Masturbação cruzada: começou como brincadeira 3ª Parte


Masturbação cruzada: começou como brincadeira 3ª Parte


bundas
Acabou de chegar?
Aqui está o começo dessa história:
http://www.poringa.net/posts/relatos/4514210/Paja-cruzadas-empezo-como-un-juego-I-Parte.htmlCLICA AÍ EM CIMAcomedor de porraAqui está a 2ª parte do relato:http://www.poringa.net/posts/relatos/4520714/Paja-cruzadas-empezo-como-un-juego-2-Parte.htmlCLICA AÍ EM CIMAPorra



morbo



E pensar que tudo começou como um jogo... Pintou como algo interessante, algo que, cultural e religiosamente, nos ensinaram que se encaixa no terreno do "proibido", e acho que por isso mesmo o tesão nos pegou, porque, vamos! qual cara não se atrai pelo proibido! Sabíamos que era brincar com fogo, mas quisemos nos queimar.

Agora, com a cabeça e a buceta esfriando, eu pensava em tudo isso, em quão longe a gente tinha ido numa noite de sábado, em como às vezes, procurando um caminho, você acaba seguindo outro tão diferente, tão irreal e indescritivelmente excitante... Refletia sobre essas voltas que a vida dá, sentado no bidê, dando uma refrescada no meu cu ardido e ao mesmo tempo saboreando o esperma do Julián, como quem chupa um pirulito. Chupei um por um os dedos, a palma da mão, o dorso... Cada dobra da pele foi lambida, saboreada e limpa de qualquer vestígio do doce néctar que eu tinha acabado de tirar do Juli minutos antes.


Eu tava curtindo.


Era como estar saboreando o último pedaço de uma sobremesa deliciosa. A gente tenta se segurar, aproveitar cada pedaço devagar, quer fazer durar o máximo possível, até perceber que, inevitavelmente, o que é bom dura pouco... e aí a gente garante que não vai sobrar nada, que vai "lamber o prato" haha. Não sei quanto tempo passou, a água morna na Booty me relaxou tanto que perdi a noção das horas. Enxaguei a pica, me sequei e, ao sair do banheiro, tive a desagradável surpresa de que o Julián tinha ido embora.


Foi um baque.


Não sabia o que pensar, não sabia o que fazer, como seguir... Olhei pro cenário das nossas primeiras, gloriosas, inacreditáveis punhetas cruzadas, ainda tinha cheiro de sexo no ar, dava pra sentir aquele aroma de porra (E olha que a gente tinha gozado pra caralho!). O pornô ficou pausado na TV. Julián, na pressa, deixou a mochila pendurada no encosto da cama. Minha cueca continuava jogada no chão, a camiseta que Julián tinha me dado ficou amassada perto do travesseiro e, em cima da caixa do filme (era uma fita VHS), dava pra ver o risco de um respingo de esperma.

Me senti triste. Não sabia o que pensar, o que sentir, no que acreditar... Tentei atribuir aquilo a um sentimento repentino de culpa ou à vergonha que vem quando o barulho baixa depois do pico de tesão que nubla nosso raciocínio... Mas não podia ser. O Julián tinha curtido pra caralho, disso eu tinha 100% de certeza. Porque ele se soltou como nunca antes, me fez parte das fantasias dele, da intimidade sexual dele, e eu não só concordei, como compartilhei no mesmo nível de prazer, o prazer de nos dar prazer.

Com o olhar fixo no videocassete, continuava me perguntando o que tinha acabado de acontecer, por que o Julián foi embora daquele jeito, fugindo, sem dizer uma palavra, sem se despedir. Ainda sentia o formigamento remanescente do dedo dele me penetrando, ainda me sentia faminto por mais, por muito mais... Mecanicamente, andei até o videocassete, levantei ele do chão e, enquanto suspirava envolto num mar de inquietações, feito uma puta, lambi aquela porra toda até limpar.



Naquela noite, eu me deitei pelado e dormi tarde pra caralho. Pensei tanto naquela punheta, pensei tanto nas mãos dele, nos dedos, minha buceta sendo penetrada, a boca dele... Pensei tanto no Julián.



Tarde, naquela mesma madrugada, quase ao amanhecer, senti puxarem meus lençóis, acordei com dificuldade e na penumbra da noite distingui a pica do Juli. Sentei na cama, no meio dela, e ele sentou na minha frente. Quis dizer algo, mas Juli pediu silêncio, colocando o dedo nos meus lábios. Ele se aproximou perigosamente, até ficar cara a cara.

O dedo dele acariciava minha boca e a outra mão já segurava minha pica, que endurecia ao toque do calor da pele dele. Julián se inclinou devagar, abri a boca achando que ia me beijar de língua, mas não, o dedo dele entrou procurando a umidade da minha saliva e o rosto dele buscou meu peito. Me arrepiei com o contato da língua dele no meu mamilo.

Ele lambia, chupava, brincava fazendo círculos ao redor da aréola do mamilo já ereto. Minha pica, enquanto isso, mostrava as veias e uma cabeça vermelha era estrangulada pela mão habilidosa dele. Me entreguei na hora. Chupei o dedo dele como se fosse uma pica, engolia e babava igual tantas vezes tinha visto nos filmes pornô.

Me perdi naquele mar de sensações, recebendo o prazer que ele me dava, respirando ofegante, com os olhos semicerrados, completamente entregue... Demorei pra voltar a mim, retomar o controle dos meus atos, sair da passividade. Eu tava me deixando levar e era incrível, não se comparava a nada, já era irremediavelmente viciado, mas queria agir, retribuir tanto deleite. Então, sem perder mais tempo, com Juli chupando meus mamilos alternadamente, peguei na porra da pica dele e comecei a bater uma punheta bem devagar.

O dedo dele saiu da minha boca e foi direto visitar minha bunda, direto na abertura do esfíncter, que, pra que mentir, tava esperando, desejando intensamente! Minha buceta se abria e contraía respondendo aos estímulos que eu tava recebendo com tanto gosto. O dedo molhado na minha saliva preparava meu buraquinho pacientemente.

Eu fervia! Imediatamente molhei meu dedo com bastante saliva pra corresponder aos carinhos dele e, quando ele desceu em busca da caverna dele, enquanto aprofundava o caminho pela faixa de pele entre os testículos e o cu dele,
Percebi, soltando um gritinho de prazer, a entrada triunfal do dedo dele no meu cu, abrindo caminho, deslizando perfeitamente, e ao mesmo tempo a mão dele acelerou o vai e vem com que me masturbava. Que sensação incrível, dedada e punheta ao mesmo tempo, me sentia no paraíso, tava entregue...


Juli não parava, tava possesso, continuava chupando meus peitinhos, continuava me torturando com a boca e aquela cócega batia direto na rigidez da minha pica. Eu tava morrendo de vontade de retribuir aquela atenção, mas a tarefa obstinada dele de mamar preso nos meus bicos duros não deixava. Comecei a lamber e beijar o pescoço dele, o que arrancou os primeiros gemidos. Percebi como a pele dele se arrepiava com as lambidas longas e as mordidinhas suaves que eu dava, do ombro até o lóbulo da orelha. De repente, Juli soltou minha rola e fez eu soltar a dele, mas lamentei muito mais quando o dedo dele abandonou minha bunda. Aí ele se jogou pra trás, empurrando a pélvis pra frente, e colou o pau dele no meu, foi uma loucura.


Ambas as rolas se encontraram, se chocando duras, com a alegria de finalmente se conhecerem pele a pele... Me inclinei pra trás, deixando nossos sexos se relacionarem, se confundirem no núcleo daquela tesão, aquelas veias e glandes molhados.dedadaEra uma sensação alucinante, nossas rolas se acostumando com a temperatura uma da outra, os sacos depilados colidindo suavemente entre si e tronco a tronco, como se tivessem vida própria, espalmavam desajeitadamente as picas, tomadas por contrações involuntárias.


A gente ficava olhando besta pra elas até que o Julián esticou a mão, pegou as duas picas com força, apertando uma contra a outra, esfregando com firmeza e assim começou a bater uma pra elas juntas.putinhos

 

Mordi meus lábios, era uma delícia, pau contra pau se esfregando num ritmo acelerado.
- Assim, Juli, senta, gostosa! - eu implorei.
- Siiim, ahhh! Cê gosta, né? Isso me deixa louco! - respondeu entre gemidos.
- Isso, Juli, isso, não para! Ahhh! Ahhh!
- Ele berrava sem controle.

— Você vai me dar seu gozo, filho da puta? Ahhh! Siim! Vai me dar tudo? — perguntou Julián, já fora de si.
- Siiim! Te dou toda, mas você me dá a sua na boca! - Respondi dobrando a aposta e nunca tão certo dos meus desejos.
Aquelas palavras pareceram enlouquecer meu parceiro de punheta. Ele parou de nos bater uma por um instante, cuspiu na própria mão e continuou o serviço. Meu cu abria e fechava como peixinho procurando água, desesperado pra ser preenchido, ansiando aquele pau do meu amigo como nunca pensei que desejaria algo assim.Punhetas cruzadasJuli alternava sacudidas em alta velocidade com uma punheta lenta e suave, me enlouquecendo. Sentia que a porra ia explodir a qualquer momento e não consegui resistir: me levantei e peguei no pau dele pra bater uma, sentados frente a frente. Ele se inclinou pra mim e finalmente nos beijamos, primeiro nossos lábios se trombaram sem jeito, mas logo as línguas foram se meter na boca um do outro. Foi um beijo quente, babado e faminto.

Senti que minhas bolas já não aguentavam mais, agarrei Juli pela nuca e enfiei a língua até a garganta dele, enquanto ele aproveitou e, sem parar de me punhetar, meteu o dedo de novo na minha buceta. Aí não deu mais pra segurar, meu leite jorrou, direto na barriga dele e no pau dele. Larguei a boca dele pra gemer, o dedo dele era um aríete louco entrando e saindo do meu cu em alta velocidade, enquanto os espasmos da gozada se repetiam em tremores incontroláveis. Juli gritou que já ia gozar. Como pude, meio que me recuperando do orgasmo, me joguei pra trás desesperado e meti a pica dele na boca bem na hora que ele disparou o primeiro jato.

A porra bateu de cheio na minha campainha, tossi, engasguei, mas não deixei aquele pau duro escapar das minhas goelas, com os olhos vidrados de lágrimas continuei recebendo aquela porra cremosa e engolindo tudo. Garanti de chupar aquele pau até ele não soltar mais nada, até os gemidos e gritinhos de Juli pararem, ele tremendo de prazer.
Masturbação cruzada: começou como brincadeira 3ª Parte


Esvaziei a pica dele na minha boca e engoli todo o leite. Não podia acreditar. Continuei lambendo a cabeça e as bolas dele quando levantei o olhar e vi ele juntar do próprio abdômen e levar minha porra na boca. Sorrimos. Me levantei e nos beijamos de língua por um bom tempo, com uma bela apalpada de rabos incluída. Juli interrompeu o beijo pra ir no banheiro. Me joguei na cama com um sorriso e a bunda ardendo de novo, mas feliz. Adormeci na hora. Profundamente. Exausto pra caralho.

Feliz.

Nunca vou saber se foram minutos ou horas depois, acordei e caí na real, a verdadeira vadia;
Eu acabei dormindo e essa última parte, essa sequência maravilhosa, tinha sido um sonho.. A puta mãe! Foi um sonho molhado do caralho, uma fantasia onírica das mais gostosas que já tive, vívida como nenhuma até hoje. Meu inconsciente pedia o que meu consciente e meu corpo hesitavam em receber. As punhetas cruzadas que começaram como uma brincadeira foram se transformando em algo mais sério, que nublava meus pensamentos, começava a me obcecar, a ponto de desejar permanentemente o calor da mão da Juli mexendo na minha rola, o dedo dela forçando a entrada da minha bunda, como um verme na maçã. Fiquei pensando, largado na cama bagunçada, no sonho, na Juli, em quanto queria o gozo dela e a rola dela enterrada na minha raba. Não tinha jeito, éramos dois putinhos e tínhamos acabado de descobrir isso! Não via a hora de encarar a Juli pra tornar real o que tinha sonhado, pra concretizar meu desejo mais profundo; pra materializar todas as fantasias que me invadiam ao pensar em comer e deixar comer pelo meu melhor amigo...
bundas



comedor de porra



Porra

11 comentários - Masturbação cruzada: começou como brincadeira 3ª Parte

Excelentes relatos!!! Felicitaciones!!! he vivido situaciones muy parecidas. + 10!!!!
Excelentes relatos!!! Felicitaciones!!! he vivido situaciones muy parecidas. + 10!!!!
kokiCD
Sueño sí, pero mamita que lindo sueño
+ 10
van 10 puntos me mataste una genialidaad los 3
Excelente relato, no pare hasta el final! Fascinante!!!! Me sentí ahí!