Unos amigos van al cine 8

DOMINGO DE MANHÃ A luz do dia me acorda na minha cama, sozinho como infelizmente estou acostumado. Já é domingo e meu corpo todo dói, como se tivesse bebido muito na noite anterior. Principalmente, minha cabeça dói, provavelmente por causa dos comprimidos que tomei, mas em compensação estou com o pau duro como uma estaca, pronto pra foder de novo. Não ouço nenhum barulho na casa. Levanto e o quarto dos meus pais está fechado, abro e lá está minha mãe, sozinha, ainda dormindo, de costas pra mim, em cima da cama, vestindo uma camisola curta, bem leve, quase transparente, que deixa ver suas pernas longas e finas. Não sei se está de calcinha, mas juraria que não. Bate uma vontade de meter na cama com ela, mas não sei onde meu pai está agora, então dou uma volta pela casa e lá está meu pai, na varanda, com um monte de papéis em cima da mesa, lendo uns relatórios do trabalho, como de costume. Quando é que ele vai descansar dessa vida tão sem graça que leva? Começo a tomar café lembrando do dia anterior, principalmente das relações sexuais tão maravilhosas que tive com minha mãe, como comi ela por trás e pela frente, e das palmadas que dei na bunda dela, grande e empinada. Também lembro que tinha combinado de sair com vários amigos na noite passada e não fui nem consegui ligar pra avisar que não podia. Se eu contasse o que aconteceu, com certeza me aplaudiriam com inveja. Nesse momento lembro do Jorge, meu "amigo" da escola, que estuprou minha mãe na sexta-feira passada. Fico pensando o que será dele, então, como minha mãe continua na cama e meu pai parece estar de guarda pra ninguém se meter entre as pernas da mulherzinha dele, resolvo ir até a casa do Jorge pra ver como ele está. Caminho tranquilo até a casa dele e, ao chegar, aproveito que um vizinho sai do prédio naquele momento pra entrar sem tocar a campainha. Chegando na porta do apartamento, toco várias vezes mas não ouço barulho lá dentro, então que depois de uns minutos chamo o elevador de novo pra ir embora. Nessa hora ouço barulhos atrás da porta do apartamento do Jorge, e a porta se abre. Chego perto e é a Marga, a mãe do Jorge, quem abriu. Ela tá sonolenta, como se tivesse drogada, como se eu tivesse tirado ela da cama com minhas chamadas, com o cabelo curto sem pentear. Ela tá usando uma camisola estampada, bem leve, de alcinha, que chega bem acima dos joelhos, e um chinelo nos pés. Lembro que uma vez o Jorge me falou que a mãe dele toma remédio pra dormir, e às vezes continua dormindo até a hora do almoço. Falo que sou o Pablo, o amigo do Jorge, o filho dela. Ela murmura que ele saiu, que vai voltar pro almoço. Minto pra ela, digo que o Jorge queria que eu passasse hoje de manhã na casa dele pra pegar umas fitas gravadas que pedi. Ela repete que ele não tá em casa, mas eu insisto que é só pegar as fitas de vídeo que deixei no quarto dele especialmente pra mim. Parece que é muito complicado pra ela me entender, já que a única coisa que ela quer é voltar pra cama pra dormir, então ela me deixa entrar. Vou direto pro quarto do Jorge e escuto a mãe dele arrastando os pés até o quarto dela. Entro no quarto do Jorge. Não tem nenhuma fita em cima da mesa, nem na cama, nem debaixo dela. Olho na estante de livros e nas gavetas da mesa, mas nada. Abro o armário de roupa dele e começo a procurar alguma fita entre as roupas, nas várias gavetas e prateleiras. Tiro coisas do armário e bato com os nós dos dedos nas paredes, procurando painéis escondidos e, o coração dá um pulo!, ouço um som oco. Tento abrir e consigo, encontrando um verdadeiro tesouro de fitas gravadas. Tem centenas delas, todas com etiquetas de protagonistas, lugares e datas. Como eu disse, um verdadeiro tesouro. A maioria das fitas é de pessoas que nem conheço, mas outras eu conheço, e muito bem. Encontro não uma, além de várias fitas da minha mãe. Também tem várias da mãe do Jorge, da tia gostosa da sala, dos banhos das tias, da praia, de supermercados, de transportes públicos, etc. Foda-se, uma bolsa de esporte que o Jorge tem no armário dele, esvazio ela no mesmo armário e encho com um monte de fitas. Em casa eu vejo quais me interessam. No mesmo painel secreto encontro várias câmeras pra gravar, de tamanhos diferentes, algumas do tamanho de um botão. Nesse momento começo a pensar na mãe do Jorge, que dorme profundamente no quarto dela, e que não tem nenhum guardião pra proteger ela de ser comida agora. Se o Jorge comeu minha mãe, por que eu não vou fazer o mesmo com a dele? É questão de justiça, uma foda por outra, uma mãe por outra. E mesmo que não fosse, eu como ela porque tô com vontade. A mãe da Marga deve ter uns quarenta e poucos anos, mas o corpo dela, embora não chegue nem perto do nível da minha mãe, dá uma boa foda. Se o filho gosta de gravar ela pelada ou até transando, o amigo do filho também gosta e, se possível, com ele também como protagonista. A Marga deve ter quase uns 60 quilos de peso pra quase um metro e setenta de altura, peitos não muito grandes, mas uma bunda boa, pernas longas e finas, cabelo castanho claro, quase loiro, olhos grandes, cara redonda, nariz empinado e lábios carnudos. Foda-se, pego duas câmeras e a bolsa cheia de fitas gravadas, e entro no quarto dos pais do Jorge. Lá está a Marga deitada, dormindo profundamente na cama, quase de barriga pra cima, mas um pouco virada pra direita dela. Coloco as câmeras em lugares diferentes, sempre apontando pra cama, pra Marga. Levanto a persiana pra entrar luz e poder gravar ela sem problemas. A luz inunda o quarto todo, mas a mãe do Jorge nem se mexe, continua dormindo profundamente sem mover um músculo. Chego perto dela, ela tá de calcinha por baixo da camisola. Acho ótimo, assim posso sentir o prazer de Abaixar a calcinha dela, tirar. Passo a mão na perna dela e ela continua sem se mexer, dormindo, só o peito dela subindo e descendo pela respiração. Tiro minha roupa e deixo dobrada numa cadeira. Se ela não acordar, como ela dormindo, mas se acordar também não tem problema, ou colabora ou eu estupro. Simples assim, hoje eu como ela. Totalmente pelado, vou até as câmeras de vídeo e ligo elas. O show vai começar! Chego nos pés da cama, coloco minhas mãos nos pés da Marga, ela nem se mexe, vou subindo devagar, acariciando os pés e as pernas dela enquanto subo. Já chego nas coxas dela, subo as mãos aos poucos e enfio por baixo da camisola dela, passo pela cintura, chego na beirada da calcinha e puxo pra baixo, desce um pouco mas para por causa do formato e do peso da bunda dela, puxo mais um pouco mas nada. Mudo as mãos e levanto a saia dela na frente pra ver melhor. A calcinha dela tá dobrada na frente, deixando ver os pelos da buceta e até um pouco da entrada tão desejada. Coloco agora minhas mãos por baixo da bunda dela, levanto um pouco enquanto puxo a calcinha pra baixo, tirando. Tiro as mãos da bunda dela e puxo a calcinha pra baixo, que desliza agora sem problema. Enquanto vou descendo devagar, passo meus dedos nas pernas dela sem parar de olhar a buceta. Tiro a calcinha, olho por um instante e jogo pra cabeceira da cama, onde milagrosamente fica pendurada. Agora vem a parte de tirar a camisola dela. Puxar ela parece um trabalho muito cansativo e chato, então vou até a cozinha e volto com uma tesoura. Corto um lado da camisola de baixo pra cima, depois o outro, e junto com as duas alças tiro sem problema a parte de cima da camisola, que deixo cair no chão. Ali está o corpo pelado da mãe do Jaime, a Marga, em todo seu esplendor, com a buceta sem depilar mas com o pelo curto que deixa ver a racha, e os peitos dela, mais pra Pequenas, mas pontudas e nada caídas. Começo de onde parei antes, nos quadris dela, onde coloco minhas mãos e acaricio, pra depois ir subindo devagar pelas laterais do corpo dela, percorrendo os braços, as mãos, até chegar nos ombros, onde paro pra acariciar. Depois subo devagar pelo pescoço dela, pelas orelhas, onde paro um momento acariciando, pra continuar até a cabeça. Tiro o cabelo do rosto dela, descendo agora pela testa, pelas sobrancelhas, pelos olhos, maçãs do rosto, nariz, parando um pouco em cada um, até chegar na boca dela. Acaricio os lábios carnudos por fora, e devagar vou enfiando meus dedos na boca dela, acariciando os lábios por dentro, a língua. Meus dedos entram e saem várias vezes da boca dela, como se eu estivesse fodendo ela. Agora desço pelo queixo, pelo pescoço. Percorro a parte central do pescoço dela com as pontas dos meus dedos até chegar no colo. Aí desço um pouco até minhas mãos se separarem uma da outra, pra chegar nos peitos dela, pequenos, pontudos, macios. Acaricio com a ponta dos meus dedos, fazendo movimentos circulares, envolvendo eles, chegando cada vez mais perto dos mamilos até alcançar. Eles cresceram e estão duros. Olho pro rosto da Marga e ela continua de olhos fechados, sem se mexer, será que tá dormindo ou só fingindo? Acaricio os mamilos dela com meus dedos, e até aperto de leve, vendo como eles crescem ainda mais. Abandono devagar os mamilos, descendo minhas mãos pela barriga dela, devagar, acariciando. Minhas mãos continuam descendo, param um pouco no umbigo fazendo movimentos circulares, acariciando, pra continuar descendo até chegar nos pelos pubianos e dali na buceta dela. Desço devagar, sem parar de acariciar a parte de fora da racha dela, até que, no meio, enfio um pouco as pontas dos meus dedos, acariciando por dentro, e abro um pouco, vendo o conteúdo tão desejado e percorrendo agora toda a extensão dos lábios dela, o clitóris e a entrada na buceta dela. Faço uma leve tentativa de enfiar um dos meus dedos na buceta dela, mas logo subo pro clitóris, onde aos poucos minhas carícias vão ficando mais e mais insistentes. Marga se contorce de prazer que eu tô dando, mas se recusa a mostrar que tá acordada, curtindo as carícias íntimas que o amigo do filho dela tá fazendo. Eu me deito entre as pernas dela, já abertas, e aproximando minha boca da ppk dela, começo a percorrer tudo com a língua, de cima a baixo, por dentro e por fora, até focar no clitóris, onde alterno lambidas longas com movimentos circulares da ponta da minha língua. A buceta dela tá escorrendo, toda lubrificada pelo desejo, pelo prazer que ela tá sentindo. Agora Marga geme e se contorce cada vez mais de prazer, mas se recusa a abrir os olhos, talvez tentando provar pra si mesma que não tá traindo o marido, que é pura, sem pensamentos safados, e se algo gostoso acontece com ela, é contra a vontade dela. Enquanto chupo o clitóris dela, aproveito pra enfiar devagar um dedo dentro da buceta dela, cada vez mais fundo, entrando e saindo, entrando e saindo, como se eu tivesse fodendo ela com o dedo. Agora enfio outro, e mais outro, preparando ela pro meu pauzão que tá doido pra meter na buceta da mãe do Jorge. Sem parar de lamber o clitóris dela, dobro um pouco os dedos dentro da buceta e acaricio devagar as paredes vaginais da Marga, e ouço ela gritar de prazer. A cama tá molhada, assim como a buceta toda dela e meus dedos, minha língua, minha cara, do líquido que a buceta dela tá soltando. Agora ela tá pronta pra eu foder. Tiro os dedos da buceta dela, e me deito por cima, enfiando meu pau dentro da buceta molhada dela, que desliza rápido até o fundo. Ouço ela ofegar na minha cara, e começo a foder ela, devagar, primeiro sem meter tudo, depois até o fundo, alternando a profundidade da foda, até que ouço ela gritar de prazer de novo. Mas eu ainda não gozei gozar, e tenho o pau enorme, duro, cheio de sangue e energia. Tiro ele pra fora, levanto da cama e puxo ela, obrigando a se virar de bruços na cama. Coloco o travesseiro debaixo da buceta dela, levantando a bunda, deixando ela empinada. Dou uns bons tapas nela e abro as nádegas. Ali está o outro buraco dela, meu novo alvo. Fico de joelhos atrás da bunda dela, colado nela, e, devagar, vou enfiando. No começo sinto ela desconfortável, mas aos poucos ela vai gostando e eu vou montando ela com mais força, com mais energia, ouvindo os gemidos de prazer dela. A bunda dela balança como gelatina a cada investida minha. A cama, pelo barulho que faz, ameaça quebrar, batendo sem parar na parede, até derrubar um quadro que estava na cabeceira. Um quadro da Virgem Maria olhando pro céu com olhos piedosos e puros. Finalmente chega o tão esperado orgasmo. Deixo fluir e rujo como o leão dos filmes. Nessa hora, ouço a porta da rua, alguém tá abrindo. Levanto rápido, me visto correndo, fuck you as fitas das duas câmeras que estavam gravando, junto com a bolsa de esportes cheia de gravações, e saio do quarto sem nem olhar pra Marga, que ainda está deitada, nua e imóvel na cama. Cruzo com Jorge, que tá na cozinha, pegando algo da geladeira. Ele me olha espantado, balbuciando algo tipo: “Mas…” E saio do apartamento, descendo correndo as escadas. Na descida, acho que ouço Jorge gritar: “Mas sua puta…!” Escuto ele abrir a porta da rua, mas já tô lá embaixo. Missão cumprida!

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