não é da sua conta. - Talvez seja da conta do Ricardo. Talvez ele até te convide pra participar da orgia - Pela última vez, o que você quer? - Mandar as fotos pro Ricardo. - Por favor não faça isso. Você não sabe o estrago que causaria - Você não me deixa outra opção. É fotos pro Ricardo ou vídeo pro Dark Master. - Você é um babaca. - Já me chamaram de coisas piores, mas o tempo tá acabando então decida agora. Patricia pegou o mouse e apertou o botão de vídeo chamada, que imediatamente foi aceito. Na frente dela apareceu apenas uma tela cinza com o nome de ambos.
- Não dá pra ver nada. – Escreveu Patricia.
- É assim que eu quero por enquanto. Eu te vejo perfeitamente. Que gostosas estão essas tetas, e você tem os mamilos em pé de guerra, sabia que você estava excitada.
- Não estou, é só que tá frio aqui.
- Muito bem, levanta pra que eu veja seu corpo inteiro.
- Ei, eu não sou sua putinha.
- Agora você é, putinha. Acostume-se e me obedeça logo. Estou cansado das suas besteiras.
- Ei, você não vai me tratar assim.
- Vou te tratar como eu quiser, putinha. Está claro? Levanta agora ou eu fecho a conversa e você nunca mais vai saber de mim.
- Está feliz agora? – Gritou, parando em frente à câmera do seu notebook, mostrando todo o seu corpo ao desconhecido. Suas curvas firmes, sua bucetinha inchada e… excitada? Seus seios empinados e eretos com os mamilos duros. Aos 40 anos, ela ainda era muito linda e desejável.
- Assim está perfeito. – Disse DarkMaster69, deixando sua voz ser ouvida através da caixa de som do notebook. Era uma voz distorcida, embora levemente familiar, talvez como se estivesse falando através de um lenço ou algo assim.
- Até quando você vai me deixar em paz? – Disse Patricia.
- Até quando eu quiser, até que minhas bolas inchem e fiquem roxas, sua putinha. Te parece suficiente ou quer mais?
- Não. – Disse baixinho.
- Acaricie suas tetas com seus dedos, belisque seus mamilos com eles.
- Mas…
- Vai! Não vou repetir mais.
Obediente desta vez, Patricia começou a tocar seus seios desajeitadamente no início, deixando suas mãos vagarem livremente, tocando seus mamilos. Embora não quisesse admitir, cada vez que os tocava, sentia um arrepio percorrer seu corpo. Apertava os dentes para que nenhum gemido escapasse e denunciasse sua excitação.
- Feche os olhos e imagine que são minhas mãos que estão te acariciando. – Disse DarkMaster69.
Já sem vontade de discutir, Patricia fez o que a voz ordenava e fechou os olhos. Continuou com a cadência. natural das mãos com os olhos fechados - Desça sua mão lentamente pelo seu ventre. Imagine que é minha mão que toca você, que acaricia você. Deixe-se levar, somos só você e eu. A mão de Patricia desceu lentamente como ordenado. Ela sentiu a textura e a temperatura da pele de seu ventre e, sem que houvesse uma palavra, continuou viajando até sua parte baixa, percorrendo o caminho de seu púbis aparado, e a dobra delicada de seus lábios vaginais. Sentiu a umidade ali e surpreendeu-se com o grau de excitação que sentia e como seu corpo estava reagindo a esse estímulo. Arqueando levemente o corpo, deixou que um dedo deslizasse delicadamente por dentro de sua vagina, depois não foi suficiente e foram dois até sentir a pressão necessária para continuar com esse maravilhoso estado de excitação. Com um ricto de satisfação em seu rosto, continuou percorrendo com seus dedos seu interior molhado em um delicioso vai e vem, de repente, não existia mais medo, nem surpresa, nem inquietação alguma, mas um desejo puramente animal de saciar essa vontade, esse orgasmo iminente que fervia desde o fundo de suas entranhas. - Sinta meus dedos percorrendo você. - Ouviu Dark dizer de muito longe, sua voz rouca e distorcida, a autoridade que emanava dela, a fez esquentar ainda mais, desejava agradá-lo, retribuir o favor por esse momento erótico, naquele momento não importava que ele fosse um filho da puta que a estava chantageando. - Ayy, que gostoso. – Ouviu a si mesma dizer, como se a puta que carregava dentro tivesse tomado o controle. Há alguns momentos, lutava para esconder suas emoções e agora era uma loba no cio. - Acaricie seu clitóris com seus dedos, assim. Uff, que gostosa você está, puta. - Mhhmhg. Sim, sou sua puta. Me come, cabrão, mete essa pica gostosa. - Ainda não, puta, mas você vai fazer algo por mim que vai adorar, continue se tocando. Não goze até que eu diga… - Ah, estou ardendo, quase chegando… - Pare. Não goze ainda, eu disse, você deve obedecer-me. - Está bem. – Disse Patricia, parando o movimento dos dedos contra toda a sua vontade. Ofegante, ficou à espera das instruções do seu suposto domador, ou seja lá o que ele fosse. - Você tem algum problema doméstico que precise de reparo? - Como? – Respondeu Patricia, desconcertada. Não sabia onde ele queria chegar. - Algum vazamento de gás ou água, uma máquina de lavar barulhenta… - A torneira da pia está pingando há dias, eu disse ao Ricardo que… - Você tem um encanador de confiança? - Sim, o Seu Pedro é quem sempre nos ajuda. - Ligue para ele. Você tem que conseguir que ele te coma quando vier. - O quê? Você está louco? Ele é um velhinho de uns 60 anos, é muito respeitoso e nem acho que ele tenha vigor para… você sabe. - Acha que ele não vai ficar de pau duro? - Bom… sim, acho isso. Isso que você está me pedindo é absurdo… - Deixe o absurdo comigo e você faça o que eu digo. - Está bem. Vou fazer. – Disse Patricia, relutante. Três horas depois, Patricia estava em casa, ainda sozinha. Cristina tinha ligado para avisar que passaria a tarde na casa da amiga Pamela fazendo um trabalho da escola. Parecia uma desculpa esfarrapada da filha para ir passar um tempo com a amiga, mas no momento era ideal para o plano, ou seja lá o que o DarkMaster tivesse em mente. Ela estava usando um vestido vermelho leve que ficava acima do joelho, curto o suficiente para mostrar suas lindas pernas torneadas e carnudas. Seus seios ficavam um pouco expostos pelo decote da roupa, e qualquer cavalheiro perceberia que aquele par de tetas duras e grandes foi feito para grandes coisas, e não exatamente para amamentar. Na cozinha, debaixo da pia, estava Seu Pedro trabalhando afanosamente para desmontar a peça defeituosa que tinha o vazamento de água. Era um homem simples, já com os anos pesando. Nada extraordinário, com uma barriga proeminente, embora não se pudesse dizer necessariamente que ele estava gordo. Talvez nos seus anos de juventude ele tivesse um pouco atraente, o suficiente para conseguir mulher e casar, como o anel no dedo anular da mão esquerda comprovava. Era quieto e se limitava a falar o mínimo sobre o problema do encanamento. Patricia jamais o teria considerado como material sexual propriamente dito, mas...
No canto da cozinha, apontando para a mesa perto da pia, estava discretamente posicionado o notebook de Patricia com sua câmera pronta para o que pudesse acontecer ali. Atrás dele, em seu próprio computador, estava DarkMaster assistindo ao que acontecia naquele momento, com seu microfone silenciado.
Patricia pegou seu celular e se posicionou logo fora da cozinha, em um lugar estrategicamente perto do encanador para que ele pudesse ouvir a falsa conversa se quisesse.
— Oi, amiga. Como você tem estado? — disse Patricia, atendendo a suposta ligação. — Imagino que você deve estar se divertindo horrores, com aquele garanhão que levou na sua "viagem de negócios". Quem dera ser você.
Pausa
— Eu? Aqui, morrendo de tédio em casa. Meu marido só chega daqui a 5 horas e estou morrendo de tédio. Minha filha foi para a casa da amiga Pamela e só volta tarde também. Já chequei as notícias, as mensagens e e-mails e até me animei a entrar em um daqueles sites pornôs, hehehe.
Pausa
— É mesmo? De onde eles tiram aqueles paus enormes? Me dá água na boca só de ver, e aqui nem um consolo...
Pausa
— Não, não estou sozinha, tem o encanador me ajudando com um vazamento.
Pausa
— Não, como assim?
Patricia olhou de soslaio e notou que o encanador tinha parado de trabalhar na torneira para prestar atenção naquela conversa.
— É um senhor muito respeitador. Não inventa. Me conta quantas trepadas você já deu entre ontem e hoje e com... Rodrigo, você disse que era o nome?
Pausa
— Uau, me pergunto de onde ele tira tanta energia para te deixar satisfeita.
Pausa
— Quem me dera... olha, até estou com vontade de...
Pausa Não, ia falar pra roubar o Rodrigo ou Renato ou seja lá o nome dele pra desentupir meus canos.
Pausa
- Não, deixa o Seu Pedro em paz. Aliás, acho que ele nem deve mais levantar.
De novo, Patricia percebeu que Seu Pedro continuava atento àquela conversa. Os dados estavam lançados e ela não sabia aonde tudo aquilo levaria. Talvez a lugar nenhum, mas ela continuava com tesão igual uma puta no cio e nem sequer tinha conseguido se satisfazer sozinha como queria.
- Não, não verifiquei nem olhei o pacote dele, só tô supondo que ele já não tem energia pra, você sabe…
Pausa
- Sim, pra isso, pra foder. Satisfeita?
Pausa
- Não, não vou investigar. Ele é um senhor inofensivo, para de falar bobagem…
De repente, Patricia sentiu a pressão de um dedo no seu ombro. Virou e viu Seu Pedro olhando pra ela com uma mistura de raiva e excitação.
- Senhorita, só quero informar que a senhorita está enganada sobre meu vigor…
Ao dizer isso, ele virou pra mostrar a virilha. O velho tinha aberto a calça e abaixado a cueca, revelando um pênis grosso e ereto, protegido por uma mata grossa de pelos que seguia o caminho da barriga avantajada.
- Seu Pedro, o que o senhor está pensando? Por favor, se cubra e volte ao trabalho.
- Não, senhorita, você tá duvidando da minha virilidade e tenho que provar que você tá errada…
- Tá bom, peço desculpas. Foi errado o que eu disse, achei que não tava ouvindo…
- Tô pouco me fodendo se você pede desculpas ou não. Agora você vai levar isso – disse, agarrando o pênis e empurrando ela contra a geladeira.
- Por favor, não me machuca, Seu Pedro…
- Não vou te machucar, putinha – disse enquanto metia a mão dentro do vestido pra tocar sua bucetinha. Quando tocou, notou que ela não usava calcinha e estava completamente encharcada. Com rudeza, enfiou o dedo dentro dela e arrancou um gemido que não sabia se era de dor ou prazer. Provavelmente os dois.
- Seu Pedro, para, por favor. Minha marido… - Não se preocupe, ele só chega daqui a 5 horas, não lembra? Patricia sentiu o cheiro forte do homem se apertando contra seu corpo enquanto ele continuava a penetrá-la com seu dedo grosso, sem recuar. Quase sem perceber, ela se ajustou ao ritmo do velho, empurrando a pélvis para frente para facilitar a penetração. Sentia seus fluidos escorrendo pela mão do homem e, em algum momento, se deixou levar por aquela sensação de prazer proibido, mal percebendo que estava sendo estuprada pelo ancião. - Tire o vestido. – Ordenou Don Pedro, empurrando-a para a mesinha que ficava no centro da cozinha. Como uma autômata, a mulher tirou o vestido por cima, revelando que não usava nenhuma outra peça por baixo. - Que tetas gostosas você tem aqui, putinha. – Disse o velho enquanto as apertava com suas mãos calejadas. Patricia sentiu uma pontada de dor estranha enquanto o homem brincava com seus seios, era como uma dor doce, quase prazerosa. Era o empurrão final que faltava para desejar aquele homem rude e simples, desprovido de qualquer charme, dentro dela. - Agh, por favor. – Ofegou Patricia, já sem convicção. – Não faça nada comigo, não vou contar nada se parar agora. - Já não consigo parar, putinha. Olha como você me deixou. - Don Pedro abaixou a calça e deixou o pênis ereto e duro bem na frente dela. Sem dizer uma palavra, a mulher se ajoelhou e foi engolindo aquela peça de carne aos poucos, chupando e cobrindo-o de saliva. Tinha um gosto forte, sujo, e seus pelos pubianos grisalhos roçavam seus lábios cada vez que ela o engolia. Acariciou a glande com a língua e deu uma leve mordida, e quando sentiu o arqueio e a convulsão do homem, parou por um momento. Não queria que todo aquele sêmen fosse derramado em sua boca. Pelo menos não agora. - Vem, putinha, encosta na mesa. Patricia obedeceu docilmente, apresentando sua buceta molhada diante do homem, que, sem demora, se ajoelhou diante dela e começou a fazer um sexo oral, bagunçado, quente. A língua dele entrava e saía roçando os lábios, o púbis, o clitóris, numa investida selvagem. Cada vez que a língua acertava em tocar o clitóris, ela estremecia, sentindo que estava fervendo por dentro. Estava com um tesão da porra e precisava sentir aquele pedaço de pau dentro dela. Ela ansiava por isso. O desejo era intenso demais.
- Arghh, me fode, por favor. – Disse em sussurros.
- Sobe na mesa, então.
Ela subiu na mesa ficando de quatro com a bucetinha de frente para o homem. Don Pedro terminou de tirar a roupa e, posicionando seu pau diante dela, a penetrou deixando que o pau grosso batesse contra a bucetinha apetitosa. Soltando um grunhido, continuou metendo com um ritmo semilento, como quem sabe que tem o controle da situação.
Patrícia, por sua vez, olhou para a câmera piscando do seu laptop e lembrou de DarkMaster, que certamente a observava do outro lado, esquentando com aquela cena. Talvez ele estivesse se masturbando enquanto via como ela estava sendo comida, e ela sorriu um sorriso malicioso e carregado de desejo. Abriu a boca e deixou a língua percorrer os lábios enquanto continuava olhando diretamente para a câmera. Saber que estava sendo observada a deixava ainda mais excitada. Como se fosse a protagonista de um filme pornô com um único espectador.
O velho respirava mais forte, e seus gemidos eram mais intensos. Ele estava prestes a gozar, mas ela precisava alcançar o orgasmo primeiro, estava quase lá, só faltava o empurrão final. Parando brevemente, ela se virou para ficar de frente para o homem e recostou as costas na mesa. O homem se inclinou sobre ela, ainda ofegante, e buscou o caminho direto para a sua virilha novamente.
Quando a penetrou de novo, beijou seus seios mordendo os mamilos com a pouca delicadeza que conseguia reunir. Depois buscou seu pescoço e o beijou avidamente, deixando um rastro de umidade para trás; o cheiro do homem, que em outras ocasiões lhe teria parecido desagradável, a ela excitava. Estava à mercê desse sujeito, ele a estava violentando e ela, indefesa, sentiu uma onda de prazer ao perceber isso, gemeu, abriu a boca e o cara a beijou deixando sua língua vagar dentro de sua boca. O orgasmo tão desejado por ela chegou de forma brutal, fazendo-a tremer nos braços do velho que continuava a penetrá-la selvagemente.
Patrícia fechou os olhos, apenas aproveitando as ondas de prazer daquele orgasmo interminável. Tinha os braços em volta de Don Pedro, prendendo-o para que ele não pensasse em sair. Gritou, xingou e pediu que continuasse a comê-la por um longo tempo até que aquela sensação intensa desaparecesse. O ancião, estoicamente, seguia naquela enfiada intensa sem mostrar sinais de cansaço.
- Vem, deixa eu te ajudar. – disse Patrícia, ajoelhando-se diante dele e engolindo o pau molhado por tantos fluidos que ela mesma havia derramado.
- Chupa, puta.
Patrícia lambeu aquele pau velho como se fosse a primeira vez, com entusiasmo. Queria retribuir ao velho o enorme prazer que ele havia acabado de lhe provocar. Foi molhando todo o tronco, brincando com o púbis molhado enquanto acariciava suas bolas. Cada vez que as acariciava, o homem dava um pequeno pulo.
Finalmente, Patrícia envolveu o tronco do pau com sua língua e colocou essas bolas na boca, sentindo aquele mesmo cheiro característico do ancião. Enquanto fazia isso, colocou sua mão sobre o tronco do pau encharcado de sua saliva e começou a masturbá-lo selvagemente.
Quando sentiu que Don Pedro começou a tremer e a gemer com sons guturais, parou de fazer aquilo e apontou a cabeça do pau para seus seios. Como se esperasse o sinal, o velho se esvaziou sobre os seios apetitosos, enchendo-os de seu sêmen branco em vários jatos que saíam com intensidade e se alojavam nela. Era muitíssimo sêmen e ela recolheu uma parte dele e colocou em sua boca. Deliciando-se com seu sabor. Nunca se cansava de saboreá-lo.
- Uff, que delícia de pau. puta, você me deixou vazio. - Espero, Don Pedro, pelo bem de ambos que isso nunca se descubra. Será nosso segredo e talvez, se você se comportar bem, um dia a gente repita. - Está bem. Assim farei, não se preocupe, puta. - De agora em diante me chamo Patricia, tá? - Tá. - Agora vou me limpar e você vai terminar aquele trabalho que já te paguei com juros e correção. - Então não vai me pagar? - Considere que sou sua puta e te paguei com uma trepada, fechou? - Está bem. Duas horas depois, enquanto Patricia esperava tranquilamente que Cristina chegasse, piscou uma mensagem em seu laptop. Era Darkmaster69 - Você foi incrível hoje. Estou orgulhoso de você. Patricia respondeu escrevendo um texto por sua parte, - Obrigada, foi muito excitante o que fizemos. Saber que você estava lá me vendo me deixou a mil. - Acho que sua próxima tarefa vai ser ainda mais excitante para você. - Como assim? - Que seu próximo desafio, se decidir aceitar, será seduzir Pamela, a amiga da sua filha. - O quê? Você tá louco? - Sim, e você também está. Já devia saber disso. Não acha? Dark Knight
Aquela foto dava sentido ao conteúdo do e-mail que o Senhor Mestre-dá-no-cu lhe escrevera. Estava sendo chantageada vilmente. Desconhecia os motivos pelos quais aquele cara se dera ao trabalho de voar até o outro lado do mundo para tirar aquela foto comprometedora, mas a determinação daquele maluco a enchia de pavor. Certamente ele não hesitaria em prejudicá-la em sua... relação abalada no seu casamento e aparentemente tinha evidências contundentes para conseguir isso, e ainda tinha o endereço de e-mail do marido... caralho... Que confusão.
Era apenas o segundo dia de volta para casa depois da última viagem, seu marido Ricardo estava no trabalho e sua única filha, Cristina, na escola. Ela estava sozinha em casa, então nervosamente tirou o roupão de banho para ficar gloriosamente nua na frente do notebook.
Dava para dizer que ela tinha um corpo de fazer cair o queixo. Mesmo não sendo mais uma garotinha, suas curvas eram firmes e voluptuosas. Seus seios se erguiam agitados, desafiando a gravidade, e sua barriga lisa terminava em uma leve mata de pelos aparada em forma de triângulo, de onde se espreitava curioso o vinco de seus lábios vaginais carnudos. Ela sabia que era linda e desejada, e essa noção era parte do motivo pelo qual ela vinha se comportando como uma verdadeira puta nos últimos dois anos. Vivia em um estado constante de excitação que as relações esporádicas com Ricardo não conseguiam acalmar.
Ela abriu pela quinta vez o e-mail no notebook e leu novamente:
Olá Patricia, ou devo dizer Putricia? Este e-mail é para pedir que você me adicione como seu contato no Messenger, me encontrará como DarkMaster69. Quero conversar com você para que me convença a não enviar esta e outras fotos que estão em meu poder das suas aventurinhas longe de casa. Como essas fotos chegaram até mim é irrelevante. O importante para você é que tem até as 12h de terça-feira para me aceitar como seu contato, ou terei que enviar essas fotos para seu marido. Ele se chama Ricardo, certo?
Pode confirmar se o e-mail dele é RicardoG42@hotmail.com?
Beijinhos na sua boquinha de chupar. Espero que tenha limpado a porra que aquele garanhão gozou em você enquanto você o devorava? Como é ser tão puta? Espero que nossa relação seja cheia de aventuras que vão te deixar no limite. O cara do seu marido não tem ideia da gostosa que ele tem. desperdiçando.
Quando eu estiver enfiando meu pau e você gemer pedindo mais, você vai me agradecer.
Por enquanto me adiciona, que temos coisinhas pra conversar.
Dark Master
Até aí terminava o texto do email e depois aparecia a foto comprometedora. Faltavam quinze minutos para as doze e ela ainda não sabia se faria o que o cara estava pedindo/ordenando.
Algumas coisas eram certas: a foto era real, o email do Ricardo era real também. Aquele hábito estranho que ele tinha de mudar o email a cada aniversário, trocando o número para combinar com a idade. Aquilo era uma loucura. Ela se sentia confusa, assustada, surpresa e…
Com tesão.
Ela sentiu uma onda de excitação e a sensação de umidade na sua virilha — e não era por causa da água do banho que tinha acabado de tomar. Sem querer, a ameaça velada de que ele ia comer ela tinha deixado ela excitada. Ela estava maluca, não podia dar corda para um cara que poderia ser algum pervertido sexual, um serial killer, talvez. Era uma loucura, claro que era.
Cinco para as doze. Ela tinha só um instante para decidir. Esfregou a virilha inchada, como se pedindo conselho para tomar uma decisão, e sua bucetinha deu a única solução que lhe interessava.
Seu dedo tocou levemente o clitóris e ela sentiu como se dele surgisse uma corrente elétrica que atravessou seu corpo, como se fosse o dedo de um feiticeiro fazendo mágica.
“Aceita” dizia sua bucetinha. “Ignora” dizia seu bom senso, lá do quartinho esquecido dos hóspedes indesejados no seu cérebro.
Como uma autômata, acessou sua conta do Messenger e digitou DarkMaster69. Assim que encontrou o usuário, enviou a solicitação de amizade. O avatar era a foto de um cara coberto por um capacete que bem poderia ser o Darth Vader, mas ela não tinha certeza.
Assustada, ouviu um barulho no seu laptop, e uma mensagem apareceu na tela:
DarkMaster69 aceitou sua solicitação de amizade.
“Nossa, isso foi rápido” pensou consigo mesma. Oi Patricia - Oi... - Pode me chamar de Dark ou Master, como preferir - E se eu te chamar de filho da puta? - Se preferir assim, mas esse nome é muito longo e você vai cansar de escrever ou de gritar quando eu estiver te metendo o meu pau e te tiver de quatro num quarto sujo de um motel de merda - O que você quer de mim? Você é doente. - Não sou, Patricia. Acredite, não sou nem um pouco. - O que você quer? - Primeiro que você ligue sua câmera pra gente fazer um vídeo chat. - Você é louco, não vou fazer isso. - Por quê? - Por muitos motivos, não te conheço, estou pelada, sozinha em casa - Você está pelada? Com certeza está excitada enquanto temos essa conversa - Nada a ver - Mostre-se e eu digo se você parece excitada ou não. - Não vou fazer. Você é louco. - Tudo bem. Você decide. Não tinha certeza se você era corajosa o suficiente pra tentar coisas novas e excitantes - O que você quer dizer com isso? - Esquece. Foi um prazer, Patricia. Tenho que decidir quais fotos vou mandar pro Ricardo. Essa aqui tá boa? Imediatamente apareceu uma nova foto com ela, Giancarlo e Roco envolvidos num trio onde ela chupava com deleite o pau de um deles enquanto o outro, possivelmente Roco, estava dando duro por trás. - De onde você tirou essa foto? - Isso não importa, o que eu gostaria de saber é o que você sentia enquanto estava sendo comida e chupava aquele pauzão. - Isso não é da sua conta. - Talvez seja da conta do Ricardo. Talvez ele até te convide pra participar da orgia - Pela última vez, o que você quer? - Mandar as fotos pro Ricardo. - Por favor não faça isso. Você não sabe o estrago que causaria - Você não me deixa outra opção. É fotos pro Ricardo ou vídeo pro Dark Master. - Você é um babaca. - Já me chamaram de coisas piores, mas o tempo tá acabando então decida agora. Patricia pegou o mouse e apertou o botão de vídeo chamada, que imediatamente foi aceito. Na frente dela apareceu apenas uma tela cinza com o nome de ambos.
- Não dá pra ver nada. – Escreveu Patricia.
- É assim que eu quero por enquanto. Eu te vejo perfeitamente. Que gostosas estão essas tetas, e você tem os mamilos em pé de guerra, sabia que você estava excitada.
- Não estou, é só que tá frio aqui.
- Muito bem, levanta pra que eu veja seu corpo inteiro.
- Ei, eu não sou sua putinha.
- Agora você é, putinha. Acostume-se e me obedeça logo. Estou cansado das suas besteiras.
- Ei, você não vai me tratar assim.
- Vou te tratar como eu quiser, putinha. Está claro? Levanta agora ou eu fecho a conversa e você nunca mais vai saber de mim.
- Está feliz agora? – Gritou, parando em frente à câmera do seu notebook, mostrando todo o seu corpo ao desconhecido. Suas curvas firmes, sua bucetinha inchada e… excitada? Seus seios empinados e eretos com os mamilos duros. Aos 40 anos, ela ainda era muito linda e desejável.
- Assim está perfeito. – Disse DarkMaster69, deixando sua voz ser ouvida através da caixa de som do notebook. Era uma voz distorcida, embora levemente familiar, talvez como se estivesse falando através de um lenço ou algo assim.
- Até quando você vai me deixar em paz? – Disse Patricia.
- Até quando eu quiser, até que minhas bolas inchem e fiquem roxas, sua putinha. Te parece suficiente ou quer mais?
- Não. – Disse baixinho.
- Acaricie suas tetas com seus dedos, belisque seus mamilos com eles.
- Mas…
- Vai! Não vou repetir mais.
Obediente desta vez, Patricia começou a tocar seus seios desajeitadamente no início, deixando suas mãos vagarem livremente, tocando seus mamilos. Embora não quisesse admitir, cada vez que os tocava, sentia um arrepio percorrer seu corpo. Apertava os dentes para que nenhum gemido escapasse e denunciasse sua excitação.
- Feche os olhos e imagine que são minhas mãos que estão te acariciando. – Disse DarkMaster69.
Já sem vontade de discutir, Patricia fez o que a voz ordenava e fechou os olhos. Continuou com a cadência. natural das mãos com os olhos fechados - Desça sua mão lentamente pelo seu ventre. Imagine que é minha mão que toca você, que acaricia você. Deixe-se levar, somos só você e eu. A mão de Patricia desceu lentamente como ordenado. Ela sentiu a textura e a temperatura da pele de seu ventre e, sem que houvesse uma palavra, continuou viajando até sua parte baixa, percorrendo o caminho de seu púbis aparado, e a dobra delicada de seus lábios vaginais. Sentiu a umidade ali e surpreendeu-se com o grau de excitação que sentia e como seu corpo estava reagindo a esse estímulo. Arqueando levemente o corpo, deixou que um dedo deslizasse delicadamente por dentro de sua vagina, depois não foi suficiente e foram dois até sentir a pressão necessária para continuar com esse maravilhoso estado de excitação. Com um ricto de satisfação em seu rosto, continuou percorrendo com seus dedos seu interior molhado em um delicioso vai e vem, de repente, não existia mais medo, nem surpresa, nem inquietação alguma, mas um desejo puramente animal de saciar essa vontade, esse orgasmo iminente que fervia desde o fundo de suas entranhas. - Sinta meus dedos percorrendo você. - Ouviu Dark dizer de muito longe, sua voz rouca e distorcida, a autoridade que emanava dela, a fez esquentar ainda mais, desejava agradá-lo, retribuir o favor por esse momento erótico, naquele momento não importava que ele fosse um filho da puta que a estava chantageando. - Ayy, que gostoso. – Ouviu a si mesma dizer, como se a puta que carregava dentro tivesse tomado o controle. Há alguns momentos, lutava para esconder suas emoções e agora era uma loba no cio. - Acaricie seu clitóris com seus dedos, assim. Uff, que gostosa você está, puta. - Mhhmhg. Sim, sou sua puta. Me come, cabrão, mete essa pica gostosa. - Ainda não, puta, mas você vai fazer algo por mim que vai adorar, continue se tocando. Não goze até que eu diga… - Ah, estou ardendo, quase chegando… - Pare. Não goze ainda, eu disse, você deve obedecer-me. - Está bem. – Disse Patricia, parando o movimento dos dedos contra toda a sua vontade. Ofegante, ficou à espera das instruções do seu suposto domador, ou seja lá o que ele fosse. - Você tem algum problema doméstico que precise de reparo? - Como? – Respondeu Patricia, desconcertada. Não sabia onde ele queria chegar. - Algum vazamento de gás ou água, uma máquina de lavar barulhenta… - A torneira da pia está pingando há dias, eu disse ao Ricardo que… - Você tem um encanador de confiança? - Sim, o Seu Pedro é quem sempre nos ajuda. - Ligue para ele. Você tem que conseguir que ele te coma quando vier. - O quê? Você está louco? Ele é um velhinho de uns 60 anos, é muito respeitoso e nem acho que ele tenha vigor para… você sabe. - Acha que ele não vai ficar de pau duro? - Bom… sim, acho isso. Isso que você está me pedindo é absurdo… - Deixe o absurdo comigo e você faça o que eu digo. - Está bem. Vou fazer. – Disse Patricia, relutante. Três horas depois, Patricia estava em casa, ainda sozinha. Cristina tinha ligado para avisar que passaria a tarde na casa da amiga Pamela fazendo um trabalho da escola. Parecia uma desculpa esfarrapada da filha para ir passar um tempo com a amiga, mas no momento era ideal para o plano, ou seja lá o que o DarkMaster tivesse em mente. Ela estava usando um vestido vermelho leve que ficava acima do joelho, curto o suficiente para mostrar suas lindas pernas torneadas e carnudas. Seus seios ficavam um pouco expostos pelo decote da roupa, e qualquer cavalheiro perceberia que aquele par de tetas duras e grandes foi feito para grandes coisas, e não exatamente para amamentar. Na cozinha, debaixo da pia, estava Seu Pedro trabalhando afanosamente para desmontar a peça defeituosa que tinha o vazamento de água. Era um homem simples, já com os anos pesando. Nada extraordinário, com uma barriga proeminente, embora não se pudesse dizer necessariamente que ele estava gordo. Talvez nos seus anos de juventude ele tivesse um pouco atraente, o suficiente para conseguir mulher e casar, como o anel no dedo anular da mão esquerda comprovava. Era quieto e se limitava a falar o mínimo sobre o problema do encanamento. Patricia jamais o teria considerado como material sexual propriamente dito, mas...
No canto da cozinha, apontando para a mesa perto da pia, estava discretamente posicionado o notebook de Patricia com sua câmera pronta para o que pudesse acontecer ali. Atrás dele, em seu próprio computador, estava DarkMaster assistindo ao que acontecia naquele momento, com seu microfone silenciado.
Patricia pegou seu celular e se posicionou logo fora da cozinha, em um lugar estrategicamente perto do encanador para que ele pudesse ouvir a falsa conversa se quisesse.
— Oi, amiga. Como você tem estado? — disse Patricia, atendendo a suposta ligação. — Imagino que você deve estar se divertindo horrores, com aquele garanhão que levou na sua "viagem de negócios". Quem dera ser você.
Pausa
— Eu? Aqui, morrendo de tédio em casa. Meu marido só chega daqui a 5 horas e estou morrendo de tédio. Minha filha foi para a casa da amiga Pamela e só volta tarde também. Já chequei as notícias, as mensagens e e-mails e até me animei a entrar em um daqueles sites pornôs, hehehe.
Pausa
— É mesmo? De onde eles tiram aqueles paus enormes? Me dá água na boca só de ver, e aqui nem um consolo...
Pausa
— Não, não estou sozinha, tem o encanador me ajudando com um vazamento.
Pausa
— Não, como assim?
Patricia olhou de soslaio e notou que o encanador tinha parado de trabalhar na torneira para prestar atenção naquela conversa.
— É um senhor muito respeitador. Não inventa. Me conta quantas trepadas você já deu entre ontem e hoje e com... Rodrigo, você disse que era o nome?
Pausa
— Uau, me pergunto de onde ele tira tanta energia para te deixar satisfeita.
Pausa
— Quem me dera... olha, até estou com vontade de...
Pausa Não, ia falar pra roubar o Rodrigo ou Renato ou seja lá o nome dele pra desentupir meus canos.
Pausa
- Não, deixa o Seu Pedro em paz. Aliás, acho que ele nem deve mais levantar.
De novo, Patricia percebeu que Seu Pedro continuava atento àquela conversa. Os dados estavam lançados e ela não sabia aonde tudo aquilo levaria. Talvez a lugar nenhum, mas ela continuava com tesão igual uma puta no cio e nem sequer tinha conseguido se satisfazer sozinha como queria.
- Não, não verifiquei nem olhei o pacote dele, só tô supondo que ele já não tem energia pra, você sabe…
Pausa
- Sim, pra isso, pra foder. Satisfeita?
Pausa
- Não, não vou investigar. Ele é um senhor inofensivo, para de falar bobagem…
De repente, Patricia sentiu a pressão de um dedo no seu ombro. Virou e viu Seu Pedro olhando pra ela com uma mistura de raiva e excitação.
- Senhorita, só quero informar que a senhorita está enganada sobre meu vigor…
Ao dizer isso, ele virou pra mostrar a virilha. O velho tinha aberto a calça e abaixado a cueca, revelando um pênis grosso e ereto, protegido por uma mata grossa de pelos que seguia o caminho da barriga avantajada.
- Seu Pedro, o que o senhor está pensando? Por favor, se cubra e volte ao trabalho.
- Não, senhorita, você tá duvidando da minha virilidade e tenho que provar que você tá errada…
- Tá bom, peço desculpas. Foi errado o que eu disse, achei que não tava ouvindo…
- Tô pouco me fodendo se você pede desculpas ou não. Agora você vai levar isso – disse, agarrando o pênis e empurrando ela contra a geladeira.
- Por favor, não me machuca, Seu Pedro…
- Não vou te machucar, putinha – disse enquanto metia a mão dentro do vestido pra tocar sua bucetinha. Quando tocou, notou que ela não usava calcinha e estava completamente encharcada. Com rudeza, enfiou o dedo dentro dela e arrancou um gemido que não sabia se era de dor ou prazer. Provavelmente os dois.
- Seu Pedro, para, por favor. Minha marido… - Não se preocupe, ele só chega daqui a 5 horas, não lembra? Patricia sentiu o cheiro forte do homem se apertando contra seu corpo enquanto ele continuava a penetrá-la com seu dedo grosso, sem recuar. Quase sem perceber, ela se ajustou ao ritmo do velho, empurrando a pélvis para frente para facilitar a penetração. Sentia seus fluidos escorrendo pela mão do homem e, em algum momento, se deixou levar por aquela sensação de prazer proibido, mal percebendo que estava sendo estuprada pelo ancião. - Tire o vestido. – Ordenou Don Pedro, empurrando-a para a mesinha que ficava no centro da cozinha. Como uma autômata, a mulher tirou o vestido por cima, revelando que não usava nenhuma outra peça por baixo. - Que tetas gostosas você tem aqui, putinha. – Disse o velho enquanto as apertava com suas mãos calejadas. Patricia sentiu uma pontada de dor estranha enquanto o homem brincava com seus seios, era como uma dor doce, quase prazerosa. Era o empurrão final que faltava para desejar aquele homem rude e simples, desprovido de qualquer charme, dentro dela. - Agh, por favor. – Ofegou Patricia, já sem convicção. – Não faça nada comigo, não vou contar nada se parar agora. - Já não consigo parar, putinha. Olha como você me deixou. - Don Pedro abaixou a calça e deixou o pênis ereto e duro bem na frente dela. Sem dizer uma palavra, a mulher se ajoelhou e foi engolindo aquela peça de carne aos poucos, chupando e cobrindo-o de saliva. Tinha um gosto forte, sujo, e seus pelos pubianos grisalhos roçavam seus lábios cada vez que ela o engolia. Acariciou a glande com a língua e deu uma leve mordida, e quando sentiu o arqueio e a convulsão do homem, parou por um momento. Não queria que todo aquele sêmen fosse derramado em sua boca. Pelo menos não agora. - Vem, putinha, encosta na mesa. Patricia obedeceu docilmente, apresentando sua buceta molhada diante do homem, que, sem demora, se ajoelhou diante dela e começou a fazer um sexo oral, bagunçado, quente. A língua dele entrava e saía roçando os lábios, o púbis, o clitóris, numa investida selvagem. Cada vez que a língua acertava em tocar o clitóris, ela estremecia, sentindo que estava fervendo por dentro. Estava com um tesão da porra e precisava sentir aquele pedaço de pau dentro dela. Ela ansiava por isso. O desejo era intenso demais.
- Arghh, me fode, por favor. – Disse em sussurros.
- Sobe na mesa, então.
Ela subiu na mesa ficando de quatro com a bucetinha de frente para o homem. Don Pedro terminou de tirar a roupa e, posicionando seu pau diante dela, a penetrou deixando que o pau grosso batesse contra a bucetinha apetitosa. Soltando um grunhido, continuou metendo com um ritmo semilento, como quem sabe que tem o controle da situação.
Patrícia, por sua vez, olhou para a câmera piscando do seu laptop e lembrou de DarkMaster, que certamente a observava do outro lado, esquentando com aquela cena. Talvez ele estivesse se masturbando enquanto via como ela estava sendo comida, e ela sorriu um sorriso malicioso e carregado de desejo. Abriu a boca e deixou a língua percorrer os lábios enquanto continuava olhando diretamente para a câmera. Saber que estava sendo observada a deixava ainda mais excitada. Como se fosse a protagonista de um filme pornô com um único espectador.
O velho respirava mais forte, e seus gemidos eram mais intensos. Ele estava prestes a gozar, mas ela precisava alcançar o orgasmo primeiro, estava quase lá, só faltava o empurrão final. Parando brevemente, ela se virou para ficar de frente para o homem e recostou as costas na mesa. O homem se inclinou sobre ela, ainda ofegante, e buscou o caminho direto para a sua virilha novamente.
Quando a penetrou de novo, beijou seus seios mordendo os mamilos com a pouca delicadeza que conseguia reunir. Depois buscou seu pescoço e o beijou avidamente, deixando um rastro de umidade para trás; o cheiro do homem, que em outras ocasiões lhe teria parecido desagradável, a ela excitava. Estava à mercê desse sujeito, ele a estava violentando e ela, indefesa, sentiu uma onda de prazer ao perceber isso, gemeu, abriu a boca e o cara a beijou deixando sua língua vagar dentro de sua boca. O orgasmo tão desejado por ela chegou de forma brutal, fazendo-a tremer nos braços do velho que continuava a penetrá-la selvagemente.
Patrícia fechou os olhos, apenas aproveitando as ondas de prazer daquele orgasmo interminável. Tinha os braços em volta de Don Pedro, prendendo-o para que ele não pensasse em sair. Gritou, xingou e pediu que continuasse a comê-la por um longo tempo até que aquela sensação intensa desaparecesse. O ancião, estoicamente, seguia naquela enfiada intensa sem mostrar sinais de cansaço.
- Vem, deixa eu te ajudar. – disse Patrícia, ajoelhando-se diante dele e engolindo o pau molhado por tantos fluidos que ela mesma havia derramado.
- Chupa, puta.
Patrícia lambeu aquele pau velho como se fosse a primeira vez, com entusiasmo. Queria retribuir ao velho o enorme prazer que ele havia acabado de lhe provocar. Foi molhando todo o tronco, brincando com o púbis molhado enquanto acariciava suas bolas. Cada vez que as acariciava, o homem dava um pequeno pulo.
Finalmente, Patrícia envolveu o tronco do pau com sua língua e colocou essas bolas na boca, sentindo aquele mesmo cheiro característico do ancião. Enquanto fazia isso, colocou sua mão sobre o tronco do pau encharcado de sua saliva e começou a masturbá-lo selvagemente.
Quando sentiu que Don Pedro começou a tremer e a gemer com sons guturais, parou de fazer aquilo e apontou a cabeça do pau para seus seios. Como se esperasse o sinal, o velho se esvaziou sobre os seios apetitosos, enchendo-os de seu sêmen branco em vários jatos que saíam com intensidade e se alojavam nela. Era muitíssimo sêmen e ela recolheu uma parte dele e colocou em sua boca. Deliciando-se com seu sabor. Nunca se cansava de saboreá-lo.
- Uff, que delícia de pau. puta, você me deixou vazio. - Espero, Don Pedro, pelo bem de ambos que isso nunca se descubra. Será nosso segredo e talvez, se você se comportar bem, um dia a gente repita. - Está bem. Assim farei, não se preocupe, puta. - De agora em diante me chamo Patricia, tá? - Tá. - Agora vou me limpar e você vai terminar aquele trabalho que já te paguei com juros e correção. - Então não vai me pagar? - Considere que sou sua puta e te paguei com uma trepada, fechou? - Está bem. Duas horas depois, enquanto Patricia esperava tranquilamente que Cristina chegasse, piscou uma mensagem em seu laptop. Era Darkmaster69 - Você foi incrível hoje. Estou orgulhoso de você. Patricia respondeu escrevendo um texto por sua parte, - Obrigada, foi muito excitante o que fizemos. Saber que você estava lá me vendo me deixou a mil. - Acho que sua próxima tarefa vai ser ainda mais excitante para você. - Como assim? - Que seu próximo desafio, se decidir aceitar, será seduzir Pamela, a amiga da sua filha. - O quê? Você tá louco? - Sim, e você também está. Já devia saber disso. Não acha? Dark Knight
3 comentários - Mi hija y el Messenger: Cosas de Familia 1
Saludos