Cinthia Fernández já pediu

Tenho uma pizzaria no centro da capital e, de vez em quando, levo os pedidos até a casa dos clientes. Além disso, vou à academia quase todo dia pra manter o corpo em forma. Tenho 1,92m e dá pra dizer que sou definido, mas não tanto, e também tenho uma rola um pouco maior que o normal (25x7). Costumo usar essas vantagens com algumas clientes pra deixar elas satisfeitas.

Um dia como qualquer outro, à noite, levei um pedido pra um apartamento um pouco mais chique que o normal. No porteiro eletrônico, mandaram eu subir. Fui até o apartamento, bati na porta e fui atendido por uma mulher linda, de roupão branco. Na hora, percebi que era a Cinthia Fernandez (minha maior fantasia), que do meu lado era bem baixinha. Digamos que ela batia na altura do meu peito, um pouco abaixo. Óbvio que fiquei nervoso e, ao mesmo tempo, queria pular em cima dela, já que tava sozinha. Nos últimos dias, ela tinha virado notícia por umas declarações meio polêmicas, então deduzi que faltava um parafuso na cabeça dela, mas não tava nem aí, porque minha rola começou a subir dentro da calça e já dava pra ver. Enquanto ela foi pegar o dinheiro pra pagar o pedido, me virei pra esconder a ereção, mas quando ela me deu a grana e eu entreguei o pedido, percebeu a excitação no meio das minhas pernas e ficou puta da vida.

Eu já não aguentava mais e não tive outra escolha: fechei a porta do apartamento dela, agarrei ela pelo pescoço e arranquei o roupão, deixando ela pelada. Cinthia: "O que cê tá fazendo, doente?" Eu: "O que sempre quis, te arrebentar toda." Cinthia: "Me arrebentar toda? Com o quê?" Eu: "Com isso." Na hora, puxei minha rola completamente dura e comecei a bater uma com toda força, e ela ficou chocada com o tamanho do meu pau, mas não podia fazer nada, porque forcei ela a se ajoelhar e chupar minha rola. Cinthia: "Me solta, filho da puta!" Eu: "Não, sua puta. chupa minha pica com essa boca de head master que você tem. Cinthia: me solta, seu idiota. Como ela não cooperava com o que eu pedia, tampei o nariz dela pra ela não conseguir respirar e abrir a boca, o que ela teve que fazer, e aproveitei pra enfiar minha super pica na boca dela e obrigar ela a engolir toda a minha pica. Eu: vai, chupa, sua filha da puta. Você não sabe como me excita, sua vadia. Eu segurava ela pelos cabelos e puxava ela pra perto de mim pra ela conseguir engolir minha pica. Fiquei assim uns minutos até que vi que ela começou a usar as mãos pra me punhetar, aí soltei os cabelos dela e ela começou a chupar como a puta profissional que é. Eu: como você chupa bem, sua vadia de merda. Cinthia: você gosta, seu filho da puta? Gosta de como eu chupo? Eu: sim, gata. Engole toda a minha pica. Cinthia: verdade que você tem uma pica enorme, papai. Depois de um tempo, ela começou a usar os peitos pra fazer um boobs fuck monumental e colocava a língua pra tocar a ponta da minha pica, que tava prestes a explodir, mas ainda não era a hora. Sentei num sofá grande da sala de jantar dela, e ela sentou em cima de mim, de frente, e colocou minha pica na buceta dela e começou a pular com muita força, deixando os peitos na minha cara, que eu lambi, chupei e mordi, fazendo ela gritar que nem uma louca. Cinthia: ahhh ahhhhh sim, papai, sim, sim ahhhhhh ahhhhh. Eu: vai, puta, grita, grita. Cinthia: essa pica é muito grande ahhhhhhh ahhhhhhhhhh. Eu: e isso é só o começo, puta. Ela parou de pular e fui eu que comecei a me mexer pra começar a destruir a buceta dela e fazer ela gritar como nunca na vida. Cinthia: ahhhh ahhhhh ahhhhhhhh forte, forte, forte ahhhhhhh ahhhhhhhhhhhh. Eu: isso, grita, puta, grita. Cinthia: vou gozar ahhh ahhhhhhhh ahhhhhhhhhhhh. Eu: isso, gata, goza. Ela gozou umas duas vezes, e aí virei ela e comecei a meter de novo com força, e enquanto metia com tudo, eu tocava o clitóris dela e ela não parava de gritar. Cinthia: ahhh ahhhhhh sim, gata ahhhh ahhhhh você é um filho da puta ahhhh ahhhhhh. Eu: aqui a puta é você. E te vou meter até eu querer Cinthia: ahh ahhhh sim papai me dá tudo. Passaram-se os minutos e as pernas dela começaram a tremer, então parei de meter. Ela se levantou e começou a se tocar na buceta e começou a soltar um squirt tremendo. Com os tremores nas pernas, ela não conseguia se levantar e começou a engatinhar. Eu, que estava atrás dela, não hesitei ao ver aquela bunda enorme e enfiei nela, ao que ela implorou que não queria. Cinthia: não não pelo cu não. Eu: pelo cu sim, vagabunda. Cinthia: não não NÃOOOOOOOO!!!!!!!! Comecei a meter naquele cu lindo devagar por uns momentos e ela começou a se acalmar. Cinthia: não, amor, não quero pelo cu. Eu: sim, amor. Você gosta. Cinthia: mas nunca enfiaram uma rola como a sua mmmmmmm. Eu: Sempre tem uma primeira vez pra tudo, vagabunda. Com o passar dos segundos, comecei a intensificar meus movimentos e comecei a foder ela mais forte e dava tapas nas nádegas até deixá-las vermelhas. Ela já não aguentava mais e começava a enfiar os dedos na buceta e soltava mais squirt. Eu já metia de forma bem violenta e puxava ela pelo cabelo. Cinthia: ahhh ahhhhhhhhh filho da puta!!!!!! ahhhhhh ahhhhhhh. Eu: você é uma puta reverenda. Merece ser comida assim. Cinthia: você gosta que eu seja sua puta, não? pedaço de filho da puta. Eu: E você vai ser sempre. Dessa foda você não vai se recuperar. Cinthia: continua, filho da puta. continua ahhhhhhh ahhh ahhhhhhhhhhhhhh você vai gozar em mim, papai, sim, me dá o leite. Eu já sentia que vinha a porrada de leite pra puta da Cinthia, então peguei ela pelo cabelo, ajoelhei ela e comecei a descarregar vários jatos de leite no rosto dela e na boca dela. Ela recebia como a puta que é e deixei ela branca. Mas não queria ir embora sem fazer mais uma coisa. Sentei ela no sofá, abri as pernas dela e comecei a enfiar os dedos na buceta dela com muita violência pra ela soltar um squirt espetacular e foi o que aconteceu... Continuei enfiando os dedos até ver os olhos dela praticamente virados. Fiquei praticamente desmaiada, aí peguei minhas coisas e vazei. Com certeza ela vai ligar de novo pra eu entregar outro pedido.

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