Isso que vou contar é mais sobre a loucura e o desejo que sinto pela minha tia, e são coisas que nunca contei pra ninguém e preciso botar pra fora.
Bom, isso aconteceu há um tempo, quando eu tinha 18 anos, no auge da excitação sexual, começou a surgir em mim o desejo e a necessidade de estar em contato permanente com quem tinha se tornado meu sonho molhado e pra quem eu dedicava minhas primeiras punhetas — já sabe, minha tia.
Eu morava com meus pais e perto da minha casa morava minha tia com o marido e os filhos. Na época, ela devia ter uns 45 anos, muito gostosa, cabelo comprido castanho, olhos grandes e pretos, uns 1,72 de altura, nariz reto, boca com lábios carnudos. Os peitos, na minha opinião, não eram muito grandes, mas eram lindos, e o que mais me encantava nela é que ela era bem bunduda, uma raba linda.
Minha tia usava jeans quase todo dia, nem preciso dizer que ficavam bem justinhos, e assim, toda vez que ela andava, dava pra ver uma bunda bem provocante.
Uma tarde, tinha uma festa na casa de uns primos. Eu tava encostado num canto, longe de todo mundo. A dança já tinha começado, e quem parecia um pião dançando era meu tio — bem diferente da minha tia, que era mais séria. Vi que ela tava sentada. O melhor é que, por ser festa, ela tava vestida diferente: usava um blazer e uma calça social preta, com uma blusa de alcinha vermelha, bem decotada. Claro, a calça bem justinha. Ela tava maravilhosa.
O anoitecer chegou e começou a fazer frio. Enquanto meu tio dançava com outra pessoa — que não me interessou saber quem era —, de repente sinto alguém se aproximar de mim e me abraçar pela cintura. Que maravilha! Quando viro, vejo que meu amor platônico tava me abraçando e dizendo: "Tá frio pra caralho. Nossa, você tá bem quentinho." Ela me abraçou por completo. Fiquei excitado ao sentir o peito dela colado nas minhas costas. Ela apoiou o rosto no meu ombro, e o melhor: cheirava uma delícia. Burramente, perguntei: "Tia, não vai dançar não?" Mas ela continuou me enfeitiçando ao responder: "Não, prefiro ficar aqui com você. E não pense que vai escapar de mim. Eu me sentia sonhando. Passaram várias músicas, ela continuava abraçada em mim. Depois de um tempo, ela disse: "Acho que vou embora". E me olhando, continuou: "É que quando o clima tá assim, prefiro ir. Muito frio. Mas seu tio tá bem entretido, olha ele. Não vai querer ir. Pode avisar que já fui." E se despediu de mim me dando um beijo na bochecha com aqueles lábios carnudos que eu tanto desejava. E, conferindo que ninguém tava olhando, se aproximou e sussurrou de novo no meu ouvido: "Ah, e por falar nisso, obrigada por me esquentar." E me mandando um beijo, foi embora.
Eu, entendendo que aquela frase podia ter duplo sentido, vendo que todo mundo tava entretido e distraído com a festa, esperei uns instantes. E assim, sem me dar na vista, saí atrás da minha tia. Como a festa era só a algumas quadras de casa, a gente tinha ido a pé. Metros na frente, alcancei ela e falei: "Tia, como vai embora sozinha? Deixa eu te acompanhar." Ela, como resposta, só balançou a cabeça sorrindo.
Assim chegamos na casa dela. E já na porta, ela disse: "Obrigada. Ei, e você, não tem namorada?" Eu só falei: "Não, tia." E mentindo, disse: "Tô nessa, mas ainda não." Ela virou e falou: "Ah, é? Então vou ficar com ciúme, hein." Eu não soube o que responder, fiquei todo vermelho. E ela, sorrindo, disse: "Ai..." Quando já ia fechar a porta, se aproximou, me abraçou e, como sempre, sussurrando no meu ouvido, falou: "Espero não te ver com namorada tão cedo, hein. Porque você é meu."
Minha maravilhosa tia tinha me deixado a ponto de ebulição. Ela já tinha entrado em casa. Eu fiquei um tempão no quintal dela sem saber o que fazer. Até que, de repente, agindo mais por instinto do que por razão, decidi entrar na casa. Não aguentava mais. Sabia que naquele momento ela já devia estar tomando banho ou algo assim (já que ela sempre tomava banho depois de cada festa — detalhe que sei porque ela já ficou na casa dos meus pais e sempre que voltava de sair, tomava banho). Então arrisquei tudo e fui direto pro banheiro pra realizar meu maior sonho molhado: finalmente poder ver ela. completamente nua e por que não, poder fazer dela minha.
Caminhei até o banheiro, a vontade de vê-la nua estava me queimando, pra minha sorte ela não fechou a porta, só deixou entreaberta. Quando cheguei e a vi, me senti a pessoa mais sortuda, minha maior fantasia estava prestes a se realizar. Fui abrindo a porta devagar, coloquei meio rosto, só um olho, depois o outro. Fiquei surpreso, vê-la finalmente assim, tomando banho, que gostosa, ela tava um absurdo de boa.
Com meus olhos eu escaneava ela de cima a baixo, quando de repente ela perguntou: "quem tá aí?". Aí eu resolvi abrir a porta toda com uma expressão entre surpresa, nervosismo e agitação. O que ela me disse me surpreendeu ainda mais: "o que cê tá fazendo? Quer entrar e me ver enquanto tomo banho?". "Cla... Cla... Claro", gaguejei; pela primeira vez me senti tão nervoso, mas principalmente excitado.
Finalmente entrei, eu não sabia o que fazer, só consegui puxar assunto pra evitar contato visual e não deixar meu nervosismo aparecer. Mas minha tia se aproximou de mim, virou meu rosto e me fez olhar nos olhos dela. Quando olhei, ela me encarava com um sorriso safado, erguendo os ombros, me dando a entender que não tinha me deixado entrar ali só pra gente conversar. Então ela sussurrou: "cê gosta do som do chuveiro? Porque ele vai ser nossa música de fundo".
Ela se aproximou de mim pra aliviar meu nervosismo e começou a brincar com carícias, já que a distância entre a gente era pouca; eu engoli seco ao vê-la assim, molhada e, principalmente, nua. Foi plano com malícia, minha tia percebeu que eu olhava pra ela com desejo e nervosismo. "O quê?", ela perguntou, "cê gosta de como eu tô?". Eu salivei de novo, e não consegui evitar que meu pau crescesse de repente.
Sorrindo, minha tia foi com os dedos pelo caminho dos botões da minha camisa e os desabotoou às cegas, até chegar na minha calça, que também cedeu aos dedos dela. Eu, sem perder tempo, acariciava as costas dela, me fascinava o fato de tocar aquela buceta deliciosa. pele, já pelado, meu amor platônico pegou na minha mão e me levou até o chuveiro, dizendo: "vem, gatinho, quero tomar banho com você".
O banheiro não era muito grande, mas que importava, naquele momento não éramos tia e sobrinho, éramos um par de amantes que só queriam uma coisa: ter o espaço necessário para nos amar à vontade. Foi assim que, sem precisar falar mais nada, eu e minha tia nos encontramos debaixo do chuveiro, nos acariciando e devorando as bocas um do outro com beijos, como prévia de uma trepada promissora.
Depois de um tempo nos beijando e nos acariciando, minha tia aproximou os peitos deliciosos e perguntou: "você gosta?" Eu, já bem excitado, confirmei, e ela disse: "então me acaricia."
Eu era desajeitado e indeciso no começo, mas então, com cadência e sorrindo, minha tia se aproximou, colocou minha mão no peito dela e me guiou para massageá-lo. Com isso, ganhei confiança, me aproximei ainda mais e, sem mais delongas, agora com as duas mãos, acariciava e estimulava aquele par de tetas provocantes; amassava gostosamente, enquanto minha tia fechava os olhos e gemia "mmmhhh", se deliciando com o consentimento.
Assim, enquanto eu me deliciava acariciando aquele par de peitos deliciosos que tanto me excitavam, minha tia, com toda a experiência, começou a explorar meu pescoço e meu peito, enchendo-os de beijos, lambidas e chupadas. Minha pele se arrepiou quando ela colocou minha mão na sua entreperna e, com meus dedos, comecei a estimular a boceta dela. Então, meu amor platônico gemeu, dizendo: "ahhhhh, não para, gatinho, por favor, não para, ahhhhh."
Agora, minha tia colocou a mão no meu pau ereto e imitou os movimentos que eu fazia, estimulando a boceta dela. Ela rebolou os quadris para se excitar mais, com meus dedos viris bem dentro. "Olha como você me deixou", disse minha tia, sem parar de estimular meu pau. Eu, no auge da excitação, perdi o controle e fui direto de novo para os peitos dela, mas agora para chupá-los e lambê-los.
Mais tarde, minha tia se apoiou na parede, e eu... Atônito, não sabia mais o que fazer. Ela ficou me encarando com luxúria ao ver minha grande ereção, então, mordendo o lábio inferior e gemendo, disse: "Desculpa, não aguento mais, vou te devorar." Aí, ela se ajoelhou na minha frente, pegou minha piroca, abriu a boquinha e enfiou até o fundo, deixando ela lá por um tempinho.
Eu gemi de prazer quando minha tia finalmente soltou minha ereção com uma ânsia, e com a língua fez um redemoinho cheio de saliva em volta da cabeça do meu pau. E foi assim que minha tia continuou me chupando no ritmo dela, enquanto eu me deliciava, e ela subia e descia com chupadas longas pelo meu pau a mil. Era uma delícia sentir minhas pernas tremerem cada vez que minha tia se atrevia a fazer um boquete profundo, me excitava e me acendia ainda mais, me ver inteiro lambuzado de saliva dela quando ela tirava meu pau da boca. O que eu mais gostava era ter meu pau enterrado completamente na boca da minha tia.
Pouco antes de eu explodir de prazer, minha tia se despediu do meu pau com uma lambida longa. Eu, prestes a estourar, pedia aos berros dentro de mim que a gente fosse logo pra cama, pra finalmente poder penetrar ela.
Finalmente, a gente foi pro quarto. Chegando lá, ficamos nos olhando, com vontade de continuar nos amando.
Minha tia se deitou na cama e abriu um pouco as pernas, sem parar de me olhar e sorrir. Lambeu os dedos e começou a se masturbar, enfiando o indicador e o médio no clitóris. "Vem, gatinho, quero te comer. Sim, gostoso", ela falou baixinho e intimidador. Ela abriu as pernas e me cedeu espaço. Eu me aproximei e comecei a dar beijinhos na parte interna das coxas dela, acariciando as panturrilhas. Ela apoiou os pés nos meus ombros.
Eu passei da timidez pra iniciativa. Deitei minha tia na cama e comecei a beijar todo o corpo tentador dela. Eu lambia com desejo cada centímetro da pele nua fascinante dela, enquanto ela não parava de me masturbar e me estimular. Sem aguentar mais, enfiei. a ponta do meu pau com uma leve empurradinha, ela sorriu, e gemendo se aproximou de mim e começou a me beijar com ternura na boca, sussurrando, assim, assim, assim que gostoso ahhhhh. Quando enfiei tudo, ela começou a rebolgar no ritmo do desejo dela, fazendo os peitos dela quicarem na minha boca, e assim enquanto eu e minha tia nos amávamos, calávamos nossos gemidos nos comendo de beijos.
Enquanto fodíamos, o roçar dos nossos peitos recriava o gosto da nossa proximidade lasciva e encantada, minha tia sussurrava, assiiim assiiiiim ahhhhhhh não para não gatinho assiiim ahhhh que gostoso, não para por favor, ahhhhh continua me comendo, ahhhh que gostoso. Ver minha tia assim nua, com o rosto que emanava desejo e lascívia, fazia minha excitação por ela aumentar, e foi assim que eu não conseguia parar, não queria deixar de penetrar ela, enquanto ela, fascinada, e com o rosto suado e extasiado, mas sorrindo, me confessou, ahhhh desde quando eu queria que você me comesse.
Minha tia estava disposta a se saciar de prazer e lascívia naquela noite comigo, já que de repente, ela se ajeitou de quatro, ao vê-la, um choque de sangue quente acendeu meu corpo; finalmente ela me chamou pro encontro dela com uma palmada brincalhona, vem montar aqui, ela disse, a expressão no rosto dela era tanto divertida quanto pervertida, meu amor platônico esperava por mim, segurando as próprias nádegas.
Minhas pernas formigavam quando fui pra cima dela, e agora sim finalmente tinha meu pau liso e duro entre as nádegas dela. Enquanto a penetrava, minha tia jogou a cabeça pra trás pra me olhar, e se apoiou na cabeceira da cama com as mãos, enquanto os dois ofegávamos, nossas bocas bem juntinhas, entreabertas pra um beijo. Minha tia começou a se balançar pra frente e pra trás, num vai e vem suave de quadril, ambos suando, com todo aquele calor que irradiávamos ao nos roçar, e ela exalou, ahhhhh assim, me dá mais, não para por favor, me dá mais, sim, não para por favor ahhhhhhh.
Totalmente excitada, minha tia, se colocou por cima de mim e começou a me cavalgar, se despachando com as mãos apoiadas no meu peito, encaixando meu pau até o fundo da buceta dela, minha tia projetava a bacia de baixo pra cima, enfiando meu pau inteiro, e me olhando na cara disse gemendo, ahhhh calma gatinho, calma ahhhhh estamos indo muito bem ahhhh e sem mais começamos a nos beijar na boca, pra abafar nossos gemidos.
Como eu adorava o jeito dela me beijar, enquanto eu empurrava meu pau contra a buceta dela; eu posicionei minhas mãos nas bundas voluptuosas da minha tia, enquanto minhas mãos se deliciavam acariciando aquela bunda enorme, o choque de prazer foi instantâneo pra nós dois. Então minha tia balançou num vai e vem suave de frente pra trás, enquanto me ouvia gemer, virava pra me olhar e sorria; o suor começou a escorrer pelos nossos corpos, quando ela se deitou completamente em cima de mim, gemendo baixinho, dizia, ahhh, agora você é meu, ahhh só meu, acariciou minha bochecha e continuou me beijando na boca.
E foi assim que nós dois cumprimos nosso objetivo e, entrelaçando nossas mãos, chegamos ao êxtase.
Já mais calmos, descansamos, minha tia se deitou em cima de mim e continuou me dando beijinhos ternos na boca, dizendo, você está me enlouquecendo, acabei de te dar o love e já te quero mais, eu só quero você pra mim, eu sorrindo por dentro, pensei, obrigado, finalmente minha tia tinha sido minha.
Quando me levantei e me vesti pra ir embora, minha tia ficou deitada na cama, estava linda, assim nua com o cabelo solto, apoiou o rosto numa das mãos e me olhando sorriu e disse, tchau gatinho, mas nem pense que vai se livrar de mim, e me mandando um beijo disse, vou continuar te fazendo meu....
Continua....
Bom, isso aconteceu há um tempo, quando eu tinha 18 anos, no auge da excitação sexual, começou a surgir em mim o desejo e a necessidade de estar em contato permanente com quem tinha se tornado meu sonho molhado e pra quem eu dedicava minhas primeiras punhetas — já sabe, minha tia.
Eu morava com meus pais e perto da minha casa morava minha tia com o marido e os filhos. Na época, ela devia ter uns 45 anos, muito gostosa, cabelo comprido castanho, olhos grandes e pretos, uns 1,72 de altura, nariz reto, boca com lábios carnudos. Os peitos, na minha opinião, não eram muito grandes, mas eram lindos, e o que mais me encantava nela é que ela era bem bunduda, uma raba linda.
Minha tia usava jeans quase todo dia, nem preciso dizer que ficavam bem justinhos, e assim, toda vez que ela andava, dava pra ver uma bunda bem provocante.
Uma tarde, tinha uma festa na casa de uns primos. Eu tava encostado num canto, longe de todo mundo. A dança já tinha começado, e quem parecia um pião dançando era meu tio — bem diferente da minha tia, que era mais séria. Vi que ela tava sentada. O melhor é que, por ser festa, ela tava vestida diferente: usava um blazer e uma calça social preta, com uma blusa de alcinha vermelha, bem decotada. Claro, a calça bem justinha. Ela tava maravilhosa.
O anoitecer chegou e começou a fazer frio. Enquanto meu tio dançava com outra pessoa — que não me interessou saber quem era —, de repente sinto alguém se aproximar de mim e me abraçar pela cintura. Que maravilha! Quando viro, vejo que meu amor platônico tava me abraçando e dizendo: "Tá frio pra caralho. Nossa, você tá bem quentinho." Ela me abraçou por completo. Fiquei excitado ao sentir o peito dela colado nas minhas costas. Ela apoiou o rosto no meu ombro, e o melhor: cheirava uma delícia. Burramente, perguntei: "Tia, não vai dançar não?" Mas ela continuou me enfeitiçando ao responder: "Não, prefiro ficar aqui com você. E não pense que vai escapar de mim. Eu me sentia sonhando. Passaram várias músicas, ela continuava abraçada em mim. Depois de um tempo, ela disse: "Acho que vou embora". E me olhando, continuou: "É que quando o clima tá assim, prefiro ir. Muito frio. Mas seu tio tá bem entretido, olha ele. Não vai querer ir. Pode avisar que já fui." E se despediu de mim me dando um beijo na bochecha com aqueles lábios carnudos que eu tanto desejava. E, conferindo que ninguém tava olhando, se aproximou e sussurrou de novo no meu ouvido: "Ah, e por falar nisso, obrigada por me esquentar." E me mandando um beijo, foi embora.
Eu, entendendo que aquela frase podia ter duplo sentido, vendo que todo mundo tava entretido e distraído com a festa, esperei uns instantes. E assim, sem me dar na vista, saí atrás da minha tia. Como a festa era só a algumas quadras de casa, a gente tinha ido a pé. Metros na frente, alcancei ela e falei: "Tia, como vai embora sozinha? Deixa eu te acompanhar." Ela, como resposta, só balançou a cabeça sorrindo.
Assim chegamos na casa dela. E já na porta, ela disse: "Obrigada. Ei, e você, não tem namorada?" Eu só falei: "Não, tia." E mentindo, disse: "Tô nessa, mas ainda não." Ela virou e falou: "Ah, é? Então vou ficar com ciúme, hein." Eu não soube o que responder, fiquei todo vermelho. E ela, sorrindo, disse: "Ai..." Quando já ia fechar a porta, se aproximou, me abraçou e, como sempre, sussurrando no meu ouvido, falou: "Espero não te ver com namorada tão cedo, hein. Porque você é meu."
Minha maravilhosa tia tinha me deixado a ponto de ebulição. Ela já tinha entrado em casa. Eu fiquei um tempão no quintal dela sem saber o que fazer. Até que, de repente, agindo mais por instinto do que por razão, decidi entrar na casa. Não aguentava mais. Sabia que naquele momento ela já devia estar tomando banho ou algo assim (já que ela sempre tomava banho depois de cada festa — detalhe que sei porque ela já ficou na casa dos meus pais e sempre que voltava de sair, tomava banho). Então arrisquei tudo e fui direto pro banheiro pra realizar meu maior sonho molhado: finalmente poder ver ela. completamente nua e por que não, poder fazer dela minha.
Caminhei até o banheiro, a vontade de vê-la nua estava me queimando, pra minha sorte ela não fechou a porta, só deixou entreaberta. Quando cheguei e a vi, me senti a pessoa mais sortuda, minha maior fantasia estava prestes a se realizar. Fui abrindo a porta devagar, coloquei meio rosto, só um olho, depois o outro. Fiquei surpreso, vê-la finalmente assim, tomando banho, que gostosa, ela tava um absurdo de boa.
Com meus olhos eu escaneava ela de cima a baixo, quando de repente ela perguntou: "quem tá aí?". Aí eu resolvi abrir a porta toda com uma expressão entre surpresa, nervosismo e agitação. O que ela me disse me surpreendeu ainda mais: "o que cê tá fazendo? Quer entrar e me ver enquanto tomo banho?". "Cla... Cla... Claro", gaguejei; pela primeira vez me senti tão nervoso, mas principalmente excitado.
Finalmente entrei, eu não sabia o que fazer, só consegui puxar assunto pra evitar contato visual e não deixar meu nervosismo aparecer. Mas minha tia se aproximou de mim, virou meu rosto e me fez olhar nos olhos dela. Quando olhei, ela me encarava com um sorriso safado, erguendo os ombros, me dando a entender que não tinha me deixado entrar ali só pra gente conversar. Então ela sussurrou: "cê gosta do som do chuveiro? Porque ele vai ser nossa música de fundo".
Ela se aproximou de mim pra aliviar meu nervosismo e começou a brincar com carícias, já que a distância entre a gente era pouca; eu engoli seco ao vê-la assim, molhada e, principalmente, nua. Foi plano com malícia, minha tia percebeu que eu olhava pra ela com desejo e nervosismo. "O quê?", ela perguntou, "cê gosta de como eu tô?". Eu salivei de novo, e não consegui evitar que meu pau crescesse de repente.
Sorrindo, minha tia foi com os dedos pelo caminho dos botões da minha camisa e os desabotoou às cegas, até chegar na minha calça, que também cedeu aos dedos dela. Eu, sem perder tempo, acariciava as costas dela, me fascinava o fato de tocar aquela buceta deliciosa. pele, já pelado, meu amor platônico pegou na minha mão e me levou até o chuveiro, dizendo: "vem, gatinho, quero tomar banho com você".
O banheiro não era muito grande, mas que importava, naquele momento não éramos tia e sobrinho, éramos um par de amantes que só queriam uma coisa: ter o espaço necessário para nos amar à vontade. Foi assim que, sem precisar falar mais nada, eu e minha tia nos encontramos debaixo do chuveiro, nos acariciando e devorando as bocas um do outro com beijos, como prévia de uma trepada promissora.
Depois de um tempo nos beijando e nos acariciando, minha tia aproximou os peitos deliciosos e perguntou: "você gosta?" Eu, já bem excitado, confirmei, e ela disse: "então me acaricia."
Eu era desajeitado e indeciso no começo, mas então, com cadência e sorrindo, minha tia se aproximou, colocou minha mão no peito dela e me guiou para massageá-lo. Com isso, ganhei confiança, me aproximei ainda mais e, sem mais delongas, agora com as duas mãos, acariciava e estimulava aquele par de tetas provocantes; amassava gostosamente, enquanto minha tia fechava os olhos e gemia "mmmhhh", se deliciando com o consentimento.
Assim, enquanto eu me deliciava acariciando aquele par de peitos deliciosos que tanto me excitavam, minha tia, com toda a experiência, começou a explorar meu pescoço e meu peito, enchendo-os de beijos, lambidas e chupadas. Minha pele se arrepiou quando ela colocou minha mão na sua entreperna e, com meus dedos, comecei a estimular a boceta dela. Então, meu amor platônico gemeu, dizendo: "ahhhhh, não para, gatinho, por favor, não para, ahhhhh."
Agora, minha tia colocou a mão no meu pau ereto e imitou os movimentos que eu fazia, estimulando a boceta dela. Ela rebolou os quadris para se excitar mais, com meus dedos viris bem dentro. "Olha como você me deixou", disse minha tia, sem parar de estimular meu pau. Eu, no auge da excitação, perdi o controle e fui direto de novo para os peitos dela, mas agora para chupá-los e lambê-los.
Mais tarde, minha tia se apoiou na parede, e eu... Atônito, não sabia mais o que fazer. Ela ficou me encarando com luxúria ao ver minha grande ereção, então, mordendo o lábio inferior e gemendo, disse: "Desculpa, não aguento mais, vou te devorar." Aí, ela se ajoelhou na minha frente, pegou minha piroca, abriu a boquinha e enfiou até o fundo, deixando ela lá por um tempinho.
Eu gemi de prazer quando minha tia finalmente soltou minha ereção com uma ânsia, e com a língua fez um redemoinho cheio de saliva em volta da cabeça do meu pau. E foi assim que minha tia continuou me chupando no ritmo dela, enquanto eu me deliciava, e ela subia e descia com chupadas longas pelo meu pau a mil. Era uma delícia sentir minhas pernas tremerem cada vez que minha tia se atrevia a fazer um boquete profundo, me excitava e me acendia ainda mais, me ver inteiro lambuzado de saliva dela quando ela tirava meu pau da boca. O que eu mais gostava era ter meu pau enterrado completamente na boca da minha tia.
Pouco antes de eu explodir de prazer, minha tia se despediu do meu pau com uma lambida longa. Eu, prestes a estourar, pedia aos berros dentro de mim que a gente fosse logo pra cama, pra finalmente poder penetrar ela.
Finalmente, a gente foi pro quarto. Chegando lá, ficamos nos olhando, com vontade de continuar nos amando.
Minha tia se deitou na cama e abriu um pouco as pernas, sem parar de me olhar e sorrir. Lambeu os dedos e começou a se masturbar, enfiando o indicador e o médio no clitóris. "Vem, gatinho, quero te comer. Sim, gostoso", ela falou baixinho e intimidador. Ela abriu as pernas e me cedeu espaço. Eu me aproximei e comecei a dar beijinhos na parte interna das coxas dela, acariciando as panturrilhas. Ela apoiou os pés nos meus ombros.
Eu passei da timidez pra iniciativa. Deitei minha tia na cama e comecei a beijar todo o corpo tentador dela. Eu lambia com desejo cada centímetro da pele nua fascinante dela, enquanto ela não parava de me masturbar e me estimular. Sem aguentar mais, enfiei. a ponta do meu pau com uma leve empurradinha, ela sorriu, e gemendo se aproximou de mim e começou a me beijar com ternura na boca, sussurrando, assim, assim, assim que gostoso ahhhhh. Quando enfiei tudo, ela começou a rebolgar no ritmo do desejo dela, fazendo os peitos dela quicarem na minha boca, e assim enquanto eu e minha tia nos amávamos, calávamos nossos gemidos nos comendo de beijos.
Enquanto fodíamos, o roçar dos nossos peitos recriava o gosto da nossa proximidade lasciva e encantada, minha tia sussurrava, assiiim assiiiiim ahhhhhhh não para não gatinho assiiim ahhhh que gostoso, não para por favor, ahhhhh continua me comendo, ahhhh que gostoso. Ver minha tia assim nua, com o rosto que emanava desejo e lascívia, fazia minha excitação por ela aumentar, e foi assim que eu não conseguia parar, não queria deixar de penetrar ela, enquanto ela, fascinada, e com o rosto suado e extasiado, mas sorrindo, me confessou, ahhhh desde quando eu queria que você me comesse.
Minha tia estava disposta a se saciar de prazer e lascívia naquela noite comigo, já que de repente, ela se ajeitou de quatro, ao vê-la, um choque de sangue quente acendeu meu corpo; finalmente ela me chamou pro encontro dela com uma palmada brincalhona, vem montar aqui, ela disse, a expressão no rosto dela era tanto divertida quanto pervertida, meu amor platônico esperava por mim, segurando as próprias nádegas.
Minhas pernas formigavam quando fui pra cima dela, e agora sim finalmente tinha meu pau liso e duro entre as nádegas dela. Enquanto a penetrava, minha tia jogou a cabeça pra trás pra me olhar, e se apoiou na cabeceira da cama com as mãos, enquanto os dois ofegávamos, nossas bocas bem juntinhas, entreabertas pra um beijo. Minha tia começou a se balançar pra frente e pra trás, num vai e vem suave de quadril, ambos suando, com todo aquele calor que irradiávamos ao nos roçar, e ela exalou, ahhhhh assim, me dá mais, não para por favor, me dá mais, sim, não para por favor ahhhhhhh.
Totalmente excitada, minha tia, se colocou por cima de mim e começou a me cavalgar, se despachando com as mãos apoiadas no meu peito, encaixando meu pau até o fundo da buceta dela, minha tia projetava a bacia de baixo pra cima, enfiando meu pau inteiro, e me olhando na cara disse gemendo, ahhhh calma gatinho, calma ahhhhh estamos indo muito bem ahhhh e sem mais começamos a nos beijar na boca, pra abafar nossos gemidos.
Como eu adorava o jeito dela me beijar, enquanto eu empurrava meu pau contra a buceta dela; eu posicionei minhas mãos nas bundas voluptuosas da minha tia, enquanto minhas mãos se deliciavam acariciando aquela bunda enorme, o choque de prazer foi instantâneo pra nós dois. Então minha tia balançou num vai e vem suave de frente pra trás, enquanto me ouvia gemer, virava pra me olhar e sorria; o suor começou a escorrer pelos nossos corpos, quando ela se deitou completamente em cima de mim, gemendo baixinho, dizia, ahhh, agora você é meu, ahhh só meu, acariciou minha bochecha e continuou me beijando na boca.
E foi assim que nós dois cumprimos nosso objetivo e, entrelaçando nossas mãos, chegamos ao êxtase.
Já mais calmos, descansamos, minha tia se deitou em cima de mim e continuou me dando beijinhos ternos na boca, dizendo, você está me enlouquecendo, acabei de te dar o love e já te quero mais, eu só quero você pra mim, eu sorrindo por dentro, pensei, obrigado, finalmente minha tia tinha sido minha.
Quando me levantei e me vesti pra ir embora, minha tia ficou deitada na cama, estava linda, assim nua com o cabelo solto, apoiou o rosto numa das mãos e me olhando sorriu e disse, tchau gatinho, mas nem pense que vai se livrar de mim, e me mandando um beijo disse, vou continuar te fazendo meu....
Continua....
2 comentários - Secreto que nadie sabe.